vadia por um dia

Mais um relato................... Sempre tive curiosidade ou aquele tesão, como queira chamar, de experimentar a sensação de ser uma puta por um dia, de vender meu corpo pra quem pagasse mais. Quando comentei com meu namorado, ele topou na hora, disse que quando eu quisesse, era só experimentar essa sensação. Mesmo assim, nunca tinha me decidido, porque o medo de algum conhecido ou conhecida me ver sempre me fez recuar.

Nesse verão, por estar numa cidade que não era a minha, onde ninguém me conhecia, resolvi realizar essa fantasia de uma vez. Me vesti bem sexy e provocante, com uma minissaia curtíssima, sem nada por baixo, e um top preto transparente que deixava meus peitos completamente à mostra.

Acompanhada do meu namorado, fomos de carro pra zona de prostituição da cidade onde passávamos o verão. Quando desci do carro e comecei a andar pela rua, as putas que estavam lá vieram na minha direção numa atitude provocadora, querendo me expulsar. Meu namorado, que tinha estacionado na mesma rua, mas um pouco afastado, pra caso desse problema, se aproximou. Depois de explicar nossa intenção e que eu só queria realizar uma das minhas fantasias, ele resolveu o problema pagando pras putas o valor que elas cobravam de um cliente, grana que elas dividiram entre si.

Com esse problema resolvido, continuei meu passeio pela rua. Apesar da minha intenção inicial de ir com o primeiro cliente que pedisse meus serviços, os dois primeiros que apareceram eram tão nojentos, velhos e, pra piorar, meio bêbados, que de propósito pedi um valor tão absurdo que eles foram procurar outras garotas que estavam por ali.

O terceiro que se aproximou, mesmo sendo um cara baixinho e sem lá muita beleza, pelo menos estava limpo e não tava bêbado. Então, a gente chegou num acordo sobre o preço dos meus serviços e, me pegando pela mão, Braço, fomos para uma das pensões que tinha na mesma rua. Depois de pedir a chave de um quarto e da minha acompanhante pagar o valor, subimos as escadas de madeira gasta e meio na penumbra, em direção ao quarto. Entramos e, virando-me para "meu cliente", falei: "Você tira a roupa ou eu tiro". Ele respondeu que eu fosse me despindo e me deitasse na cama; assim fiz. Quando fiquei completamente nua, notei o olhar de desejo que "meu cliente" me dirigiu, que com certeza não estava acostumado a ter à disposição uma mulher como eu, com meu corpo. Me deitei na cama com as pernas entreabertas, deixando visível minha buceta já molhada pelo tesão que a sensação me causava. Ele terminou rápido de se despir e, depois de colocar uma camisinha, se jogou sobre mim ao mesmo tempo que enfiava o pau dele de uma vez, sem mais delongas; a penetração foi facilitada pela umidade que minha buceta tinha. Foi realmente decepcionante em termos de prazer sexual puro; ele gozou em duas ou três estocadas, com uma gozada pequena que praticamente não senti, só quando saiu de dentro de mim, um fio fininho de porra escapou da minha xota, e me mostrou que, apesar das aparências, "meu cliente" tinha gozado. Muito no meu papel de puta, me lavei no bidê e, depois de me vestir, saí. Na saída da pensão, a poucos metros da porta, vi o carro do meu namorado me esperando. Entrei e contei o que aconteceu, e falei que tava a fim de ir para algum hotel de categoria, onde supunha que os clientes seriam de nível mais alto e onde não teríamos o problema das outras putas. Ele ligou o carro e parou num dos melhores hotéis da cidade. Desci, depois de colocar uma torerita por cima do top, e fui para o bar, onde sentei numa mesa e pedi uma bebida. O bar não estava muito cheio naquela hora tardia, só cinco homens tomando sua, suponho, última copa, antes de ir pros seus quartos dormir. Depois de sentada e com a taça servida, entreabri a regatinha pra deixar meus peitos à mostra por baixo do top. Não demorou muito pra um dos homens presentes vir na direção da minha mesa. Tinha uns 45 ou 50 anos muito bem vividos, pelo sotaque dele ao falar espanhol meio enrolado, percebi que era alemão, alto, loiro e forte, o típico teutão. Respondi ao cumprimento dele e topei a proposta de sentar na minha mesa. Depois de um tempo conversando, ele sugeriu subir pro quarto dele pra tomar a última dose, respondi dizendo que topava, desde que ele concordasse com meu preço. Ele perguntou quanto era, falei e ele aceitou, então fomos pro elevador e subimos até o quarto dele.

Ao entrar, falei que a primeira coisa era ele me pagar. Ele foi até o armário, pegou o dinheiro do cofre que tinha lá, me pagou, e com a grana na minha bolsa, virei pra ele e fiz a pergunta de praxe: "Você se despe ou prefere que eu te despa?" Sentado numa poltrona, ele respondeu que preferia que eu me despisse primeiro, respondi que me despir era rapidinho porque eu tava com pouca roupa. Deixei cair a regatinha e a minissaia, de modo que a única coisa que ficou no meu corpo foi o top transparente. Me aproximei dele e, enquanto ele apalpava meus peitos por cima do top, devagarzinho abaixei a braguilha dele, tirei o pau dele da calça e meti na minha boca, sentindo o tamanho todo dentro dela, porque ele já tava excitado. Tirei da boca, ele se levantou e começou a se despir enquanto eu tirava o top e me deitava na cama, entreabrindo as pernas. Ele terminou de se despir e se deitou do meu lado. Começou a acariciar meu peito, depois passou a chupar meus bicos enquanto a mão dele ia pra minha buceta, enfiando um dos dedos dentro da minha xota. Depois de uns instantes, ele pediu pra eu chupar ele, me inclinei sobre o pau dele e meti de novo na boca, apertando. Seu pau entre minha língua e o céu da boca, lambendo o buraquinho da uretra dele. Ele agarrou minha cabeça, puxou e se deitou por cima de mim, enfiando o pau dentro de uma só estocada. Que diferença do meu primeiro "cliente". Ele continuou por um tempo bombando minha buceta sem gozar, enquanto as mãos dele amassavam meus peitos e a boca dele colava na minha. O orgasmo dele e o meu vieram juntos, fazendo os espasmos dos nossos corpos se misturarem.

Quando estávamos deitados na cama, ele me perguntou se fazia tempo que eu me prostituía. Quando respondi por que ele estava perguntando, ele disse que eu era uma prostituta diferente, porque normalmente as que ele tinha pego não gozavam. Mesmo que fingissem o orgasmo, dava pra perceber que não tinham. As bucetas delas, mesmo depois de terminar, estavam mais secas que a minha antes de começar. Meu orgasmo pareceu verdadeiro pra ele, e minha buceta já estava molhada antes de começar, e agora, depois de terminar, dava pra ver que eu tinha curtido.

Contei a verdade pra ele. Ele ficou meio na dúvida, como se não acreditasse direito. Insisti na minha história, ele ficou feliz e percebi que ficou mais tarado e com mais tesão do que antes. Então ele me propôs se eu queria fazer com ele algo que sempre quis realizar: ir pra praia e transar juntos até o amanhecer, deixar as ondas lamberem nossos corpos nus e acalmar o calor que o sexo ia despertar. Respondi que sim, mas que por isso não ia ser de graça, que ele teria que me pagar, e como ia ser sem limite de tempo, teria que pagar mais. Ele perguntou quanto, eu falei o valor, e ele foi até o cofre, pegou o dinheiro e me entregou.

Nos vestimos e fomos andando até a praia, que era bem perto do hotel. Quando saí, vi o carro do meu namorado estacionado a alguns metros do hotel. Passamos na frente dele, e quando já tínhamos deixado ele pra trás por alguns metros, ouvi a porta abrir e fechar. Achei que meu namorado tinha descido do carro e tava nos seguindo, o que me deu uma certa tranquilidade, porque apesar do meu "cliente" parecer uma pessoa normal, a verdade é que eu ia ficar com ele na praia, completamente sozinha e sem ninguém por perto. Quando chegamos perto da beira do mar, ele se inclinou sobre mim e, enquanto me beijava na boca, tirou minha saída de praia e a minissaia, se abaixou e começou a lamber minha buceta, enquanto eu terminava de me despir, tirando o top transparente. Ele continuou lambendo minha buceta até me fazer gozar; quando sentiu meu orgasmo, parou e começou a se despir, momento que aproveitei pra me deitar na areia. Ele terminou de se despir e ficou de pé entre minhas pernas, deixando o olhar percorrer meu corpo nu, completamente exposto e à mercê dele. Enquanto ele me olhava, eu também olhei pro pau dele, completamente duro, e minha xota ficou molhada, se preparando pra penetração que não ia demorar. E foi isso: completamente nu, ele se inclinou sobre mim, me pegou no colo e me levou até a beira, onde me deitou de um jeito que a água do mar lambia minha buceta. Ele se deitou por cima de mim, se apoiando com as mãos na areia dos dois lados do meu peito, deixou o pau dele me penetrar, a boca dele se aproximou do meu peito e lambeu meus mamilos até a ereção deles ficar quase dolorosa. Explodimos juntos num orgasmo e descansamos um nos braços do outro, com a água do mar lambendo nossas bucetas juntas numa sensação incrivelmente gostosa. Ele me perguntou se queria que ele me acompanhasse em algum lugar, eu disse que não, que ele fosse, que eu ia ficar mais um pouco ali mesmo, sentindo a água do mar lamber minha buceta. Dando um último beijo na minha boca, ele se vestiu e foi embora. Fiquei lá deitada de olhos fechados, esperando o que eu sabia que não ia demorar; não tinha passado nem um minuto quando senti alguém se aproximar, parar onde eu estava e ouvi o barulho de uma pessoa se despindo. Quando senti um corpo masculino se apoiando em mim e uma rola deslizando pra dentro de mim, sem abrir os olhos, falei: "Oi, gato". "Como você sabe que sou eu?", ouvi meu namorado responder. "Porque reconheceria essa rola em qualquer momento e entre milhares". Ele me possuiu intensamente enquanto eu ia contando no ouvido dele o que tinha feito com meu cliente alemão e as sensações que tinha vivido. Nossos orgasmos nos fizeram explodir ao mesmo tempo, fundindo nossos corpos num abraço de amor e paixão.

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