Verika 2: Gostosa e Fogosa

Os lábios de Verika percorreram os músculos do peito do parceiro, ele não mostrou reação alguma a essas e outras carícias suaves que ela lhe fez... tudo era parte do show... o cliente tinha pedido assim. Mas fiel ao seu papel e ainda mais aos seus apetites, ela logo começou a esfregar o corpo todo contra o homem firme e quente que a acompanhava. Arqueou as costas, apoiando com mais força as nádegas macias contra a entreperna nua dele, abriu as pernas, inclinou-se para frente e se moveu devagar nessa posição... os espectadores murmuravam baixinho, alguns já visivelmente excitados, e o dono da casa (Sergio) fez um sinal para Verika passar a ser um pouco mais agressiva...

Só então ela se levantou e, ajoelhando-se na frente do jovem, começou a beijar e lamber o pau dele, que já estava com uma boa ereção... simplesmente engoliu tudo... ávida por sentir a carne quente na boca, não se ajudou com as mãos, percebeu que o corpo daquele homem reagia, embora o dono se esforçasse para resistir... olhou para o rosto do parceiro enquanto lambia lascivamente o pau já bem duro, ao vê-lo fechar os olhos, levantou-se e o empurrou sobre o futon que estava no pequeno palco, ele caiu de costas e Verika se dedicou a lambê-lo por mais um tempo antes de decidir que era hora de ele lhe dar prazer... abrindo as pernas, aproximou a buceta da boca aberta do homem, que sem perder tempo arrancou a calcinha preta dela e, segurando-a pelas pernas, começou a lamber e chupar com muito tesão... quase arrancou um gemido dela, mas ela conseguiu disfarçar jogando a cabeça para trás e mordendo o lábio com os olhos fechados, aquele parceiro sabia o que fazia, e em encontros anteriores a tinha feito gozar até gritar de prazer, então não conseguia disfarçar a excitação com muito sucesso, estava muito concentrada no que estava curtindo até que o público começou a exigir...

— Come ela! — Dá nessa puta! o que ela gosta!! — diziam outros... ao baixar o olhar, ela pôde ver os olhos do jovem que lhe deu uma piscadela como sinal para mudar de posição, e com ela ainda por cima, ele se sentou jogando-a sobre o futon macio, apertou-lhe os peitos com força delicada, chupou seus mamilos e os mordiscou, ela pôde sentir que toda sua buceta estava inundada de sucos lubrificantes e sua carne ardia de excitação, pedia mais, desejava aquela rola dura que estava prestes a penetrá-la, desejava que ele fizesse isso sem delicadeza, com força, até deixá-la exausta... isso não aconteceria se o cliente não desse a ordem... e ela pôde ver como as pessoas ao redor deles haviam começado a se acariciar umas às outras, muitas mulheres já não tinham roupa e os homens começavam a tocá-las e chupar seus mamilos, por toda parte se ouviam leves gemidos de prazer, e ainda muitos olhos estavam sobre eles esperando mais... ela pôde ver Sergio acariciando o cabelo de uma garota morena que chupava sua já endurecida rola e com um leve movimento de cabeça indicou que seu amigo já podia penetrá-la... mal virou a cabeça para olhá-lo quando sentiu a carne duríssima entrando com força em sua buceta bem molhada... exatamente como ela mais gostava, com muita força, sem falsos cuidados, aquele homem estava comendo ela como se nunca fosse fazer de novo e a fazia delirar... ela poderia ter gritado de prazer com as fortes estocadas que ele lhe dava, mas tinham proibido fazer isso... Sergio sabia que eles curtiam um ao outro e em cada encontro que oferecia aos seus amigos, seu pedido era sempre assim, com seus sinais e seus termos. Seu amigo continuava tensionando os músculos a cada empurrão, fez Verika esticar as pernas sobre o peito dele para mudar o ângulo e conseguir maior atrito de carnes quentes, diante de um novo sinal ele parou um momento e, pegando-a pelas pernas, virou-a, colocou-a de quatro e voltou a penetrá-la por trás apertando seus peitos com as mãos. Só conseguiu suspirar diante daquela nova posição... não devia gritar... e por isso sabia que não ficaria totalmente satisfeita... abriu os olhos de novo e a imagem que viu a encheu de ainda mais tesão... cada sofá, degrau acarpetado, canto da sala onde estavam era ocupado por 2 ou mais pessoas entregues às mais variadas posições em que se pudesse foder... num canto, um pequeno grupo de 3 ou 4 homens acariciava uma gostosa ruivinha, enquanto um a penetrava por trás e ela chupava a pica de outro homem sentado no chão, mais adiante, encostado numa parede, um homem de meia-idade lambia a buceta de uma mulher mais nova, fazendo-a gemer, uma mulher alta estava cavalgando um jovem que apertava os peitos dela com força e gritava palavras enquanto a comia...
Tudo ao redor de Verika era sexo, e a pica do amigo dela tinha crescido muito dentro dela, as estocadas tinham aumentado de velocidade, e ele sussurrou no ouvido dela:
— Se isso te agrada, a gente se encontra na minha casa quando sair... quero ouvir você gritar...

Ia fechar os olhos quando percebeu que Sergio estava na frente dela, ajoelhou-se e meteu a pica na boca dela, agarrando-a pelo cabelo... enfiou até o fundo da garganta, uma, outra e outra vez
— Olha como essa puta chupa minha pica!! Ela adora levar forte e engolir tudo!!! —...
Outros responderam:
— Ela adora!! —,
— Como essa puta fode bem!! —,
— É! Pena que não deixam ela gritar!! —
Verika estava chegando ao limite com aquelas duas picas duras dentro dela, o amigo já tinha pegado na cintura dela e a pica dele estava prestes a explodir... ele também ia chegar ao limite logo, e com a língua acariciou a pica de Sergio cada vez que ele a empurrava dentro da boca dela, lambeu os ovos dele e voltou a engolir a pica dele, banhando-a de saliva... só ouviu o grito dele quando ele jogou 2 jatos fortes de porra na cara dela e continuou apertando até tirar a última gota, arrancando mais gemidos dela. Quando ele soltou, disse pro amigo:
—Mete fundo com força, ela gosta assim, enche ela de porra... e você... não grita... — limpou os lábios dela com um dedo e deu pra ela chupar — fecha os olhos... aproveita... mas pelo tanto que você é puta, não vou deixar você gritar... se alguém gritar ou fizer barulho, não te pago... — e com um sorriso safado, ficou olhando.

Verika sentiu a pica do parceiro ficar ainda mais quente, e viu ele morder o lábio pra segurar o grito... ela fechou os olhos e apertou a buceta o máximo que pude em volta da pica dele, sentindo mais claramente os jatos quentes bem fundo dentro dela. Quando ele tirou a pica, ela se apressou em chupar pra pegar a última gota de porra quente que sobrou, deixando ele exausto largado no tapete.

Depois de uns instantes deitada entre os lençóis, curtindo a sensação dos fluidos escorrendo da buceta, ela se levantou. Sergio entregou um envelope de papel pardo e deu um beijo nela...
—Você sempre me faz de puta de porra, é a única que chupa tão bem. Um dia vou deixar você aproveitar ao máximo, mas comigo. Te vejo daqui um mês, uns amigos de fora vêm e querem te conhecer.

Ela vestiu o casaco pequeno, a festa já tinha começado pros outros, mas o número dela já tinha acabado. O jovem alcançou ela na porta:
—Que tal... a gente se vê no meu apê daqui meia hora? Foda-se a chave... você me deixou com vontade de mais... sei que você gosta de mim, vamos curtir uma trepada de verdade.

Verika deu um beijo na boca dele e apertou a pica dele com a mão:
—Acho que seu pai não ia gostar da gente se ver sem ele saber, mas te vejo terça à tarde... às 4? Na sua casa... vou estar lá te esperando.

Pegou a chave e entrou no carro... o motorista fechou a porta e entrou pra dirigir. Verika tirou uma bolsa pequena e procurou a roupa pra trocar. Esses encontros com o filho do Sergio deixavam ela exausta, mas sempre se repetiam porque os dois os dois se seguravam muito com o pai por perto, quando ficavam sozinhos, a história era outra, e vou contar pra vocês em breve. Verika tem que atender outro cliente esta noite, que mal tá começando...

Bom, senhores, espero que tenham gostado, comentem e... se quiserem... avaliem, porque minha amiga ainda tem muita história pra contar. 🆒

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