Marido aceitando uma traição

Encontrei um conto muito bom e quero compartilhar com vocês.
Salve e aproveitem!!!
Desde aquela noite tudo era diferente, continuávamos morando debaixo do mesmo teto, mas não trocávamos uma palavra, bom, na verdade quem não falava com a Eva era eu, não conseguia acreditar no que aconteceu naquele 4 de outubro, eu (Javier) e a Eva estávamos casados há 4 anos, e até aquela data éramos um casal muito feliz, sexualmente tínhamos uma vida ativa, transávamos de duas a três vezes por semana, pelo que eu ouvia dos meus colegas de trabalho, era um sortudo, já que eles sempre diziam que faziam muito menos, além disso me sentia sortudo pela mulher que tinha, nos dávamos muito bem, e ela era muito gostosa, porque para os 32 anos que tinha se conservava fenomenal, a Eva é morena, 1,70m de altura e pesa 64 kg, é muito bonita, com uns olhos castanhos bem grandes, e um cabelo moreno lindo, o corpo dela é uma maravilha da natureza, o peito dela é espetacular, tem um tamanho 95 e por ser magra isso acentua ainda mais, com uma cintura e uma bunda invejáveis, estava claro que agora não estávamos passando por um bom momento, uns 3 meses atrás ela me traiu, e isso ainda não tínhamos superado, desde aquela noite fatídica não nos falávamos, não compartilhávamos a cama, e nosso casamento estava prestes a acabar em divórcio, era o mês de dezembro e nós dois estávamos de férias, pior ainda porque sem trabalhar e os dois em casa as coisas pioravam, naquela manhã eu já estava na sala quando a Eva acordou, já que eu dormia no sofá desde o dia 5 de outubro.

E.- Bom dia.

Eu, como vinha fazendo há 3 meses, não respondi.

E.- Javier, isso não pode continuar assim, eu me sinto péssima, você está há 3 meses sem falar comigo, sem me ouvir, sem me olhar, sem me tocar, já te pedi perdão mil vezes, a gente precisa resolver isso, por favor, não podemos continuar assim.

Assim como nos meses anteriores, da minha boca não saiu uma palavra.

E.- Por favor, me escuta, hoje vai vir um psicólogo aqui em casa, a gente pode pagar, e ele vai nos ajudar a superar esse trauma. Só peço que agora que estamos os dois de férias, você esteja em casa às 12:00. Ele vem nos ajudar, por favor, faça sua parte.

Tava claro que ela queria resolver aquilo e salvar nosso casamento. A ideia de contratar um psicólogo me pareceu boa, embora eu não tenha dito nada. E mesmo sem responder às palavras dela, eu também queria consertar as coisas e estaria em casa às 12:00. Fui tomar banho, me arrumei e saí de casa sem falar nada, como qualquer outro dia. Cheguei em casa umas 12:05, e o psicólogo já estava lá.

E.: — Olha, Javier, ele é o Carlos, o psicólogo que te falei.

J.: — Oi, Carlos, prazer.

C.: — Igualmente.

Quando falam de um psicólogo, eu imaginava um cara mais velho, estranho, talvez. Mas o Carlos não era assim. Era jovem, devia ter uns 38 anos, 1,80m de altura, moreno, cabelo engomado e uns olhos verdes, com barba de dois dias, bem brunette, e uma voz bem grave. Ele sentou na mesa da sala, que tava vazia pra ocasião, e a gente sentou na frente dele. Pra mim, foi muito mais confortável o psicólogo vir em casa; se não fosse assim, eu não teria dado o passo.

C.: — Bom, a Eva me explicou a situação por cima, e quero perguntar pra vocês por que chegaram até aqui, na visão de cada um.

E.: — Uma noite saí com minhas amigas e fui infiel ao Javier. Desde aquele dia, a gente tá assim.

C.: — Javier, algo a dizer?

J.: — A mesma coisa. Desde aquela noite, a gente tá assim.

C.: — Bem, nas infidelidades de casal, o problema muitas vezes é o valor que se dá à fidelidade. Tá claro que ela foi infiel, mas não podemos transformar isso num problema impossível de resolver no casamento. Ela, pelo que me contou, já pediu perdão um milhão de vezes e mostrou arrependimento. Mesmo assim, Javier não consegue perdoar nem manter a vida de casal que vocês tinham antes. Então, na minha opinião, se os dois estão de acordo, o que devemos fazer é a Eva nos contar, da melhor forma possível, como Aconteceu tudo, vai ser um jeito de tirar o peso do assunto, já que vocês não falaram sobre o que rolou naquela noite, né?

E.- Não.

J.- Não.

C.- Bem, Eva, começa a contar o que aconteceu da melhor forma possível. É muito importante que você conte tudo, até o menor detalhe, assim o Javier vai entender o que rolou naquela noite, e não vai ficar com nenhuma dúvida, e isso vai ajudar no relacionamento de vocês.

E.- Encontrei duas amigas, saímos pra jantar e depois tomamos uns drinks. Primeiro fomos a um lugar que tava cheio de gente, lá a gente tomou dois, e depois fomos pra outro lugar que era do lado. Nesse já tinha menos gente, também era mais tarde, não sei a hora, umas 3:30, talvez, não sei. Lá a gente continuava dançando, eu e minhas duas amigas, e entraram dois caras. Não sei por que reparei neles, naquela noite vi centenas de caras e nenhum me chamou a atenção. Um era alto, loiro, olhos claros, era forte, tava de camisa branca e calça jeans. Com ele tava outro cara que me chamou menos atenção, era moreno, mais baixinho. Da porta, eles foram pro balcão pedir e logo depois perdi eles de vista. Depois de um tempo dançando, a Gema, uma das minhas amigas, fala que precisa ir ao banheiro. A gente acompanhou ela e no caminho encontro esses caras de novo. Não consigo evitar de olhar pro alto, e ele também me olha. Nós três entramos no banheiro, e quando saí, ele me olha de novo. Vejo que ele tá me encarando e, disfarçando, começo a conversar com minhas amigas pra evitar o olhar dele, e a gente volta pro mesmo lugar onde tava dançando. De vez em quando, olho pra área onde ele tava e, sempre que olho, ele tá de olho em como eu danço. Num desses olhares, vejo que ele se aproxima. Ele se apresenta, fala que se chama Eloy e que eu danço pra caralho. Dou dois beijos nele, agradeço, e ele fala que quer me pagar um drink. Aceito, e a gente vai pro balcão, deixando minhas amigas dançando. Ele começa a conversar e a olhar pro meu decote. A gente continua bebendo, e ele pergunta se eu tô sutiã, o estranho é que essa pergunta, longe de me incomodar, me excita, não sei o motivo, e respondo que não, ele começa a dizer que tenho um peito lindo, e que fazia tempo que não conhecia uma garota como eu, blá, blá, blá, ele continua me elogiando e nisso chega minha amiga Gema e me diz que elas vão embora, que se querem me levar pra casa, naquele momento eu podia ter parado tudo e ido embora, dali, mas não fiz isso e elas foram embora e eu fiquei com Eloy, depois daquela dose ele pediu mais uma, e eu disse que precisava ir ao banheiro.

C.- Alguma pergunta, Javier?

J.- Não.

C.- Está te ajudando eu contar isso, né?

J.- Sim.

E.- Quando voltei do banheiro, Eloy estava com o cara com quem tinha chegado no local, me apresentou, o nome dele era Manuel, ele não demorou pra sumir, mas antes me deu uma olhada de cima a baixo, focando especialmente nos meus peitos, Eloy percebeu e me falou, o Manuel também gostou dos seus peitos, o comentário me excitou de novo, agora mais, já que antes ele usava "peito" e agora era mais vulgar e dizia "peitos", eu ria que nem uma idiota e entrava na onda dele, vamos fazer uma coisa, ele disse, se eu acertar o tamanho do sutiã que você usa, você me mostra eles hoje à noite, o que acha?, eu respondi, não se faz de difícil, vai, porque quando você voltou do banheiro, veio com o decote mais baixo, instintivamente eu puxei minha camiseta pra cima com as mãos, mas admito que era verdade o que ele disse e eu tinha abaixado a camiseta no banheiro, 95, ele disse, eu não respondi, mas ele tinha acertado, era meu tamanho de sutiã, acertei, né?, eu continuei sem responder, depois do meu silêncio, com a mão direita ele pegou um dos meus peitos, e disse, sem dúvida um 95, eu tirei a mão dele e falei pra ele ficar quieto, mas não devo ter sido clara o suficiente, já que ele, mais forte que eu, com uma mão foi de novo pra um dos meus peitos e com a outra me pegou pela nuca, e me beijou na boca.

Naquele momento Eva fez um silêncio, esperando que eu ou Carlos disséssemos algo, mas eu a É verdade que eu estava prestando toda atenção no relato dela, e o Carlos não parava de fazer anotações no caderno. Depois daquele silêncio, ele me olhou e disse:

E.- Quer que eu continue?

J.- Sim.

E.- Depois do beijo, eu podia ter ido embora dali, mas não sei por que não fiz isso. Tomei um bom gole da minha taça, e ele pegou na minha mão e disse: "Onde você quer que eu mostre elas, aqui na frente de todo mundo ou no banheiro?" Eu não soube o que responder, estava nas mãos daquele cara. Como não respondi, ele pegou uma das alças da camiseta branca que eu estava usando e puxou pra baixo. Vendo que aquele homem falava sério e que não se importava em me deixar com os peitos de fora na frente do povo do bar, eu levantei a alça de volta e falei que ali não, por favor. Ele começou a andar em direção ao banheiro, e eu fui atrás, de mãos dadas. Quando estávamos indo pro banheiro, eu vi o amigo dele por perto, que olhou de novo pro meu decote enquanto ria. Chegamos no banheiro e entramos no masculino. Isso era algo que eu nunca tinha feito, e me deu uma vergonha danada. Ele abriu uma porta e me fez entrar, depois entrou também. Eu vi o quão sujo aquele banheiro estava. Ele foi mijar no mictório, e eu tentei disfarçar olhando pra outro lado, mas não consegui. Meus olhos foram direto pro pau dele.

J.- Como era de grande?

Aquela pergunta saiu do fundo da minha alma, e naquele momento a Eva desabou e começou a chorar. Quando vi ela assim, abracei ela. Foi o primeiro gesto de carinho da minha parte pra ela nos últimos três meses. Tanto que o Carlos não demorou pra anotar.

C.- Muito bem, galera, viram? Conversando tudo se resolve. Não hesitem em se abraçar.

A Eva parou de chorar e ficou encantada com aquele abraço. Ela pensava que com aquilo tudo acabava, mas minha mente estava em outra coisa.

J.- Responde minha pergunta e me conta tudo, até o último detalhe, por favor.

A Eva se surpreendeu com minha atitude e olhou pro Carlos, que disse:

C.- Dá ouvidos ao Javier. Acho que ele tem direito de saber tudo o que aconteceu.

E.- O tamanho do pau dele era normal. Não era muito grande, mas era bem grosso. Quando terminou de mijar, fez-se um silêncio ali, e ele pegou nas alças da minha camiseta e as puxou pra baixo, deixando meus peitos à mostra. Começou a apalpar e chupar eles. Depois de um tempo, me empurrou pelos ombros pra baixo, me colocando de joelhos, ficando na altura do pau dele, que já tava duro e rijo, e agora parecia bem maior. Comecei a chupar ele do jeito que eu tô acostumada, mas ele não gostou e falou que não era assim. Ele me pegou pela nuca e me empurrou com força contra o pau dele, me engasgando e fazendo eu ter ânsia. Ele tirou minha boca do pau dele de novo e, quando consegui me recuperar, fez a mesma coisa. Dessa vez, aceitei melhor e não tive problemas em chupar quase tudo. Ele repetiu isso umas 6 ou 7 vezes e, quando tava quase gozando, me afastava. Depois, me segurou pelos ombros e me colocou de pé, levantou minha saia e me encostou na parede. Colocou um dos meus joelhos no mictório e percebi que ele mexia na minha calcinha fio dental pra chegar na minha buceta. Fechei os olhos pro que vinha pela frente e senti ele me penetrando com violência. Eu gozei fácil na terceira ou quarta enfiada. Ele aguentou um pouco mais e eu senti ele tirar o pau de dentro de mim e gozar no meu cu, com o leite escorrendo pela minha perna que tava esticada.

C. – Bom, imagino que vocês tenham mais coisas pra me contar, mas o tempo de hoje acabou. A gente continua amanhã no mesmo horário, ok?

J. – Ok.

E. – Ok.

CONTINUA .................... Fonte www.todorelatos.com

1 comentários - Marido aceitando uma traição

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Abz