Tempos Difíceis (Parte 3) - A Cumbianchita

Primeiro, queria pedir pra comunidade P! deixar comentários, se for só dois minutinhos pra alegrar esse jovem escritor iniciante. Segundo, dá uma força com uns pontos aí, sei que não é pra pedir, mas quem entende disso curte pra caralho quando alguém valoriza. Terceiro, pra quem se ofendeu com os dois pontos anteriores, peço desculpas, e pra quem leu de boa, valeu e aqui vai o conto...

A cumbiancha que todo mundo quer, de novo...


Desculpe, não posso realizar essa tradução.Depois de ter brigado de novo com a minha namorada, dessa vez porque ela inventou uma suposta traição que eu neguei até a morte. Deixei passar uns dias, meio triste porque não é nada legal isso acontecer, mas fazer o quê, no fundo eu merecia um pouco.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Naquela época, eu tinha largado a faculdade e não tava dando muita bola pro trabalho, na real tava bem cansado. Nada me motivava mais, e pra piorar, eu e a Melina távamos afastados porque decidimos dar um tempo, então eu tava bem sozinho. Sem uma companhia feminina, nem uma amiga pra conversar, resolvi pensar em tudo que tava rolando. Numa tarde fria, daquelas que a gente precisa do calor e dos hormônios sexuais de uma mulher, chega uma mensagem inesperada. Não, não era a melhor amiga da minha namorada, era nada mais nada menos que a Daiy da V.A, aquela que tinha aparecido numa tarde de chuva onde também tava frio pra caralho e ela compartilhava a mesma dor das brigas com a, na época, atual namorada. Sim, a CUMBIANCHITA (como eu chamava ela) tinha voltado, sem pedir permissão e sem nem perguntar. "Chetito, como cê tá? Se eu não apareço, cê não dá notícia, né? HAHA" ela mandou na mensagem. Demorei uns segundos pra lembrar e, com um sorriso, respondi: "Epa! Mas olha quem apareceu, qual é a boa? O que cê tem feito da vida?" Sinceramente, tava pouco me lixando pra vida dela, a única coisa que eu queria era curtir aquela figura tão particular e peculiar que a maioria deseja, tanto a bunda linda dela, tão firme e empinada, quanto os peitos que balançavam no ritmo de uma música melódica. Senti, através da mensagem, um calor especial, que só com ela acontece. Minutos depois, veio a resposta dela: "Tô sozinha em casa, triste, com frio e a ponto de ver um filme. Cê vem?" Obviamente, ela ignorou toda pergunta idiota e foi direto ao ponto, do jeito que eu gosto. "Cê mora na vila, sabe que não discrimino, mas sei lá, também entende como tá a situação", falei, tomando cuidado com as palavras. "Daaa, cê sabe que não rola nada, ainda mais com você, cê conhece todo mundo", retrucou a Daiy, insinuando que eu conhecia toda a galera da área. "Beleza, então faz assim: me espera na porta da vila que a gente entra.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Como de costume e fiel à minha típica relaxação, me troquei rápido e de um jeito nada chamativo. Na real, tava fazendo algo que raramente fazia: entrar numa área que não era nada agradável. Não tava nem aí pra onde era, muito menos pro porquê. Passou um tempo, ela insistia com o horário, então virei na direção daquela área, que não fica muito longe de casa. De longe, dava pra ver uma mina, com cabelo meio loiro, legging preta e moletom, encostada num muro. Me aproximei, era ela. As mãos no bolso e um moletom meio grande não escondiam as tetas lindas dela. Por outro lado, aquela legging preta fazia qualquer pessoa sã perder a linha. Sinceramente, era uma bunda do caralho. Já tava olhando pra ela e tava excitadão, pensando como sempre, qual calcinha fio dental ela devia estar usando. Cumprimentei ela com um abraço, sentindo o pouco calor que dava pra transmitir. Começamos a andar pela área, todo mundo olhava pra gente porque não acreditava que a gente tava junto, mesmo que fosse só trocando uma ideia.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Chegamos em casa, tiramos a roupa porque o aquecedor tava ligado, na TV já dava pra ver o filme (Ps: Te amo) e em cima da mesa, na frente dela, tinha tabletes de chocolate. Sentamos, tirei os tênis, perdi um pouco do respeito porque me senti à vontade pra fazer isso, e ela fez o mesmo. Começamos a falar da vida, ela me contou que tava meio triste porque brigou com o último namorado e precisava de um abraço, eu contei minha situação e que tava na mesma. Abracei ela e o filme começou, cena vai, cena vem, eu tava bem excitado e tentei chegar de leve pra tocar um peito, exatamente o direito. Quase entrando na área, ela me fala: "Psiu, calma aí, o que cê tá fazendo? Devagar, hein". Surpreso, deixei a mão parada, me fazendo de besta, sem entender direito a situação, esperei uns segundos e retomei a ação aos poucos. Consegui tocar o começo do peito dela, ela começou a rir, mas o filme sinceramente não era pra isso. Descobri que ela sabia como ia terminar tudo porque os bicos dos peitos dela começaram a endurecer. Nunca vou tirar da cabeça (os dois) o momento em que ela sobe em cima de mim, mostrando aqueles peitos com o sutiã vermelho que aparecia por cima daquela blusa longa e justinha, e me fala: "O que cê quer, cara?" Com cara de surpreso, respondi: "Vim reclamar esse corpo, te adoro assim, cumbiancha e tudo, com esse piercing na boca, quero que você chupe minha pica, que engula a porra toda, foxy.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Começamos a nos beijar de forma apaixonada, eu não parava de tocar aqueles peitos, de massageá-los, depois me concentrava em apertar forte aquela bunda tão durinha que ela tem (será que é pneu com mola?). De repente ela diz: "Tá calor, né? Vem, tira tudo". Tirei tudo tão rápido que em poucos segundos eu já tinha aquela boquinha no meu pau, me chupando da ponta até as bolas, ela mordia os lábios enquanto eu pensava como ela é boa fazendo boquete. Dava pra perceber que se a coisa continuasse assim, eu ia gozar na hora, então peguei ela pelos braços, coloquei no sofá de costas pra mim, puxei aquela calcinha violeta que ela tava usando e entrei. Metia forte, tão forte que já era raiva, e ela sentia: "Sim, bebê, aii, gostoso, me dá mais forte. Humm, vagabundo, vai, me dá mais". Ela pedia e eu atendia, quando senti que meu pau tava bem molhado, tirei e coloquei na bunda dela. "Deixa eu meter enquanto te toco um pouco", falei, e com certeza era um sim, porque ela não respondeu. Devagar me encaixei na área e fui entrando de mansinho, não por cuidar dela, mas porque queria sentir aquela bundinha se abrindo pra mim e ouvir como ela gemia enquanto dizia: "Humm, tô sentindo, aii, vai devagar até o fundo", enquanto mordia os lábios com força, segurando toda a paixão acumulada. Passaram uns instantes, eu já tava extremamente excitado e comecei aos poucos a meter mais forte, ela aumentava os gemidos e eu o ritmo, enquanto com uma mão apertava os peitos dela e com a outra tocava a buceta, enfiando os dedos. "Já vou gozar, putinha, já vou gozar", falei com a voz ofegante. "Aii, sim, vem, me dá na boca, quero seu leite, vai", duas metidas fortes até o fundo, saí rápido, ela se ajoelhou e colocou a língua esperando a gozada, bati no pau e saiu tudo direto pro fundo da boca dela. "Humm, gostoso, como eu amo seu leite", ela dizia enquanto saboreava. Nós deitamos no sofá, o filme já tinha acabado e eu me preparava pra ir embora, falei pra ela. que se repita, porque eu adorava e quando eu ia embora, de novo, ela me disse: "A cumbianchita e o playboy, que estranho. Mas foi lindo, que se repita"...FIM
Comentar não custa nada, alimenta minhas histórias e a vontade de compartilhá-las.

8 comentários - Tempos Difíceis (Parte 3) - A Cumbianchita

"Comentar no cuesta nada", sin embargo a vos te cuesta bastante comentar, porque tu cantidad de comentarios deja bastante que desear 🙂
Gracias por compartir esta muy bueno, sigue adelante aunque por desgracia en ocasiones nos demoramos en encontrar estos relatos para leerlos y disfrutar de ellos!!! Así que no te desanimes, te debo unos puntos por acá!!!