Olá, pessoal! Este é meu primeiro post e queria compartilhar esse relato que encontrei sem querer na net e realmente me deixou com muito tesão. Sem mais palavras, aqui vai: A gente estava na casa de campo de uns amigos. Como a Ana, a namorada de um dos amigos do meu marido, não podia ir, eu levei um DVD da série "Embrujadas" pra me distrair enquanto meu marido jogava cartas com os três amigos dele e tomavam uns drinques, como sempre. Quando a Ana ou a Maria podiam vir, eu me divertia pra caralho, mas senão era bem mais chato. Eu sou a Isa e tenho um corpo gostoso, sou loira, alta, 1,75m, peitos redondos e lindos, com uns mamilos escuros, pequenos e bem pontudos, umas pernas de matar e uma bunda meio empinada e bem firme — uma verdadeira gostosa de 29 anos. Depois de ver uns dois episódios da série, meu marido chegou bêbado que nem uma porta. Eu briguei com ele, dizendo que não devia beber tanto. Ele murmurou algo incompreensível, se jogou no sofá e, no tempo que eu levantei pra desligar a TV e tirar o DVD, já tinha apagado de vez — que porre do caralho. Fui até o quarto onde estavam Pedro, Juan e Stephen pra avisar que a gente já ia embora, pegar o dinheiro do jogo e pedir ajuda pra levar meu marido até o carro. "Claro, sem problemas", disseram. "Mas a partida ainda tá rolando e o Luís devia terminar." Já tinha acontecido antes de um deles ficar muito bêbado e alguma de nós terminar a partida de pôquer por ele. Sentei na mesa. Ele tinha apostado tudo e até pedido pra trocar uma carta. Peguei a carta e olhei as minhas — que blefe ridículo, um par de setes. "Eu mato isso", pensei. Obviamente, quando as cartas foram reveladas, não tive chance de ganhar. Meu marido tinha perdido tudo. "Você se atreve a jogar outra partida?", disse Stephen. "Que jeito", pensei, "tenho que tentar recuperar pelo menos parte do dinheiro." Peguei o dinheiro que tinha na bolsa e troquei por fichas. As cartas foram distribuídas, a coisa não tava nada mal, as apostas iam... Forte, talvez eu fosse ter sorte. Pedi uma carta segurando a respiração e lá estava a J — full de J e de 10 — fantástico. As apostas continuaram subindo até que só sobraram eu e Stephen. Ele disse: "Vou tudo". Fiquei parada pensando, não dava pra cobrir tanto dinheiro com minhas fichas. Finalmente, tirei minha aliança de casada e coloquei na mesa, dizendo: "Aceito". "Full de J e 10", falei. "Poker de 7", disse Stephen. "Porra, com os malditos 7 — que merda." Enfim, falei pro Stephen: "Você vai me devolver a aliança e depois te pago o dinheiro, certo?" "Não", disse Stephen, "nada disso." "Anda, não faz isso comigo, você sabe que o Luís vai me matar por uma coisa dessas." Ele ficou calado um instante e finalmente disse: "Vou apostar". Uma carta só, a maior ganha, o Ás como máxima. "E a aposta é?", perguntei. "Sua aliança pelo seu sutiã", respondeu com um olhar safado, Stephen. (Eu estava usando uma saia verde escura rodada que batia na coxa e uma blusa verde um pouco mais clara, fio dental e sutiã preto.) Houve um silêncio. "Você é idiota?", falei. "Como quiser", ele respondeu, levando a aliança pro bolso. "Porra, tá bem, espera, aceito." (Precisava da aliança, tinha sido uma idiota por apostá-la, e admito que a situação me deu um certo tesão — dava pra ver os olhares lascivos dele quando eu disse que aceitava.) Uns segundos depois, eu tinha perdido a aposta. Enfiei as mãos por baixo da blusa, desabotoei o sutiã, puxei as alças e, sem deixar ver nada, tirei e joguei na mesa. A blusa não era nada transparente, mas com meus peitos nus tocando o tecido, meus mamilos endureceram e marcavam claramente. Olhei pra eles, mas não estavam olhando pro meu rosto — tinham os olhos cravados nas minhas tetas. Naquele momento, percebi que estava molhada. "Tudo ou nada?", ele disse, Stephen. "Como assim?", perguntei. "De novo, a carta mais alta. A aliança e o sutiã pela sua calcinha fio dental, porque com essa saia curta que você tá usando, o que tem por baixo só pode ser um fio dental, sem dúvida." Meu coração batia a mil, a necessidade de... Recuperar o que perdi e o tesão falaram mais alto que a cabeça e a razão. Tá bom. Aceito — falei. Minha buceta ficou ainda mais molhada. Stephen jogou uma carta pra mim, eu peguei segurando a respiração, olhei devagar, um Ás! Tava salva (no máximo podiam empatar comigo). Stephen jogou a carta dele na mesa direto virada pra cima, uma Dama. Eu tinha ganhado! Olhei pros 3, sorri e naquele instante, quando ia falar "um Ás", no momento que articulei a palavra, o que saiu foi um: — Não supero. Ao mesmo tempo que larguei a carta sem virar na mesa, joguei a cadeira pra trás e me levantei, enfiei as mãos por baixo da minissaia e lentamente puxei a calcinha fio dental pra baixo. Quando me abaixei pra pegar, pude sentir o cheiro da minha buceta molhadinha. Quando me endireitei pra deixar ela em cima da mesa, eles tavam me devorando com o olhar, percorrendo meu corpo inteiro com os olhos. Eu não conseguia ver a pica deles, mas sabia que os três tavam duríssimos. Stephen foi falar algo de novo, mas dessa vez eu me adiantei, com um simples: — Vou me retirar. — Bom, vamos lá que temos que levar o Luís e colocar ele no carro — disse Stephen. Decepcionados, eles se levantaram e foram pro sofá enquanto eu pegava minha bolsa. Aí Stephen virou e veio até mim. — Toma, guarda isso — ele falou. E me deu minha calcinha, o anel e meu sutiã, ao mesmo tempo que colocou a mão na minha carta e virou ela. Viu o Ás, sorriu pra mim e, sussurrando no meu ouvido, disse: — Sabia, pela sua cara tinha certeza. Adorei que você foi tão putinha assim. E me beijou na bochecha. Eu fiquei vermelha. E guardei tudo dentro da bolsa. Saímos de casa, lá fora, apesar de ser uma noite de verão, a escuridão era quase total. Chegamos no carro. — Onde a gente coloca o Luís? — perguntaram. — Atrás — falei —, na frente, numa curva ele cai em cima de mim. Colocaram ele no banco de trás, o sem-vergonha tava tão bêbado que nem acordou um pouco. Me despedi deles dando dois beijos em cada um, e entrei no banco de trás pra apertar o cinto. Cinto de segurança no meu marido, não tava vendo quase nada porque a luz interna tava queimada. Enquanto tateava procurando a presilha do cinto, percebi que naquela posição (tava meio enfiada no carro, quase de quatro, apoiada pra alcançar o outro lado onde meu marido tava) se eles continuassem parados, se abaixassem só um pouquinho, dava pra ver perfeitamente minha buceta pelada, minha rachinha ainda molhada. Fui levar a mão na minissaia pra esticar um pouco, só por precaução, mas antes que eu chegasse, uma língua se cravou direto na minha rachinha e começou a me lamber com força a buceta toda. Tive que morder o lábio pra não gemer alto, foi uma sensação deliciosa pra caralho. Gostei tanto que nem tentei evitar, só fiquei ali, aproveitando a comida de buceta que tavam me dando. Quando a língua entrou na minha vagina, não aguentei e um gemido escapou. Olhei pro meu marido, mas ele não tava percebendo nada. Tava tão tarada que até pensei em acordar ele ou puxar a piroca dele e chupar, mas desisti porque, mesmo se conseguisse acordar, ele só ia ficar puto e, com a bebedeira que ele tava, com certeza a piroca não ia subir. Parei de pensar e me entreguei de vez ao prazer, uma vez e outra. A língua dele me dava prazer, ele era bem experiente, sabia exatamente como e quando acelerar, parar, etc. Essa língua merecia um monumento. O jeito que ele se movia, junto com a velocidade, fez eu tremer como nunca tinha tremido com nenhum outro homem. Meus fluidos vaginais enchiam a boca dele, e ele saboreava com voracidade. Meu corpo foi ficando tenso com a chegada do orgasmo, enquanto a língua dele focava no meu clitóris e me fazia delirar de prazer. Sentia cada lambida, meu corpo estremecia e pedia mais, até que, com um tremor forte e único, gozei que nem uma louca, mexendo minha buceta na boca dele. Ainda tava recuperando o fôlego depois da minha Orgasmo quando as mãos dele levantaram minha minissaia, deixando ela cair sobre minhas costas — até aquele momento ele nem tinha se preocupado em tirar ela — e um segundo depois o pau dele cravou direto na minha buceta. Entrou com muita facilidade por causa do quanto eu tava molhada e quente. O pau dele devia ser de um tamanho bom pelo jeito que eu sentia, e não consegui me segurar e falei: "Você tem um pau enorme." Como um bicho no cio, ele começou a me empurrar com tanta força que até o carro balançava de um lado pro outro. Vendo isso, ele se segurou pra não mexer tanto o carro e acordar meu marido, mas a fodida continuava rápida e forte. Ele diminuiu um pouco o ritmo pra recuperar o fôlego, e nesse instante de relaxamento, caí na real de que não sabia qual dos três era o que tava me fodendo. Não fazia ideia. Queria que fosse o Stephen — sempre gostei dele — mas não tinha como saber. E os outros dois, o que faziam? Tinham ido embora? Ainda estavam ali, parados sem fazer nada? Se masturbavam vendo o amigo me foder? Minha buceta ficou ainda mais molhada, agora dava pra sentir minha gozada escorrendo pelas minhas coxas. Ele continuava me fodendo devagar, aproveitando cada centímetro que enfiava na minha vagina, tirando o pau de novo do meu interior e metendo devagar até o fundo. Ai, meu Deus! Que tesão que tava. Abri os olhos e olhei pela janela do carro no momento em que a luz da sala de jantar da casa acendeu e vi aparecer o Pedro com uma taça na mão e, um segundo depois, o Juan também apareceu. Ah, sim, finalmente soube: quem tava me fodendo era o Stephen, e por Deus, que fodedor. Minha buceta se inundou de novo com meus fluidos, e ele, percebendo, voltou a me foder com força. Sentia os ovos dele batendo em mim, isso me esquentou ainda mais. Fechei os olhos e me deixei levar, já não me importava mais de acordar meu marido. Eu gemia sem parar. Ele respondeu dando um tapa na minha bunda e de novo me empurrou com muita força, e o carro voltou a balançar como no começo. Agora ele também parecia não se importar que meu marido pudesse acordar. Eu sentia minha buceta cheia do pau enorme dele, enquanto ele segurava minha bunda com força com as mãos e me enfiava o pau até o fundo da minha xota. Percebi que o pau dele endurecia ainda mais, ia sem dúvida gozar, e eu ia gozar junto com ele. Meu orgasmo estava muito perto, como indicavam as convulsões de prazer que eu estava tendo, e o orgasmo ia ser brutal. Senti o pau dele ficar tenso bem antes de soltar o primeiro jato de porra dentro da minha xota. Abri os olhos, esperando sentir a gozada dele enquanto meu orgasmo se aproximava. Foi quando olhei de novo para a casa, para a janela, e lá estavam Pedro, Juan e Stephen bebendo tranquilamente. Fiquei perplexa. Então quem era o cara que estava me comendo? Mas já era tarde para pensar nisso. O primeiro jato de porra dele já estava dentro da minha buceta, e o calor fez minhas unhas se cravarem no banco do carro, meu corpo inteiro tenso. Eu estava gozando entre convulsões de prazer, enquanto o pau dele continuava soltando jorros e mais jorros de porra quente dentro de mim. Minhas unhas ainda cravadas no banco do carro — nunca tinha tido um orgasmo igual. Quando todo aquele prazer acabou, fiquei parada, com o pau de um desconhecido dentro de mim, sem saber o que fazer. Então ele tirou o pau devagar da minha xota. Ao tirar, uma mistura de minha gozada e da porra dele escorria pelas minhas pernas, das coxas até os joelhos. Ele pegou o pau e bateu várias vezes na minha bunda, soltando uns últimos jorrinhos de porra sobre minha bunda nua. Depois disso, ouvi ele se afastar correndo. Saí do carro, me limpei como pude, entrei no banco do motorista, liguei o carro e fui para nossa casa. No caminho, lembrava de tudo que tinha acontecido como se tivesse passado em câmera lenta, e isso me deixou tão excitada que tive que parar para me masturbar antes de chegar em casa. Anônimo, espero seus comentários e que sejam bons, já que é meu primeiro post. Até logo!!!!!!!!!!
3 comentários - Um conto que me deixou molhada