Organizar preñada y puta acabo con su matrimonio III

- Me masturba, isso, toca no meu pau... Sua mãozinha delicada entrou em contato com o bastão fino. Ele estava duro e úmido pela cabeça. A palma da mão esquerda passou por cima dos pelos que rodeavam o pênis, como uma carícia, e ela começou a esfregar devagar, relaxadamente, puxando a pele para baixo, com os olhos fixos na tela. Sabia que seu marido estava olhando alguns assentos à sua direita. Gus já tinha enfiado a mão dentro da calça e estava se tocando ao ver como sua mulher masturbava outro homem. Realmente, as sensações eram diferentes dos clubes que tinham visitado. - Ahhh… Ahhh… Que mãos você tem… Ummm… Mais rápido… - pedia ele em sussurros ofegantes. - Sim, sim… Ela acelerou as sacudidas segurando pela cabeça. A mãozinha esquerda deslizou até as bolas, apertando-as suavemente com a palma. - Você gosta assim? – perguntou ela, esforçando-se para mexer bem o pau e massagear bem as bolas. - Você faz muito bem…. Ummm… Continua… Continua… Me beija pelo pescoço… Apertando suas bolas e mexendo seu pau num ritmo constante, ela começou a beijar seu pescoço enquanto o garoto permanecia atento à tela. Gus a observava de seu assento. O garoto a mantinha aconchegada contra ele, ele via como sua esposa beijava seu pescoço e observava o movimento incessante do braço direito, embora não conseguisse ver a masturbação em si. As bolas ela agarrava e as mexia em círculos, segurando firme o pau, puxando com vontade, sem parar um segundo, dando beijinhos em seu pescoço. - Você gosta? – insistia ela. Mas não obteve mais resposta. Afastou o rosto de seu pescoço e viu que ele soltava suspiros contínuos, franzindo e desfranzindo a testa. Sentiu os jatos em suas mãos, sentiu como ele derramava para os lados. Foi desacelerando até parar, mantendo o pau segura, sentindo o esperma pelos nós dos dedos. Ainda acariciava suas bolas. - Você gozou, não foi? - Sim, você tem um lenço para me limpar? - Sim, espera. Ele depositou o pau na barriga dela e o rapaz tirou o braço dos ombros dela. Nazaret se endireitou e pôde olhar para o marido enquanto vasculhava a bolsa. Tirou um lenço de papel e se inclinou para ele para secar o pau, batendo nele devagar com o lenço, depois limpou as manchas da mão. O rapaz subiu a cueca e colocou a calça. - Valeu, tia, tenho que ir. - Já vai embora? - Já passou a tesão. Bom, tchau. Ele se levantou e foi embora, saindo da sala. Eles ficaram sozinhos de novo na fileira, separados por alguns assentos. Sua esposa tinha acabado de fazer uma punheta em um desconhecido. Ele tinha tirado a mão do pau para não gozar, porque estava muito excitado. Nazaret também estava muito excitada, pela primeira vez tinha vivido uma experiência mórbida e fascinante, pela primeira vez eles tinham ultrapassado os limites da fantasia. Aquele lugar era para coisas assim, um rápido toque, uns amassos, uma punheta e até a próxima, sem compromissos e amarras. Sim, havia o risco de contrair algum tipo de doença sexualmente transmissível, mas às vezes a luxúria era muito mais poderosa do que a prudência e resultava em impulsos incontroláveis. Ela ainda tinha a sensação na mão de ter segurado o pau. Ela colocou a mão debaixo do suéter e tocou a calcinha, estava molhada de ter gozado. Seu marido e ela sorriram, entenderam por gestos que tudo tinha sido muito excitante. Outro homem entrou na fileira pelo lado de Gus. Uma cena ao ar livre estava sendo reproduzida e a iluminação da tela permitiu que vissem seu físico. Ele devia ter uns quarenta e cinco anos ou mais, era baixinho e gordinho, com a cabeça pontuda e o cabelo curto, com bigode, parecia um caipira com a camisa xadrez desabotoada até a metade, mostrando os pelos do peito, e uma calça azul marinho de tecido bem grosso, com sapatos pretos e meias brancas. Tinha toda a cara de ser um putanheiro. Ele parou ao chegar perto de Gus. - Deixa eu passar" – ele disse num tom desdenhoso. Gus afastou as pernas para deixá-lo passar. O homem exalava uma mistura de suor e álcool. Sentou-se ao lado de Nazaret, logo à sua direita. Só restava um assento vazio entre o cara e Gus. Nazaret, ereta no assento, olhou para ele de soslaio. Viu sua pele branca e os pelos do peito que escapavam pela camisa, uns pelos negros e densos, muito encaracolados. Também percebeu seu cheiro masculino nauseante. – Oi – cumprimentou ela. – O casaco está atrapalhando? – Não. Ele manteve os olhos na tela, ereto no assento, até que cinco minutos depois, diante de uma sequência interminável de gemidos vindos do filme, desabotoou o cinto. Nazaret ouviu o zíper sendo baixado e, poucos instantes depois, os puxões e estalidos chegaram aos seus ouvidos. Gus viu que ele estava se masturbando ao lado de sua mulher, atento à tela. O cara era repulsivo em todos os sentidos, pelo físico atarracado, seu cheiro ruim e o rosto taciturno, mas Nazaret estava muito excitada por ele estar se masturbando ao seu lado, e mais do que o físico, era a situação que a deixava com tesão. Ela o ouvia respirar com certa fadiga. Olhou para ele novamente, disfarçadamente, mas o cara virou a cabeça em sua direção. – "Tá olhando o que, sua puta?" – perguntou com má educação, diminuindo os movimentos. – Nada, desculpe. – Quer pegar nele? Hein? – Me desculpe, não quis incomodar. O tipo levantou o braço esquerdo e, rudemente, colocou a mão em sua nuca, por cima do cabelo, baixando um pouco sua cabeça em direção às suas pernas.

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