Mis patrones perversos.

Mais uma fantasia, dessa vez trouxe pra saber se vocês compartilham comigo. Escrevo sobre garotas normais, porque muitos já fazem isso com garotas esculturais e tipo modelo. Eu me dirijo a vocês que são "gostosonas", com gordurinhas e quilinhos a mais. Não é que as outras não me agradem, até vou fazer algo com protagonistas desse tipo, mas por enquanto, minhas lindas, me digam se gostam da minha história... Mendax.

Gloria estava terminando de ajustar seu vestido de empregada. Ela era uma moça linda de 35 anos, com umas pernas deliciosas, uma bunda de infarto, grande e redonda, uns quilinhos a mais, mas isso não diminuía seu charme e sensualidade. Como uma deusa disse: "gordinha não tira a beleza".

Seus peitos redondos e fartos, e seu rosto lindo e safado, com olhos castanhos dos sonhos. Ela tinha aceitado o emprego de empregada por algumas semanas, porque precisava do dinheiro. Além disso, sua patroa era uma estrangeira que só ficaria um tempo por ali.

A patroa era uma europeia de porte magro e alto, com peitões de cirurgia e pernas longas, a bunda não muito grande, mas bem durinha. Mas era o patrão que a deixava nervosa: um senhorão de uns 1,80m, branco, cabelos grisalhos, olhos azuis e um físico, digamos, cheinho. O que mais a intrigava era que ele não tirava os olhos dela, e aproveitava qualquer chance para olhar aquela bunda enorme.

Já era o terceiro dia dela na casa dos senhores, e como era de se esperar, eles só comeram algo e saíram. Feita a limpeza total da casa, enquanto esperava a lavadora carregar, ela virava os bolsos das calças para não estragar a máquina. De repente, de um bolso do senhor, caiu um saquinho de lubrificante.

— Olha só, com o senhor, é perverso, humm... — pensou Gloria, e isso fez suas fantasias dispararem. Enquanto a máquina fazia o seu trabalho, ela foi até o quarto dos patrões. Já tinha limpado, mas entrou pra fuçar e ver o que encontrava. Tudo parecia normal, quando já estava indo embora, lembrou que não tinha olhado direito no closet. No fundo, debaixo dos sapatos dos dois, encontrou uma maleta que tirou com cuidado, reparando bem como estava para deixar tudo igual depois.
— HUMMM!!!... olha só... que coisa... — exclamou. Dentro dela tinha revistas pornô do tipo "hardcore", com grandes cocks penetrando booties apertados, mulheres lindas engolindo umas cocks imensas e depois litros e litros de cum, tinha DVDs e um pendrive. Sua esperteza a fez ligar para a patroa com uma desculpa.
— Sim, patroa... sou eu, a Glória... a senhora não me disse se quer que prepare algo pro almoço? — disse se fazendo de inocente.
— Não... não, menina, só faz algo pra você, a gente chega umas 5 da tarde... Xeque-mate — pensou a safada.

Ao abrir o conteúdo de uma pasta no pendrive, ficou chocada. A patroa, aparentemente tão calma e serena, estava de joelhos com a cock enorme do patrão quase até o fundo, os lábios dela quase tocando o púbis dele; em outras, ele comia a depilada pussy dela, mas teve uma foto que molhou totalmente a pussy dela.

O patrão estava sentado numa cadeira, totalmente nu, a pele branca e um sorriso de pervertido, as duas mãos atrás da nuca, a barriga um pouco saliente, mas o que a molhou foi aquela cock monumental. Totalmente depilada, ela calculou uns 25 cm de comprimento e mais uns de grossura, a cabeçona vermelha e brilhosa se erguia imponente, as veias todas em relevo, descansando sobre um enorme par de ovos igualmente depilados. Não viu mais nada, tirou o dispositivo e desligou o PC. Depois colocou tudo no lugar e, com o tesão que tava, foi tomar um banho. No calor do momento, pegou a gilete da patroa e se depilou toda igual a ela. Não que a Glória fosse virgem, mas nunca tinha visto algo assim; os dedos se perdiam na sua molhada pussy lisa e úmida.

Na sexta seguinte, deram o dia de folga pra ela e pediram que fosse Trabalhar no sábado. Pontual como sempre, chegou no dia combinado, fez suas tarefas e os patrões não se levantavam.

— GLÓRIA!!!... gritou a patroa, a menina foi atender... — prepara alguma coisa pra comer, hoje a gente vai ficar aqui.

Durante a refeição, pra qual foi convidada, notou como olhavam pra ela, e ela sendo "casual".

— Tão cansadinhos hoje?... Precisam de mais alguma coisa?... disse ela enquanto bebia seu suco de laranja.

— Gata... você é linda e prestativa, adoramos ter você aqui... disse o patrão, com um olhar de "quero te comer".

— É, linda, você tem ajudado muito, pode ficar com a gente hoje à noite, queremos fazer algo diferente... disse a patroa.

— CLARO!!!... sem problema, disse Glória enquanto na mente dela passava o pau do patrão e pensou: "Tomara!!! Que seja transar ou algo assim."

Lá pelas 8 da noite, Glória saiu do quarto como tinham pedido, foi pra sala e os dois patrões estavam sentados no sofá.

— E a festa???... Não tem convidados?... disse Glória, que tinha vestido uma calça preta de tecido justa e uma blusa rosa decotada, que deixava ver suas tetas redondas.

— Bom, tem um, mas ele não sabe que é o convidado especial... é você, querida... disse a patroa.

— É, você se comportou tão bem que queremos te dar um presente... disse o patrão. — Só queremos que você se divirta com a gente.

A patroa se levantou ao lado dela e a sentou entre os dois, e enquanto falava um monte de coisas, acariciava o braço dela, e do outro lado o patrão acariciava o cabelo...

— Você está disposta a receber nossos presentes?... disse a patroa, Glória lembrou da foto daquele pau enorme e isso a fez responder sem pensar.

— Sim, patroa, me deem o que quiserem.

A mulher comeu a boca dela tão gostoso que a fez desfalecer, suave e ardentemente, enquanto o homem beijava seu pescoço com tanta delicadeza, que dava pra sentir os sucos saindo da sua buceta. Os dois a colocaram de pé e foram tirando suas roupas, acompanhando o ato com uma enxurrada de beijos e lambidas. de repente, o tesão dela chegou no limite, ao ver numa teta o delicado rosto da senhora e na outra o do seu senhor, ambos de olhos fechados, lambendo seus mamilos eretos, as duas mãos dos dois amassavam sua bunda e pernas.
Quando ficou totalmente nua, foram suas pernas que receberam toda a atenção, aquelas línguas queimavam e torturavam com tanto tesão.
— agora, querida, quero provar seus suquinhos… disse a senhora… e mergulhou na sua buceta molhada… — eu vou provar essa bunda tão linda que você tem… disse o senhor, e ajoelhado, abriu suas nádegas grandes e sua língua imediatamente procurou seu delicioso buraquinho. As duas línguas penetravam e lambiam sem piedade. Seus movimentos indicavam o orgasmo iminente que em segundos esvaziou sua buceta na boca da senhora.
— MMMMM!!!... gostosoooo... que delícia, adoro… disse ela enquanto avidamente lambia e engolia os frutos das suas carícias.
— agora, querida, quero compartilhar algo com você que me enlouquece… disse a senhora, se despindo e ao mesmo tempo o senhor fazia o mesmo, de repente seus desejos aumentaram, quando o senhor ficou totalmente nu, se erguia uma piroca enorme e deliciosa na frente dela, seus líquidos seminais escorriam para baixo, ondas de calor a inundaram. A senhora agarrou aquela piroca linda e a meteu na boca.
— vou te dar da minha piroca, querida, pra você aproveitar… e oferecendo à garota, ela chupou como uma louca, sua boca mal conseguia acomodar aquele imenso pedaço de piroca, mas o ato a excitava pra caralho. Alternando para mamar, as duas se tocavam as conchinhas, que inundadas molhavam os dedos que as acariciavam. De repente, a senhora se deitou no sofá e pediu que ela se posicionasse sobre ela num 69.
— ele adora arrombar cuzinhos, olha o meu, já tá bem abertinho de tanto que ele me dá, te prometo que ele vai ser gentil e minha língua vai aliviar a dor do começo. Ela não pensou duas vezes, a necessidade daquela piroca dentro dela a fez colocar-se, a língua da senhora fazia maravilhas. Um novo orgasmo se formava na sua buceta. A língua do senhor fazia o seu no cu dela, que, faminto, se dilatava às carícias. Sentiu uma dor aguda quando a cabeçona passou pelo esfíncter, mas foi acalmada pelas lambidas no clitóris. Sentiu, uma a uma, as polegadas que lentamente perfuravam seu cu. A dor deixou de ser dor, o prazer se multiplicou. Agora, fodida pelo cu e lambida na buceta, Glória gemia como uma louca.

— AAGGGGHHHH… siiiim… gostosoooo… — gemia de prazer. O senhor dava tapinhas leves nas suas carnes enormes, que tremiam e sacudiam diante dos embates daquela pica que buscava destruir tudo à sua frente. Os orgasmos vinham um atrás do outro. O corpo trêmulo da garota pedia mais e mais. A senhora gozava como uma fonte na boca de Glória, que lambia e lambia de prazer.

— SIIIIIM!!! Agora, querida… me dá seu cu… — Trocaram de posição. Agora a senhora, de quatro, oferecia o cuzão aberto para o marido, enquanto Glória, de pernas abertas na frente dela, recebia suas lambidas na buceta e no cu.

— Mmmmm… gostoso… o gosto do meu macho no seu cu aberto… siiiim… adoro lamber um cu arrombado pela minha pica… — gemia a senhora, enquanto as estocadas a jogavam contra o cu e a buceta de Glória.

Uns minutos depois, o senhor esvaziava sua porra quente no fundo do cu da mulher. Glória teve um novo orgasmo na boca da patroa, e esta se desmanchava em orgasmos brutais. Assim que tirou a pica do cu da senhora, o senhor se dedicou a lamber e chupar tudinho. O corpo trêmulo da mulher indicava que o orgasmo dela era fatal.

Finalmente, os três no chuveiro, já bem quentes de novo. As duas mulheres chupavam aquele pedaço enorme de pica e depois deram um tempo pra recuperar o fôlego e voltar à ação.

3 comentários - Mis patrones perversos.

excelente!!! me encanta como escribes, me pones a fantasear con hacer realidad tus relatos.
gracias por el aporte!! besoooosssss,
GodiTICA
Mis patrones perversos.
yo pase por tu post, vos pasaste por el mio?
los comentarios son el apoyo que necesitamos para seguir adelante!!