Comendo a Maca... Minha cunhada II

Com a María, a gente se beijava que nem louco e minhas mãos procuravam a buceta depilada dela por debaixo da calcinha fio-dental rosa; ela tava com meu pau entre os dedos e começou a me bater uma (não sei por quê, mas o jeito que a María me bate uma é incrível, não sei se é a forma como ela segura meu pau ou o quê, mas me deixa doido) a mão dela subia e descia no meu pau, fazendo uma pressãozinha na cabeça e deslizava bem até onde começa o tronco.
> Cê gosta, negão? Gosta do jeito que eu te toco?
> Adoro, meu amor — falei enquanto enfiei um dos meus dedos por debaixo do tecido da calcinha dela e rocei os lábios da buceta, o que fez ela soltar um gemido da boquinha.
> Aiii, que molhadinha que tá!!! Ficou assim por minha causa?
> Sim… me toca, toca minha buceta que tô molhadinha pra você.
Já tinha puxado a calcinha dela pro lado e tava com dois dedos brincando naquela buceta linda, que cada vez ficava mais molhada. Com o polegar, comecei a acariciar o clitóris dela, o que fez ela começar a mexer a cintura e soltar uns suspiros com uns gemidos que mal dava pra ouvir.
Minha outra mão enfiei por debaixo da camiseta dela e comecei a apertar um dos peitos (como ela dormia sem sutiã, facilitava meu trabalho) brincava com os biquinhos já duros de tesão, aí desci um pouco e a primeira coisa que fiz foi lamber eles bem devagar, isso fazia a pele dos peitos dela se arrepiar. A María mexia cada vez mais a cintura e os suspiros já eram gemidos. Fui mordendo de pouquinho em pouquinho até enfiar um dos biquinhos dela na minha boca pra começar a chupar, saboreava, passava a língua por tudo. Nessa altura, a gente já tinha esquecido que a Maca tava dormindo do lado, já tava perdido na putaria, mas mesmo assim fazia tudo o mais silencioso possível pra ela não acordar e interromper. A María já quase não batia mais uma pra mim, só tava concentrada nas sensações dela, uma das mãos apertava a minha contra a buceta dela, de olhos fechados, gemendo e mexendo a cintura.
Eu tava com dois dedos metidos na pussy dela, eu enfiava, tirava e enfiava de novo, às vezes ao tirar passava a palma da mão inteira na pussy, e isso fazia ela ficar mais molhada ainda pra continuar enfiando os dedos, meu polegar tocando o clitóris dela.

> Toca meu cu, love, por favor – ela disse.
> Tá gostosa? – perguntei.
> Tô, mexe no meu cu, vai, não me faz implorar. Maria se virou de lado, me dando as costas e encostando a bunda no meu cock.
> Quer que eu toque ou enfie um dedinho?
> Como você quiser, negão… enfia um dedinho se quiser.

> Huy, puta… chupa meu dedo que vou enfiar no teu cu então – e coloquei um dos meus dedos na boca dela.
Ela passou a língua por todo o meu dedo, deixando bem cheio de saliva.
> Vai, pai, já deu, enfia o dedinho no meu cu… –
Sem fazer ela esperar mais, coloquei meu dedo no buraquinho do cu dela, primeiro acariciei fazendo uns círculos e fui pressionando até a ponta entrar – Haaaaa – escapou da boquinha dela.
> Cê gosta?
> Adoro, me excita…

Maria de costas pra mim, esticou o braço e com a mão segurou a própria bunda, abrindo as nádegas pra facilitar meu trabalho. Graças aos movimentos dela, consegui enfiar o dedo bem até o fundo, deixei um tempinho pra depois começar o vai e vem. Com meu dedo do meio enfiado até o fundo da bunda dela, comecei a enfiar o outro na pussy dela; assim eu tinha um dedo no cu e o outro na pussy ao mesmo tempo, masturbando ela por todos os lados, e então Maria começou a arquear a coluna, e a pussy dela começou a apertar meus dedos.
> Ahhh, love, vai, vai que eu gozo, vai que eu gozooo –
Ela mordeu o travesseiro pra não gemer com o orgasmo que tava tendo.
> Ai, neguinho, que delícia que eu gozei, por deus – ela disse enquanto me beijava e se virava de barriga pra cima.
> Sim… e eu? – falei
> Não fica bravo que falta o melhor, vamos pra cozinha que eu quero que você me coma.
> Por que na cozinha? – Aqui mesmo –
> Cê tá louco? – Não, Maca tá pode levantar - Vamo, que eu ainda tô quente.
Ela se levantou da cama com a calcinha fio dental toda desarrumada.
>Vem cá - ela disse e foi.
Eu me levantei da cama com o pau durasso, já pra fora da calça, olhei pra Maca que ainda tava dormindo, na hora passou a vontade que eu tava dela, agora só queria comer a María, e soltar toda a porra que tava acumulando desde a tarde.
Quando cheguei na cozinha, vejo a María que tinha acabado de tirar a calcinha fio dental, apoiou ela na mesa e depois tirou a camiseta, ficando toda peladinha pra mim.
>Esse corpo todo é meu? - falei enquanto abraçava ela e beijava.
>É tudo seu, negão, já sabe, te amo…
>Eu também te amo, falo - e minhas mãos já foram pras bundas dela.
Ela se afastou de mim, desceu as mãos até minha calça e terminou de abaixar junto com a cueca, ficando eu também peladão. Meu pau tava totalmente duro, já começava a doer de tanto tesão, com as mãos dela começou a bater uma bem devagar, enquanto me beijava de novo.
>Calma, espera - disse a María. Ela se virou e pegou uma cadeira, daquelas de ferro, e arrumou.
>Senta aqui - … e me fez sentar na cadeira, se ajoelhou na frente do meu pau.
>Nossa, que lindo que tá hoje seu pau, amor - disse enquanto pegava ele e dava só um beijinho na ponta.
>Posso chupar ele, amor? - Ela tava com um sorriso no rosto enquanto me olhava.
>Que pergunta é essa? - não sei o que cê tá esperando, vai, chupa bem meu pau.
A María esticou a língua e passou por todo o meu pau enquanto me olhava nos olhos, deu uma tremedeira na barriga quando senti; mais uma lambida, e outra.
>Que pau gostoso, pai - enfiou toda a cabeça do meu pau na boca, começou a chupar de cima pra baixo, de vez em quando só chupava a cabecinha, ou dava lambidas, com a língua ia deixando meu pau cada vez mais molhado e os lábios dela deslizavam mais fácil pelo tronco, enfiava o mais fundo que conseguia e tirava, me dando beijos na glande, esse jeito de chupar já me tinha deixado louco…
> Você vai me comer? – Ela me perguntou e parou na minha frente, apoiando um pé na cadeira.
Peguei ela pela cintura e enfiei minha boca na buceta dela. Que gostosa que tava, toda molhadinha, ainda com os restinhos do primeiro orgasmo dela. Passei a língua um pouco pra ela ficar mais molhada; me sentei bem na borda da cadeira.
> Vai, vem sentar aqui.
> Aí? – Ela perguntou apontando pro meu pau com um sorriso no rosto.
> Sim, aqui… senta no meu pau.
Ela abriu bem as pernas e sentou no meu colo, me abraçou por trás da nuca, enquanto eu segurava ela pela cintura pra levantar e colocar em cima do meu pau, encaixei a ponta do meu pau bem na entrada da buceta dela e fui descendo devagar, não foi difícil meu pau entrar do molhada que ela tava.
Ahhhhh – ela gemeu enquanto meu pau penetrava a buceta dela até as nádegas dela encostarem nas minhas coxas, tinha entrado tudo até o fundo. Maria começou a se mexer, não pra cima e pra baixo, mas sim pra frente e pra trás, era só o movimento do quadril dela que fazia meu pau entrar e sair dessa buceta linda; segurei as nádegas dela pra ajudar no movimento e assim começamos a transar bem rápido, a buceta dela ficava cada vez mais molhada (já começava a fazer aquele barulhinho que a buceta faz quando tá molhada demais). Ela se endireitou um pouco deixando os peitos bem na frente da minha boca, não pensei duas vezes e comecei a chupar e apertar eles como um louco, ela já gemia bem alto, mas de vez em quando se segurava e mordia os lábios pra não fazer tanto barulho. Levei um dos meus dedos à boca e coloquei um pouco de saliva; ela me olhou e sorriu. Desci minha mão até a nádega dela e procurei o buraquinho do cu, fiz um pouco de pressão pra entrar e não foi difícil conseguir enfiar.
Ela continuava cavalgando em mim desesperada e eu com um dedo dentro do cu dela, enfiava e tirava, levei os dedos de novo à boca e coloquei saliva em dois dedos que foram direto no cu dela, dessa vez tive que fazer um pouco mais de pressão pra entrar, mas ainda foi bem fácil, dava pra sentir meu pau fazendo pressão contra meus dedos cada vez que entrava e saía; eu tava comendo a buceta dela com meu pau e o cu com meus dedos. Deixar ela assim fez os gemidos dela ficarem mais fortes e os movimentos mais rápidos, num momento ela parou os movimentos e se levantou.

>Que foi?? Perguntei.
>Nada, meu bem, nada, você continua - ela disse - e sentou de novo no meu pau, mas dessa vez de costas.

Com ela assim, começou de novo com os movimentos, mas desse jeito conseguia se mexer mais rápido, e os gemidos recomeçaram, peguei um dos peitos com uma das mãos e comecei a apertar.

>Ahhh ahhh - Maria gemia sem parar - eu já sentia o gozo na ponta do pau, a qualquer momento ia gozar, não aguentava por muito mais tempo.
>Ahhh, vai que eu gozo, meu amor, vaiii - ela disse enquanto sentava com muita força no meu pau - desse jeito entrava até o fundo e ela não conseguia segurar o segundo orgasmo.
>Ahhh, que delícia. - ela falava, e aos poucos parava de se mexer.

Eu sentia a buceta pulsando e apertando meu pau, ela passou o braço por trás do meu pescoço e torcendo o dela pra olhar pra trás.
>Quer que eu chupe seu pau pra você gozar?
>Vai, negona, chupa meu pau, tira todo meu leite.

Ela se levantou e se ajoelhou na minha frente, colocou meu pau na boca e começou a chupar desesperada, enquanto me batia uma punheta.
>Vai, me dá seu leite -
>Huuuu, continua chupando que vou gozar.

Ela tirou meu pau da boca e continuou me batendo uma, apontando a ponta do meu pau pros peitos dela… (Maria nunca deixa eu gozar na boca dela, diz que não gosta, por mais que eu peça ela não quer) A sensação de começar a gozar foi foda, soltei dois ou três jatos fortes de porra que foram direto pros peitinhos dela e um pouco no queixo, os outros jatos já saíram sem tanta força e caíram pela barriga dela.
>Ahhh, que delícia - ela disse Continuei batendo uma e do meu pau ainda saíam gotas de porra. Eu fazia um pouco de força porque parecia que ainda tinha leite nos ovos.
> Love, como você tava cheio — ela riu e se levantou pra me dar um beijo.

Eu sentia o pau pulsando enquanto ia murchando. Ela pegou um guardanapo de papel, limpou os peitos e a barriga, achou a calcinha fio dental e vestiu junto com a regata. Eu já tinha colocado a calça.
> Agora sim, vamos dormir.

A gente se beijou e foi pro quarto, de conchinha, e dormimos.

Acordo quando ouço o celular da Maria tocar, mas não abro os olhos.
> Alô, alô, pai, como cê tá? — Haaa, sério pai? E a que horas? No colégio de sempre mesmo?

Eu ouvia a Maria falando com o pai, mas me fazendo de dormido.

> Ok, ok, pai, a gente se vê! — Esse velho é um saco — ela disse, levantando da cama.
> Que foi? — perguntou a Maca entrando no quarto.
> Nada, tenho que ir buscar uns papéis que ele mandou na rodoviária, e agora de quebra.
> HAHA — a Maca riu!
> Do que cê tá rindo? — respondeu a Maria, num tom de quem tava puta.
> Me acompanha, neguinha, por favor.
> Não, nem fudendo, com esse calor não, vai sozinha — foi a resposta da Maca.
> Se eu acordar o Raul pra pedir, ele vai me mandar tomar no cu.

Eu continuava me fazendo de dormido.
> Então tá, vou tomar um banho e vazar.

Ouvi a porta do banheiro fechar, e depois o barulho do chuveiro. Nem louco que vou com ela — pensei — e me ajeitei pra continuar dormindo. Nessa hora, sinto abrirem a porta do quarto e uns passos pararem perto de mim, ou pelo menos foi o que pareceu.
Sinto os passos se afastarem dessa vez, e depois de um tempo se aproximarem de novo. Presto atenção pra ouvir bem, mas sem mexer os olhos; levei um susto quando senti alguém tocar meu ombro. Quase abri os olhos de susto, mas não. Meu coração começou a bater mais forte.
> É a Maca? — me perguntei — e senti outro empurrãozinho, um pouco mais forte. –
> Sim, é a Maca, quem mais poderia ser? Mas o que você quer?

Senti uma mão tocando bem devagar minha barriga, e nada, eu nem me mexia, só se ouvia o barulho da água vindo do banheiro. Essa mão começa a descer bem devagar, mal roçando minha pele, e para na borda da minha calça, espera uns segundos e levanta; isso já estava começando a me excitar, mas queria esperar pra ver o que ela faria.

Senti a mão se apoiar de novo, mas dessa vez no meu pau, por cima da calça. Ficou parada ali, o próximo movimento foi tocar com a ponta dos dedos meu pau, que ainda estava mole, era como se ela tateasse com dois dedos, como se procurasse a grossura, ou algo do tipo.

Depois, ela pegou bem de leve e levantou, tudo isso por cima da calça; nisso, eu movo minha mão e finjo que estou coçando a perna, senti que ela tirou a mão bem rápido, no mesmo movimento, eu pego minha calça e puxo pra cima da perna, seguro a cueca, levanto um pouco e deixo meu pau um pouco pra fora; ou seja, fiquei com meio pau de fora, e fingi que ainda estava dormindo.

Agora sim, queria saber até onde a Maca iria, esperei um tempo e nada, nenhum movimento, comecei a pensar que com isso ela tinha se acovardado e não ia continuar, mas esperei mais um pouco e senti um dedo na ponta do meu pau.

> Sim – pensei, mas continuei como se nada.

Depois, sinto que com os dedos ela pega meu pau como da outra vez, mas com mais vontade, com um pouco mais de pressão também, mas solta, com essas carícias leves meu pau foi reagindo aos poucos e ficando mais duro, já estava quase pronto. Maca estava tocando meu pau.

> Tá gostando? – perguntei de surpresa.

> Ah não, a puta que pariu, não não, a puta, que piranha que eu sou – foi a primeira coisa que a Maca disse.

Ela se levantou de um pulo, segurou a cabeça e foi pra cozinha; não passaram nem trinta segundos e ela voltou.

> Não, não Raul, a puta que me pariu, não sei o que fiz, não sei o que estava fazendo.
Ela ficou parada e me encarou, com um pouco de lágrimas nos olhos e tremendo.
> Não tem nada, por que você tá assim?
> Por favor, não fala nada, por favor – ela se aproximou de mim, sentou na cama dela.
> Sério, não fala nada, não sei o que eu fiz.
> Ei, calma que não tem nada; sério, se acalma, Maria já vai sair do banheiro e se te ver assim vai perguntar o que houve.
> Ok, ok, você tem razão. Que burra que eu sou, pelo amor de Deus – disse Maca enquanto se deitava na cama dela, no mesmo instante em que se ouve o chuveiro fechando!!!

CONTINUA

7 comentários - Comendo a Maca... Minha cunhada II

Hijo de putaaa!! quede al re palo!! segui por dios!!!
Tirts +1
Nooo lo acabo de encontrar! termina de contaaaaaaaaaaaaaaaar
Ja como me hiciste reir cuando le preguntaste, t gusta?
Jaja ke hdp 🙂
hdp!!!! no podes dejar el relato ahi
segui contando