Há anos eu tive uma namorada com quem experimentei várias coisas pela primeira vez; a Carolina é magrinha, morena de cabelo liso, tem um par de peitos bonitos com uns mamilos médios e rosados, tem uma bunda gostosa e pernas longas e finas. Primeiro, preciso deixar claro que quando nos conhecemos, ela era virgem, eu tinha um pouco de experiência, mas todas as ideias que tinha visto na internet ou em revistas não tinha conseguido colocar em prática. Ficamos um tempo em que ela só deixava eu apalpar ela, chupar tudo, e fazer umas siriricas, mas não deixava eu comer ela, pelo menos me dava umas punhetas e uns boquetes pra eu me aliviar, de estrear a buceta nem pensar.
Com o tempo, comecei a propor passar meu pau na rachinha dela, e aos poucos fui fazendo o trabalhozinho, ela me deixava louco, queria pelar ela todo dia. Com o tempo, ela topou fazer um 69, eu adorava a buceta dela, tem uma rachinha bem pequenininha, uns lábios fininhos e um clitóris pequenininho, adorava enfiar minha língua e procurar o buraquinho dela, ela amava, gozava na base da língua e dos dedos. Depois disso, ela deixava eu passar o pau na porta do buraquinho, aos poucos fui colocando um pouquinho mais pra dentro. Ela tinha medo, eu disse que não precisava, que se eu penetrasse ela não ia gozar dentro, caso ela tivesse medo de engravidar. Foi assim que um dia, depois da nossa rotina, ela se animou, ela estava deitada com as pernas abertas, eu me coloquei entre elas, e fui enfiando de pouquinho em pouquinho, a Caro tapava os olhos com o antebraço e com a mão livre segurava meu braço. Cada vez que eu empurrava, sentia ela apertar um pouco e soltar uns gritinhos de dor, ela pedia pra eu parar e depois dava o ok pra continuar. Num certo momento, enquanto eu empurrava, senti que cedeu, que o caminho pro meu pau se abriu e também senti um líquido quente escorrendo. Aos poucos, cheguei até o fundo, ficamos assim um tempinho e imediatamente comecei a bombar ela devagar, aumentei a velocidade aos poucos, ela de vez em quando pedia pra eu tirar, mas eu não dava bola, já tava quase explodindo minha cabeça, comecei a me mover cada vez mais rápido, ela gemia e reclamava ao mesmo tempo, não sabia se tava curtindo ou sofrendo, mas não liguei porque sentia que a gozada tava vindo. Num momento que não aguentei mais, tirei, segurei com a mão e deu tempo exato de gozar na barriga dela, só posso dizer que outras vezes tinha gozado na mão dela ou até na cara, mas tão abundante como dessa vez não tinha acontecido, enchi o umbigo dela, mirei na barriga toda e acertou entre os peitos, ela continuou de olhos vendados.
Foi assim a primeira vez dela, com o tempo começou a gostar muito mais e a tomar pílula anticoncepcional, adorava que eu gozasse dentro e enchesse a buceta de cum, a posição favorita dela era montar no meu pau, não gostava de ser comida de quatro, mas deixava eu fazer de vez em quando porque sabia que eu adorava.
Com o tempo, a ideia de variar começou a me rondar, a gente só fazia o básico e, se dependesse dela, de luz apagada, ela era meio caretona. Foi aí que, enquanto a gente fazia um 69, comecei a acariciar a bunda dela, tava com vontade de comer ela pelo cu, mesmo nunca tendo feito, me excitava muito desvirginar ela por lá também. Minha estratégia era a mesma de antes, começar a acariciar cada vez mais até ela se entregar, então comecei a dar beijo grego, primeiro tímido, como não vi resposta negativa, fui me animando a passar a língua com mais força, a ponto de ficar pontuando com a língua.
Um dia criei coragem e, depois de um tempo babando tudo, comecei a enfiar um dedo, senti o pulo de surpresa da Caro, e como ela tentou apertar a bunda, mas já tinha entrado quase metade do dedo, imediatamente continuei chupando a buceta dela e bombando o cu. cu suavemente com o dedo. Foi assim que incorporamos isso na nossa rotina de sexo, eu enfiava um dedinho no cu dela enquanto a gente transava ou fazia um 69, mas ela não deixava eu meter a pica. Grande foi minha surpresa quando um dia, enquanto estávamos no 69, ela começa a beijar meu cu e a massageá-lo. Me senti estranho, porque nunca tinha recebido um carinho desses, sentia a língua dela passando pelo meu asterisco e, devo dizer, depois da primeira impressão, comecei a sentir prazer. Mas mal estava começando a me acostumar com a situação quando ela enfiou um dedo fundo no meu cu. Curiosamente, não senti dor nenhuma, mas sim um prazer imenso, e a pica ficou mais dura do que quando ela tava me chupando. Sentia as veias da minha pica incharem com o sangue correndo por elas. Ela me bombou por um tempo, quando tirou o dedo, senti um vazio dentro de mim. Imediatamente, passou a língua no meu cu acariciado e montou na minha pica. Acho que umas poucas cavalgadas foram suficientes pra me fazer gozar, jorrando litros e litros de porra, e ela gozou junto comigo. O curioso de tudo isso é que a gente não falava sobre as coisas que fazíamos na cama, não trocávamos uma palavra, só fazíamos e não comentávamos nada. Nos acostumamos a fazer essas coisas, mas eu ainda não podia comer o cu dela. Uma vez, depois de uns drinks, ficamos desesperados. Começamos como sempre, mas em vez do clássico 69, ela se agachou e sentou na minha cara, alternando a buceta e o cu. Assumiu um papel de dominadora, tudo isso sem dizer uma palavra. Quando pensei que ela ia se deitar pra eu comer, ela me colocou de quatro e começou a lamber meu cu. Logo enfiou um dedo e, com a outra mão, começou a me bater uma punheta. Eu não acreditava no que tava acontecendo. Num momento, quando pensei que minha pica não podia crescer mais, ela tirou o dedo do meu cu, mas voltou logo, só que enfiou dois. Senti que não ia aguentar aquilo, mas não deu tempo pra nada porque eu me masturbava furiosamente e gozei impressionantemente forte, deixei todo o lençol molhado com uma poça de porra, ela tirou os dedos e se colocou atrás de mim como se fosse me montar, começou a se esfregar contra minha bunda, senti o pentelho da buceta dela passando pelas minhas nádegas. Minha confusão era total, não passava um dia sem pensar se eu estava virando viado por gostar daquilo, mas depois de ler algumas notas de sexologia sobre esse assunto me acalmei um pouco, mesmo assim ainda não conseguia comer ela pelo cu, ela mandava e geralmente eu acabava gozando antes de tentar montá-la por ali.
Com o tempo, comecei a propor passar meu pau na rachinha dela, e aos poucos fui fazendo o trabalhozinho, ela me deixava louco, queria pelar ela todo dia. Com o tempo, ela topou fazer um 69, eu adorava a buceta dela, tem uma rachinha bem pequenininha, uns lábios fininhos e um clitóris pequenininho, adorava enfiar minha língua e procurar o buraquinho dela, ela amava, gozava na base da língua e dos dedos. Depois disso, ela deixava eu passar o pau na porta do buraquinho, aos poucos fui colocando um pouquinho mais pra dentro. Ela tinha medo, eu disse que não precisava, que se eu penetrasse ela não ia gozar dentro, caso ela tivesse medo de engravidar. Foi assim que um dia, depois da nossa rotina, ela se animou, ela estava deitada com as pernas abertas, eu me coloquei entre elas, e fui enfiando de pouquinho em pouquinho, a Caro tapava os olhos com o antebraço e com a mão livre segurava meu braço. Cada vez que eu empurrava, sentia ela apertar um pouco e soltar uns gritinhos de dor, ela pedia pra eu parar e depois dava o ok pra continuar. Num certo momento, enquanto eu empurrava, senti que cedeu, que o caminho pro meu pau se abriu e também senti um líquido quente escorrendo. Aos poucos, cheguei até o fundo, ficamos assim um tempinho e imediatamente comecei a bombar ela devagar, aumentei a velocidade aos poucos, ela de vez em quando pedia pra eu tirar, mas eu não dava bola, já tava quase explodindo minha cabeça, comecei a me mover cada vez mais rápido, ela gemia e reclamava ao mesmo tempo, não sabia se tava curtindo ou sofrendo, mas não liguei porque sentia que a gozada tava vindo. Num momento que não aguentei mais, tirei, segurei com a mão e deu tempo exato de gozar na barriga dela, só posso dizer que outras vezes tinha gozado na mão dela ou até na cara, mas tão abundante como dessa vez não tinha acontecido, enchi o umbigo dela, mirei na barriga toda e acertou entre os peitos, ela continuou de olhos vendados.
Foi assim a primeira vez dela, com o tempo começou a gostar muito mais e a tomar pílula anticoncepcional, adorava que eu gozasse dentro e enchesse a buceta de cum, a posição favorita dela era montar no meu pau, não gostava de ser comida de quatro, mas deixava eu fazer de vez em quando porque sabia que eu adorava.
Com o tempo, a ideia de variar começou a me rondar, a gente só fazia o básico e, se dependesse dela, de luz apagada, ela era meio caretona. Foi aí que, enquanto a gente fazia um 69, comecei a acariciar a bunda dela, tava com vontade de comer ela pelo cu, mesmo nunca tendo feito, me excitava muito desvirginar ela por lá também. Minha estratégia era a mesma de antes, começar a acariciar cada vez mais até ela se entregar, então comecei a dar beijo grego, primeiro tímido, como não vi resposta negativa, fui me animando a passar a língua com mais força, a ponto de ficar pontuando com a língua.
Um dia criei coragem e, depois de um tempo babando tudo, comecei a enfiar um dedo, senti o pulo de surpresa da Caro, e como ela tentou apertar a bunda, mas já tinha entrado quase metade do dedo, imediatamente continuei chupando a buceta dela e bombando o cu. cu suavemente com o dedo. Foi assim que incorporamos isso na nossa rotina de sexo, eu enfiava um dedinho no cu dela enquanto a gente transava ou fazia um 69, mas ela não deixava eu meter a pica. Grande foi minha surpresa quando um dia, enquanto estávamos no 69, ela começa a beijar meu cu e a massageá-lo. Me senti estranho, porque nunca tinha recebido um carinho desses, sentia a língua dela passando pelo meu asterisco e, devo dizer, depois da primeira impressão, comecei a sentir prazer. Mas mal estava começando a me acostumar com a situação quando ela enfiou um dedo fundo no meu cu. Curiosamente, não senti dor nenhuma, mas sim um prazer imenso, e a pica ficou mais dura do que quando ela tava me chupando. Sentia as veias da minha pica incharem com o sangue correndo por elas. Ela me bombou por um tempo, quando tirou o dedo, senti um vazio dentro de mim. Imediatamente, passou a língua no meu cu acariciado e montou na minha pica. Acho que umas poucas cavalgadas foram suficientes pra me fazer gozar, jorrando litros e litros de porra, e ela gozou junto comigo. O curioso de tudo isso é que a gente não falava sobre as coisas que fazíamos na cama, não trocávamos uma palavra, só fazíamos e não comentávamos nada. Nos acostumamos a fazer essas coisas, mas eu ainda não podia comer o cu dela. Uma vez, depois de uns drinks, ficamos desesperados. Começamos como sempre, mas em vez do clássico 69, ela se agachou e sentou na minha cara, alternando a buceta e o cu. Assumiu um papel de dominadora, tudo isso sem dizer uma palavra. Quando pensei que ela ia se deitar pra eu comer, ela me colocou de quatro e começou a lamber meu cu. Logo enfiou um dedo e, com a outra mão, começou a me bater uma punheta. Eu não acreditava no que tava acontecendo. Num momento, quando pensei que minha pica não podia crescer mais, ela tirou o dedo do meu cu, mas voltou logo, só que enfiou dois. Senti que não ia aguentar aquilo, mas não deu tempo pra nada porque eu me masturbava furiosamente e gozei impressionantemente forte, deixei todo o lençol molhado com uma poça de porra, ela tirou os dedos e se colocou atrás de mim como se fosse me montar, começou a se esfregar contra minha bunda, senti o pentelho da buceta dela passando pelas minhas nádegas. Minha confusão era total, não passava um dia sem pensar se eu estava virando viado por gostar daquilo, mas depois de ler algumas notas de sexologia sobre esse assunto me acalmei um pouco, mesmo assim ainda não conseguia comer ela pelo cu, ela mandava e geralmente eu acabava gozando antes de tentar montá-la por ali.
4 comentários - Viciados em Sexo Parte 1
Puede ser, pero el tema es que este relato no es fantasia, por eso lo escribo tal como pasó.gracias por leerlo 🙂