Tocar o céu

Depois disso, foi uma constante necessidade de encontrar aquele tempo para a gente. Na quarta vez, fomos para um hotel. Lá, eu te peguei nos meus braços, te beijei bem devagar. Meu corpo colou no seu naquele abraço, minhas mãos acariciaram suas costas, minha perna direita se enfiou entre as suas, e eu senti, através da sua calça, o contato da sua pele por entre os tecidos. Eu podia te acariciar com minha perna, sentindo sua buceta na minha coxa, e você podia sentir meu pau duro apoiado na sua virilha. Minhas mãos passaram por baixo da sua camisa e tocaram direto na sua pele, acariciaram suas costas e soltaram o sutiã. Minha boca beijou seu pescoço e, ao me afastar uns centímetros do seu corpo, consegui com que minhas mãos soltassem sua camisa, chegando aos seus ombros, e dali, com a ajuda dos meus dedos, peguei a camisa e o sutiã e puxei para trás do seu corpo.

Minha boca continuou beijando seu pescoço até beijar seus peitos, chegando no meio dos dois, e dali, beijando com a boca bem aberta, como se estivesse sugando mas sem fazer, percorri todo o contorno do seu peito esquerdo para passar para o direito, e você se arqueava e ronronava sobre minha cabeça.

Minha boca fez círculos nos seus mamilos, deixando eles bem molhados. Li uma vez que molhar os mamilos com saliva prepara eles para uma sugada forte sem causar dor, e ali eu colocava em prática o que tinha ouvido, vendo que essa ação arrancava gemidos de entrega nos meus ouvidos e empurrava seu corpo mais contra o meu...

Minha boca desceu, brincando com sua barriga, dei umas lambidas e chupadas no seu umbigo enquanto soltava sua calça e puxava pra baixo, deixando à mostra uma calcinha branca pequenininha, que chupei e lambi por cima da sua buceta. O aroma é puro afrodisíaco, e o molhado no tecido contrasta com minha tesão, que vai ao extremo. Puxei ela pra baixo e chupei, lambi, mordi com os lábios, e suas contorções mostravam o prazer que minha boca arrancava do seu corpo. Enquanto lambo e chupo sua buceta, minhas mãos vão me despindo, te puxo com meu corpo para o meio da cama e eu, já nu, chupando sua buceta, me movo com os pés tentando deixar meu pau na altura do seu rosto....

É a primeira vez que apresento ele a você. Fico parado diante dos seus olhos e imagino a situação. Seus olhos olham meu pau e devem pensar: "pego ele, chupo, deixo ele chegar mais perto e me forçar..." Lembrando que é o quarto encontro e a primeira vez que mostro ele aos seus olhos, à sua boca, às suas mãos; porque sua buceta e sua bunda já provaram ele por completo...

Minhas batidas do coração me atordoavam, a dureza do meu pau ardia, aqueles segundos foram eternos... Você desliza uma mão e aperta ele em todo o contorno, desliza o punho para trás e a cabeça do meu pau, brilhante, vermelha, úmida, escapa do cerco dos seus dedos. Sinto que você se aproxima, imagino que está captando o cheiro de tesão que ele tem, mas avança decidida e apoia os lábios — ou dá um beijo, não consegui precisar — mas aquele contato suave ativou um alerta dentro de mim para não me deixar levar e encher sua boca de porra. Aquele contato e depois percorrer a cabeça com a língua até introduzir ele naquela cavidade fervente e úmida que, para meu castigo, acaricia com a língua. Foi um momento de prazer indescritível. Deixei você fazer enquanto meu pau pulsava na sua boca, me entreguei e minha língua se dirigiu à sua buceta, que chupei com muita loucura. Minha língua ataca com velocidade aquele clitóris entregue a mim, e meus dedos entrando e saindo da sua buceta fazem você parar de chupar meu pau e soltar um gemido harmônico, como se estivesse se esvaziando. Me solto suavemente do seu orgasmo, me viro rápido e penetro sua buceta com suavidade e força, decidido a meter firme, mas devagar.

O orgasmo que você tinha não acabava nunca, e meus beijos enchiam seu rosto enquanto te curtia, e o tesão era indescritível, você completamente perdida. Desço rápido até sua buceta e... Chupo teu mel, mas minha língua desce um pouco mais, levando tua umidade e minha saliva até teu cuzinho que, ao tocar, fez você gemer mais e soltar um "meu Deus" bem longo. Pra isso, deixei teu cuzinho todo brilhoso.

Nessa posição, subi até teus peitos, guiando meu pau na direção daquele buraquinho fechado e preparado pra mim; apoio a cabecinha guiada pela minha mão e pressiono de leve, conseguindo fazer a cabecinha entrar. E você, no teu descontrole, empurra com tua bunda pra entrar mais rápido, fazendo minhas bolas baterem nas tuas nádegas. Já sem controle, meti nesse cu com toda minha força, arrancando gemidos de prazer da tua boca, te deixando entregue, com os braços ao lado da cama, e eu bombando como se minha vida dependesse disso. Naquele momento tão triunfal, enfiei meu pau até o fundo do teu interior e fiquei parado, me surpreendendo com meus próprios jatos de porra inundando teu cuzinho, que até o encontro anterior era virgem e agora estava totalmente entregue ao nosso prazer... minhas últimas gotinhas, que eu sentia como se visse em câmera lenta, escorrendo dentro de você. Me deixei cair sobre teu corpo e ali te beijei suave e apaixonadamente, e você correspondia de corpo e alma, e dizia: "Não pode ser, não pode ser, nasci de novo num mundo de loucura..." Eu pensei: "Simmm", e disse pra mim mesmo: "Tem mais.

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