A verdade é que sempre fui uma garota muito especial.
Vou começar dizendo que heróis existem em todo lugar, sempre que exista uma pessoa com iniciativa e que consiga alcançar seus objetivos, haverá heróis.
Essa história começa há muitos anos, num lugar como qualquer outro onde acontecem injustiças. Este relato é o começo da minha vida heroica. No início, nasci numa família pequena: só meus pais e eu. Eles sempre foram um casal muito sólido, mas conforme fui crescendo, lembro que tinham algumas discussões até que um dia minha mãe nos abandonou.
Anos depois, meu pai me disse que o abandono da minha mãe tinha sido uma injustiça. Ele sempre falou que existem pessoas que não se importam com o sofrimento dos outros e estão dispostas a obter benefícios em cima das pessoas e seus sentimentos. Minha mãe nos abandonou quando eu era muito pequena, mal a lembro. Ela foi embora, disse meu pai, com alguém que sempre a perturbava e a assediava sempre que podia. Ela perdeu a batalha e se entregou àquele mundo que o vilão lhe ofereceu.
Meu pai ficou devastado, mas prometeu que lutaria como pudesse para evitar essas injustiças o máximo possível. Quando eu era criança, meu treinamento começou aos poucos, sabendo muito bem que teríamos que sacrificar muito para lutar contra as entidades malignas como as que levaram minha mãe. E a única forma era nos prepararmos muito bem e ficarmos prontos para tudo.
Esperando ter a oportunidade de descrever em outro relato como foi meu treinamento, vou me ater a como nasceram nossas personalidades secretas e nos tornamos heróis de muitas pessoas. Quando eu era criança, meu pai me deixava ser livre. Se eu não quisesse me vestir, ele me permitia andar sem roupa em casa. E como eu devia estar sempre preparada, ele nunca limitou meu acesso à informação. Não havia internet, mas ele sempre me deixou ver suas revistas e todos os filmes sem restrições.
Eu aprendia rápido. Quando criança, era uma esponja, aprendendo sozinha e sem que meu pai tivesse influência sobre mim. Com as revistas, filmes e muitos... livros, aprendi que tinha um poder muito grande bem debaixo do meu estômago. Meu pai descobriu minhas habilidades numa ocasião em que voltou cedo do trabalho e me encontrou tocando bem desajeitadamente minha bucetinha. Por sempre ter sido tão liberal, ele entendeu que eu seria parte do seu objetivo de evitar injustiças e que era hora de começar um treinamento mais prático. Ele me ensinou tudo que sei hoje.
Foram anos de muito trabalho. Direi que ele me mostrou o poder do meu corpo, ensinando como usá-lo para derrotar os inimigos. Me ensinou que posso ser capaz de drenar a energia de qualquer vilão e que nunca deveria desistir. Usaria tudo que ele me ensinou para sair vitoriosa sempre. Foi muito difícil nos tornarmos o que somos agora, mas valeu a pena. O suor e os líquidos expelidos foram a maior conquista de ambos.
Meu pai e eu nunca paramos de treinar. Ele sempre me ensina posições mais fortes para meus inimigos ou estamos sempre procurando por artifícios e equipamentos para usar em batalha, além de me treinar para aguentar caso eu seja vítima desses mesmos. Por exemplo, um: a camisinha foi a primeira com que treinei e me familiarizei. Outro, um dos que mais uso, foi um vibrador que é um dos meus artifícios favoritos. Esse treinamento foi muito difícil, tanto em saber usá-lo quanto em me tornar mais forte contra seus efeitos para as batalhas, mas como já lhes disse, isso será outro capítulo.
Tendo já 19 anos, chegou o momento que nos deixaria para a posteridade. Meu pai nunca planejou, nem eu sabia se estaria pronta. Aconteceu como sempre acontece com os super-heróis: não foi uma situação procurada, simplesmente aconteceu. Meu pai chegou uma tarde em casa me dizendo que tinha visto um vilão como aquele que levou minha mãe, que tínhamos que fazer justiça e detê-lo. Eu não entendia. Ele me explicou que minha mãe sempre foi boa e nos amava muito, mas que sempre agia estranho ao voltar da rua. Me contou que um malvado, sempre que a via, dizia muitas coisas pervertidas e o que gostaria... fazer com a mamãe, que ele era um assediador e queria que ela fosse com os vilões, e conseguiu. Um dia ela simplesmente foi embora com ele, nos abandonando; foi aí que eu soube a verdade e disse ao meu pai que tínhamos que fazer algo.
Ele me contou que esse vilão parecia diferente, que eu poderia me perder se o enfrentássemos sem saber mais. Então ele investigou por dias e me disse que era uma entidade maligna que saía todo dia no portão de casa na hora em que as meninas de uma escola secundária voltavam, que ele falava muita porcaria pra elas e às vezes tentava se aproximar. E um pouco mais tarde, saíam também as garotas do ensino médio e ele continuava com sua tempestade de maldade.
Esse monstro vivia sozinho e, pelo que me descreveu, a casa era meio pequena, com telhado de amianto, o que poderia indicar que ele não tinha outras ideias na cabeça além de viver para a maldade e a injustiça. Ele também disse que poderia ser um desafio difícil pra mim, já que aparentava ter entre 55 e quase 60 anos, era careca com uma juba de cabelos grisalhos na nuca, magro mas com uma barriga notável, faltavam dois dentes: um no meio da parte de cima e outro do lado direito. Tez morena, usava sandálias, calças de tecido e camisetas brancas de alça, geralmente sempre surradas. E pelo visto também era bem treinado, porque meu pai via ele tocando na arma dele o tempo todo, por baixo da calça.
Quando meu pai me deu toda essa informação, ele disse que não era um inimigo pra mim, que procuraria outra forma de detê-lo. E eu entrei naquela fase de arrependimento em que a gente duvida das próprias capacidades e prefere se acovardar.
Passaram mais dias e meu pai continuava tentando descobrir como pará-lo. Ele me dizia que eram muitas jovens em perigo, que alguma poderia abandonar o lar como minha mãe fez. Eu ainda estava com medo, mas sabia que tudo dependia de mim, e se eu não fizesse nada, as injustiças continuariam. Então eu disse a ele que o enfrentaria, que poderíamos perder, mas que não nos... não nos renderíamos tão fácil.
Como era meu primeiro supervilão, meu pai, com base em suas pesquisas, me equipou para a batalha. Em princípio, ele sabia que eu precisava ter uma forma de receber os ataques finais do vilão. Não havia outra maneira a não ser planejar o final da batalha para vencê-la. Então, a única forma de não ser danificada por esses últimos recursos era direcionar esses ataques a um ponto neutro onde não me afetaria de forma crítica: meu púbis deveria ser raspado e depilado por completo, não teria um único traço de pelo nele.
Em seguida, minha rajada tinha que estar pronta para lutar brutalmente, então meu pai teria que ajudá-la: primeiro fazendo aquecimento com ela, como sempre nos treinos. Depois, seria impregnada com um lubrificante de estimulação para ter sempre a dianteira na batalha. Isso valia também para o buraquinho do meu cuzinho, que tinha que estar pronto para me ajudar em caso extremo de luta.
Aproveitei a distração do papai para adicionar um acessório infalível para minha vantagem: uma espécie de joia que se usa na pele, logo acima do meu botãozinho, para manter sempre a atenção do meu inimigo no final. Depois do aquecimento, eu a colocaria.
Continuando com minha preparação, assim como nas anteriores, uma das minhas armas mais usadas seriam minhas nenéns, como eu as chamo. São tamanho 34B, mas são letais. Seriam, um dia antes do enfrentamento, hidratadas e amassadas pelo meu pai e, antes do encontro com o vilão, seriam suavizadas com creme reafirmante e os mamilos hidratados com brilho labial de sabor morango, igual à minha boca, me dando um toque inocente e natural, me tornando invencível.
Tendo já coberto a estratégia de batalha e como usaria meus atributos, continuo com o equipamento que tinha que usar, sem deixar nenhum detalhe mínimo de fora. Ele me disse que meus pés poderiam ser importantes para esse desafio, então sugeriu que usasse uns anéis para os dedos que eu usava na praia, mais uns saltos estilo sandália para destacar meus dedinhos e realçar minhas pernas e meu bumbum pequeno, por sua vez, estariam protegidos pelo meu primeiro uniforme de tantos que usaria, um thong escolhido pelo meu pai do meu vasto guarda-roupa: preto, de renda fina transparente, com corte triangular atrás e na frente, deixando minhas armas quase completamente à mostra, como se fosse necessário provocar ainda mais meu primeiro inimigo.
Meu pai tinha tudo calculado e sabia muito bem o que estava fazendo, pois escolheu uma blusa preta igualmente de alcinhas com renda transparente do decote até onde termina, deixando apenas o início das minhas gostosas e meu lindo umbiguinho à vista; o resto era de tecido macio e justo. Ele sabia que na batalha eu teria que demonstrar minha superioridade, é claro, ficando linda no meu super uniforme. Além disso, eu não usaria sutiã para que meus mamilos, como lanças, pudessem capturar meu inimigo. Depois, ele me disse que eu usaria uma saia curta de tecido de algodão bem justa. Ele tinha certeza de que o inimigo se renderia quase sem lutar com esse tipo de equipamento, só que eu insisti que não estava pronta para isso. Pedi a ele que, como apoio, me deixasse usar uma das minhas calças justas que uso para a academia, também porque estaria um pouco mais protegida caso precisasse fugir se não o vencesse. Ele aceitou com relutância, mas disse que a cor teria que ser branca para não perder a intenção de meu inimigo, destacando o thong escuro que eu usaria.
Com o plano pronto, nos dispusemos a planejar a logística. O velho tarado estava quase sempre a partir das 12h esperando no portão de sua casa a saída das gostosas do ensino médio, aproveitando também a antecipação das mães ao irem ao mercado e depois passarem pelos filhos. Esperaríamos um pouco e então, bem quando a rua estivesse vazia, entraríamos em ação.
Na noite anterior, eu estava muito nervosa, ainda mais porque meu pai não permitiu nenhum tipo de treino em casa. Ele disse que eu teria que estar pronta e descansada para lutar com todo o meu ser contra o mal. Na manhã seguinte, o dia da minha primeira batalha, eu sabia o que... Tinha que começar com um pouco de exercício na bicicleta ergométrica, nada exagerado, só para deixar todos os meus músculos firmes e prontos. Depois, teria que me limpar toda com cuidado, lavar todos os meus buracos e depilar minha bucetinha em detalhes, já que antes teria a preparação com o papai. Saindo do banho, meu pai me disse para me secar e hidratar muito bem todo o meu corpo, e que passaríamos a preparar meus buraquinhos para a batalha. Só direi que o treinamento foi bem diferente do habitual; meu papai se esforçou para deixar tudo bem lubrificado para não perder a luta. Terminando, ele disse: "Nena, você superou seu mestre, agora está pronta."
Já era quase a hora. Fiz uma maquiagem bem leve e coloquei minha armadura, desde os anéis dos pés até o brilho labial. Era o momento de me apressar. Papai pegou o superveículo e esperou por sua companheira de combate. Quando saí pronta, entrei no carro e ele disse: "Ooh, nena, você já é uma heroína de verdade, parece pronta para lutar contra uma gangue de supervilões."
No caminho, passei brilho labial nos meus mamilos, ajustei o fio dental bem apertadinho e ajustei muito bem minhas sandálias. Meu pai lembrou de algo crucial e não havia mais tempo: eu tinha que deixar minha boca pronta. Então, ele me fez prepará-la no carro. Primeiro, um dos seus dedos serviu como aquecimento e depois, num esforço por ter esquecido, ele sacou sua ferramenta de treinamento e me fez chupar com muita força enquanto dirigia. Como um sinal, depois de tanto aprender a usar minha boca, consegui que meu pai gozasse dentro em poucos minutos de mamar. Fiquei muito feliz, já que raramente conseguia vencê-lo assim. Engoli meu café da manhã com muito prazer, pois me encheria de energia para o que viria a seguir.
Chegamos ao nosso destino. Era o momento da verdade. Esperamos bastante enquanto papai me ajudava a manter minha força, brincando com a mão por trás, dentro do meu shorts de ginástica, mexendo na minha bundinha apertada e dando uma beliscada aqui e ali nos meus biquinhos. Era como a massagem que dão aos boxeadores. logo antes da luta.
Não saberia dizer quanto tempo esperamos, mas já me sentia mais do que pronta para salvar todas aquelas mulheres inocentes. De repente, meu pai o viu saindo na varanda. Era exatamente como ele havia descrito, e parecia que tinha acabado de acordar, com o cabelo despenteado e os pés apenas de meias e chinelos. Não aguentava mais, todo aquele treino já me tinha preparada para enfrentar esse desafio. Então meu pai me disse, tirando a mão e parando de me beliscar: "É ele, filha... Chegou a hora. Você está pronta?"
Eu apenas balancei a cabeça, olhando para o inimigo, e peguei meu brilho labial para retocar a boca. Discretamente, levantei um pouco minha blusa e ajustei meus mamilos, já durinhos por causa das beliscadas do papai, e disse: "Pronta. É a hora da verdade. Confio no que você diz, vou salvar muitas garotas inocentes, papai." Ajustei minha blusa, puxei minha calcinha fio dental, deixando bem justinha, assim como minha calça, e pedi sorte ao meu pai. Ele parecia muito preocupado, então me pediu para esperar e revisarmos aquele diálogo que o vilão provavelmente diria. Enquanto isso, observávamos ele no portão, tocando sua espada maligna por dentro da calça, como se estivesse afiando, o desgraçado.
Não havia mais o que fazer. O momento havia chegado. Só eu poderia enfrentar esse desafio. Cortei meu pai no meio de suas recomendações para a luta, parei de ouvi-lo de repente e disse: "Chega, papai. Não tem mais nada a fazer além de ir enfrentar aquele velho porco pela justiça. Olhe para mim e espero que esteja orgulhoso de mim." Dei um beijinho de passarinho nele e saí do carro.
Ajeitei meu super traje de corpo inteiro. Apesar dos testes de figurino com o papai, dessa vez me sentia mais imponente do que nunca. Sentia minha postura firme, com meu corpo preparado e trabalhado para dar o melhor no confronto. Meu bumbum minúsculo sentia a invasão da calcinha fio dental fininha e da calça de lycra, mas era a indicação de que estava mais do que preparada. Caminhei um pouco mais perto e vi que meu primeiro inimigo estava olhando para o outro lado da rua, apenas... via sua cabeça careca com a melena embaraçada na nuca, suas mãos - uma na cintura e a outra, com certeza pela posição, tocando seu nojento aparelho da maldade; velho maldito nojento, pensei, agora você vai ver o que te espera, continuei andando esperando que não houvesse mais testemunhas do meu enfrentamento heroico, apressei o passo e me cruzei inesperadamente com seu olhar.
Senti meus mamilos ficarem mais pontudos bem na hora que passei por ele, como se estivessem prontos para atacar, e tive medo de que minha xotinha respondesse na hora errada, molhando meu thong e a calça. Ao passar, ele disse: mamaciiita!!!! Que rabão gostoso você tem!!!!, deixa eu chupar esses peitões!!!! Que putinha você parece vestida assim…
Fiquei muito nervosa, mas tudo estava indo de acordo com o plano do super papi. Me esforcei para não responder nervosa e parei, me virando para responder: qual é o seu problema, velho porco??? Careca!!, vá encher a porra da sua mãe. -Porco? Olha o que você vai comer, mamita - me respondeu enquanto segurava aquela coisa nojenta com a mão por cima da calça; não consegui ver direito, mas senti que poderia ter sido um grande erro ter ido enfrentá-lo. - Deu vontade, né, menina? Quer? As novinhas adoram - continuou me dizendo enquanto se apertava mais e sacudia forte, ainda com a calça.
-Que nojo, porco pervertido!!! Com certeza você é quem fica perturbando minha irmã, desgraçado; me diga por que fica assediando as meninas do colégio??? São menores de idade, não tem vergonha na cara? Podem te jogar na cadeia, velho nojento!!! - respondi aos seus comentários, me endireitando mais, exibindo melhor minhas gostosas e colocando as mãos na cintura para marcar ainda mais todas as minhas curvas.
-Olha só, putinha, você sai assim na rua e me chama de nojento?? Meu pau, velha, é a glória para muitas novinhas… todas são umas taradas cheias de desejo, vem aqui, delícia, você vai ver que gostoso vai sentir, vai adorar - me disse enquanto com uma mão continuava apertando aquela coisa e com a outra tentando me tocar no ombro.
Era incrível; tudo estava indo de Segundo o plano do papai, afastei a mão dele com um golpe da minha mão e disse: qual é seu problema, seu velho nojento??? Me larga!!! Não entende que são meninas que você está importunando? Não mexe com minha irmã nem com nenhuma mulher, seu velho pervertido nojento!!! - o vilão malvado ficou me olhando nervoso, sabia que estava errado e que era hora de alguém botar um fim em toda essa perversão, então não conseguia dizer nada, só soltou sua arma principal e deu passos pra trás como querendo voltar pro vão do portão, se sentindo intimidado.
Super papai tinha praticamente adivinhado os movimentos e o que ele faria, ele sabia o quanto eu estava imponente e que o plano seria um sucesso, então me senti muito poderosa, confiando em tudo que aconteceria; continuei com o plano e disse ao malvado - que nojo, você com certeza só vive pra importunar meninas, a gente não pode ficar atrás da minha irmãzinha sempre, deixa ela em paz, quer ir pra cadeia? O que você quer pra parar de importunar todas as mulheres que passam? - fazendo uma cara um pouco mais amigável ao dizer a última parte.
O inimigo não seria fácil, assim que eu disse isso ele fez uma cara ainda mais malvada, me olhando de cima a baixo e disse: - bom, se você quer a gente pode fazer um acordo, só me deixa aproveitar e te comer e eu nunca mais importuno sua irmã nem nenhuma mulher que passar pela minha casa, eu prometo… com uma delícia como você, pra que eu iria procurar mais? - era incrível, meu corpo pedia guerra com o inimigo e tudo estava se encaminhando pra isso, senti meus mamilos pontudos apontando duro pro meu primeiro desafio e respondi - você não se atreve a tocar na minha irmã nem a importuná-la nunca mais, seu velho nojento, e com certeza tá pedindo isso em troca porque sabe que eu não vou fazer e aí vai continuar importunando toda mulher que passar no seu portão, mas dessa vez você vai pagar por toda sua maldade pervertida.
Exagerei ainda mais minha posição, exibi mais minhas tetas e meu bumbum pequeno, deixando só uma mão na cintura; o vilão malvado não conseguia acreditar no que estava acontecendo e segurando ainda mais Forte, sua arma já crescida por cima da calça, ele me disse: "Oooh, não vou mais te incomodar, neném, eu prometo. Você vai ver o que é bom, vai sentir gostoso em todos os seus buracos. Olha, tudo isso é pra você, tudo marrano e nojento. Você vai ver que vai voltar." Era incrível o cinismo com que meu inimigo falava. Eu tinha que detê-lo, aquele desgraçado porco não voltaria às andanças. Olhei ele de cima a baixo e, sorrindo, disse mordendo um pouco o lábio: "Ok, velho nojento, vamos ver quem pode mais. Tenho certeza que faz anos que você não tem ninguém na sua casa, e eu vou provar. Mas você tem que me dar sua palavra que não vai voltar às andanças, porco." Não podia acreditar no que estava dizendo. Estava prestes a acontecer a primeira grande batalha da minha vida. O cara só disse: "Então vem, entra, neném deliciosa. Você vai ver, não sabe o que te espera." Ele abriu o portão e me fez passar. Eu olhei um pouco de lado para onde estava o carro do meu pai e só vi que não tinha mais ninguém dentro.
Entrei no lugar da batalha. Era pior do que eu esperava. O portão dele dava para um quintal grande, com chão de terra e lama, cheio de coisas como se tivessem saído de um lixão: pneus usados, madeiras de desperdício como de móveis, até um colchão já sem a capa, só os arames. Do lado direito estava a casa dele, feita de paredes de tijolos pintados de azul e telhado de telha de amianto. Parecia que não vivia mais ninguém além dele, pelo tamanho, e de porta só tinha uma cortina de tecido. Seria complicado lutar contra a vilania naquele lugar, mas meu pai já tinha me treinado muito para eu recuar. Fiz de conta que era um lugar sinistro, onde não saberia com o que ou a que me enfrentaria, mas teria que dar tudo para sair vitoriosa.
No momento em que ele fechou o portão, o velho tarado, eu soube que não havia volta. Mas, fora do que imaginei, ele começou a se portar um pouco diferente comigo, como mais atento e agradecido por eu ter entrado na sua toca. Ele me cedeu a passagem e abriu a cortina da porta para eu passar. Tinha deixado de lado os maus modos e... O comportamento dele era como o de um namorado adolescente que ia perder a virgindade comigo. O interior da casa malévola não era muito diferente do exterior: móveis empilhados, janelas que mal deixavam entrar um pouco de luz e roupas amontoadas por todo o chão. Parecia um depósito de doações para os pobres, só que com todas as paredes cuidadosamente decoradas com pôsteres e imagens de mulheres nuas ou de revistas pornográficas; meu inimigo não deixou um único espaço sem decorar com infinitas obscenidades.
Aquele vilão não perdeu nenhum detalhe da minha reação ao ver sua casa e, fazendo uma careta, disse: "Desculpa o caos e o cheiro, neném, não tive tempo de limpar. Mas fique à vontade, está em casa e faça o que quiser. Eu fico pronto num instante. Pra ser sincero, sempre fantasiei com um momento assim, mas nunca tinha chegado a esse ponto com ninguém. Espero que não se arrependa de se sacrificar pela sua irmãzinha." Ele massageou o pênis por cima da calça e deu passos para trás, como se fosse para outro cômodo, mas sem me perder de vista.
Mesmo com todo o meu treinamento, estava muito nervosa. Sabia que não seria fácil, embora, com a mudança de atitude do meu inimigo, me sentisse superior a ele. Ajeitei um pouco minha blusa e disse: "Sabia, seu velho tarado! Você só sabe perturbar inocentes... mas tudo bem. Me diga então, como quer se cobrar? Me quer assim ou fico mais confortável?" Separei minhas pernas e coloquei meus polegares no elástico da minha calça, logo acima do púbis. Levantei ainda mais minha bundinha e olhei para ele com muita vontade de encarar. Seus olhos não acreditavam — ele me olhava de cima a baixo e fazia gestos como se fosse se jogar em mim, mas voltava para a moldura da porta. Finalmente, sorri, e ele só conseguia tocar sua arma mais poderosa entre as pernas. Ele me disse: "Ooh, que gostosa, mamacita! Fique como quiser, vai ver que não vai se arrepender. Vou colocar uma coisa que tenho preparada há muito tempo. hora, eu te aviso quando entrar, gata.
Era a hora, então eu decidiria como enfrentaria isso. Nunca imaginei que teria essa opção, mas aproveitaria essa oportunidade. Lembrando das vezes que tinha melhor desempenho nos meus treinos com minha buceta, só tirei meu shorts apertado, ajustei o fio-dental, me senti muito imponente com aqueles saltos. Não teria piedade do meu inimigo. Os mamilos nas minhas tetas não aguentavam mais, ficaram tão duros que senti puxando bem de leve o tecido da minha blusa. E nesse momento, o ser maligno me chamou, dizendo que estava pronto para eu ir ao seu quarto.
Com o passo firme que minha libido me dava, caminhei até a cortina do vão e, ao abri-la, foi algo impressionante. Sabia que não seria fácil desde o começo, mas ver meu inimigo em primeiro plano me confirmou isso. Ele estava parado ao lado de uma cama de casal, suponho, quase completamente nu. O que ele vestia era uma espécie de traje de luta, tipo das Olimpíadas, mas feito de cintos de couro e com rebites. Não cobria nada das suas partes mais letais, como o pênis, que estava apenas ajustado pelos cintos, mas livre. Vi sua arma principal: era um tamanho médio, diria que fino, mas a ponta era muito grossa, me lembrando a forma de um cogumelo. Os cintos passavam pela sua barriga, muito desproporcional com o resto do corpo – era grande – e cruzando pelo peito, só deixava ver os mamilos escuros cheios de pelos através de argolas de metal, igual por onde saía seu pênis, que estava flácido, mas ganhando a firmeza que eu enfrentaria. O resto do quarto tinha algumas pilhas de roupa que, pelo cheiro, não me pareciam muito limpas; era um cheiro de roupa suada já seca, achei um pouco desagradável, mas não asfixiante. E, assim como o resto da casa, as paredes decoradas muito ao estilo dele. Em frente à cama, havia uma TV com um filme pornô já rodando e montes de discos pela cômoda, assim como revistas.
Ainda com a confiança da minha excitação, senti medo. Quis sair correndo ao ver aquela imagem, vi como um demônio me olhando de cima a baixo e sorrindo de orelha a orelha me disse – vem, entra, sobe na cama, nenê. Você vai ver que depois não vou precisar pedir, estou pronto para te dar todo o meu prazer – não pensei mais, sabia que não tinha volta e me aproximei dele, sentando ao lado na cama enquanto ouvia os gemidos de alguma garota na TV; meu inimigo se virou para mim, colocando sua arma penetradora bem na minha cara e sacudindo um pouco fez sinal para que eu a aproximasse da boca, coloquei minhas mãos na cama dos lados e cruzando a perna aproximei meu rosto e boca buscando aquela ponta descomunal, como se estivesse brincando de acertar, brinquei com minha língua nela um pouco e depois ele, colocando suas mãos na minha cintura e se mexendo, ajudou a enfiá-la na minha boca.
Era o início da minha luta, minha primeira luta, e começava como sempre o treinamento, embora desta vez o inimigo tivesse uma arma difícil de enfrentar. Dentro da minha boca, sabia que poderia vencê-lo, então usei meus melhores movimentos de língua e lábios para acabar com ele rápido e fácil, só que o vilão, como se soubesse minhas intenções, me pegou pela nuca e empurrou com muita força, tocando o fundo da minha boca e, embora estivesse pronta para esse desafio, me senti subjugada; ele enfiava até o fundo e tirava por completo, me dando apenas tempo de pegar ar de novo, sem me deixar seguir com minha estratégia de movimentos de língua. Depois de um tempo, ele tirou completamente e me deu uns tapas com o pau várias vezes, fazendo com que eu olhasse para cima com raiva, e ele me respondeu com um sorriso malévolo, enquanto aproveitei para tirar minhas sandálias, já que isso indicava que eu precisaria de todas as minhas habilidades físicas para vencer, e com os saltos poderia haver limitações.
Enquanto me esforçava para dar a ele o que merecia, ele só sabia sorrir e me olhar, quando de repente senti algo que tocava de um lado do meu nariz e descia até minha boca; era o velho nojento que, enquanto recebia meus ataques bucais de gosto, começou a babar. e deixava um fio de saliva escorrer da boca dele para o meu rosto, me encarando com uma luxúria maligna. Ele continuou sorrindo enquanto, ao sentir aquilo, meu corpo reagiu com um espasmo, sentindo desde minha arma principal até meus mamilos uma espécie de coceira que era como se me pedissem aos gritos para participar do confronto. Isso fez com que, por reflexo, eu olhasse para ele e recebesse na boca aquele jorro de seus fluidos, usando-os contra mim, lubrificando ainda mais minha boca para minha tarefa esmerada. Pensei que com isso não aguentaria mais e sairia vitoriosa, mas não foi possível, já que depois de um tempo reagi e me afastei do seu pênis.
Com ele assim, em pé ao lado da cama, e eu sentada, ele me agarrou pelo tornozelo sem cerimônia e me levantou, fazendo com que me deitasse na cama. Sem me soltar, continuou levantando minha perna, fazendo com que meu quadril ficasse na altura do peito dele. Segurando-me ainda pelo tornozelo, com a outra mão ele arrancou o thong que meu pai e eu escolhemos com tanto cuidado, deixando minha bocetinha nua em um segundo, permitindo vê-la inocente e adornada com a joia de fantasia. Ao vê-la, ele disse: "Filha da sua mãe puta, você já estava pronta!!! Até enfeitou pra mim, sua cabrona, eu adoro!!!!" Soltando meu tornozelo, me deixou cair no colchão já bem macio, ajoelhou-se no chão para me abrir as pernas e começar seus ataques, lambendo primeiro bem de leve minha coisinha, mas depois sem piedade chupando e me sugando. Metia a língua o máximo que podia e puxava ar forte, como os homens fazem para cuspir catarro; foi nojento ver como ele cuspiu um na minha bocetinha, deixando escorrer um pouco e depois absorveu de novo na boca. Ao ver aquilo, olhei com nojo para minha bocetinha já profanada pelo velho nojento e maligno que, ao me ver, disse: "Que neném, nunca tinham feito algo assim em você? Olha que não é nada, putinha." E foi metendo primeiro o dedo indicador bem devagar, tirou e meteu dois, até ter seus três dedos maiores no meu cantinho. Depois começou a meter e tirar com uma brutalidade que nem nos treinos mais... Duro com o papai, abri minhas pernas o máximo que pude, como bem aprendi, e deixei ele continuar; sabia que com tudo que tinha praticado não me venceria, então falei enquanto ele lambia e enfiava seus dedos com força – vai!!! Vai!!! Seu velho porco!!! Não dá conta da minha buceta!!! – me ajudando com os braços atrás dos joelhos, levantei mais minhas pernas para deixar minha xota mais à mercê dele.
Meu inimigo insistiu com seus ataques de língua, saliva e dedos, mas não me venceu, acabou se cansando. E lambeu um pouco mais minha xota, mas agora mais suave, enquanto eu, ao lembrar da sorte da minha calcinha com o malvado, comecei a puxar minha blusa e tirá-la, dizendo para mim mesma – olha que puta que você é? Já está tirando a roupa sozinha… olha que peitos mais lindos – enquanto ele subia na cama e enfiava uma das minhas meninas quase completamente na boca, chupando e deixando eu sentir um pouco seus dentes meio desalinhados, empinei mais meu peito fazendo um – aaahhh!!! – e ele passou a língua no meu mamilo, saboreando, mordeu um pouco e chupou, percebendo a surpresa, ele disse – wow!!! Tem gosto de morango, gata!!! Você passou alguma coisa? Está delicioso, seu mamilo gostoso, deixa eu comer, e o outro deixo de sobremesa depois deste – e pegando com suas duas mãos enormes meu seio, começou a apertar como se fosse um pescoço de alguém e a morder meu mamilo, pela primeira vez senti que não aguentaria, fechei meus olhos suportando o castigo do desgraçado, sentia que minha menina ia estourar a qualquer momento até que ele soltou, dando uma palmada bem forte e, sem dizer nada, se posicionou sobre mim para continuar com minha outra neném, lambendo como se fosse um sorvete delicioso meu mamilo, eu sentia que a que tinha sido castigada pulsava de tão forte que o desgraçado tinha apertado, me dediquei a sentir as lambidas suaves no meu outro mamilo e, na posição em que estava, vi como seu pênis vilão estava pendurado a alguns centímetros da minha mão esquerda, parecia uma fruta tropical meio mole, mas tomando forma, peguei e, devolvendo um pouco do seu castigo, puxei, masturbando, mas bem... duro puxando para mim uma e outra vez.
Enquanto o velho tarado malvado continuava lambendo e mordendo meu mamilo, senti o calor ficando cada vez mais forte no quarto. O desgraciado deu o mesmo tratamento na minha bucetinha, mordendo e apertando ela enquanto, com meus olhos entreabertos, eu continuava puxando com força o pau do porco nojento. O suor de nós dois começou a escorrer dos nossos corpos, e sentindo algumas gotas do suor maligno, me deixei levar, respirando fundo aquele cheiro de roupa suada, me colocando num transe de excitação; soltei o pau do velho vilão e belisquei meu mamilo. Ainda não senti que estava de alguma forma perdendo a batalha, o ambiente era demais pro meu corpo jovem, e num momento senti meu inimigo se ajeitando em cima de mim, colocando seus joelhos na altura da minha cabeça, sentindo seu pau batendo desajeitadamente no meu rosto. Eu o acomodei na minha boquinha, dei uma mordidinha e continuei meu trabalho de chupá-lo.
A reação do tarado verde não demorou: ele gemeu muito alto e enterrou o rosto na minha xotinha, lambendo, cuspindo e chupando com força meus lábios vaginais. Seus ataques eram muito fortes, não sabia que seria tão difícil manter o controle da minha luta, e mais ainda quando senti o porco enfiar a mão e o braço por trás do meu bundinha apertada e começar a meter um dedo no meu cuzinho de prazer. Tirei o pau da minha boca, gemendo sem pudor, além do calor intenso que senti. Então o malvado parou e me disse: "Uuuu, cabroncita, que putarra!!! Já vi seu ponto fraco, agora você vai ver o que é ser fodida por um velho como eu." Ele saiu de cima de mim e, sem cerimônia, puxando minhas pernas, se ajeitou no meio, dizendo: "Vou te comer por todos os lados, nenita slut, você não sabe o quanto vai adorar ser fodida por mim." Naquele momento, ele começou a enfiar sua arma principal na minha. Ao sentir como ele me penetrava, não consegui fazer nada além de olhar pra cara dele com surpresa. Era realmente um desafio muito forte, porque sentia a ponta desproporcional dele entrando em mim. empurrando dobras que nos treinos com papai eu nunca tinha sentido, quando ele tocou o fundo da minha buracotinha foi uma sensação muito intensa; foi como se eu sentisse tocando mais acima do meu ventre e ao sacar não foi melhor, eu sentia como se ele me abrisse de novo com sua cabeça gigante, ele tira por completo me dando uma sensação de alívio e olhando os dois nossas partes íntimas ele disse – olha como você tá molhada, gata… deixou escorrendo, olha… sempre fica assim ou é por minha causa, putinha? – não respondi nada, só levantei o olhar de prazer que sentia e entreabri minha boca, fazendo com que ele me penetrasse dessa vez com mais força e rapidez, começando um vai e vem implacável me deixando a meio grito, ele enfiou a língua que, apesar da minha surpresa, recebi com muita vontade, chupando e lambendo como se fosse uma manga deliciosa, ele continuou suas investidas vigorosas e ao se separar da minha boca, num ato de euforia, acho que cuspiu na minha cara, bem na testa acima do nariz, sentindo escorrer até minha boca, deixando entrar já com um prazer infinito e ao ver minha reação, o velho safado pegou minhas meninas, uma em cada mão, apertando com sadismo e beliscando meus mamilos, alternando entre tapas nas minhas meninas e beliscões, continuou suas penetrações, até que num ato atlético para sua idade, baixou uma perna no chão e a outra passou por cima de uma das minhas, abrindo caminho para as profundezas do meu ser, continuou me atacando sem piedade; até aquele momento não percebi que estava perdendo completamente a batalha, estava entregando meu corpo sem pensar que o porco estava me envolvendo numa tempestade de prazer.
Hipnotizada pelas penetrações do meu inimigo, me deixei levar e, infelizmente, senti uma força no meu ventre muito intensa, ele apertava muito, me fazendo abrir mais as pernas, apesar de receber mais fundo o membro do meu inimigo malvado, abri sentindo os espasmos mais fortes, deixando sair ainda mais dos meus suquinhos, estava terminando o orgasmo, era muito diferente dos treinos, gritando e... gemendo e pedindo mais no meu íntimo, não tive uso da razão até terminar minha última contração. Eu tinha perdido, era uma decepção e o maldito velho continuava e continuava me penetrando, não podia acreditar que tinha perdido a batalha - meus suquinhos vaginais eram a prova, banhando a arma maligna do meu inimigo.
O senhor se vangloriou por ter me feito gozar, dizendo: "Gata, você gozou? Senti seus suquinhos e como você apertou... Viu como eu ainda posso com você? Ainda posso continuar te comendo e vou fazer isso até não aguentar mais, então segura aí." Continuando com sua metida-sacada mais tranquila, me beijou. Foi sua língua que me lembrou o que tinha acontecido, não conseguia conceber. Me senti muito triste e desconsolada, tinha jogado todo meu treinamento no lixo. Meu pai ficaria muito decepcionado comigo, estava muito mal, não tinha como me recuperar da derrota. E na minha depressão, abracei o vilão com muita paixão, beijando-o com muita intensidade, passando pelo seu pescoço e peito, lambendo seus mamilos monstruosos numa última tentativa de vencê-lo. Mas não consegui, só continuei sendo manchada com sua maldade na minha xotinha tão linda, e o despiadado e poderoso continuava se gabando: "Ooh gata, olha sua cara... Você está gozando muito, né? Pode voltar quando quiser, delícia, meu pau estará sempre pronto para te foder por todos seus buracos." Era horrível, eu tinha perdido. Me abracei de novo, colocando minha cabeça no peito dele e deixando ele me comer o quanto quisesse.
Não sei quanto tempo levou até sentir ele sacar seu pau descomunal da minha xotinha e se acomodar para que eu chupasse, ficando quase sentado no meu peito. Ele me indicou abrir a boca e assim fiz, chupando-o tão deprimida que me entreguei completamente, com muito carinho, passando ele pela minha carinha e usando todas minhas estratégias numa tentativa desesperada de ganhar. Mas não consegui, meu inimigo só curtia me olhar. Não podia perder, voltaria para meu pai só para decepcioná-lo, e as consequências seriam treinar mais pesado com ele. Não era justo, meu pai tinha dedicado muitos anos de... sua vida me ensinando como ser uma justiceira sexual, eu tinha que fazer algo.
Enquanto o degenerado me insultava e brincava com sua arma na minha cara, tentei passar uma mão pelas minhas costas em busca do meu último recurso, meu tiny ass; eu precisava sentir como estava porque, se já estivesse bem fechadinho, eu daria uma ajudinha para receber aquela cock deformada. Ao tocar meu ânus com o dedo indicador, tive resposta: ele abriu um pouco, soltando os suquinhos e o lubrificante que o papai tinha colocado. Era meu único movimento para vencer meu inimigo. Agora, só precisaria persuadi-lo rumo à sua derrota. Então, levantei minha pélvis para acomodar melhor minha mão, fazendo o malvado ver que eu mesma estava me preparando.
Ao sentir meu movimento, ele olhou para trás e sorriu, dizendo: "Olha que cabrona, você ainda tá com vontade... Vou destruir essa booty tão gostosa e jovem, vai ver que não vai conseguir andar por dias". Eu, ainda com o membro dele na minha cara coberto dos meus suquinhos, apenas sorri como quem desafia. Então, fazendo um movimento brusco, ele saiu de cima de mim, me pegou pelo cabelo e, sendo um pouco mais agressivo, me levantou, me colando no seu ventre e gritando para que eu cuspisse na cock dele. Não me assustei, já que nas práticas com o papai ele já tinha feito isso. Assim, comecei a cuspir no seu membro monstruoso, deixando-o completamente escorrendo até suas testíbooties. Já pronta, ele me disse para me acomodar, para ficar numa posição de slutty e levantar bem a minha booty.
Me acomodando, pensei que precisava ter confiança. Meu tiny ass sempre tinha sido minha melhor arma com o papai. Ele me dizia que, em cada prática com ele, eu sempre tinha que me concentrar para não perder. Desde que me ensinou a usá-lo, justo no dia em que completei 15 anos, ele dizia que era demais para ele. Lembrar desses dias me fez sentir mais confiante. Então, me coloquei de quatro como meu inimigo disse e pude ver que na TV ainda estava passando o filme. Era uma espécie de orgia onde muitos homens se revezavam fodendo uma garota mais ou menos da minha idade. Pensei: que bom... treinamento sério, naquele momento senti como o porco inimigo colocava a ponta de sua coisa no meu cuzinho fazendo-o reagir, abriu um pouco e começou a receber aquele falo desproporcional, como foi difícil não gritar ao sentir a ponta entrando, mesmo com todos os exercícios feitos era muito grande, senti que provavelmente me rasgaria, então lembrando de uma vez um dildo que o papai tinha para me punir, fiz o que aprendi, me empurrei rapidamente para trás para que escorregasse e a dor fosse só um instante, a dor foi intensa mas diminuiu e o malvado inimigo apenas gemeu como um louco ao se sentir completamente dentro de mim –oohhh ohhh que putinha ohhh meu pau!! Que delícia de putinha…- disse enquanto se preparava para foder, eu fechei meus olhos e disse –velho porco, você não vai aguentar meu cuzinho minúsculo, você vai ver- então ele começou seu frenético mete e saca, gemendo e me insultando no ritmo em que eu só gritava de prazer.
Não podia acreditar no bem que aquela coisa deforme sentia na minha bunda, mexia por dentro dos meus intestinos com aquela cabeça desproporcional, sentia como empurrava minhas dobras internas, estava novamente à mercê do maldito velho pau verde e foi ele quem me tirou do transe me dando tremendas palmadas na bunda e dizendo uma quantidade de insultos por ter um cuzinho minúsculo tão gostoso –ohh que puta que você é, olha que delícia de cu você tem… meu pau nunca se sentiu tão bem recebido como na sua buceta suja, que puta você é, vadia- e continuou com suas penetrações frenéticas e me dando palmadas.
Era muito prazeroso sentir o que ele me fazia, aquele falo deforme estava me fazendo sentir novas sensações, era como se quisesse chegar até o fundo, podia sentir um leve toque no meu ventre, além disso sentia que o calor do quarto já era uma sauna, não parávamos de suar os dois e justamente lembrei do que estava fazendo ali; não era mais que um inimigo a vencer, então lembrei dos meus ensinamentos, abaixando meu peito e cabeça deixei meu cuzinho minúsculo bem levantado para o velho –destrói!! Faz com ele o que quiser velho porco… destrói Esse cuzinho apertado é seu... - eu disse enquanto com a mão tocava minha bocetinha. Ele, tomando como um desafio pessoal, colocou sua perna direita ao meu lado e começou a dar suas investidas mais fortes e profundas. Estava me deixando completamente louca, sério, pensei: por isso minha mãe nos abandonou... é muito difícil enfrentar esses malvados com a sanidade necessária para não se deixar levar.
A situação não estava muito favorável para mim de novo, estava me perdendo no meu prazer e não tinha muita vontade de reagir. Só deixei ele continuar despedaçando meu reto e segui com meu prazer, até que um grunhido saiu da boca do vilão e senti ele puxar meu cabelo, arqueando minhas costas o máximo possível. Balbuciando uma série de insultos, ele puxou de repente seu aparato penetrador e me disse, quase em outra língua, para me virar e deitar. Claro, deixando claro ao puxar minha cabeleira, me colocando de frente para ele, recostada com as pernas abertas. Vendo que ele agarrou o monstro da sua virilha com muita força e começou a se masturbar, sabia que o final estava próximo, então tinha que reagir para não perder. Então, com minhas duas mãos, toquei a pequena joia da minha pubis e olhei para ele de forma muito perversa, incitando-o.
Por um instante, achei que não teria sucesso, porque o velho tarado, ao ver minha reação, parou de se masturbar e disse que não seria tão fácil derrotá-lo, que não pensasse na minha vitória porque ele só estava afiando sua espada para continuar aproveitando todos os meus buracos. Ele se aproximou e colocou a ponta de sua arma letal nos lábios maiores da minha boceta, pronto para continuar me fodendo com muita fúria. Mas, em uma última tentativa de vencer, usei algo que o malvado inimigo não tinha notado, mas que desde o início meu papai e eu sabíamos que seria útil: ao sentir a ponta de sua pica maldita, por instinto, levantei mais meu pé direito, colocando-o no queixo dele para detê-lo e, muito provocante, dei um sorriso. - Uiii, que delícia de menina, olha seus dedos, puta safada, até coloca anéis para mim... que gostoso- ele disse enquanto devorava meus dedos do pé e começava a chupá-los com uma paixão perversa, esquecendo completamente do seu pau. Ele o deixou na minha entradinha e, com as duas mãos, pegou meus pés para chupá-los de forma degenerada.
Devo confessar, esperando que meu pai nunca descubra, que adorei a forma como aquele velho porco comia meus pés. Aquele velho estava extasiado, assim como eu estive, mas desta vez eu não desperdiçaria a vantagem. Olhei e vi que a ponta do pau dele já não apontava mais para minha xotinha, estava convenientemente roçando todo meu pubis, mexendo a joiazinha e me encharcando de fluidos. Não tive mais o que fazer além de observar. Em um momento, o velho não aguentou mais e arrancou meus pés da boca, me olhando como se não acreditasse – oooh, sua puta, oooh, não consigo, oohhhh – ele pegou aquela deformidade entre as pernas e, dando algumas punhetas, não conseguiu evitar de me banhar com um jato da sua malévola porra nos peitos. Foi uma ejaculação muito violenta. O resto ele expeliu no meu pubis e estômago – aaayyy!!! iiiggrr!! Que puta, minha love, ooh – ele pronunciou enquanto deixava seu corpo cair sobre o meu e lambia meu pescoço, nojento.
Ele ficou sobre mim, ainda com alguns espasmos, suponho que musculares, de tanto tempo sem ter nenhuma luta, enquanto eu estava tão feliz por tê-lo derrotado. Abracei-o como se abraça um grande rival no ringue e lambi o suor da sua careca em reconhecimento à grande batalha que ele me proporcionou. O velho supervilão, em consolo pela sua derrota, buscou minha língua e eu a entreguei com prazer, agradecendo por um desafio tão difícil.
Derrotado, ele se recostou ao meu lado sem mais nenhum ruído além do filme pornô que estava passando. Relaxou fechando os olhos, e eu, tão contente por ter tido sucesso na minha primeira missão, apenas dei um beijo na sua bochecha e me preparei para sair. Olhando o campo de batalha como uma soldada vitoriosa, aquela tinha sido uma luta digna de ser lembrada: minha calcinha fio-dental rasgada em um canto da cama, minha blusinha tão sexy completamente destruída no chão junto com minhas sandálias. Coloquei minha... Tirei a blusa e calçando minhas sandálias, fiz ele prometer que nunca mais incomodaria nenhuma mulher, que se eu o visse de novo não teríamos mais brigas como aquela, que se quisesse consolo tinha o fio dental de lembrança e que se arrependesse de suas maldades. Ele, completamente mole de cima a baixo, jurou que nunca mais faria.
Saí procurando meu shorts de lycra, molhando demais a virilha ao vesti-lo, e esperei que meu papai estivesse pronto para sair rápido da cena. Não queria que ninguém descobrisse minha identidade secreta. Tomei meu tempo para calçar as sandálias e me retirei sem mais. Antes de abrir o portão do covil do vilão, chequei minha virilha: estava úmida mas começando a perder o tônus por causa do calor, então, confiante, saí para procurar meu pai.
Que horror, pensei! Meu papai não estava em lugar nenhum e, pior, não sei de onde surgiram duas senhoras mais velhas me observando bem na saída da casa. Elas me olharam com desprezo e seguiram caminho. Fiquei irritada e, nesse momento, só ouvi: "Minha garota!! Que bem você fez! Eu vi tudo desde a rua de trás!"
Era meu gatinho que, me abraçando com muito cuidado - como se leva os boxeadores para o vestiário depois da luta - me levou até o carro.
Já dentro do carro, ele me contou que tinha visto tudo da rua de trás porque a casa do malvado ficava do outro lado de um terreno vazio. Estava muito orgulhoso de me ver dando a merecida lição no velho tarado. Disse que já tinha preparado outra missão para mim, mas que aquele dia era só meu. Como prêmio, me levou a um spa com todos os tratamentos existentes para relaxar meu corpo: banho de lama, massagens até depilação a laser.
Depois, me levou para mais uma surpresa: um estúdio de tatuagens. Disse que se inspirou muito no que fiz para derrotar aquele ser malvado e que precisávamos de um símbolo ou algo que os incitasse à derrota. Então tatuei bem na parte baixa das costas - bem baixinha mesmo - uma flecha muito sexy. apontando para minha bunda minúscula com a palavra "destrói" em letras muito lindas; essa seria nosso sinal para a vitória.
Foi um dia muito cansativo, e logo meu pai me diria qual seria nossa próxima missão enquanto revisávamos os detalhes em que ele me viu fraca contra meu primeiro inimigo, mas isso nos tornaria mais fortes, e assim nasceram dois super-heróis esperando não ser necessários, mas sempre prontos para ajustar a conta desses porcos perversos que sempre estão à espreita das mulheres. Com as habilidades do meu pai e as minhas, faremos justiça a todos, usando meus superpoderes ninguém escapará. Meu corpo está pronto para enfrentar os mais malvados, e é isso que farei.
Vou começar dizendo que heróis existem em todo lugar, sempre que exista uma pessoa com iniciativa e que consiga alcançar seus objetivos, haverá heróis.
Essa história começa há muitos anos, num lugar como qualquer outro onde acontecem injustiças. Este relato é o começo da minha vida heroica. No início, nasci numa família pequena: só meus pais e eu. Eles sempre foram um casal muito sólido, mas conforme fui crescendo, lembro que tinham algumas discussões até que um dia minha mãe nos abandonou.
Anos depois, meu pai me disse que o abandono da minha mãe tinha sido uma injustiça. Ele sempre falou que existem pessoas que não se importam com o sofrimento dos outros e estão dispostas a obter benefícios em cima das pessoas e seus sentimentos. Minha mãe nos abandonou quando eu era muito pequena, mal a lembro. Ela foi embora, disse meu pai, com alguém que sempre a perturbava e a assediava sempre que podia. Ela perdeu a batalha e se entregou àquele mundo que o vilão lhe ofereceu.
Meu pai ficou devastado, mas prometeu que lutaria como pudesse para evitar essas injustiças o máximo possível. Quando eu era criança, meu treinamento começou aos poucos, sabendo muito bem que teríamos que sacrificar muito para lutar contra as entidades malignas como as que levaram minha mãe. E a única forma era nos prepararmos muito bem e ficarmos prontos para tudo.
Esperando ter a oportunidade de descrever em outro relato como foi meu treinamento, vou me ater a como nasceram nossas personalidades secretas e nos tornamos heróis de muitas pessoas. Quando eu era criança, meu pai me deixava ser livre. Se eu não quisesse me vestir, ele me permitia andar sem roupa em casa. E como eu devia estar sempre preparada, ele nunca limitou meu acesso à informação. Não havia internet, mas ele sempre me deixou ver suas revistas e todos os filmes sem restrições.
Eu aprendia rápido. Quando criança, era uma esponja, aprendendo sozinha e sem que meu pai tivesse influência sobre mim. Com as revistas, filmes e muitos... livros, aprendi que tinha um poder muito grande bem debaixo do meu estômago. Meu pai descobriu minhas habilidades numa ocasião em que voltou cedo do trabalho e me encontrou tocando bem desajeitadamente minha bucetinha. Por sempre ter sido tão liberal, ele entendeu que eu seria parte do seu objetivo de evitar injustiças e que era hora de começar um treinamento mais prático. Ele me ensinou tudo que sei hoje.
Foram anos de muito trabalho. Direi que ele me mostrou o poder do meu corpo, ensinando como usá-lo para derrotar os inimigos. Me ensinou que posso ser capaz de drenar a energia de qualquer vilão e que nunca deveria desistir. Usaria tudo que ele me ensinou para sair vitoriosa sempre. Foi muito difícil nos tornarmos o que somos agora, mas valeu a pena. O suor e os líquidos expelidos foram a maior conquista de ambos.
Meu pai e eu nunca paramos de treinar. Ele sempre me ensina posições mais fortes para meus inimigos ou estamos sempre procurando por artifícios e equipamentos para usar em batalha, além de me treinar para aguentar caso eu seja vítima desses mesmos. Por exemplo, um: a camisinha foi a primeira com que treinei e me familiarizei. Outro, um dos que mais uso, foi um vibrador que é um dos meus artifícios favoritos. Esse treinamento foi muito difícil, tanto em saber usá-lo quanto em me tornar mais forte contra seus efeitos para as batalhas, mas como já lhes disse, isso será outro capítulo.
Tendo já 19 anos, chegou o momento que nos deixaria para a posteridade. Meu pai nunca planejou, nem eu sabia se estaria pronta. Aconteceu como sempre acontece com os super-heróis: não foi uma situação procurada, simplesmente aconteceu. Meu pai chegou uma tarde em casa me dizendo que tinha visto um vilão como aquele que levou minha mãe, que tínhamos que fazer justiça e detê-lo. Eu não entendia. Ele me explicou que minha mãe sempre foi boa e nos amava muito, mas que sempre agia estranho ao voltar da rua. Me contou que um malvado, sempre que a via, dizia muitas coisas pervertidas e o que gostaria... fazer com a mamãe, que ele era um assediador e queria que ela fosse com os vilões, e conseguiu. Um dia ela simplesmente foi embora com ele, nos abandonando; foi aí que eu soube a verdade e disse ao meu pai que tínhamos que fazer algo.
Ele me contou que esse vilão parecia diferente, que eu poderia me perder se o enfrentássemos sem saber mais. Então ele investigou por dias e me disse que era uma entidade maligna que saía todo dia no portão de casa na hora em que as meninas de uma escola secundária voltavam, que ele falava muita porcaria pra elas e às vezes tentava se aproximar. E um pouco mais tarde, saíam também as garotas do ensino médio e ele continuava com sua tempestade de maldade.
Esse monstro vivia sozinho e, pelo que me descreveu, a casa era meio pequena, com telhado de amianto, o que poderia indicar que ele não tinha outras ideias na cabeça além de viver para a maldade e a injustiça. Ele também disse que poderia ser um desafio difícil pra mim, já que aparentava ter entre 55 e quase 60 anos, era careca com uma juba de cabelos grisalhos na nuca, magro mas com uma barriga notável, faltavam dois dentes: um no meio da parte de cima e outro do lado direito. Tez morena, usava sandálias, calças de tecido e camisetas brancas de alça, geralmente sempre surradas. E pelo visto também era bem treinado, porque meu pai via ele tocando na arma dele o tempo todo, por baixo da calça.
Quando meu pai me deu toda essa informação, ele disse que não era um inimigo pra mim, que procuraria outra forma de detê-lo. E eu entrei naquela fase de arrependimento em que a gente duvida das próprias capacidades e prefere se acovardar.
Passaram mais dias e meu pai continuava tentando descobrir como pará-lo. Ele me dizia que eram muitas jovens em perigo, que alguma poderia abandonar o lar como minha mãe fez. Eu ainda estava com medo, mas sabia que tudo dependia de mim, e se eu não fizesse nada, as injustiças continuariam. Então eu disse a ele que o enfrentaria, que poderíamos perder, mas que não nos... não nos renderíamos tão fácil.
Como era meu primeiro supervilão, meu pai, com base em suas pesquisas, me equipou para a batalha. Em princípio, ele sabia que eu precisava ter uma forma de receber os ataques finais do vilão. Não havia outra maneira a não ser planejar o final da batalha para vencê-la. Então, a única forma de não ser danificada por esses últimos recursos era direcionar esses ataques a um ponto neutro onde não me afetaria de forma crítica: meu púbis deveria ser raspado e depilado por completo, não teria um único traço de pelo nele.
Em seguida, minha rajada tinha que estar pronta para lutar brutalmente, então meu pai teria que ajudá-la: primeiro fazendo aquecimento com ela, como sempre nos treinos. Depois, seria impregnada com um lubrificante de estimulação para ter sempre a dianteira na batalha. Isso valia também para o buraquinho do meu cuzinho, que tinha que estar pronto para me ajudar em caso extremo de luta.
Aproveitei a distração do papai para adicionar um acessório infalível para minha vantagem: uma espécie de joia que se usa na pele, logo acima do meu botãozinho, para manter sempre a atenção do meu inimigo no final. Depois do aquecimento, eu a colocaria.
Continuando com minha preparação, assim como nas anteriores, uma das minhas armas mais usadas seriam minhas nenéns, como eu as chamo. São tamanho 34B, mas são letais. Seriam, um dia antes do enfrentamento, hidratadas e amassadas pelo meu pai e, antes do encontro com o vilão, seriam suavizadas com creme reafirmante e os mamilos hidratados com brilho labial de sabor morango, igual à minha boca, me dando um toque inocente e natural, me tornando invencível.
Tendo já coberto a estratégia de batalha e como usaria meus atributos, continuo com o equipamento que tinha que usar, sem deixar nenhum detalhe mínimo de fora. Ele me disse que meus pés poderiam ser importantes para esse desafio, então sugeriu que usasse uns anéis para os dedos que eu usava na praia, mais uns saltos estilo sandália para destacar meus dedinhos e realçar minhas pernas e meu bumbum pequeno, por sua vez, estariam protegidos pelo meu primeiro uniforme de tantos que usaria, um thong escolhido pelo meu pai do meu vasto guarda-roupa: preto, de renda fina transparente, com corte triangular atrás e na frente, deixando minhas armas quase completamente à mostra, como se fosse necessário provocar ainda mais meu primeiro inimigo.
Meu pai tinha tudo calculado e sabia muito bem o que estava fazendo, pois escolheu uma blusa preta igualmente de alcinhas com renda transparente do decote até onde termina, deixando apenas o início das minhas gostosas e meu lindo umbiguinho à vista; o resto era de tecido macio e justo. Ele sabia que na batalha eu teria que demonstrar minha superioridade, é claro, ficando linda no meu super uniforme. Além disso, eu não usaria sutiã para que meus mamilos, como lanças, pudessem capturar meu inimigo. Depois, ele me disse que eu usaria uma saia curta de tecido de algodão bem justa. Ele tinha certeza de que o inimigo se renderia quase sem lutar com esse tipo de equipamento, só que eu insisti que não estava pronta para isso. Pedi a ele que, como apoio, me deixasse usar uma das minhas calças justas que uso para a academia, também porque estaria um pouco mais protegida caso precisasse fugir se não o vencesse. Ele aceitou com relutância, mas disse que a cor teria que ser branca para não perder a intenção de meu inimigo, destacando o thong escuro que eu usaria.
Com o plano pronto, nos dispusemos a planejar a logística. O velho tarado estava quase sempre a partir das 12h esperando no portão de sua casa a saída das gostosas do ensino médio, aproveitando também a antecipação das mães ao irem ao mercado e depois passarem pelos filhos. Esperaríamos um pouco e então, bem quando a rua estivesse vazia, entraríamos em ação.
Na noite anterior, eu estava muito nervosa, ainda mais porque meu pai não permitiu nenhum tipo de treino em casa. Ele disse que eu teria que estar pronta e descansada para lutar com todo o meu ser contra o mal. Na manhã seguinte, o dia da minha primeira batalha, eu sabia o que... Tinha que começar com um pouco de exercício na bicicleta ergométrica, nada exagerado, só para deixar todos os meus músculos firmes e prontos. Depois, teria que me limpar toda com cuidado, lavar todos os meus buracos e depilar minha bucetinha em detalhes, já que antes teria a preparação com o papai. Saindo do banho, meu pai me disse para me secar e hidratar muito bem todo o meu corpo, e que passaríamos a preparar meus buraquinhos para a batalha. Só direi que o treinamento foi bem diferente do habitual; meu papai se esforçou para deixar tudo bem lubrificado para não perder a luta. Terminando, ele disse: "Nena, você superou seu mestre, agora está pronta."
Já era quase a hora. Fiz uma maquiagem bem leve e coloquei minha armadura, desde os anéis dos pés até o brilho labial. Era o momento de me apressar. Papai pegou o superveículo e esperou por sua companheira de combate. Quando saí pronta, entrei no carro e ele disse: "Ooh, nena, você já é uma heroína de verdade, parece pronta para lutar contra uma gangue de supervilões."
No caminho, passei brilho labial nos meus mamilos, ajustei o fio dental bem apertadinho e ajustei muito bem minhas sandálias. Meu pai lembrou de algo crucial e não havia mais tempo: eu tinha que deixar minha boca pronta. Então, ele me fez prepará-la no carro. Primeiro, um dos seus dedos serviu como aquecimento e depois, num esforço por ter esquecido, ele sacou sua ferramenta de treinamento e me fez chupar com muita força enquanto dirigia. Como um sinal, depois de tanto aprender a usar minha boca, consegui que meu pai gozasse dentro em poucos minutos de mamar. Fiquei muito feliz, já que raramente conseguia vencê-lo assim. Engoli meu café da manhã com muito prazer, pois me encheria de energia para o que viria a seguir.
Chegamos ao nosso destino. Era o momento da verdade. Esperamos bastante enquanto papai me ajudava a manter minha força, brincando com a mão por trás, dentro do meu shorts de ginástica, mexendo na minha bundinha apertada e dando uma beliscada aqui e ali nos meus biquinhos. Era como a massagem que dão aos boxeadores. logo antes da luta.
Não saberia dizer quanto tempo esperamos, mas já me sentia mais do que pronta para salvar todas aquelas mulheres inocentes. De repente, meu pai o viu saindo na varanda. Era exatamente como ele havia descrito, e parecia que tinha acabado de acordar, com o cabelo despenteado e os pés apenas de meias e chinelos. Não aguentava mais, todo aquele treino já me tinha preparada para enfrentar esse desafio. Então meu pai me disse, tirando a mão e parando de me beliscar: "É ele, filha... Chegou a hora. Você está pronta?"
Eu apenas balancei a cabeça, olhando para o inimigo, e peguei meu brilho labial para retocar a boca. Discretamente, levantei um pouco minha blusa e ajustei meus mamilos, já durinhos por causa das beliscadas do papai, e disse: "Pronta. É a hora da verdade. Confio no que você diz, vou salvar muitas garotas inocentes, papai." Ajustei minha blusa, puxei minha calcinha fio dental, deixando bem justinha, assim como minha calça, e pedi sorte ao meu pai. Ele parecia muito preocupado, então me pediu para esperar e revisarmos aquele diálogo que o vilão provavelmente diria. Enquanto isso, observávamos ele no portão, tocando sua espada maligna por dentro da calça, como se estivesse afiando, o desgraçado.
Não havia mais o que fazer. O momento havia chegado. Só eu poderia enfrentar esse desafio. Cortei meu pai no meio de suas recomendações para a luta, parei de ouvi-lo de repente e disse: "Chega, papai. Não tem mais nada a fazer além de ir enfrentar aquele velho porco pela justiça. Olhe para mim e espero que esteja orgulhoso de mim." Dei um beijinho de passarinho nele e saí do carro.
Ajeitei meu super traje de corpo inteiro. Apesar dos testes de figurino com o papai, dessa vez me sentia mais imponente do que nunca. Sentia minha postura firme, com meu corpo preparado e trabalhado para dar o melhor no confronto. Meu bumbum minúsculo sentia a invasão da calcinha fio dental fininha e da calça de lycra, mas era a indicação de que estava mais do que preparada. Caminhei um pouco mais perto e vi que meu primeiro inimigo estava olhando para o outro lado da rua, apenas... via sua cabeça careca com a melena embaraçada na nuca, suas mãos - uma na cintura e a outra, com certeza pela posição, tocando seu nojento aparelho da maldade; velho maldito nojento, pensei, agora você vai ver o que te espera, continuei andando esperando que não houvesse mais testemunhas do meu enfrentamento heroico, apressei o passo e me cruzei inesperadamente com seu olhar.
Senti meus mamilos ficarem mais pontudos bem na hora que passei por ele, como se estivessem prontos para atacar, e tive medo de que minha xotinha respondesse na hora errada, molhando meu thong e a calça. Ao passar, ele disse: mamaciiita!!!! Que rabão gostoso você tem!!!!, deixa eu chupar esses peitões!!!! Que putinha você parece vestida assim…
Fiquei muito nervosa, mas tudo estava indo de acordo com o plano do super papi. Me esforcei para não responder nervosa e parei, me virando para responder: qual é o seu problema, velho porco??? Careca!!, vá encher a porra da sua mãe. -Porco? Olha o que você vai comer, mamita - me respondeu enquanto segurava aquela coisa nojenta com a mão por cima da calça; não consegui ver direito, mas senti que poderia ter sido um grande erro ter ido enfrentá-lo. - Deu vontade, né, menina? Quer? As novinhas adoram - continuou me dizendo enquanto se apertava mais e sacudia forte, ainda com a calça.
-Que nojo, porco pervertido!!! Com certeza você é quem fica perturbando minha irmã, desgraçado; me diga por que fica assediando as meninas do colégio??? São menores de idade, não tem vergonha na cara? Podem te jogar na cadeia, velho nojento!!! - respondi aos seus comentários, me endireitando mais, exibindo melhor minhas gostosas e colocando as mãos na cintura para marcar ainda mais todas as minhas curvas.
-Olha só, putinha, você sai assim na rua e me chama de nojento?? Meu pau, velha, é a glória para muitas novinhas… todas são umas taradas cheias de desejo, vem aqui, delícia, você vai ver que gostoso vai sentir, vai adorar - me disse enquanto com uma mão continuava apertando aquela coisa e com a outra tentando me tocar no ombro.
Era incrível; tudo estava indo de Segundo o plano do papai, afastei a mão dele com um golpe da minha mão e disse: qual é seu problema, seu velho nojento??? Me larga!!! Não entende que são meninas que você está importunando? Não mexe com minha irmã nem com nenhuma mulher, seu velho pervertido nojento!!! - o vilão malvado ficou me olhando nervoso, sabia que estava errado e que era hora de alguém botar um fim em toda essa perversão, então não conseguia dizer nada, só soltou sua arma principal e deu passos pra trás como querendo voltar pro vão do portão, se sentindo intimidado.
Super papai tinha praticamente adivinhado os movimentos e o que ele faria, ele sabia o quanto eu estava imponente e que o plano seria um sucesso, então me senti muito poderosa, confiando em tudo que aconteceria; continuei com o plano e disse ao malvado - que nojo, você com certeza só vive pra importunar meninas, a gente não pode ficar atrás da minha irmãzinha sempre, deixa ela em paz, quer ir pra cadeia? O que você quer pra parar de importunar todas as mulheres que passam? - fazendo uma cara um pouco mais amigável ao dizer a última parte.
O inimigo não seria fácil, assim que eu disse isso ele fez uma cara ainda mais malvada, me olhando de cima a baixo e disse: - bom, se você quer a gente pode fazer um acordo, só me deixa aproveitar e te comer e eu nunca mais importuno sua irmã nem nenhuma mulher que passar pela minha casa, eu prometo… com uma delícia como você, pra que eu iria procurar mais? - era incrível, meu corpo pedia guerra com o inimigo e tudo estava se encaminhando pra isso, senti meus mamilos pontudos apontando duro pro meu primeiro desafio e respondi - você não se atreve a tocar na minha irmã nem a importuná-la nunca mais, seu velho nojento, e com certeza tá pedindo isso em troca porque sabe que eu não vou fazer e aí vai continuar importunando toda mulher que passar no seu portão, mas dessa vez você vai pagar por toda sua maldade pervertida.
Exagerei ainda mais minha posição, exibi mais minhas tetas e meu bumbum pequeno, deixando só uma mão na cintura; o vilão malvado não conseguia acreditar no que estava acontecendo e segurando ainda mais Forte, sua arma já crescida por cima da calça, ele me disse: "Oooh, não vou mais te incomodar, neném, eu prometo. Você vai ver o que é bom, vai sentir gostoso em todos os seus buracos. Olha, tudo isso é pra você, tudo marrano e nojento. Você vai ver que vai voltar." Era incrível o cinismo com que meu inimigo falava. Eu tinha que detê-lo, aquele desgraçado porco não voltaria às andanças. Olhei ele de cima a baixo e, sorrindo, disse mordendo um pouco o lábio: "Ok, velho nojento, vamos ver quem pode mais. Tenho certeza que faz anos que você não tem ninguém na sua casa, e eu vou provar. Mas você tem que me dar sua palavra que não vai voltar às andanças, porco." Não podia acreditar no que estava dizendo. Estava prestes a acontecer a primeira grande batalha da minha vida. O cara só disse: "Então vem, entra, neném deliciosa. Você vai ver, não sabe o que te espera." Ele abriu o portão e me fez passar. Eu olhei um pouco de lado para onde estava o carro do meu pai e só vi que não tinha mais ninguém dentro.
Entrei no lugar da batalha. Era pior do que eu esperava. O portão dele dava para um quintal grande, com chão de terra e lama, cheio de coisas como se tivessem saído de um lixão: pneus usados, madeiras de desperdício como de móveis, até um colchão já sem a capa, só os arames. Do lado direito estava a casa dele, feita de paredes de tijolos pintados de azul e telhado de telha de amianto. Parecia que não vivia mais ninguém além dele, pelo tamanho, e de porta só tinha uma cortina de tecido. Seria complicado lutar contra a vilania naquele lugar, mas meu pai já tinha me treinado muito para eu recuar. Fiz de conta que era um lugar sinistro, onde não saberia com o que ou a que me enfrentaria, mas teria que dar tudo para sair vitoriosa.
No momento em que ele fechou o portão, o velho tarado, eu soube que não havia volta. Mas, fora do que imaginei, ele começou a se portar um pouco diferente comigo, como mais atento e agradecido por eu ter entrado na sua toca. Ele me cedeu a passagem e abriu a cortina da porta para eu passar. Tinha deixado de lado os maus modos e... O comportamento dele era como o de um namorado adolescente que ia perder a virgindade comigo. O interior da casa malévola não era muito diferente do exterior: móveis empilhados, janelas que mal deixavam entrar um pouco de luz e roupas amontoadas por todo o chão. Parecia um depósito de doações para os pobres, só que com todas as paredes cuidadosamente decoradas com pôsteres e imagens de mulheres nuas ou de revistas pornográficas; meu inimigo não deixou um único espaço sem decorar com infinitas obscenidades.
Aquele vilão não perdeu nenhum detalhe da minha reação ao ver sua casa e, fazendo uma careta, disse: "Desculpa o caos e o cheiro, neném, não tive tempo de limpar. Mas fique à vontade, está em casa e faça o que quiser. Eu fico pronto num instante. Pra ser sincero, sempre fantasiei com um momento assim, mas nunca tinha chegado a esse ponto com ninguém. Espero que não se arrependa de se sacrificar pela sua irmãzinha." Ele massageou o pênis por cima da calça e deu passos para trás, como se fosse para outro cômodo, mas sem me perder de vista.
Mesmo com todo o meu treinamento, estava muito nervosa. Sabia que não seria fácil, embora, com a mudança de atitude do meu inimigo, me sentisse superior a ele. Ajeitei um pouco minha blusa e disse: "Sabia, seu velho tarado! Você só sabe perturbar inocentes... mas tudo bem. Me diga então, como quer se cobrar? Me quer assim ou fico mais confortável?" Separei minhas pernas e coloquei meus polegares no elástico da minha calça, logo acima do púbis. Levantei ainda mais minha bundinha e olhei para ele com muita vontade de encarar. Seus olhos não acreditavam — ele me olhava de cima a baixo e fazia gestos como se fosse se jogar em mim, mas voltava para a moldura da porta. Finalmente, sorri, e ele só conseguia tocar sua arma mais poderosa entre as pernas. Ele me disse: "Ooh, que gostosa, mamacita! Fique como quiser, vai ver que não vai se arrepender. Vou colocar uma coisa que tenho preparada há muito tempo. hora, eu te aviso quando entrar, gata.
Era a hora, então eu decidiria como enfrentaria isso. Nunca imaginei que teria essa opção, mas aproveitaria essa oportunidade. Lembrando das vezes que tinha melhor desempenho nos meus treinos com minha buceta, só tirei meu shorts apertado, ajustei o fio-dental, me senti muito imponente com aqueles saltos. Não teria piedade do meu inimigo. Os mamilos nas minhas tetas não aguentavam mais, ficaram tão duros que senti puxando bem de leve o tecido da minha blusa. E nesse momento, o ser maligno me chamou, dizendo que estava pronto para eu ir ao seu quarto.
Com o passo firme que minha libido me dava, caminhei até a cortina do vão e, ao abri-la, foi algo impressionante. Sabia que não seria fácil desde o começo, mas ver meu inimigo em primeiro plano me confirmou isso. Ele estava parado ao lado de uma cama de casal, suponho, quase completamente nu. O que ele vestia era uma espécie de traje de luta, tipo das Olimpíadas, mas feito de cintos de couro e com rebites. Não cobria nada das suas partes mais letais, como o pênis, que estava apenas ajustado pelos cintos, mas livre. Vi sua arma principal: era um tamanho médio, diria que fino, mas a ponta era muito grossa, me lembrando a forma de um cogumelo. Os cintos passavam pela sua barriga, muito desproporcional com o resto do corpo – era grande – e cruzando pelo peito, só deixava ver os mamilos escuros cheios de pelos através de argolas de metal, igual por onde saía seu pênis, que estava flácido, mas ganhando a firmeza que eu enfrentaria. O resto do quarto tinha algumas pilhas de roupa que, pelo cheiro, não me pareciam muito limpas; era um cheiro de roupa suada já seca, achei um pouco desagradável, mas não asfixiante. E, assim como o resto da casa, as paredes decoradas muito ao estilo dele. Em frente à cama, havia uma TV com um filme pornô já rodando e montes de discos pela cômoda, assim como revistas.
Ainda com a confiança da minha excitação, senti medo. Quis sair correndo ao ver aquela imagem, vi como um demônio me olhando de cima a baixo e sorrindo de orelha a orelha me disse – vem, entra, sobe na cama, nenê. Você vai ver que depois não vou precisar pedir, estou pronto para te dar todo o meu prazer – não pensei mais, sabia que não tinha volta e me aproximei dele, sentando ao lado na cama enquanto ouvia os gemidos de alguma garota na TV; meu inimigo se virou para mim, colocando sua arma penetradora bem na minha cara e sacudindo um pouco fez sinal para que eu a aproximasse da boca, coloquei minhas mãos na cama dos lados e cruzando a perna aproximei meu rosto e boca buscando aquela ponta descomunal, como se estivesse brincando de acertar, brinquei com minha língua nela um pouco e depois ele, colocando suas mãos na minha cintura e se mexendo, ajudou a enfiá-la na minha boca.
Era o início da minha luta, minha primeira luta, e começava como sempre o treinamento, embora desta vez o inimigo tivesse uma arma difícil de enfrentar. Dentro da minha boca, sabia que poderia vencê-lo, então usei meus melhores movimentos de língua e lábios para acabar com ele rápido e fácil, só que o vilão, como se soubesse minhas intenções, me pegou pela nuca e empurrou com muita força, tocando o fundo da minha boca e, embora estivesse pronta para esse desafio, me senti subjugada; ele enfiava até o fundo e tirava por completo, me dando apenas tempo de pegar ar de novo, sem me deixar seguir com minha estratégia de movimentos de língua. Depois de um tempo, ele tirou completamente e me deu uns tapas com o pau várias vezes, fazendo com que eu olhasse para cima com raiva, e ele me respondeu com um sorriso malévolo, enquanto aproveitei para tirar minhas sandálias, já que isso indicava que eu precisaria de todas as minhas habilidades físicas para vencer, e com os saltos poderia haver limitações.
Enquanto me esforçava para dar a ele o que merecia, ele só sabia sorrir e me olhar, quando de repente senti algo que tocava de um lado do meu nariz e descia até minha boca; era o velho nojento que, enquanto recebia meus ataques bucais de gosto, começou a babar. e deixava um fio de saliva escorrer da boca dele para o meu rosto, me encarando com uma luxúria maligna. Ele continuou sorrindo enquanto, ao sentir aquilo, meu corpo reagiu com um espasmo, sentindo desde minha arma principal até meus mamilos uma espécie de coceira que era como se me pedissem aos gritos para participar do confronto. Isso fez com que, por reflexo, eu olhasse para ele e recebesse na boca aquele jorro de seus fluidos, usando-os contra mim, lubrificando ainda mais minha boca para minha tarefa esmerada. Pensei que com isso não aguentaria mais e sairia vitoriosa, mas não foi possível, já que depois de um tempo reagi e me afastei do seu pênis.
Com ele assim, em pé ao lado da cama, e eu sentada, ele me agarrou pelo tornozelo sem cerimônia e me levantou, fazendo com que me deitasse na cama. Sem me soltar, continuou levantando minha perna, fazendo com que meu quadril ficasse na altura do peito dele. Segurando-me ainda pelo tornozelo, com a outra mão ele arrancou o thong que meu pai e eu escolhemos com tanto cuidado, deixando minha bocetinha nua em um segundo, permitindo vê-la inocente e adornada com a joia de fantasia. Ao vê-la, ele disse: "Filha da sua mãe puta, você já estava pronta!!! Até enfeitou pra mim, sua cabrona, eu adoro!!!!" Soltando meu tornozelo, me deixou cair no colchão já bem macio, ajoelhou-se no chão para me abrir as pernas e começar seus ataques, lambendo primeiro bem de leve minha coisinha, mas depois sem piedade chupando e me sugando. Metia a língua o máximo que podia e puxava ar forte, como os homens fazem para cuspir catarro; foi nojento ver como ele cuspiu um na minha bocetinha, deixando escorrer um pouco e depois absorveu de novo na boca. Ao ver aquilo, olhei com nojo para minha bocetinha já profanada pelo velho nojento e maligno que, ao me ver, disse: "Que neném, nunca tinham feito algo assim em você? Olha que não é nada, putinha." E foi metendo primeiro o dedo indicador bem devagar, tirou e meteu dois, até ter seus três dedos maiores no meu cantinho. Depois começou a meter e tirar com uma brutalidade que nem nos treinos mais... Duro com o papai, abri minhas pernas o máximo que pude, como bem aprendi, e deixei ele continuar; sabia que com tudo que tinha praticado não me venceria, então falei enquanto ele lambia e enfiava seus dedos com força – vai!!! Vai!!! Seu velho porco!!! Não dá conta da minha buceta!!! – me ajudando com os braços atrás dos joelhos, levantei mais minhas pernas para deixar minha xota mais à mercê dele.
Meu inimigo insistiu com seus ataques de língua, saliva e dedos, mas não me venceu, acabou se cansando. E lambeu um pouco mais minha xota, mas agora mais suave, enquanto eu, ao lembrar da sorte da minha calcinha com o malvado, comecei a puxar minha blusa e tirá-la, dizendo para mim mesma – olha que puta que você é? Já está tirando a roupa sozinha… olha que peitos mais lindos – enquanto ele subia na cama e enfiava uma das minhas meninas quase completamente na boca, chupando e deixando eu sentir um pouco seus dentes meio desalinhados, empinei mais meu peito fazendo um – aaahhh!!! – e ele passou a língua no meu mamilo, saboreando, mordeu um pouco e chupou, percebendo a surpresa, ele disse – wow!!! Tem gosto de morango, gata!!! Você passou alguma coisa? Está delicioso, seu mamilo gostoso, deixa eu comer, e o outro deixo de sobremesa depois deste – e pegando com suas duas mãos enormes meu seio, começou a apertar como se fosse um pescoço de alguém e a morder meu mamilo, pela primeira vez senti que não aguentaria, fechei meus olhos suportando o castigo do desgraçado, sentia que minha menina ia estourar a qualquer momento até que ele soltou, dando uma palmada bem forte e, sem dizer nada, se posicionou sobre mim para continuar com minha outra neném, lambendo como se fosse um sorvete delicioso meu mamilo, eu sentia que a que tinha sido castigada pulsava de tão forte que o desgraçado tinha apertado, me dediquei a sentir as lambidas suaves no meu outro mamilo e, na posição em que estava, vi como seu pênis vilão estava pendurado a alguns centímetros da minha mão esquerda, parecia uma fruta tropical meio mole, mas tomando forma, peguei e, devolvendo um pouco do seu castigo, puxei, masturbando, mas bem... duro puxando para mim uma e outra vez.
Enquanto o velho tarado malvado continuava lambendo e mordendo meu mamilo, senti o calor ficando cada vez mais forte no quarto. O desgraciado deu o mesmo tratamento na minha bucetinha, mordendo e apertando ela enquanto, com meus olhos entreabertos, eu continuava puxando com força o pau do porco nojento. O suor de nós dois começou a escorrer dos nossos corpos, e sentindo algumas gotas do suor maligno, me deixei levar, respirando fundo aquele cheiro de roupa suada, me colocando num transe de excitação; soltei o pau do velho vilão e belisquei meu mamilo. Ainda não senti que estava de alguma forma perdendo a batalha, o ambiente era demais pro meu corpo jovem, e num momento senti meu inimigo se ajeitando em cima de mim, colocando seus joelhos na altura da minha cabeça, sentindo seu pau batendo desajeitadamente no meu rosto. Eu o acomodei na minha boquinha, dei uma mordidinha e continuei meu trabalho de chupá-lo.
A reação do tarado verde não demorou: ele gemeu muito alto e enterrou o rosto na minha xotinha, lambendo, cuspindo e chupando com força meus lábios vaginais. Seus ataques eram muito fortes, não sabia que seria tão difícil manter o controle da minha luta, e mais ainda quando senti o porco enfiar a mão e o braço por trás do meu bundinha apertada e começar a meter um dedo no meu cuzinho de prazer. Tirei o pau da minha boca, gemendo sem pudor, além do calor intenso que senti. Então o malvado parou e me disse: "Uuuu, cabroncita, que putarra!!! Já vi seu ponto fraco, agora você vai ver o que é ser fodida por um velho como eu." Ele saiu de cima de mim e, sem cerimônia, puxando minhas pernas, se ajeitou no meio, dizendo: "Vou te comer por todos os lados, nenita slut, você não sabe o quanto vai adorar ser fodida por mim." Naquele momento, ele começou a enfiar sua arma principal na minha. Ao sentir como ele me penetrava, não consegui fazer nada além de olhar pra cara dele com surpresa. Era realmente um desafio muito forte, porque sentia a ponta desproporcional dele entrando em mim. empurrando dobras que nos treinos com papai eu nunca tinha sentido, quando ele tocou o fundo da minha buracotinha foi uma sensação muito intensa; foi como se eu sentisse tocando mais acima do meu ventre e ao sacar não foi melhor, eu sentia como se ele me abrisse de novo com sua cabeça gigante, ele tira por completo me dando uma sensação de alívio e olhando os dois nossas partes íntimas ele disse – olha como você tá molhada, gata… deixou escorrendo, olha… sempre fica assim ou é por minha causa, putinha? – não respondi nada, só levantei o olhar de prazer que sentia e entreabri minha boca, fazendo com que ele me penetrasse dessa vez com mais força e rapidez, começando um vai e vem implacável me deixando a meio grito, ele enfiou a língua que, apesar da minha surpresa, recebi com muita vontade, chupando e lambendo como se fosse uma manga deliciosa, ele continuou suas investidas vigorosas e ao se separar da minha boca, num ato de euforia, acho que cuspiu na minha cara, bem na testa acima do nariz, sentindo escorrer até minha boca, deixando entrar já com um prazer infinito e ao ver minha reação, o velho safado pegou minhas meninas, uma em cada mão, apertando com sadismo e beliscando meus mamilos, alternando entre tapas nas minhas meninas e beliscões, continuou suas penetrações, até que num ato atlético para sua idade, baixou uma perna no chão e a outra passou por cima de uma das minhas, abrindo caminho para as profundezas do meu ser, continuou me atacando sem piedade; até aquele momento não percebi que estava perdendo completamente a batalha, estava entregando meu corpo sem pensar que o porco estava me envolvendo numa tempestade de prazer.
Hipnotizada pelas penetrações do meu inimigo, me deixei levar e, infelizmente, senti uma força no meu ventre muito intensa, ele apertava muito, me fazendo abrir mais as pernas, apesar de receber mais fundo o membro do meu inimigo malvado, abri sentindo os espasmos mais fortes, deixando sair ainda mais dos meus suquinhos, estava terminando o orgasmo, era muito diferente dos treinos, gritando e... gemendo e pedindo mais no meu íntimo, não tive uso da razão até terminar minha última contração. Eu tinha perdido, era uma decepção e o maldito velho continuava e continuava me penetrando, não podia acreditar que tinha perdido a batalha - meus suquinhos vaginais eram a prova, banhando a arma maligna do meu inimigo.
O senhor se vangloriou por ter me feito gozar, dizendo: "Gata, você gozou? Senti seus suquinhos e como você apertou... Viu como eu ainda posso com você? Ainda posso continuar te comendo e vou fazer isso até não aguentar mais, então segura aí." Continuando com sua metida-sacada mais tranquila, me beijou. Foi sua língua que me lembrou o que tinha acontecido, não conseguia conceber. Me senti muito triste e desconsolada, tinha jogado todo meu treinamento no lixo. Meu pai ficaria muito decepcionado comigo, estava muito mal, não tinha como me recuperar da derrota. E na minha depressão, abracei o vilão com muita paixão, beijando-o com muita intensidade, passando pelo seu pescoço e peito, lambendo seus mamilos monstruosos numa última tentativa de vencê-lo. Mas não consegui, só continuei sendo manchada com sua maldade na minha xotinha tão linda, e o despiadado e poderoso continuava se gabando: "Ooh gata, olha sua cara... Você está gozando muito, né? Pode voltar quando quiser, delícia, meu pau estará sempre pronto para te foder por todos seus buracos." Era horrível, eu tinha perdido. Me abracei de novo, colocando minha cabeça no peito dele e deixando ele me comer o quanto quisesse.
Não sei quanto tempo levou até sentir ele sacar seu pau descomunal da minha xotinha e se acomodar para que eu chupasse, ficando quase sentado no meu peito. Ele me indicou abrir a boca e assim fiz, chupando-o tão deprimida que me entreguei completamente, com muito carinho, passando ele pela minha carinha e usando todas minhas estratégias numa tentativa desesperada de ganhar. Mas não consegui, meu inimigo só curtia me olhar. Não podia perder, voltaria para meu pai só para decepcioná-lo, e as consequências seriam treinar mais pesado com ele. Não era justo, meu pai tinha dedicado muitos anos de... sua vida me ensinando como ser uma justiceira sexual, eu tinha que fazer algo.
Enquanto o degenerado me insultava e brincava com sua arma na minha cara, tentei passar uma mão pelas minhas costas em busca do meu último recurso, meu tiny ass; eu precisava sentir como estava porque, se já estivesse bem fechadinho, eu daria uma ajudinha para receber aquela cock deformada. Ao tocar meu ânus com o dedo indicador, tive resposta: ele abriu um pouco, soltando os suquinhos e o lubrificante que o papai tinha colocado. Era meu único movimento para vencer meu inimigo. Agora, só precisaria persuadi-lo rumo à sua derrota. Então, levantei minha pélvis para acomodar melhor minha mão, fazendo o malvado ver que eu mesma estava me preparando.
Ao sentir meu movimento, ele olhou para trás e sorriu, dizendo: "Olha que cabrona, você ainda tá com vontade... Vou destruir essa booty tão gostosa e jovem, vai ver que não vai conseguir andar por dias". Eu, ainda com o membro dele na minha cara coberto dos meus suquinhos, apenas sorri como quem desafia. Então, fazendo um movimento brusco, ele saiu de cima de mim, me pegou pelo cabelo e, sendo um pouco mais agressivo, me levantou, me colando no seu ventre e gritando para que eu cuspisse na cock dele. Não me assustei, já que nas práticas com o papai ele já tinha feito isso. Assim, comecei a cuspir no seu membro monstruoso, deixando-o completamente escorrendo até suas testíbooties. Já pronta, ele me disse para me acomodar, para ficar numa posição de slutty e levantar bem a minha booty.
Me acomodando, pensei que precisava ter confiança. Meu tiny ass sempre tinha sido minha melhor arma com o papai. Ele me dizia que, em cada prática com ele, eu sempre tinha que me concentrar para não perder. Desde que me ensinou a usá-lo, justo no dia em que completei 15 anos, ele dizia que era demais para ele. Lembrar desses dias me fez sentir mais confiante. Então, me coloquei de quatro como meu inimigo disse e pude ver que na TV ainda estava passando o filme. Era uma espécie de orgia onde muitos homens se revezavam fodendo uma garota mais ou menos da minha idade. Pensei: que bom... treinamento sério, naquele momento senti como o porco inimigo colocava a ponta de sua coisa no meu cuzinho fazendo-o reagir, abriu um pouco e começou a receber aquele falo desproporcional, como foi difícil não gritar ao sentir a ponta entrando, mesmo com todos os exercícios feitos era muito grande, senti que provavelmente me rasgaria, então lembrando de uma vez um dildo que o papai tinha para me punir, fiz o que aprendi, me empurrei rapidamente para trás para que escorregasse e a dor fosse só um instante, a dor foi intensa mas diminuiu e o malvado inimigo apenas gemeu como um louco ao se sentir completamente dentro de mim –oohhh ohhh que putinha ohhh meu pau!! Que delícia de putinha…- disse enquanto se preparava para foder, eu fechei meus olhos e disse –velho porco, você não vai aguentar meu cuzinho minúsculo, você vai ver- então ele começou seu frenético mete e saca, gemendo e me insultando no ritmo em que eu só gritava de prazer.
Não podia acreditar no bem que aquela coisa deforme sentia na minha bunda, mexia por dentro dos meus intestinos com aquela cabeça desproporcional, sentia como empurrava minhas dobras internas, estava novamente à mercê do maldito velho pau verde e foi ele quem me tirou do transe me dando tremendas palmadas na bunda e dizendo uma quantidade de insultos por ter um cuzinho minúsculo tão gostoso –ohh que puta que você é, olha que delícia de cu você tem… meu pau nunca se sentiu tão bem recebido como na sua buceta suja, que puta você é, vadia- e continuou com suas penetrações frenéticas e me dando palmadas.
Era muito prazeroso sentir o que ele me fazia, aquele falo deforme estava me fazendo sentir novas sensações, era como se quisesse chegar até o fundo, podia sentir um leve toque no meu ventre, além disso sentia que o calor do quarto já era uma sauna, não parávamos de suar os dois e justamente lembrei do que estava fazendo ali; não era mais que um inimigo a vencer, então lembrei dos meus ensinamentos, abaixando meu peito e cabeça deixei meu cuzinho minúsculo bem levantado para o velho –destrói!! Faz com ele o que quiser velho porco… destrói Esse cuzinho apertado é seu... - eu disse enquanto com a mão tocava minha bocetinha. Ele, tomando como um desafio pessoal, colocou sua perna direita ao meu lado e começou a dar suas investidas mais fortes e profundas. Estava me deixando completamente louca, sério, pensei: por isso minha mãe nos abandonou... é muito difícil enfrentar esses malvados com a sanidade necessária para não se deixar levar.
A situação não estava muito favorável para mim de novo, estava me perdendo no meu prazer e não tinha muita vontade de reagir. Só deixei ele continuar despedaçando meu reto e segui com meu prazer, até que um grunhido saiu da boca do vilão e senti ele puxar meu cabelo, arqueando minhas costas o máximo possível. Balbuciando uma série de insultos, ele puxou de repente seu aparato penetrador e me disse, quase em outra língua, para me virar e deitar. Claro, deixando claro ao puxar minha cabeleira, me colocando de frente para ele, recostada com as pernas abertas. Vendo que ele agarrou o monstro da sua virilha com muita força e começou a se masturbar, sabia que o final estava próximo, então tinha que reagir para não perder. Então, com minhas duas mãos, toquei a pequena joia da minha pubis e olhei para ele de forma muito perversa, incitando-o.
Por um instante, achei que não teria sucesso, porque o velho tarado, ao ver minha reação, parou de se masturbar e disse que não seria tão fácil derrotá-lo, que não pensasse na minha vitória porque ele só estava afiando sua espada para continuar aproveitando todos os meus buracos. Ele se aproximou e colocou a ponta de sua arma letal nos lábios maiores da minha boceta, pronto para continuar me fodendo com muita fúria. Mas, em uma última tentativa de vencer, usei algo que o malvado inimigo não tinha notado, mas que desde o início meu papai e eu sabíamos que seria útil: ao sentir a ponta de sua pica maldita, por instinto, levantei mais meu pé direito, colocando-o no queixo dele para detê-lo e, muito provocante, dei um sorriso. - Uiii, que delícia de menina, olha seus dedos, puta safada, até coloca anéis para mim... que gostoso- ele disse enquanto devorava meus dedos do pé e começava a chupá-los com uma paixão perversa, esquecendo completamente do seu pau. Ele o deixou na minha entradinha e, com as duas mãos, pegou meus pés para chupá-los de forma degenerada.
Devo confessar, esperando que meu pai nunca descubra, que adorei a forma como aquele velho porco comia meus pés. Aquele velho estava extasiado, assim como eu estive, mas desta vez eu não desperdiçaria a vantagem. Olhei e vi que a ponta do pau dele já não apontava mais para minha xotinha, estava convenientemente roçando todo meu pubis, mexendo a joiazinha e me encharcando de fluidos. Não tive mais o que fazer além de observar. Em um momento, o velho não aguentou mais e arrancou meus pés da boca, me olhando como se não acreditasse – oooh, sua puta, oooh, não consigo, oohhhh – ele pegou aquela deformidade entre as pernas e, dando algumas punhetas, não conseguiu evitar de me banhar com um jato da sua malévola porra nos peitos. Foi uma ejaculação muito violenta. O resto ele expeliu no meu pubis e estômago – aaayyy!!! iiiggrr!! Que puta, minha love, ooh – ele pronunciou enquanto deixava seu corpo cair sobre o meu e lambia meu pescoço, nojento.
Ele ficou sobre mim, ainda com alguns espasmos, suponho que musculares, de tanto tempo sem ter nenhuma luta, enquanto eu estava tão feliz por tê-lo derrotado. Abracei-o como se abraça um grande rival no ringue e lambi o suor da sua careca em reconhecimento à grande batalha que ele me proporcionou. O velho supervilão, em consolo pela sua derrota, buscou minha língua e eu a entreguei com prazer, agradecendo por um desafio tão difícil.
Derrotado, ele se recostou ao meu lado sem mais nenhum ruído além do filme pornô que estava passando. Relaxou fechando os olhos, e eu, tão contente por ter tido sucesso na minha primeira missão, apenas dei um beijo na sua bochecha e me preparei para sair. Olhando o campo de batalha como uma soldada vitoriosa, aquela tinha sido uma luta digna de ser lembrada: minha calcinha fio-dental rasgada em um canto da cama, minha blusinha tão sexy completamente destruída no chão junto com minhas sandálias. Coloquei minha... Tirei a blusa e calçando minhas sandálias, fiz ele prometer que nunca mais incomodaria nenhuma mulher, que se eu o visse de novo não teríamos mais brigas como aquela, que se quisesse consolo tinha o fio dental de lembrança e que se arrependesse de suas maldades. Ele, completamente mole de cima a baixo, jurou que nunca mais faria.
Saí procurando meu shorts de lycra, molhando demais a virilha ao vesti-lo, e esperei que meu papai estivesse pronto para sair rápido da cena. Não queria que ninguém descobrisse minha identidade secreta. Tomei meu tempo para calçar as sandálias e me retirei sem mais. Antes de abrir o portão do covil do vilão, chequei minha virilha: estava úmida mas começando a perder o tônus por causa do calor, então, confiante, saí para procurar meu pai.
Que horror, pensei! Meu papai não estava em lugar nenhum e, pior, não sei de onde surgiram duas senhoras mais velhas me observando bem na saída da casa. Elas me olharam com desprezo e seguiram caminho. Fiquei irritada e, nesse momento, só ouvi: "Minha garota!! Que bem você fez! Eu vi tudo desde a rua de trás!"
Era meu gatinho que, me abraçando com muito cuidado - como se leva os boxeadores para o vestiário depois da luta - me levou até o carro.
Já dentro do carro, ele me contou que tinha visto tudo da rua de trás porque a casa do malvado ficava do outro lado de um terreno vazio. Estava muito orgulhoso de me ver dando a merecida lição no velho tarado. Disse que já tinha preparado outra missão para mim, mas que aquele dia era só meu. Como prêmio, me levou a um spa com todos os tratamentos existentes para relaxar meu corpo: banho de lama, massagens até depilação a laser.
Depois, me levou para mais uma surpresa: um estúdio de tatuagens. Disse que se inspirou muito no que fiz para derrotar aquele ser malvado e que precisávamos de um símbolo ou algo que os incitasse à derrota. Então tatuei bem na parte baixa das costas - bem baixinha mesmo - uma flecha muito sexy. apontando para minha bunda minúscula com a palavra "destrói" em letras muito lindas; essa seria nosso sinal para a vitória.
Foi um dia muito cansativo, e logo meu pai me diria qual seria nossa próxima missão enquanto revisávamos os detalhes em que ele me viu fraca contra meu primeiro inimigo, mas isso nos tornaria mais fortes, e assim nasceram dois super-heróis esperando não ser necessários, mas sempre prontos para ajustar a conta desses porcos perversos que sempre estão à espreita das mulheres. Com as habilidades do meu pai e as minhas, faremos justiça a todos, usando meus superpoderes ninguém escapará. Meu corpo está pronto para enfrentar os mais malvados, e é isso que farei.
7 comentários - Eu nunca fui uma gostosa assim até que...
:buenpost:
NO CREI......PERO LO LEI HASTA LA ULTIMA LETRA..RE COPADO BOMBON
VAN MIS 10