Fala aí, amigos poringa boys
,Meu nome é Alexis, tenho 26 anos e sou estudante de uma faculdade, digamos, industrial. A história que vou contar aconteceu comigo há uma semana, na época das provas. Sou um cara comum, não sou bonito, na verdade sou meio gordinho, tenho 1,80m e pareço o urso de "O Bicho Vai Pegar" (risos, podem rir de mim). Por causa dos meus atributos físicos, desde moleque tive que lapidar uma grande habilidade: remar contra a maré... ou seja, ter uma boa conversa.
A história começa no início de novembro, quando eu ia fazer a segunda prova de uma matéria cuja professora (ela é loira, olhos azuis, corpo normal de mulher na casa dos trinta e poucos, muita peita e uma bunda nem tão bonita, mas tem uns peitões de 115, e isso já bastava pra me deixar excitado) tinha um tratamento muito cordial comigo. Na real, se eu não fosse tão otário, diria que ela tava afim de mim. Nessa turma, somos seis pessoas, eu sou o único homem, o resto são tudo mulher. Aí chegou o dia da segunda prova e ela me reprovou (sinceramente, fui mais por obrigação, não fazia ideia do que precisava estudar). Nisso, a gente se levantou e eu tava saindo quando ela me chamou.
professora:
Escuta aqui, Alexis (fala meu sobrenome). Olha, se você não passar na próxima prova, vai ter que repetir a matéria. O que você vai fazer????
eu:
Ei, dona, não se preocupa, eu prometo que vou passar na sua matéria e, quando passar na prova, faço a recuperação. E se a senhora me aprovar, pago um churrasco (com uma risada no meio).
profe:
Pronto, olha só, vou pegar na sua palavra, é melhor você estudar mesmo.
eu:
sim sim, dona, não se preocupe.
me retiro e no caminho uma das minhas colegas começa a me zoar:
companheira
E aí, o que ela te falou?
eu:
Nada... que se eu não passasse, tinha que repetir a matéria, sem problema.
companheira
mas você não falou nada pra ele
eu interrompo ela-
eu:
e o que é que tu quer que eu diga pra ela???
companheira
Daleeee, parceiro, ela tá com uma vontade danada de você, não tá percebendo? Você deu uma cantada nela, porra?
eu:
Falei pra ela que se me aprovasse, pagava um churrasco pra ela e ainda aproveitava. Não é que eu não perceba, é que ela é professora e eu sou aluno. Se a jogada der errado, ela me manda pra casa, e lá em casa me mandam pra Groenlândia kkkkkkk
companheira
olha, se ela te dá tantas chances é por algum motivo... saca que pra gente ela não deu chance nenhuma.
eu:
cê tem razão, mas tenho medo de pisar na bola
companheira
Fácil, tira um palito quando estiverem você e ela, e pronto, aí você saca na hora.
No dia 30 de novembro tenho que fazer a segunda prova, vou me sair mal 🙄 muito mal, aliás, pensei que ia ter que repetir a matéria, mas quando tudo termina e minhas colegas vão embora, a professora me olha nos olhos e comenta:
professora:
Fuck you, tem mais uma chance amanhã ou não????
eu:
Bom, dona, muito obrigado. Amanhã eu venho com tudo.
Eu me enfiei nos estudos, mas já pensando em como ia encarar ela se desse tudo certo. Estudei a noite toda, dormi pouco durante o dia, até chegar a hora. Com medo, fui pra faculdade e encontrei ela me esperando — e olha que eu tinha chegado meia hora mais cedo. Ela nunca tinha aparecido assim, com uma regata decotada até o umbigo, mais ou menos. Eu... olhava pra ela, dividido entre o nervosismo e o pensamento: "loira gostosa, te mato!!!!!!" Ela se aproximou.
profe:
Alexis, tá pronto???
eu:
sim, dona, estudei um pouco.
professora:
Beleza, vamos nessa.
olho pra ela, dou risada e falo
eu:
Aonde a senhora vai me levar????
professora:
de mão dada pro jardim (enquanto ri de mim)
E aí a gente riu junto. O pior de tudo é que eu tava tão nervoso que quase não conseguia olhar nos olhos dela, e não me restava outra opção senão ficar olhando pras tetas dela. Bom, começa a prova e de vez em quando eu me fazia de besta e perguntava umas coisas, ela parava do meu lado, se abaixava e colocava as tetas a poucos centímetros dos meus olhos 🤤🤤 Terminou a prova e ela me pediu um favor:
profe:
me faz um favor, sim?
eu:
diga, dona, do que a senhora precisa?
profe:
Vai na cantina e compra uns caramelos pra mim, faz uma recarga virtual pro celular e me dá o número dela.
Eu vou comprar tudo e quando tava entrando, Profe:
Fecha a porta.
eu:
bom
Chego mais perto.
profe:
Vem cá, a prova tá mais ou menos, tu tem que se esforçar um pouco mais pra passar.
eu:
É que, dona, é a única coisa que sei. Se não, me pergunte e vejo se posso te responder.
Ali eu tava morrendo de nervoso e a cabeça do pau tava explodindo por aquele decote. A professora me perguntou sobre calor e eu comecei a desenvolver a ideia de calor e num instante
professora:
então se você tá com calor e alguém gostosa passa do teu lado, o que vai acontecer?
Olhei pra ela e me ri.
eu:
Vou dar um calorão em você, é como se você chegasse perto de mim agora.
(com tom tímido) mas com grande alívio, já mandei essa pra ela, que seja o que Deus quiser. Ela me olha, ri.
Professora:
Desculpa, como você disse?
eu:
que o calor se transfere de um corpo pro outro é como se você se aproximasse de mim agora (olhando nos olhos dela)
, ela riu, parou do lado da porta e fez sinal com a mão tipo Bruce Lee: VEM LOGO!!!!!! Eu pensei: "vou ser expulso daqui", mas já tava no jogo, então fui na fé. Cheguei perto, ficamos cara a cara, ela me olhou.
Prof:
E agora?
Sem dizer nada, beijei ela do jeito mais sensual que me veio à mente, enquanto minhas mãos percorriam suas costas desenhando figuras. Num instante, ela corta o beijo, me olha.
Professora:
Beija muito bem, seu merdinha, pena que...
Eu:
Pena que???
Prof:
Pena que você é tão lerdoooo!!!!!
Ela me beija e começa a percorrer meu corpo até que, em algum momento, toca no volume e, surpresa,
Professora:
Epa, e isso???
eu:
é a única coisa boa que Deus me deu
profe:
a ver???
Ela continua me beijando enquanto tenta abrir o zíper da minha calça com as duas mãos até conseguir e se depara com meu pau, que tem uns humildes 20 cm. Ela ficou chocada 😳 e começou a me bater uma punheta devagar e suave. Eu virei ela, enquanto ela me masturbava com uma das mãos, comecei a acariciar os peitos dela com as duas mãos e, por trás, beijava o pescoço dela, abaixo da orelha, e sussurrei:
eu:
prof, não aguento mais, quero te fazer minha já!!!!
Tradutor:
Eu também tô com tesão, vamos, te ligo daqui a 15 e a gente se vê em algum lugar.
nos vestimos e nos ajeitamos. eu peguei meu caminho, fui e deixei a bicicleta na casa de um amigo pra poder esperar ela numa praça. depois de 20 minutos ela me liga e pergunta onde eu tava, e eu falo: "nessa praça aqui". ela vem me buscar e me convida pra dirigir o carro dela.
Bom, vou responder: pra onde a gente vai?
Vamos pro hotel na saída da cidade.
Arranco pra lá e ela, enquanto me acariciava o volume, como se estivesse sedenta e meu volume fosse uma garrafa de água gelada. Chegamos no hotel, ela pediu o quarto e tinha 3 horas pra fazer o que quisesse. Quando nos mostraram o quarto, fecharam a porta e automaticamente abracei ela, comecei a beijá-la como se amasse ela a vida toda, enquanto uma das minhas mãos acariciava a parte dela por baixo da saia e com a outra eu segurava ela pelas costas. Fizemos um trajeto curto até a cama enquanto íamos tirando a roupa, chegando os dois pelados. Ela me empurrou na cama, começou a acariciar meu pau devagar. Eu tava no auge do prazer quando, num determinado momento, com a língua dela, começou a percorrer meu pau desde a base até a cabeça e, num movimento suave, enfiou a cabeça na boca e começou a chupar meu pau como se fosse um sorvete gelado. Aí eu percebi que naquela noite eu tinha que fazer ela ver o sistema solar. Eu tava curtindo e, quase no meu limite, comentei.
vem, profe, não é justo que só eu aproveite
Deitei ela, coloquei minha cabeça entre as pernas dela e comecei a beijar toda a buceta dela (pra achar o ponto que a deixava com tesão). Beijei num lugar, beijei noutro, até que num beijo sinto ela dar uma leve sacudida... dou outro beijo e acontece a mesma coisa. Apaixonadamente, começo a beijar ali, lamber e brincar com aquela parte, fazendo ela gozar em 2 minutos de um jeito que as pernas tremiam. Era incrível, me senti o cara. Continuo e faço ela gozar mais 2 vezes até ela pedir pra eu meter. Ela não aguentava mais, queria ser comida pelo meu pau. Na hora, coloco uma camisinha. Ela deitada, com uma perna pra um lado, outra pro outro, e devagarinho comecei a enfiar. Ela me agarrava forte no braço, mostrando que tava doendo... eu (me sentindo o negão de pau grande) continuei, mas devagar, tirava e na próxima enfiava um pouco mais, até que entrou tudo, sim, tudo, do jeito que Deus mandou! Na hora, ela pedia pra eu ir devagar que ainda doía. Comecei a me mexer e ela gemia no meu ouvido... naquele momento, os gemidos dela eram como um incentivo pra eu aumentar o ritmo da foda, e foi assim. Em poucos minutos, ela começou a gritar: MAIS, MAIS, MAIS!!! ME FAZ GOZAR DE NOVOOOO!!! MMMMMMMMMMMMMMM!!! Tirei o leitinho e fiz as perninhas dela tremerem de novo. Mudamos de posição e eu comi ela até gozar. Tirei, deitamos por uns segundos. Admirada, ela viu que meu pau ainda tava duro e perguntou se eu queria continuar. Respondi que sim. Ela colocou outra camisinha e sentou no meu pau. Dessa vez, entrou tudo de uma vez, e ela fez um movimento como se tivesse levado um choque elétrico e começou a cavalgar e cavalgar, e eu beijava e chupava os peitos dela até eu gozar.
eu:
quem diria que você ia gostar tanto da minha pica
professora:
Adoro, me dá mais, gostosa.
Em seguida, agarrei ela pelas nádegas e comecei a meter com tudo que eu tinha — alma, coração e vida. Com o movimento desenfreado, ela teve outro orgasmo e, logo depois disso...
eu:
aí vem, aí vem, deixa eu gozar nos seus peitos
professora:
Não, não, dá na minha boca, quero provar seus sucos.
Levantei ela, tirei a camisinha e gozei na cara dela. O primeiro jato foi direto pra dentro da boca, os outros dois nos dentes, e o quarto, mais fraco, na parte entre o queixo e o lábio inferior. Quando ela viu que não saía mais, colocou meu pau na boca e chupou, sugando como se estivesse chupando um saquinho de porra vazio pra ver se ainda tinha alguma coisa. A gente deitou, conversou um pouco, e ela pediu pra eu não contar nada. Respondi: "Pode contar comigo", e falei que esperava que isso se repetisse. Ela disse que sim, que fazia muito tempo que não tinha uma noite assim. Bom, amigos do Poringa Boys, esse foi o relato do que aconteceu comigo. Espero que tenham curtido e, o mais importante, leiam!!!! Abraços, amigos. Se acontecer outra coisa marcante, prometo contar de novo. Abraços, Alexis. Se quiserem, comentem e, se quiserem, deem pontos!!!!!!
10 comentários - A profe gostosa (valeu, barba)
buenisima su historia
si me saque un 4 el tema es que tengo que rendir el final y me dijo que para el final me agarrara
che ponete las pilas y conta bien este relato !!!!
si si es un dialecto que uso desde que hiba al secundario
hola riyoku perdon por la tardanza en responder pero con el tema de examenes quede con el cerebro atrofiado (con heggel y freud y la puta que los pario a todos) lo de doña es un dialecto como dije antes es una palabra que es de respeto pero comica ( asi lo veo yo) y lo segundo que dijiste no es extraño me estaba por explotar la chinga la tengo ahi .... no le voy a decir quiero tener sexo con vos!!!! me salio eso. espero haber podido ser claro saludos y gracias por comentar