Na quarta-feira, 9 de agosto, saindo da escola, a Rosa me convidou pra casa dela pra continuar fazendo umas safadezas iguais e até mais sujas do que o que rolou na segunda-feira nas oficinas da escola. Quando chegamos na casa dela, a gente nem tinha fechado direito a porta da entrada e ela já tava começando a desabotoar minha camisa, falando: "Papai, já tava morrendo de vontade de ficar sozinha com você de novo, e olha que foi só na segunda que você me deu meu serviço completo." Na hora, agarrei ela pela nuca e comecei a beijar ela como se tivesse desejado isso a vida inteira, brincando com a língua dela enquanto ela abria minha calça pra encontrar o presente que ela tava pedindo aos berros. A gente parou de se beijar e ela se ajoelhou na minha frente, começou a lamber meu pau, a língua dela ia desde minhas bolas até a pontinha da cabeça, sem deixar nenhum lugar sem babar; devagar e suave, ela enfiava meu falo na boca dela, com um olhar safado de uma putinha no cio, e ainda mais na posição que ela tava, ajoelhada na minha frente, implorando pra eu dar minha porção de carne na bundinha dela, que tinha acabado de estrear nos prazeres do sexo. Mas naquele momento, surgiu uma pergunta meio desconfortável: Por que caralhos a mãe dela teve que chegar naquela hora? Quebrou toda a magia do que a gente tava fazendo, a gente mal tinha começado a mergulhar na piscina quente do sexo e já tomou no cu. A mãe dela é uma senhora no sentido completo da palavra, mas que sabe se cuidar e é bem provocante, tem um corpaço que, pra mim, me excita muito mais do que o da Rosa, que é filha dela e devia ter herdado alguma coisa. O problema não foi ela ter nos visto, mas sim que, quando entrou e viu a filha com meu pau na boca, a gente ficou em choque, uns segundos sem conseguir se mexer, congelados pela surpresa. E enquanto a senhora se aproximava da gente, ela disse: "Que porra é essa que vocês tão fazendo? Acham que isso aqui é hotel?" A Rosa e eu nos vestimos rápido assim que recuperamos a mobilidade no corpo. A gente queria se mandar. uma saída pra que a mãe dela não nos desse uma bronca, mas foi impossível, porque a senhora pediu pra gente sentar na sala, dizendo que tinha muito o que conversar com a gente. Já sentados, tivemos uma conversa que, como toda mãe, se preocupava se a gente tava se cuidando, que fizéssemos com calma e que sexo não era brincadeira, que se curtia, mas tinha que ser com responsabilidade. Depois da conversa, comemos e ficamos de boa, como se nada tivesse acontecido. Já começando a anoitecer, falei pra Rosa que a gente já tinha que ir, porque precisávamos passar na casa de um amigo que tava doente. Começamos a nos despedir, e quando a gente tava fechando a porta, a senhora comentou com a Rosa que ia descansar no quarto dela (a casa é de dois andares e o quarto da senhora fica em cima). Fechamos a porta e, depois de uns dez passos, falei pra Rosa que precisava ir ao banheiro mijar, tava uma urgência. Ela falou pra eu voltar na casa dela e usar o banheiro, que depois eu alcançava ela na casa do nosso amigo. Voltamos, ela abriu a porta e, enquanto a Rosa entrava, ela fechou a porta atrás de mim e começou a andar, enquanto eu subia as escadas pra entrar no banheiro. Confiante de que a mãe dela já tava deitada, comecei a abaixar o zíper da calça e a tirar o pau pra fora. Quando abri a porta do banheiro, tomei um susto: a mãe da Rosa tava sentada na privada, e meu pau totalmente exposto ficou na cara dela. Nós dois ficamos completamente gelados de susto, mas não foi isso que mais me marcou, e sim o que ela disse e fez depois, que foi o mais surpreendente. Com meu pau na frente dela, soltou uma pergunta: — E… quer que eu chupe ele ou quê? E sem me deixar responder, ela começou a acariciar meu falo com a mão, deu um beijo suave com os lábios carnudos dela, lambeu um pouco da minha haste e, assim que pôde, começou a enfiar quase toda a minha rola na boca dela. Enquanto tava dentro da boca, mexia a língua, e terminou fazendo um boquete dos mais gostosos que já recebi na vida. A vida continuou, ela lambeu e chupou de boa por uns 10 minutos. Naquele dia, a dona estava vestida com uma legging preta que grudava toda no corpo e em algumas partes até transparentava!, uma blusa branca com um decote que mostrava aqueles peitões enormes, ela tinha unhas compridas e um salto alto preto, tava muito gostosa e parecia uma verdadeira slut. Percebendo todo o cenário e vendo a dona começar a se tocar na buceta depiladinha enquanto me chupava, eu também comecei a apalpar os peitos dela. Levantei ela e comecei a beijar enquanto com as mãos a colocava de frente pra parede, comecei a puxar a legging dela até tirar completamente e deixar ela nua da cintura pra baixo, só de salto, enquanto ia subindo fui beijando e passando a língua pelas pernas lindas e bem torneadas dela até chegar na pepita dela que já tava toda molhada e comecei a passar a língua no meio. Fiquei tão focado em meter a língua na pussy dela e tocar o clitóris com a pontinha da língua que fiquei de olhos fechados, mas dava pra ouvir perfeitamente os gemidos e suspiros que ela soltava enquanto eu fazia oral e meus dedos começavam a brincar com o cu dela. De repente virei ela e, pelo tesão que já tava, comecei a lamber o cu dela e com força meti a língua no cu, ela soltou um gritinho e só senti a mão dela na minha cabeça me empurrando contra a bunda dela, falando – Mais, papai, mete mais fundo, e agora quero dentro mas é o teu cock!!!!!! E bem quente do jeito que as coisas tavam, me levantei, virei ela, beijei enquanto acariciava e apertava um dos peitos dela, ajeitei ela e coloquei uma camisinha que tava no bolso da calça (que na verdade ia usar com a Rosa), e comecei a penetrar a bucetinha encharcada dela, ela só gemia e pedia mais, mais forte, com raiva eu metia, ela tava de quatro no chão do banheiro, levantei ela e coloquei em cima do vaso com as pernas bem abertas e no ar, e assim que me acomodei, ficaram sobre meus ombros. Comecei de novo a meter no boceta dela. Teve um momento que ela estava tão excitada, dava pra dizer que estava no auge de um orgasmo. Comecei a chupar os peitos dela e, com cuidado, mas ao mesmo tempo com força, penetrei o cu dela. Ela gritou de dor e me olhou com cara de ódio enquanto eu continuava me movendo dentro da bunda dela, e isso me deixou 100% pilhado. Ela gritou: — Mete fundo, porra! Se vai me comer pelo cu, quero que rasgue tudo, quero sentir você furando meu cu com essa pica!!! Com tanta excitação, não aguentei muito e comecei a sentir um orgasmo ao mesmo tempo em que gozava. Pelos espasmos do cu dela, pelos gemidos e por como ela me arranhava, percebi que a senhora também estava tendo um orgasmo. No final, levantei e comecei a tirar a camisinha. Ela pediu pra eu dar a ela. Entreguei, pensando que ela ia procurar um lugar pra jogar fora, e foi delicioso ver ela deixar o esperma escorrer da camisinha até cair na boca dela, engolindo tudo. Depois disso, ela se jogou no meu pau, chupando ele, e quando tirou, disse: — Assim seu cacete fica limpo, papai. E aí, quando vai meter de novo? (Tudo com uma voz safada, enquanto estava ajoelhada na minha frente, acariciando meu pau e limpando os restos de esperma dos lábios com a língua.) Finalizando tudo, nós dois nos vestimos, e ela me acompanhou até a porta, onde me deu um beijo na boca e disse que não queria que demorasse muito pra repetir o que aconteceu naquela tarde. Salve, poringa boys! Esse é meu segundo relato. Desculpa ter demorado tanto pra postar, mas é que com a escola e o trampo não tinha conseguido, nem pra escrever algumas das minhas novas experiências. Espero que curtam esse relato e gostem. Prometo que nos próximos dias vou postar outra das minhas histórias. Abraço e não almidonem muito as barracas de acampamento!!
1 comentários - Quarta-feira louca e tarada!!