Tudo começou quando eu estava prestes a fazer 15 anos. Deixa eu contar: naquela época, minha família era formada pela minha mãe, minha irmã e eu. Meu pai tinha morrido num acidente quando eu ainda era criança.
Minha mãe se chama Lizeth, mas todo mundo chama ela de Liz. Ela é professora de ensino médio, dá aula de espanhol. Ela trabalha a uns 10 minutos de carro de onde a gente morava. Naquela época, minha mãe tinha 36 anos, mede 1,65m, usa calça tamanho 38 e suas medidas são 95-64-100. O sutiã dela é 34B.
Minha irmã é quatro anos mais velha que eu. Meu pai também era professor, igual minha mãe. Quando ele morreu, deixou uma pensão pra minha mãe, pra minha irmã e pra mim. Naquela época, eu era um moleque que só pensava em estudar e fazia pouco esporte. Não era um nerdão, porque eu saía pra jogar bola com meus amigos, mas o que mais me interessava era manter uma boa média nas notas. Como eu tinha bolsa e recebia a pensão do meu pai, desde pequeno eu gostava de ter meu dinheiro.
Quando minha irmã fez 15 anos, minha mãe fez uma festa daquelas, gastou uma grana preta. Quando chegou minha vez de fazer 15, minha mãe insistia em fazer uma festa igual pra mim (no México não é costume fazer festa de 15 anos pra homens) e eu ficava dizendo que isso era muito viado, que era melhor ela me dar um presente inesquecível. Como eu era bom aluno, ela não podia dizer não. Eu tinha pensado num carro, mas minha mãe logo cortou: "Nem pense em me pedir um carro! Pensa em outra coisa."
Um dia, meu amigo Maurício me emprestou a coleção de pornografia dele, porque parece que os pais dele suspeitavam que ele via pornô. Eu fiquei cuidando dela pra ele. Num dos DVDs tinha uma pasta chamada INCESTO. Me chamou a atenção, então abri. Tinha fotos, histórias, vídeos de relações entre parentes. Fiquei muito excitado com uma história entre mãe e filho. Tanto que fiquei obcecado e só queria procurar coisas de incesto na internet. Mas aí eu me dei conta... Olha só, minha mãe é uma mulher muito gostosa, e eu comecei a espiá-la, principalmente aqueles peitões enormes que deixavam meu pau bem duro.
Um dia, minha mãe me perguntou se eu já tinha pensado no que queria de presente pros meus 15 anos, porque faltavam só dois meses e ela queria saber se precisava juntar mais dinheiro ou se o que ela tinha guardado já ia dar. Eu disse que já sabia o que queria, mas que talvez ela ia ficar chateada se eu contasse. Ela falou que não ia ficar, então eu tomei coragem e falei: "Mãe, você sabe que pro meu aniversário eu quero algo especial, e como você sabe, tô na idade da punhetagem, então eu gostaria de fazer sexo... com você. Quero que você seja a primeira mulher da minha vida."
Na hora ela fez cara de "ué?", me perguntou se eu tava bem da cabeça e depois foi embora. No dia seguinte, minha mãe continuou como se nada tivesse acontecido, como se a gente não tivesse tido aquela conversa, e assim seguiu nos meses seguintes.
Na semana do meu aniversário, minha irmã teve que viajar com o grupo de dança da escola e ficaria fora por duas semanas. Um dia antes do meu aniversário, tudo transcorreu normal, até que de noite, quando fui deitar na minha cama, do nada acenderam as luzes do meu quarto e eu ouvi um "happy birthday". Me levantei e não conseguia acreditar: minha mãe tava usando um baby doll preto com renda na parte de cima e uma calcinha fio-dental. Na calcinha, ela tinha colocado um laço, e ela me disse: "Feliz aniversário, filho. Você tem que abrir seu presente ou quer que eu abra por você?" Eu não conseguia acreditar, meu pau estava duríssimo. Então ela se aproximou, me olhou e falou: "Faço isso só porque você é um bom filho e só vai acontecer dessa vez." Terminando a frase, ela me beijou na boca. "Você tem uns lábios bem gostosos." Minhas mãos foram tocando ela aos poucos, primeiro na cintura, depois naqueles peitões enormes, que massageei por vários minutos. Aí minha mãe me diz: "Você gosta muito dos meus peitos, né?" Eu só consegui... dizer que sim com a cabeça, você gostaria de mamar eles como quando era bebê? E então eu levei um dos seios à minha boca, a aréola era bem grande e de um marrom escuro, comecei a chupar e mordiscar o mamilo da minha mãe, ela me dizia com cuidado: parece que você quer que saia leite, mas eu não ligava, estava em um transe com aquele peito. Depois, fui para o outro peito para fazer o mesmo, notei que as aréolas já estavam pequenas e o mamilo bem duro, ela simplesmente disse: olha como você me deixou, ao que eu não entendi e perguntei: o que quis dizer, mãe? Só que você me deixou bem molhada, e pegou minha mão e passou na vagina, o fio dental estava encharcado, ela o tirou e colocou meu rosto na virilha e disse: chupe como se estivesse brincando com meus peitos, eu apenas segui as instruções.
Depois de ficar um tempo na virilha da minha mãe, senti suas coxas ficarem duras e de repente senti uns líquidos quentes caindo por todo meu rosto e boca, mamãe disse: obrigada, filho, fazia tempo que não tinha um orgasmo assim. Agora é sua vez! Ela deitou na cama e abriu as pernas e disse: já está na hora de fazer sua primeira comunhão, meu pau estava bem ereto e duro, ela o pegou com uma mão e guiou até a entrada de sua vagina e eu, por puro instinto, enfiei, estava bem quentinha, ela gemeu no começo, mas isso não me importou; então comecei a empurrar devagar, depois de um tempo ela me diz: amor, se puder faça mais forte, só não me machuque, então comecei com mais força, não sei como, mas nos olhamos fixamente e começamos a nos beijar como loucos, ela gemía cada vez mais alto, até que eu disse: mãe, acho que vou gozar, ela só disse: tira, não quero que você goze dentro de mim, que tal gozar nos meus peitos que você tanto gosta? E piscou o olho, tirei e coloquei meu pau no meio daquelas tetas, ela estava fazendo uma espanhola, não demorei muito para gozar; mas como não avisei que estava gozando, Minha gozada encheu toda a cara e os peitos da mamãe. Quando terminei, ela me disse: "Vai pro banheiro e se limpa, depois quero falar com você".
Ao sair do banheiro, minha mãe estava trocando os lençóis da minha cama. Ela ainda não tinha ido se limpar. Ela me disse: "Vem cá, filho, senta aqui. Precisamos conversar sobre o que aconteceu. Você gostou do seu presente de aniversário?" "Claro que sim", eu respondi. "Espero que sim, porque é a primeira e última vez que fazemos algo assim. Se eu decidi te dar o que você queria, é porque você é um bom menino. Mas não quero que pense que só porque aceitei fazer uma vez, vamos fazer sempre". Eu só balancei a cabeça, e a única coisa que disse foi: "Acho que você também gostou muito do que fizemos, mamãe. Se algum dia tiver vontade de novo, é só me avisar. Eu sei que você está sozinha desde que o papai morreu".
"Preciso ir me limpar. Vai dormir que já está de noite, filho. Amanhã finja que nada aconteceu". E foi assim. No dia seguinte, seguimos como se nada tivesse acontecido. Só que, quando eu me masturbava, já sabia como eram os mamilos e a buceta da mamãe. Não precisava mais adivinhar. Agora eu tinha um novo desafio: convencer minha mãe a fazer de novo e me tornar o homem - parceiro dela. Mas essa é outra história que conto depois.
Minha mãe se chama Lizeth, mas todo mundo chama ela de Liz. Ela é professora de ensino médio, dá aula de espanhol. Ela trabalha a uns 10 minutos de carro de onde a gente morava. Naquela época, minha mãe tinha 36 anos, mede 1,65m, usa calça tamanho 38 e suas medidas são 95-64-100. O sutiã dela é 34B.
Minha irmã é quatro anos mais velha que eu. Meu pai também era professor, igual minha mãe. Quando ele morreu, deixou uma pensão pra minha mãe, pra minha irmã e pra mim. Naquela época, eu era um moleque que só pensava em estudar e fazia pouco esporte. Não era um nerdão, porque eu saía pra jogar bola com meus amigos, mas o que mais me interessava era manter uma boa média nas notas. Como eu tinha bolsa e recebia a pensão do meu pai, desde pequeno eu gostava de ter meu dinheiro.
Quando minha irmã fez 15 anos, minha mãe fez uma festa daquelas, gastou uma grana preta. Quando chegou minha vez de fazer 15, minha mãe insistia em fazer uma festa igual pra mim (no México não é costume fazer festa de 15 anos pra homens) e eu ficava dizendo que isso era muito viado, que era melhor ela me dar um presente inesquecível. Como eu era bom aluno, ela não podia dizer não. Eu tinha pensado num carro, mas minha mãe logo cortou: "Nem pense em me pedir um carro! Pensa em outra coisa."
Um dia, meu amigo Maurício me emprestou a coleção de pornografia dele, porque parece que os pais dele suspeitavam que ele via pornô. Eu fiquei cuidando dela pra ele. Num dos DVDs tinha uma pasta chamada INCESTO. Me chamou a atenção, então abri. Tinha fotos, histórias, vídeos de relações entre parentes. Fiquei muito excitado com uma história entre mãe e filho. Tanto que fiquei obcecado e só queria procurar coisas de incesto na internet. Mas aí eu me dei conta... Olha só, minha mãe é uma mulher muito gostosa, e eu comecei a espiá-la, principalmente aqueles peitões enormes que deixavam meu pau bem duro.
Um dia, minha mãe me perguntou se eu já tinha pensado no que queria de presente pros meus 15 anos, porque faltavam só dois meses e ela queria saber se precisava juntar mais dinheiro ou se o que ela tinha guardado já ia dar. Eu disse que já sabia o que queria, mas que talvez ela ia ficar chateada se eu contasse. Ela falou que não ia ficar, então eu tomei coragem e falei: "Mãe, você sabe que pro meu aniversário eu quero algo especial, e como você sabe, tô na idade da punhetagem, então eu gostaria de fazer sexo... com você. Quero que você seja a primeira mulher da minha vida."
Na hora ela fez cara de "ué?", me perguntou se eu tava bem da cabeça e depois foi embora. No dia seguinte, minha mãe continuou como se nada tivesse acontecido, como se a gente não tivesse tido aquela conversa, e assim seguiu nos meses seguintes.
Na semana do meu aniversário, minha irmã teve que viajar com o grupo de dança da escola e ficaria fora por duas semanas. Um dia antes do meu aniversário, tudo transcorreu normal, até que de noite, quando fui deitar na minha cama, do nada acenderam as luzes do meu quarto e eu ouvi um "happy birthday". Me levantei e não conseguia acreditar: minha mãe tava usando um baby doll preto com renda na parte de cima e uma calcinha fio-dental. Na calcinha, ela tinha colocado um laço, e ela me disse: "Feliz aniversário, filho. Você tem que abrir seu presente ou quer que eu abra por você?" Eu não conseguia acreditar, meu pau estava duríssimo. Então ela se aproximou, me olhou e falou: "Faço isso só porque você é um bom filho e só vai acontecer dessa vez." Terminando a frase, ela me beijou na boca. "Você tem uns lábios bem gostosos." Minhas mãos foram tocando ela aos poucos, primeiro na cintura, depois naqueles peitões enormes, que massageei por vários minutos. Aí minha mãe me diz: "Você gosta muito dos meus peitos, né?" Eu só consegui... dizer que sim com a cabeça, você gostaria de mamar eles como quando era bebê? E então eu levei um dos seios à minha boca, a aréola era bem grande e de um marrom escuro, comecei a chupar e mordiscar o mamilo da minha mãe, ela me dizia com cuidado: parece que você quer que saia leite, mas eu não ligava, estava em um transe com aquele peito. Depois, fui para o outro peito para fazer o mesmo, notei que as aréolas já estavam pequenas e o mamilo bem duro, ela simplesmente disse: olha como você me deixou, ao que eu não entendi e perguntei: o que quis dizer, mãe? Só que você me deixou bem molhada, e pegou minha mão e passou na vagina, o fio dental estava encharcado, ela o tirou e colocou meu rosto na virilha e disse: chupe como se estivesse brincando com meus peitos, eu apenas segui as instruções.
Depois de ficar um tempo na virilha da minha mãe, senti suas coxas ficarem duras e de repente senti uns líquidos quentes caindo por todo meu rosto e boca, mamãe disse: obrigada, filho, fazia tempo que não tinha um orgasmo assim. Agora é sua vez! Ela deitou na cama e abriu as pernas e disse: já está na hora de fazer sua primeira comunhão, meu pau estava bem ereto e duro, ela o pegou com uma mão e guiou até a entrada de sua vagina e eu, por puro instinto, enfiei, estava bem quentinha, ela gemeu no começo, mas isso não me importou; então comecei a empurrar devagar, depois de um tempo ela me diz: amor, se puder faça mais forte, só não me machuque, então comecei com mais força, não sei como, mas nos olhamos fixamente e começamos a nos beijar como loucos, ela gemía cada vez mais alto, até que eu disse: mãe, acho que vou gozar, ela só disse: tira, não quero que você goze dentro de mim, que tal gozar nos meus peitos que você tanto gosta? E piscou o olho, tirei e coloquei meu pau no meio daquelas tetas, ela estava fazendo uma espanhola, não demorei muito para gozar; mas como não avisei que estava gozando, Minha gozada encheu toda a cara e os peitos da mamãe. Quando terminei, ela me disse: "Vai pro banheiro e se limpa, depois quero falar com você".
Ao sair do banheiro, minha mãe estava trocando os lençóis da minha cama. Ela ainda não tinha ido se limpar. Ela me disse: "Vem cá, filho, senta aqui. Precisamos conversar sobre o que aconteceu. Você gostou do seu presente de aniversário?" "Claro que sim", eu respondi. "Espero que sim, porque é a primeira e última vez que fazemos algo assim. Se eu decidi te dar o que você queria, é porque você é um bom menino. Mas não quero que pense que só porque aceitei fazer uma vez, vamos fazer sempre". Eu só balancei a cabeça, e a única coisa que disse foi: "Acho que você também gostou muito do que fizemos, mamãe. Se algum dia tiver vontade de novo, é só me avisar. Eu sei que você está sozinha desde que o papai morreu".
"Preciso ir me limpar. Vai dormir que já está de noite, filho. Amanhã finja que nada aconteceu". E foi assim. No dia seguinte, seguimos como se nada tivesse acontecido. Só que, quando eu me masturbava, já sabia como eram os mamilos e a buceta da mamãe. Não precisava mais adivinhar. Agora eu tinha um novo desafio: convencer minha mãe a fazer de novo e me tornar o homem - parceiro dela. Mas essa é outra história que conto depois.
8 comentários - Mamãe e seu presente especial