Sedução e primeira vez com uma coroa

(Primeiro post)
Bom, vou me apresentar, sou Jorge, da província de Santa Fé. Faz um tempo que sigo o P! mas nunca postei nada. Há uns dias comecei a ler os relatos e deu vontade de fazer um meu. Tudo que eu postar vai ser real, tenho várias coisas pra contar, mas vou ver o que posso compartilhar.

Faz uns 7 anos, eu tava trabalhando numa empresa de vigilância, tava namorando uma mina legal, mas nunca me senti completamente satisfeito. Ia todo dia na casa dela pra comer e depois ia dormir na minha. No caminho pra casa, costumava desviar a rota pra passar pelo boulevard da cidade, onde ficavam umas garotas da noite, pelo menos pra olhar, porque não costumava pagar por sexo, mas gostava de ver pra fantasiar. Quando tava no boulevard, mandava mensagem pra ela dizendo que já tinha chegado em casa e que ia dormir, e quando ela parava de responder, eu tinha o caminho livre, mas não tinha muita coisa pra ver. Eram sempre as mesmas gurias. Nunca me convenceram.

Uma dessas noites, percorri o boulevard todo e não tinha ninguém, nem as putas de sempre. Dei mais uma volta e vi de longe uma pessoa andando na direção oposta à minha, do outro lado da rua. Não dava pra ver direito se era homem ou mulher, tava vestida de preto e tava escuro. Fiquei na dúvida, porque costumava ter vários caras que nem eu passeando por ali, procurando a mesma coisa: minas fáceis, mas por grana. Virei e comecei a andar cada vez mais rápido pra alcançar aquela pessoa. Conforme me aproximava, dava pra ver que era mulher, de longe era gostosa, mas quando cheguei mais perto, percebi que não era tanto assim. Mas fazer o quê, era a única coisa que tinha na noite. Fui me aproximando, e parecia que ela tinha percebido que tava sendo seguida, porque andava devagar, como se esperasse que eu a alcançasse ou passasse do lado e seguisse meu caminho, sei lá. Nessa tentativa de alcançá-la, recebo uma mensagem da minha namorada, perguntando se eu já tinha chegado. Eu Falei que tava a poucas quadras enquanto seguia essa mulher que eu tava encarando.

Quando cheguei bem perto dela, acelerei o passo e fiquei do lado. Falei "oi" e ela respondeu "oi" também. Quando olhei no rosto dela, percebi que era uma mulher mais velha, mais velha que eu, que na época tinha uns 20 anos. Era uma mulher de uns 35 a 40 anos mais ou menos, tava vestida com uma calça de yoga e um moletom preto. Devia ter uns 1,60 ou um pouco menos, e eu era mais alto que ela. Era morena, cabelo na altura dos ombros mais ou menos, mas tava preso, um pouco gordinha, mas pra mim tava ótima, sempre gostei de mulheres gordinhas, não tinha muita cintura. De peito era boa, mas não dava pra ver muito porque não tinha decote, mas dava pra dizer que era legal. De bunda, mais ou menos, mas até demais pra idade que aparentava. Enfim, não era tão gostosa, mas repito, era o que tinha. Além disso, esperava que ela me dispensasse e eu fosse dormir como sempre.

Depois de nos cumprimentar, continuei puxando papo enquanto caminhávamos lado a lado. Perguntei o que ela tava fazendo naquela hora e sozinha no boulevard, e ela me contou que saiu pra caminhar pra clarear a mente. Pelo jeito que falava comigo, parecia que tinha algum problema familiar ou algo assim. Me contou que era casada e tinha filhos, mas que o marido não tratava ela muito bem e tal. O marido trabalhava de dia, enchia a cara e às vezes humilhava ela, xingando ou coisas assim, e naquela noite tinham discutido. Deixou os filhos dormindo e sentiu necessidade de caminhar. Enquanto caminhávamos, chegamos no final do boulevard. Ele fica perto de uma linha de trem e tem uma espécie de cabine que não é usada, onde dava pra ver que antigamente recebiam correspondência por trem. Bom, pra esse lugar a gente continuou andando, e tava meio escuro porque é um lugar abandonado. Continuamos conversando e ela me perguntou sobre mim, e eu fui contando quase sem pensar porque tava mais pensando no próximo passo ou em como ia fazer pra avançar com ela. Perguntei como ela se chamava e ela não quis dizer. Tipo, ela só me disse que chamavam ela de Neguinha. Comecei a elogiar ela, falando que era uma mulher linda e que não merecia o que tava passando, mesmo não sendo totalmente verdade (haha), mas fazer o quê, era mais pra criar intimidade e começar meu jogo. Ela sorriu e perguntou: "Tá falando sério?" Eu concordei com a cabeça. Mais ainda, falei: "Se soltar o cabelo, fica ainda mais gostosa..." O primeiro contato físico foi tocar o cabelo dela, pra soltar aquela merda de rabo de cavalo que ela tava usando. Tava úmido, parecia que ela tinha molhado antes de sair. Ajeitei o cabelo com os dedos, como se fosse um pente, e falei que ela era muito linda mesmo (haha).

Nisso, chegou outra mensagem da minha namorada perguntando a mesma coisa de antes, então tive que pensar rápido e responder pros dois lados: pra minha namorada pelo celular e pra essa mulher uma desculpa rápida. Na hora ela falou: "Pode responder tranquilo, eu já sei..." Isso me deu abertura perfeita pra responder a mensagem de boa, e ainda mostrou que tinha uma cumplicidade entre a gente. Mandei no zap que já tinha chegado e ia dormir porque tava muuuuuuito cansado (haha), e no dia seguinte tinha que trabalhar cedo, bons sonhos e tal. Voltei pro meu jogo. Pelo que ela tinha falado no final, percebi que tinha terreno pra qualquer coisa, então tava mais solto. Passei a mão no cabelo dela de novo e ela perguntou o que eu esperava dela e por que tinha começado a falar com ela. Não sabia o que responder, falei qualquer merda pra manter o ritmo da conversa, mas ela disse: "Não vai me convencer com qualquer coisa, me fala o que você quer." Aí o demônio tomou conta de mim e pensei: "Foda-se, que seja o que for." Falei: "É isso que eu quero..." Mais do que responder com palavras, fui na lata: dei um beijo na boca dela, um beijo curto porque não sabia como ela ia reagir, na verdade esperava um tapa do que qualquer outra coisa. Ela deixou ser beijada, mas nunca abriu a boca, foi mais um selinho. Separei o rosto dela e continuei olhando, ela tava de olhos fechados e abriu de repente e me disse...: não pense que com um beijo você vai me convencer! (Haha!) Aí confirmei tudo, o que eu tava procurando ela mesma confirmou que eu ia ter, E DE GRAÇA!! (HAHA!). Isso não foi tudo que ela disse. Depois do meu sorriso, ela falou, tudo bem mas aqui não, mora gente conhecida e não quero chamar atenção, então sugeri ir pro anfiteatro que ficava no outro lado do boulevard, falei pra gente tomar uma cerveja e continuar "conversando" (haha). Ela disse que tava de boa, enquanto prendia o cabelo de novo, mas que ia caminhar na mesma calçada. O boteco onde eu ia comprar a cerveja era na calçada do outro lado. Não era tanto pela bebida, mas pra comprar camisinha, mesmo assim fui no boteco, pedi uma cerveja que me deram numa garrafa de refrigerante vazia, e também uns prime texturizados. Saí de lá e minha nova mulher tava caminhando devagar na calçada oposta, alcancei ela e seguimos juntos.

A gente continuava conversando sobre qualquer coisa no caminho, eu já tava pendurado nos ombros dela feito um namorado, haha, cerveja na mão e começando a crescer por dentro. O roçar do corpo dela no meu enquanto caminhávamos e sentir como se ela coubesse inteira no meu braço me dava um prazer especial pra ir me preparando aos poucos. Chegamos no anfiteatro e sentamos na parte de trás pra ninguém nos ver. A gente tomava a cerveja e ela falava de coisas da vida dela (mais que um encontro, ela queria CONVERSAR, e eu, porra!!!) eu abraçava ela de lado, como se tivesse ela entre minhas pernas, e fingia que tava acompanhando a conversa. Comecei a beijar o pescoço dela, e brincar com o lóbulo da orelha dela. A coisa foi esquentando cada vez mais, ela falou da MINHA coisa, e ela cada vez mais ia se calando e mudando de assunto. Começou a dizer como eu beijo bem e essas coisas. Os beijos na boca continuavam mas ela nunca abria a boca, só selinhos, mas o único selinho que me importava era o do meu pau que nessa altura já tava a todo vapor. Eu roçava ela com meu joelho e me mexia devagarzinho, ela começou a se calar e veio um silêncio cheio de barulhinhos do roçar e dos meus beijos no pescoço dela. A gente tava de moletom os dois e ela levou a mão na minha cintura, eu fui levantando o blusão e a camiseta dela tudo junto pra tocar a pele dela, do ladinho, uma dobrinha fria da pele dela que me fazia delirar, continuei com os beijos, ela com os carinhos na minha cintura e eu cada vez mais descendo tentando pegar na bunda dela. Quis enfiar a mão por baixo da calça, mas era daquelas de amarrar com cordão e tava muito apertada. Ela começou a perceber que eu tava lutando com a calça, então se virou de lado como se desse espaço pra eu desatar o nó na frente da calça dela. Desatei e ficou mais folgada. Voltei pra parte de trás e acariciava com a mão direita a bunda esquerda dela, e com a mão esquerda a dobrinha fresca da cintura dela (?). Continuava com os beijos e o roçar do meu pau na perna dela, ela não se soltava muito. Peguei a mão dela e coloquei sobre minha braguilha pra ela sentir. Ela começou a passar a mão e eu continuei com a mão na bunda dela. Fui movendo pro lado da frente pra chegar na pussy dela. (Aprendam, se diz pussy, não cuca nem chocho nem nada disso, se diz pussy) Não parecia pelos sinais externos, mas quando cheguei na pussy dela senti um calorzinho, ou seja, ela tava tão tesuda quanto eu. Enfiei a mão por cima da calcinha e comecei a acariciar, ela soltava uns gemidos suaves, eu continuei com os amassos. Passei pra cima até o elástico da calcinha dela, e consegui alcançar, passei minha mão por cima dele pra chegar no corpo dela, ela tinha pelos enrolados e cheios, eu continuei descendo e procurando os lábios dela pra massagear. Enfiei um dedo e ela tava toda molhada, e eu continuei duro com a mão dela por cima da minha calça. Falei "Enfia a mão" pra ela pegar com a mão, eu já não aguentava mais. Não tinha percebido, mas tinha Larguei tanto líquido pré-ejaculatório (nossa, que vocabulário, hein) que parecia que eu tinha gozado, mas não senti a excitação de um orgasmo pra achar que já tinha acabado, além disso ainda tava duro. Ela abaixou o zíper da minha calça, puxou minha cueca e procurou meu pau com a mão, disse "ah!, você já gozou". Respondi: NÃO! continua tocando que ainda tô quente. Ela não ligou muito e começou a me bater uma punheta. Eu com os dedos dentro da buceta dela e ela pra cima e pra baixo com meu pau na mão. Levei minhas mãos até a cintura da calça dela e comecei a puxar pra baixo. Ela falava "o que você vai fazer?" me perguntando algo TÃO óbvio, eu nem respondi, continuei com a ação como resposta. Puxei a calça dela até os joelhos e ela soltou um "duvidoso" - Não faz isso... mas era mais um suspiro do que um pedido desesperado pra eu parar meu ataque. Falei: pra que vou colocar a camisinha, e ela disse: Não, assim mesmo que é melhor. Não pensei duas vezes. Peguei as nádegas dela com as duas mãos e me aproximei, só com a braguilha aberta e o pau pra fora, a cueca apertava minhas bolas mas a pressão do elástico me deixava mais excitado. Tentei enfiar devagar e foi um pouco difícil por causa da posição desconfortável que a gente tava. Quando encontrei os fluidos dela com a cabeça do pau, percebi que tava no lugar certo. Comecei a meter e ela começou a gemer baixinho. Eu continuava dando beijos, selinhos, porque ela ainda não tinha aberto a boca. Ela começou a falar aquele SIIIIIM com um suspiro incluso, mostrando a dose de prazer que eu tava provocando. Eu tava duro e ia devagar porque queria que durasse um tempo razoável. A gente continuava se movendo devagar, cada um buscando o sexo do outro pra entrar mais fundo. Eu tentava não apoiar todo o meu peso nela pra não machucar, a gente tava no cimento e não era muito confortável, mas mesmo assim EU TAVA ATÉ O PAU. Ela me segurava pelas nádegas e me puxava cada vez mais, eu tinha uma mão na bunda dela. esquerda e outra nas costas pra ela não ficar desconfortável. Continuei bombando e, além do tesão, passava pela minha cabeça a façanha de estar com uma coroa gostosa. Metia forte e já estávamos no ritmo certo, na velocidade que nenhum freio reage. Estávamos os dois quentes, ela continuava gemendo, sem abrir a boca, eu seguia no pico, tentando vencer a resistência dela. Seguíamos bombando e eu não aguentava mais, estava quase lá e queria resistir mais. Não tinha mais como esticar meu momento e não me segurei, gozei dentro dela. Mesmo assim continuamos nos movendo, ela não tinha terminado e meu pau ainda estava dentro dela, continuei me mexendo o mais rápido possível pra fazer ela gozar. Senti o calor dela mais forte e úmido, nossos fluidos tinham se misturado e eu sentia o líquido escorrendo de dentro dela pra fora e como ela mexia os músculos da buceta apertando meu pau, que começava a amolecer ainda dentro dela. Continuei me movendo um pouco mais e ela já não oferecia resistência, já estava cansando de bombear quase no seco, então comecei a diminuir o ritmo bem devagar até ficar parado em cima dela. Quando parei, soltamos um suspiro os dois. Nos olhamos e eu beijei ela, outro pico, porque continuei sem abrir a boca. Não me importava muito porque tinha conseguido o que queria. Ficamos assim por um tempo e quando não tinha mais o que fazer, separamos os corpos, ajeitamos a roupa e ficamos um tempinho abraçados. Ela começou a falar de novo sobre as coisas dela, eu continuei fingindo que ouvia. Olhei o relógio e comecei a calcular que tinha pouco tempo pra dormir antes de ir trabalhar. Levei a conversa pro fim e falei que tinha que ir. Ela queria que eu ficasse mais um tempo, mas pra conversar, eu já estava super apertado de tempo e ainda tinha que voltar pra minha casa. Inventei mil desculpas e cortei logo. Levantamos e decidimos ir embora. Achei que não era muito cavalheiro ir assim, do nada, então inventei um carinho apaixonado no rosto dela, olhei nos olhos os olhos, me aproximei do rosto dela e dei um beijo de despedida, ela não abriu a boca, foi o último selinho (como algumas putas dizem: o cu e a boca são do meu namorado..) Nos separamos cada um pro seu lado e saímos do anfiteatro.

Até hoje nunca mais a vi, mas foi minha primeira vez com uma coroa. Ela não me disse o nome, nem provei a língua dela, mas pelo menos foi uma trepada antes de dormir melhor que uma punheta, e ainda por cima, de graça!.

Jorge.

7 comentários - Sedução e primeira vez com uma coroa

buen relato, te hace imaginar la situacion..
Excelente! No te doy puntos porque no sé porque mierda no los tengo, pero te sigo!!!
jatol
Muy buen relato, te transporta a la situación
Oye men y no pensaste que te pego una enfermedad
En ese momento realmente no lo pense
leytoh
buen relato y una garchada en cuero bien a lo macho! jaja 😉