Quando acordou no dia seguinte, hesitou. Será que tinha sonhado? Mas a ardência na sua buceta gritava que não. Que realmente tinham comido ela como uma puta, sem nenhum respeito. Que cara ela ia fazer agora quando cruzasse com o Damião? O marido foi trabalhar como sempre, e ela ficou matutando sobre o que tinha acontecido. Ninguém precisava saber, e se não se repetisse, ninguém ia descobrir. Mas ela não tava disposta a largar esse macho até não conseguir espremer ele por completo. Sentia que ainda tinha muito pra dar pra uma mulher como ela. O problema era como conseguir isso sem levantar suspeitas. Por um momento, ficou preocupada. Mas depois de vários dias sem nada acontecer, se acalmou. Não cruzou com o Damião em momento nenhum. Numa tarde qualquer, deitou um pouco e, no meio da tarde, decidiu nadar um tempo. O marido só voltaria à noite. Se trocou, pegou uma toalha e foi pra piscina. Quando chegou, a surpresa foi enorme. Lá, apoiado na borda, com a água no pescoço, estava o Damião. — Oi, Miriam, a água tá maravilhosa. — Mas o que você tá fazendo? — disse assustada — Maturou que alguém pode te ver. — Miriam, seu marido só volta tarde e nenhum vizinho tem como ver o que rola aqui. Se você parar de gritar, ninguém vai saber, e se você chegar mais perto, tenho uma coisa pra você — falou com os olhos brilhando. — Sua cara de pau vai acabar nos prejudicando. Não contei nada sobre a outra noite pra não dar uma tragédia, mas nem sonha que isso vai virar rotina. — Vamos, Miriam. Você não contou nada porque curtiu igual uma puta. E não vai contar nada disso porque te garanto que você vai curtir ainda mais do que naquela noite. Hoje a gente tem mais tempo, e se eu puder ver seu corpo, te juro que fico mais tesudo. Vou fazer umas coisas em você que nem imagina — disse baixando a voz. Miriam hesitou. O marido não voltaria e, de verdade, os vizinhos não podiam ver nada. Ela se aproximou da borda e fez menção de entrar. — Não, assim não — disse Damião, parando ela. — Como assim não? — perguntou. Tira a malha, quero te ver pelada igual a mim, ele disse enquanto, debaixo d'água, batia uma pra sua vara. A surpresa deixou ela paralisada. O animal estava nu e esperando pra comer ela. Devagar, enquanto a buceta dela começava a ficar molhada, ela tirou a malha e entrou na água. — Mas que corpo dos sonhos que você tem, vem aqui, ou melhor, eu vou até você, ele disse, nadando até a escada onde ela estava. Agarrou ela pela cintura e puxou pro corpo dele. Ela sentiu a pica do macho entrar entre as pernas dela, enquanto ele beijava ela. As mãos dele percorreram os peitos dela, que tinham os bicos duros por causa do frio da água, mas também pela situação. Miriam se deixou levar. Se beijaram com paixão, como se realmente houvesse amor entre eles. Nada mais longe da realidade, o que tinha era pura química animal. Miriam foi recuando devagar até sentar no degrau e abriu as pernas. Com elas, envolveu a bunda do Damian, provocando ele a meter. — Nossa, você é uma puta mesmo, nunca imaginei, ele disse, olhando nos olhos dela enquanto a cabeça da pica dele abria caminho na buceta dela. — Sou sua puta, só isso, e vê se fala menos e come mais, viado, disse uma Miriam totalmente fora de si e irreconhecível. — Você não sabe com quem se meteu, disse Damian enquanto avançava e empalava ela de uma vez só, deixando ela sem ar. — Devagar, bruto, vai me machucar. — Não vou te machucar, vou te partir no meio, puta barata, ele disse enquanto pegava as pernas dela e colocava nos ombros dele, fazendo ela cair pra trás no próximo degrau. Nessa posição, ela sentiu que aquela pica destruía ela. Era muito grande, mas ela não queria gritar pra vizinhança não ouvir. Mordeu os lábios enquanto olhava os olhos brilhantes daquele garanhão que tava possuindo ela por completo. Ficaram um tempão transando. A buceta dela se adaptou àquela ferramenta descomunal e, incrivelmente, conseguia abrigar ela toda. O rosto do macho foi ficando endurecendo, sinal inequívoco do grau de excitação que ele tinha e de como estava perto de gozar. — Me dá tudo, tudo — disse ela acariciando o cabelo dele, e ele acelerou os movimentos, enfiando até o fundo, ficou tenso, parou de respirar, os olhos escureceram e um jato de porra inundou ela. Depois do primeiro, Damião foi relaxando, enquanto Miriam embarcava no voo do orgasmo, jogando a cabeça para trás, com os dentes apertados para não gritar, e enquanto umas lágrimas escapavam dos olhos dela diante do intenso prazer. Ficaram ali, um sobre o outro, ofegando como peixes para recuperar o fôlego. — Foi fantástico, não me diga — disse por fim Damião, sentando ao lado dela. — Sim, é maravilhoso, mas isso não pode se repetir sempre porque vamos acabar nos descobrindo. — Não se preocupa que o corno do teu marido nunca vai saber, ele é um idiota. — Não insulta ele, que é uma boa pessoa. Isso não tem nada a ver com ele. — Não, tens razão, tem a ver com como tu gostas da minha pica dentro de ti, puta, mas sabe de uma coisa, a minha pica também gosta de se esvaziar na tua buceta, pra tu saber — disse enquanto beijava ela suavemente nos lábios. — Bom, mas agora cresce. Eu vou tomar banho e não quero que ninguém nos descubra — e dando um beijo rápido, saiu da piscina, vestiu o biquíni e entrou em casa. Entrou no banheiro, abriu o chuveiro e ficou um bom tempo debaixo da água quente. Pensava no que tinha acontecido e se excitou de novo. Não podia ser que aquele guri a deixasse o dia inteiro à beira do orgasmo, e sem perceber, se masturbou rapidamente, alcançando um orgasmo barulhento. Quando correu o box, se deparou surpresamente com Damião, nu, de pau duro e sentado no vaso. — Puxa, como tu é puta. Não basta eu, ainda te alivias na punheta — disse ele sorrindo. — Cresce e sai daqui! — conseguiu dizer, mas em segundos o jovem estava em cima dela, acariciando intimamente e descontrolando ela de novo... Fez ela se ajoelhar na frente do vaso e começou a percorrer as costas dela com as mãos, apalpar os peitos dela e enfiar os dedos na buceta dela. Em dado momento, pegou um pote de creme no armário e começou a passar no cu dela, enfiando um dos dedos lá dentro. — O que você tá fazendo? — perguntou Miriam, assustada. — Fica tranquila que você vai se divertir pra caralho — disse Damian, enquanto lentamente já eram dois dedos entrando no rabo dela. — Nem sonha, nunca fiz isso por aí — ela resistiu. — Não me diz que é virgem que eu fico mais tesudo, putinha. Que momento melhor e que pau melhor do que esse pra te arrombar bem o cu? — ele sussurrava no ouvido dela, continuando o serviço. Miriam perdeu a noção do tempo e do espaço, as sensações se acumulavam no corpo dela sem parar, e ela já tinha se entregado completamente ao dominador dela. Parecia que ela era uma menininha e ele, um adulto, do jeito que ela se deixava fazer. Depois de um tempo, quando o cu dela já estava bem lubrificado e receptivo, Damian se acomodou atrás dela e encostou a cabeça do monstro dele na portinha do rabo dela. — Vamos devagar pra não doer — ele disse enquanto empurrava e a cabeça do pau dele separava lentamente o esfíncter dela. — Devagar, por favor, devagar — ela suplicava, aguentando a dor. Quando a cabeça passou pelo esfíncter, ela não conseguiu evitar um gemido. Damian ficou parado, deixando ela se acostumar com a vara enfiada. Nessa hora, ouviram a porta da rua abrir. O susto de Miriam fez ela querer parar tudo, mas Damian segurou ela, obrigou ela a ficar quieta e ao mesmo tempo enfiou metade do pau dele no cu dela, enquanto tapava a boca dela. A mulher, ao se sentir empalada, não pôde fazer nada. — Querida! — chamou o marido dela. — Cadê você? — Vai, responde — sussurrou Damian. — Tô no banheiro, meu amor! — Ela ouviu passos se aproximando da porta do banheiro. — Tá se sentindo mal? — perguntou o marido solícito. — Não, meu amor, tô só um pouco presa, nada demais. mas. - Sempre te falo pra comer mais verduras, disse o marido dela, repreendendo-a.
Damian aproveitou o diálogo e empurrou um pouco mais, enfiando três quartos da pica dele, enquanto sussurrava "cê nem sabe o pepino que tá comendo".
- Sim, meu amor, o que cê precisa?
- Nada, tive uns minutos livres e resolvi passar pra te ver. Cê não entrou na piscina?
- Na verdade, enfiaram em você na piscina, disse Damian no ouvido dela, e agora vai tudo, falou empurrando e colando o corpo no da mulher, que na situação só podia receber a ferramenta sem reclamar, embora tenha gemido de desespero.
- Cê tá bem? Perguntou o marido de novo, te ouvi gemer.
- Tô, já tô melhor, tudo tá se normalizando. Já fui na piscina, vim tomar banho e deu vontade de ir ao banheiro.
- Tá doendo muito? Perguntou Roberto.
- Não, já não, pensei que ia ser pior, respondeu ela, enquanto Damian sorria safado e começava a bombar devagar.
Miriam se agarrava nas pernas do macho e cravava as unhas pra ele ficar quieto, mas aquilo, em vez de pará-lo, dava mais gás nas investidas.
- Bom, meu amor, vou indo, a gente se vê, e boa sorte.
- 20 centímetros de sorte você tem dentro, disse Damian no ouvido da mulher, quase do tamanho dos chifres desse idiota, enquanto acelerava o ritmo na penetração.
- Tchau, meu amor, a gente se vê.
A porta se fechou com chave e a casa ficou em silêncio.
- Beleza, puta, agora vou encher teu cu com meu gozo, e você vai ser minha pra sempre. Nunca vai esquecer quem te desvirginou essa bunda linda que cê tem. Aguenta que vou com tudo, disse ele enquanto acelerava as estocadas e a mulher teve que se apoiar na parede pra aguentar.
- Devagar, devagar, que eu tô gozandoooooo, ai meu Deus, tô gozando, animal, tô gozando.
- E olha como eu gozo, puta de merda, dizia ele enquanto se esvaziava por completo dentro dela. Continuou empurrando por vários minutos enquanto os jatos de porra subiam. pelo masturbador e floresciam dentro da bunda dela. - Me mata! Chega!, implorou Miriam, mas teve que aguentar o macho terminar de esvaziar completamente os ovos dentro dela. Finalmente, tudo tinha acabado. Quando a pica do Damião amoleceu um pouco, ele tirou, deixando à vista um buraco espetacular. - Então, te abri bem, puta. Sabe de uma coisa? Pode dar uma alegria pro seu marido entregando a bunda. Com a piroca que ele tem, não vai te fazer mal nenhum, com certeza. A fôrma que usamos te deixou preparada pra qualquer coisa, dizia Damião enquanto ria. - Você é um animal. Meu marido não nos descobriu por acaso. - Você gozou como uma puta, não nega. - Não, não nego. Você me faz gozar pra caralho, mas isso não pode continuar. Vamos nos perder. - Agora você vai lavar ela pra mim, vamos, puta, disse ele se aproximando da pia. Ela pegou a pica nas mãos e ensaboou e enxaguou com verdadeiro amor. - Sabe de uma coisa? Você me esvaziou quase por completo, e mesmo assim eu gostaria que você me masturbasse um pouco, pra ver o que acontece, disse ele, e Miriam, sem responder e colocando a mão na massa, obedeceu. Ali na frente do espelho do banheiro, aquela mulher nua sacudindo aquela pica era uma imagem muito excitante, e a juventude do Damião jogava a favor, por isso não foi estranho que depois de alguns minutos o monstro levantasse a cabeça de novo. Miriam sentia como ele ia endurecendo na mão dela e a excitação dela crescia. Inconscientemente, a outra mão dela procurou o buraco entre as pernas e começou a se acariciar. - Você gosta de se masturbar, puta? - Sim, gosto. - E você gosta de sacudir ela pra mim? Você gosta da minha pica? Já viu outra igual a essa? - Gosto de te acariciar, e não, nunca vi nada parecido, disse ela acelerando a masturbação dos dois. Damião pegou ela pela mão e tirou do banheiro, levando pro quarto de casal. Uma vez lá, sentou na cama. - Agora você vai chupar ela, enquanto eu vejo você se masturbar, puta, disse ele. Miriam se abaixou e, pegando a pica com a boca, continuou. metendo os dedos na buceta dela. - Que vista gostosa eu tenho daqui. Tô adorando pra caralho. Sabe, por muito tempo eu via você passando na rua e pensava "essa sim é uma dona de casa de respeito. Nunca vou conseguir nem tocar nela". E olha só, não só te toquei. Hoje te comi na sua piscina, enchi você com meu leite, depois te enrabiei a centímetros do seu marido e te vacinei de novo, e agora enquanto você se masturba, vai tomar o pouco de leite que me resta, quando daqui a pouco eu gozar na sua boca. A gente se engana com as pessoas. Já saí com muitas mulheres, mas nunca encontrei uma puta como você. Você é insaciável. Você gostaria que a gente fizesse uma festinha com algum dos meus amigos? Te garanto que todos têm mais ou menos o mesmo tamanho que eu, e tem um que tem uma pica realmente grande. Seria um sonho ver você sendo penetrada ao mesmo tempo por todos os buracos. Você gostaria? Só de pensar nisso, ela acelerou as carícias e os dedos já entravam e saíam da vagina dela com uma velocidade incrível. Ela, numa orgia com vários jovens, era mais do que tinha sonhado na vida. Sem perceber, começou a gozar, enfiando os dedos até o fundo, e soltando a pica para poder gritar à vontade. - Quer festa, puta? Topa? - Sim, o que você quiser, o que você quiser, dizia Miriam enquanto completava o orgasmo. - Bom, agora continua que falta um pouquinho pra mim, ele disse enquanto batia de leve na cabeça dela. Miriam voltou a pegar a vara e chupar com prazer, enquanto a outra mão massageava as bolas do macho. Damian se deitou na cama, fechando os olhos e se deixando levar pelo prazer que sentia. Em uns dois minutos, estava quase lá. - Agora engole tudo que vou gozar, ele disse, e Miriam engoliu tudo que pôde enquanto Damian começava a tremer e fazia um esforço visível para gozar. Foram apenas dois jatos que saíram daquela pica exausta, mas foi suficiente para satisfazer a chupadora em que Miriam tinha se transformado. Ela tinha sido totalmente corrompida. Enquanto engolia o Semen se assustou com o que tinha provocado nela mesma ao se imaginar empalada por vários homens ao mesmo tempo. Não podia ser tão puta. Não podia. Tinha que se controlar. O casamento dela estava indo por água abaixo. O marido não ia tolerar essa promiscuidade. Mas que sensação gostosa de domínio que daria satisfazer vários caras ao mesmo tempo. Ela seria toda uma mulher se aproveitando dos homens. E a ideia ficou martelando na cabeça dela.
Quando no sábado seguinte, na sessão de sexo de sempre com o marido, ela pegou o pau dele e apontou pro próprio cu, Roberto não acreditou. Ele enlouqueceu. Meteu fundo no cu dela, enquanto Miriam pedia pra ir devagar e fingia que tava doendo pra caralho, quando na real mal sentia, e quando ele gozou dentro do cu dela, a lembrança fez com que ela também gozasse como não acontecia há muito tempo com o marido. Novidade é um puta afrodisíaco. Mas essa história não termina aqui.
Damian aproveitou o diálogo e empurrou um pouco mais, enfiando três quartos da pica dele, enquanto sussurrava "cê nem sabe o pepino que tá comendo".
- Sim, meu amor, o que cê precisa?
- Nada, tive uns minutos livres e resolvi passar pra te ver. Cê não entrou na piscina?
- Na verdade, enfiaram em você na piscina, disse Damian no ouvido dela, e agora vai tudo, falou empurrando e colando o corpo no da mulher, que na situação só podia receber a ferramenta sem reclamar, embora tenha gemido de desespero.
- Cê tá bem? Perguntou o marido de novo, te ouvi gemer.
- Tô, já tô melhor, tudo tá se normalizando. Já fui na piscina, vim tomar banho e deu vontade de ir ao banheiro.
- Tá doendo muito? Perguntou Roberto.
- Não, já não, pensei que ia ser pior, respondeu ela, enquanto Damian sorria safado e começava a bombar devagar.
Miriam se agarrava nas pernas do macho e cravava as unhas pra ele ficar quieto, mas aquilo, em vez de pará-lo, dava mais gás nas investidas.
- Bom, meu amor, vou indo, a gente se vê, e boa sorte.
- 20 centímetros de sorte você tem dentro, disse Damian no ouvido da mulher, quase do tamanho dos chifres desse idiota, enquanto acelerava o ritmo na penetração.
- Tchau, meu amor, a gente se vê.
A porta se fechou com chave e a casa ficou em silêncio.
- Beleza, puta, agora vou encher teu cu com meu gozo, e você vai ser minha pra sempre. Nunca vai esquecer quem te desvirginou essa bunda linda que cê tem. Aguenta que vou com tudo, disse ele enquanto acelerava as estocadas e a mulher teve que se apoiar na parede pra aguentar.
- Devagar, devagar, que eu tô gozandoooooo, ai meu Deus, tô gozando, animal, tô gozando.
- E olha como eu gozo, puta de merda, dizia ele enquanto se esvaziava por completo dentro dela. Continuou empurrando por vários minutos enquanto os jatos de porra subiam. pelo masturbador e floresciam dentro da bunda dela. - Me mata! Chega!, implorou Miriam, mas teve que aguentar o macho terminar de esvaziar completamente os ovos dentro dela. Finalmente, tudo tinha acabado. Quando a pica do Damião amoleceu um pouco, ele tirou, deixando à vista um buraco espetacular. - Então, te abri bem, puta. Sabe de uma coisa? Pode dar uma alegria pro seu marido entregando a bunda. Com a piroca que ele tem, não vai te fazer mal nenhum, com certeza. A fôrma que usamos te deixou preparada pra qualquer coisa, dizia Damião enquanto ria. - Você é um animal. Meu marido não nos descobriu por acaso. - Você gozou como uma puta, não nega. - Não, não nego. Você me faz gozar pra caralho, mas isso não pode continuar. Vamos nos perder. - Agora você vai lavar ela pra mim, vamos, puta, disse ele se aproximando da pia. Ela pegou a pica nas mãos e ensaboou e enxaguou com verdadeiro amor. - Sabe de uma coisa? Você me esvaziou quase por completo, e mesmo assim eu gostaria que você me masturbasse um pouco, pra ver o que acontece, disse ele, e Miriam, sem responder e colocando a mão na massa, obedeceu. Ali na frente do espelho do banheiro, aquela mulher nua sacudindo aquela pica era uma imagem muito excitante, e a juventude do Damião jogava a favor, por isso não foi estranho que depois de alguns minutos o monstro levantasse a cabeça de novo. Miriam sentia como ele ia endurecendo na mão dela e a excitação dela crescia. Inconscientemente, a outra mão dela procurou o buraco entre as pernas e começou a se acariciar. - Você gosta de se masturbar, puta? - Sim, gosto. - E você gosta de sacudir ela pra mim? Você gosta da minha pica? Já viu outra igual a essa? - Gosto de te acariciar, e não, nunca vi nada parecido, disse ela acelerando a masturbação dos dois. Damião pegou ela pela mão e tirou do banheiro, levando pro quarto de casal. Uma vez lá, sentou na cama. - Agora você vai chupar ela, enquanto eu vejo você se masturbar, puta, disse ele. Miriam se abaixou e, pegando a pica com a boca, continuou. metendo os dedos na buceta dela. - Que vista gostosa eu tenho daqui. Tô adorando pra caralho. Sabe, por muito tempo eu via você passando na rua e pensava "essa sim é uma dona de casa de respeito. Nunca vou conseguir nem tocar nela". E olha só, não só te toquei. Hoje te comi na sua piscina, enchi você com meu leite, depois te enrabiei a centímetros do seu marido e te vacinei de novo, e agora enquanto você se masturba, vai tomar o pouco de leite que me resta, quando daqui a pouco eu gozar na sua boca. A gente se engana com as pessoas. Já saí com muitas mulheres, mas nunca encontrei uma puta como você. Você é insaciável. Você gostaria que a gente fizesse uma festinha com algum dos meus amigos? Te garanto que todos têm mais ou menos o mesmo tamanho que eu, e tem um que tem uma pica realmente grande. Seria um sonho ver você sendo penetrada ao mesmo tempo por todos os buracos. Você gostaria? Só de pensar nisso, ela acelerou as carícias e os dedos já entravam e saíam da vagina dela com uma velocidade incrível. Ela, numa orgia com vários jovens, era mais do que tinha sonhado na vida. Sem perceber, começou a gozar, enfiando os dedos até o fundo, e soltando a pica para poder gritar à vontade. - Quer festa, puta? Topa? - Sim, o que você quiser, o que você quiser, dizia Miriam enquanto completava o orgasmo. - Bom, agora continua que falta um pouquinho pra mim, ele disse enquanto batia de leve na cabeça dela. Miriam voltou a pegar a vara e chupar com prazer, enquanto a outra mão massageava as bolas do macho. Damian se deitou na cama, fechando os olhos e se deixando levar pelo prazer que sentia. Em uns dois minutos, estava quase lá. - Agora engole tudo que vou gozar, ele disse, e Miriam engoliu tudo que pôde enquanto Damian começava a tremer e fazia um esforço visível para gozar. Foram apenas dois jatos que saíram daquela pica exausta, mas foi suficiente para satisfazer a chupadora em que Miriam tinha se transformado. Ela tinha sido totalmente corrompida. Enquanto engolia o Semen se assustou com o que tinha provocado nela mesma ao se imaginar empalada por vários homens ao mesmo tempo. Não podia ser tão puta. Não podia. Tinha que se controlar. O casamento dela estava indo por água abaixo. O marido não ia tolerar essa promiscuidade. Mas que sensação gostosa de domínio que daria satisfazer vários caras ao mesmo tempo. Ela seria toda uma mulher se aproveitando dos homens. E a ideia ficou martelando na cabeça dela.
Quando no sábado seguinte, na sessão de sexo de sempre com o marido, ela pegou o pau dele e apontou pro próprio cu, Roberto não acreditou. Ele enlouqueceu. Meteu fundo no cu dela, enquanto Miriam pedia pra ir devagar e fingia que tava doendo pra caralho, quando na real mal sentia, e quando ele gozou dentro do cu dela, a lembrança fez com que ela também gozasse como não acontecia há muito tempo com o marido. Novidade é um puta afrodisíaco. Mas essa história não termina aqui.
8 comentários - O vizinho pervertido (2ª parte)