De policial a putinha

Olá pra todo mundo, vou contar uma história de uma amiga minha. Ela é detetive da polícia, o nome dela é Susana. Ela tava trabalhando num caso já fazia vários meses sem conseguir nenhum resultado. Os chefes dela já estavam desesperados e quase cancelando a operação. Tentaram infiltrar uma série de agentes, mas sem sucesso. Durante os meses, perceberam que só as prostitutas entravam fácil no bordel que era propriedade do homem que investigavam. Não vou encher o saco com os detalhes do caso. Bom, continuando a história, os agentes responsáveis pela investigação decidiram infiltrar uma agente se passando por prostituta. Mas o método que o homem usava era desconhecido pra eles, embora soubessem onde as recrutavam. Instalaram a agente no local, e depois de um mês, nada. Do mesmo lugar, recrutaram uma puta. Os agentes aproveitaram pra interrogar a prostituta, claro, sem se apresentar como polícia. O que ela contou foi que uma série de homens se passaram por clientes e assim puderam saber como ela era boa. A oficial que tava se passando por puta logo disse que não ia participar dessa operação nessas condições, porque era casada e tinha filhos. Bom, aqui começa a parte boa. Minha amiga, depois de pensar um pouco e pra não perder os meses de investigação, se ofereceu como voluntária. Ela é, como dizer, nota 10. 25 anos, 1,68 de altura, peitos nem grandes nem pequenos, lindos lindos, cintura fina e uma bunda redonda e bem firme. Bom, ela começa a história assim. Uma vez decidido, me arrumei pra ir pro lugar onde começaria a me passar por puta. Tava usando uma minissaia de couro que eu guardava, que um ex-namorado disse que parecia mais um cinto e que quando eu vestia, ficava igual a uma puta de rua. Uma tanga que mal cobria minha buceta, uma blusa semitransparente na cor preta, bem decotado, e um sutiã (que depois tirei pra atrair mais clientes). O lugar tinha uma mulher no comando, pra quem a gente tinha que passar uma porcentagem do lucro, tipo um aluguel. Depois que fechamos o acordo, me preparei pra começar o serviço. Como a gente não sabia quem eram os homens que o criminoso (vamos chamar ele de Tato) ia mandar, eu teria que transar com todo mundo que pagasse. Já sabia os preços que as outras garotas do local cobravam, que no geral era o mesmo pra todas, ou seja, era do gosto dos clientes. Não demorou muito e apareceu meu primeiro cliente da noite: um homem careca e meio estranho. Como puta, não posso escolher os clientes, mas esse me pareceu nojento. Mas fazer o quê, tinha que ir. Me aproximei e ele perguntou quanto eu cobrava por um boquete. Falei o preço e ele pediu pra eu acompanhá-lo. Fomos pra um beco, onde pedi pra ele me pagar. Depois, me ajoelhei, abaixei o zíper da calça dele e tirei o pau dele pra fora, que não era muito grande, mas era grosso. Comecei a lamber da base, mas o cara tava com pressa, então pegou minha cabeça e enfiou tudo de uma vez na minha boca, e eu só consegui soltar um gemido. Em seguida, começou a meter na minha boca, e eu tentava não sentir nojo. Levou uns 10 minutos até eu sentir o pau dele ficar mais grosso e ele jorrar todo o leite dele na minha garganta, que eu tive que engolir pra não me afogar. Quando ele terminou, mandou eu limpar ele. Lambi e chupei até tirar a última gota. Já tinha engolido o esperma dele, um pouco a mais não ia me fazer mal. Além disso, não é bem visto uma puta cuspir a porra de um cliente. Falei pra mim mesma que já era uma puta mesmo e que não tinha sido tão ruim assim. Foi o que pensei. Esse foi meu primeiro cliente da noite. Meu segundo cliente era mais bonito que o primeiro, mais novo e de aparência melhor. Ele perguntou quanto eu cobrava por um programa completo. Falei o preço e fomos pra um motel. Paguei o quarto e entramos. Ele me pagou e pediu pra eu me despir, ele fez o mesmo. Depois de nus, ele pediu pra eu me ajoelhar e dar um boquete bem gostoso. Esse tinha um pau maior que o do outro cliente e mais grosso. Custou pra eu colocar na boca, mas consegui chupar ele. Depois de um tempo chupando, ele pediu pra eu deitar. Eu deitei com as pernas abertas, deixando minha bucetinha à disposição dele. Ele, sem pensar muito, meteu de uma vez, e eu só gemi (vale dizer que ele colocou camisinha). Ele começou a me foder. Não demorei muito pra ter meu primeiro orgasmo e pensei que era o melhor pau que eu já tinha comido. Ele sentiu meu orgasmo e continuou me fodendo até eu ter um segundo orgasmo. Nunca na vida tinha tido mais de um orgasmo. Depois de um tempo me fodendo, ele tirou o pau da minha buceta e gozou em cima de mim. Tinha porra na minha barriga, nos peitos e no rosto. Eu pensei que tinha acabado tudo. Fui pro banheiro e me lavei. Quando tava saindo, ele tirou um maço de dinheiro e perguntou quanto eu cobrava pra dar o cu. Ali meu mundo acabou. Eu nunca tinha deixado ninguém meter lá. Na hora, só consegui falar um preço meio alto pra ver se ele desistia. Ele respondeu: "Um pouco caro, mas você é uma puta muito boa", e tirou o dinheiro. Ali eu morri. Não tinha outra opção a não ser dar a virgindade do meu cu pra um desconhecido, mas não tinha jeito. Ele me pagou e me fez ficar de quatro. Cuspiu na entrada do meu cu, e eu só pensava que dessa não ia escapar. Ele colocou o pau na entrada do meu ânus e começou a meter. Eu sentia que ia morrer. Aquela coisa era enorme e tava me empalando. Já tinha o pau dele pela metade e, sem dizer nada, ele enfiou de uma vez. Aquele pau enorme todo tinha entrado no meu cu até então virgem. Eu só dei um gritinho de dor e fechei os olhos. Ele começou a me foder. Uma lágrima escorreu dos meus olhos. Doía muito, mas depois de um tempo a dor virou prazer, e eu tive dois orgasmos e um terceiro. Quando ele gozou, por eu não ter usado camisinha, senti todo o esperma dele enchendo meus intestinos, eu só gemia de prazer. Ele terminou, tirou o pau já murcho do meu cu, tomou um banho e foi embora. Eu quase não conseguia me levantar da cama de tanta dor no meu cu. Ah, pensei que ser uma puta não era tão fácil assim. O resto da noite foi bem parecido: boquetes, anais, acho que foram uns 8. Quando amanheceu, pensei que era melhor ir embora. Peguei um táxi e fui pra minha casa, pedi pra ele me deixar numa casa onde a gente fazia a pesquisa. Quando cheguei, o taxista perguntou se eu não tinha dinheiro, podia pagar em espécie. Naquela hora já estava cansada, cheguei a pensar por um momento. Falei pra mim mesma que já que estava feita uma puta, mais um não faria diferença, mas não queria mais sentir um pinto na minha boca ou na minha buceta. Então falei que ficava pra outra ocasião, e ele respondeu me dando o cartão dele e disse: "Se quiser, me liga que eu te busco ou te levo, e você me paga do jeito que quiser." Eu sorri pra ele e entrei na casa, onde tomei um banho, dormi um pouco, esperando minha segunda noite… O resto da história eu conto outro dia. Espero que tenham gostado. Comentem se gostaram do relato pra eu continuar, ou se não gostaram pra eu buscar outro melhor...

9 comentários - De policial a putinha

Excelente relato, espero la segunda parte urgente. No dejo puntos xq´ soy novato. Saludos.
fantanstico, esperando la segunda parte
😉
Quiero Leer esa segunda parte! Me gusto mucho ésta primera!!
exelente, a contar la segunda cielooooo.... 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
Muy bueno, espero la continuaciòn!!!!