Oi meus amores, aqui trago o quinto capítulo dos meus contos, espero que vocês gostem e que desperte tantas sensações gostosas quanto em mim, se receber críticas boas, claro que vai ter mais!!
Capítulo V "A garagem
Louca e Hiedra estavam de férias. Ele tinha ido ao Detran resolver umas burocracias da venda do carro, e a tarefa dela naquela manhã era lavar o carro pra o comprador ver ele brilhando. O trampo ia ser meio chato e o calor já tava começando a apertar, então ela decidiu vestir um shortinho de algodão rosa, uma regata branca e um tênis — roupa confortável, fresquinha e que dava mais molejo. Pegou os produtos de limpeza, um balde com água fria e desceu pra garagem do prédio. Procurou o carro dela entre todos os estacionados e, quando achou, botou a mão na massa. A missão era fácil, mas não tinha como não molhar a roupa toda vez que precisava lavar alguma parte, porque, por causa da posição, tinha que se apoiar no carro. Mariano entrou na garagem, deu uma olhada e viu Hiedra lá no fundo. Chegou perto em silêncio e ficou parado a uns metros, só observando ela lavando o para-brisa, apoiada no capô, com aquela raba linda toda empinada e o short que, inevitavelmente, entrava na bunda. — Uau, gostosa, que vista bonita — ele falou, sorrindo. — Oi, Mariano, que surpresa! Como cê tá? — Bem, vim ver meu futuro carro. — Sério? Louca não me falou que era você o comprador. — Ha ha, ele é cheio de surpresas, né? Mariano é colega de trabalho do Louca, se conhecem há mó tempão. Tem 35 anos, corpo atlético, uns 1,71m de altura, cabelo escuro e curto, pele morena, educação fina e, acima de tudo, muito sedutor. A conversa tava leve e variada, entre piadas e risadas, começaram os olhares cúmplices. Ele não conseguiu evitar de olhar pros peitos dela — a regata molhada colava naqueles cones lindos de bicos duros. Ela percebeu, deu um passo pra trás e se apoiou na porta da frente do carro, abriu um pouco as pernas e, apertando a esponja contra a barriga, fez ela escorrer toda a água, molhando o short, que ficou meio transparente, deixando ver as sombras. do sexo dela, olhei safadamente e disse — Upa, me molhei… — Hera, para, podem nos ver! — Que é, não gosta do que vê? — disse ela enfiando a mão dentro do short e se acariciando a buceta — Sim, adoro, sua putinha — disse ele enquanto olhava pros lados pra garantir que ninguém tava por perto. Ele se aproximou, segurou firme na cintura dela e começou a beijá-la, ela abraçou ele e apertou o corpo contra o dela, sentindo a pressão do pau duro dele. Essa roçada excitou ela, e com uma mão ela abaixou o zíper da calça jeans, enfiou a mão e pegou o pau grosso, ainda dobrado dentro da cueca, puxou pra fora, baixou um pouco o short e com um movimento suave colocou entre as pernas dela. O calor daquele pau que pulsava e crescia a cada movimento do quadril dela fazia a buceta dela ficar mais molhada, ela podia sentir, pelo comprimento daquele pau, como o clitóris dela roçava na virilha dele enquanto a cabecinha esfregava a parte de baixo da bunda, e isso só deixava ela mais louca. Ele enfiou as mãos por baixo da camiseta dela e começou a apalpar os peitos dela, amassava com força e disse — Quero chupar seus peitos, putinha — Sim, vai fundo, gostoso, enfia tudo na boca Ela jogou a cabeça pra trás, como se entregando sem limites, ele levantou a regata deixando os peitinhos pequenos, duros e molhados dela à mercê da boca voraz dele, chupou, lambeu e mordiscou sem parar de esfregar a entreperna já molhada da Hera com todo o comprimento do pau. Depois de um instante nessa posição, ele se agachou, puxou o short pro lado, abriu os lábios vaginais molhados e começou a lamber, ela subiu uma perna no ombro dele pra dar mais abertura pra buceta faminta dela, fazendo a língua do Mariano entrar toda lá dentro. A cada lambida ele arrancava um gemido, ela olhou pra ele com carinha safada e disse — Humm, gostoso, tá com sede? — ao que ele, com a boca e o queixo todo molhado, respondeu — Que buceta gostosa, bebê, e como você gosta de ser chupada, putinha Ela pegou ele pela nuca, afundou a cara toda naquela boceta quente e se esfregando toda, chego a um orgasmo que abalou todo o seu ser. Um barulho os fez se recompor, ajeitaram as roupas e tentaram disfarçar uma conversa, olharam para a entrada e viram que Crazy se aproximava. – Ei, galera, o que tão fazendo? – Nada – disse Mariano – só vim dar uma olhada no carro e encontrei a Hiedra, aí começamos a conversar. – Tô vendo, sua braguilha aberta te entrega, ha ha ha – ele disse, soltando uma gargalhada – vamos, slut, continua com o que tava fazendo, quem sabe eu também participo. A palavra slut excitava muito a Hiedra, e o fato de o homem dela pedir pra ela ser isso era um plus a mais em tanto tesão. Fiel ao pedido, ela o empurrou contra o parachoque dianteiro do carro, começou a beijá-lo e a apalpar o cock dele por cima da calça. Depois, ela se afastou do corpo do homem, deu um passo pra trás, se inclinou deixando toda a bunda gostosa exposta, abriu a braguilha do jeans e puxou um cock duro pra fora, que começou a lamber e chupar com devoção. Crazy olhou pro Mariano e disse: – Mariano, o que cê tá esperando? Não tá vendo que essa slut tá te dando a pussy? – Tô vendo, ela é muito fogosa, a slut. – Come ela, come com força, é isso que ela quer, não é? – Sim, bebê, me dá com força, enfia toda essa sua porra em mim – dizia Hiedra sem parar de dar longas lambidas no cock duro do Crazy. Mariano se agachou e ficou na altura daquela bunda redonda, conseguiu ver que o short tava molhado e marcava bem os lábios da buceta que ele tinha beijado instantes antes. Abaixou o short, abriu os glúteos e começou com lambidinhas pequenas e delicadas na bunda, passando pela frestinha da pussy molhada dela. Hiedra começou a gemer, mexia a bunda pra Mariano chupar tudo, os dedos dele brincavam com o clitóris dela e as mãos dela com as bolas redondas do Crazy. Quando ela se sentiu bem molhada, virou a cabeça pra trás e, olhando pro Mariano, disse: – Agora, bebê, quero ele já na pussy. Mariano se levantou, abaixou um pouco a calça e puxou um cock grosso que já tava pronto. Pra entrar em ação e balançando ela de forma desafiadora, respondo:
- Você quer, sua puta?
- Sim, é uma rola linda e eu quero ela dentro de mim.
Mariano segura ela pelos quadris, brinca com a cabecinha vermelha na entrada da buceta encharcada, arrancando gemidos de prazer dela, e aos poucos vai enfiando. Hiedra curtia aquela rola que abria as dobras da buceta dela e fazia questão de mostrar pro Crazy, já que a tesão provocava ela a chupar, lamber, bater punheta e esfregar a rola dura dele como se fosse a última vez, enquanto Mariano metia e tirava a dele, dava uns tapinhas na bunda com aquele porrete de carne, enfiava de novo e comia com tanta força que ela chegou a um orgasmo desesperado, que fez as pernas dela bambear enquanto ela falava com a voz entrecortada:
- Assim, bebê, me come assim, me faz sentir puta, me come assim.
Depois que gozou, Hiedra se levantou, foi até o Crazy, levantou o pé e colocou no parachoque, pegou a rola dele e enfiou pela frente, começou a rebolando e dizendo:
- Pra você também tem amor de buceta.
Crazy comia ela com delicadeza, mas com firmeza ao mesmo tempo. Ela jogou a cabeça pra trás pra deixar ele beijar os peitos duros dela. Mariano aproveitou a posição dela e começou a beijar ela na boca, a rola dele ainda tava dura, e o roçar descuidado da ponta daquela rola na bunda dela deixou ela louca. Sem parar de beijar ele, ela pegou a rola dele, levou até a entrada da buceta e, sem se importar que a do Crazy já tava lá dentro, também enfiou. Sentir duas rolas duras fuçando a buceta faminta dela foi o máximo, literalmente um sanduíche de puta. Os corpos quentes e apertados, as mãos fortes daqueles homens por todo o corpo dela, as línguas beijando o pescoço e os peitos, os gemidos, as putarias, tudo isso se conspirou pra levar ela a um novo orgasmo, onde ela não conseguiu evitar soltar um grito que Crazy abafou com a mão pra ninguém ouvir. Mariano tirou a rola dele, que escorria os líquidos daquela maltratada mas satisfeita. Enquanto Hiedra abraçou Crazy pelo pescoço, colocou o outro pé no para-choque e ele, se ajudando com o capô, se apoiou, pegou ela pelas cintura e ela ficou completamente montada no pau dele, os movimentos eram ritmados, Mariano de trás podia ver como ela subia e descia no pau de Crazy e disse — Uau, puta, como você gosta de pau — É, ela é uma gulosa — disse Crazy — Não cansa de foder, putinha? — perguntou Mariano — Não, bebê, sou uma menina má e tarada — respondeu ela. Crazy desceu as mãos até os glúteos e, sem parar de segurá-la, abriu a bunda dela para Mariano ver, que lentamente se masturbava para manter o pau duro, e disse — Se é uma menina má, tem que ser castigada, não é, Mariano? — Sim, e eu sei como — respondeu, e Hiedra com sua melhor carinha de cúmplice perguntou — Como, garotos? O que vão fazer comigo? Mariano se aproximou da bunda aberta de Hiedra, passou a mão desde a buceta dela ocupada pelo pau de Crazy, e com os abundantes fluidos que dali emanavam, lubrificou o cu dela, apoiou a cabeça inchada e vermelha do pau dele e começou a pressionar. O pau de Mariano era grosso e tinha uns 20 cm de comprimento, cabeçuda e pele macia, o tamanho dificultava a penetração, mas quando a cabecinha já tinha entrado, Hiedra exclamou — Ai, bebê, com esse pedaço você vai me matar! — Quer que eu tire? — perguntou Mariano com um sorriso safado — Não, deixa e mete devagar, quero sentir entrando, centímetro por centímetro — respondeu com voz trêmula. Uma dor pequena mas gostosa invadiu a bunda dela, sentia aquele pau grosso abrindo caminho no cu enquanto pressionava o pau de Crazy que continuava comendo ela pela buceta. As duas picas entravam e saíam num ritmo acelerado e ela aproveitava em dobro, excitava muito saber que sozinha podia dar tanto prazer pra aqueles dois garanhões e que a qualquer momento ia receber uma descarga de porra, que não demorou. Espera. Mariano apertou os ombros dela, mordeu de leve o pescoço dela, como quem avisa que ia gozar. Ela encostou o peito no Crazy, arqueou a cintura pra abrir mais a buceta e, com a voz ofegante, disse: — Quero ela toda dentro da buceta, bebê. Essas palavras foram mágicas pro Mariano. A visão daquela buceta toda entregue e o pau gordo dele entrando e saindo à vontade fez ele explodir em jorros longos de porra que inundaram o cu inteiro, enquanto Crazy dizia: — Vai, Mariano, enche o cu dessa puta de leite. — Isso, puta, toma toda a minha porra, aqui tá, do jeito que pediu — exclamou Mariano, ofegante. — Siiiim, bebê, adoro, enche ele — disse Hiedra, enquanto com um gemido longo chegava ao quarto orgasmo do dia e, virando a cabeça, via de canto o Mariano tirando o pau devagar de dentro dela, de onde ainda escorriam gotinhas enquanto ele murchava lentamente. Ela baixou os pés do capô, tirou a regata, se abaixou, pegou o pau duro do Crazy e enfiou tudo na boca. A mistura dos sucos dela com os dele dava um gosto especial. Ela chupava e batia uma, sabendo que o leite do homem dela já tava chegando. O pau inchou um pouco mais, a cabeça ficou roxa e soltou o primeiro jorro, que espirrou na bochecha direita dela. O segundo caiu entre os peitos dela, e o terceiro ela não deixou escapar: pegou inteiro na boca. Adorava tomar a porra do homem dela, e foi isso que fez. Continuou chupando até não sair mais nada, enquanto, de cócoras, a porra que o Mariano tinha depositado dentro dela há instantes escorria da buceta aberta. Os três se levantaram, arrumaram as roupas e, rindo, comentavam sobre aquela experiência quente. De repente, eles se calaram, e Hiedra, com a cara mais safada que tinha, disse: — Bom, Mariano, como cê viu, o carro é bonito e comprar ele pode te dar muitas alegrias, né?
Contos Quentes
Capítulo V "A garagem
Louca e Hiedra estavam de férias. Ele tinha ido ao Detran resolver umas burocracias da venda do carro, e a tarefa dela naquela manhã era lavar o carro pra o comprador ver ele brilhando. O trampo ia ser meio chato e o calor já tava começando a apertar, então ela decidiu vestir um shortinho de algodão rosa, uma regata branca e um tênis — roupa confortável, fresquinha e que dava mais molejo. Pegou os produtos de limpeza, um balde com água fria e desceu pra garagem do prédio. Procurou o carro dela entre todos os estacionados e, quando achou, botou a mão na massa. A missão era fácil, mas não tinha como não molhar a roupa toda vez que precisava lavar alguma parte, porque, por causa da posição, tinha que se apoiar no carro. Mariano entrou na garagem, deu uma olhada e viu Hiedra lá no fundo. Chegou perto em silêncio e ficou parado a uns metros, só observando ela lavando o para-brisa, apoiada no capô, com aquela raba linda toda empinada e o short que, inevitavelmente, entrava na bunda. — Uau, gostosa, que vista bonita — ele falou, sorrindo. — Oi, Mariano, que surpresa! Como cê tá? — Bem, vim ver meu futuro carro. — Sério? Louca não me falou que era você o comprador. — Ha ha, ele é cheio de surpresas, né? Mariano é colega de trabalho do Louca, se conhecem há mó tempão. Tem 35 anos, corpo atlético, uns 1,71m de altura, cabelo escuro e curto, pele morena, educação fina e, acima de tudo, muito sedutor. A conversa tava leve e variada, entre piadas e risadas, começaram os olhares cúmplices. Ele não conseguiu evitar de olhar pros peitos dela — a regata molhada colava naqueles cones lindos de bicos duros. Ela percebeu, deu um passo pra trás e se apoiou na porta da frente do carro, abriu um pouco as pernas e, apertando a esponja contra a barriga, fez ela escorrer toda a água, molhando o short, que ficou meio transparente, deixando ver as sombras. do sexo dela, olhei safadamente e disse — Upa, me molhei… — Hera, para, podem nos ver! — Que é, não gosta do que vê? — disse ela enfiando a mão dentro do short e se acariciando a buceta — Sim, adoro, sua putinha — disse ele enquanto olhava pros lados pra garantir que ninguém tava por perto. Ele se aproximou, segurou firme na cintura dela e começou a beijá-la, ela abraçou ele e apertou o corpo contra o dela, sentindo a pressão do pau duro dele. Essa roçada excitou ela, e com uma mão ela abaixou o zíper da calça jeans, enfiou a mão e pegou o pau grosso, ainda dobrado dentro da cueca, puxou pra fora, baixou um pouco o short e com um movimento suave colocou entre as pernas dela. O calor daquele pau que pulsava e crescia a cada movimento do quadril dela fazia a buceta dela ficar mais molhada, ela podia sentir, pelo comprimento daquele pau, como o clitóris dela roçava na virilha dele enquanto a cabecinha esfregava a parte de baixo da bunda, e isso só deixava ela mais louca. Ele enfiou as mãos por baixo da camiseta dela e começou a apalpar os peitos dela, amassava com força e disse — Quero chupar seus peitos, putinha — Sim, vai fundo, gostoso, enfia tudo na boca Ela jogou a cabeça pra trás, como se entregando sem limites, ele levantou a regata deixando os peitinhos pequenos, duros e molhados dela à mercê da boca voraz dele, chupou, lambeu e mordiscou sem parar de esfregar a entreperna já molhada da Hera com todo o comprimento do pau. Depois de um instante nessa posição, ele se agachou, puxou o short pro lado, abriu os lábios vaginais molhados e começou a lamber, ela subiu uma perna no ombro dele pra dar mais abertura pra buceta faminta dela, fazendo a língua do Mariano entrar toda lá dentro. A cada lambida ele arrancava um gemido, ela olhou pra ele com carinha safada e disse — Humm, gostoso, tá com sede? — ao que ele, com a boca e o queixo todo molhado, respondeu — Que buceta gostosa, bebê, e como você gosta de ser chupada, putinha Ela pegou ele pela nuca, afundou a cara toda naquela boceta quente e se esfregando toda, chego a um orgasmo que abalou todo o seu ser. Um barulho os fez se recompor, ajeitaram as roupas e tentaram disfarçar uma conversa, olharam para a entrada e viram que Crazy se aproximava. – Ei, galera, o que tão fazendo? – Nada – disse Mariano – só vim dar uma olhada no carro e encontrei a Hiedra, aí começamos a conversar. – Tô vendo, sua braguilha aberta te entrega, ha ha ha – ele disse, soltando uma gargalhada – vamos, slut, continua com o que tava fazendo, quem sabe eu também participo. A palavra slut excitava muito a Hiedra, e o fato de o homem dela pedir pra ela ser isso era um plus a mais em tanto tesão. Fiel ao pedido, ela o empurrou contra o parachoque dianteiro do carro, começou a beijá-lo e a apalpar o cock dele por cima da calça. Depois, ela se afastou do corpo do homem, deu um passo pra trás, se inclinou deixando toda a bunda gostosa exposta, abriu a braguilha do jeans e puxou um cock duro pra fora, que começou a lamber e chupar com devoção. Crazy olhou pro Mariano e disse: – Mariano, o que cê tá esperando? Não tá vendo que essa slut tá te dando a pussy? – Tô vendo, ela é muito fogosa, a slut. – Come ela, come com força, é isso que ela quer, não é? – Sim, bebê, me dá com força, enfia toda essa sua porra em mim – dizia Hiedra sem parar de dar longas lambidas no cock duro do Crazy. Mariano se agachou e ficou na altura daquela bunda redonda, conseguiu ver que o short tava molhado e marcava bem os lábios da buceta que ele tinha beijado instantes antes. Abaixou o short, abriu os glúteos e começou com lambidinhas pequenas e delicadas na bunda, passando pela frestinha da pussy molhada dela. Hiedra começou a gemer, mexia a bunda pra Mariano chupar tudo, os dedos dele brincavam com o clitóris dela e as mãos dela com as bolas redondas do Crazy. Quando ela se sentiu bem molhada, virou a cabeça pra trás e, olhando pro Mariano, disse: – Agora, bebê, quero ele já na pussy. Mariano se levantou, abaixou um pouco a calça e puxou um cock grosso que já tava pronto. Pra entrar em ação e balançando ela de forma desafiadora, respondo:
- Você quer, sua puta?
- Sim, é uma rola linda e eu quero ela dentro de mim.
Mariano segura ela pelos quadris, brinca com a cabecinha vermelha na entrada da buceta encharcada, arrancando gemidos de prazer dela, e aos poucos vai enfiando. Hiedra curtia aquela rola que abria as dobras da buceta dela e fazia questão de mostrar pro Crazy, já que a tesão provocava ela a chupar, lamber, bater punheta e esfregar a rola dura dele como se fosse a última vez, enquanto Mariano metia e tirava a dele, dava uns tapinhas na bunda com aquele porrete de carne, enfiava de novo e comia com tanta força que ela chegou a um orgasmo desesperado, que fez as pernas dela bambear enquanto ela falava com a voz entrecortada:
- Assim, bebê, me come assim, me faz sentir puta, me come assim.
Depois que gozou, Hiedra se levantou, foi até o Crazy, levantou o pé e colocou no parachoque, pegou a rola dele e enfiou pela frente, começou a rebolando e dizendo:
- Pra você também tem amor de buceta.
Crazy comia ela com delicadeza, mas com firmeza ao mesmo tempo. Ela jogou a cabeça pra trás pra deixar ele beijar os peitos duros dela. Mariano aproveitou a posição dela e começou a beijar ela na boca, a rola dele ainda tava dura, e o roçar descuidado da ponta daquela rola na bunda dela deixou ela louca. Sem parar de beijar ele, ela pegou a rola dele, levou até a entrada da buceta e, sem se importar que a do Crazy já tava lá dentro, também enfiou. Sentir duas rolas duras fuçando a buceta faminta dela foi o máximo, literalmente um sanduíche de puta. Os corpos quentes e apertados, as mãos fortes daqueles homens por todo o corpo dela, as línguas beijando o pescoço e os peitos, os gemidos, as putarias, tudo isso se conspirou pra levar ela a um novo orgasmo, onde ela não conseguiu evitar soltar um grito que Crazy abafou com a mão pra ninguém ouvir. Mariano tirou a rola dele, que escorria os líquidos daquela maltratada mas satisfeita. Enquanto Hiedra abraçou Crazy pelo pescoço, colocou o outro pé no para-choque e ele, se ajudando com o capô, se apoiou, pegou ela pelas cintura e ela ficou completamente montada no pau dele, os movimentos eram ritmados, Mariano de trás podia ver como ela subia e descia no pau de Crazy e disse — Uau, puta, como você gosta de pau — É, ela é uma gulosa — disse Crazy — Não cansa de foder, putinha? — perguntou Mariano — Não, bebê, sou uma menina má e tarada — respondeu ela. Crazy desceu as mãos até os glúteos e, sem parar de segurá-la, abriu a bunda dela para Mariano ver, que lentamente se masturbava para manter o pau duro, e disse — Se é uma menina má, tem que ser castigada, não é, Mariano? — Sim, e eu sei como — respondeu, e Hiedra com sua melhor carinha de cúmplice perguntou — Como, garotos? O que vão fazer comigo? Mariano se aproximou da bunda aberta de Hiedra, passou a mão desde a buceta dela ocupada pelo pau de Crazy, e com os abundantes fluidos que dali emanavam, lubrificou o cu dela, apoiou a cabeça inchada e vermelha do pau dele e começou a pressionar. O pau de Mariano era grosso e tinha uns 20 cm de comprimento, cabeçuda e pele macia, o tamanho dificultava a penetração, mas quando a cabecinha já tinha entrado, Hiedra exclamou — Ai, bebê, com esse pedaço você vai me matar! — Quer que eu tire? — perguntou Mariano com um sorriso safado — Não, deixa e mete devagar, quero sentir entrando, centímetro por centímetro — respondeu com voz trêmula. Uma dor pequena mas gostosa invadiu a bunda dela, sentia aquele pau grosso abrindo caminho no cu enquanto pressionava o pau de Crazy que continuava comendo ela pela buceta. As duas picas entravam e saíam num ritmo acelerado e ela aproveitava em dobro, excitava muito saber que sozinha podia dar tanto prazer pra aqueles dois garanhões e que a qualquer momento ia receber uma descarga de porra, que não demorou. Espera. Mariano apertou os ombros dela, mordeu de leve o pescoço dela, como quem avisa que ia gozar. Ela encostou o peito no Crazy, arqueou a cintura pra abrir mais a buceta e, com a voz ofegante, disse: — Quero ela toda dentro da buceta, bebê. Essas palavras foram mágicas pro Mariano. A visão daquela buceta toda entregue e o pau gordo dele entrando e saindo à vontade fez ele explodir em jorros longos de porra que inundaram o cu inteiro, enquanto Crazy dizia: — Vai, Mariano, enche o cu dessa puta de leite. — Isso, puta, toma toda a minha porra, aqui tá, do jeito que pediu — exclamou Mariano, ofegante. — Siiiim, bebê, adoro, enche ele — disse Hiedra, enquanto com um gemido longo chegava ao quarto orgasmo do dia e, virando a cabeça, via de canto o Mariano tirando o pau devagar de dentro dela, de onde ainda escorriam gotinhas enquanto ele murchava lentamente. Ela baixou os pés do capô, tirou a regata, se abaixou, pegou o pau duro do Crazy e enfiou tudo na boca. A mistura dos sucos dela com os dele dava um gosto especial. Ela chupava e batia uma, sabendo que o leite do homem dela já tava chegando. O pau inchou um pouco mais, a cabeça ficou roxa e soltou o primeiro jorro, que espirrou na bochecha direita dela. O segundo caiu entre os peitos dela, e o terceiro ela não deixou escapar: pegou inteiro na boca. Adorava tomar a porra do homem dela, e foi isso que fez. Continuou chupando até não sair mais nada, enquanto, de cócoras, a porra que o Mariano tinha depositado dentro dela há instantes escorria da buceta aberta. Os três se levantaram, arrumaram as roupas e, rindo, comentavam sobre aquela experiência quente. De repente, eles se calaram, e Hiedra, com a cara mais safada que tinha, disse: — Bom, Mariano, como cê viu, o carro é bonito e comprar ele pode te dar muitas alegrias, né?
4 comentários - Contos Quentes - "A Garagem
seeee, la verdad, toda una perversa y hermosa putita!!!!