Meu primeiro post, espero que gostem

Recomendo vocês me seguirem, vou continuar com posts assim, tchau!! Sim, ela me contou. Vou te falar, ela não curtia muito, pra não dizer que odiava sexo oral. Bom, mentira, ela gostava que eu chupasse a buceta dela, mas não gostava de chupar um pau. E olha que eram palavras dela, porque eu tinha vergonha de falar assim. No máximo, eu dizia "faz com a boca" ou "chupa meu pau". Ver, ela via sim, e ficava com muito tesão vendo nos filmes, mas fazer ela mesma, nem pensar. Nem fodendo. Bom, vamos ao que interessa. O caso é que ela me contou. Me contou tudo. Tinha acontecido, ela conheceu ele num almoço de empresa… besteira. O negócio é que ela tava apaixonadinha, completamente entregue. Uma noite depois de transar, ou melhor, de foder como animais, eles começaram a conversar. Eu imagino ela deitada do lado dele, os lençóis bagunçados, com as pernas ainda meio abertas e a cabeça apoiada no peito dele. Do jeito que ficava comigo depois de uma boa foda. Naturalmente, completamente nua. Com aquelas tetonas enormes espalhadas. E aí o assunto surgiu. Claro, suponho que ele puxou a conversa. Depois de foder uma mina, não me passa pela cabeça ficar falando do que ela faz ou deixa de fazer com o namorado. Bom, segundo ela, ele ficou muito insistente. Sim, ficava enchendo o saco pra ela chupar o pau dele. Ela respondeu que não curtia, que não gostava, mas ele rebateu: "Se você chupa o pau dele, por que não o meu também? Eu também quero foder sua boca. Além disso, não é justo. Eu chupei sua buceta até você gritar de prazer. E você não faz nada." Resumindo, parece que a "discussão" foi mais ou menos assim. Suponho que entre argumentos e uns amassos no lugar certo, ele convenceu ela. E a minha queridíssima namorada partiu pra ação. Pois é… ela nem sabia como começar a me contar. Eu tava alucinado. Não é normal sua namorada te contar, sentada num bar, como ela chupa o pau do amante. Sim, te falar na lata como ela mama o rabo do cara. com quem está te botando chifre. Isso sim, tudo muito civilizado e sem se desgrenhar. E começou. Ela abaixou um pouco a cara. Acho que de vergonha. Então imagina… (Isso, ainda tinha que imaginar e colocar imagens) depois de fazer (eu supunha que passaram a noite inteira transando), aí o assunto surgiu e ela me convenceu. (Eu não tinha pedido explicações, mas ela, sei lá por que, quis me contar com todos os detalhes). Me virei, e… Ele ficou deitado. Tinha a cabeça no travesseiro e eu me virei e fiquei entre as pernas dele. Como se a gente fizesse um 69, mas ele não fazia nada em mim. Bom, sim, me tocava um pouco a bunda, acariciava… De vez em quando enfiava a mão entre minhas pernas e passava a mão na minha bucetinha… ou enfiava um ou dois dedos e brincava um pouco com eles… E eu enquanto isso, batia uma pra ele… Primeiro um pouco com a mão. Não estava dura de todo. Dava beijinhos ao redor ou na barriga… Depois fechei os olhos e fui pra dentro. Você sabe que me dá um pouco de nojo, mas já que estava decidida, fui em frente. Como faço com você. Sei lá, pensei que ia ser diferente, mas não, era mais ou menos a mesma coisa que com você. O toque da cabecinha dele, o gosto parecido… bom, o formato era diferente, claro. Já te falei que ele tem menor que o seu. Bem menor, mas mais gordinho. E os ovos são enormes… muito peludos. Não tem pelo em lugar nenhum, quase nem nas pernas, mas que juba ele tem ali… Me chamou a atenção. É a primeira vez que fiquei com um tão perto do rosto. Se já tinha visto, claro, e tocado algumas vezes, mas tão de perto não tinha visto. Achei engraçado o formato dos ovos dele. Assim tão gordos, tão redondinhos… E falei pra ele. Ele sorriu. Lambe eles, ele disse. Isso com você nunca fiz, eu sei, mas fiz. Passei a língua várias vezes. Abri um pouco as pernas dele e lambi eles inteiros. Enquanto isso, batia uma pra ele, bem devagarzinho. Depois nada, subi de novo por todo o "pau" e enfiei a cabecinha dele na boca de novo. Eu beijava, lambia ele como ele pedia. Ouvia ele gemer. Achava engraçado. Naquele momento, me perguntei que cara ele teria e fui me virando. Gostei de ver como ele respirava, como ofegava quando eu colocava ele na boca e acariciava a cabecinha com a língua. Depois comecei a lamber tudo por baixo. Você gosta? Tô fazendo bem? Hummm sim… ele dizia ofegante… Me animei. Abri as pernas dele e me coloquei no meio. Olhava as caras que ele fazia. Começava por baixo, pelos joelhos. Ia subindo e beijando e lambendo as coxas dele até chegar naquela área, onde começa a sacola dos ovos. Acariciava eles com a ponta dos dedos, beijava, lambia. Parava uns segundos e depois ia subindo com a língua pelo pau dele sem tirar os olhos até chegar na cabecinha. Deixava a língua ali um tempinho e depois metia ele na boca. Que gemidos. Que suspiros. Fazia ele tremer e se contorcer inteiro. Tô fazendo bem? Hummm sim… ele disse de novo. Sério? Porra, sim, você faz maravilhosamente bem… Se você não fazia isso pra mim, e mal tinha prática, ele dizia que eu tinha “instinto”… que parecia uma expert. Subi esfregando meu corpo inteiro contra o pau dele. Tava duríssimo e eu tava morrendo de vontade de foder com ele. Ficamos nos beijando de língua um pouco e montei de pernas abertas em cima dele. Mas ele não deixou eu cavalgar. Continua, ele dizia, tô gostando muito… você faz melhor que uma profissional… Achei engraçado a parte da profissional. Você é minha putinha, ele disse… Me fez rir e eu gostei. E brincava com o pau dele. Olha… sua putinha vai pegar seu pau… sua putinha morre de vontade de ser fodida por você… e ele entrava na brincadeira… Vai, putinha, me toca aqui, ou traz esses peitos que vou chupar eles… até que não sei como me deu na telha de falar pra ele. Te excita me chamar assim? Se você gosta, se te excita me chamar de putinha e tal… Ele fez cara de surpresa… (Eu também tava fazendo naquele momento. Nunca na vida tinha feito ou dito nada parecido) e ele disse que sim. Bem, ele não disse nada, balançou a cabeça… E eu falei: faz isso… me chama assim… sou sua… E… não sei… eu tinha pedido pra ele, sim, mas nunca tinha feito algo parecido… Era a primeira vez… O negócio é que entre gemidos ele falou algo tipo *vai, sua puta*, *chupa esse pau agora mesmo*… Foi… não sei como explicar… foi como se tivesse virado uma chave. Fiquei a mil por hora. Tava com um tesão do caralho. Voltei a ficar como antes. Adorava ouvir ele gemer. E, principalmente, adorava ouvir ele falar putaria. Sabia que ele tava gozando. *Vai, sua puta, chupa meu pau*… *Come tudo, rabuda*… O negócio é que pra fazer melhor, eu virei ele. Desci da cama e fiquei de joelhos no tapete. Ele com as pernas penduradas pra fora da cama e aquilo tudo ali, pronto pra mim. E eu pensei: *agora é minha vez, vou fazer você ver estrelas*. Com as mãos, eu acariciava as coxas e a bunda dele. E com a boca, você já sabe. Lambia ele inteiro. Tudo. Da pontinha da cabecinha até as bolas. Que gemido. Uma loucura. O corpo todo tremia. Adorava ver ele assim, me excitava sozinha. Mas o que mais me deixava a mil eram as putarias que ele falava. Eu pedia de novo, até implorava. *Me fode, por favor, me fode. Você não quer foder sua puta? Tô com um tesão danado… sou uma rabuda, preciso que me foda*… Cada vez eu falava mais putaria. *Me come… tô com a buceta em chamas… me usa… Sou sua*… E ele nada. *Se tá com tesão, bate uma. Vai, se toca, sua puta. Toca sua buceta. Quero ver você se tocar, puta*. Fiquei meio com vergonha, mas fiz. *Agora toca seus peitos. Isso. Agora se abaixa e continua chupando meu pau, sua rabuda*. Com uma mão eu tocava ele, com a outra, me tocava, e com os lábios, beijava o pau dele. O negócio é que depois de um tempinho ele disse que íamos trocar de posição. Me sentou na cama. Ele ficou na minha frente e colocou o pau na altura da minha boca. Começou a meter na minha boca como se tivesse me comendo, bem como falam nos filmes pornô, como se tivesse fodendo minha boca. a boca. Às vezes ele segurava minha cabeça. E me forçava a enfiar ela inteira na boca. Quase me sufocando. Toma, Promíscua, engole a pica. Outras vezes me fazia lamber ela igual antes. E ficava falando sem parar, entre gemidos, se toca, vagabunda, quero que você goze como uma porca enquanto me chupa. Eu fazia. Tava com um tesão do caralho. Não parava de me tocar, mesmo sem ele mandar. Deixava ele fazer de tudo comigo. Deixava ele, de vez em quando, empurrar até enfiar ela inteira. Até fazia cócegas no meu nariz com os pelinhos. Fiquei assim um tempão. Lambendo tudo, chupando a pica dele, as bolas... parando uns segundos quando ele mandava pra esfregar a pica nos meus peitos. Tava no limite. Não parava. Fazia tudo que me vinha na cabeça. Ou me deixava levar. Enfiava a pica dele na boca e acariciava a bunda dele com a outra mão... Obedecendo, me tocando e tocando nele onde e como ele pedia... e o que eu mais gostava era ouvir ele gemir igual um louco. Eu era a putinha dele e fazia o que ele queria. E cada vez sentia ela mais e mais dura dentro da minha boca. Sério, duríssima. Até mordia ela. Sem exagerar, claro. Enfiava a cabecinha inteira e mordia de leve o tronco. Tô gostando, ele dizia, como você é boa, sua safada... quem foi que te ensinou... pra quem diz que não gosta de chupar pica, olha como você manda bem... Eu sabia que, estando tão dura assim, ele não ia demorar pra gozar e falei pra ele. Além disso... já tava sentindo um gosto de porra. Por favor, quando for gozar me avisa... não quero que da primeira vez você goze dentro da minha boca. Ele balançou a cabeça que sim. Sei que meio contrariado. E começou a ofegar que nem um bicho. De repente, se afastou bruscamente de mim. E segurou a pica. Não deixou eu terminar. Sabia o que ele ia fazer e pensei, bom, é só questão de meio minuto. Fechei os olhos e esperei. Foi alucinante. Nunca te vi gozar assim. Ele ofegava... gemia... mais que gemer, eram gritos. Vou gozar, sua puta. E aquilo começou a jorrar. Olha, senti batendo no meu rosto. Um jato. Quente. Viscoso. Grosso. Com um cheiro fortíssimo. Aí, enquanto sentia escorrendo, bem, na verdade escorria, notei o segundo jato. O terceiro… E depois todos os outros nos peitos. Deixou minhas tetas todas meladas. Entre o que escorria do meu rosto e o que ele jogou ali, minhas tetas ficaram todas ensopadas. Quando acabou, ele estava exausto. Eu queria ter gozado também, mas sei lá. Não consegui. Fiquei meio alucinada. Que gozada que o cara deu. A sensação de sentir aquilo quente escorrendo pelo meu corpo foi muito curiosa. Por um lado, gostosa. O calorzinho e tal. Por outro, super estranha. Viscoso. Com aquele cheiro… mas não me desagradou tanto quanto eu esperava, não foi tão terrível. Abri os olhos e me vi no espelho. Meu Deus, você não imagina como eu fiquei. Me impressionou. Você nunca gozou assim. Tá, é verdade que nunca deixei você fazer isso, mas fiquei chocada ao ver tudo que estava em cima das minhas tetas. Tá, dessa vez você escapou, eu pensei, mas na próxima vez que você chupar a pica dele, se prepara, que você vai engolir tudo isso e talvez mais. Depois, nada. Ele foi pro chuveiro e eu pra banheira. E só, bom, sim, ele entrou no banheiro e disse: "Nem se mexe… você está linda. Me deixa?" Ele disse, mostrando o celular. Não sabia o que fazer e não falei nada. "Tá, faz." E deixei ele tirar umas fotos. Agora quem não sabia o que fazer nem o que dizer era eu. Ela tinha acabado de me contar como tinha chupado a pica de outro cara. Como tinha me traído e eu ali, parado, sem falar nada. Paguei as cervejas e fomos embora. Levantamos e, de mãos na cintura, fomos pra casa. Em estado de choque. Mal lembro do que conversamos no caminho. Eu estava completamente K.O. Sei que ela não parou de falar coisas. E de vez em quando, me lembrava daquilo: que ela se entregava de verdade. Sim, de verdade. Ela estava muito viciada… E claro… eu tinha que entender. Sim, entender, devia ser minha obrigação compreender que minha namorada gostava de foder com outro mais do que comigo, e tinha que entender que ela estava tão obcecada pelo outro, que não só tinha deixado ele meter o pau na boca dela e gozar em cima dela enquanto a chamava de puta aos berros, mas também se deixava foder como qualquer vagabunda e, se surgisse a oportunidade, já que eu tinha aberto o caminho e o pau dele, por ser menor, entrava melhor, então também deixava ele comer o cu dela. Resumindo, ela não se privava de nada... E você fica tranquilo, ela me dizia. Logo passa essa fissura... porque ela me amava loucamente e o outro era só uma fissura... Logo ele ia cansar. E eu, feito um idiota, completamente besta, concordava com tudo. Ela saiu pra jantar com ele. Naquela noite, ele não ia só foder ela de novo. Ia transformá-la na putinha dele outra vez. E ela ia adorar voltar a ser isso. Tanto que não ia colocar limite nenhum. Ela não me disse, mas eu sabia. Na verdade, ela não só não tinha colocado calcinha, ia jantar sem nada por baixo, como também, pela primeira vez na vida, tinha depilado a buceta inteira, só porque ele pediu. Olhei de lado pra ela enquanto esperava. Os olhos dela brilhavam. Ela estava linda. Não consegui evitar imaginá-la com aquela carinha cheia de porra. Maduro é aquele que chega. Escondido, da esquina. Vi ela entrar no carro.

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