Fala, galera do Poringa.net! Amo essa página, assim como a outra T! São sites muito bons. Mas, beleza, hoje criei coragem (enquanto tomava banho) pra contar minha história com uma senhora mais velha que eu, uns 45 anos. Ela se chama Tere e é uma senhora de verdade, tem dois filhos, uma mulher e um homem, de 23 e 18 anos. Ela é médica de profissão.
Já tô com ela há quase 4 anos, e cada dia que passo ao lado dela é mais lindo que o outro. Mas deixo claro que é só um relacionamento escondido dos outros, porque a diferença de idade é mútua, tanto no físico quanto na mente. Ela sabe o que quer de um homem e, principalmente, já teve as experiências amargas da vida. É divorciada, o marido dela é um idiota porque largou ela por outra mulher que não vale nada. Enfim, não vou entrar em detalhes. Eu costumava ser chambelão em festas de 15 anos. Sei que é bobo, mas a verdade é que adorava sair pra dançar, e principalmente porque cada quinzeanera que eu acompanhava acabava virando minha namorada. Curioso, né? Um dia me chamaram pra perguntar se eu queria participar de uma festa de 15 anos. Aceitei feliz da vida e, sem medo nenhum, fui pro lugar combinado pra encontrar os outros caras e a garota. O lugar era tipo um galpão com um quintalzão e uns jardins lindos. E num deles, lá estava a Tere. Ela tava tão gostosa com um vestido preto que marcava a silhueta de mulherão, com uma cintura quente e deliciosa, uns quadris que só de olhar já me deixavam mais e mais excitado, e, principalmente, uns peitões enormes e muito lindos. Mas o que mais me deixa louco são aqueles olhos puxadinhos e castanhos claros, junto com uns lábios suculentos.
Foi assim que os ensaios rolaram. E cada dia eu chegava meia hora antes só pra poder vê-la e bater um papo com ela um pouco, deixando clara a distância que eu tinha em mente por ela ser uma senhora e eu só um moleque de 18 anos. Enfim, cada dia a senhora usava um vestido diferente. Num dia muito quente, ela me chamou pra tomar um copo com Água de manga na casa dela, ela tava sozinha porque os filhos tinham ido pra escola e o filho mais velho tava em Veracruz por causa dos estudos, então aceitei o convite sem pensar duas vezes, já que não teria problema de ninguém me olhar torto por um moleque e uma senhora estarem juntos. Enfim, lembro daquele sábado como se fosse ontem, ela tava com uma saia branca bem justa que marcava até as alças da calcinha, terminando numa argolinha que ligava as fitas do quadril com o fio dental que ela tava usando, e uma blusa que, safadamente, entre os botões, deixava ver a forma dos peitos lindos dela. Eu me sentia paralisado e ao mesmo tempo excitado pela inspeção que fiz do corpo todo dela. Ela começou a quebrar o gelo me perguntando de onde eu era e quem eram meus pais, eu respondi cada pergunta meio desiludido porque tinha certeza que uma senhora como ela nunca daria bola pra um garoto de 18 anos. O tempo passou e a conversa foi enchendo de mais e mais perguntas, ela sentou na cadeira da mesa de jantar, que era de vidro com pés de ferro, e por baixo dela tinha um par de pernas tão gostosas que despertavam as piores safadezas em mim.
Quis ter coragem de pedir o número de celular dela, mas com medo de ela descobrir por que eu queria o número, não me atrevi. Então só aceitei o copo d'água e a gente terminou a conversa porque a aniversariante de 15 anos já tinha chegado.
Aí chegou o dia dos 15 anos e, tristemente, aceitei que nunca mais veria a dona Teresa tão de perto como naquele dia na casa dela.
Um dia, já uns meses depois da festa, resolvi checar meu e-mail num cyber que faz recarga de crédito. Nunca pensei que naquele dia eu conseguiria o número daquela senhora. Fui pagar o aluguel da máquina onde tava, e lá estava ela, tão gostosa com a roupa branca fina, 1,68 de altura, com aquele cabelo ruivo lindo. Ela tinha entrado no local só pra fazer uma recarga. tinha escrito o número dela na caderneta de recarga e eu estava atrás dela, então num ato de coragem peguei meu celular e salvei o número. Levei vários dias pra criar coragem e mandar uma mensagem de texto.
Um dia fiquei doente e na solidão do meu quarto pensei nela e, sem hesitar, peguei meu celular e mandei a primeira de várias mensagens que escrevi. A mensagem dizia:
- Bom dia, senhora linda, sou um jovem admirador seu, que te ama na eterna penúria do anonimato. Espero que não se importe de receber minha mensagem, mas não aguentei mais. A senhora é a mulher mais gostosa do mundo inteiro e, principalmente, do meu mundo. Abraços, J.
Imediatamente ela respondeu muito puta, me dizendo pra deixar ela em paz, que não conhecia meu número e que tinha namorado. Isso partiu meu coração, me deixando numa depressão profunda.
Uns meses depois, tomei um baita susto vindo dela. Tava indo pra casa, peguei um ônibus que me levou de Córdoba até minha casa. Tinha acabado de sair da escola, então dormi no caminho, mas a mensagem dela me acordou.
- Olá, jovem anônimo, espero que me perdoe por ter sido tão grossa da última vez, mas você precisa entender que não te conheço e não sei suas intenções. Se me dissesse quem é, talvez a gente pudesse marcar um encontro e se conhecer melhor, formar uma amizade.
Meu coração encheu de alegria e, sem pensar, marquei um encontro com ela, mas antes perguntei o que ela faria quando eu dissesse quem era – meu medo era que ela me dedurasse pros meus pais pelo que eu tinha dito. Enquanto a data do encontro chegava, começamos a trocar mensagens com perguntas sobre o que gostaríamos de saber um do outro, sem tabus nem medos. Numa dessas mensagens, perguntei se ela me deduraria pros meus pais; ela respondeu que não, porque eu não tinha feito nada de errado. Depois, perguntei algo que demorou horas pra responder:
- Minha senhora, quando conhecer esse jovem apaixonado por você, o que gostaria de dizer ou saber? Por que não fazer também? Por você, eu estaria disposto a viver uma aventura com você.
Ela:
- Ah, jovem, eu já sou uma mulher madura, e você é um menino que não sabe o que quer. Mas só o tempo vai decidir como essa amizade ousada vai terminar.
No dia do encontro, cheguei muito nervoso. Marquei com ela num parque pequeno, bem longe da minha casa, que ficava quase sempre no escuro. Cheguei primeiro, e depois ela chegou no carro dela. Estacionou e desceu com uma minissaia preta e uma blusa cinza que marcava bem os peitos dela. Ela estava tão linda e parecia tão jovem. Foi até o banco que eu tinha mencionado antes. Passou perto de mim, e naquele momento fiquei com tanto medo que pensei em fugir dali. Mas, ao ver que ela teve a coragem de vir, desisti e fui até ela.
Eu – Oi.
Ela – Oi.
Ela – Olha, eu te conheço. Você era um dos chambelães da minha vizinha.
Eu – Isso mesmo, senhora. E desde aquele dia, eu a admiro e desejo em segredo, até hoje que estou falando na sua frente.
Ela – Ah, menino, que atrevido você é. Mas tudo bem, já estou aqui. O que você gostaria de fazer ou conversar?
Eu – Tudo o que a senhora quiser e desejar fazer.
A conversa durou muito tempo, até quase dez e meia da noite. Ela se ofereceu para me levar em casa, mas antes precisava passar na casa dos pais dela para ver se estava tudo bem, porque eles tinham viajado e voltariam dois dias depois, depois de um retiro espiritual.
Foi assim. Acompanhei ela até a casa dos pais. Dessa vez, esperei no carro, e ela entrou, deu uma olhada, acendeu as luzes da casa e saiu. Ela me levou até minha casa e se despediu de mim, mas antes perguntou se eu queria algo dela naquela noite. Eu, com medo, mas com vontade de levar algo dela, devolvi a pergunta.
Ela respondeu que sim, se eu tivesse coragem de roubar um beijo dela. Minha resposta foi o próprio beijo. Naquela hora, provei a glória dos lábios dela e da língua dela. Ela se excitou, porque os peitos dela endureceram e os biquinhos apareceram. Duras na blusa justa dela. Tudo ficou naquele beijo naquela noite.
De manhã ela me escreveu e disse que não conseguia parar de pensar em mim, que precisava me ver de novo. Eu aceitei e falei pra gente se encontrar no parque de novo, e foi assim que nos encontramos de novo naquele parque, mas dessa vez estava cheio de gente, então só ficamos conversando no carro dela. Naquele dia ela estava usando um vestido branco com preto que deixava ver as pernas tão lindas dela. A conversa durou pouco, foi quando ela se aproximou e me disse que se me beijasse de novo, não pararia até descobrir por que não conseguia parar de pensar em mim. E foi assim: ela me beijou, e os beijos dela já não eram mais de amor, e sim de desejo e paixão. Na hora pensei em tirar a roupa, mas por causa da quantidade de pessoas, decidimos que não.
Dessa vez cheguei em casa cedo, às nove pra ser exato, mas minha noite ainda não tinha acabado, porque na mesma hora ela me ligou e perguntou se eu podia sair de novo. Eu respondi que sim, e nos encontramos a duas quadras da minha casa. Ela me pediu, por favor, pra acompanhá-la até a casa dos pais dela, porque já era noite e ela tinha esquecido de ir verificar a casa. Eu aceitei e fomos. Quando chegamos, eu fiquei no carro, mas me atrevi a entrar na casa dos pais dela. Ao entrar, tinha um sofá bem grande e espaçoso. Ela terminou de verificar a casa e me viu sentado no sofá esperando por ela. Foi então que percebemos que estávamos sozinhos numa casa e num sofá, e sem pensar, nos beijamos. Ela queria se sentir mulher, eu, com medo, só a beijei e, num piscar de olhos, toquei as pernas dela. Ao ver que não havia nenhuma negação, fui subindo minha mão até chegar na buceta dela. Lá estava aquela parte feminina tão molhada e depilada, o cheiro era forte, mas o gosto muito doce. Ela se levantou na hora e me pediu pra nunca mais acontecer de novo, que seria só uma vez na minha vida. Ela me pediu pra tirar toda a roupa, e eu fiz isso. Tirei tudo, mas deixei só a cueca, que obviamente deixava meu pau duro bem visível. Ela tirou o vestido e ficou só de calcinha. A roupa íntima dela tava ali, ela deitada de bruços de biquíni e sem sutiã. Na hora, fui pra cima dela e comecei a beijar o pescoço dela até chegar nos peitos. Ela só gemia de prazer, então acelerei as coisas e fui pra parte dela, que já tava toda molhada com os sucos dela. Eu saboreei como nunca tinha saboreado na vida. Ela, de tanto prazer, se mexia pra cima e pra baixo, e eu, já excitado, decidi penetrar ela. Tirei a cueca e fui pra cima dela, e como uma mulher gostosa, ela pegou meu pau com a mão, lubrificou com os próprios sucos e encaixou pra eu entrar sem preocupação. E foi assim que finalmente tive a mulher que mais queria nas minhas mãos e tava fazendo ela minha. Quando entrei, ela apertava meu pau com a buceta dela e lubrificava cada vez mais. Quando entrei até a metade, ela reclamou de uma dorzinha, mas sem hesitar, me segurou pelos quadris e me puxou pra dentro dela. Naquele momento, por causa da lubrificação que ela tinha feito, entrei por completo. Penetrei ela toda, a ponto de perceber que o biquíni atrapalhava, então desamarrei de um lado e joguei no chão. Ali estava ela, completamente nua, à minha mercê. Eu cada vez mais metia mais forte, e ela gritava e gemia de prazer. Sem hesitar, ela pediu pra eu gozar junto com ela. Cada vez mais se ouvia o som dos sucos dela, e num instante ela gozava cada vez mais. Quando chegou minha vez de gozar, avisei ela, e ela parou de se mexer. Gozei dentro dela, e ela tava sentindo tudo. Enquanto isso, com a mão dela, ela se masturbava. De repente, uma substância tipo gel saiu da buceta dela e, sem nos desgrudarmos, viramos um pouco e ela ficou por cima de mim. Ela pegou a própria buceta, abriu com os dedos e me perguntou se eu queria que ela me banhasse com os sucos dela. Eu aceitei, e de repente senti algo quente na minha pele. Ela tava gozando jorrando na minha barriga, me encheu de sucos cada vez mais quentes. Quando terminou, ela se desgrudou do meu pau, abriu as pernas, separou os lábios da buceta dela e me pediu pra lamber. chupar a buceta dela sem hesitar eu fiz e na hora ela gozou de novo na minha boca uau que gostoso eu tava provando a glória diretamente da buceta dela meu segundo fôlego chegou e nas últimas gotas da gozada dela eu penetrei ela pela segunda vez enche minha boca com os sucos dela ela me pegou pela nuca e me beijou antes disso ela disse que queria provar os próprios sucos da boca dela e assim foi com a língua dela ela tirava aquele mel que eu lambi da buceta dela e ela bebeu tudo e quando eu não aguentava mais ela gozou de novo naquele momento ela virou e ficou de quatro e pegou meu pau ereto e encaixou na parte anal dela eu me apoiei na parede pra me firmar mas parecia que doía quando eu entrava então ela se levantou me sentou e depois sentou em mim de costas e encaixando pela segunda vez meu pau na parte anal dela ela enfiou os dedos na buceta dela e tirou eles bem molhados pra lubrificar o cu dela e meu pau com os sucos dela e pela última vez encaixou de novo meu pau no cu dela e de um sentão só me fez entrar nela e mais uma vez avisei que ia gozar de novo então ela se levantou e começou a fazer um espanhol com os peitos dela e quando sentiu que eu já ia soltar toda a porra ela pegou meu pau e enfiou na boca dela me fazendo gozar eu tinha terminado na boca dela e minha porra escorria dos lábios dela descendo pelos peitos e chegando até a buceta dela ela brincou com minha porra por uns minutos pra depois cuspir na buceta dela e como ato final ela se masturbou até gozar de novo e por último me banhar quase todo com os sucos dela.
Essa foi a primeira vez de muitas que eu vivi e vou continuar vivendo com ela se vocês gostaram do meu relato comentem por favor é meu primeiro post e eu gostaria de saber os comentários de vocês.Comentar não custa nada.
Já tô com ela há quase 4 anos, e cada dia que passo ao lado dela é mais lindo que o outro. Mas deixo claro que é só um relacionamento escondido dos outros, porque a diferença de idade é mútua, tanto no físico quanto na mente. Ela sabe o que quer de um homem e, principalmente, já teve as experiências amargas da vida. É divorciada, o marido dela é um idiota porque largou ela por outra mulher que não vale nada. Enfim, não vou entrar em detalhes. Eu costumava ser chambelão em festas de 15 anos. Sei que é bobo, mas a verdade é que adorava sair pra dançar, e principalmente porque cada quinzeanera que eu acompanhava acabava virando minha namorada. Curioso, né? Um dia me chamaram pra perguntar se eu queria participar de uma festa de 15 anos. Aceitei feliz da vida e, sem medo nenhum, fui pro lugar combinado pra encontrar os outros caras e a garota. O lugar era tipo um galpão com um quintalzão e uns jardins lindos. E num deles, lá estava a Tere. Ela tava tão gostosa com um vestido preto que marcava a silhueta de mulherão, com uma cintura quente e deliciosa, uns quadris que só de olhar já me deixavam mais e mais excitado, e, principalmente, uns peitões enormes e muito lindos. Mas o que mais me deixa louco são aqueles olhos puxadinhos e castanhos claros, junto com uns lábios suculentos.
Foi assim que os ensaios rolaram. E cada dia eu chegava meia hora antes só pra poder vê-la e bater um papo com ela um pouco, deixando clara a distância que eu tinha em mente por ela ser uma senhora e eu só um moleque de 18 anos. Enfim, cada dia a senhora usava um vestido diferente. Num dia muito quente, ela me chamou pra tomar um copo com Água de manga na casa dela, ela tava sozinha porque os filhos tinham ido pra escola e o filho mais velho tava em Veracruz por causa dos estudos, então aceitei o convite sem pensar duas vezes, já que não teria problema de ninguém me olhar torto por um moleque e uma senhora estarem juntos. Enfim, lembro daquele sábado como se fosse ontem, ela tava com uma saia branca bem justa que marcava até as alças da calcinha, terminando numa argolinha que ligava as fitas do quadril com o fio dental que ela tava usando, e uma blusa que, safadamente, entre os botões, deixava ver a forma dos peitos lindos dela. Eu me sentia paralisado e ao mesmo tempo excitado pela inspeção que fiz do corpo todo dela. Ela começou a quebrar o gelo me perguntando de onde eu era e quem eram meus pais, eu respondi cada pergunta meio desiludido porque tinha certeza que uma senhora como ela nunca daria bola pra um garoto de 18 anos. O tempo passou e a conversa foi enchendo de mais e mais perguntas, ela sentou na cadeira da mesa de jantar, que era de vidro com pés de ferro, e por baixo dela tinha um par de pernas tão gostosas que despertavam as piores safadezas em mim.
Quis ter coragem de pedir o número de celular dela, mas com medo de ela descobrir por que eu queria o número, não me atrevi. Então só aceitei o copo d'água e a gente terminou a conversa porque a aniversariante de 15 anos já tinha chegado.
Aí chegou o dia dos 15 anos e, tristemente, aceitei que nunca mais veria a dona Teresa tão de perto como naquele dia na casa dela.
Um dia, já uns meses depois da festa, resolvi checar meu e-mail num cyber que faz recarga de crédito. Nunca pensei que naquele dia eu conseguiria o número daquela senhora. Fui pagar o aluguel da máquina onde tava, e lá estava ela, tão gostosa com a roupa branca fina, 1,68 de altura, com aquele cabelo ruivo lindo. Ela tinha entrado no local só pra fazer uma recarga. tinha escrito o número dela na caderneta de recarga e eu estava atrás dela, então num ato de coragem peguei meu celular e salvei o número. Levei vários dias pra criar coragem e mandar uma mensagem de texto.
Um dia fiquei doente e na solidão do meu quarto pensei nela e, sem hesitar, peguei meu celular e mandei a primeira de várias mensagens que escrevi. A mensagem dizia:
- Bom dia, senhora linda, sou um jovem admirador seu, que te ama na eterna penúria do anonimato. Espero que não se importe de receber minha mensagem, mas não aguentei mais. A senhora é a mulher mais gostosa do mundo inteiro e, principalmente, do meu mundo. Abraços, J.
Imediatamente ela respondeu muito puta, me dizendo pra deixar ela em paz, que não conhecia meu número e que tinha namorado. Isso partiu meu coração, me deixando numa depressão profunda.
Uns meses depois, tomei um baita susto vindo dela. Tava indo pra casa, peguei um ônibus que me levou de Córdoba até minha casa. Tinha acabado de sair da escola, então dormi no caminho, mas a mensagem dela me acordou.
- Olá, jovem anônimo, espero que me perdoe por ter sido tão grossa da última vez, mas você precisa entender que não te conheço e não sei suas intenções. Se me dissesse quem é, talvez a gente pudesse marcar um encontro e se conhecer melhor, formar uma amizade.
Meu coração encheu de alegria e, sem pensar, marquei um encontro com ela, mas antes perguntei o que ela faria quando eu dissesse quem era – meu medo era que ela me dedurasse pros meus pais pelo que eu tinha dito. Enquanto a data do encontro chegava, começamos a trocar mensagens com perguntas sobre o que gostaríamos de saber um do outro, sem tabus nem medos. Numa dessas mensagens, perguntei se ela me deduraria pros meus pais; ela respondeu que não, porque eu não tinha feito nada de errado. Depois, perguntei algo que demorou horas pra responder:
- Minha senhora, quando conhecer esse jovem apaixonado por você, o que gostaria de dizer ou saber? Por que não fazer também? Por você, eu estaria disposto a viver uma aventura com você.
Ela:
- Ah, jovem, eu já sou uma mulher madura, e você é um menino que não sabe o que quer. Mas só o tempo vai decidir como essa amizade ousada vai terminar.
No dia do encontro, cheguei muito nervoso. Marquei com ela num parque pequeno, bem longe da minha casa, que ficava quase sempre no escuro. Cheguei primeiro, e depois ela chegou no carro dela. Estacionou e desceu com uma minissaia preta e uma blusa cinza que marcava bem os peitos dela. Ela estava tão linda e parecia tão jovem. Foi até o banco que eu tinha mencionado antes. Passou perto de mim, e naquele momento fiquei com tanto medo que pensei em fugir dali. Mas, ao ver que ela teve a coragem de vir, desisti e fui até ela.
Eu – Oi.
Ela – Oi.
Ela – Olha, eu te conheço. Você era um dos chambelães da minha vizinha.
Eu – Isso mesmo, senhora. E desde aquele dia, eu a admiro e desejo em segredo, até hoje que estou falando na sua frente.
Ela – Ah, menino, que atrevido você é. Mas tudo bem, já estou aqui. O que você gostaria de fazer ou conversar?
Eu – Tudo o que a senhora quiser e desejar fazer.
A conversa durou muito tempo, até quase dez e meia da noite. Ela se ofereceu para me levar em casa, mas antes precisava passar na casa dos pais dela para ver se estava tudo bem, porque eles tinham viajado e voltariam dois dias depois, depois de um retiro espiritual.
Foi assim. Acompanhei ela até a casa dos pais. Dessa vez, esperei no carro, e ela entrou, deu uma olhada, acendeu as luzes da casa e saiu. Ela me levou até minha casa e se despediu de mim, mas antes perguntou se eu queria algo dela naquela noite. Eu, com medo, mas com vontade de levar algo dela, devolvi a pergunta.
Ela respondeu que sim, se eu tivesse coragem de roubar um beijo dela. Minha resposta foi o próprio beijo. Naquela hora, provei a glória dos lábios dela e da língua dela. Ela se excitou, porque os peitos dela endureceram e os biquinhos apareceram. Duras na blusa justa dela. Tudo ficou naquele beijo naquela noite.
De manhã ela me escreveu e disse que não conseguia parar de pensar em mim, que precisava me ver de novo. Eu aceitei e falei pra gente se encontrar no parque de novo, e foi assim que nos encontramos de novo naquele parque, mas dessa vez estava cheio de gente, então só ficamos conversando no carro dela. Naquele dia ela estava usando um vestido branco com preto que deixava ver as pernas tão lindas dela. A conversa durou pouco, foi quando ela se aproximou e me disse que se me beijasse de novo, não pararia até descobrir por que não conseguia parar de pensar em mim. E foi assim: ela me beijou, e os beijos dela já não eram mais de amor, e sim de desejo e paixão. Na hora pensei em tirar a roupa, mas por causa da quantidade de pessoas, decidimos que não.
Dessa vez cheguei em casa cedo, às nove pra ser exato, mas minha noite ainda não tinha acabado, porque na mesma hora ela me ligou e perguntou se eu podia sair de novo. Eu respondi que sim, e nos encontramos a duas quadras da minha casa. Ela me pediu, por favor, pra acompanhá-la até a casa dos pais dela, porque já era noite e ela tinha esquecido de ir verificar a casa. Eu aceitei e fomos. Quando chegamos, eu fiquei no carro, mas me atrevi a entrar na casa dos pais dela. Ao entrar, tinha um sofá bem grande e espaçoso. Ela terminou de verificar a casa e me viu sentado no sofá esperando por ela. Foi então que percebemos que estávamos sozinhos numa casa e num sofá, e sem pensar, nos beijamos. Ela queria se sentir mulher, eu, com medo, só a beijei e, num piscar de olhos, toquei as pernas dela. Ao ver que não havia nenhuma negação, fui subindo minha mão até chegar na buceta dela. Lá estava aquela parte feminina tão molhada e depilada, o cheiro era forte, mas o gosto muito doce. Ela se levantou na hora e me pediu pra nunca mais acontecer de novo, que seria só uma vez na minha vida. Ela me pediu pra tirar toda a roupa, e eu fiz isso. Tirei tudo, mas deixei só a cueca, que obviamente deixava meu pau duro bem visível. Ela tirou o vestido e ficou só de calcinha. A roupa íntima dela tava ali, ela deitada de bruços de biquíni e sem sutiã. Na hora, fui pra cima dela e comecei a beijar o pescoço dela até chegar nos peitos. Ela só gemia de prazer, então acelerei as coisas e fui pra parte dela, que já tava toda molhada com os sucos dela. Eu saboreei como nunca tinha saboreado na vida. Ela, de tanto prazer, se mexia pra cima e pra baixo, e eu, já excitado, decidi penetrar ela. Tirei a cueca e fui pra cima dela, e como uma mulher gostosa, ela pegou meu pau com a mão, lubrificou com os próprios sucos e encaixou pra eu entrar sem preocupação. E foi assim que finalmente tive a mulher que mais queria nas minhas mãos e tava fazendo ela minha. Quando entrei, ela apertava meu pau com a buceta dela e lubrificava cada vez mais. Quando entrei até a metade, ela reclamou de uma dorzinha, mas sem hesitar, me segurou pelos quadris e me puxou pra dentro dela. Naquele momento, por causa da lubrificação que ela tinha feito, entrei por completo. Penetrei ela toda, a ponto de perceber que o biquíni atrapalhava, então desamarrei de um lado e joguei no chão. Ali estava ela, completamente nua, à minha mercê. Eu cada vez mais metia mais forte, e ela gritava e gemia de prazer. Sem hesitar, ela pediu pra eu gozar junto com ela. Cada vez mais se ouvia o som dos sucos dela, e num instante ela gozava cada vez mais. Quando chegou minha vez de gozar, avisei ela, e ela parou de se mexer. Gozei dentro dela, e ela tava sentindo tudo. Enquanto isso, com a mão dela, ela se masturbava. De repente, uma substância tipo gel saiu da buceta dela e, sem nos desgrudarmos, viramos um pouco e ela ficou por cima de mim. Ela pegou a própria buceta, abriu com os dedos e me perguntou se eu queria que ela me banhasse com os sucos dela. Eu aceitei, e de repente senti algo quente na minha pele. Ela tava gozando jorrando na minha barriga, me encheu de sucos cada vez mais quentes. Quando terminou, ela se desgrudou do meu pau, abriu as pernas, separou os lábios da buceta dela e me pediu pra lamber. chupar a buceta dela sem hesitar eu fiz e na hora ela gozou de novo na minha boca uau que gostoso eu tava provando a glória diretamente da buceta dela meu segundo fôlego chegou e nas últimas gotas da gozada dela eu penetrei ela pela segunda vez enche minha boca com os sucos dela ela me pegou pela nuca e me beijou antes disso ela disse que queria provar os próprios sucos da boca dela e assim foi com a língua dela ela tirava aquele mel que eu lambi da buceta dela e ela bebeu tudo e quando eu não aguentava mais ela gozou de novo naquele momento ela virou e ficou de quatro e pegou meu pau ereto e encaixou na parte anal dela eu me apoiei na parede pra me firmar mas parecia que doía quando eu entrava então ela se levantou me sentou e depois sentou em mim de costas e encaixando pela segunda vez meu pau na parte anal dela ela enfiou os dedos na buceta dela e tirou eles bem molhados pra lubrificar o cu dela e meu pau com os sucos dela e pela última vez encaixou de novo meu pau no cu dela e de um sentão só me fez entrar nela e mais uma vez avisei que ia gozar de novo então ela se levantou e começou a fazer um espanhol com os peitos dela e quando sentiu que eu já ia soltar toda a porra ela pegou meu pau e enfiou na boca dela me fazendo gozar eu tinha terminado na boca dela e minha porra escorria dos lábios dela descendo pelos peitos e chegando até a buceta dela ela brincou com minha porra por uns minutos pra depois cuspir na buceta dela e como ato final ela se masturbou até gozar de novo e por último me banhar quase todo com os sucos dela.
Essa foi a primeira vez de muitas que eu vivi e vou continuar vivendo com ela se vocês gostaram do meu relato comentem por favor é meu primeiro post e eu gostaria de saber os comentários de vocês.Comentar não custa nada.
4 comentários - Minha primeira coroa gostosa
Te dejo tus primeros puntos y espero más de tu historia. Gracias
Te sigo para que me sigas...
muy buen relato y muy caliente!!! espero poder leer más muy pronto. En mi primer post también hay un relato de un joven de 18 con una mujer mayor, espero que pases y le heches una ojeada.
gracias por compartir!!!
BESOSSSSSSSSSSSSS