(Primeiro post)
Bom, vou me apresentar. Sou Jorge, da província de Santa Fé. Faz um tempo que sigo o P!, mas nunca postei nada. Há uns dias comecei a ler os relatos e deu vontade de escrever um meu. Tudo que eu postar vai ser real, tenho várias coisas pra contar, mas vou ver o que posso compartilhar.
Uns 7 anos atrás, eu trabalhava numa empresa de vigilância. Tava namorando uma mina legal, mas nunca me senti completamente satisfeito. Ia todo dia na casa dela pra comer e depois voltava pra dormir na minha. No caminho de volta, costumava desviar a rota pra passar pelo boulevard da cidade, onde ficavam umas garotas da noite. Pelo menos pra olhar, porque não pagava por sexo, mas adorava ver pra fantasiar. Quando tava no boulevard, mandava mensagem pra ela dizendo que já tinha chegado em casa e ia dormir. Quando ela parava de responder, eu tinha o caminho livre, mas não tinha muita coisa pra ver. Eram sempre as mesmas gatinhas. Nunca me convenceram.
Numa dessas noites, percorri o boulevard todo e não tinha ninguém, nem as putinhas de sempre. Dei mais uma volta e vi de longe uma pessoa andando na direção oposta à minha, do outro lado da rua. Não dava pra distinguir se era homem ou mulher, tava vestida de preto e tava escuro. Fiquei na dúvida, porque costumava ter vários caras como eu passeando por ali, procurando a mesma coisa: minas fáceis, mas por grana. Virei e comecei a andar cada vez mais rápido pra alcançar a pessoa. Conforme me aproximava, dava pra ver que era mulher. De longe era gostosa, mas quando cheguei perto percebi que não era tanto assim. Mas fazer o quê, era a única coisa que tinha na noite. Fui me aproximando, e parecia que ela tinha notado que tava sendo seguida, porque andava devagar, como se esperasse que eu a alcançasse ou passasse do lado e seguisse meu caminho, sei lá. Nessa tentativa de alcançá-la, recebo uma mensagem da minha namorada perguntando se eu já tinha chegado. Eu respondi: Falei que tava a poucas quadras enquanto seguia essa mulher que eu tava encarando.
Quando cheguei bem perto dela, acelerei o passo e fiquei do lado. Falei "oi" e ela respondeu "oi" também. Quando olhei pro rosto dela, percebi que era uma mulher mais velha, mais velha que eu, que na época tinha uns 20 anos. Era uma mulher de uns 35 a 40 anos, mais ou menos, tava vestida com uma calça de yoga e um moletom preto. Devia ter uns 1,60 ou um pouco menos, e eu era mais alto que ela. Era morena, cabelo na altura dos ombros mais ou menos, mas tava preso, um pouco gordinha, mas pra mim tava de boa, sempre gostei de mulher mais cheinha, não tinha muita cintura. De peito até que vinha bem, mas não dava pra ver muito porque não tinha decote, mas dava pra dizer que era bonito. De bunda, mais ou menos, mas até demais pra idade que aparentava. Enfim, não era tão gostosa, mas repito, era o que tinha. Além disso, esperava que ela me dispensasse e eu fosse dormir como sempre.
Depois de nos cumprimentar, continuei puxando conversa enquanto caminhávamos lado a lado. Perguntei o que ela tava fazendo naquela hora e sozinha no boulevard, e ela me contou que saiu pra caminhar pra clarear a mente. Pelo jeito que falava, parecia que tinha algum problema familiar ou algo assim. Me contou que era casada e tinha filhos, mas que o marido não tratava ela muito bem e tal. O marido trabalhava de dia, ficava bêbado e às vezes humilhava ela, xingando ou coisa assim, e naquela noite tinham discutido. Deixou os filhos dormindo e sentiu necessidade de caminhar. Enquanto caminhávamos, chegamos no final do boulevard. Ele fica perto de uma linha de trem e tem uma casinha que não é usada, onde antigamente recebiam o correio de trem. Bom, pra esse lugar a gente continuou andando, e tava meio escuro porque é um lugar abandonado. Seguimos conversando e ela me perguntou sobre mim, e eu respondia quase sem pensar porque tava mais pensando no próximo passo ou em como ia fazer pra avançar com ela. Perguntei como ela se chamava, mas ela não quis dizer. Tipo, ela só me falou que chamavam ela de Negrita. Comecei a elogiar ela, dizendo que era uma mulher linda e que não merecia o que tava rolando com ela, mesmo não sendo totalmente verdade (haha), mas enfim, era mais pra quebrar o gelo e começar meu jogo. Ela sorriu e perguntou: "Tá falando sério?" Eu concordei com a cabeça. Ainda falei: "Se soltar o cabelo, fica ainda mais gostosa..." O primeiro contato físico foi tocar o cabelo dela, pra soltar aquele rabinho de cavalo que ela tava usando. Tava molhado, parecia que ela tinha molhado o cabelo antes de sair. Ajeitei o cabelo dela com os dedos, como se fosse um pente, e falei que ela era muito linda mesmo (haha).
Nisso, chegou outra mensagem da minha mina perguntando a mesma coisa de antes, então tive que pensar rápido e responder pros dois lados: pra minha mina pelo celular e pra essa mulher uma desculpa rápida. Na hora ela falou: "Pode responder tranquilo, eu já sei"... Isso me deu a abertura perfeita pra responder a mensagem de boa, e ainda mostrou que já tinha uma cumplicidade entre a gente. Mandei pra minha mina que já tinha chegado e ia dormir porque tava muuuuuuito cansado (haha) e no dia seguinte tinha que trabalhar cedo, doces sonhos e tal. Voltei pro meu jogo. Pelo que ela tinha falado no final, percebi que tinha terreno pra qualquer coisa, então tava mais solto. Passei a mão no cabelo dela de novo e ela perguntou o que eu esperava dela e por que tinha começado a falar com ela. Não sabia o que responder, falei qualquer merda pra manter o ritmo da conversa, mas ela disse: "Não vai me convencer com qualquer besteira, me fala o que você quer." Aí o demônio tomou conta de mim e pensei: "Foda-se, que seja o que for." Falei: "É isso que eu quero..." Mais do que responder com palavras, fui na lata, dei um beijo na boca dela, um beijo curto porque não sabia como ela ia reagir, tava mais esperando um tapa do que outra coisa. Ela deixou ser beijada, mas nunca abriu a boca, foi mais um selinho. Ela afastou o rosto e continuou me encarando, tava de olhos fechados e abriu eles de repente e me disse...: não pense que com um beijo você vai me convencer! (Haha!) Ali confirmei tudo, o que eu tava procurando ela mesma confirmou que eu ia ter, E DE GRAÇA!! (HAHA!). Isso não foi tudo que ela falou. Depois do meu sorriso, ela disse, tudo bem mas aqui não, mora gente conhecida e não quero chamar atenção, então sugeri ir pro anfiteatro que ficava no outro lado do boulevard, falei pra gente pegar uma cerveja e continuar "conversando" (haha). Ela disse que tava de boa, enquanto prendia o cabelo de novo, mas que ia caminhar na mesma calçada. O boteco onde eu ia comprar a cerveja era na calçada do outro lado. Não era tanto pela bebida, mas pra comprar camisinha, mesmo assim fui no boteco, pedi uma cerveja que me deram numa garrafa de refrigerante vazia, e também uns prime texturizados. Saí de lá e minha nova mulher tava andando devagar na calçada do outro lado, alcancei ela e seguimos juntos.
A gente continuava conversando sobre qualquer coisa no caminho, eu já tava pendurado nos ombros dela feito um namorado, haha, cerveja na mão e começando a crescer por dentro. O roçar do corpo dela no meu enquanto a gente caminhava e sentir como se ela coubesse inteira no meu braço me dava um prazer especial pra ir me preparando aos poucos. Chegamos no anfiteatro e sentamos na parte de trás pra ninguém nos ver. A gente tomava a cerveja e ela falava sobre coisas da vida dela (mais que um encontro, ela queria CONVERSAR, e eu, porra!!!) eu abraçava ela de lado, como se tivesse ela entre minhas pernas, e fingia que tava acompanhando a conversa. Comecei a beijar o pescoço dela, e brincar com o lóbulo da orelha dela. A coisa foi esquentando cada vez mais, ela falou da MINHA coisa, e ela ia ficando cada vez mais quieta e mudando de assunto. Começou a dizer como eu beijo bem e essas coisas. Os beijos na boca continuavam mas ela nunca abria a boca, só selinhos, mas o único selinho que me importava era o do meu pau que naquela altura já tava a todo vapor. Eu roçava ela com meu joelho e me mexia devagarzinho, ela começou a se calar e veio um silêncio cheio de barulhinhos do roçar e dos meus beijos no pescoço dela. A gente tava de moletom os dois e ela levou a mão na minha cintura, eu fui levantando o blusão e a camiseta dela tudo junto pra tocar a pele dela, do ladinho, uma dobrinha fria da pele dela que me fazia delirar, continuei com os beijos, ela com as carícias na minha cintura e eu cada vez mais descendo pra tentar tocar a bunda dela. Quis enfiar a mão por baixo da calça, mas era daquelas de moletom que ajustam com cordão e tava muito apertada. Ela começou a perceber que eu tava lutando com a calça, então se virou de lado, como se desse espaço pra eu desatar o nó na frente da calça. Desatei e ficou mais folgada. Voltei pra parte de trás e acariciava com a mão direita a bunda esquerda dela, e com a mão esquerda a dobrinha fresca da cintura dela (?). Seguia com os beijos e o roçar do meu pau na perna dela, ela não se soltava muito. Peguei a mão dela e coloquei na minha braguilha pra ela sentir. Ela começou a passar a mão e eu continuava com a mão na bunda dela. Fui movendo pro lado da frente pra chegar na use the word: pussy. (Aprendam, se diz use the word: pussy, não cuca nem chocho nem nada disso use the word: pussy) Não parecia pelos sinais externos, mas quando cheguei na use the word: pussy senti um calorzinho, ou seja, ela tava tão tesuda quanto eu. Enfiei a mão por cima da calcinha e comecei a acariciar, ela soltava uns gemidos suaves, eu continuava com as massagens. Passei pra cima até o elástico da calcinha dela, e consegui alcançar, passei a mão por cima dele pra chegar no corpo dela, tinha pelos enrolados e cheios, eu seguia pra baixo e procurava os lábios dela pra massagear. Enfiei um dedo e tava toda molhada, e eu continuava duro com a mão dela por cima da minha calça. Falei "Enfia a mão" pra ela pegar com a mão, eu já não aguentava mais. Não tinha percebido, mas tinha Larguei tanto líquido pré-ejaculatório (nossa, que vocabulário, hein) que parecia que eu tinha gozado, mas não senti a excitação de um orgasmo pra achar que já tinha acabado, além disso ainda tava duro. Ela abaixou o zíper da minha calça, puxou minha cueca e procurou meu pau com a mão, me disse: "Ah!, você já gozou". Respondi: NÃO! continua tocando que ainda tô com tesão. Ela não ligou muito e começou a me bater uma punheta. Eu com os dedos dentro da buceta dela e ela pra cima e pra baixo com meu pau na mão. Levei minhas mãos até a cintura da calça dela e comecei a puxar pra baixo. Ela me dizia "o que você vai fazer?" me perguntando algo TÃO óbvio, eu nem respondi, continuei na ação como resposta. Puxei a calça dela até os joelhos e ela soltava um "duvidoso" - Não faz isso... mas era mais um suspiro do que um pedido desesperado pra eu parar meu ataque. Falei: pra que vou colocar a camisinha, e ela disse: Não, assim mesmo que é melhor. Não pensei duas vezes. Agarrei as bundas dela com as duas mãos e me aproximei, só com a braguilha aberta e o pau pra fora, a cueca apertava minhas bolas mas a pressão do elástico me deixava mais excitado. Tentei enfiar devagar e foi um pouco difícil por causa da posição desconfortável que a gente tava. Quando encontrei os fluidos dela com a cabeça do pau, percebi que tava no lugar certo. Comecei a meter e ela começou a gemer baixinho. Eu continuava dando beijinhos, de leve, porque ela ainda não tinha aberto a boca. Ela começou a soltar aquele SIIIIIM com um suspiro incluído, mostrando a dose de prazer que eu tava causando. Eu tava duro e ia devagar porque queria que durasse um tempo razoável. A gente continuava se movendo devagar, cada um buscando o sexo do outro pra entrar mais fundo. Eu tentava não apoiar todo meu peso nela pra não machucar, a gente tava no cimento e não era muito confortável, mas mesmo assim EU TAVA ATÉ O PAU. Ela me agarrava pelas bundas e me empurrava cada vez mais, eu tinha uma mão na bunda dela. esquerda e outra nas costas pra ela não ficar desconfortável. Continuei bombando e, além do tesão, passava pela minha cabeça a façanha de estar com uma coroa gostosa. Metia forte e já estávamos no ritmo certo, na velocidade que nenhum freio reage. Estávamos os dois quentes, ela continuava gemendo, sem abrir a boca, eu seguia com os picos, tentando vencer a resistência dela. Seguíamos bombando e eu não aguentava mais, estava quase lá e queria resistir mais. Não tinha mais como esticar meu momento e não me segurei, gozei dentro dela. Mesmo assim continuamos nos movendo, ela não tinha terminado e meu pau ainda estava dentro dela, continuei me mexendo o mais rápido possível pra fazer ela gozar. Senti o calor dela mais forte e úmido, nossos fluidos tinham se misturado e eu sentia o líquido escorrendo de dentro dela pra fora e como ela mexia os músculos da buceta apertando meu pau que começava a amolecer ainda dentro dela, continuei me movendo um pouco mais e ela já não oferecia resistência, já estava cansando de bombear quase no seco, então comecei a diminuir o ritmo bem devagar até ficar parado em cima dela. Quando parei, soltamos um suspiro os dois. Nos olhamos e eu beijei ela, outro pico, porque continuei sem abrir a boca. Não me importava muito porque tinha conseguido o que queria. Ficamos assim por um tempo e quando não tinha mais nada, separamos os corpos, arrumamos a roupa e ficamos um tempinho abraçados. Ela começou a falar de novo das coisas dela, eu continuava fingindo que ouvia. Olhei o relógio e comecei a calcular que tinha pouco tempo pra dormir antes de ir trabalhar. Levei a conversa pro fim e disse que tinha que ir. Ela queria que eu ficasse mais um pouco, mas pra conversar, eu já estava super apertado de tempo e ainda tinha que voltar pra minha casa. Inventei mil desculpas e cortei logo. Levantamos e decidimos ir embora. Achei que não era muito cavalheiro ir assim, do nada, então inventei um carinho apaixonado no rosto dela, olhei nos olhos Os olhos, me aproximei do rosto dela e dei um beijo de despedida, ela não abriu a boca, foi o último selinho (Como dizem algumas putas: a bunda e a boca são do meu namorado..) Nos separamos cada um pro seu lado e saímos do anfiteatro.
Até hoje nunca mais a vi, mas foi minha primeira vez com uma coroa. Ela não me disse o nome, nem provei a língua dela, mas pelo menos foi uma trepada antes de dormir melhor que uma punheta, e ainda por cima, de graça!.
Jorge.
Bom, vou me apresentar. Sou Jorge, da província de Santa Fé. Faz um tempo que sigo o P!, mas nunca postei nada. Há uns dias comecei a ler os relatos e deu vontade de escrever um meu. Tudo que eu postar vai ser real, tenho várias coisas pra contar, mas vou ver o que posso compartilhar.
Uns 7 anos atrás, eu trabalhava numa empresa de vigilância. Tava namorando uma mina legal, mas nunca me senti completamente satisfeito. Ia todo dia na casa dela pra comer e depois voltava pra dormir na minha. No caminho de volta, costumava desviar a rota pra passar pelo boulevard da cidade, onde ficavam umas garotas da noite. Pelo menos pra olhar, porque não pagava por sexo, mas adorava ver pra fantasiar. Quando tava no boulevard, mandava mensagem pra ela dizendo que já tinha chegado em casa e ia dormir. Quando ela parava de responder, eu tinha o caminho livre, mas não tinha muita coisa pra ver. Eram sempre as mesmas gatinhas. Nunca me convenceram.
Numa dessas noites, percorri o boulevard todo e não tinha ninguém, nem as putinhas de sempre. Dei mais uma volta e vi de longe uma pessoa andando na direção oposta à minha, do outro lado da rua. Não dava pra distinguir se era homem ou mulher, tava vestida de preto e tava escuro. Fiquei na dúvida, porque costumava ter vários caras como eu passeando por ali, procurando a mesma coisa: minas fáceis, mas por grana. Virei e comecei a andar cada vez mais rápido pra alcançar a pessoa. Conforme me aproximava, dava pra ver que era mulher. De longe era gostosa, mas quando cheguei perto percebi que não era tanto assim. Mas fazer o quê, era a única coisa que tinha na noite. Fui me aproximando, e parecia que ela tinha notado que tava sendo seguida, porque andava devagar, como se esperasse que eu a alcançasse ou passasse do lado e seguisse meu caminho, sei lá. Nessa tentativa de alcançá-la, recebo uma mensagem da minha namorada perguntando se eu já tinha chegado. Eu respondi: Falei que tava a poucas quadras enquanto seguia essa mulher que eu tava encarando.
Quando cheguei bem perto dela, acelerei o passo e fiquei do lado. Falei "oi" e ela respondeu "oi" também. Quando olhei pro rosto dela, percebi que era uma mulher mais velha, mais velha que eu, que na época tinha uns 20 anos. Era uma mulher de uns 35 a 40 anos, mais ou menos, tava vestida com uma calça de yoga e um moletom preto. Devia ter uns 1,60 ou um pouco menos, e eu era mais alto que ela. Era morena, cabelo na altura dos ombros mais ou menos, mas tava preso, um pouco gordinha, mas pra mim tava de boa, sempre gostei de mulher mais cheinha, não tinha muita cintura. De peito até que vinha bem, mas não dava pra ver muito porque não tinha decote, mas dava pra dizer que era bonito. De bunda, mais ou menos, mas até demais pra idade que aparentava. Enfim, não era tão gostosa, mas repito, era o que tinha. Além disso, esperava que ela me dispensasse e eu fosse dormir como sempre.
Depois de nos cumprimentar, continuei puxando conversa enquanto caminhávamos lado a lado. Perguntei o que ela tava fazendo naquela hora e sozinha no boulevard, e ela me contou que saiu pra caminhar pra clarear a mente. Pelo jeito que falava, parecia que tinha algum problema familiar ou algo assim. Me contou que era casada e tinha filhos, mas que o marido não tratava ela muito bem e tal. O marido trabalhava de dia, ficava bêbado e às vezes humilhava ela, xingando ou coisa assim, e naquela noite tinham discutido. Deixou os filhos dormindo e sentiu necessidade de caminhar. Enquanto caminhávamos, chegamos no final do boulevard. Ele fica perto de uma linha de trem e tem uma casinha que não é usada, onde antigamente recebiam o correio de trem. Bom, pra esse lugar a gente continuou andando, e tava meio escuro porque é um lugar abandonado. Seguimos conversando e ela me perguntou sobre mim, e eu respondia quase sem pensar porque tava mais pensando no próximo passo ou em como ia fazer pra avançar com ela. Perguntei como ela se chamava, mas ela não quis dizer. Tipo, ela só me falou que chamavam ela de Negrita. Comecei a elogiar ela, dizendo que era uma mulher linda e que não merecia o que tava rolando com ela, mesmo não sendo totalmente verdade (haha), mas enfim, era mais pra quebrar o gelo e começar meu jogo. Ela sorriu e perguntou: "Tá falando sério?" Eu concordei com a cabeça. Ainda falei: "Se soltar o cabelo, fica ainda mais gostosa..." O primeiro contato físico foi tocar o cabelo dela, pra soltar aquele rabinho de cavalo que ela tava usando. Tava molhado, parecia que ela tinha molhado o cabelo antes de sair. Ajeitei o cabelo dela com os dedos, como se fosse um pente, e falei que ela era muito linda mesmo (haha).
Nisso, chegou outra mensagem da minha mina perguntando a mesma coisa de antes, então tive que pensar rápido e responder pros dois lados: pra minha mina pelo celular e pra essa mulher uma desculpa rápida. Na hora ela falou: "Pode responder tranquilo, eu já sei"... Isso me deu a abertura perfeita pra responder a mensagem de boa, e ainda mostrou que já tinha uma cumplicidade entre a gente. Mandei pra minha mina que já tinha chegado e ia dormir porque tava muuuuuuito cansado (haha) e no dia seguinte tinha que trabalhar cedo, doces sonhos e tal. Voltei pro meu jogo. Pelo que ela tinha falado no final, percebi que tinha terreno pra qualquer coisa, então tava mais solto. Passei a mão no cabelo dela de novo e ela perguntou o que eu esperava dela e por que tinha começado a falar com ela. Não sabia o que responder, falei qualquer merda pra manter o ritmo da conversa, mas ela disse: "Não vai me convencer com qualquer besteira, me fala o que você quer." Aí o demônio tomou conta de mim e pensei: "Foda-se, que seja o que for." Falei: "É isso que eu quero..." Mais do que responder com palavras, fui na lata, dei um beijo na boca dela, um beijo curto porque não sabia como ela ia reagir, tava mais esperando um tapa do que outra coisa. Ela deixou ser beijada, mas nunca abriu a boca, foi mais um selinho. Ela afastou o rosto e continuou me encarando, tava de olhos fechados e abriu eles de repente e me disse...: não pense que com um beijo você vai me convencer! (Haha!) Ali confirmei tudo, o que eu tava procurando ela mesma confirmou que eu ia ter, E DE GRAÇA!! (HAHA!). Isso não foi tudo que ela falou. Depois do meu sorriso, ela disse, tudo bem mas aqui não, mora gente conhecida e não quero chamar atenção, então sugeri ir pro anfiteatro que ficava no outro lado do boulevard, falei pra gente pegar uma cerveja e continuar "conversando" (haha). Ela disse que tava de boa, enquanto prendia o cabelo de novo, mas que ia caminhar na mesma calçada. O boteco onde eu ia comprar a cerveja era na calçada do outro lado. Não era tanto pela bebida, mas pra comprar camisinha, mesmo assim fui no boteco, pedi uma cerveja que me deram numa garrafa de refrigerante vazia, e também uns prime texturizados. Saí de lá e minha nova mulher tava andando devagar na calçada do outro lado, alcancei ela e seguimos juntos.
A gente continuava conversando sobre qualquer coisa no caminho, eu já tava pendurado nos ombros dela feito um namorado, haha, cerveja na mão e começando a crescer por dentro. O roçar do corpo dela no meu enquanto a gente caminhava e sentir como se ela coubesse inteira no meu braço me dava um prazer especial pra ir me preparando aos poucos. Chegamos no anfiteatro e sentamos na parte de trás pra ninguém nos ver. A gente tomava a cerveja e ela falava sobre coisas da vida dela (mais que um encontro, ela queria CONVERSAR, e eu, porra!!!) eu abraçava ela de lado, como se tivesse ela entre minhas pernas, e fingia que tava acompanhando a conversa. Comecei a beijar o pescoço dela, e brincar com o lóbulo da orelha dela. A coisa foi esquentando cada vez mais, ela falou da MINHA coisa, e ela ia ficando cada vez mais quieta e mudando de assunto. Começou a dizer como eu beijo bem e essas coisas. Os beijos na boca continuavam mas ela nunca abria a boca, só selinhos, mas o único selinho que me importava era o do meu pau que naquela altura já tava a todo vapor. Eu roçava ela com meu joelho e me mexia devagarzinho, ela começou a se calar e veio um silêncio cheio de barulhinhos do roçar e dos meus beijos no pescoço dela. A gente tava de moletom os dois e ela levou a mão na minha cintura, eu fui levantando o blusão e a camiseta dela tudo junto pra tocar a pele dela, do ladinho, uma dobrinha fria da pele dela que me fazia delirar, continuei com os beijos, ela com as carícias na minha cintura e eu cada vez mais descendo pra tentar tocar a bunda dela. Quis enfiar a mão por baixo da calça, mas era daquelas de moletom que ajustam com cordão e tava muito apertada. Ela começou a perceber que eu tava lutando com a calça, então se virou de lado, como se desse espaço pra eu desatar o nó na frente da calça. Desatei e ficou mais folgada. Voltei pra parte de trás e acariciava com a mão direita a bunda esquerda dela, e com a mão esquerda a dobrinha fresca da cintura dela (?). Seguia com os beijos e o roçar do meu pau na perna dela, ela não se soltava muito. Peguei a mão dela e coloquei na minha braguilha pra ela sentir. Ela começou a passar a mão e eu continuava com a mão na bunda dela. Fui movendo pro lado da frente pra chegar na use the word: pussy. (Aprendam, se diz use the word: pussy, não cuca nem chocho nem nada disso use the word: pussy) Não parecia pelos sinais externos, mas quando cheguei na use the word: pussy senti um calorzinho, ou seja, ela tava tão tesuda quanto eu. Enfiei a mão por cima da calcinha e comecei a acariciar, ela soltava uns gemidos suaves, eu continuava com as massagens. Passei pra cima até o elástico da calcinha dela, e consegui alcançar, passei a mão por cima dele pra chegar no corpo dela, tinha pelos enrolados e cheios, eu seguia pra baixo e procurava os lábios dela pra massagear. Enfiei um dedo e tava toda molhada, e eu continuava duro com a mão dela por cima da minha calça. Falei "Enfia a mão" pra ela pegar com a mão, eu já não aguentava mais. Não tinha percebido, mas tinha Larguei tanto líquido pré-ejaculatório (nossa, que vocabulário, hein) que parecia que eu tinha gozado, mas não senti a excitação de um orgasmo pra achar que já tinha acabado, além disso ainda tava duro. Ela abaixou o zíper da minha calça, puxou minha cueca e procurou meu pau com a mão, me disse: "Ah!, você já gozou". Respondi: NÃO! continua tocando que ainda tô com tesão. Ela não ligou muito e começou a me bater uma punheta. Eu com os dedos dentro da buceta dela e ela pra cima e pra baixo com meu pau na mão. Levei minhas mãos até a cintura da calça dela e comecei a puxar pra baixo. Ela me dizia "o que você vai fazer?" me perguntando algo TÃO óbvio, eu nem respondi, continuei na ação como resposta. Puxei a calça dela até os joelhos e ela soltava um "duvidoso" - Não faz isso... mas era mais um suspiro do que um pedido desesperado pra eu parar meu ataque. Falei: pra que vou colocar a camisinha, e ela disse: Não, assim mesmo que é melhor. Não pensei duas vezes. Agarrei as bundas dela com as duas mãos e me aproximei, só com a braguilha aberta e o pau pra fora, a cueca apertava minhas bolas mas a pressão do elástico me deixava mais excitado. Tentei enfiar devagar e foi um pouco difícil por causa da posição desconfortável que a gente tava. Quando encontrei os fluidos dela com a cabeça do pau, percebi que tava no lugar certo. Comecei a meter e ela começou a gemer baixinho. Eu continuava dando beijinhos, de leve, porque ela ainda não tinha aberto a boca. Ela começou a soltar aquele SIIIIIM com um suspiro incluído, mostrando a dose de prazer que eu tava causando. Eu tava duro e ia devagar porque queria que durasse um tempo razoável. A gente continuava se movendo devagar, cada um buscando o sexo do outro pra entrar mais fundo. Eu tentava não apoiar todo meu peso nela pra não machucar, a gente tava no cimento e não era muito confortável, mas mesmo assim EU TAVA ATÉ O PAU. Ela me agarrava pelas bundas e me empurrava cada vez mais, eu tinha uma mão na bunda dela. esquerda e outra nas costas pra ela não ficar desconfortável. Continuei bombando e, além do tesão, passava pela minha cabeça a façanha de estar com uma coroa gostosa. Metia forte e já estávamos no ritmo certo, na velocidade que nenhum freio reage. Estávamos os dois quentes, ela continuava gemendo, sem abrir a boca, eu seguia com os picos, tentando vencer a resistência dela. Seguíamos bombando e eu não aguentava mais, estava quase lá e queria resistir mais. Não tinha mais como esticar meu momento e não me segurei, gozei dentro dela. Mesmo assim continuamos nos movendo, ela não tinha terminado e meu pau ainda estava dentro dela, continuei me mexendo o mais rápido possível pra fazer ela gozar. Senti o calor dela mais forte e úmido, nossos fluidos tinham se misturado e eu sentia o líquido escorrendo de dentro dela pra fora e como ela mexia os músculos da buceta apertando meu pau que começava a amolecer ainda dentro dela, continuei me movendo um pouco mais e ela já não oferecia resistência, já estava cansando de bombear quase no seco, então comecei a diminuir o ritmo bem devagar até ficar parado em cima dela. Quando parei, soltamos um suspiro os dois. Nos olhamos e eu beijei ela, outro pico, porque continuei sem abrir a boca. Não me importava muito porque tinha conseguido o que queria. Ficamos assim por um tempo e quando não tinha mais nada, separamos os corpos, arrumamos a roupa e ficamos um tempinho abraçados. Ela começou a falar de novo das coisas dela, eu continuava fingindo que ouvia. Olhei o relógio e comecei a calcular que tinha pouco tempo pra dormir antes de ir trabalhar. Levei a conversa pro fim e disse que tinha que ir. Ela queria que eu ficasse mais um pouco, mas pra conversar, eu já estava super apertado de tempo e ainda tinha que voltar pra minha casa. Inventei mil desculpas e cortei logo. Levantamos e decidimos ir embora. Achei que não era muito cavalheiro ir assim, do nada, então inventei um carinho apaixonado no rosto dela, olhei nos olhos Os olhos, me aproximei do rosto dela e dei um beijo de despedida, ela não abriu a boca, foi o último selinho (Como dizem algumas putas: a bunda e a boca são do meu namorado..) Nos separamos cada um pro seu lado e saímos do anfiteatro.
Até hoje nunca mais a vi, mas foi minha primeira vez com uma coroa. Ela não me disse o nome, nem provei a língua dela, mas pelo menos foi uma trepada antes de dormir melhor que uma punheta, e ainda por cima, de graça!.
Jorge.
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