Clases de informatica con la vecina 1

Fazia meses que eu dava aulas de informática pros moleques do bairro, sempre na minha casa, mas uma vizinha do meu prédio me pediu se eu podia dar aulas particulares pra ela. Ela pagava bem, então topei.

A vizinha em questão é uma mulher de uns 50 anos, casada e sem filhos. As aulas começaram normal, nível básico.

Os dias foram passando, e eu tenho o costume de, quando a pessoa que tô ensinando faz algo errado ou não entende alguma coisa, ficar atrás dela e mostrar como faz. E era assim que eu fazia com ela.

Com o passar dos dias, fui reparando mais nela. Apesar da idade, ela se conservava muito bem, dava pra ver a academia e a corrida de manhã. Um corpo durinho, com uma raba enorme e uns peitões gigantes. Me peguei olhando pra ela como mulher, e não como vizinha. Além disso, sem perceber, me acostumei a olhar o decote dela, onde dava pra adivinhar os peitos toda vez que eu ficava atrás pra corrigir, ou a olhar a bunda dela cada vez que ela ia ou vinha. Eu fazia disfarçado, mas não sabia se ela percebia ou não.

Com o passar dos dias, eu ia ficando mais tarado, e até tinha que disfarçar minha ereção pra ela não perceber. Por sorte, o marido dela sempre tava por ali rondando, e a coisa não passava disso.

O marido trabalha num banco, então depois do verão, quando começaram a trabalhar às quintas à tarde, ficávamos só eu e ela na casa dela.

Na segunda quinta sem o marido, cheguei como sempre, e ela me recebeu com um sorriso nos lábios.

- Quer um café?
- Sim, por favor.
- Vai preparando o PC, por favor. Fiz uma pasta na área de trabalho e coloquei umas fotos, igual você me ensinou ontem, mas não sei se fiz certo. Pode dar uma olhada?
- Claro.

Liguei o computador e qual não foi minha surpresa ao ver que as fotos em questão eram fotos dela de biquíni e de lingerie, posando de um jeito sensual.

Nessa hora, ela entrou na salinha.

- Fiz certo?
- Sim, você Você criou uma pasta, deu um nome a ela e conseguiu passar as fotos da câmera pro computador — a aula de ontem serviu pra alguma coisa.

— E você viu alguma coisa que gostou?

— Do que você tá falando?

— Não se faz de desentendido, cê acha que eu não percebi quando você olha pro meu decote ou quando eu me viro e você fica encarando minha bunda?

— Sério, não sei do que você tá falando, eu não olho pro seu decote.

— Não se faz, eu até vi tuas ereções, mas não falei nada. Me lisonjeia que um cara mais novo fique excitado comigo. Meu marido não me dá tudo que eu preciso e tô muito abandonada ultimamente.

Nesse momento a cafeteira apitou e eu me senti aliviado. Ela foi buscar o café.

Por um lado, eu me sentia envergonhado e com medo de que ela contasse pro marido, mas por outro lado, eu tava excitado e percebi aquilo como um convite, mas não tive coragem de me jogar.

Ela voltou e, quando me virei pra pegar o café, percebi que tinha trocado o vestido por um roupão de ficar em casa.

— É pra ficar mais confortável — disse ela.

— Bom, vamos começar — falei.

Ela sentou na cadeira e a gente começou a aula. O roupão abria quando ela digitava ou mexia no mouse, e eu não consegui evitar de olhar pro decote dela, que se escancarava com o movimento dos braços.

Aí ela girou a cadeira, me encarou e disse:

— Sério, você não vê nada que te agrada?

— S-s-sim — eu gaguejei.

— E por que você não pega? — disse ela, deslizando o roupão pelos ombros e deixando à mostra os dois peitões enormes.

— Gostou deles? Já vi que sim, o volume na calça não engana. Vem cá, chega mais perto — ela falou.

Eu me aproximei. Com a mão, ela acariciou meu volume por cima da calça, olhou na minha cara e disse:

— Posso?

— Sim, claro.

Sem mais, ela abriu meu zíper e tirou meu pau do cativeiro. Ele, ao se sentir livre, pulou como uma mola.

Ela sorriu, me masturbou um pouco e, sem mais enrolação, meteu ele na boca. Começou a lamber a cabeça e, aos poucos, foi enfiando tudo. até que o nariz dela encostou na minha barriga, ela me olhava fixo nos olhos enquanto fazia isso.

Aí ela me pegou pelas pernas e só com os movimentos da cabeça foi me fazendo um boquete como nunca tinham me feito, chupava e com a língua brincava com a cabeça da minha pica enquanto ela entrava e saía da boca dela, vendo que eu não ia aguentar muito, avisei ela e ela acelerou o boquete, aí não tive escolha a não ser me soltar e começar a gozar dentro da boca dela.

Ela foi engolindo e tragando meu leite conforme ele ia saindo da minha pica sem parar o ritmo do boquete em nenhum momento, até sair a última gota de porra.

Ela tirou da boca, passou a língua pela cabeça como se quisesse chupar todo o leite que tinha, enfiou minha pica dentro da cueca, a cueca dentro da calça e subiu meu zíper.

Deve ter ficado com uma cara de otário incrível.

Ela me disse:

- A aula acabou por hoje, te espero amanhã.

- S-s-sim, falei sem saber direito o que tinha acontecido ou o que tinha feito de errado.

Fui pra casa e entrei no chuveiro pensando ainda em tudo que tinha rolado e sem saber se ela tinha ficado brava ou se tinha passado algo.

Acordei de manhã porque alguém tava tocando a campainha sem parar e fui abrir, obviamente do jeito que tava, só de cueca.

Era a vizinha.

- Oi, trouxe seu café da manhã e vim cobrar o que te dei ontem, já vejo que tá preparado.

Achei que ela tava falando do fato de eu estar de cueca, mas a verdade é que eu tava com uma ereção violenta que nem tinha percebido.

Ela entrou no apartamento e foi pro sofá, tirou a roupa ficando só de calcinha e sutiã, a visão de uma mulher madura de lingerie na minha casa foi demais, fiz ela sentar no sofá e sentei do lado.

Começamos a nos beijar e minhas mãos começaram a amassar e apertar os peitos dela enquanto a mão dela acariciava minha pica por cima da calça, ela tirou e continuou me masturbando. Ela se sentou e eu tirei o sutiã dela enquanto ela tirava a calcinha e me deixava ver a buceta peluda dela, ela tinha um corpo fantástico, ali estava ela, com aqueles peitões enormes e aquela buceta peluda me esperando só pra mim.

Ela puxou minha cueca pra baixo e tirou pelos meus pés.

- Gostou do que eu fiz ontem?
- O que você acha? Adorei.
- Então me mantenha feliz e você vai ter muito mais.

Fiz ela sentar no sofá e me coloquei entre as pernas dela, abaixei a cabeça e comecei a lamber a buceta dela.

Assim que sentiu a ponta da minha língua, ela soltou um suspiro e se entregou pra mim. Naquele momento, vi que se jogasse bem minhas cartas, poderia foder ela quando quisesse, então caprichei na chupada de buceta.

Com dois dedos, abri os lábios dela e passei a língua neles várias vezes, procurei o clitóris dela e mordisquei, chupei e lambi, os fluidos dela escorriam pelo meu queixo, mas eu não ligava.

Ela começou a gozar na minha boca entre gemidos altos, eu acelerei as lambidas pra aumentar o prazer dela. Quando o orgasmo foi passando, desci minha língua um pouco mais e comecei a lamber suavemente o cu dela, ela pareceu surpresa, mas logo se deixou levar. Continuei lambendo o cu dela enquanto enfiava um dedo na buceta dela e comecei a foder ela com ele, logo foram dois e depois três, até que ela gozou de novo no momento em que eu enfiava um dedo no cu dela sem parar de mexer os dedos que estavam dentro da buceta dela.

Me levantei e ela procurou minha boca com a dela, e pela primeira vez nos beijamos com minha boca cheia dos fluidos dela. Do jeito que estava sentada, ela pegou meu pau com a mão e começou a chupar igual no dia anterior, mas eu pedi pra ela aliviar um pouco ou eu ia gozar na boca dela de novo, e eu queria foder com ela.

- Pode gozar na minha boca quando quiser, amor, ela disse.

E continuou com o boquete.

Mandei ela parar e fui pegar uma camisinha pra foder ela.

- Não precisa, ela disse, não temos filhos porque fiz laqueadura há muitos anos. de trompas, então não tem problema nenhum, pode me foder sem camisinha, aliás, quero que você faça isso.

Eu me virei, me coloquei entre as pernas dela e comecei a penetrá-la.

Do jeito que estava, sentada no sofá, ela se reclinou, levantei as pernas dela e fui enfiando meu pau na buceta dela, que nessa altura já estava escorrendo fluidos. Ainda não tinha enfiado o pau todo quando, pelos movimentos pélvicos dela, percebi que ela estava gozando de novo. Então, de uma só vez, enfiei meu pau até o fundo.

Ela gemeu, e eu, pra aumentar o prazer do orgasmo dela, coloquei as pernas dela sobre meus ombros e comecei a foder selvagemente. Os gemidos e gritos dela ficaram mais intensos, enquanto meus dedos brincavam com o clitóris dela.

Tirei o pau e me sentei no sofá.

— Vem, monta em mim um pouco — falei.

Ela se posicionou entre minhas pernas, de costas pra mim. A visão daquele rabão me deixou louco de tesão, e decidi que aquela bunda tinha que ser minha.

Ela pegou meu pau com a mão e colocou na entrada da buceta dela. Eu empurrei um pouco, e ela começou a descer no meu pau até ficar sentada sobre meus joelhos, com o pau todo enterrado na buceta dela.

— Não se mexe — ela disse.

E lá estava eu, de pernas abertas, ela sentada no meio delas com a boceta enfiada no meu pau. Ela começou a mexer a bunda fazendo círculos, me dando um prazer enorme. Como a mina se mexia! Então começou a subir e descer, apoiou as mãos nas minhas pernas pra ganhar mais impulso, e cada vez mais rápido, até que eu falei que ia gozar.

— Vai, amor, me dá seu leite, enche minha buceta com seu esperma.

E eu explodi. Não sei quantas jorradas de porra soltei naquela buceta, mas ela me deixou bem espremido. Ela se levantou, tirando meu pau da buceta, e minha gozada escorria pelas coxas dela.

Ela colocou a mão por baixo e se sentou no sofá, lambeu a mão cheia do meu sêmen e depois enfiou dois dedos na buceta várias vezes, chupando eles.

— Essa porra tão gostosa não pode ser desperdiçada — ela dizia.

Eu estava a do lado dela, sentado passando a mão nas tetas dela enquanto ela lambia os próprios dedos.

Comecei a chupar as tetas dela igual um bebezão, enquanto ela pegava na minha pica e me masturbava devagar.

— Pronto pra segunda rodada, gostoso? — ela perguntou.

— Volta a afinar ela aí que ainda tô com vontade — falei.

Ela meteu minha pica na boca dela de novo, com gosto, inteira, e foi tirando devagar enquanto chupava, até que minha pica ficou dura feito pedra de novo.

Coloquei ela de quatro no sofá, abri as nádegas dela e comecei a lamber o cu dela. Assim que ela sentiu a primeira lambida, tremeu toda.

— Hmmmm, isso é novo pra mim, seu safado, que gostinho mais gostoso você tá me dando, isso meu marido nunca fez, continua que eu tô adorando.

Continuei lambendo o buraquinho dela, fazendo círculos, vendo ele ir se abrindo aos poucos e aumentando minha vontade de foder ela por ali. Mas queria fazer com calma e direito, pra ter esse cuzinho sempre que eu quisesse.

Endureci a língua e comecei a meter no cu dela, só a pontinha. Fodia o cu dela com a língua, e ela gemia igual uma gata no cio. Meus dedos foram procurar a buceta dela, que já tava escorrendo de novo. Continuei lambendo e brincando com os dedos até que ela teve outro orgasmo violento. Levantei, apontei minha pica pra buceta dela e fui metendo devagar, enquanto ela não parava de gozar.

Fiquei um tempão metendo devagar, com as mãos apoiadas na cintura dela. Aí peguei o dedão, ensalivei bem, e comecei a passar no buraquinho do cu dela, fazendo círculos. Ensalivei de novo e coloquei na entrada do buraco. Enquanto continuava furando a buceta dela, fui enfiando o dedão no cu dela aos poucos, até enfiar inteiro. Ela não parava de gemer e falar que eu tava matando ela de prazer. Eu continuei na minha: fodia a buceta dela com minha pica e o cu com meu dedo. Acelerei as metidas até que nós dois gozamos juntos, e caímos exaustos. No sofá, mas com meu pau ainda dentro da buceta dela.

- Porra, que prazer você me deu, meu marido nunca me deu tanto tesão quanto você me deu hoje. E aquela história do cu? Como é que você pensou nisso?

E aí eu falei pra ela.

- O cu é um buraquinho que atrai muito a gente, homem, e você tem uma raba que pede pra ser comida. Pra ser sincero, desde que te vi, eu queria te foder por trás e devorar esse cuzão gostoso que você tem.

- Sei lá, não vai doer? Olha, ali nunca entrou nada, a primeira coisa que entrou foi o seu dedo...

- Não vai doer, vou fazer com todo cuidado. Mas a gente deixa pra outro dia, quer?

- Tá bom. Sabe? Eu gozei assim que você começou a lamber meu cu, nunca senti uma sensação assim.

- O cu é um lugar muito delicado, é bem sensível, e qualquer estímulo fica muito mais intenso quando é por ali.

- Pois se com o seu dedo você conseguiu me dar tanto prazer, imagina quando você meter isso, ela disse pegando no meu pau.

De repente, ela olhou pro relógio.

- Nossa, que tarde já é. Você vai ter que me desculpar, mas preciso ir fazer compras. Vamos deixar a história do cu pra outro dia. Te espero de tarde pras nossas aulas, ela falou enquanto me beijava.

Ela se vestiu de novo e foi embora.

Fiquei largado no sofá, cansado, exausto, mas satisfeito com a fodida que acabei de dar na vizinha.

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