Eu adoro pica. Posso dizer que não tem nenhuma igual, nem no sabor, nem no que sinto quando ela tá dentro da minha boca ou dentro de mim. Gosto que me beijem, que me mordam, que me dominem com carinho, que me façam deles pra sempre. Não curto muito tomar a iniciativa, prefiro que seja o homem que venha pra cima de mim.
O que aconteceu comigo num boliche à noite aqui em Buenos Aires foi tipo um estupro, que eu gostei. Eu tava dançando na pista com um cara, deviam ser umas quatro da manhã, e tava meio escuro. Não sei como, de repente, por trás, sinto alguém me agarrar e me puxar. Eu me viro e era um cara que tava tão bêbado que, pensei, com certeza se confundiu. Ele ficou me olhando, mas eu me virei e continuei dançando, me afastando um pouco. Ele ficou atrás de mim, e me acariciava. Eu olhava pro cara com quem tava dançando, mas ele pareceu não se importar, aliás, tava sorrindo pra mim. Como pensei que esses dois eram amigos, fiquei mais tranquila e rebolava minha bunda pra ele acariciar. Assim passou uns minutos, até que ele me agarrou de novo e, quando fez isso, eu empinei minha bunda pra fora e senti o volume dele ereto, senti tanto que olhei pra ele de novo, mas dessa vez de um jeito diferente.
Ele me levou pela mão sem dizer nada pro reservado de casais. Subi as escadas de mãos dadas com ele e, assim que subimos, ele comeu minha boca com tanta força, eu meti a mão por cima da calça dele... ele tava quente, eu também, e ele me empurrou pra trás, caindo num sofá acolchoado. Ao mesmo tempo, ele se aproximou com a braguilha aberta e colocou a pica na minha cara. Chupei ela, coloquei toda dentro da minha boca. Ele colocou a mão na minha cabeça fazendo força pra que a pica inteira entrasse na minha boca, eu quase me engasgava, como ela crescia... e sinto do meu lado a presença desse outro cara que tava dançando comigo. Ele se sentou de lado, me fez levantar um pouco e me fez sentar em cima dele.
Eu rebolava minha bunda tão devagar que parecia que tinha por baixo da calça um Fierro, de tão duro que tava. Esse moleque me mordia de leve. Levantei minha saia, ele baixou a calça e minha buceta encontrou o pau dele, bem duro, e minha buceta tão dilatada. Como entrou! Eu gemia, suava, segurei o pau desse moleque enquanto o outro tava enfiando em mim... voltei a chupar ele com tanto prazer que ele gozou e eu engoli tudo. Quase ao mesmo tempo, o moleque que tava debaixo de mim me levantou sentado um pouco pra encaixar melhor o pau dele na minha buceta e me agarrou pelos peitos enquanto eu lambia o pau do outro.
Gozei e senti dentro de mim aquela mornidão tão doce que me deixou mais louca. Aí trocamos de lugar. O que eu chupei me fez sentar. O que gozou dentro de mim me fez chupar ele. Que delícia chupar, especialmente quando tá meio mole!!! A gente tem que chupar bem, com suavidade, devagar... pra ele endurecer de novo. O que tava debaixo de mim, eu me virei e masturbei ele.
Me encheram de porra por todo lado. Continuamos no banheiro. Me estupraram em pé, não conseguiram me penetrar ao mesmo tempo, mas me beijaram, me morderam, me trataram como uma verdadeira puta. Me fizeram ajoelhar e, de joelhos, me fizeram chupar os dois.
Fiquei mais louca ainda com o pau do que me fez sentar em cima dele na primeira vez. O outro era bom, sim, mas esse tinha um gosto especial e eu sentia ele dentro de mim de outro jeito. Na real, pra ele eu me entreguei mais, era ele que eu procurava primeiro nesse trio, era ele que eu chupava primeiro, adorava. E tanto é que a gente continua se vendo. Ele sabe, sabe que me tem e faz o que quer comigo. Pode vir às duas, três da manhã, me ligar a qualquer hora e me tem pra ele. Quando a gente anda de táxi, ele quer que minha mão esteja sempre na braguilha dele. Em casa, quer que minha mão, mesmo vendo TV, esteja no pau dele. E eu chupo ele sempre, beijo, lambo... quando a gente toma banho, não tem nada mais gostoso do que eu me apoiar na frente do chuveiro e ele me penetrar devagar.
Eu sei que alguém Pensei que isso era amor, mas não, ele é casado, então não curto misturar as coisas. A gente se diverte, mas só até aí. Quando eu encontrar o amor da minha vida, conto pra vocês. Tem que ser um combo: toda a doçura na pele e toda a contenção que eu gostaria de ter de um homem. Não perco as esperanças, apesar dessas histórias que já vivi.
Um beijo pra todo mundo
O que aconteceu comigo num boliche à noite aqui em Buenos Aires foi tipo um estupro, que eu gostei. Eu tava dançando na pista com um cara, deviam ser umas quatro da manhã, e tava meio escuro. Não sei como, de repente, por trás, sinto alguém me agarrar e me puxar. Eu me viro e era um cara que tava tão bêbado que, pensei, com certeza se confundiu. Ele ficou me olhando, mas eu me virei e continuei dançando, me afastando um pouco. Ele ficou atrás de mim, e me acariciava. Eu olhava pro cara com quem tava dançando, mas ele pareceu não se importar, aliás, tava sorrindo pra mim. Como pensei que esses dois eram amigos, fiquei mais tranquila e rebolava minha bunda pra ele acariciar. Assim passou uns minutos, até que ele me agarrou de novo e, quando fez isso, eu empinei minha bunda pra fora e senti o volume dele ereto, senti tanto que olhei pra ele de novo, mas dessa vez de um jeito diferente.
Ele me levou pela mão sem dizer nada pro reservado de casais. Subi as escadas de mãos dadas com ele e, assim que subimos, ele comeu minha boca com tanta força, eu meti a mão por cima da calça dele... ele tava quente, eu também, e ele me empurrou pra trás, caindo num sofá acolchoado. Ao mesmo tempo, ele se aproximou com a braguilha aberta e colocou a pica na minha cara. Chupei ela, coloquei toda dentro da minha boca. Ele colocou a mão na minha cabeça fazendo força pra que a pica inteira entrasse na minha boca, eu quase me engasgava, como ela crescia... e sinto do meu lado a presença desse outro cara que tava dançando comigo. Ele se sentou de lado, me fez levantar um pouco e me fez sentar em cima dele.
Eu rebolava minha bunda tão devagar que parecia que tinha por baixo da calça um Fierro, de tão duro que tava. Esse moleque me mordia de leve. Levantei minha saia, ele baixou a calça e minha buceta encontrou o pau dele, bem duro, e minha buceta tão dilatada. Como entrou! Eu gemia, suava, segurei o pau desse moleque enquanto o outro tava enfiando em mim... voltei a chupar ele com tanto prazer que ele gozou e eu engoli tudo. Quase ao mesmo tempo, o moleque que tava debaixo de mim me levantou sentado um pouco pra encaixar melhor o pau dele na minha buceta e me agarrou pelos peitos enquanto eu lambia o pau do outro.
Gozei e senti dentro de mim aquela mornidão tão doce que me deixou mais louca. Aí trocamos de lugar. O que eu chupei me fez sentar. O que gozou dentro de mim me fez chupar ele. Que delícia chupar, especialmente quando tá meio mole!!! A gente tem que chupar bem, com suavidade, devagar... pra ele endurecer de novo. O que tava debaixo de mim, eu me virei e masturbei ele.
Me encheram de porra por todo lado. Continuamos no banheiro. Me estupraram em pé, não conseguiram me penetrar ao mesmo tempo, mas me beijaram, me morderam, me trataram como uma verdadeira puta. Me fizeram ajoelhar e, de joelhos, me fizeram chupar os dois.
Fiquei mais louca ainda com o pau do que me fez sentar em cima dele na primeira vez. O outro era bom, sim, mas esse tinha um gosto especial e eu sentia ele dentro de mim de outro jeito. Na real, pra ele eu me entreguei mais, era ele que eu procurava primeiro nesse trio, era ele que eu chupava primeiro, adorava. E tanto é que a gente continua se vendo. Ele sabe, sabe que me tem e faz o que quer comigo. Pode vir às duas, três da manhã, me ligar a qualquer hora e me tem pra ele. Quando a gente anda de táxi, ele quer que minha mão esteja sempre na braguilha dele. Em casa, quer que minha mão, mesmo vendo TV, esteja no pau dele. E eu chupo ele sempre, beijo, lambo... quando a gente toma banho, não tem nada mais gostoso do que eu me apoiar na frente do chuveiro e ele me penetrar devagar.
Eu sei que alguém Pensei que isso era amor, mas não, ele é casado, então não curto misturar as coisas. A gente se diverte, mas só até aí. Quando eu encontrar o amor da minha vida, conto pra vocês. Tem que ser um combo: toda a doçura na pele e toda a contenção que eu gostaria de ter de um homem. Não perco as esperanças, apesar dessas histórias que já vivi.
Um beijo pra todo mundo
5 comentários - Nem todas são iguais
una delicia, gracias por compartir tus historias