Vínhamos de dançar numa balada, eu e minha mina. Como sempre, ela deslumbrante com um vestidinho bem curto, uns saltos altos, um visual próprio de uma putinha, daquelas gatas que me deixam louco. A gente tinha se divertido pra caralho, dançando bem sensual, íamos nos esquentando sabendo que depois íamos extravasar na cama. Mas sem saber que naquela mesma noite a gente ia realizar uma fantasia tão desejada.
Ao chegar no hotel quase na hora que todas as baladas fecham (já quase amanhecendo), a gente se deparou com a surpresa de que estava lotado de casais esperando algum quarto ficar vago. Chego na entrada, e antes que eu falasse qualquer coisa, a moça que atende me dá um número e manda eu sentar. Volto pra sala de espera com o número 52. A última vez que chamaram foi o 48.
Chego perto da minha mina e falo que a gente ia ter que esperar um tempão. Na sala, estavam esperando 5 casais, todos recém-saídos da balada, ou seja, totalmente bêbados. Sentei numa cadeira, colocando minha mina sentada em cima de mim. Assim como todo mundo fazia, esperando algum quarto ficar livre.
— Quarentanove.
Ouço a recepcionista falar. Levanta um sortudo, pega a mina dele pela mão (uma gordinha bem feiosa, não valia a pena esperar tanto por aquilo) e vai pro quarto. Nisso, entra um casal abraçado. Um cara gordinho, todo bêbado, com uma mina que era uma gostosa (os caras que esperavam olhavam pra ela com muito tesão). Ela tava com uma regatinha rosa BEM decotada, uma legging preta bem transparente que deixava ver a diminuta calcinha fio dental rosa que ela usava bem enfiada na raba, além de uma cara de puta do caralho. Eu, de pau duro, também olhei pra ela, minha mina percebeu e me olhou, sutilmente. O casal senta do nosso lado, o cara fala:
— Ué, tem muita demora?
— E tem, tá no 49 e eu tenho o 52.
Falo. E ele responde:
— Ué, eu tenho o 53, vamos juntos, amigo.
E ri. Eu também sorrio, enquanto a mina que tava com ele solta um:
— Baaah, tá bom.
Já dando abertura. demonstrando com o olhar que tinha algo a mais (a mina não parava de olhar pra mim e pra minha esposa enquanto a gente se beijava e tentava não esfriar o clima) e já quase chegando a nossa vez. O cara falava comigo pra não dormir, tava muito bebado. A mina ajeitava o decote pra eu olhar os peitos dela, era bem putinha, por dentro sabia que ela tava afim, me olhava com vontade.
-CINQUENTA E DOIS
Se ouve. Finalmente era minha vez. Levanto, falo pra minha mina esperar e vou até a recepção, decidido a realizar minha fantasia. Nisso, cada vez mais casais na sala.
-Desculpa, olha, a sala tá lotada pra caralho. Não deixa meus amigos subirem comigo assim você tira outro casal de cima, a gente paga por dois turnos, beleza?
-Mmmm, ok, pode ser, mas só tenho a suíte
-Ok, ok
Ela me dá a chave. Vou até minha mina que tava conversando com a mina da legging quase transparente, acordo o cara e explico. Ele levanta e fala.
-Simmm, eu vim só pra transar mesmo.
Minha mina me pega pela mão e, chegando na porta do quarto, me dá um beijo e pega na minha pica, como se entendesse o que ia rolar. Ao entrar, falo pra eles usarem a cama, a gente usava a hidro que tava no banheiro.
Sem mais enrolação, começamos a transar e, como de costume, minha mina tava aos gritos de prazer, enquanto do outro lado do quarto não ficavam atrás, parecia que tavam se divertindo; aqueles gemidos de tesão deixavam minha pica mais dura ainda, pensar que eu podia tar comendo naquela mesma cama me dava uma vontade louca de gozar, até que não aguentei mais, levantei e levei minha mina pra cama. Lá tava a mina de quatro na beirada da cama, gemendo e gozando que nem uma putinha. Ao nos ver, entre gemidos, ela fala.
-Finalmenteee, agora sim a festa começou.
Coloco minha mina de quatro no outro lado da cama, bem na frente da outra putinha, e meto com força, na hora ela começa a gemer junto com a mina.
Era foda demais ver como Gozavam, eu olhava pra cima e via no espelho aquelas duas bundas lindas gozando de pica. Gritos e mais gritos ardendo de prazer, elas se seguravam pelas mãos, trocavam olhares, a gente tava no limite. Minha namorada deitada de barriga pra cima e aberta toda recebia minha rola venosa e dura até o fundo, a outra mina começa a chupar a pica dela e me olhando com aquela cara de puta, me enlouquecendo, fazendo minha foda ficar cada vez mais violenta, provocando múltiplos orgasmos na minha namorada, que ardia de prazer. Cada vez mais no limite.
Pra descansar da foda violenta que eu tinha acabado de dar, ela começa a me chupar a pica. Enquanto a mina continuava com a pica na boca, mas agora tava de costas pra mim e aproximava a bunda, insinuando. Eu já não aguentava mais e me animo a dar um tapa, então a novinha solta um grito e o cara me olha...
... e me diz:
— Bate, bate nessa puta que ela gosta.
— Siiiim, siiiim
Dizia ela sem tirar a pica da boca.
— Bate, amor; bate tapa igual em mim.
Fala minha namorada, então eu chego perto e dou um tapa atrás do outro, deixando a bunda toda vermelha; e ela gritando de prazer. Já quase louco, pego minha pica toda babada e dou umas batidas no cu dela com meu pau totalmente duro e com vontade de enfiar naquela bunda. Mas volto pro boquete que minha namorada tava me fazendo. Já não aguentava mais, era um prazer inexplicável, não queria que acabasse nunca, mas ao mesmo tempo queria gozar pra recomeçar. Quando de repente o cara se aproxima, querendo a revanche (eu tinha batido na mulher dele com minha pica) e fala pra minha namorada:
— E você também, puta.
Dá um tapa na bunda dela, que tava de quatro, ela solta um gemido, ele fica atrás dela, segura na cintura, ela, submissa, continua me chupando, ele me olha e fala:
— Que bunda você vai comer.
Devagar, ele abaixa as mãos e começa a tocar a bunda dela, apertava e massageava com vontade.
— Ai, mamãe, que bunda gostosa que você tem...
E dá outro tapa nela, a gente tava brincando. bem no limite e os dois completamente excitados de prazer (da minha parte, eu tinha que aguentar por ter ousado tocar na mulher dele) antes que passasse pela cabeça dele fazer outra coisa, a mina agarra ele, deita ele, sobe em cima pra meter nele; enquanto isso, minha namorada copia a ideia dela e começa a me comer violentamente; nisso, eu levanto e levo minha mina pra um sofá que tava bem na frente da cama enorme, coloco ela de quatro de novo, subo nela e começo a penetrar cada vez com mais força, ela pedia entre gritos pra eu não parar, eu cada vez mais tesudo pelos gritos dela e os da mina. Daquela posição, eu via aquela rabeta quicando uma e outra vez na cama, tava tão excitado que me atrevia a gemer alto. E as duas pareciam competir pra ver quem gemia mais alto, me deixando cada vez mais louco. Nessa hora, o cara já tinha gozado e ficou estirado na cama quase imóvel, eu tava prestes a gozar, enquanto minha namorada já tinha várias gozadas de vantagem; pra não ficar por fora, a mina levanta e vai tomar um banho no banheiro.
– Uff... vou dar uma duchinha, já volto.
Eu tava sentado no sofá e minha namorada em cima de mim não parava de pular, aproveitando minha piroca duríssima, até que goza de novo. Ela desce da minha piroca e fala, toda putinha:
– Acho que pra fazer essa piroca baixar vou precisar de ajuda, vai buscar ela enquanto eu me recupero?
Eu levanto e vou pro banheiro, nem preciso dizer que tava cada vez mais excitado, abro a porta, ouço o chuveiro, bato e entro, a mina tava lá se ensaboando os peitos, me vê, sorri e fala:
– Mmm, falei que ia agora.
– He, me mandaram te buscar, precisam de ajuda.
Ela baixa o olhar pra minha piroca e fala:
– Nossa, puta merda, isso tá muito duro, olha como as veias saltam (diz surpresa). Hoje, quando você me deu um tapa, pensei que ia meter tudo, garoto.
Pego minha piroca e falo:
– Nem vontade nem tempo me faltam...
– Bom, vamos então, se precisam da minha ajuuuda.
Ela vira pra sair. Deixo passar pra ver a bunda dela e, antes que ela saia, agarro ela pela cintura e trago pro meu pau e faço ela sentir de novo nas bochechas dela.
Falo pra ela:
Vamos esperar um pouquinho pra minha namorada se recuperar, você não sabe como eu deixei ela.
— Imagino, com esses gritos que ela dava, você tava matando ela, filha da puta, não sabe como me excitava ouvir ela.
— Bom, agora é a vez dela ouvir você.
Agarro ela pela cintura com uma mão e com a outra empurro as costas dela pra baixo, ela entende, empina a bunda pra fora, abre um pouco as pernas, puxo a calcinha rosa e meto bem forte. E com um grito começa a bela foda que eu tava dando na mina no banheiro, a metros da minha namorada, que claramente tava ouvindo. Isso me excitava cada vez mais. (Minha namorada tinha me contado do tesão que sentia em me ver com outra) Gritos atrás de gritos, eu voava de prazer, dava cada tapa, apertava os peitos dela, puxava o cabelo, tudo parecia excitá-la ainda mais.
— Não para, não para, bebê, não para que eu já vou gozar.
Eu quase gozando, não aguentei mais e tive que tirar.
— Ah não, neném, eu já ia gozar.
— Já deu, sua puta, vamos pra cama que lá você vai gozar.
Chegando no quarto, minha esposa tava deitada no sofá, totalmente aberta de pernas, se tocando enquanto ouvia os gemidos dela.
— Você fez ela gozar, amor?
— Não, não deixou, disse que na cama a gente ia gozar junto.
A mina falou enquanto se ajeitava na cama (do lado tava o cara todo acabado). Minha namorada chegou perto de mim, me jogou na cama, se jogou e começou a chupar meu pau, e chamou a mina pra vir chupar também, que tava muito gostoso. A mina se aproximou e passou a língua na cabeça da minha rola.
— Que delícia.
Falou a putinha enquanto me punhetava, e eu curti um boquete de duas línguas. Não aguentei mais e explodi. SIM. Gozei pra caralho na língua das duas vadias, o leite escorria pela cara delas, pela boca e pelos lábios, elas riam, se olhavam uma pra outra, se... Se beijavam e se lambiam a buceta uma da outra. Eu continuava flutuando de prazer. Não podia acreditar.
Enquanto eu me recuperava das fodas violentas que elas tinham me dado, elas ficaram melosas e começaram a se beijar e a se tocar entre si. Eu só sentei no sofá e fiquei olhando, totalmente excitado. Lentamente, entravam num clima de prazer inexplicável, se tocavam, se penetravam com os dedos, se chupavam sem parar, gemiam cada vez mais alto, gozavam uma na outra. Terminaram completamente encharcadas; eu só observei.
Levanto com o pau duro de novo, decidido dessa vez a foder elas com tudo. Chego perto, coloco elas de quatro, uma do lado da outra, e começo a bater com um cinto.
— Ai sim, papai — diz minha namorada.
— Uuuuui, sim, que prazer — diz a garota.
Enfio na minha namorada e começo a me mover violentamente. Ela só conseguia gritar e se agarrar na mão da garota, que dizia:
— Isso, isso, grita que eu gosto — enquanto enfiava um dedo em si mesma pra gozar.
Tiro da minha esposa e vou pra outra puta. Antes de enfiar, pego na bunda dela, aperto, abro e passo minha língua na buceta molhada dela. Dou um tapa e enfio com força. Ela solta um grito de dor e prazer. Não paro até ela gozar, aí sai do meu pau e eu enfio de novo na minha namorada, que esperava faminta e sedenta de pica. Entre tapas e cuspidas, ela não parava de gozar, pedia cada vez mais forte. Dizia:
— Ai sim, amor, faz o que quiser comigo, uiiiiiiii
Que prazer, que pica, amor.
Ai, continua assim, vai, que já vou gozar, não para.
Eu continuei até a puta da minha namorada gozar de novo. Quando saí do meu pau, a garota se aproximou, enfiou meu pau na boca e começou a chupar sem vergonha, chupava e chupava. Aí minha esposa se juntou, chupando minhas bolas por trás, mais uma vez pra aproveitar duas línguas. A garota ficou de quatro e disse:
— Gosta da minha bunda? É sua… faz o que quiser com ela.
Minha esposa me olhou. enquanto chupa meu pau e me diz:
- Dá amor, faz a booty na menina.
Ela se levanta, se aproxima da booty toda de quatro, chupa os dedos e começa a enfiá-los bem devagar na garota, que gemia de prazer, abria a booty com as mãos, dava tapas, cuspia e chupava. Eu só me masturbava. Digo:
- Me avisa quando estiver?
Minha namorada responde:
- Já tá, amor
A garota completa:
- Já tô toda entregue.
Me aproximo com meu pau e, com a ajuda da mão, vou enfiando devagar, a garota se encolhe e recua um pouco, tento de novo até que um grito de pura dor me avisa que entrou totalmente, então começo a comê-la com gosto
- haaaaaaaaaaaa haaaaaaaaa haaaaaaa
Só isso que a puta dizia enquanto se agarrava nos lençóis, eu de novo decolava rumo ao prazer cada vez mais e mais, e como se não bastasse, minha namorada começa a chupar minha booty vorazmente, me acariciava com os dedos molhados, ardia de prazer e mais prazer, tava no céu. Não aguentava mais, queria gozar tudo. Nessa hora a puta da minha esposa começa a enfiar um dedo na minha booty, fazendo meu pau endurecer ainda mais, e a garota aumentou os gritos, já não aguentava mais, pedia aos berros que eu acabasse, já com o dedo todo dentro, meus gemidos se misturavam com os gritos dessa puta, não aguento mais e GOZO, graças às mãos da minha esposa minha ejaculação foi muito mais intensa e enchi a booty da garota de porra.
- haaaaaaaaaaay como queima seu leite, bebê
Tira, filho da puta, que não aguento mais,
Adorei, adorei.
Tiro meu pau da booty dela, toda dilatada e escorrendo porra. E sem nojo nenhum, a puta da minha namorada chupa pra limpar a bagunça que acabei de fazer. Deitamos pra nos recuperar, nos olhamos e por dentro, com certeza, passava pela cabeça dela a mesma coisa que na minha; tínhamos realizado nossa fantasia num hotel.
E é isso, foi o mais importante da história, o resto é encheção.
Ao chegar no hotel quase na hora que todas as baladas fecham (já quase amanhecendo), a gente se deparou com a surpresa de que estava lotado de casais esperando algum quarto ficar vago. Chego na entrada, e antes que eu falasse qualquer coisa, a moça que atende me dá um número e manda eu sentar. Volto pra sala de espera com o número 52. A última vez que chamaram foi o 48.
Chego perto da minha mina e falo que a gente ia ter que esperar um tempão. Na sala, estavam esperando 5 casais, todos recém-saídos da balada, ou seja, totalmente bêbados. Sentei numa cadeira, colocando minha mina sentada em cima de mim. Assim como todo mundo fazia, esperando algum quarto ficar livre.
— Quarentanove.
Ouço a recepcionista falar. Levanta um sortudo, pega a mina dele pela mão (uma gordinha bem feiosa, não valia a pena esperar tanto por aquilo) e vai pro quarto. Nisso, entra um casal abraçado. Um cara gordinho, todo bêbado, com uma mina que era uma gostosa (os caras que esperavam olhavam pra ela com muito tesão). Ela tava com uma regatinha rosa BEM decotada, uma legging preta bem transparente que deixava ver a diminuta calcinha fio dental rosa que ela usava bem enfiada na raba, além de uma cara de puta do caralho. Eu, de pau duro, também olhei pra ela, minha mina percebeu e me olhou, sutilmente. O casal senta do nosso lado, o cara fala:
— Ué, tem muita demora?
— E tem, tá no 49 e eu tenho o 52.
Falo. E ele responde:
— Ué, eu tenho o 53, vamos juntos, amigo.
E ri. Eu também sorrio, enquanto a mina que tava com ele solta um:
— Baaah, tá bom.
Já dando abertura. demonstrando com o olhar que tinha algo a mais (a mina não parava de olhar pra mim e pra minha esposa enquanto a gente se beijava e tentava não esfriar o clima) e já quase chegando a nossa vez. O cara falava comigo pra não dormir, tava muito bebado. A mina ajeitava o decote pra eu olhar os peitos dela, era bem putinha, por dentro sabia que ela tava afim, me olhava com vontade.
-CINQUENTA E DOIS
Se ouve. Finalmente era minha vez. Levanto, falo pra minha mina esperar e vou até a recepção, decidido a realizar minha fantasia. Nisso, cada vez mais casais na sala.
-Desculpa, olha, a sala tá lotada pra caralho. Não deixa meus amigos subirem comigo assim você tira outro casal de cima, a gente paga por dois turnos, beleza?
-Mmmm, ok, pode ser, mas só tenho a suíte
-Ok, ok
Ela me dá a chave. Vou até minha mina que tava conversando com a mina da legging quase transparente, acordo o cara e explico. Ele levanta e fala.
-Simmm, eu vim só pra transar mesmo.
Minha mina me pega pela mão e, chegando na porta do quarto, me dá um beijo e pega na minha pica, como se entendesse o que ia rolar. Ao entrar, falo pra eles usarem a cama, a gente usava a hidro que tava no banheiro.
Sem mais enrolação, começamos a transar e, como de costume, minha mina tava aos gritos de prazer, enquanto do outro lado do quarto não ficavam atrás, parecia que tavam se divertindo; aqueles gemidos de tesão deixavam minha pica mais dura ainda, pensar que eu podia tar comendo naquela mesma cama me dava uma vontade louca de gozar, até que não aguentei mais, levantei e levei minha mina pra cama. Lá tava a mina de quatro na beirada da cama, gemendo e gozando que nem uma putinha. Ao nos ver, entre gemidos, ela fala.
-Finalmenteee, agora sim a festa começou.
Coloco minha mina de quatro no outro lado da cama, bem na frente da outra putinha, e meto com força, na hora ela começa a gemer junto com a mina.
Era foda demais ver como Gozavam, eu olhava pra cima e via no espelho aquelas duas bundas lindas gozando de pica. Gritos e mais gritos ardendo de prazer, elas se seguravam pelas mãos, trocavam olhares, a gente tava no limite. Minha namorada deitada de barriga pra cima e aberta toda recebia minha rola venosa e dura até o fundo, a outra mina começa a chupar a pica dela e me olhando com aquela cara de puta, me enlouquecendo, fazendo minha foda ficar cada vez mais violenta, provocando múltiplos orgasmos na minha namorada, que ardia de prazer. Cada vez mais no limite.
Pra descansar da foda violenta que eu tinha acabado de dar, ela começa a me chupar a pica. Enquanto a mina continuava com a pica na boca, mas agora tava de costas pra mim e aproximava a bunda, insinuando. Eu já não aguentava mais e me animo a dar um tapa, então a novinha solta um grito e o cara me olha...
... e me diz:
— Bate, bate nessa puta que ela gosta.
— Siiiim, siiiim
Dizia ela sem tirar a pica da boca.
— Bate, amor; bate tapa igual em mim.
Fala minha namorada, então eu chego perto e dou um tapa atrás do outro, deixando a bunda toda vermelha; e ela gritando de prazer. Já quase louco, pego minha pica toda babada e dou umas batidas no cu dela com meu pau totalmente duro e com vontade de enfiar naquela bunda. Mas volto pro boquete que minha namorada tava me fazendo. Já não aguentava mais, era um prazer inexplicável, não queria que acabasse nunca, mas ao mesmo tempo queria gozar pra recomeçar. Quando de repente o cara se aproxima, querendo a revanche (eu tinha batido na mulher dele com minha pica) e fala pra minha namorada:
— E você também, puta.
Dá um tapa na bunda dela, que tava de quatro, ela solta um gemido, ele fica atrás dela, segura na cintura, ela, submissa, continua me chupando, ele me olha e fala:
— Que bunda você vai comer.
Devagar, ele abaixa as mãos e começa a tocar a bunda dela, apertava e massageava com vontade.
— Ai, mamãe, que bunda gostosa que você tem...
E dá outro tapa nela, a gente tava brincando. bem no limite e os dois completamente excitados de prazer (da minha parte, eu tinha que aguentar por ter ousado tocar na mulher dele) antes que passasse pela cabeça dele fazer outra coisa, a mina agarra ele, deita ele, sobe em cima pra meter nele; enquanto isso, minha namorada copia a ideia dela e começa a me comer violentamente; nisso, eu levanto e levo minha mina pra um sofá que tava bem na frente da cama enorme, coloco ela de quatro de novo, subo nela e começo a penetrar cada vez com mais força, ela pedia entre gritos pra eu não parar, eu cada vez mais tesudo pelos gritos dela e os da mina. Daquela posição, eu via aquela rabeta quicando uma e outra vez na cama, tava tão excitado que me atrevia a gemer alto. E as duas pareciam competir pra ver quem gemia mais alto, me deixando cada vez mais louco. Nessa hora, o cara já tinha gozado e ficou estirado na cama quase imóvel, eu tava prestes a gozar, enquanto minha namorada já tinha várias gozadas de vantagem; pra não ficar por fora, a mina levanta e vai tomar um banho no banheiro.
– Uff... vou dar uma duchinha, já volto.
Eu tava sentado no sofá e minha namorada em cima de mim não parava de pular, aproveitando minha piroca duríssima, até que goza de novo. Ela desce da minha piroca e fala, toda putinha:
– Acho que pra fazer essa piroca baixar vou precisar de ajuda, vai buscar ela enquanto eu me recupero?
Eu levanto e vou pro banheiro, nem preciso dizer que tava cada vez mais excitado, abro a porta, ouço o chuveiro, bato e entro, a mina tava lá se ensaboando os peitos, me vê, sorri e fala:
– Mmm, falei que ia agora.
– He, me mandaram te buscar, precisam de ajuda.
Ela baixa o olhar pra minha piroca e fala:
– Nossa, puta merda, isso tá muito duro, olha como as veias saltam (diz surpresa). Hoje, quando você me deu um tapa, pensei que ia meter tudo, garoto.
Pego minha piroca e falo:
– Nem vontade nem tempo me faltam...
– Bom, vamos então, se precisam da minha ajuuuda.
Ela vira pra sair. Deixo passar pra ver a bunda dela e, antes que ela saia, agarro ela pela cintura e trago pro meu pau e faço ela sentir de novo nas bochechas dela.
Falo pra ela:
Vamos esperar um pouquinho pra minha namorada se recuperar, você não sabe como eu deixei ela.
— Imagino, com esses gritos que ela dava, você tava matando ela, filha da puta, não sabe como me excitava ouvir ela.
— Bom, agora é a vez dela ouvir você.
Agarro ela pela cintura com uma mão e com a outra empurro as costas dela pra baixo, ela entende, empina a bunda pra fora, abre um pouco as pernas, puxo a calcinha rosa e meto bem forte. E com um grito começa a bela foda que eu tava dando na mina no banheiro, a metros da minha namorada, que claramente tava ouvindo. Isso me excitava cada vez mais. (Minha namorada tinha me contado do tesão que sentia em me ver com outra) Gritos atrás de gritos, eu voava de prazer, dava cada tapa, apertava os peitos dela, puxava o cabelo, tudo parecia excitá-la ainda mais.
— Não para, não para, bebê, não para que eu já vou gozar.
Eu quase gozando, não aguentei mais e tive que tirar.
— Ah não, neném, eu já ia gozar.
— Já deu, sua puta, vamos pra cama que lá você vai gozar.
Chegando no quarto, minha esposa tava deitada no sofá, totalmente aberta de pernas, se tocando enquanto ouvia os gemidos dela.
— Você fez ela gozar, amor?
— Não, não deixou, disse que na cama a gente ia gozar junto.
A mina falou enquanto se ajeitava na cama (do lado tava o cara todo acabado). Minha namorada chegou perto de mim, me jogou na cama, se jogou e começou a chupar meu pau, e chamou a mina pra vir chupar também, que tava muito gostoso. A mina se aproximou e passou a língua na cabeça da minha rola.
— Que delícia.
Falou a putinha enquanto me punhetava, e eu curti um boquete de duas línguas. Não aguentei mais e explodi. SIM. Gozei pra caralho na língua das duas vadias, o leite escorria pela cara delas, pela boca e pelos lábios, elas riam, se olhavam uma pra outra, se... Se beijavam e se lambiam a buceta uma da outra. Eu continuava flutuando de prazer. Não podia acreditar.
Enquanto eu me recuperava das fodas violentas que elas tinham me dado, elas ficaram melosas e começaram a se beijar e a se tocar entre si. Eu só sentei no sofá e fiquei olhando, totalmente excitado. Lentamente, entravam num clima de prazer inexplicável, se tocavam, se penetravam com os dedos, se chupavam sem parar, gemiam cada vez mais alto, gozavam uma na outra. Terminaram completamente encharcadas; eu só observei.
Levanto com o pau duro de novo, decidido dessa vez a foder elas com tudo. Chego perto, coloco elas de quatro, uma do lado da outra, e começo a bater com um cinto.
— Ai sim, papai — diz minha namorada.
— Uuuuui, sim, que prazer — diz a garota.
Enfio na minha namorada e começo a me mover violentamente. Ela só conseguia gritar e se agarrar na mão da garota, que dizia:
— Isso, isso, grita que eu gosto — enquanto enfiava um dedo em si mesma pra gozar.
Tiro da minha esposa e vou pra outra puta. Antes de enfiar, pego na bunda dela, aperto, abro e passo minha língua na buceta molhada dela. Dou um tapa e enfio com força. Ela solta um grito de dor e prazer. Não paro até ela gozar, aí sai do meu pau e eu enfio de novo na minha namorada, que esperava faminta e sedenta de pica. Entre tapas e cuspidas, ela não parava de gozar, pedia cada vez mais forte. Dizia:
— Ai sim, amor, faz o que quiser comigo, uiiiiiiii
Que prazer, que pica, amor.
Ai, continua assim, vai, que já vou gozar, não para.
Eu continuei até a puta da minha namorada gozar de novo. Quando saí do meu pau, a garota se aproximou, enfiou meu pau na boca e começou a chupar sem vergonha, chupava e chupava. Aí minha esposa se juntou, chupando minhas bolas por trás, mais uma vez pra aproveitar duas línguas. A garota ficou de quatro e disse:
— Gosta da minha bunda? É sua… faz o que quiser com ela.
Minha esposa me olhou. enquanto chupa meu pau e me diz:
- Dá amor, faz a booty na menina.
Ela se levanta, se aproxima da booty toda de quatro, chupa os dedos e começa a enfiá-los bem devagar na garota, que gemia de prazer, abria a booty com as mãos, dava tapas, cuspia e chupava. Eu só me masturbava. Digo:
- Me avisa quando estiver?
Minha namorada responde:
- Já tá, amor
A garota completa:
- Já tô toda entregue.
Me aproximo com meu pau e, com a ajuda da mão, vou enfiando devagar, a garota se encolhe e recua um pouco, tento de novo até que um grito de pura dor me avisa que entrou totalmente, então começo a comê-la com gosto
- haaaaaaaaaaaa haaaaaaaaa haaaaaaa
Só isso que a puta dizia enquanto se agarrava nos lençóis, eu de novo decolava rumo ao prazer cada vez mais e mais, e como se não bastasse, minha namorada começa a chupar minha booty vorazmente, me acariciava com os dedos molhados, ardia de prazer e mais prazer, tava no céu. Não aguentava mais, queria gozar tudo. Nessa hora a puta da minha esposa começa a enfiar um dedo na minha booty, fazendo meu pau endurecer ainda mais, e a garota aumentou os gritos, já não aguentava mais, pedia aos berros que eu acabasse, já com o dedo todo dentro, meus gemidos se misturavam com os gritos dessa puta, não aguento mais e GOZO, graças às mãos da minha esposa minha ejaculação foi muito mais intensa e enchi a booty da garota de porra.
- haaaaaaaaaaay como queima seu leite, bebê
Tira, filho da puta, que não aguento mais,
Adorei, adorei.
Tiro meu pau da booty dela, toda dilatada e escorrendo porra. E sem nojo nenhum, a puta da minha namorada chupa pra limpar a bagunça que acabei de fazer. Deitamos pra nos recuperar, nos olhamos e por dentro, com certeza, passava pela cabeça dela a mesma coisa que na minha; tínhamos realizado nossa fantasia num hotel.
E é isso, foi o mais importante da história, o resto é encheção.
18 comentários - Hoje: noite selvagem num hotel
Beso!
CAlentísimo...LA FIESTA PADRE!!! 🙎♂️
saludos imat+