Con mi jefa de cocina

Sou um cara de 19 anos, alto, de porte normal, verdade seja dita, não chamo muita atenção, mas parece que tenho uma atração por senhoras mais maduras; não sei exatamente como descrever, mas acho que é porque elas, com seus anos de experiência de vida, percebem quando um homem não as vê só como uma senhora, mas como uma possível amante que só quer dar a elas os maiores prazeres possíveis na cama (ou na mesa do escritório). Assim que cheguei ao meu novo destino, me apresentei ao meu novo chefe; já estavam me esperando, porque o cara que estava antes no cargo que vou ocupar tinha ido embora há alguns meses e não tinham mandado ninguém para substituí-lo. Me apresento às minhas novas colegas, a chefe de cozinha e o resto das cozinheiras. São todas umas senhoras, a mais nova tem 46 anos, do jeito que eu gosto; e, sinceramente, são bem gostosas; cada uma com seu charme, mas todas deliciosas para o meu gosto. A chefe de cozinha, Ângela, é uma senhora de 56 anos, mais ou menos 1,60m, com uns peitos bem grandes, uma bunda que muita mulher de 30 queria ter; tem uma boquinha pequena, mas com uns lábios carnudos que, mais tarde, eu descobriria que também têm a experiência de uma mulher da idade dela; com suas ruguinhas típicas da idade, é uma senhora muito falante e muito simpática. Depois de uns dois meses, já tinha intimidade com as meninas (embora sejam umas senhoras, chamo elas assim), e fazendo o trabalho de um jeito já bem rotineiro e quase mecânico; e fantasiando muito com várias das minhas colegas de trabalho, me masturbava quase todo dia imaginando elas; como seriam peladas, ou que calcinha usavam, imaginava como se contorciam de prazer enquanto eu chupava a buceta delas. Imaginava cada uma, conforme me parecia, como deviam ter a ppk, ou peludinha ou aparada, mas cheia de pelos, aff, agora mesmo estou imaginando elas e minha pica já está dura que nem um mastro. Um dia de manhã, em agosto, cheguei ao meu escritório, Só tinha uma das garotas, começando a preparar a comida do dia, já que era verão e tinha pouca gente pra comer — só vinham uma das meninas e a Ângela. Assim que cheguei, falei pra cozinheira se a gente tomava um café, convite que ela aceitou, então fui preparar; a cafeteira as meninas deixam no vestiário delas, então entrei pra fazer o café. Normalmente sempre bato pra ver se tem alguém se trocando, mas como só tinha ela e a Ângela, e quando a Ângela tá na cozinha dá pra perceber, não bati e abri direto; e lá me deparei com a chefe da cozinha completamente nua, de costas pra porta, só de sutiã e fio dental grená com renda; ela se virou e me viu, e de frente posso garantir que é tão gostosa quanto de costas, fiquei parado com a porta aberta, excitado, vermelho e nervoso com a situação; “desculpa” e fechei a porta de uma vez e me enfiei no meu escritório. Depois de um tempo saí e pedi desculpas, e ela disse que não tinha problema, que da próxima vez eu não esquecesse de bater na porta. Eu ainda todo corado e muito excitado voltei pro escritório, mas não aguentei mais e fui pro banheiro do meu vestiário me masturbar pensando na bunda e nos peitos da Ângela; não imaginava que ia gozar daquele jeito tão abundante e sem controle, não sei se cheguei a gritar ou não fiz nenhum som, só sentia meu pau cuspindo uma quantidade impressionante de porra e na minha cabeça só tinha a visão da Ângela de lingerie. Me recomponho o mais rápido que pude, limpei todos os restos que tinha derramado de dentro de mim e fui dar uma volta pra me arejar e me recompor. Quando voltei pra cozinha, a Ângela me chamou e disse que nosso chefe tinha ligado falando que a gente precisava preparar uma comida pra esse sábado; que beleza, já tinha planejado um fim de semana com os amigos, mas não tive escolha e tive que cancelar. Chegou o sábado, eu cheguei cedo, como sempre nesses eventos; comecei a procurar no O quadro da cozinha com o menu que tinha que preparar, eu não vi; daí a pouco chegou a Ângela, contei pra ela e ela comentou que provavelmente o chefe tinha deixado em cima da mesa do escritório. Fui até a sala e comecei a procurar em tudo quanto é canto sem achar nada, quando de repente a porta abre e aparece a Ângela de calcinha e sutiã, com o mesmo sutiã e a mesma tanga que eu tinha visto nela uns dias antes; fiquei branco que nem um fantasma, ela disse que agora que a gente tava sozinho eu podia olhar bem pra ela se quisesse, e deu uma volta em si mesma e perguntou o que eu achava; eu não sabia o que dizer, na verdade nem sabia se conseguia falar, porque todo o sangue desceu pra minha virilha, sentia meus ovos inchando e esquentando, e o pau ficou duríssimo na hora. "Vamos! Me diz como eu tô", ela disparou, e eu só consegui falar "muito gostosa". Ela começou a se aproximar de mim, disse "fica tranquilo que eu tranquei a porta, não vem ninguém porque não tem nada pra fazer hoje. Eu ouvi como você gozou outro dia, você fez pensando em mim?". Eu não conseguia falar, era a primeira vez que uma fantasia minha virava realidade. "Bom, se quiser eu vou embora", ela disse. Nessa hora eu acordei e gritei na hora pra ela não ir, levantei, agarrei ela pela cintura, puxei pra perto de mim e comecei a beijar o pescoço dela e descer até os peitos dela como um louco. "Calma, meu menino, que você vai me ter o quanto quiser. Não vou embora sem você se saciar." Aí eu me acalmei, ia ter ela pra mim o tempo todo que quisesse, então precisava beijar cada parte do corpo dela, percorrer tudo pra decorar de cor, tava desejando isso há tempo demais pra perder essa chance. Beijei os lábios dela, fui beijando o rosto dela, desci pelo pescoço devagar, passando pelos peitos dela, que eram ainda maiores do que eu imaginava, pela barriga dela; afastei a tanga dela de lado, queria fazer ela desejar, continuei pelas pernas dela, só tocava ela com a minha boca, ela tava Quieta, sem dizer nada, suspirando de vez em quando. Quando cheguei nos pés dela, me levantei, fiquei atrás dela e comecei a fazer o mesmo, beijando cada parte das costas dela, descendo até aquela bunda que é impressionante, redonda e grande, realmente a bunda de uma senhora. Quando terminei meu passeio particular, me levantei, fiquei de frente pra ela e ela disse que agora era a vez dela; tirou o sutiã, deixando à mostra os dois peitos poderosos, grandes e meio caídos, mas impressionantes; os mamilos eretos e a aréola escura e grande, fiquei olhando pra eles como um bebê que descobre os peitos da mãe e vai em busca da comida. Ela me acordou do meu devaneio com um beijo e disse que tinha preparado uma surpresa, que nunca tinha feito aquilo por nenhum homem, nem pelo marido dela, que pedia constantemente; virou-se e começou a abaixar a tanga devagar, colocando aquela bunda impressionante pra cima, virou-se e pude ver como a bucetinha dela estava completamente depilada; "você gostou?" ela perguntou, tinha os lábios grandes e carnudos, dava pra ver entre eles o clitóris, inchado e vermelho de tesão. Peguei ela e deitei em cima da mesa, jogando todos os papéis que estavam lá, abri as pernas dela, vi como os lábios se abriam e deixavam à mostra uma bucetinha aberta e ensopada, e o clitóris inchado e pulsando, fui direto em busca do meu prêmio, comecei a chupar a boceta dela como se tivesse esperado aquele momento a vida toda; fiz ela gemer como o que ela era agora pra mim, uma verdadeira puta. Que gostosa que ela tava!, não parava de escorrer fluidos da vagina dela, como a gente tava excitado e desesperado pra saborear um ao outro. Fiquei assim um bom tempo, comendo ela, chupando ela, saboreando ela; ela não parava de empurrar minha cabeça com as mãos pra eu me afundar mais e mais no sexo dela, transbordando de prazer; eu amassava os peitos dela e dava pequenos beliscões nos mamilos; assim até que fiz ela gozar. Escorria da boceta dela. uma quantidade de fluxo que nunca tinha visto em nenhuma outra mulher. Ela ficou sonolenta em cima da mesa, mole, com um sorriso bem sensual nos lábios e a buceta completamente aberta e escorrendo. Me levantei e abaixei a calça, tava com o pau tão duro que até doía, comecei a me masturbar olhando pra ela, triunfante com meu troféu. Ela levantou um pouco a cabeça, me viu e disse pra eu meter, que queria me sentir dentro. Foi o que fiz. A bucetinha dela tava tão aberta e tão molhada que meti com uma facilidade impressionante, falei que não sabia se ia aguentar muito, que tava puto de tesão por culpa dela. Aí ela abriu os olhos, começou a acariciar os peitos e disse: “me enche com seu gozo”; na mesma hora comecei a gozar que nem um animal, batia na buceta entrando e saindo que nem uma fera, gozando dentro dela, perdi toda a noção de lugar, só quando terminei de gozar consegui entender ela pedindo pra parar que tava machucando; e terminei praticamente caído em cima dela com meu pau ainda pulsando dentro da vagina dela. A gente se beijava com a mesma timidez de dois adolescentes dando o primeiro beijo, com o mesmo amor de um casal recém-apaixonado. Não sei quanto tempo passou, mas teve uma hora que ela disse que queria ir pra outro lugar, e eu falei que sim. Ela me levou pra uma casa que tinha nos arredores da cidade e lá a gente transou de novo, dessa vez ela em cima de mim, se mexendo que nem uma amazona de verdade em cima do cavalo, me dando os peitos pra eu chupar, literalmente eu mamava neles, era o bebê dela, então tinha que mamar as tetas como se ela tivesse me amamentando de verdade. De noite me despedi dela, beijando o corpo todo, sentindo o cheiro dela, e com o gosto dela na minha boca. Segunda-feira quando a gente se viu, nos cumprimentamos como sempre, na frente das meninas eu falei: “bom dia, Ângela, como foi o fim de semana?”, ela corou e disse: “ah, em casa, entediada”; “o meu não foi ruim, embora tenha “já tive melhores”. E seguimos cada um com nosso trabalho até que, uns minutos depois, recebi uma mensagem no celular da Ângela que dizia: “meu menino, só pra você saber, ainda não provei o gosto da sua pica”. Espero que vocês gostem do meu relato... aconteceu comigo há uns 3 ou 4 meses...

1 comentários - Con mi jefa de cocina

esta bueno..!! seguro le distes la mema por mucho tiempo....jeje!!