A Bailarina Gostosa!

Tava realmente cansado, muito queimado de sol e bem preocupado porque o operador da máquina tinha estourado um cano de água potável e, como responsável pela construtora, esperava as consequências desse acidente por parte da prefeitura.

A música estridente martelava meus ouvidos enquanto eu saboreava minha cerveja gelada (a única coisa que me fazia ficar naquele lugar); — vou terminar essa e vazar sem me despedir — pensei.

Assim que terminei de beber, a garota que fazia o show se aproximou de mim, fazendo movimentos cadenciados bem sugestivos e safados no ritmo da música, que naquele momento percebi que era bem sensual.

Quando se aproximou, vi que seus olhos cravaram nos meus num convite suave pra ficar, talvez minha fuga fosse bem óbvia.

Não consegui recusar e só então parei pra observá-la:

Ela tava usando uma saia curta, que a cada giro que dava, deixava ver parte da bunda bem formada e grande, separada por uma fio dental escura; altura média; peitos normais; cintura bem fina e um par de pernas lindas, com umas coxas grossas, enfiadas numa meia-calça escura. Calculei que tinha entre 35 e 39 anos, o rosto dela era de anjo.

Quando olhei de novo pros olhos cor de mel dela, ela também me olhou e sorriu, fazendo um gesto de aprovação.

— Pensei que você já ia embora — falou meu colega de trabalho, enquanto dava um gole bem longo na cerveja dele — Você parece entediado. Só vou pedir mais uma “breja” e vou chamar a garota do show, ela não vai resistir — comentou bem alto.

Ele se achava irresistivelmente atraente pras minas; eu não falei nada, só pedi mais duas cervejas.

Quando a garota se aproximou de novo dançando, ela me olhou nos olhos de novo e, apoiando os cotovelos na mesa, pegou a outra cerveja que pedi e bebeu sem tirar os olhos de mim — valeu — ela disse; depois se afastou com seus movimentos cadenciados.

Quando a música terminou, ela se aproximou de novo e sussurrou no meu ouvido — vem me buscar Às 9 — depois ela foi pros vestiários, trocar de roupa, segundo o locutor.

Terminei minha cerveja e só então meu parceiro falou — Sortudo! —.
Paguei a conta e fui pra casa que a gente alugava com todos meus trabalhadores.

O tempo passava devagar pra caralho e eu não conseguia tirar aqueles olhos lindos da minha cabeça.

— É uma bobagem — pensei, — nunca uma mulher como ela ia reparar em alguém como eu — mas a curiosidade foi maior que meu pessimismo e às nove em ponto já tava na frente do bar fumando um cigarro.

Não passou um minuto quando ela apareceu e, depois de me olhar, fez um gesto me dando a entender que esperasse um pouco.

Meu coração começou a bater acelerado e senti que minhas pernas não obedeciam, e o cigarro caiu da minha mão. Ainda não tinha me recuperado quando ela atravessou a porta do bar e, depois de me dar um beijo na bochecha, falou alto — que bom que você já veio me buscar, amor, tava quase pedindo um táxi pra me levar na rodoviária —. Subimos na minha caminhonete e, ao chegar na esquina, meu instinto me fez virar, notei várias sombras paradas na porta do bar, tavam seguindo ela e desconfiei que com más intenções.

— Oi — falei com um sorriso. — É sério que você vai embora? — Sim — respondeu ela — meu ônibus sai às dez da noite, só quero pegar umas coisas no meu hotel e, se você quiser, depois pode me levar na rodoviária? — Claro que sim — respondi. — Qual é seu nome? — Lety, e o seu? — disse ela. — Eu sou o Héctor —. E continuamos numa conversa agradável.

Ela me contou como os homens assediavam ela e, por causa do trabalho de dançarina, a maioria achava que com um dinheiro dava pra levar ela pra cama; eu não comentei nada, só escutava; então ela falou — mas eu sei que você é diferente, vi nos seus olhos e preciso te dizer que me atrai como nenhum homem me atraiu, com sua personalidade e a calma que seu rosto transmite, além da A bondade que vi nos seus olhos.

Chegamos na porta do hotel dela e ela desceu da caminhonete – Você me acompanha?
– Melhor eu esperar aqui – respondi. Ela deu a volta e entrou. Quinze minutos depois, saiu com uma mala e algumas coisas na mão, coloquei tudo no banco de trás e abri a porta pra ela se acomodar do meu lado; a pele dela era lisinha, bem fresquinha e com um cheiro delicioso, ela tinha acabado de tomar banho.

Partimos pra rodoviária e, ao chegar, estacionei numa rua lateral, com pouca luz e, pelo horário, bem deserta, faltavam 15 minutos pro ônibus dela sair.

– Pensei que você não viria me buscar, se soubesse, não teria comprado a passagem, pra ficar mais tempo com você, mas se quiser, vou te deixar uma lembrança que vai fazer você não me esquecer. Quer?
– Claro que sim – respondi. Daí, pra minha total surpresa, ela levantou o corpo e baixou a calça de lycra, ficando só numa calcinha fio-dental preta minúscula, também baixou ela e me estendeu com as mãozinhas de dedos finos e unhas perfeitas. – Vai me lembrar, né? – Eu concordei com a cabeça e, sem conseguir falar nada, peguei a peça e guardei no bolso esquerdo da minha camisa. – E você, o que vai me dar? – Ela disse.

Peguei ela no colo e beijei colocando minha alma naquele beijo, nossas línguas se procuraram freneticamente, comecei a acariciar o corpo todo dela, depois meus beijos foram pro pescoço dela, os peitos, o umbigo, até minha boca chegar na mata peluda dela, que, diferente de todas que eu já tinha curtido, era macia e lisinha. Ela gemeu e se arqueou de um jeito que esfregou a buceta na minha cara, assim, minha língua não teve dificuldade pra lamber devagar o clitóris dela, enquanto ela dava um pulo acompanhado de um suspiro fundo. O cheiro todo dela tomava meus sentidos, nem percebi que ela puxava meu cabelo com força.

Depois de vários suspiros e gemidos, ela disse – Lembra que a gente tá num lugar público, além disso não tenho mais tempo, se eu não for... Agora, o próximo ônibus só sai amanhã à noite e já falei com minha filha pelo telefone, dizendo que chegaria cedo.

—Tá bem. Você tem razão; não vou conseguir te esquecer.— Meu couro cabeludo doía e eu me massageava enquanto ela vestia a calça de novo, sem aquela calcinha que eu tanto amava. —Semana que vem vou me apresentar na festa da cidade vizinha, se quiser pode me encontrar lá.—

Só falei —Se cuida muito e manda um abraço pra sua filha, que deve ser tão linda quanto a mãe.— Enquanto descia a mala dela e tentava controlar minha respiração com dificuldade.

Acompanhei ela até subir no ônibus e, depois de um beijo demorado, ela embarcou. Então fui embora todo desolado, sem saber se a veria de novo. Em uma semana, eu estaria do outro lado do estado trabalhando e nem pensar em arrumar um tempo pra vê-la.

Em 4 dias terminamos o serviço lá e nos mudamos pra outra obra, 6 horas de viagem com todos os trabalhadores, maquinário, materiais sobrando e ferramentas, mas eu só pensava na Lety. A calcinha fio dental que ela me deu ainda guardava o cheiro dela e continuava guardada no bolso esquerdo da minha camisa.

Que sorte!!!! Justo no dia da festa onde a Lety ia se apresentar, o Prefeito me ligou no celular pra discutir a resolução dos problemas que a nossa perfuradora tinha causado na obra anterior; então passei todos os assuntos da empresa pros supervisores de equipe e fui rapidão pra cidade que tinha acabado de deixar, de lá não seria difícil vê-la de novo.

Depois de uma negociação bem tensa com a autoridade, fiquei totalmente livre do trabalho e, subindo na minha caminhonete, me mandei pra cidade vizinha.

Já começava a anoitecer quando cheguei. Parece que a cidade inteira se juntou na festa, as ruas estavam lotadas e eu realmente não sabia por onde começar a procurar ela.

Decidi tomar uma cerveja antes de começar minha busca. A música tava bem alta e quando virei o rosto, ela tava ali do meu lado.

—Te esperei a tarde inteira, que bom que você veio — Como tinha dançado, tava suando e ofereci minha cerveja, ela virou de uma vez e depois me deu um beijo na frente de todo mundo que não conseguia parar de olhar pra ela, também agora tava usando roupa bem curta e decotada.

Não pude deixar de notar todos os olhares de inveja que a maioria dos presentes me deu.

—Acabei de terminar minha apresentação, vamos embora — Ela disse segurando meu braço com as duas mãos e encostando a cabeça no meu ombro.

Paguei a cerveja e peguei ela na cintura, nós dois fomos pra caminhonete.

Entramos no hotel dela e ela mandou eu esperar 15 minutos e depois entrar no quarto dela, me deu o número, porque não queria que nos vissem entrando juntos.

Quando entrei, ela tava recém-banhada na cama, com um roupão transparente sobre o corpo escultural e pediu pra eu chegar perto.

Cheguei perto e ela me puxou pra cair junto com ela. Começou a me beijar e acariciar, desabotoou devagar minha camisa, sem parar de me beijar; eu só me deixei querer; as mãos macias dela esfregavam meu pau por cima da calça e cada vez ficava mais duro, depois, mordendo minha orelha e sussurrando frases carinhosas, desabotoou e abaixou minha calça me dando beijos suaves e roçadas com a língua em cada pedaço de pele que descobria —Vou te comer como nunca te comeram — murmurou, engoliu com a boca todo meu pau, o prazer que eu sentia me deixava louco, cada vez que tirava e chupava de novo, dando batidinhas com a língua quente, molhada e inquieta, depois percorria com a ponta cada centímetro; eu tentei abraçar ela pra retribuir cada carícia, mas ela me segurou, sem me deixar fazer nada —agora você é meu — disse e continuou mordendo, beijando e babando meu pau que tava prestes a explodir; Ela percebeu e parou —Quero que você me faça gozar até eu desmaiar — disse com a voz trêmula. enxugando os cantinhos dos lábios dela, que estavam excitantemente molhados e brilhantes com meu fluido e a saliva dela.

Ela se deitou do meu lado e comecei a beijá-la desde a testa, o rosto divino dela, os lábios carnudos, o pescoço esbelto, as orelhas, e em cada beijo que eu dava, um suspiro escapava da boca dela; acariciei bem devagar os dois peitos dela, os mamilos escuros estavam durinhos, ao beijá-los senti um gostinho delicioso de cereja, mordi eles de leve e ela respondeu com um gritinho que mostrava o quanto ela tava excitada, minha mão esquerda desceu suave pela barriga lisa e durinha dela, ela gemeu – Me toca, por favor – Não toquei na buceta dela, queria que ela realmente desmaiasse de prazer, desci com meus beijos pelo corpo todo dela, mas rodeando os pelinhos crespos e macios, não tava com pressa nenhuma, beijei as coxas grossas dela, depois os joelhos, virei ela e beijei as costas, a bunda linda dela, as pernas por trás e quando cheguei nos pés, senti um tremor no corpo inteiro dela e ela soltou um grito abafado; quando vi o rosto dela, os dentes apareciam mordendo o lábio de baixo junto com o dedo indicador; não parei; com minha mão toquei a buceta molhada dela e senti o fluido escorrendo pela bunda até molhar os lençóis; ela me disse, – Por favor, já mete em mim, papai – Me ajeitei entre as pernas dela, e enfiei a rola devagar e suave – Forte, faz forte em mim – ela gritou; não liguei, comecei um movimento de vai e vem enfiando tudo até o fundo e depois tirando bem devagar, ela mexia a bunda rápido e forte, me arranhava as costas e mordia meus ombros a cada estocada, abria a boca em cada grito abafado. Quando senti que ela começou a tremer, dei uma estocada pra dentro, o mais fundo e forte possível, ela gritou, cravou as unhas nas minhas costas e quando o corpo dela ficou tenso, a buceta dela começou a massagear meu pau com movimentos rítmicos, deliciosos; ao sentir isso, não consegui me segurar mais e inundei a buceta dela no orgasmo e na gozada mais forte. abundante e gostosa que eu lembro, depois ficou parada, bem parada, com os olhos fechados; eu tentava recuperar meu ritmo respiratório e com a pouca força que me restava, rolei pra deitar ao lado dela.

Depois de um tempo, virei pra olhar ela, ela continuava de olhos fechados, talvez sentiu meu olhar e se aninhou no meu braço, dormindo completamente. Eu fiz o mesmo.

Quando abri os olhos, estávamos na mesma posição, meu braço estava dormente, ela ainda dormia, ainda era noite e eu não queria acordá-la, o rosto dela estava tranquilo e dormindo parecia uma menina. Voltei a dormir, não sei por quanto tempo, até que seus lábios macios beijando, chupando e lambendo meu pau me fizeram abrir os olhos, o cheiro de sexo tomava o quarto, ao sentir que eu acordei, ela sorriu pra mim e continuou o trabalho com afinco.

Logo meu pau ficou duro de novo e, do jeito que eu estava deitado, ela subiu em cima de mim montando, enquanto com a mãozinha guiava meu membro pra sua buraquinha quente e molhada, primeiro desceu devagar e eu senti meu pau abrindo cada dobra da buceta dela que já escorria fluidos lubrificantes de nós dois, trocamos os beijos mais profundos e as carícias mais ardentes, enquanto ela subia e descia o quadril cada vez mais rápido, cravando a cada movimento meu pau no fundo da boceta dela; por fim, arqueou o corpo pra trás, a barriga dela ficou dura e senti de novo aquele massagem no meu pau que a buceta dela dava em cada orgasmo. Dessa vez, consegui segurar minha própria gozada, mas aproveitei ao máximo o milagre da boceta gostosa dela.

Depois veio a calma de novo –não se mexe– ela falou, –vou te ensinar o que sei fazer, você acordou uma mulher de fogo em mim e agora vai ver o que é se meter com uma mulher como eu– começou a mexer os músculos da buceta dando um massagem suave no meu pau, que na hora respondeu ficando ainda mais duro, começou a mexer o quadril pra cima e pra baixo ao mesmo tempo que me dava o massagem com os músculos da buceta dela; não sei quanto tempo mais aguentei, mas fiz de tudo pra que aquele momento fosse eterno, mesmo assim a gozada veio acompanhada de um grito que não consegui segurar, porque saiu lá do fundo da minha alma, enquanto ela se tremia, jogando o corpo pra trás; depois disso, nós dois praticamente desmaiamos e ficamos assim, ela em cima de mim com meu pau dentro e eu abraçando a parte de baixo das nádegas dela.

O despertar foi delicioso, com uma mulher tão gostosa e safada do meu lado.

Nos despedimos depois de tomar banho, mas antes, marcamos um encontro na próxima festa da cidade vizinha.

Por isso, me tornei muito fã das festas das cidades, praticamente não perco nenhuma, e cada vez a experiência com a Lety, a dançarina, é incrível e única.

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