Minha veterana mais gostosa

Isso é de vários anos atrás... Não vou dar nomes porque senão me queimo e queimo muita gente que nem sabe disso, mas pode acabar lendo... hehe
Isso vai ser meu desabafo e, de quebra, compartilho com vocês; espero que gostem, vou tentar ser o mais detalhista possível.
Bom, isso começa, como eu disse, há vários anos atrás; hoje tenho 26 anos e isso que vou contar aconteceu quando eu tinha 19.
Naquela época, eu tava trabalhando longe de onde morava, mas tenho amigos pra caramba, principalmente onde cresci. Aí tinha um casal que era conhecido da minha família, os dois com 35 na época e a mulher, a única coisa que me interessava naquela época kkkk, tinha um corpão apesar de ter tido dois filhos. Naquele ano eu tava muito mal porque tinha terminado com minha namorada fazia dois meses e tava numa seca danada. Resumindo, o tanque tava cheio e eu precisava descarregar. A questão é que no meio do ano fiquei sabendo que eles tinham se separado, que ele tava morando com o irmão no outro lado do estado e ela tava sozinha com os filhos (deixo claro que na época não tive más intenções). Então decidi ir visitar eles, ela e os filhos, pra ver se precisavam de algo porque sabia que ele não queria dar um centavo por causa daquela bobeira típica de homem ressentido. Cheguei lá e conversamos por horas sobre ela, o que tinha acontecido e o que ia ser da vida dela. Naquela noite foi só conversa, mas ela mostrou uma certa vulnerabilidade que me chamou muito a atenção e não vou encher o saco com o papo.
Depois disso, a gente continuou conversando praticamente todo dia, seja por telefone ou pessoalmente. Até que um dia a gente se encontrou no trem, eu indo pro trampo e ela pra resolver o divórcio, mas naquele dia o papo foi diferente e mais quente, com uma puta provocação dos dois lados e, entre uma brincadeira e outra, acabei cara a cara com ela e minha mão esquerda acariciando as pernas dela que estavam cruzadas, naquele momento não pensei em nada, deixei meu corpo falar e se expressar, minhas mãos foram acariciando a parte interna das pernas dela que iam se abrindo aos poucos e minha boca foi se aproximando cada vez mais da dela; só pra deixar claro, isso foi quase no final do trajeto que o trem fazia, então quando chegamos na estação ela se levantou quase na hora, como se quisesse evitar a situação, mas eu segurei o braço dela, sentei ela e dei um beijo daqueles que se você pensar pra dar quase nunca sai... Ela respondeu do mesmo jeito mas por poucos segundos, se afastou de mim e levantou; mas tinha um detalhe, a viagem ainda não tinha acabado, tinha 20 minutos no metrô pra fazer minha jogada e deixar claro se o que aconteceu foi porque eu quis ou porque ela também tava afim. A questão é que no metrô ela me evitava, não queria que eu beijasse ela, mas me deixava abraçar ela por trás, deixando sentir meu volume, e foi isso que me fez continuar insistindo, mas infelizmente a viagem já tava acabando e eu tinha que descer, já que entre a negação dela pra se deixar beijar e o sobe e desce das pessoas não me sobrava muito tempo pra interagir com ela. Quando desci do metrô, fiz ela descer comigo e segurei ela pela cintura e sem dizer nada beijei ela, mas dessa vez ela respondeu me abraçando forte e brincava com minha língua dentro da boca dela. Foi isso que aconteceu naquele dia e me deixou pensando o dia inteiro no ocorrido, não conseguia acreditar que aquela mulherão, com aquela boca de seda, com aqueles olhos cor de mel, com aqueles peitos que tanto me deixavam louco, tinha me dado a chance de provar um pouquinho do ser dela; mas não era suficiente pra mim, então quando voltei do trabalho decidi ligar pra ela já que naquela hora ainda me restava um pouco de senso moral hahaha e não queria ir na casa dela de uma vez depois do que aconteceu... A questão é que a gente conversou no telefone quase duas horas discutindo se o que tinha acontecido era certo ou não, o que não deixou Não ficou claro absolutamente nada, então decidimos conversar pessoalmente tomando um café no fim de semana, mas era terça-feira!!! 🤔
As horas foram eternas, os dias foram torturas e minha impaciência era incontrolável; mas finalmente era sábado e já estava na hora de ir nos encontrar para conversar. Passei na casa dela de carro e fomos a um bar perto da casa dela, quando sentamos e pedimos o que íamos beber, ela me diz que os filhos estavam com o marido e que se sentia sozinha; ao que a única coisa que consegui dizer, abrindo as asas de urubu, foi "se quiser, te faço companhia", e ela respondeu com um sorriso safado e nada mais. A conversa foi longa, foi uma batalha de razões da parte dela e cantada minha pra poder levar ela pra cama, não vou mentir, só tinha isso na cabeça. Deu umas 12 da noite e vi que ela ainda tava lutando contra si mesma, então decidi tomar uma cerveja bem gelada, levar ela pra casa e sair por aí pra procurar alguma que não enchesse tanto o saco; chegando na casa dela, ela me pergunta o que vou fazer e eu respondi que queria sair pra clarear um pouco a cabeça e que ela tinha que fazer o mesmo, que clareasse as ideias e depois me dissesse o que queria fazer; mas ela tinha mais que claro o que queria e me fez saber dando um beijo e agarrando meu amigo quase estrangulando ele, ao que respondi pegando ela pela nuca, apertando forte o cabelo dela e segurando a bunda dela. Na sequência, descemos do carro e entramos na casa dela, ela nem terminou de fechar a porta e já estávamos os dois num turbilhão de beijos, carícias e abraços com muito tesão dos dois; demos uns passos e estávamos na sala onde tinha um sofá grande de três lugares onde decidi nos deixar cair, ela estava por baixo e eu esfregava de forma selvagem meu pau na buceta dela, os dois estávamos de jeans então a fricção era chata, ou pelo menos pra mim era; então tirei meu jeans e depois o dela, deixando ver que ela tava de culote (ou como escreve) daqueles que desenham a bunda das gostosas, embora ela não tivesse muita, ainda assim me esquentava. Na sequência, continuamos nos beijando e esfregando nossos corpos, ela tirou minha camisa e eu tirei a regata que ela estava usando (sei que não descrevi antes, não enchem o saco que não vou editar hahaha), me deixando ver uma parte daqueles peitos que me deixavam louco há muito tempo; quis tirar o sutiã dela, mas não consegui, não sei se por causa do tesão ou o quê, mas não consegui, sei lá, fiquei parecendo um idiota, mas o tesão falou mais alto: enquanto os dois continuávamos deitados no sofá, comecei a acariciar as pernas dela por dentro, subindo devagar até encontrar a buceta dela, com aqueles lábios que já estavam encharcados; comecei a acariciar suavemente, a percorrer tudo, a brincar com os lábios dela enquanto a segurava com meu braço livre e a puxava para perto de mim para continuar nos beijando; depois de alguns minutos, ela procurou meu pau e começou a acariciar por cima da cueca, fazia isso com energia, e eu respondi começando a brincar com meus dedos lá dentro até que não aguentei mais e desci até encontrar a buceta dela com minha boca. Comecei a brincar com minha língua, a separar os lábios e a ir de cima para baixo na buceta dela toda depilada até que ela foi me guiando até o clitóris, ao qual dediquei muito trabalho e atenção especial, sentia como ela se estremecia, como tremia quando eu fazia isso, e me dava muita satisfação saber que o que eu estava fazendo ela curtia tanto quanto eu; depois de vários minutos, senti que um orgasmo tomou conta dela, que soltou um gemido doce, daqueles que não se esquecem tão fácil; na sequência, ela quis retribuir o favor, e eu aceitei de bom grado 😀. Ela começou a beijar todo o comprimento do tronco do meu pau, que nessa altura já estava mais que a todo vapor, passando pelas minhas bolas e voltando para a cabeça, brincava com a língua e procurava saborear tudo por completo, depois disso começou a colocar na boca, primeiro a glande e depois tentar chupar ela toda; embora não fosse o forte dela, dava pra ver que ela se esforçava na tarefa, então resolvi aproveitar o que ela conseguia fazer. A parte que não cabia na boca dela, ela segurava com uma mão e me batia uma punheta — essa combinação era perfeita, tava me deixando louco, mas eu não queria gozar, então tirei meu pau da boca dela e deitei ela de novo no sofá. A gente tava com a respiração ofegante, mas nossos corpos pediam uma coisa só: transar o máximo de tempo possível, aliviar o tesão. Subi em cima dela e comecei a meter devagar, queria ser gentil, mas ela me envolveu com as pernas e os braços e me fez enfiar tudo de uma vez, o que arrancou um gemido de prazer dela que me deixou ainda mais excitado. Comecei a socar meu pau com força lá dentro; parecia que ela gostava assim, porque gozou na hora, e em poucos minutos foi minha vez. Mas não queria gozar dentro dela, então tirei e pedi pra ela chupar até eu acabar, e ela aceitou de boa, recebendo minha porra toda na cara. Depois disso, a gente continuou em outros cômodos da casa e teve muito mais encontros, mas essa primeira foda foi a mais marcante, junto com outra que vou contar quando a inspiração pra escrever aparecer. Só esclarecendo: não tô pedindo pontos, mas críticas, porque sei que tenho muito o que melhorar na minha escrita, mas acho que fui descritivo o bastante.

5 comentários - Minha veterana mais gostosa

esta muy buen LA HISTORIA CASI TODOS LOS HOMBRES VIVIMOS HISTORIAS PARECIDAS yo viivi una similar pero no puedo contar quien porque la re quemo.en cuanto al relato se entendio bien un abrazo
segui contando
la verdad que no queda nada por decir para mi esta muy bien contada la historia te felicito y espero leer ese otro encuentro memorable que vos decis amigo