Mi primera mujer madura

Fala, galera do Poringa.net! Amo essa página, assim como a outra T! São sites muito bons. Mas beleza, hoje eu criei coragem (enquanto tomava banho) pra contar minha história com uma senhora mais velha que eu, uns 45 anos. Ela se chama Tere e é uma senhora de verdade, tem dois filhos, uma mulher e um homem, de 23 e 18 anos. Ela é médica de profissão.

Já tô com ela há quase 4 anos, e cada dia que passo ao lado dela é mais lindo do que nunca. Mas deixo claro que é só um relacionamento escondido dos outros, porque a diferença de idade é mútua, tanto no físico quanto na mente. Ela sabe o que quer de um homem e, principalmente, já teve as experiências amargas da vida. É divorciada, o marido dela é um idiota porque a largou por outra mulher que não vale a pena. Enfim, não vou entrar em detalhes. Eu costumava ser chambelão em festas de 15 anos. Sei que é bobo, mas a verdade é que adorava sair pra dançar, e principalmente porque cada quinzeanera que eu acompanhava acabava virando minha namorada. Curioso, né? Um dia me chamaram pra perguntar se eu queria participar de uma festa de 15 anos. Eu, todo feliz, aceitei e, sem medo nenhum, fui pro lugar combinado pra encontrar os outros caras e a garota. O lugar era tipo um galpão com um quintalzão e uns jardins lindos. E num deles, lá estava a Tere. Ela tava tão gostosa com um vestido preto que marcava a silhueta de mulherão, com uma cintura linda e quente, uns quadris que só de olhar já me deixavam mais e mais excitado, e principalmente um par de peitos enormes e muito lindos. Mas o que mais me deixa louco são aqueles olhos puxadinhos e castanhos claros, junto com uns lábios suculentos.

Foi assim que rolaram os ensaios. E cada dia eu chegava meia hora antes só pra poder vê-la e bater um papo com ela um pouco, deixando clara a distância que eu mantinha por ela ser uma senhora e eu só um moleque de 18 anos. Enfim, cada dia a senhora usava um vestido diferente. Num dia muito quente, ela me convidou pra tomar um copo com Água de manga na casa dela, ela tava sozinha porque os filhos tinham ido pra escola e o filho mais velho tava em Veracruz por causa da faculdade, então aceitei o convite sem pensar duas vezes, já que não teria problema de ninguém me olhar torto por um moleque e uma senhora estarem juntos. Enfim, lembro daquele sábado como se fosse ontem, ela tava com uma saia branca bem justa que marcava até as alças da calcinha, terminando numa argolinha que ligava as tiras do quadril com o fio dental que ela tava usando, e uma blusa que, safadamente, entre os botões, deixava ver a forma dos peitos lindos dela. Eu me sentia paralisado e ao mesmo tempo excitado com a inspeção que fiz do corpo todo dela. Ela começou a quebrar o gelo perguntando de onde eu era e quem eram meus pais, eu respondi cada pergunta meio desiludido porque tinha certeza de que uma senhora como ela nunca daria bola pra um guri de 18 anos. O tempo passou e a conversa foi enchendo de mais e mais perguntas, ela sentou na cadeira da mesa de jantar que era de vidro com pés de ferro e, por baixo dela, tinha um par de pernas tão gostosas que despertavam as piores safadezas em mim.

Quis ter coragem de pedir o número de celular dela, mas com medo de que ela descobrisse por que eu queria o número, não tive coragem. Então só aceitei o copo d'água e a gente terminou a conversa porque a aniversariante de 15 anos já tinha chegado.

Aí chegou o dia dos 15 anos e, tristemente, aceitei que não ia ver a dona Teresa tão de perto de novo como naquele dia na casa dela.

Um dia, já alguns meses depois da festa, resolvi checar meu e-mail num cybercafé onde fazem recarga de celular. Nunca pensei que naquele dia eu ia conseguir o número daquela senhora. Fui pagar o aluguel da máquina onde tava, e lá estava ela, tão gostosa com a roupa branca e fina, altura 1,68, com aquele cabelo ruivo lindo. Ela tinha entrado no local só pra fazer uma recarga. tinha escrito o número dela na caderneta de recargas e eu estava atrás dela, então num ato de coragem peguei meu celular e salvei o número. Passaram vários dias até eu criar coragem e mandar uma mensagem de texto. Um dia fiquei doente e na solidão do meu quarto pensei nela e, sem hesitar, peguei meu celular e mandei a primeira de várias mensagens que escrevi. A mensagem dizia:

- Bom dia, senhora linda, sou um jovem admirador seu, que te ama na eterna penúria do anonimato. Espero que não se importe de receber minha mensagem, mas não aguentei mais. A senhora é a mulher mais gostosa do mundo inteiro e, principalmente, do meu mundo. Abraços, J.

Imediatamente ela respondeu muito puta, me dizendo pra deixar ela em paz, que não conhecia meu número e que tinha namorado. Isso partiu meu coração, me deixando numa depressão profunda.

Uns meses depois, tomei um susto enorme vindo dela. Eu tava voltando pra casa, peguei um ônibus que me levou de Córdoba até minha casa. Tinha acabado de sair da escola, então dormi no caminho, mas a mensagem dela me acordou.

- Olá, jovem anônimo, espero que me perdoe por ter sido tão grossa da última vez, mas você precisa entender que não te conheço e não sei suas intenções. Se me dissesse quem é, talvez a gente pudesse marcar um encontro e se conhecer melhor, formar uma amizade.

Meu coração se encheu de alegria e, sem pensar, marquei um encontro com ela, mas antes perguntei o que ela faria quando eu dissesse quem era – meu medo era que ela me dedurasse pros meus pais pelo que eu tinha dito. Enquanto a data do encontro não chegava, começamos a trocar mensagens com perguntas sobre o que gostaríamos de saber um do outro, sem tabus nem medos. Numa dessas mensagens, perguntei se ela me deduraria pros meus pais; ela respondeu que não, porque eu não tinha feito nada de errado. Depois, perguntei algo que demorou horas pra responder:

- Minha senhora, quando você conhecer esse jovem apaixonado por você, o que gostaria de dizer ou saber? Ou... Por que não fazer também? Eu, por você, estaria disposto a viver uma aventura com você.

Ela:
- Ah, jovem, eu sou uma mulher madura já, e você é um menino que não sabe o que quer. Mas só o tempo vai decidir como vai terminar essa ousada amizade.

No dia do encontro, cheguei muito nervoso. Marquei com ela num parque pequeno, bem longe da minha casa, que sempre ficava escuro, quase todo. Eu cheguei primeiro, e depois ela chegou no carro dela. Estacionou e desceu com uma minissaia preta e uma blusa cinza que marcava bem os peitos dela. Ela estava tão linda e parecia tão jovem. Aproximou-se do banco que eu tinha mencionado antes. Passou perto de mim, e naquele momento eu fiquei cheio de medo e pensei por um instante em fugir dali. Mas, ao ver que ela teve a coragem de vir, desisti e fui até ela.

Eu – Oi.
Ela – Oi.
Ela – Olha, eu te conheço. Você era um dos padrinhos da minha vizinha.
Eu – Isso mesmo, senhora. E desde aquele dia, eu a admiro e desejo em segredo, até hoje que estou falando com a senhora.
Ela – Ah, menino, que ousado você é. Mas, bom, já estou aqui. O que você gostaria de fazer ou conversar?
Eu – De tudo que a senhora quiser e desejar fazer.

A conversa durou muito tempo, até quase dez e meia da noite. Ela se ofereceu para me levar em casa, mas antes precisava passar na casa dos pais dela para ver se estava tudo bem, porque eles tinham viajado e voltariam dois dias depois, tinham ido para um retiro espiritual.

Foi assim. Acompanhei ela até a casa dos pais. Dessa vez, esperei no carro, e ela entrou, deu uma olhada, acendeu as luzes da casa e saiu. Ela me levou até minha casa e se despediu de mim, mas antes perguntou se eu queria algo dela naquela noite. Eu, com medo, mas com vontade de levar algo dela, devolvi a pergunta.

Ela respondeu que sim, se eu ousasse roubar um beijo dela. Minha resposta foi o próprio beijo. Naquela vez, provei a glória dos lábios dela e da língua dela. Ela se excitou, porque os peitos dela endureceram e os biquinhos apareceram. duras na blusa justa dela. Tudo ficou naquele beijo naquela noite.

De manhã ela me escreveu e disse que não conseguia parar de pensar em mim, que precisava me ver de novo. Eu aceitei e falei pra gente se encontrar no parque de novo, e foi assim que nos encontramos de novo naquele parque, mas dessa vez tava cheio de gente, então só ficamos conversando no carro dela. Naquele dia ela tava usando um vestido branco e preto que deixava ver as pernas lindas dela. A conversa durou pouco, foi quando ela se aproximou e me disse que se me beijasse de novo, não ia parar até descobrir por que não conseguia parar de pensar em mim. E foi assim: ela me beijou, e os beijos dela já não eram mais de amor, e sim de desejo e paixão. Na hora pensei em tirar a roupa, mas por causa da quantidade de gente, decidimos que não.

Dessa vez cheguei em casa cedo, umas nove horas pra ser exato, mas minha noite ainda não tinha terminado porque ela me ligou na hora e perguntou se eu ainda podia sair. Eu respondi que sim, e nos encontramos a duas quadras da minha casa. Ela me pediu, por favor, pra acompanhá-la até a casa dos pais dela, porque já era noite e ela tinha esquecido de ir verificar a casa. Eu aceitei e fomos. Quando chegamos, eu fiquei no carro, mas me atrevi a entrar na casa dos pais dela. Lá dentro tinha um sofá bem grande e espaçoso. Ela terminou de verificar a casa e me viu sentado no sofá esperando por ela. Foi quando percebemos que estávamos sozinhos numa casa e num sofá, e sem pensar, nos beijamos. Ela queria se sentir mulher, eu, com medo, só a beijava, e num piscar de olhos toquei as pernas dela. Ao ver que não tinha nenhuma negação, fui subindo minha mão até chegar na buceta dela. Lá estava aquela parte feminina tão molhada e depilada, o cheiro era forte, mas o gosto muito doce. Ela se levantou na hora e me pediu pra nunca mais acontecer de novo, que seria só uma vez na minha vida. Ela me pediu pra tirar toda a roupa, e eu fiz isso. Fiquei só de cueca, que obviamente deixava meu pau duro bem visível. Ela tirou o vestido e ficou só de calcinha. A roupa íntima dela tava ali, ela de bruços de biquíni e sem sutiã. Na hora, fui pra cima dela e comecei a beijar o pescoço dela até chegar nos peitos. Ela só gemia de prazer, então acelerei as coisas e fui pra parte dela, que já tava toda molhada com os sucos dela. Provei aquilo como nunca provei nada na vida. De tanto prazer, ela se mexia pra cima e pra baixo, e eu, já excitado, decidi penetrar ela. Tirei a cueca e fui pra cima dela. Como uma mulher gostosa, ela pegou meu pau com a mão, lubrificou com os próprios sucos e encaixou pra eu entrar sem preocupação. E foi assim: finalmente tive a mulher que mais queria nas minhas mãos e tava fazendo ela minha. Quando entrei, ela apertou meu pau com a buceta dela e lubrificava cada vez mais. Quando entrei até a metade, ela reclamou de uma dorzinha, mas sem hesitar, me segurou pelos quadris e me puxou pra dentro dela. Naquele momento, com a lubrificação que ela fez, entrei por completo. Penetrei ela toda, a ponto de perceber que o biquíni atrapalhava. Só desamarrei de um lado e joguei no chão. Ali tava ela, completamente nua, à minha mercê. Eu cada vez penetrava mais forte, e ela gritava e gemia de prazer. Sem pensar duas vezes, ela pediu pra eu gozar junto com ela. Cada vez mais se ouvia o som dos sucos dela, e num instante ela gozava cada vez mais. Quando chegou minha vez de gozar, avisei, e ela parou de se mexer. Gozei dentro dela, e ela tava sentindo tudo. Enquanto isso, com a mão dela, ela se masturbava. De repente, uma substância tipo gel saiu da buceta dela. E sem nos separarmos, viramos um pouco, e ela ficou por cima de mim. Pegou a buceta dela, abriu com os dedos e me perguntou se eu queria que ela me banhasse com os sucos dela. Aceitei, e de repente senti algo quente na minha pele. Ela tava gozando jorrando na minha barriga, me enchendo de sucos cada vez mais quentes. Quando terminou, ela se soltou do meu pau, abriu as pernas, separou os lábios da buceta dela e pediu pra eu lamber ela. chupei sua buceta sem hesitar, fiz isso e na hora ela gozou de novo na minha boca. uau, que gostoso, estava provando a glória diretamente da buceta dela. meu segundo fôlego chegou e, nas últimas gotas da gozada dela, eu a penetrei pela segunda vez. ela encheu minha boca com seus sucos, me pegou pela nuca e me beijou. antes disso, ela disse que queria provar os próprios sucos da minha boca, e foi assim: com a língua, ela tirou aquele mel que eu lambi da buceta dela e bebeu tudo. quando eu já não aguentava mais, ela gozou de novo. nessa hora, ela se virou, ficou de quatro, pegou meu pau ereto e encaixou no cu dela. eu me apoiei na parede para me firmar, mas parecia que doía quando eu entrava, então ela se levantou, me sentou e depois sentou em cima de mim, de costas, encaixando meu pau no cu dela pela segunda vez. ela enfiou os dedos na buceta dela e tirou eles bem molhados para lubrificar o cu dela e meu pau com os sucos dela. pela última vez, encaixou meu pau no cu dela de novo e, de um sentão só, me fez entrar nela. mais uma vez, avisei que ia gozar de novo, então ela se levantou e começou a fazer um espanhol com os peitos dela. quando sentiu que eu já ia soltar todo o leite, ela pegou meu pau e meteu na boca dela, me fazendo gozar. eu tinha gozado na boca dela, e meu leite escorria pelos lábios dela, descendo pelos peitos e chegando até a buceta dela. ela brincou com meu leite por alguns minutos, depois cuspiu na buceta dela e, como ato final, se masturbou até gozar de novo e, por último, me banhou quase todo com os sucos dela.

Essa foi a primeira vez de muitas que vivi e continuarei vivendo com ela. Se gostaram do meu relato, comentem, por favor. É meu primeiro post e gostaria de saber a opinião de vocês.Comentar não custa nada.

4 comentários - Mi primera mujer madura

Wow!!! me mató tu historia... además las maduras me enloquecen tambíen, más allá de que cuando los cuerpos se entienden desaparecen las edades... o no?

Te dejo tus primeros puntos y espero más de tu historia. Gracias

Te sigo para que me sigas...

muy buen relato y muy caliente!!! espero poder leer más muy pronto. En mi primer post también hay un relato de un joven de 18 con una mujer mayor, espero que pases y le heches una ojeada.
gracias por compartir!!!
BESOSSSSSSSSSSSSS
Mi primera mujer madura
Excelente historia!!!!!!!!!!! gracias hermano 😃 van mis +10 del dia ! saludes 😃
pero como me encantan las maduras , como quisiera conocer una de esas , que buen relato te echaste