Salve, Taringueiros! Só avisando que a fonte do próximo conto é essa aqui. Espero que vocês curtam:http://ingenieriadeseduccion.com/?p=1
Escrevo isso sobre o que aconteceu comigo há 3 dias, porque não encontro outra forma de me expressar, já que minha buceta tá doendo de tanto eu me masturbar.
Uns dias atrás, na faculdade, tivemos umas sessões de apresentações, e por causa disso meus colegas e eu tivemos que ir muito bem arrumados: terno e gravata pros caras, e as minas não tão elegantes, mas bem formais, e nem preciso dizer que estavam muito bem apresentadas também. Depois que um desses dias terminou, eu, um amigo e a namorada dele viemos pra minha casa. Eles estavam brigando, Deus sabe por quê — eles têm um daqueles relacionamentos que num momento tão bem e, 5 minutos depois, por qualquer motivo, criam um problema enorme.
Quando chegamos na minha casa, meu amigo voltou pra faculdade porque tinha esquecido alguma coisa. Até esse ponto da história, não dei muitos detalhes porque definitivamente não me convém que ninguém saiba disso. Então, a namorada do meu amigo (que vou chamar de Susan) e eu estávamos descansando na sala da minha casa. Ela estava meio tensa por causa do dia longo e, com certeza, pela briga com o namorado. De repente, ela saiu dos pensamentos dela e me perguntou, com um tom meio melancólico:
- Tô bonita?
Conheço a Susan há uns 3 anos. Ela é uma menina linda, morena, com uns 1,67m, pesa 54 kg e tem uma daquelas bundas que só inspiram sexo. O rosto dela é bonito e os peitos dela, verdade seja dita, são pequenos, mas mesmo assim combinam bem com a silhueta dela e a cinturinha.
Naquele dia, ela tava usando uma calça preta... não entendo nada dessas coisas, mas é daquelas justas no corpo, sem botão nem cinto, e uma blusa meio curiosa, digo isso porque era vermelha e semitransparente, deixando ver uma camisa branca por baixo. Mas não sei o que tinha debaixo da camisa, porque naquele dia os peitos dela estavam maiores que o normal, coisa que me chamou a atenção desde o começo do dia.
Desde que nos conhecemos, ela me faz essa pergunta tantas vezes que já virou rotina, então respondi:
- Você tá muito gostosa, essa calça caiu super bem em você.
Ela deu um sorriso satisfeito e completou:
- Quando a calça é muito justa, é melhor não usar calcinha.
Ao dizer isso, a verdade é que comecei a ficar excitado, então me ocorreu falar:
- Mas tenho uma pergunta.
- Claro, pode falar – respondeu ela.
- Por favor, não fica brava comigo, mas queria saber por que seus peitos estão maiores hoje.
Ela soltou uma gargalhada e me disse que usava um tipo de sutiã com enchimento de espuma pra fazer os peitos parecerem maiores (a verdade é que ela falou o nome do sutiã, mas não lembro). Então eu falei:
- Bom, o sutiã te caiu muito bem; mas olha, fiquei curioso, nunca tinha visto um desses… Posso tocar?
Sei que foi algo que não devia ter feito; ela era a namorada do meu amigo, mas é que naquele dia ela tava tão gostosa que não me veio outra coisa na cabeça, além disso, ela sempre podia levar como curiosidade de amigo; de qualquer forma, ela hesitou sem saber o que responder, e depois disse:
- … então … acho que tudo bem.
- Beleza, mas vamos pro meu quarto, OK? Não quero que ninguém da minha casa perceba, podem pensar besteira. E começamos a rir.
Assim que entrei no meu quarto, tranquei a porta, fiquei na frente dela, que tava muito nervosa, e devagar toquei a ponta do sutiã dela. Realmente tinha uma camada de espuma, comecei a falar que ficava muito bom nela enquanto apalpava o que era real e o que era espuma, até que acabei tocando os peitos dela.
A verdade é que não consigo descrever aquela sensação. No fim, não eram tão pequenos quanto eu pensava, estavam quentes e, pra minha surpresa, tão macios que só davam vontade de brincar com eles. Já tinha minhas duas mãos nos peitos dela enquanto continuava elogiando como ela tava vestida.
- Você tem uns peitos muito lindos, acho que devem ser o brinquedo favorito do seu namorado.
- Meus peitos? A única coisa que ele gosta é de pegar na minha bunda, mas às vezes me faz sentir desconfortável.
- Não fica brava, Susan, mas; se eu tivesse uma namorada como você, acho que faria o mesmo; você deve ficar muito gostosa de quatro.
- ODEIO ESSA POSIÇÃO!!!
Foi a resposta seca dela. Percebi que ela ficou puta comigo, então decidi encerrar a brincadeira e, sem pensar, simplesmente parei de apertar os peitos dela, minhas mãos desceram pelas costas dela:
- AI AI TÁ DOENDO PRA CARALHO
- O que tá doendo?
- Hummm… nada.
Mas já era tarde demais, eu tava examinando as costas dela e, Céus Sagrados… tinha um par de hematomas enormes.
- O que aconteceu com você?
- Eu caí.
- Isso não parece hematoma de queda.
Ela me olhou, sem se segurar, e simplesmente disse:
- Meu pai me bateu uns dias atrás.
Isso acabou de vez com a excitação que eu tava; fiz ela se ajoelhar na cama e examinei as costas dela. Acho que ela levou uma porrada bem forte, pra falar a verdade, pelo tamanho dos hematomas. Peguei um pouco de óleo natural pra mãos (sou fã de coisas naturais) e delicadamente acariciei as contusões dela. Ela pedia pra eu não contar pro namorado dela, mas eu só pensava: que tipo de pai faz isso?. Falei pra ela não se preocupar, que ia ficar tudo bem, e ela se acalmou.
Passaram uns minutos até que ela cansou da posição; então se ajoelhou de vez… e ficou de quatro (aqui chamam de frango assado). Imagina só, ela nessa posição e eu atrás dela passando óleo. Eu continuava no meu trabalho, mas também admirava aquela bunda bem empinada e firme que tava na minha frente. De repente, a excitação voltou e ela percebeu o que eu tava olhando.
- Desculpa; quer que eu continue com o óleo?
- … Sim… por favor.
Continuei passando óleo nas costas dela, mas só pensava em como queria meter naquela mulher que tava na minha frente, me envergonha dizer que já não ligava que ela fosse a namorada do meu amigo, nem ligava pros hematomas que ela tinha; então, enquanto passava óleo, me aproximei tanto de Susan que ela sentiu meu pau nas nádegas dela. Por um momento ela me olhou, mas não disse nada. Eu continuei com meu serviço e foi quando tive uma iluminação. Do outro lado da cama, em cima da mesa, estava a vaselina natural que eu usava às vezes nos lábios; não pensei duas vezes, peguei a vaselina e falei:
- Vou passar isso em você.
- Tá bom.
Baixei a calça dela num movimento só, antes que ela pudesse reagir, eu já estava com as mãos cheias de óleo lubrificando entre as nádegas dela. Ela me olhou, mas ao mesmo tempo gemeu de prazer. Acho que ficou com vergonha, sei lá, então parou de me olhar enquanto eu continuava com meu trabalho.
Ela não mentiu sobre a calcinha, não tinha mesmo. E ao ver aquela bunda na minha frente, puta merda, eu tava morrendo de vontade de foder ela. Lubrifiquei bem o cu dela e fiquei brincando de enfiar um e dois dedos. Aí quando fui cuidar da buceta dela, pra minha surpresa já tava toda molhada; ela tava excitada.
Depois baixei minha calça e com a vaselina lubrifiquei meu pau, que lenta e suavemente fui enfiando no cu dela. Tava tão bem lubrificado que entrou fácil, e devagar comecei a me mover pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, pra frente e pra trás. Aí coloquei minhas duas mãos em volta da cintura dela; minhas mãos são meio grandes e a cintura dela é fina, então quase dava pra envolver ela toda. A sensação que eu senti não dá pra descrever; com as duas mãos eu empurrava ela pra frente e pra trás enquanto aquela bunda entrava e saía. Tava tão excitado que sentia meu pau tão duro que quase doía, e quando olhei, vi as veias tão grossas como nunca tinha visto.
15 minutos depois a gente tinha terminado. Eu aguentei 15 minutos metendo no cu dela, e ela aguentou os 15 minutos se segurando, assim, sem nem mudar de posição. Me senti meio confuso. Me senti mal porque tinha acabado de foder a namorada do meu amigo, mas tava feliz porque ela tinha uma bunda que eu sempre sonhei em penetrar; o sonho tinha se realizado.
Já fazem 3 dias e não paro de pensar nela, e lamento dizer pras leitoras mulheres que só penso em transar de novo.
Depois que a gente terminou naquele dia, ela chorou um pouco; me confessou que o pai dela estuprava ela desde os 14 anos e que, desde então, às vezes quando ela tá dormindo, ele fode ela por trás igual eu tinha comido ela; por isso ela odiava aquela posição.
É inevitável sentir pena, existem coisas no mundo que por qualquer lado que se olhe não fazem sentido; o pai da Susan não aguentou a vontade de ter uma filha com uma bunda tão gostosa quanto a da filha e acabou comendo ela…
Acho que se vocês conhecessem a Susan e vissem a raba dela, entenderiam melhor essa história…
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Escrevo isso sobre o que aconteceu comigo há 3 dias, porque não encontro outra forma de me expressar, já que minha buceta tá doendo de tanto eu me masturbar.
Uns dias atrás, na faculdade, tivemos umas sessões de apresentações, e por causa disso meus colegas e eu tivemos que ir muito bem arrumados: terno e gravata pros caras, e as minas não tão elegantes, mas bem formais, e nem preciso dizer que estavam muito bem apresentadas também. Depois que um desses dias terminou, eu, um amigo e a namorada dele viemos pra minha casa. Eles estavam brigando, Deus sabe por quê — eles têm um daqueles relacionamentos que num momento tão bem e, 5 minutos depois, por qualquer motivo, criam um problema enorme.
Quando chegamos na minha casa, meu amigo voltou pra faculdade porque tinha esquecido alguma coisa. Até esse ponto da história, não dei muitos detalhes porque definitivamente não me convém que ninguém saiba disso. Então, a namorada do meu amigo (que vou chamar de Susan) e eu estávamos descansando na sala da minha casa. Ela estava meio tensa por causa do dia longo e, com certeza, pela briga com o namorado. De repente, ela saiu dos pensamentos dela e me perguntou, com um tom meio melancólico:
- Tô bonita?
Conheço a Susan há uns 3 anos. Ela é uma menina linda, morena, com uns 1,67m, pesa 54 kg e tem uma daquelas bundas que só inspiram sexo. O rosto dela é bonito e os peitos dela, verdade seja dita, são pequenos, mas mesmo assim combinam bem com a silhueta dela e a cinturinha.
Naquele dia, ela tava usando uma calça preta... não entendo nada dessas coisas, mas é daquelas justas no corpo, sem botão nem cinto, e uma blusa meio curiosa, digo isso porque era vermelha e semitransparente, deixando ver uma camisa branca por baixo. Mas não sei o que tinha debaixo da camisa, porque naquele dia os peitos dela estavam maiores que o normal, coisa que me chamou a atenção desde o começo do dia.
Desde que nos conhecemos, ela me faz essa pergunta tantas vezes que já virou rotina, então respondi:
- Você tá muito gostosa, essa calça caiu super bem em você.
Ela deu um sorriso satisfeito e completou:
- Quando a calça é muito justa, é melhor não usar calcinha.
Ao dizer isso, a verdade é que comecei a ficar excitado, então me ocorreu falar:
- Mas tenho uma pergunta.
- Claro, pode falar – respondeu ela.
- Por favor, não fica brava comigo, mas queria saber por que seus peitos estão maiores hoje.
Ela soltou uma gargalhada e me disse que usava um tipo de sutiã com enchimento de espuma pra fazer os peitos parecerem maiores (a verdade é que ela falou o nome do sutiã, mas não lembro). Então eu falei:
- Bom, o sutiã te caiu muito bem; mas olha, fiquei curioso, nunca tinha visto um desses… Posso tocar?
Sei que foi algo que não devia ter feito; ela era a namorada do meu amigo, mas é que naquele dia ela tava tão gostosa que não me veio outra coisa na cabeça, além disso, ela sempre podia levar como curiosidade de amigo; de qualquer forma, ela hesitou sem saber o que responder, e depois disse:
- … então … acho que tudo bem.
- Beleza, mas vamos pro meu quarto, OK? Não quero que ninguém da minha casa perceba, podem pensar besteira. E começamos a rir.
Assim que entrei no meu quarto, tranquei a porta, fiquei na frente dela, que tava muito nervosa, e devagar toquei a ponta do sutiã dela. Realmente tinha uma camada de espuma, comecei a falar que ficava muito bom nela enquanto apalpava o que era real e o que era espuma, até que acabei tocando os peitos dela.
A verdade é que não consigo descrever aquela sensação. No fim, não eram tão pequenos quanto eu pensava, estavam quentes e, pra minha surpresa, tão macios que só davam vontade de brincar com eles. Já tinha minhas duas mãos nos peitos dela enquanto continuava elogiando como ela tava vestida.
- Você tem uns peitos muito lindos, acho que devem ser o brinquedo favorito do seu namorado.
- Meus peitos? A única coisa que ele gosta é de pegar na minha bunda, mas às vezes me faz sentir desconfortável.
- Não fica brava, Susan, mas; se eu tivesse uma namorada como você, acho que faria o mesmo; você deve ficar muito gostosa de quatro.
- ODEIO ESSA POSIÇÃO!!!
Foi a resposta seca dela. Percebi que ela ficou puta comigo, então decidi encerrar a brincadeira e, sem pensar, simplesmente parei de apertar os peitos dela, minhas mãos desceram pelas costas dela:
- AI AI TÁ DOENDO PRA CARALHO
- O que tá doendo?
- Hummm… nada.
Mas já era tarde demais, eu tava examinando as costas dela e, Céus Sagrados… tinha um par de hematomas enormes.
- O que aconteceu com você?
- Eu caí.
- Isso não parece hematoma de queda.
Ela me olhou, sem se segurar, e simplesmente disse:
- Meu pai me bateu uns dias atrás.
Isso acabou de vez com a excitação que eu tava; fiz ela se ajoelhar na cama e examinei as costas dela. Acho que ela levou uma porrada bem forte, pra falar a verdade, pelo tamanho dos hematomas. Peguei um pouco de óleo natural pra mãos (sou fã de coisas naturais) e delicadamente acariciei as contusões dela. Ela pedia pra eu não contar pro namorado dela, mas eu só pensava: que tipo de pai faz isso?. Falei pra ela não se preocupar, que ia ficar tudo bem, e ela se acalmou.
Passaram uns minutos até que ela cansou da posição; então se ajoelhou de vez… e ficou de quatro (aqui chamam de frango assado). Imagina só, ela nessa posição e eu atrás dela passando óleo. Eu continuava no meu trabalho, mas também admirava aquela bunda bem empinada e firme que tava na minha frente. De repente, a excitação voltou e ela percebeu o que eu tava olhando.
- Desculpa; quer que eu continue com o óleo?
- … Sim… por favor.
Continuei passando óleo nas costas dela, mas só pensava em como queria meter naquela mulher que tava na minha frente, me envergonha dizer que já não ligava que ela fosse a namorada do meu amigo, nem ligava pros hematomas que ela tinha; então, enquanto passava óleo, me aproximei tanto de Susan que ela sentiu meu pau nas nádegas dela. Por um momento ela me olhou, mas não disse nada. Eu continuei com meu serviço e foi quando tive uma iluminação. Do outro lado da cama, em cima da mesa, estava a vaselina natural que eu usava às vezes nos lábios; não pensei duas vezes, peguei a vaselina e falei:
- Vou passar isso em você.
- Tá bom.
Baixei a calça dela num movimento só, antes que ela pudesse reagir, eu já estava com as mãos cheias de óleo lubrificando entre as nádegas dela. Ela me olhou, mas ao mesmo tempo gemeu de prazer. Acho que ficou com vergonha, sei lá, então parou de me olhar enquanto eu continuava com meu trabalho.
Ela não mentiu sobre a calcinha, não tinha mesmo. E ao ver aquela bunda na minha frente, puta merda, eu tava morrendo de vontade de foder ela. Lubrifiquei bem o cu dela e fiquei brincando de enfiar um e dois dedos. Aí quando fui cuidar da buceta dela, pra minha surpresa já tava toda molhada; ela tava excitada.
Depois baixei minha calça e com a vaselina lubrifiquei meu pau, que lenta e suavemente fui enfiando no cu dela. Tava tão bem lubrificado que entrou fácil, e devagar comecei a me mover pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, pra frente e pra trás. Aí coloquei minhas duas mãos em volta da cintura dela; minhas mãos são meio grandes e a cintura dela é fina, então quase dava pra envolver ela toda. A sensação que eu senti não dá pra descrever; com as duas mãos eu empurrava ela pra frente e pra trás enquanto aquela bunda entrava e saía. Tava tão excitado que sentia meu pau tão duro que quase doía, e quando olhei, vi as veias tão grossas como nunca tinha visto.
15 minutos depois a gente tinha terminado. Eu aguentei 15 minutos metendo no cu dela, e ela aguentou os 15 minutos se segurando, assim, sem nem mudar de posição. Me senti meio confuso. Me senti mal porque tinha acabado de foder a namorada do meu amigo, mas tava feliz porque ela tinha uma bunda que eu sempre sonhei em penetrar; o sonho tinha se realizado.
Já fazem 3 dias e não paro de pensar nela, e lamento dizer pras leitoras mulheres que só penso em transar de novo.
Depois que a gente terminou naquele dia, ela chorou um pouco; me confessou que o pai dela estuprava ela desde os 14 anos e que, desde então, às vezes quando ela tá dormindo, ele fode ela por trás igual eu tinha comido ela; por isso ela odiava aquela posição.
É inevitável sentir pena, existem coisas no mundo que por qualquer lado que se olhe não fazem sentido; o pai da Susan não aguentou a vontade de ter uma filha com uma bunda tão gostosa quanto a da filha e acabou comendo ela…
Acho que se vocês conhecessem a Susan e vissem a raba dela, entenderiam melhor essa história…
2 comentários - Fodendo a Namorada do Meu Melhor Amigo