hoy : noche salvaje en un telo

Vínhamos de dançar numa balada, eu e minha mina. Como sempre, ela deslumbrante com um vestidinho bem curto, uns saltos altos, um visual próprio de uma putinha, daquelas gatas que me deixam louco. A gente tinha se divertido pra caralho, dançando bem sensual, íamos nos esquentando sabendo que depois íamos nos aliviar na cama. Mas sem saber que naquela mesma noite íamos realizar uma fantasia tão desejada.

Ao chegar no hotel quase na hora em que todas as baladas fecham (já quase amanhecendo), nos deparamos com a surpresa de que estava lotado de casais esperando algum quarto desocupar. Chego na entrada, e antes que eu dissesse qualquer coisa, a moça que atende me dá um número e manda eu sentar. Volto pra sala de espera com o número 52. A última vez que chamaram era o 48.

Chego perto da minha mina e falo que a gente ia ter que esperar um bocado. Tinha na sala esperando 5 casais, todos recém-saídos da balada, ou seja, totalmente bêbados. Sentei numa cadeira, colocando a minha mina sentada em cima de mim. Como todo mundo fazia, esperando algum quarto desocupar.

— Quarentanove.

A recepcionista chama. Levanta um sortudo, pega a mina dele pela mão (uma gordinha meio feia, não valia a pena esperar tanto por aquilo) e vai pro quarto. Nisso, entra um casal abraçado. Um cara gordinho, todo bêbado, com uma garota que era muito gostosa (os caras que esperavam olhavam pra ela com muito tesão). Ela tava com uma regata rosa BEM decotada, uma legging preta bem transparente que deixava ver a micro calcinha rosa que ela usava bem enfiada na raba, além da cara de puta que ela tinha. Eu também de pau duro olhei pra ela, minha mina percebeu e me olhou, sutilmente. O casal senta do nosso lado, o cara fala:

— Ah, tem muita demora?

— E tem, tá no 49 e eu tô com o 52.

Falo pra ele. E ele responde:

— Ah, eu tô com o 53, vamos juntos, amigo.

E ri. Eu também sorrio, enquanto a garota que tava com ele solta um:

— Bááá.

Já dando abertura. mostrando com o olhar que tinha algo mais (a mina não parava de olhar pra mim e pra minha esposa enquanto a gente se beijava e tentava não esfriar o clima) e já quase chegando a nossa vez. O cara tava falando comigo pra não dormir, tava mó bebado. A mina ajeitava o decote pra eu olhar pros peitos dela, era bem putinha, por dentro sabia que ela tava afim, me olhava com vontade.
-CINQUENTA E DOIS
Se ouve. Finalmente era minha vez. Levanto, falo pra minha mina esperar e vou até a recepção, decidido a realizar minha fantasia. Nisso, cada vez mais casais na sala.
-Fala, me desculpa, mas a sala tá lotada pra caralho. Não deixa meus amigos subirem comigo, assim você tira outro casal da sua cola, total a gente paga por dois turnos?
-hmmm, ok, pode ser, mas só tenho a suíte
-ok, ok
Ela me dá a chave. Vou até minha mina que tava conversando com a mina da legging quase transparente, acordo o cara e explico. Ele levanta e fala.
-siim, eu vim só pra transar mesmo.
Minha mina me pega pela mão e, chegando na porta do quarto, me dá um beijo e agarra minha pica, como se entendesse o que ia rolar. Ao entrar, falo pra eles usarem a cama, a gente usava a hidro que tava no banheiro.
Sem mais enrolação, começamos a transar e, como de costume, minha mina tava aos gritos de prazer, enquanto do outro lado do quarto não ficavam atrás, parecia que tavam se divertindo; aqueles gemidos de tesão faziam minha pica ficar mais dura, pensar que eu podia tar comendo naquela mesma cama me dava uma vontade louca de gozar, até que não aguentei mais, levantei e levei minha mina pra cama. Lá tava a mina de quatro na beirada da cama, gemendo e gozando que nem uma putinha. Ao nos ver, entre gemidos, ela fala.
-Finalmenteee, agora sim a festa começou.
Coloco minha mina de quatro do outro lado da cama, bem na frente da outra putinha, e meto com força. Na hora ela começa a gemer junto com a mina.
Era foda demais ver como Gozavam, olhava pra cima e via no espelho aquelas duas bundas lindas gozando de pica. Gritos e mais gritos ardiam de prazer, se seguravam pelas mãos, trocavam olhares, estávamos no limite. Minha namorada deitada de barriga pra cima e aberta de pernas recebia minha rola venosa e dura até o fundo, a outra mina começa a chupar a pica dela e me olhando com aquela cara de puta, me enlouquecendo, fazendo minha foda ficar cada vez mais violenta, provocando múltiplos orgasmos na minha namorada, que ardia de prazer. Cada vez mais no limite.

Pra descansar da foda violenta que eu tinha dado nela, ela começa a me chupar a pica. Enquanto a mina continuava com a pica na boca, mas agora tava de costas pra mim e aproximava a bunda, insinuando. Eu já não aguentava mais e me animo a dar um tapa nela, a jovem solta um grito e o cara me olha...

... e me diz:
— Bate, bate nessa puta que ela gosta.
— Siiim, siiiim
Dizia ela sem tirar a pica da boca
— Bate, amor; bate tapas igual em mim.
Me diz minha namorada, então eu chego perto e dou um tapa atrás do outro, deixando a bunda toda vermelha; e ela gritando de prazer. Já quase louco, pego minha pica toda babada e dou umas batidas na bunda dela com minha porra toda dura e com vontade de enfiar naquela bunda. Mas volto pro boquete que minha namorada tava fazendo em mim. Já não aguentava mais, era um prazer inexplicável, não queria que acabasse nunca, mas ao mesmo tempo queria gozar pra recomeçar. Quando de repente o cara se aproxima, querendo a revanche (eu tinha batido na mulher dele com minha pica) e fala pra minha namorada:
— E você também, puta
Dá um tapa na bunda dela, que tava de quatro, ela solta um gemido, ele se posiciona atrás, segura ela pela cintura, ela, submissa, continua me chupando, ele me olha e diz:
— Que buceta você vai comer
Abaixa devagar as mãos e começa a tocar a bunda dela, apertava e massageava com gosto
— Ai, mamãe, que bunda gostosa que você tem…
E dá outro tapa nela, estávamos brincando. Bem no limite, os dois completamente loucos de prazer (da minha parte, eu tinha que aguentar por ter ousado tocar na mulher dele). Antes que ele pensasse em fazer outra coisa, a mina agarra ele, deita ele e sobe pra sentar nele; enquanto isso, minha namorada copia a ideia e começa a me macetar com força. Nisso, eu levanto e levo minha mina pra um sofá que tava bem na frente da cama enorme, coloco ela de quatro de novo, subo nela e começo a meter cada vez mais forte. Ela pedia entre gritos pra eu não parar, e eu cada vez mais excitado com os gritos dela e os da outra mina. Daquela posição, eu via aquela rabeta quicando sem parar na cama, tava tão tesudo que me soltei pra gemer alto. E as duas pareciam competir pra ver quem gemia mais alto, me deixando cada vez mais doido. Nessa hora, o cara já tinha gozado e ficou largado na cama, quase imóvel. Eu tava prestes a gozar, enquanto minha mina já tinha várias gozadas na frente. Pra não ficar de fora, a mina levantou e foi tomar um banho no banheiro.
— Uff... vou dar uma duchinha, já volto.

Eu tava sentado no sofá e minha mina em cima de mim não parava de pular, aproveitando minha piroca duríssima, até que ela gozou de novo. Ela desceu da minha rola e falou, toda putinha:
— Acho que pra fazer essa rola baixar vou precisar de ajuda. Vai buscar ela enquanto eu me recupero?

Levantei e fui pro banheiro. Nem preciso dizer que tava cada vez mais excitado. Abri a porta, dava pra ouvir o chuveiro. Bati e entrei. Lá estava a mina se ensaboando os peitos. Ela me viu, sorriu e disse:
— Hummm, falei que ia agora.
— É, me mandaram te buscar. Precisam de ajuda.

Ela baixou o olhar pro meu pau e disse:
— Nossa, puta merda, isso tá muito duro. Olha como as veias saltam (disse surpresa). Hoje, quando você me bateu, achei que ia meter tudo, garoto.

Peguei minha rola e falei:
— Nem vontade nem tempo me faltam...
— Então bora, já que precisam da minha ajuuuda.

Ela virou pra sair. Deixo passar pra ver a bunda dela e, antes que ela saia, agarro ela pela cintura e trago pro meu pau e faço ela sentir de novo nas bochechas dela.
Falo pra ela:
— Vamos esperar um pouquinho pra minha namorada se recuperar, você não sabe como eu deixei ela.
— Imagino, com esses gritos que ela dava, você tava matando ela, filha da puta, não sabe como me excitava ouvir ela.
— Bom, agora é a vez dela ouvir você.

Agarro ela pela cintura com uma mão e com a outra empurro as costas dela pra baixo, ela entende, empina a bunda pra fora, abre um pouco as pernas, puxo a calcinha rosa e meto bem forte. E com um grito começa a bela foda que eu tava dando na mina no banheiro, a metros da minha namorada, que claramente tava ouvindo. Isso me excitava cada vez mais. (Minha namorada tinha me contado do tesão que sentia em me ver com outra.) Gritos e mais gritos, eu voava de prazer, dava cada tapa, apertava os peitos dela, puxava o cabelo, tudo parecia excitá-la ainda mais.

— Não para, não para, bebê, não para que já vou gozar.

Eu quase gozando, não aguentei mais e tive que tirar.
— Ah, não, neném, eu já ia gozar.
— Já chega, puta, vamos pra cama que lá você vai gozar.

Chegando no quarto, minha esposa tava deitada no sofá, totalmente aberta de pernas, se tocando enquanto ouvia os gemidos dela.
— Você fez ela gozar, amor?
— Não, não deixou, disse que na cama a gente ia gozar junto.

A mina falou enquanto se ajeitava na cama (do lado tava o cara acabado). Minha namorada chegou perto de mim, me jogou na cama, se jogou e começou a chupar meu pau, e chamou a mina pra vir chupar também, que tava muito gostoso. A mina se aproximou e passou a língua na cabeça da minha rola.
— Que gostoso — disse a puta enquanto me punhetava, e eu curtia um boquete de duas línguas.

Não aguentei mais e explodi. Sim. Gozei pra caralho na língua das duas vadias, o leite escorria pela cara delas, pela boca e pelos lábios, elas riam, se olhavam uma pra outra, se Se beijavam e se lambiam a buceta uma da outra. Eu continuava voando de prazer. Não podia acreditar.
Enquanto eu me recuperava das fodas violentas que elas tinham me dado, elas ficaram melosas e começaram a se beijar e se tocar entre si. Eu só sentei no sofá e fiquei olhando, totalmente excitado. Lentamente, entravam num clima de prazer inexplicável, se tocavam, se dedavam, se chupavam sem parar, gemiam cada vez mais alto, gozavam uma na outra. Terminaram completamente ensopadas; eu só olhei.
Levanto com o pau duro de novo, decidido dessa vez a foder elas com força. Chego perto, coloco elas de quatro, uma do lado da outra, e começo a bater com um cinto.
– Aí sim, papai – diz minha namorada.
– Uuuuui, sim, que prazer – diz a garota.
Enfio na minha namorada e começo a me mexer violentamente. Ela só conseguia gritar e se segurar na mão da garota, que dizia:
– Isso, isso, grita que eu gosto – enquanto enfiava um dedo em si mesma pra gozar.
Tiro da minha esposa e vou pra outra puta. Antes de enfiar, pego a bunda dela, aperto, abro e passo minha língua na buceta molhada dela. Dou um tapa e enfio com força. Ela solta um grito de dor e prazer. Não paro até ela gozar, aí sai do meu pau e eu enfio de novo na minha namorada, que esperava faminta e sedenta de pau. Entre tapas e cuspidas, ela não parava de gozar, pedia cada vez mais alto. Dizia:
– Aí sim, amor, faz o que quiser comigo, uiiiiiiii
Que prazer, que pau, amor.
Aí, continua assim, vai, que eu já vou gozar, não para.
Eu continuei até a puta da minha namorada gozar de novo. Quando saiu do meu pau, a garota se aproximou, enfiou meu pau na boca e começou a chupar sem vergonha, chupava e chupava. Aí minha esposa se juntou, chupando minhas bolas por trás, mais uma vez pra aproveitar duas línguas. A garota ficou de quatro e disse:
– Gosta da minha bunda? É sua… faz o que quiser com ela.
Minha esposa me olhou. enquanto chupa meu pau e me diz:
—Dá, amor, faz a bunda na menina.
Ela se levanta, se aproxima da bunda toda de quatro, chupa os dedos e começa a enfiá-los bem devagar na garota, que gemia de prazer, abria a bunda com as mãos, dava tapas, cuspia e chupava. Eu só batendo punheta. Falo:
—Me avisa quando estiver?
Minha namorada responde:
—Já tá, amor.
A garota completa:
—Já tô toda entregue.
Me aproximo com meu pau e, com a ajuda da minha mão, vou enfiando devagar, a garota se encolhe e recua um pouco, tento de novo até que um grito de pura dor me avisa que entrou por completo, então começo a meter com tudo.
—Haaaaaaaai haaaaaaaaai haaaaaaaai
Só isso que a puta dizia enquanto se agarrava nos lençóis, eu de novo decolando rumo ao prazer cada vez mais e mais, e pra pensar que não dava pra sentir mais prazer, minha namorada começa a chupar minha bunda com gosto, me acariciava com os dedos molhados, ardia de prazer e mais prazer, tava no céu. Não aguentava mais, queria gozar tudo. Nessa hora a puta da minha esposa começa a enfiar um dedo na minha bunda, fazendo meu pau endurecer ainda mais, e a garota aumentou os gritos, já não aguentava mais, pedia aos berros que eu acabasse, já com o dedo todo lá dentro, meus gemidos se misturavam com os gritos dessa puta, não aguento mais e GOZO, graças às mãos da minha esposa minha gozada foi muito mais intensa e enchi a bunda da garota de porra.
—Haaaaaaai como queima seu gozo, bebê.
Tira, filho da puta, que não aguento mais.
Adorei, adorei.
Tiro meu pau da bunda dela, totalmente dilatada e escorrendo porra. E sem nojo nenhum, a puta da minha namorada chupa ele pra limpar a bagunça que acabou de fazer. Deitamos pra nos recuperar, nos olhamos e por dentro com certeza passava pela cabeça dela o mesmo que pela minha: a gente tinha realizado nossa fantasia num hotel.
E bom, isso foi o mais importante da história, o resto é enchimento.

18 comentários - hoy : noche salvaje en un telo

Muy caliente, movidito, completito... Aunque algunas cositas no van con mi gusto, el relato está super condimentado y da para imaginarse todo, así que dejo puntos y recomiendo.

Beso!
EXCELENTE RELATOOOOOOOOO
CAlentísimo...LA FIESTA PADRE!!! 🙎‍♂️
hace mucho no me gustaba tanto un relato. felicitaciones y gracias!
IMPRESIONANTE!!!!! gracias por compartir.......si es verdad, sos un genio!!!!!!!!!!!!
saludos imat+
dadi66
mmm como me cachondie.... que lastima que de este relato no tengas una foto de la pendeja!!!... y del chico.... quiero cruzarme con ustedes en el telo... solo que en los telos de parana se espera en el auto... no hay sala de espera estilo dentista! ja