Recentemente tive uma reunião de família, dessas que não vou com muita frequência. Foi lá que, entre outros parentes, reencontrei a Marina, uma prima que não via há anos.
Quando a vi, fiquei impactado e automaticamente atraído. Da última vez que tinha falado com ela, não a via com os mesmos olhos de agora. Ela tá toda uma mulher, tem 24 anos, cabelo liso castanho, olhos verdes, altura média. Carrega a marca das mulheres da minha família: é magrinha, peitos médios, cinturinha e bem bunduda. Na hora comecei a sentir uma ereção crescendo. Nos abraçamos com vontade pelo tempo que passamos sem nos ver e trocamos uns beijos na bochecha. Certeza que ela sentiu meu pau contra a perna dela, porque fiz questão de encostar o suficiente no abraço.
Conversamos a noite toda. Descobri que ela tinha terminado o relacionamento com o namorado fazia pouco tempo, e por isso quase todo mundo na família insistia em apresentar candidatos novos. Ela me confessou que tava cansada disso, mas também confessou que sentia muita falta de sexo. Tudo isso depois de ambos terem tomado vários uísques. Passada a meia-noite, a reunião tava chegando ao fim. Quando todo mundo se despedindo, falei que tava de carro e perguntei se ela queria uma carona, e ela aceitou na hora.
Saímos e, quando já estávamos a algumas quadras, a Marina me propõe ir a um pub pra continuar conversando e beber mais alguma coisa. Por sorte, minha namorada não tinha ido comigo porque tava saindo com as amigas. Fomos pra uma balada de rock, conseguimos um sofá num canto e pedimos mais uns drinks. Levei a conversa pro assunto que mais me interessava: a seca de sexo que ela tava passando. Eu não parava de sentir o meu pau pulsando de excitação. Ela tava super desinibida, tanto pelo álcool quanto porque somos primos, mas também porque dava pra ver que ela queria falar. E foi assim que a coisa começou a esquentar. Estávamos juntos no sofá, eu tinha passado o braço pelos ombros dela e ficava brincando com o cabelo dela. cabelo amigavelmente, então puxei ela pra perto de mim e beijei ela, senti os lábios dela que são bem carnudos e a língua dela, ela me abraçou e cruzou a perna dela sobre a minha, roçando mais no meu pau, ficamos nos beijando por um tempo, eu acariciava as costas dela e beijava e passava a língua pelo pescoço. Pedi a conta e sugeri ir pra um hotel, ela me olhou com uma carinha cúmplice e sorriu, dizendo que eu tinha adivinhado o pensamento dela.
Chegamos no estacionamento do hotel e continuamos nos beijando enquanto íamos pro quarto, comecei a despir ela sem parar de nos beijar, enquanto chutava os sapatos pra longe, levantei a blusa dela e ela terminou de tirar. Ela tava com um sutiã preto, soltei ele e me revelou um par de peitos bem empinados e com mamilos pequenos bem durinhos, ela fingiu que ia cobrir eles, claro que eu impedi e na hora me agarrei pra chupar eles e beijar esses botões divinos com toda a vontade e ansiedade, caímos na cama, coloquei ela por cima de mim e continuei brincando com os peitos dela enquanto ela se apoiava na minha bunda. Num momento, desabotoei a calça jeans dela e comecei a puxar a calcinha fio dental que aparecia na cintura da calça pra passar a massagear aquela bunda que tanto me chamou a atenção.
Coloquei ela de lado e ela começou a tirar a calça, tentei ajudar ela a se despir, e enquanto ela levantava as pernas eu ficava extasiado olhando aquela bunda linda, minhas mãos tremiam de emoção e do tesão que me dava pensar que ia comer minha prima. Por fim, ela ficou só com a calcinha fio dental preta; me despi o mais rápido que pude e me joguei do lado dela, na hora ela pegou no meu pau e começou a acariciar e bater uma pra mim, eu por minha vez comecei a massagear a buceta dela por cima da calcinha, enfiei dois dedos por baixo do tecido e encontrei uns lábios gordinhos. Separei eles e estavam bem molhados, meus dedos ficaram escorregadios, procurei o clitóris pra massagear e comecei a enfiar um dedo e depois outro, nessa hora parei pra tirar a calcinha fio dental dela, quando ela ficou peladinha, pude ver que a buceta dela era quase lisa, os poucos pelinhos que tinha eram bem fininhos, adoro assim ou depilada, me enlouquece ver aquela rachinha e ainda mais se estiver toda melada de fluidos. Foi aí que, enquanto ela estava deitada, encostei a pica na boca dela e ela começou a chupar, descobriu a cabeça e ficava rodeando com a língua, eu metia e tirava da boca dela. Num momento tirei e desci pra fazer o mesmo, pra ver de frente aquela buceta, meti a língua e sentia o cheiro dos fluidos dela, isso me deixava mais louco ainda, entre aqueles lábios gordinhos se escondia um clitóris pequenininho e uns lábios delicados, voltei a meter dois dedos, enquanto ouvia os gemidos dela, não esperei mais, me coloquei entre as pernas dela e esfregava a pica na buceta dela, tava tão molhada e quente que não aguentei e penetrei, devagarzinho, a buceta dela é bem apertadinha e como fazia tempo que não transava, no começo reclamou um pouco mas logo encontramos o ritmo e meti até o fundo. Comecei a bombar, sentia como aqueles lábios me abraçavam, ardendo, a cada tantas estocadas, tirava a pica e pressionava o clitóris, aí de repente enfiava de uma vez, arrancando suspiros primeiro e gemidos depois. Num momento fiz ela apoiar as panturrilhas nos meus ombros e me inclinei pra chegar mais fundo, depois de um tempo, a Marina pega as coxas dela e leva os joelhos pra frente, me deixando com uma visão indescritível, aquela buceta gordinha impressionante, com os lábios abertos um buraquinho que foi se abrindo e mais embaixo um cuzinho fechado rodeado por aquele par de bundas soberano que me enlouquecia. Comi ela um tempo assim e depois me deu na telha que queria comer ela de conchinha, ela não negava nada, foi aí que me coloquei atrás dela, separei as nádegas e comecei a meter enquanto massageava os peitos e beliscava de leve os mamilos. Levantei uma perna dela e fiquei olhando como eu tava comendo ela pelo espelho na parede, como aqueles lábios se separavam com minha pica, e a carinha dela de prazer. Num instante a respiração dela começou a falhar e ela gemia baixinho de olhos fechados, tinha gozado. Aí não aguentei mais, queria enfiar o mais fundo possível e gozar dentro dela. Virei ela de bruços e coloquei um dos travesseiros debaixo da barriga dela, isso fez a bunda dela ficar bem empinada e me oferecer a buceta bem aberta. Não consigo descrever como minha prima me deixava com tesão, que mulher, nunca pensei que a gente fosse se reencontrar assim. Enfiei com violência e arranquei um gritinho dela que terminou num gemido bem forte, mas não parei, continuei bombando com força, queria encher ela de porra, mostrar o quanto ela me excita, gastar toda minha energia. Minha cabeça explodia de tesão, perdi a conta do tempo que fiquei assim, mas chegou uma hora que senti os canais se dilatarem, um líquido quente abrindo caminho e eu não conseguia segurar, minhas mãos estavam crispadas segurando o quadril dela, e foi assim que senti como se explodisse dentro dela, enchendo a buraquinha dela. Não faço ideia de quanto saiu, mas posso dizer que Marina começou a gemer junto comigo, ela tava gozando de novo. Depois de uns minutos pra nos recuperar, fomos pro banheiro e tomamos um banho de jacuzzi, lá nos lavamos um ao outro e nos masturbamos mutuamente. Eu tava morto, mas minha pica não desistia e subia de novo, embora não com a mesma energia de antes. A gente transou de novo lá, mas os dois já bem mais cansados. Saímos do motel, deixei ela em casa e fui pra minha. Quando cheguei, minha namorada ainda não tinha voltado. Deitei e rezei pra que quando ela chegasse não quisesse sexo, porque a verdade é que minha pica tava assada de tanto uso. E é isso, foi assim o reencontro de família. Hoje em dia a Marina tem namorado, mas a gente guarda em segredo. Nosso é segredo e de vez em quando, quando dá, a gente se encontra e faz todas as putarias que não rolam em casa, porque somos primos, temos confiança e, no fim das contas, família é família kkkk.
🙎♂️ 🙎♂️ 🤤 🤤
Quando a vi, fiquei impactado e automaticamente atraído. Da última vez que tinha falado com ela, não a via com os mesmos olhos de agora. Ela tá toda uma mulher, tem 24 anos, cabelo liso castanho, olhos verdes, altura média. Carrega a marca das mulheres da minha família: é magrinha, peitos médios, cinturinha e bem bunduda. Na hora comecei a sentir uma ereção crescendo. Nos abraçamos com vontade pelo tempo que passamos sem nos ver e trocamos uns beijos na bochecha. Certeza que ela sentiu meu pau contra a perna dela, porque fiz questão de encostar o suficiente no abraço.
Conversamos a noite toda. Descobri que ela tinha terminado o relacionamento com o namorado fazia pouco tempo, e por isso quase todo mundo na família insistia em apresentar candidatos novos. Ela me confessou que tava cansada disso, mas também confessou que sentia muita falta de sexo. Tudo isso depois de ambos terem tomado vários uísques. Passada a meia-noite, a reunião tava chegando ao fim. Quando todo mundo se despedindo, falei que tava de carro e perguntei se ela queria uma carona, e ela aceitou na hora.
Saímos e, quando já estávamos a algumas quadras, a Marina me propõe ir a um pub pra continuar conversando e beber mais alguma coisa. Por sorte, minha namorada não tinha ido comigo porque tava saindo com as amigas. Fomos pra uma balada de rock, conseguimos um sofá num canto e pedimos mais uns drinks. Levei a conversa pro assunto que mais me interessava: a seca de sexo que ela tava passando. Eu não parava de sentir o meu pau pulsando de excitação. Ela tava super desinibida, tanto pelo álcool quanto porque somos primos, mas também porque dava pra ver que ela queria falar. E foi assim que a coisa começou a esquentar. Estávamos juntos no sofá, eu tinha passado o braço pelos ombros dela e ficava brincando com o cabelo dela. cabelo amigavelmente, então puxei ela pra perto de mim e beijei ela, senti os lábios dela que são bem carnudos e a língua dela, ela me abraçou e cruzou a perna dela sobre a minha, roçando mais no meu pau, ficamos nos beijando por um tempo, eu acariciava as costas dela e beijava e passava a língua pelo pescoço. Pedi a conta e sugeri ir pra um hotel, ela me olhou com uma carinha cúmplice e sorriu, dizendo que eu tinha adivinhado o pensamento dela.
Chegamos no estacionamento do hotel e continuamos nos beijando enquanto íamos pro quarto, comecei a despir ela sem parar de nos beijar, enquanto chutava os sapatos pra longe, levantei a blusa dela e ela terminou de tirar. Ela tava com um sutiã preto, soltei ele e me revelou um par de peitos bem empinados e com mamilos pequenos bem durinhos, ela fingiu que ia cobrir eles, claro que eu impedi e na hora me agarrei pra chupar eles e beijar esses botões divinos com toda a vontade e ansiedade, caímos na cama, coloquei ela por cima de mim e continuei brincando com os peitos dela enquanto ela se apoiava na minha bunda. Num momento, desabotoei a calça jeans dela e comecei a puxar a calcinha fio dental que aparecia na cintura da calça pra passar a massagear aquela bunda que tanto me chamou a atenção.
Coloquei ela de lado e ela começou a tirar a calça, tentei ajudar ela a se despir, e enquanto ela levantava as pernas eu ficava extasiado olhando aquela bunda linda, minhas mãos tremiam de emoção e do tesão que me dava pensar que ia comer minha prima. Por fim, ela ficou só com a calcinha fio dental preta; me despi o mais rápido que pude e me joguei do lado dela, na hora ela pegou no meu pau e começou a acariciar e bater uma pra mim, eu por minha vez comecei a massagear a buceta dela por cima da calcinha, enfiei dois dedos por baixo do tecido e encontrei uns lábios gordinhos. Separei eles e estavam bem molhados, meus dedos ficaram escorregadios, procurei o clitóris pra massagear e comecei a enfiar um dedo e depois outro, nessa hora parei pra tirar a calcinha fio dental dela, quando ela ficou peladinha, pude ver que a buceta dela era quase lisa, os poucos pelinhos que tinha eram bem fininhos, adoro assim ou depilada, me enlouquece ver aquela rachinha e ainda mais se estiver toda melada de fluidos. Foi aí que, enquanto ela estava deitada, encostei a pica na boca dela e ela começou a chupar, descobriu a cabeça e ficava rodeando com a língua, eu metia e tirava da boca dela. Num momento tirei e desci pra fazer o mesmo, pra ver de frente aquela buceta, meti a língua e sentia o cheiro dos fluidos dela, isso me deixava mais louco ainda, entre aqueles lábios gordinhos se escondia um clitóris pequenininho e uns lábios delicados, voltei a meter dois dedos, enquanto ouvia os gemidos dela, não esperei mais, me coloquei entre as pernas dela e esfregava a pica na buceta dela, tava tão molhada e quente que não aguentei e penetrei, devagarzinho, a buceta dela é bem apertadinha e como fazia tempo que não transava, no começo reclamou um pouco mas logo encontramos o ritmo e meti até o fundo. Comecei a bombar, sentia como aqueles lábios me abraçavam, ardendo, a cada tantas estocadas, tirava a pica e pressionava o clitóris, aí de repente enfiava de uma vez, arrancando suspiros primeiro e gemidos depois. Num momento fiz ela apoiar as panturrilhas nos meus ombros e me inclinei pra chegar mais fundo, depois de um tempo, a Marina pega as coxas dela e leva os joelhos pra frente, me deixando com uma visão indescritível, aquela buceta gordinha impressionante, com os lábios abertos um buraquinho que foi se abrindo e mais embaixo um cuzinho fechado rodeado por aquele par de bundas soberano que me enlouquecia. Comi ela um tempo assim e depois me deu na telha que queria comer ela de conchinha, ela não negava nada, foi aí que me coloquei atrás dela, separei as nádegas e comecei a meter enquanto massageava os peitos e beliscava de leve os mamilos. Levantei uma perna dela e fiquei olhando como eu tava comendo ela pelo espelho na parede, como aqueles lábios se separavam com minha pica, e a carinha dela de prazer. Num instante a respiração dela começou a falhar e ela gemia baixinho de olhos fechados, tinha gozado. Aí não aguentei mais, queria enfiar o mais fundo possível e gozar dentro dela. Virei ela de bruços e coloquei um dos travesseiros debaixo da barriga dela, isso fez a bunda dela ficar bem empinada e me oferecer a buceta bem aberta. Não consigo descrever como minha prima me deixava com tesão, que mulher, nunca pensei que a gente fosse se reencontrar assim. Enfiei com violência e arranquei um gritinho dela que terminou num gemido bem forte, mas não parei, continuei bombando com força, queria encher ela de porra, mostrar o quanto ela me excita, gastar toda minha energia. Minha cabeça explodia de tesão, perdi a conta do tempo que fiquei assim, mas chegou uma hora que senti os canais se dilatarem, um líquido quente abrindo caminho e eu não conseguia segurar, minhas mãos estavam crispadas segurando o quadril dela, e foi assim que senti como se explodisse dentro dela, enchendo a buraquinha dela. Não faço ideia de quanto saiu, mas posso dizer que Marina começou a gemer junto comigo, ela tava gozando de novo. Depois de uns minutos pra nos recuperar, fomos pro banheiro e tomamos um banho de jacuzzi, lá nos lavamos um ao outro e nos masturbamos mutuamente. Eu tava morto, mas minha pica não desistia e subia de novo, embora não com a mesma energia de antes. A gente transou de novo lá, mas os dois já bem mais cansados. Saímos do motel, deixei ela em casa e fui pra minha. Quando cheguei, minha namorada ainda não tinha voltado. Deitei e rezei pra que quando ela chegasse não quisesse sexo, porque a verdade é que minha pica tava assada de tanto uso. E é isso, foi assim o reencontro de família. Hoje em dia a Marina tem namorado, mas a gente guarda em segredo. Nosso é segredo e de vez em quando, quando dá, a gente se encontra e faz todas as putarias que não rolam em casa, porque somos primos, temos confiança e, no fim das contas, família é família kkkk.
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5 comentários - encontro quente