Lição na buceta da minha esposa…

Antes mesmo de morar com a Fabíola, eu já sabia o quanto ela era provocante, e se fosse só isso, nem teria me incomodado em dar uma lição nela, mas além de provocante, ela é meio atrevida e bem sem-vergonha, não só no jeito de se vestir, mas também na forma de agir. Sei muito bem que isso é culpa minha por viver com uma mulher muito mais nova do que eu, já que ela ainda não fez vinte e cinco anos, enquanto eu tenho fácil mais de quarenta anos a mais que ela.

Mas sabendo no que estava me metendo, eu fiz, e como não sou bobo, tenho plena consciência de que, com certeza, ela já me traiu mais de uma vez, mas sem grandes consequências. Só que com o tempo, em vez de amadurecer um pouco, aconteceu exatamente o contrário. Nas últimas saídas para festas ou bares que fomos, ela se comportava de um jeito ainda mais provocante, pra não dizer da maneira mais puta, a ponto de eu ter que chamar a atenção dela discretamente. No começo, bastava falar baixinho, depois passei a dar um beliscãozinho numa daquelas bundas bem formadas dela, o que fazia ela perceber o que estava fazendo e cair na real rapidinho.

Mas parece que os beliscões perderam o efeito, e a Fabíola flertava com qualquer um que aparecesse na frente. Além disso, mostrava as coxas e até mais sem nenhuma vergonha. Quando não eram os peitos dela praticamente pulando pra fora da roupa, ou por causa das minissaias bem curtinhas que ela usava o tempo todo, ao se inclinar dava pra ver sem muito esforço uma boa parte daquela bunda apertada, e às vezes até a buceta dela, mal coberta por uma daquelas calcinhas caras que não passam de um fio dental.

Então chegou o dia em que me cansei do excesso de provocação e sem-vergonhice dela. Foi quando decidi dar uma lição na minha mulher. Disse que a gente ia passar o próximo fim de semana em minha fazenda, e depois de chegar, tomar banho, trocar de roupa e comer alguma coisa, quando a noite chegou, eu disse a ela que tinha uma pequena reunião com o pessoal da fazenda naquela noite. Convidei vários peões pessoalmente, todos bem jovens e fortes. Fabiola, por sua vez, ao me ouvir dizer que haveria uma reunião, sem fazer a menor ideia do que se tratava, trocou de roupa de novo, vestindo com certeza o que encontrou de mais provocante. Conforme os cinco peões foram chegando, nos reunimos no pátio em frente à casa da fazenda, onde eu tinha preparado um par de mesas com bebida e um pouco de comida. Indiquei que eles podiam se servir do que quisessem, e depois de um bom tempo, Fabiola apareceu, fazendo sua entrada espetacular, quase sem roupa como de costume, com uma minissaia bem curta, vermelha, que, comigo de pé na base da escada, sem muito esforço dava pra ver a buceta dela, mal coberta pelo tecido fino da calcinha, e uma blusa curta semitransparente que, para completar, deixava ver tanto o umbigo lindo quanto a barriga lisa e chamativa, assim como boa parte dos peitos empinados dela. Fabiola ainda estava usando uns sapatos de salto extra alto, com meias finas pretas, com certeza presas por uma cinta-liga, o que, junto com os sapatos, fazia as pernas longas e bem torneadas dela se destacarem ainda mais e ficarem ainda mais chamativas. Isso sem contar que ela deixou o cabelão castanho completamente solto, caindo sobre os ombros nus e, de vez em quando, escondendo de um jeito bem sedutor parte do rosto dela. Enfim, Fabiola, em poucas palavras, parecia uma puta cara, claro que ela mesma, com certeza, não se via como uma puta profissional. Desde que desceu as escadas, que dão a poucos passos de onde a gente estava bebendo, os peões e eu, ela chamou a atenção de todos na hora, mas mal abriu a boca e disse: "Senhores, espero que meu marido esteja tratando vocês bem", e em seguida se aproximou de mim para me dar um beijo provocante. e um beijo sedutor na boca, para depois se virar e olhar para todos os presentes de forma sensual. Os peões, por respeito, imediatamente pararam de encará-la como se fosse uma presa de caça. Discretamente, continuaram bebendo, tentando ignorar a mulherão que tinha chegado. Eu percebi que, por respeito a mim, eles mal trocavam algumas palavras com ela e já se afastavam. O que podia muito bem ferrar meu plano de dar uma lição na minha mulher. Então, em certo momento, enquanto servia uma dose forte pra ela, sabendo da pouca tolerância que ela tem com álcool, pedi pra Fabiola subir lá em casa e colocar uma música. Se quando ela chegou chamou toda a atenção dos presentes, quando ela se retirou pra colocar a música, mais de um ficou babando enquanto ela, rebolando provocante e cadenciadamente aquele rabo empinado e lindo dela, subia as escadas. Nessa hora, aproveitei pra esclarecer pros caras que, na real, Fabiola não era minha esposa, que ela dizia isso só porque a gente tava morando junto fazia apenas umas duas semanas. Falei pra eles perceberem que, assim que eu fosse dormir, em vez de me seguir, ela ia ficar com eles pra continuar dando em cima, e que provavelmente não ia descansar até transar com cada um deles. Na cara de todos eles, vi uma certa descrença, alguns até levaram na brincadeira, achando que era piada minha. Mas poucos minutos depois que a música começou a tocar, Fabiola voltou, ainda mais maquiada e perfumada do que quando tinha ido colocar a música. Pra garantir e não levantar suspeitas, fiquei um tempão bebendo e curtindo com todo mundo, enquanto Fabiola não só dava em cima de todos abertamente, como continuava bebendo. Então, depois que dei uns apertões naquele rabo empinado dela, ela continuou agindo como se nada tivesse acontecido, ou pior, como se eu não existisse. Decidi deixar que o que ia acontecer, acontecesse, então no começo, discretamente falei pra Fabiola que a gente ia se retirar pro nosso quarto, mas ela pareceu não ter me ouvido, então levantando um pouco a voz, repeti, e ela continuou agindo de forma provocante, como se não tivesse me escutado, até que um dos peões avisou que eu tava falando com ela. Ela se virou, me olhou dos pés à cabeça, sorriu e disse na frente de todos os convidados: "não se preocupa, meu amor, que eu te alcanço daqui a pouco". E depois disso, virou as costas, continuou conversando e dando mole abertamente pros caras do lado, como se eu tivesse deixado de existir. Eu, como se aquilo não fosse problema meu, me retirei e, enquanto subia as escadas, comecei a sentir um sentimento estranho e doentio, porque só de pensar que, com certeza, Fabiola ia acabar dando pra algum dos peões, e mesmo que tenha sido difícil aceitar, comecei a me sentir meio excitado, mas dizendo pra mim mesmo que aquilo ia passar. Entrei em casa, mas em vez de ir dormir, fiquei na sala observando minha mulher por uma das janelonas, sem que ela ou qualquer peão percebesse minha presença, porque deixei as luzes da sala apagadas e ninguém conseguia me ver, enquanto eu via claramente tudo que rolava lá fora. Enquanto Fabiola continuava bebendo e dando mole pra todo mundo, comecei a imaginar o que ia acontecer. Fabiola seguiu bebendo e flertando abertamente com todos, até que aos poucos os caras foram ganhando confiança, e vários deles chamaram ela pra dançar, e conforme ela dançava com um e outro, a ousadia deles foi crescendo. Do meu ponto de observação, vi claramente como alguns dos que dançavam com ela começaram a acariciar o corpo dela, sem que ela oferecesse a menor resistência, aliás, ela ria de um jeito bem sem vergonha, o que, ao contrário do que eu pensava, continuou me deixando ainda mais excitado. excitado. Só um dos peões fazia algum comentário no ouvido dele. Aos poucos, a coisa foi ficando cada vez mais quente, já que, sem vergonha nenhuma, Fabiola continuava bebendo e agindo na frente de todos de forma cada vez mais provocante, sensual e safada, era como se ela os desafiasse a agir, o que por um bom tempo eles pareciam não entender. Em dado momento, Fabiola pegou uma das salsichas que estavam numa das mesas de madeira, e não com a intenção de comê-la, mas sim brincando com ela entre os dedos, enfiando quase toda na boca, sem morder. Foi nessa hora que alguns deles perceberam quais eram as reais intenções da minha mulher. Um dos peões mais novos, enquanto dançava agarradinho com ela, e eu comecei a sentir uma ereção daquelas, levantou a frente da saia de Fabiola descaradamente, enfiou a mão rapidinho dentro da calcinha dela, e pelo que vi, ele deve ter agarrado a buceta depilada dela. Por um instante, até pensei que Fabiola fosse dar um tapa nele ou pelo menos um empurrão, ou algo assim, mas que nada, simplesmente enquanto o cara fazia isso, ela começou a beijá-lo desesperadamente, até que, na frente de todo mundo, Fabiola pegou na mão dele e o levou até um dos bancos de madeira que tem naquele lugar, onde obrigou o peão novo a sentar. Depois, sem vergonha nenhuma, ela mesma tirou a calcinha na frente de todos, e depois que ele se sentou, ela com as próprias mãos puxou o pau duro do peão, e como se não se importasse que os outros vissem, abriu as pernas, levantou a saia e sentou, deixando a rola penetrar ela, enquanto começava a mexer a cintura devagar e de um jeito sensual. Naquela hora, em vez de sentir raiva ou ficar incomodado com o que Fabiola fazia, e do jeito que ela fazia, Sem vergonha nenhuma. Fiquei extremamente excitado, faltou pouco para eu começar a me masturbar ali mesmo. Para o espanto de todos, enquanto ela mexia o corpo, também tirou a blusinha que estava usando. Na hora, ele deve ter dito algo, porque ela parou e, enquanto se levantava, dava pra ver claramente a cock do peão saindo da buceta depilada dela. Fabiola se levantou e na hora se inclinou levemente sobre uma das mesas de madeira, cheias de comida e bebida, e o mesmo jovem continuou penetrando ela, enquanto o resto do grupo bebia e comemorava o que tinha acontecido. Depois de um tempo, ele claramente gozou, e quando se separaram, Fabiola pegou uma mangueira numa mão e um copo na outra. Abriu a torneira, deu um bom gole no que estava bebendo, colocou a ponta da mangueira dentro da buceta e, depois de alguns minutos, tirou. Sem o menor pingo de vergonha. Depois disso, Fabiola arrancou a saia vermelha curta, ficando nua na frente de todo mundo, só com as meias pretas e a cinta-liga vermelha e preta que as segurava. Todos a rodearam na hora, e alguns começaram a discutir sobre quem seria o próximo a transar com a puta do chefe, se referindo à Fabiola. Como estavam todos amontoados em volta dela, morrendo de curiosidade pra ver o que minha mulher ia fazer, decidi descer pro quintal sem chamar atenção. Enquanto isso, Fabiola andava sugestivamente entre eles, até que um dos peões, sem perder tempo com discussão, pegou ela pela cintura, puxou contra o corpo e a tirou do grupo. Quase na hora, ele baixou as calças, mostrando pra ela a cock grossa e dura, enquanto ficava de pé no meio do quintal. Ela se pendurou no pescoço dele com os braços e prendeu as duas pernas nele, ficando praticamente pendurada, enquanto ele começava a penetrá-la, diante da vista surpresa dos outros presentes. Por um bom tempo o casal ficou de pé, até que finalmente os dois foram ao chão, devagar, onde ele continuou metendo e tirando o pau da buceta dela, enquanto Fabiola continuava rebolando até que com certeza ela gozou e ele tirou o pau ainda jorrando porra. Quase na mesma hora, Fabiola pegou outro gole de novo, e do mesmo jeito que fez da primeira vez, se abaixou, pegou a ponta da mangueira depois de abrir a torneira e se dedicou a lavar a buceta toda, enfiando quase completamente a ponta da mangueira, na frente dos outros presentes. Até que um par deles se aproximou e, depois de tirar as calças, ao mesmo tempo foram pra cima dela, no mesmo chão encharcado pela água que Fabiola tinha usado, e enquanto um, com um pouco de dificuldade, enfiou no cu dela, o outro fez o mesmo na buceta. Nunca pensei que fosse ver Fabiola transando com dois caras ao mesmo tempo, mas fiquei mais surpreso quando ela mesma fez sinal pra um terceiro, que babava por ela, e assim que ele chegou perto do grupo, a própria Fabiola pegou o pau daquele cara e levou até a boca dela. Os peões passaram o resto da noite se esfregando na Fabiola por todos os lados, enquanto ela já estava tão excitada que dava pra ouvir claramente ela pedindo mais e mais forte, fosse na buceta ou no cu, ela já estava tão, tão bêbada que no final mal se mexia. Quando começou a amanhecer, os peões largaram minha mulher, no meio do quintal, completamente nua, desacordada e cheia de porra por todo lado. Fabiola foi acordando da bebedeira que tinha pegado, perto das três da tarde, eu estava de pé na frente dela na hora que ela acordou, e ao perceber o estado em que estava, e com certeza lembrando de tudo que tinha feito, ela Ela começou a chorar, mas eu a parei na hora, dizendo: "Não estranhe se você age e se comporta como uma puta, ser tratada como uma puta." Fabiola ficou em silêncio, então continuei: "Se você quer voltar pra cidade comigo, vai tomar um banho caprichado, porque a gente parte em duas horas."

Depois que ela tomou banho, por quase uma hora, ainda nua, veio puxar conversa comigo, pedindo desculpas e dizendo que me entendia, que eu não queria vê-la mais. Deixei Fabiola continuar se desculpando e se confessando. Até que eu perguntei como ela tinha se sentido quando estava rodeada por todos aqueles caras.

No começo ela quase não falou nada, mas quando insisti pra ela contar como se sentiu, Fabiola, aos poucos, não só começou a dizer como se sentiu, mas também a descrever, do ponto de vista dela, tudo o que aconteceu. Enquanto eu a ouvia, não vou negar que fui ficando excitado, a ponto de, quando ela, com mais confiança, continuou narrando tudo, eu pulei em cima dela. Na cama, abri suas lindas pernas e, sem tirar a roupa nem perder tempo, só tirei minha rola da calça e enfiei no cu dela.

Fabiola no começo reclamou um pouco, mas logo tava gemendo de prazer como uma louca, enquanto continuava me dizendo o quanto tinha adorado a porrada de rolas que enfiaram nela. Hoje em dia, ela ainda mora comigo, mas tô mais que convencido de que o que nos mantém juntos é o jeito dela ser tão, tão puta. Adoro ouvi-la quando conta como um cara qualquer transou com ela e o quanto ela curtiu, enquanto eu tô metendo, seja naquele cu gostoso ou naquela buceta deliciosa.

6 comentários - Lição na buceta da minha esposa…

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