Entrei rápido no banheiro do escritório. Queria chegar lá o mais rápido possível. A virilha parecia arder e eu tinha uma ereção que todo mundo podia notar. A Mônica era a culpada. Aquela morena gostosa de 1,75 de altura, subida nos seus lindos saltos altos pretos, com os peitos bonitos e pontudos sempre pra frente. Uma cintura bem marcada e uma saia muito curta e plissada. Ela tinha a mesa dela na frente da minha. E a putinha cruzava as pernas longas quase indecentemente na minha frente. Nunca prestei atenção no jeito dela cruzar as pernas, mas era quase uma arte a forma como ela fazia. A saia sempre ficava muito pra cima e as pernas nuas ficavam quase completamente à minha vista. Foi até uns dias atrás que notei como a mulher terrível cruzava lentamente aquela majestade de pernas e deixava ver a parte íntima dela. Ela não estava usando calcinha nenhuma. Quando vi isso, tive que esfregar os olhos várias vezes, pensando que estava enganado. Mas não. Ela abriu as pernas várias vezes e deixou assim. Lindamente aberta, com a saia bem levantada, mostrando aquela buceta lindamente depilada. Acho que no primeiro dia que vi isso, pensei que a coitada tinha esquecido de colocar a calcinha, mas depois, dia após dia, notei que era um hábito naquela mulher. Ficava extasiado com a vista e até quase babava. Não conseguia parar de olhar e de tocar no volume por cima da calça. Um dia, a linda Mônica jogou pesado. Enquanto lia um memorando e tinha as pernas bem abertas, me mostrando toda a ppk dela, ela levou a mão direita até lá e começou a esfregar. Primeiro devagar. Depois acelerou e começou a se masturbar sem piedade. Enfiou dois dedos dentro da vagina dela. Eu não conseguia parar de olhar e sentir meu pau fervendo. Depois, ela tirou os dedos e levou até o nariz. Sentiu o aroma que eu morria de vontade de sentir. Depois, colocou na boca e chupou quase disfarçadamente. Naquele dia, comecei minha jornada até o banheiro. Me masturbei duas vezes. Acho que ambas bronhas foram dedicadas completamente a ela. Agora aqui no banheiro, com meu pau na mão, penso que seria hora de ir atrás da Mônica, levantar a saia dela e saborear por completo a buceta dela. Mas na real, sou tímido. Prefiro me masturbar até quebrar e ter meu membro dolorido de tanta punheta do que enfrentar a rejeição da mulher. De repente, batem forte na porta do banheiro. É a Mônica, ela tá apressada, tento levantar minha calça e ela entra quase abruptamente. Tive sorte de subir a calça a tempo. — Desculpa — diz a morena — mas preciso evacuar líquidos — fala enquanto ri e se senta pra mijar. Sentada ali, meu volume fica evidente. — Me ver mijando te excita — pergunta a mulher — ou interrompi algo? — Bom, na verdade — falei com muita decisão — me excita essa situação e também já tava excitado por te ver toda vez que você cruza as pernas na frente da minha mesa. Ela se levantou, lavou a entreperna, e fechou a porta com o trinco. — Pois eu tô muito excitada hoje — disse e levantou a saia, me mostrando a pussy bem depilada. Pegou minha mão e levou até o sexo dela. Enfiei sem hesitar meu dedo médio até o fundo da pussy dela. Ela gemeu. — Vai fundo — gritou. Depois enfiei mais dois e ela imediatamente se molhou. Tava tão excitada quanto eu. Ela tirou minha calça e meu pau saltou. Se ajoelhou e enfiou toda minha carne na boca dela. Chupou com gosto... tinha uma boca quente e ansiosa por cock. Eu tava no paraíso. Os peitos dela logo foram vítimas das minhas carícias. De repente, os dois estavam pelados e prontos pra mais. Ela colocou o sexo dela na minha cara enquanto eu tava deitado no chão. O aroma era delicioso. Saboreei primeiro com o nariz. Depois enfiei minha língua até o fundo e sorvi por completo os sucos dela... parecia uma cachoeira... Ela gritava e gemia... a gente temia que nos ouvissem, mas távamos muito excitados. Ela beliscava os próprios mamilos enquanto meus dedos abriam o cu dela e se enfiavam na buceta molhada. orifício anal. apertava com maestria sua buceta contra minha boca... eu sabia que ela ia estourar logo... meus dedos no cu dela faziam ela gozar... ela gemia e ofegava intensamente... de repente arqueou as costas e eu senti ela vibrar... ela explodiu e eu tomei todo o néctar dela... Ela ficou de quatro e me deixou penetrar ela por trás... entrei violentamente... mas sem fazer muito esforço... uma vez dentro, fiquei imóvel por alguns segundos... ela começou a empurrar pra trás... tava doida... - me come com força... me faz doer - ela disse... e assim eu fiz... entrei e saí uma e outra vez com muita força. Ver as costas dela arqueadas, e aquele cu perfeito me deixavam louco... enquanto entrava e saía, sentia como a buceta molhada dela fazia barulhos gostosos ao ser penetrada. Tava muito molhada... sentia o cheiro da buceta dela... com vontade, enfiei meu dedo no cu dela e ela gemeu que nem uma gata... eu já tava pronto... ela se masturbava desesperada... eu esperava ela... quando notei os gemidos e a mudança de ritmo, soube que era a hora... comi ela com gosto... coloquei fúria em cada estocada e em segundos Monica tremeu forte e se sentiu morrer... eu entrei e saí... todas as vezes necessárias e então um orgasmo intenso jorrou das minhas bolas e banhei de esperma aquela buceta tão desejada... minhas bolas não paravam de esvaziar... até que finalmente... nos exaurimos... depois cada um pra sua mesa... A putinha agora traz um vibrador e se masturba na minha frente... até termos a chance de um encontro...
3 comentários - Oficina e sexo: uma vara naquela buceta
como me ponen a desear tus palabras, me caliento toda de nuevo, resuenan en todo mi ser
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