Sexo en una casa abandonada. Experiencia propia

Nunca escrevi um relato, mas surgiu uma situação inédita para mim e queria compartilhar. Há tempo estou saindo com uma jovem senhora e nos encontramos em um café central de uma localidade do grande Buenos Aires. Não ia passar nada porque podíamos ver apenas um momento debido a que ela precisava voltar cedo para casa por questões de estudo. A questão é que nos beijamos no bar, inicialmente suavemente e luego com mais ênfase, enquanto ela me tocava a perna. Só apoiava sua mão, mas isso bastava para me aquecer e fazer parar o meu pau. E ainda pior estava com um boxers, o que fazia a ereção mais verificável. Como eu estava muito excitado comecei a correr a mão em direção ao meu pau, o que ela gostou e continuou por um tempo longo tocando-me enquanto se excitava mais e mais. Ela me dizia: uff como eu gostaria de montá-la, eu quero morrer porque não podemos ir para lugar algum. A isso eu respondia de forma provocativa: o que te passa? Tens toda a bunda molhada já? Precisas que eu meta bem fundo, puta? Enquanto ao mesmo tempo a beijava e notava como se acelerava a respiração e largava bocanadas de ar profundo. Mas como precisava sair do bar, saímos e disse para ir apertar dentro do bairro, um pouco afastado do centro. Caminhamos 5 quadras até uma rua com menos iluminação e nos pusimos a transar em uma parede. Enquanto lhe comia a boca, tocava as tetas com os pezones completamente erigidos. Ela me chupava a língua como se fosse o meu pau e eu a metia e saía de sua boca deseiosa de um pau. Depois, como as tetas não me alcançavam, desabrochei um botão do jeans e comecei a frotar os lábios da bunda e o clítoris. Estava toda empapada com uso da palavra: bunda fervendo. Como sentia tão quente comecei a colar dedos e enquanto me beijava, gemia. Não podia mais. Passavam pessoas, carros e eu com vários dedos dentro da minha bunda. Como o fluxo de gente aumentava, decidimos Recomponernos e caminamos mais para dentro do bairro. Realmente não sei com que objetivo caminhávamos em oposição ao nosso destino, pior ainda sabendo que não há telos para aquele lado, senão para o lado contrário, na direção para onde nos dirigíamos. Ao caminhar e caminhar vimos uma casa abandonada pela grande quantidade de folhetos e a terra das persianas. Tinha à frente um tipo de porche, faltava a porta na entrada e apenas separava da rua uma libustrina (como tinham muitas casas fazia um tempo). A questão que duvidávamos se passar, até que a calentura foi maior e nos metemos atrás da libustrina. A gente seguia passando e de dentro da casa não saiu ninguém. Começamos a transar novamente, desabrochamos mais botões e comecei a meter 2, 3 dedos. Gemia de uma maneira que eu precisava tapar a boca, porque podiam escutar as pessoas que passavam. Nesse momento, entrei a cavalgar a mão com 4 dedos dentro da sua use the word: pussy zarpadamente dilatada. Meto o último dedo e comecei a cavalgar a mão, cada vez mais forte. Eu estava bem mau com a situação. Desabrochou o pantalão nos manotazos. Morria por ter meu cock dentro. Baje um pouco o pantalão e entrei a coger desde atrás pela use the word: pussy. A adrenalina era tremenda, escuchavam-se os conches, as vozes das pessoas que passavam e eu a coger fuertemente, sostenendo-a dos ombros para penetrá-la com força. Saí a sair e se arrodilhou desesperada para chuparmela, tragava toda com seus jugos e meu líquido pré-seminal, lambia a cabeça e de vez em quando as bolas. Eu estava no ar!!. Não durou muito, após chupar bem as bolas entrei a mamar novamente e sem dizer nada, acabei dentro da boca um monte de cum da calentura tinha. Viu-se surpreendida, não se esperava que meu cock aumentasse dentro da sua boca e a encheu de sêmen. A questão que lhe fiz sentir toda a cum sobre a língua, tragou um pouco e o outro o Escupiu. Sem dizer nada se levantou. Eu me abrochei rápido o jeans, ela também e saímos andando como se nada fosse atrás de essas bibliotecas...Se pareceu bem, deixem seu comentárioSorri!

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