Mr.Owl - Tarde de Compras

Mr.Owl - Tarde de Compras



publico



forcado


TARDE DE SHOPPING
por Mr. OwlSou a Laura e essa é a história.

Na época de Natal, os shoppings geralmente estão lotados de gente tentando comprar os presentes a tempo. Eu adoro passear por esses lugares com minhas amigas Paula e Daniela, pra ver os possíveis mimos ou algum carinha que apareça no caminho. Normalmente a gente compra um milkshake, senta nas mesinhas da praça de alimentação e fica horas conversando sobre as experiências com nossos ex-namorados.

Eu, particularmente, já tava há um tempinho sem namorado por causa do trampo.

Dessa vez tava cheio pra caramba, mais do que o normal. Tinha verdadeiros rios de gente se espremendo pra conseguir seus produtos. A gente decidiu dar uma volta pra ver as ofertas da temporada.

Enquanto a gente caminhava, minhas amigas falaram que quando as lojas ficam assim lotadas, é hora de aproveitar. Eu não fazia ideia do que elas tavam falando, muito menos do que estavam planejando.

A gente entrou numa loja de presentes bem bonitinha, e de repente eu perdi elas de vista no meio da multidão. Resolvi esperar na porta até elas terminarem as "compras". De repente, elas saíram voando, me puxaram pelo braço e fomos direto pro banheiro.

Eu não entendia a pressa toda, elas riam pra caramba, se olhando uma pra outra, e eu sem a menor ideia do que tava rolando. Fiquei chocada quando elas confessaram que tinham roubado algo da loja, aproveitando que a segurança não é lá essas coisas nessa época. O butim que elas conseguiram ainda tava guardado no lugar onde esconderam: dentro da calcinha delas.

Não acreditei, porque não sabia que elas tinham esse costume, e por um momento pensei em dedurar elas, mas elas me convenceram a não fazer isso, porque tinham trazido algo pra mim.

Eram umas pulseirinhas muito lindas, mas elas só iam me dar depois que a gente saísse do shopping. O caminho todo até a saída, o "butim" ficou dentro da calcinha da minha amiga. Na hora de sair, me senti muito aliviada, porque achei que iam nos pegar e meter a gente na cadeia. Paula entregou as pulseiras pra gente e, com um pouco de culpa, aceitei.

Passaram uns dias, voltamos pra praça pra ver um filme e de quebra dar uma volta nas lojas. Já sabia qual era a intenção das minhas amigas, mas dessa vez elas disseram que era minha vez de tentar levar algo. Obviamente, recusei, porque tinha certeza de que iam me pegar, mas elas são muito persuasivas.

Acabamos de ver o filme e nos preparamos pra entrar numa loja de roupas. Eu tava muito nervosa, porque nunca tinha feito algo desse tipo.

Enquanto a Daniela distraía o gerente, eu e a Paula nos esgueiramos até as prateleiras de roupa. Cuidando pra o outro cara não nos ver, porque de vez em quando ele saía do escritório pra dar uma olhada. Paula, com uma naturalidade assustadora, escondeu um biquíni e uma camiseta dentro da calça. Eu continuei indecisa e não consegui fazer nada, então ela me pegou pelo cinto e enfiou uma das calcinhas do mostruário dentro da minha roupa íntima. E olha que eu nem uso calcinha fio dental.

Uns minutos depois, a gente se preparava pra sair sem pagar um centavo.

A Daniela parou de conversar com o funcionário e se juntou à retirada. Minha cabeça não parava de me culpar pelo que fiz, porque com certeza, quando percebessem que tava faltando coisa, iam cobrar do senhor que tava de gerente no lugar.

Mas isso não ia acontecer, porque o outro gerente tava parado na saída, esperando a gente. Ele mandou a gente entrar no escritório dele enquanto chamava a segurança.

Eu tava muito assustada e minha mente não parava de repetir: "Sabia que isso ia acontecer."

Minhas amigas pareciam que já tinham feito isso antes, porque apesar do que tava rolando, estavam tranquilas. A Daniela falou pra mim:
- Não se preocupa, a gente sabe como sair dessa.
Estranhamente, isso me acalmou, mesmo sem saber o que viria pela frente.

O cara da loja voltou bem alterado, dizendo pra gente que não tava nem aí que a gente era mulher, que a gente ia pagar pelo que tinha feito. E que não ia se livrar dessa situação tão fácil.

De repente, a Paula levantou e falou pra ele:
- Não precisa ficar louco por causa desse incidente, que tal a gente chegar num acordo?
- Vocês não vão me fazer mudar de ideia, não deviam ter roubado a gente – respondeu o encarregado, bem alterado.
- Calma, que tal a gente fazer um negócio? Qual de nós você acha mais gostosa? – disse a Paula.
Eu não podia acreditar no que ele tava dizendo, tava nos oferecendo pra pagar pelo nosso erro. O gerente ficou mudo e nos encarou por um tempão. O silêncio era super desconfortável.

Antes de falar qualquer coisa, ele saiu do escritório e nos deixou trancadas lá. Enquanto a gente tava sozinha, eu não parava de gritar que por culpa delas eu tava metida nessa merda, que tudo era culpa delas. Elas pediam pra eu me acalmar, que ia dar tudo certo.

Depois de uns cinco minutos, a gente ouviu as portas da loja sendo fechadas. De repente, os dois caras da loja entraram no escritório, trancaram a porta e mandaram a gente sentar. Os dois nos encaravam fundo.

Do nada, eles pediram pra gente fazer algo, que se não quiséssemos ser denunciadas, a gente tinha que fazer o que eles mandassem. E o primeiro pedido foi que a gente se tocasse na frente deles, que não fosse tímidas, que podíamos nos tocar entre a gente. A Paula chegou perto de mim e começou a passar a mão na minha bunda, deixando tudo estranho pra caralho. A Daniela encostou os peitos nos meus, enquanto acariciava alguma parte da Paula. A gente perguntou se aquilo já bastava pra quitar a dívida. "É só o começo", eles responderam.

Eles curtiam o show, enquanto batiam uma pra se excitar. O segundo pedido foi que a gente tirasse a roupa, ficando só de calcinha e sutiã. A gente queria recusar, mas eles tinham vantagem, porque a gente tinha cometido um crime, e a Paula já tinha dado uma espécie de "permissão" quando tentou negociar.

Com muita vergonha, a gente ficou só de lingerie. Os dois não conseguiam tirar o sorriso da cara, tavam adorando aquele momento. O cara mais alto mandou a Paula ir com ele, enquanto o outro me pegou pela cintura e me abraçou por trás, colocando as mãos nos meus peitos.

Ele apertava com força, enquanto pedia pra Dani tirar toda a roupa pra eles poderem pensar no que iam fazer com ela. iam fazer. Meu corpo estava sendo atacado por esse cara, que à primeira vista parecia uma boa pessoa, além de ser bonito, mas era um pervertido completo. Ele me levou até o sofazinho que estava na frente do depósito onde estávamos sentadas, sentou, tirou o pau dele, que era bem grande, e pediu pra eu chupar.

Eu recusei, mas o pinto dele empurrava forte na minha boca, chegando a ir até o fundo. Me sentia muito suja por fazer essas coisas, e minhas amigas estavam passando pelo mesmo sufoco, porque o outro cara estava apalpando as duas ao mesmo tempo. A Paula tava fazendo boquete nele, enquanto a Dani, já pelada, colocava a bunda na cara dele.

Enquanto eu chupava o maior pau que já tinha visto na vida, ele tentava tirar meu sutiã. Com o impulso que ele dava pra alcançar o fecho do meu sutiã, enfiava o pintozão até minha garganta, eu sentia que tava me afogando e tive que tirar ele da minha boca. Ele pedia pra eu continuar, mas eu já não queria mais e falei que com aquilo eu já pagava o que tinha feito. Ele respondeu que isso era só uma parte do que a gente tinha roubado e que, se não quiséssemos que tudo acabasse mal, eu tinha que continuar.

Sem outra opção, me ajoelhei e continuei com o que tava fazendo, enquanto ele sorria satisfeito.

De repente, ouvi um gritinho da Dani, porque o outro cara estava metendo o pau dele, que também era enorme, nela. Quando vi aquilo, rezei pra que ele não tivesse a ideia de tentar transar comigo, porque com certeza ia me partir no meio com aquele pausão. Mas por enquanto ele não parecia ter planos pra isso, já que tava curtindo o que ela tava fazendo.

Mas era questão de tempo até ele ter vontade de enfiar o pau em mim, e isso não ia ser nada agradável, porque sem exagero, era muito grande, com certeza não ia caber e ia me machucar pra caralho.

Minhas duas amigas estavam se divertindo, porque os gemidos entregavam elas, enquanto eu continuava meio assustada com o que podia acontecer. A partir daí, parei de prestar atenção nelas e me Me concentrei mais em mim. Ele mandou eu levantar, me pegou pela cintura e me virou. Rapidinho tirou minha calcinha, massageando minha bunda desesperadamente. Eu sentia os dedos dele explorando cada canto da minha pele. Os dedos dele brincavam com minha buceta e meu cu. De repente, ele me inclina um pouco e enfia a língua. Foi uma sensação muito estranha, porque era gostoso pra caralho, mas ao mesmo tempo me senti violada.

Mas isso era só pra deixar meu corpo pronto pra receber o pauzão dele. Com minha buceta molhada e o membro dele duro, o inevitável tava chegando. Devagarzinho, eu me encaminhava pro tronco dele, minha buceta sentia o calor que o pau dele emanava. Tava nervosa, mesmo já tendo transado algumas vezes, mas nunca com um cara desconhecido armado com um membro daquele tamanho.

Meus lábios iam se abrindo conforme a virilidade dele entrava, só de colocar a cabeça do pau já foi um puta esforço me segurar pra não gritar. Ele usava toda a força dele pra enfiar tudo de uma vez, mas eu tentava com meus pés que fosse o mais devagar possível pra não me machucar.

Parecia que tinha chegado no fundo, mas ainda faltava um pedaço, dava pra sentir minha buceta se esticando pra receber um intruso tão grande. Ele apertava meus mamilos pra tentar aliviar a pressão e concentrar meu prazer em outra área. Mas a dor tava presente em cada estocada que ele dava. Aos poucos, a dor se misturava com o prazer que eu sentia, não acreditava que tudo isso ia virar um roubo. E, mesmo com vergonha de admitir, eu já precisava de um momento assim.

O desconforto na minha buceta não sumia, mas o êxtase de ter aquele pedaço dentro de mim disfarçava tudo.

Quase sem perceber, já tinha o membro inteiro dentro, nunca pensei que fosse caber tudo, mas cabia. As bombadas aceleravam, meu corpo não aguentava mais, queria explodir num orgasmo poderoso. As bolas dele batiam na minha bunda, enquanto minhas entranhas sentiam o pau dele abrindo caminho lá dentro.

Cada vez ficava mais Tava uma puta quentura e nós dois prestes a explodir. Sem tirar de dentro, ele me ajeitou no chão, apoiada nas mãos e nos joelhos, me segurou pela cintura, senti ele puxar o pau pra fora, provavelmente pra esporrar tudo nas minhas costas. Mas eu tava enganada, ele colocou a ponta no meu cu, ignorou meu protesto e me deu uns tapas fortes na bunda, me fazendo sentir uma verdadeira puta. Por causa dos orgasmos fodidos que ele tava me dando, não consegui reclamar do que ele tava fazendo. Uma parte do pau dele tava dentro do meu rabo e dava pra sentir toda aquela porra quente se alojando no meu cu.

Quando me levantei, dava pra sentir uma quantidade enorme de leite dentro de mim. Queria cuspir tudo pra fora, mas tava com muita vergonha de fazer isso, ele colocou minha calcinha e enquanto me vestia, continuava me apalpando. Tava pronta pra ir embora, minhas amigas não pareciam querer sair, tavam muito entretidas, então fui embora sozinha. Sem falar uma palavra, saí da loja e fui pra casa com o cu cheio do sêmen dele.

Nunca mais pisei naquele shopping, por motivos óbvios.DESFECHOAutor:Sr. CorujaGênero:Não consentido, Forçado, PúblicoPorcentagem:20%


nao consentido


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2 comentários - Mr.Owl - Tarde de Compras

estubo bueno, pero me gustaban mas los primeros que posteabas... decaiste amigo
Excitantemente retorcido!!! +10
me gusta leer tus relatos e imaginarme esa escena en mi cabeza