Esta é minha segunda contribuição, espero que gostem. Jackie é uma mulher muito gostosa. Quando Jackie chegou na reunião, chamou a atenção de muitos de nós. Embora não estivesse usando nada ousado, dava pra perceber que, mesmo não sendo mais uma novinha, ela tem um corpão. Quando passava, não eram poucos os que disfarçadamente viravam pra olhar, porque ela usava uma saia discreta, mas justa, que na frente desenhava um triângulo volumoso, denunciando uma buceta bem formada (e deliciosa), e atrás marcava perfeitamente o contorno das nádegas... e olha, ela tem um rabo largo e grande, delicioso, daqueles de ficar esfregando e encostando a vara o tempo todo. E o que dizer da frente: ela é bonita, com uns peitos normais, nada exagerado nem operado, mas bem no lugar, yummy e tentadores pra beliscar e chupar com força. Na verdade, ela adora isso e a gente também... mas bom, tô me desviando nos meus vícios com ela. Acontece que estávamos na reunião e de repente essa mulher aparece com o marido, um cara comum e qualquer, que chegou e já foi cumprimentar os amigos, deixando a mulherzinha sozinha, sob o olhar atento de um monte de homens tarados, que já estavam saboreando aquela bucetinha e aquele rabo yummy. Eu estava com meus amigos, Jesus, Alan, Rafael e Jorge, distraído, quando senti uma cotovelada que quase derrubou minha dose e me fez virar pra ver. Jorge e Alan já tinham detectado ela — "olha só que rabão que acabou de chegar... caralho, eu mereço mais, mas com essa bunda eu me contento. Puta merda, a mulher é gostosa pra caralho... e olha, o marido dela chegou e já foi encher o cu de cachaça com um filho da puta." — "Não, mano, ele foi pro privado jogar pôquer." — "Deve ser viado o cara, porque puta merda, eu com essa bolachinha nem vinha pra festa, tava passando o piru nela toda hora, hahahaha." E todo mundo já estava bem atento ao balanço daquela bundinha que ia e vinha. — "Ai, caralho", dizia Jesus, "dava pra dar uma boa foda a noite inteira." Eu já tinha visto ela alguma vez. Estivemos perto numa agência de seguro resolvendo um trampo e já tínhamos batido um papo enquanto a preguiçosa da atendente terminava de engolir o lanche dela e fofocar com as outras velhas antes de se dignar a nos atender. Mas nessa vez, mesmo eu estando bem interessado na carinha linda dela, ela tava toda formal e não dava abertura nenhuma pra eu chegar. Aí pensei comigo: “agora esses bois vão ver, vão ficar babando quando me verem cumprimentando ela”. A festa tava meio sem graça, meus parceiros já estavam meio bêbados falando um monte de merda, então resolvi ir pra onde ela tava, também entediada e sozinha, tomando uma piña colada. — Oi, falei, como cê tá? Ela me olhou, parece que me reconheceu e sorriu: “oi, você é o cara da agência de seguro... Pepe?” — A da agência era aquela velha preguiçosa que nos fez esperar, mas pra minha sorte, você tava do lado e eu te conheci. — hahaha, verdade, já tava morrendo de tédio... Como cê tá? — Bom... tava meio entediado lá com meus amigos, mas acho que a coisa ficou mais interessante. — Por quê? — Porque você chegou... Não viu que assim que entrou todo mundo virou pra te olhar? — hahaha... Imagina? Se nem conheço ninguém. — Mas vontade de te conhecer não falta. Olha disfarçado pro bar... Aqueles quatro caras ali são meus amigos e não tiram os olhos de você hahaha. — Nãaao, imagina? Além do mais, vim com meu marido e acho que eles não iam querer arrumar confusão. — Qual? Se seu marido já foi jogar pôquer no salão dos viciados. Percebi que ela fez uma cara de desgosto: “pois é, o vício dele”, vamos falar de outra coisa. — Ei, e ele não vai ficar bravo se eu te chamar pra dançar? — Bravo? Se ele nem liga pra mim, o grande... cabeção. E eu pensei: “nossa, gatinha, com essa bunda eu ia ligar sim... mas até deixar ela bem depiladinha”, mas só sorri. — Que otário, eu com uma mulher assim não deixava desamparada, não fosse algum desses cachorros se aproximar. — Assim? Como? E ela ficou me encarando. ...é... então, assim, gostosa como você, tão... boa. - hahaha, valeu pelo elogio, mas não se iluda, nem é tudo isso, e além do mais, sim, ele me tem bem largada de mão... e como sem querer ela se encostou um pouco mais em mim, o que fez a pica ficar dura e ela sentir o volume na barriga dela. Eu pensei "já era, quando ela sentir a pica dura vai estranhar e me mandar pra puta que pariu", mas não... ela virou pra me olhar com um brilho diferente nos olhos e me sorriu, colando mais os peitos. E eu pensei, "já fodi". Pra testar, desci um pouco mais a mão até o começo da bunda e discretamente mexi elas enquanto apertava ela mais um pouco contra mim, e ela virou de novo e me sorriu... "já era". O que eu não esperava era que a porra dos meus amigos não perdiam detalhe e rapidinho vieram do meu lado pra falar que a dança era de revezamento e que era a vez deles. Porra!!, pensei, esses caras vão assustar ela e já era, mas ela não, pelo contrário, continuava sorrindo e cada um deles abraçava ela e fazia ela rir com alguma besteira. Quando foi minha vez de novo, eu falei. - O que achou dos meus amigos? - Muito legais e gostosos todos... - Eu incluso? - Você também, claro, e me sorriu piscando um olho.. Ei, Jorge falou que iam pra outro lugar, mais divertido. - Eu nem esperava, mas entrei na onda - e o que acha? Vem? - Ah sim, a verdade é que aqui tá muito chato e eu tô com vontade de me divertir "ah, porra" pensei, então quer ação, já era - e seu marido, não vai ficar puto? - Esse... que continue gastando a grana, eu vou vazar. Vamos se quiser Fomos na caminhonete do Jorge, ela foi pra trás com o Jesus, o Alan e eu, então falei. - Vamos ficar apertados, não se importa? - Não, se quiser vou no seu colo. - Issso... disseram todos e eu, claro que sim!!! Tava com a pica bem dura de sentir aquela bunda em cima, depois ela se encostou em mim enquanto eles faziam bagunça e eu abracei ela por Por trás, comecei a acariciar a barriguinha dela e subindo até um peito. E ela me surpreendeu de novo quando disse: “aperta ele”... Uff, a puta era bem gostosa, “pensei” e claro, não perdi tempo. Amassava e apertava o peito dela enquanto ela se esfregava no meu pau e suspirava. Enquanto isso, Jesus, que estava do lado, já ia passando a mão nas pernas dela e subindo até a calcinha e me falava no ouvido: - a puta tá de liga e meia... que delícia que ela tá... Mas ela ouviu e virou pra gente com uma cara entre raiva e tesão. Depois fiquei sabendo que quando ouviu se referirem a ela como “a puta”, ela ficou super excitada e decidiu que aquela ia ser a noite dela, que fodasse tudo, que queria comer todo mundo. Mais lá, Alan esticava a mão pra pegar o outro peito dela e Jorge e Jesus na frente diziam: “porra, caralho, não gozem nela”, mas ninguém tava nem aí, eu já tinha levantado a saia dela e tava puxando a calcinha pro lado e acariciando a buceta enquanto Jesus tinha lambido o dedo e esfregava a bunda dela que se contraía com as carícias e o filho da puta do Alan tinha aberto a blusa dela e amassava os peitos com vontade. Chegamos no prédio onde divido apê com o Jorge e fomos por um corredor escuro, que Jorge e Jesus aproveitaram pra agarrar ela porque diziam que não tinham pegado nada ainda. Entramos no apê com uma sala simples, mas isso sim, com um bar cheio de garrafas. O quarto do Jorge tem uma cama king size e a iluminação era vermelha... dá pra ver que o filho da puta do Jorge é bem putanheiro, mas era ideal pros nossos planos, então fomos pra lá. Fechamos a porta e não perdemos tempo. Eu cheguei por trás e comecei a passar a mão na bunda e nos peitos dela, enquanto na frente o Alan beijava ela na boca e também amassava os peitos. Eu beijava a orelhinha dela e falei: - Agora sim, puta, quer pau? - Quero, tô com tesão, nunca fiquei com mais de um, mas agora tô com tesão e quero ser comida, quero ser usada como uma puta, pra vocês verem. O filho da puta do meu marido que não pode me deixar desleixada - Nem esquenta, gatinha, a gente vai te encher de pica até pelas orelhas, disse Jorge enquanto Jesus levantava a saia dela e começava a enfiar a mão por baixo da calcinha, esfregando a buceta dela. Alan continuava beijando ela e Jesus já tinha tirado a pica pra fora e pegou na mão dela pra ela bater uma pra ele. Ela com uma mão batia uma pra Jesus e com a outra esfregava a minha por trás, que eu já tinha tirado pra fora e tava enfiando entre as nádegas dela. Ela tava em êxtase, fechando os olhos e se deixando levar; tava realizando o que queria, que todos, desconhecidos, usassem ela sexualmente, como um objeto, num quarto desconhecido, tudo era mãos, bocas, picas só pra ela. Tava tão tesuda que com tanta esfregada na buceta do Jesus ela começou a gozar e as pernas ficaram moles. Na hora segurei ela pra não cair e falei: Isso é só o começo. - Sim, comam como quiserem. Sou a putinha de vocês, a vadia e tô com tesão. Colocamos ela de cócoras, e já tava todo mundo de pau duro. Feito uma puta, ela foi de joelhos e começou a chupar que nem bezerrinha. Ela tava encantada, tinha variedade de picas grandes, carnudas, molhadas e quentes e entravam e saíam da boca dela alternadamente, era uma puta muito safada; - Vem cá, puta, chupa nossa pica, disse Jorge, enquanto dava uns tapas na bunda dela que deixaram o rabo vermelho. “É, mostra teu talento de boqueteira e mostra essa buceta que você tá com muito tesão, puta”, completei eu. - Sim, sou uma boqueteira e adoro pica, seus filhos da puta... cheguem perto que vocês vão ver. Puta merda!! Disse Jesus quando sentiu a boca da Jackie engolindo a vara dele... essa desgraçada chupa gostoso pra caralho, puta que pariu... é uma boqueteira profissional. Quem te ensinou, mamacita? - Eu sozinha, é natural, hahahaha, além disso você tem uma pica boa. Mmmm.... E ela pegou no piru dele de novo e enfiou na boca, fazendo o filho da puta do Jesus revirar os olhos até jogou todo o catarro na boca e no rosto dela enquanto ela olhava pra ele com um sorriso de satisfação. E é que ela engolia suave e intenso, com a língua ia acariciando o pau e gozando como ele entrava devagar enquanto ela saboreava e sentia os diferentes sabores da piroca daqueles cinco putos. Ela chupou nossos ovos e enfiou na boca e sugou, percorreu o pau com a língua, até em mim deu um beijo grego... Uff, que gostoso, eu tava com o pau bem duro e já queria comer aquela bucetona tão gostosa que a gente tinha visto desde a festa. E não nos enganamos, ela era volumosa, semi-depilada e muito apetitosa. Queríamos dar prazer, queríamos comer ela por um bom tempo até que ficasse cheia de pau. Então, enquanto ela batia punheta em dois paus, chupava um, eu me levantei, fiquei por trás e enfiei de uma vez. Entrou como faca na manteiga, a buceta era bem apertadinha, mas tão quente e lubrificada que entrou como numa luva. Quando ela levou a pica, suspirou e disse "ai vei, que delícia", mas não parou de chupar pau. Dá pra ver que ela gosta do papel de boqueteira submissa, então eu dava tapas fortes na bunda e a cada tapa sentia a buceta apertando meu pau. Jorge se levantou e disse "Já, puta, para de chupar meu pau, que quero enfiar no seu cuzinho. Vai, porra, Pepe, sai daí que vou comer ela" e ela fez uma cara entre prazer e preocupação porque o Jorge, porra, não é à toa que chamam ele de cavalo. Ele tem uma pica grande e grossa. - É que você tem muito grande e vai doer. - Nem fodendo... vou te foder e bem, vou deixar teu cu bem aberto, que nem vai conseguir sentar hahaha. E eu que tava comendo ela de quatro falei. "Calma, espera" e numa enfiei no cu dela aproveitando os líquidos que saíam da buceta. Ufff, ela exclamou, não esperava e a pica doeu. - Ai, ai, espera... que dói. - Nunca te comeram no cu? — Sim, mas não assim, de repente.
— Então é melhor você se acostumar, porque o maldito Jorge vai arrancar seus olhos.
— Já tô gostando... mmmm, e continuava chupando a rola do Alan e do Rafael.
— Porra, seu Pepe, sai daí, se não sair vou enfiar em você.
— É, mano, vou quebrar sua cara... espera... e continuei bombando até ouvi-la ofegar e gozei enchendo o cu dela de porra.
— Porra, Pepe, não fode, vai me fazer gozar.
— É o lubrificante, viado...
Sai e o Jorge se ajoelhou pra enfiar aquela pica enorme. Ela só respirou fundo e ficou molinha. Aos poucos a rola ia entrando. Parecia uma cobra entrando no ninho.
— Não fode, seu gringo (a gente chama ele de gringo por ser moreno, kkkk), vai deixar ela toda frouxa e eu também quero brincar, disse o Jesus, mas foi passando por baixo dela e enfiou na buceta.
Ela gemia e sentia a vara entrando devagar no cu enquanto o Rafael metia na xotinha e apertava os peitos dela com força, até deixar os bicos vermelhos. Quando o Jorge tava na metade do caminho, enfiou de uma vez e ela deu um gritão...
“Aiii, caralhooo, filho da puta!! Doeu, tira, por favor...”
— Cala a boca, sua puta, e relaxa o cu, porque não vou tirar porra nenhuma... e começaram a bombar entre os dois enquanto o Alan, que não tinha tido muita ação, levantou e enfiou a rola na boca dela pra ela continuar chupando... “vai, cala a boca e continua chupando, puta”. E ela, submissa, continuou chupando tão gostoso que ele quase gozou na boca dela.
Depois ela me contou que ao nos ver tão tarados e violentos, ficou um pouco assustada. Até então ela sempre tinha transado com gente mais ou menos conhecida e ninguém nunca tinha feito nada que ela não quisesse, mas percebeu que dessa vez ia ser diferente, e que aqueles homens iam comer ela e fazer o que quisessem, sem se importar com o que ela dissesse, então decidiu Cooperar. Embora tivesse fantasiado em comer mais de um, na real era a primeira vez que fazia aquilo e a experiência era de humilhação total pelo jeito que estavam tratando ela, mas isso ela adorava e quando chamavam ela de puta e puta e falavam um monte de sacanagem e davam tapas na bunda dela, ela ficava super excitada que em uma hora já tinha perdido a conta de quantas vezes tinha gozado no pau de algum. Quando todos já tinham gozado na boca dela, nos peitos dela, na buceta dela ou no cu dela, Jackie continuava com tesão sem saber por quê, então deitaram e ela ficou por cima deles pra chupar até eles voltarem ao tamanho. Aí a porta abriu e entrou mais um dos meus amigos e ficou de olho arregalado ao ver uma mulher gostosa pra caralho mamando cinco filhos da puta. Ele chegou perto e começou a passar a mão na bunda dela e na buceta encharcada de porra. Ela falou que não, que seis paus era demais pra uma, mas todos começaram a reclamar... — Ah, não fode!!!, se já te demos pau entre todos... onde comem cinco comem seis, então bora, fazer as honras pro Juanito. E um deles pegou ela e fez ela deitar em cima dele pra enfiar de novo aquela vara pulsando e dura que ia entrando devagar, coisa que ela foi gostando muito porque, mesmo não sendo muito comprida, era a mais grossa e preenchia ela toda. Enquanto isso, Pepe chegou por trás e enfiou no cu dela. Mesmo estando ardendo porque Jorge tinha comido ela duas vezes por ali com o pauzão dele, isso esquentou ela de novo e ela começou a gozar que nem uma desenfreada. — Que sorte ter te encontrado na festa, Jackie... aproveita... essa noite você vai lembrar com muito gosto e quem sabe aparece outro dia pra nos visitar, falou Pepe.. — Aiii, que tesão que vocês me deixam... espero que não seja a última vez. De novo ela tinha dois paus dentro dela outra vez. Nunca antes tinha feito assim e numa noite tinha feito várias vezes e começou a gritar de prazer e dor, mas o recém-chegado tinha outras intenções, então Ela se despiu, ficou de pé na cama e enfiou a pica na boca dele. Já não conseguia mais gritar, e uma lágrima de desespero escorreu pelo rosto dela. Isso pareceu excitá-los ainda mais, então Jesus se meteu por baixo pra enfiar na buceta dela, e continuaram enchendo todos os buracos dela de pica com mais força. Aos poucos, a dor foi virando prazer, e os gritos, gemidos e ofegos. A gente ficava excitado pensando que tava comendo ela contra a vontade dela, mas a verdade é que ela curtiu como nunca imaginou. No final, o Juanito jogou uma porrada de porra na cara e no cabelo dela, deixando ela toda melada. Mesmo engolindo todo o sêmen que conseguiu, o corpo dela tava todo coberto daquele líquido quente e viscoso: os peitos, as coxas, a cara, o cabelo, e olha a buceta e o cu. A gente espremeu até a última gota que tinha dentro e começou a se vestir, me chamando de puta boa que eu tinha sido. Ela tava exausta, doía o cu, a buceta, as mandíbulas, se sentia suja e humilhada, mas satisfeita; depois me disse que tinha ido pra isso e conseguiu, que nunca tinha se imaginado com tantos homens, mas no fundo tinha gostado pra caralho. Que quando chegasse em casa e deitasse na cama, ia se masturbar lembrando do que rolou. Antes de ir, ela foi tomar banho e eu entrei junto, lavei ela e tirei todo o meu leite e o dos meus amigos. Depois que tava bem limpinha, a gente começou a se beijar e ela começou a chupar minha pica devagar, levantou uma perna e eu enfiei, comecei a bombar devagar enquanto a gente se beijava e eu acariciava os peitos dela até eu gozar e ficar completamente seco. Quando a gente saiu, os caras tavam entre dormindo e enrolando, e só falaram... - Caralho, Pepe, você mandou bem pra caralho com sua amiguinha... e ainda continua comendo até no chuveiro... porra, você é foda... E você, gostosa... aqui é sua casa, espero que tenha se divertido. - Valeu, ela disse. Meio sem graça depois de tanta putaria e de ter sido a Estrela pornô da noite. “Até logo”. E o maldito do Jesus já estava do lado, passando a mão na bunda dela e falando “quando você quiser, gostosa”. — Já, mano... já vamos embora, falei. Outro dia você vem nos visitar, né? — Espero que sim, mas vou demorar pra me recuperar... me deixaram a buceta em chamas kkkk. — Nada que uma pomada de “mipalo” não cure, disse o tarado do Jesus, e todo mundo caiu na risada. Depois levei ela pra festa e o marido dela tinha acabado de terminar o jogo. Tava puto da vida porque tinha perdido dinheiro e tava reclamando. — Cadê você, porra!? Terminei faz tempo e não te achei. — Tava lá fora, conversando com o Pepe, um amigo da faculdade que encontrei por acaso. Como você tava bem entretido e eu muito entediada... Por sorte encontrei ele e ele me tirou do tédio. — Muito prazer, falei. — Muito prazer, e obrigado por cuidar da minha esposa. Espero que ela não tenha te enchido o saco com as reclamações e histórias dela, já sabe como são as mulheres. — Pelo contrário, sua esposa é uma pessoa muito interessante, tem umas ideias muito divertidas e é super animada e engraçada. Você não viu como a gente se divertiu... Parece que o cara não gostou muito de ouvir aquilo, mas por outro lado não podia reclamar por ter largado a mulher dele por tanto tempo (coisa que a gente aproveitou maravilhosamente) e disse: — Pois fico feliz, quem sabe um dia você vem jantar lá em casa, Jackie... você tem nosso endereço? — Sim, já passei... e ele também me passou o dele... e muito bem passado (ela falou baixinho, mas eu ouvi)... Ela sorriu, me olhando com malícia, e se despediu me dando um beijo na bochecha. — Até mais, Pepe, foi um prazer, espero que não seja a única vez que a gente se veja. Manda um abraço pros seus amigos, eles são muito legais. — O prazer foi meu. Até logo. Depois vi ela se afastar de braço dado com o marido, rebolando aquela bunda linda e tão gulosa de pau que ela era.
— Então é melhor você se acostumar, porque o maldito Jorge vai arrancar seus olhos.
— Já tô gostando... mmmm, e continuava chupando a rola do Alan e do Rafael.
— Porra, seu Pepe, sai daí, se não sair vou enfiar em você.
— É, mano, vou quebrar sua cara... espera... e continuei bombando até ouvi-la ofegar e gozei enchendo o cu dela de porra.
— Porra, Pepe, não fode, vai me fazer gozar.
— É o lubrificante, viado...
Sai e o Jorge se ajoelhou pra enfiar aquela pica enorme. Ela só respirou fundo e ficou molinha. Aos poucos a rola ia entrando. Parecia uma cobra entrando no ninho.
— Não fode, seu gringo (a gente chama ele de gringo por ser moreno, kkkk), vai deixar ela toda frouxa e eu também quero brincar, disse o Jesus, mas foi passando por baixo dela e enfiou na buceta.
Ela gemia e sentia a vara entrando devagar no cu enquanto o Rafael metia na xotinha e apertava os peitos dela com força, até deixar os bicos vermelhos. Quando o Jorge tava na metade do caminho, enfiou de uma vez e ela deu um gritão...
“Aiii, caralhooo, filho da puta!! Doeu, tira, por favor...”
— Cala a boca, sua puta, e relaxa o cu, porque não vou tirar porra nenhuma... e começaram a bombar entre os dois enquanto o Alan, que não tinha tido muita ação, levantou e enfiou a rola na boca dela pra ela continuar chupando... “vai, cala a boca e continua chupando, puta”. E ela, submissa, continuou chupando tão gostoso que ele quase gozou na boca dela.
Depois ela me contou que ao nos ver tão tarados e violentos, ficou um pouco assustada. Até então ela sempre tinha transado com gente mais ou menos conhecida e ninguém nunca tinha feito nada que ela não quisesse, mas percebeu que dessa vez ia ser diferente, e que aqueles homens iam comer ela e fazer o que quisessem, sem se importar com o que ela dissesse, então decidiu Cooperar. Embora tivesse fantasiado em comer mais de um, na real era a primeira vez que fazia aquilo e a experiência era de humilhação total pelo jeito que estavam tratando ela, mas isso ela adorava e quando chamavam ela de puta e puta e falavam um monte de sacanagem e davam tapas na bunda dela, ela ficava super excitada que em uma hora já tinha perdido a conta de quantas vezes tinha gozado no pau de algum. Quando todos já tinham gozado na boca dela, nos peitos dela, na buceta dela ou no cu dela, Jackie continuava com tesão sem saber por quê, então deitaram e ela ficou por cima deles pra chupar até eles voltarem ao tamanho. Aí a porta abriu e entrou mais um dos meus amigos e ficou de olho arregalado ao ver uma mulher gostosa pra caralho mamando cinco filhos da puta. Ele chegou perto e começou a passar a mão na bunda dela e na buceta encharcada de porra. Ela falou que não, que seis paus era demais pra uma, mas todos começaram a reclamar... — Ah, não fode!!!, se já te demos pau entre todos... onde comem cinco comem seis, então bora, fazer as honras pro Juanito. E um deles pegou ela e fez ela deitar em cima dele pra enfiar de novo aquela vara pulsando e dura que ia entrando devagar, coisa que ela foi gostando muito porque, mesmo não sendo muito comprida, era a mais grossa e preenchia ela toda. Enquanto isso, Pepe chegou por trás e enfiou no cu dela. Mesmo estando ardendo porque Jorge tinha comido ela duas vezes por ali com o pauzão dele, isso esquentou ela de novo e ela começou a gozar que nem uma desenfreada. — Que sorte ter te encontrado na festa, Jackie... aproveita... essa noite você vai lembrar com muito gosto e quem sabe aparece outro dia pra nos visitar, falou Pepe.. — Aiii, que tesão que vocês me deixam... espero que não seja a última vez. De novo ela tinha dois paus dentro dela outra vez. Nunca antes tinha feito assim e numa noite tinha feito várias vezes e começou a gritar de prazer e dor, mas o recém-chegado tinha outras intenções, então Ela se despiu, ficou de pé na cama e enfiou a pica na boca dele. Já não conseguia mais gritar, e uma lágrima de desespero escorreu pelo rosto dela. Isso pareceu excitá-los ainda mais, então Jesus se meteu por baixo pra enfiar na buceta dela, e continuaram enchendo todos os buracos dela de pica com mais força. Aos poucos, a dor foi virando prazer, e os gritos, gemidos e ofegos. A gente ficava excitado pensando que tava comendo ela contra a vontade dela, mas a verdade é que ela curtiu como nunca imaginou. No final, o Juanito jogou uma porrada de porra na cara e no cabelo dela, deixando ela toda melada. Mesmo engolindo todo o sêmen que conseguiu, o corpo dela tava todo coberto daquele líquido quente e viscoso: os peitos, as coxas, a cara, o cabelo, e olha a buceta e o cu. A gente espremeu até a última gota que tinha dentro e começou a se vestir, me chamando de puta boa que eu tinha sido. Ela tava exausta, doía o cu, a buceta, as mandíbulas, se sentia suja e humilhada, mas satisfeita; depois me disse que tinha ido pra isso e conseguiu, que nunca tinha se imaginado com tantos homens, mas no fundo tinha gostado pra caralho. Que quando chegasse em casa e deitasse na cama, ia se masturbar lembrando do que rolou. Antes de ir, ela foi tomar banho e eu entrei junto, lavei ela e tirei todo o meu leite e o dos meus amigos. Depois que tava bem limpinha, a gente começou a se beijar e ela começou a chupar minha pica devagar, levantou uma perna e eu enfiei, comecei a bombar devagar enquanto a gente se beijava e eu acariciava os peitos dela até eu gozar e ficar completamente seco. Quando a gente saiu, os caras tavam entre dormindo e enrolando, e só falaram... - Caralho, Pepe, você mandou bem pra caralho com sua amiguinha... e ainda continua comendo até no chuveiro... porra, você é foda... E você, gostosa... aqui é sua casa, espero que tenha se divertido. - Valeu, ela disse. Meio sem graça depois de tanta putaria e de ter sido a Estrela pornô da noite. “Até logo”. E o maldito do Jesus já estava do lado, passando a mão na bunda dela e falando “quando você quiser, gostosa”. — Já, mano... já vamos embora, falei. Outro dia você vem nos visitar, né? — Espero que sim, mas vou demorar pra me recuperar... me deixaram a buceta em chamas kkkk. — Nada que uma pomada de “mipalo” não cure, disse o tarado do Jesus, e todo mundo caiu na risada. Depois levei ela pra festa e o marido dela tinha acabado de terminar o jogo. Tava puto da vida porque tinha perdido dinheiro e tava reclamando. — Cadê você, porra!? Terminei faz tempo e não te achei. — Tava lá fora, conversando com o Pepe, um amigo da faculdade que encontrei por acaso. Como você tava bem entretido e eu muito entediada... Por sorte encontrei ele e ele me tirou do tédio. — Muito prazer, falei. — Muito prazer, e obrigado por cuidar da minha esposa. Espero que ela não tenha te enchido o saco com as reclamações e histórias dela, já sabe como são as mulheres. — Pelo contrário, sua esposa é uma pessoa muito interessante, tem umas ideias muito divertidas e é super animada e engraçada. Você não viu como a gente se divertiu... Parece que o cara não gostou muito de ouvir aquilo, mas por outro lado não podia reclamar por ter largado a mulher dele por tanto tempo (coisa que a gente aproveitou maravilhosamente) e disse: — Pois fico feliz, quem sabe um dia você vem jantar lá em casa, Jackie... você tem nosso endereço? — Sim, já passei... e ele também me passou o dele... e muito bem passado (ela falou baixinho, mas eu ouvi)... Ela sorriu, me olhando com malícia, e se despediu me dando um beijo na bochecha. — Até mais, Pepe, foi um prazer, espero que não seja a única vez que a gente se veja. Manda um abraço pros seus amigos, eles são muito legais. — O prazer foi meu. Até logo. Depois vi ela se afastar de braço dado com o marido, rebolando aquela bunda linda e tão gulosa de pau que ela era.
2 comentários - la descuidó su marido