Ana, minha primeira vez num clube de swing

Neste fim de semana, eu queria um sexo bom, mas diferente, então comecei a procurar na internet algo novo pra testar. Depois de olhar vários sites, finalmente encontrei um que me excitou só de ler: nova abertura de um "Clube de Swing". A ideia de experimentar esse mundo de sexo com desconhecidos me deixava louca, mas tinha um problema: só dava pra ir em casais. Então, depois de pensar um pouco, lembrei do Marcos, aquele garoto que vocês lembram das aventuras anteriores. Peguei o telefone e, sem rodeios, propus pra ele se topava me acompanhar, e ele aceitou super feliz.

Vesti minha roupa mais sexy e esperei o Marcos chegar pra me buscar de carro. Ele chegou às onze e fomos em busca do local. Quando chegamos, vimos que era um lugar pequeno, com uma aparência bem discreta por fora. Nos aproximamos da porta, e o porteiro, depois de falar o preço da entrada, nos acompanhou pra dentro, colocando em cada um de nós uma pulseira amarela.

Fomos recebidos por um casal, Sônia e Mário, que foram super legais com a gente e depois nos apresentaram aos outros casais. No total, éramos cinco casais, com idades entre vinte e quarenta anos. A gente era o único casal desconhecido pra todo mundo. Depois do primeiro drink, alguém sugeriu jogar cabra-cega pra esquentar. Todo mundo achou uma ótima ideia, porque aceitaram a proposta com muito entusiasmo e, por unanimidade, decidiram que a cabra-cega seria eu. Perguntei como funcionava o jogo, e a Sônia explicou que todos os participantes, menos eu, iam ficar pelados, e eu, de olhos fechados, teria que reconhecer cada um tocando só na buceta e na bunda. Se eu não acertasse, perdia uma peça de roupa; se ficasse sem roupa, o jogador podia cobrar na carne; se acertasse, o jogador era eliminado. O jogo terminava quando eu adivinhasse todos os participantes.

Eu e a Sônia ficamos na sala, e todo mundo foi pra outro cômodo onde se... Me despiram e quando voltaram pra sala, eu já tava pronta pro jogo, com os olhos vendados. A Sonia me fez girar várias vezes antes de sair pra se despir também. Comecei a andar sem rumo procurando minha primeira presa e não fui mal no começo, acertei duas seguidas, depois errei três vezes e em seguida eliminei o Marcos.
"Essa eu conheço bem." – falei passando a mão na pica dele.

O jogo continuou, sobraram seis pessoas, quatro caras e duas minas. Na tentativa seguinte eu falhei e o Mario tirou meu sutiã. Meus peitos ficaram de fora e começaram os murmúrios dos caras tudo olhando. Depois foi a vez de uma das mulheres, confundi ela com a Sonia e perdi a calcinha. Só me restavam as meias. Na rodada seguinte eliminei a Sonia e na outra a única mulher que ainda tava no jogo.

Os três caras que sobraram tavam com um tesão do caralho. Errei de novo e o Mario tirou minhas meias. Então já tava completamente pelada, não podia errar mais uma vez. A Sonia me fez girar várias vezes pra me desorientar e o jogo continuou. Minhas mãos começaram a tocar uma pica enorme, apalpei várias vezes, passei a mão na bunda e nas pernas, voltei pra pica, toquei com cuidado várias vezes, mas errei o nome, falei o nome de um dos eliminados.

"Oooohhh." – vários falaram.

O Mario me pegou pelo braço e perguntou: "O que você prefere, sofá ou mesa?"
"Tanto faz, quero que vocês me comam."

O Mario me levou até a mesa, me sentou nela, depois me deitou, abriu minhas pernas e se preparou pra meter até o fundo. Eu gemi várias vezes enquanto ele metia, o Mario começou a se mover devagar enquanto falava:
"Como você é gostosa!"

Eu gemia cada vez mais forte e fundo e ele não parava de falar um monte de coisa e me fodia cada vez com mais força e rapidez até que nós dois começamos a gritar de prazer e gozamos.

Dava pra ver que todo mundo tava muito excitado. Então, quando terminamos de foder, todo mundo procurou alguém pra foder.
O Marcos comeu a Ana, que tava muito gostosa e muito tesuda, num dos sofás e, quando terminou de foder ela, vi um espetáculo impressionante. Aquilo superava tudo que eu tinha visto ou imaginado. Um casal fodendo no chão, outro na mesa, e os outros dois casais estavam no outro sofá. Num desses casais, ele tava chupando a buceta dela e no outro era ela que tava chupando a pica do cara.

Eu tinha ficado de joelhos, na frente do sofá, chupando a pica do cara que tinha me fodido uns minutos antes, e com a mão direita dele acariciando a pica de outro que, por sua vez, tava chupando a buceta da Sônia, que gemia de prazer e com as mãos segurava a cabeça do cara na buceta dela. Aquela cena terminou com o Marcos fodendo a Sônia e eu fodendo com um coroa de quarenta anos numa posição incrível, porque o cara me sentou no sofá e me fez cavalgar em cima da pica dele, agarrada no encosto do sofá.

Essa foi a primeira parte da festa. Depois dessa primeira sessão, ficamos bebendo e conversando por um bom tempo. A conversa era sobre sexo. Eu era a estrela da festa e, a pedido de um dos presentes, decidi me arriscar numa experiência nova: o corredor francês. Tive que pedir pra explicarem como funcionava: "Você entra lá, ninguém te vê entrar porque a entrada não dá pra sala, aperta esse botão e aí acende uma luz de chamada pra os caras saberem que tem alguém lá dentro. Os caras enfiam as picas pelos buracos, você escolhe a que mais te agrada ou várias, e masturba ou chupa." A Sônia me perguntou quantos caras eu queria, falei que só um, e ela disse que mandaria três pra eu escolher. Fui pro corredor francês e, cinco minutos depois, três picas apareceram pelos buracos. Depois de olhar e acariciar cada uma, escolhi a que achei mais bonita. O cara deve ter gostado do que eu tava fazendo, porque gozou em menos de dois minutos. minutos. Quando me levantei, vi que os outros dois paus continuavam nos buracos delas, e que estavam com umas ereções enormes. Me agachei e comecei a chupar e mexer neles alternadamente, e eles também gozaram num tempo recorde.

Mas eu sentia que precisava de mais, então fui para a área de dança com o Marcos, onde não se dança, se apalpa com música. Uma das minas que estava dançando tinha os peitos praticamente para fora do sutiã e o cara chupava os peitos dela sem vergonha nenhuma. Outra tinha a saia na cintura e o cara passava a mão na bunda dela e me olhava como se estivesse se gabando daquele rabo que ele tinha nas mãos. A gente tava nessa quando chegou um casal que usava a mesma pulseira que a gente — depois descobrimos que era a pulseira de novatos. Eu e o Marcos comentamos que o casal era muito gostoso, ele tinha corpo de bombeiro. A mina usava uma minissaia no meio da coxa e era uma delícia. Eles pararam do nosso lado e olharam com espanto a mesma coisa que a gente tinha olhado. Riram, e o cara perguntou se era a primeira vez que a gente tava num clube. A gente disse que sim e perguntamos se também era a primeira vez deles, e eles disseram que sim. Continuamos dançando e olhando por uns minutos, e quando a gente foi embora, sugeri se eles queriam tomar um drink com a gente, e eles aceitaram.

A situação me pareceu propícia, porque era óbvio que ninguém ali tava com frescura, e sugeri subirmos pro reservado e foder juntos. Teve um silêncio de uns segundos, o Marcos me olhava surpreso, eles se olhavam sem saber o que responder, e então ela perguntou: "Você quer dizer cada um com seu parceiro, mas juntos?" Eu disse que sim, eles se olharam de novo e ela falou: "Vou ter que tomar mais um drink pra não voltar atrás."

Quando terminamos os drinks, subimos pro andar de cima, tiramos a roupa e entramos na sala dos colchonetes. O que mais impressionou a gente foram os gemidos e ofegos que se ouviam, porque tinha vários casais transando. Outros estavam sentados só olhando. Nós Colocamos a gente num canto mais afastado e cada um comeu a sua parceira na posição de sempre. Enquanto a gente transava, trocamos olhares várias vezes. Quando acabou a foda, sentamos nos colchonetes pra recuperar o fôlego e ficamos de olho no clima, que já tava no auge: tinha grito de prazer, gemido, risada, respiração pesada e dava pra ouvir "me come", "continua assim", "bate mais forte", "vem por cima" e um monte de coisa do tipo.
Isso tudo foi esquentando a gente, então eu e a outra mina ficamos ainda mais loucas pra começar de novo. Era nítido que a gente tinha ficado com vontade, e isso não passou despercebido pra dois caras que estavam por ali. Eles chegaram e perguntaram:
"Podemos entrar na festa de vocês?"
Um dos caras era o Mario. A gente não pensou duas vezes e já partiu pra ação: pegamos nas pirocas deles e começamos a chupar, enquanto eles passavam a mão na gente inteira e falavam um monte de putaria. Depois de um bom tempo nessa, eles nos comeram, numa foda espetacular, com uns gemidos do caralho.
A festa acabou lá pras quatro da manhã. No caminho pra casa, no carro do Marcos, a gente não parou de falar sobre a experiência. Perguntei pro Marcos com quem ele tinha transado, porque lembrava de ter visto ele no auge, e ele disse que, além de mim, tinha comido a Ana e a Sonia. Então, "a campeã indiscutível da festa fui eu, que nem lembro quantas pirocas eu provei numa noite só, HAHAHA…

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