Emilia e o Encanador Gostoso

História fictícia, criada por mim, espero que curtam ;)Quero dizer que agradeço as grandes contribuições deste membro @PerversumM

Emília esperava o encanador já fazia uma semana. Os canos da casa que ela praticamente construiu sozinha estavam todos entupidos por uma tempestade; uma das maiores que ela já tinha visto na vida.

Horas depois, após muitas ligações, ela conseguiu que parassem de enrolando e mandassem finalmente um encanador para sua casa. Tocam a campainha, ela abre rapidamente, esperando que seja o encanador.

— Oi, como vai, senhora? Posso entrar? Sou o encanador que a agência mandou — disse o rapaz educadamente, que à primeira vista dava para ver que tinha uns 26 anos, musculoso, atraente, moreno de cabelo castanho.
Se afastando e balançando a cabeça, Emília deixou ele entrar.

Ela o levou até a cozinha, onde estava e onde achava que era a maior obstrução no cano. — É um desastre — disse ela, alterada, balançando as cadeironas que davam vontade de meter a mão.
Ele pegou as ferramentas, deitou no chão e começou a revisar o cano da pia.

Emília, sabendo que o encanador não podia ver o rosto dela, olhava ele de cima a baixo, até chegar na virilha dele, onde encontrou uma grande surpresa. — Mas que pica — disse ela em voz baixa para ele não ouvir. [Deve ter uns 23 cm mole, nem imagino quando fica dura] pensava enquanto ficava vermelha.

— Quer alguma coisa para beber, suco, sprite, água? — perguntou Emília, inquieta, enquanto olhava para aquela virilha.
— Não, obrigado, por enquanto estou bem — recusou o homem.
— Qualquer coisa, tô às ordens, para o que precisar — se ofereceu ela.

Jogando um papel entre as pernas dela, ela aproveitou para roçar o membro dele, que cada vez que olhava queria tocar.

Depois de alguns minutos, ele resolveu o problema, saiu todo corado. Timidamente, perguntou — Poderia me indicar onde fica o banheiro?
- Claro, por aqui - respondeu ela rapidamente.

O encanador a seguia sorrateiramente atrás dela, tentando não tropeçar em nada, pois era meio desastrado andando e não queria que ela percebesse.
- Aqui está - apontando para o banheiro, que era bem colorido e dava pra ver que as coisas estavam arrumadas e limpas.

Dando o primeiro passo pra entrar no banheiro, Manuel, o encanador, tropeçou feio num piso meio solto que a Emília tinha esquecido de avisar, com vários, digamos, muitos antecedentes com amigos e familiares. Caindo na frente do chuveiro, que por sorte ele conseguiu amortecer a queda colocando as mãos na frente, mas não evitou uma leve batida de cabeça no chão.

- Tá tudo bem? - disse Emília, corada e ao mesmo tempo colocando uma das mãos num dos peitos. Estendendo a mão, ajudou ele a se levantar.
- Sim, não foi nada - respondeu o rapaz educadamente depois da queda.

Com o busto quase encostando na cabeça do rapaz, ela tocou a testa dele. - Eu tenho uma coisa que vai aliviar e fazer você esquecer a dor - propôs Emília de um jeito bem sensual.

Ajoelhando-se, começou a roçar suavemente com uma das mãos a entreperna dele e percebeu como ele ficava cada vez mais duro.

Manuel, sem saber o que fazer e sem reclamar nem se mexer, observava pasmo com o que estava acontecendo.

- Mmmm, parece que alguém gostou da massagem - disse ela, bem cachorra, enquanto olhava pra ele com cara de anjo e acariciava um dos peitos.
- Vamos ver o que a gente encontra - assim que terminou a frase, ela imediatamente puxou o pau que já tava deixando ela louca há um tempão. Grande foi a surpresa, e maior ainda era o pau dele. Só de ver, ela começou a sentir como ficava excitada e um líquido escorria pelas suas roupas. Ela queria sentir ele dentro dela na hora, mas adorava brincar um pouco, gostava de chupar, morder de leve, claro sem machucar, e outras coisas. Queria sentir o gosto daquela porra. maravilhosa pica que tinha na frente dela e, pela distância que estava, podia sentir o doce aroma que ela exalava.

Ela tentou enfiar tudo na boca, mas não conseguiu, tentou de novo, mas engasgou, então decidiu meter o que dava, não queria vomitar, pra ela seria uma vergonha tão grande que teria que se esconder. Enfiou um pouco na boca, tirou e começou a beijar, dizendo que era uma das melhores rolas que já tinha visto. Continuou descendo e começou a dar beijos e mordidas nos ovos dele, que pareciam bem grandes, como se tivessem uma grande acumulação de espermatozoides.

Sem mais delongas, ficou de quatro e disse: — Quero ela toda dentro da minha bunda.

Sem hesitar, Manuel enfiou o mais fundo que pôde, deixando só uma pequena parte pra fora. Na hora, sentiu que gozou assim que os ovos dele bateram na bunda dela. Extasiada, ela pedia mais e mais, levando tapas bem fortes na bunda.

Mais tarde, pediu que ele sentasse em cima da saia dela, assim ele descansava um pouco, mas a ação não parava. Dessa vez, ele enfiou na buceta, porque queria ver como ela se sentia por ali, e pelo que ele pôde observar, era carnuda o suficiente pra aguentar até alguém ter um ataque cardíaco.

Se movendo um no outro, dava pra ouvir os gritos que ela dava das casas ao lado. Ele começou a chupar os mamilos dela, que já estavam duros, e apalpava os peitos dela, que eram durinhos e grandes. Depois de um tempo, ele gritou: — Tô gozando!!

Mais que rápido, Emilia tirou a pica da buceta e colocou na boca. Sentiu como se uma mangueira de bombeiro jorrasse um jato de água quente dentro da boca dela, sentiu o sêmen daquele bombeiro escorrendo da boca dela pro peito e pernas, e algumas gotas no chão. Engoliu o sêmen que tinha ficado na boca, limpou a pica com uma última chupada no Manuel, pegou as roupas dele que estavam jogadas no chão, levou ele até a porta, colocou pra fora e jogou as peças pra ele. Ele deixou ele pelado do lado de fora da casa dele e falou: —Manda um substituto, seu filho da puta, que os canos continuam entupidos— e bateu a porta com força. FIM.

Espero que tenham curtido o conto, é meio longo, espero as opiniões de vocês, e me perdoem pelos erros, abraços.

2 comentários - Emilia e o Encanador Gostoso

B8uen aporte!
Dejo puntos y espeor que pronto subas más.