Quando minha mãe, que era filha única até aquele momento, meus avós organizaram uma grande festa em homenagem a ela e também para avisar todos os parentes que, depois de muitos anos, minha avó tinha engravidado de novo, o que causou um baita rebuliço entre todos os presentes, porque ninguém esperava uma notícia dessas. - Foi assim que nasceu meu tio Roque quando minha mãe já tinha quinze anos; considerando que minha mãe casou aos vinte e eu nasci no ano seguinte, meu tio tinha só cinco ou seis anos de diferença de idade comigo; Roque... foi criado rodeado de mimos e tratado com muita doçura, mas minha avó o dedicou completamente às igrejas, e muitos chegavam a pensar que quando crescesse ele ia se ordenar padre. - Por isso, foi outro baque para a família quando um dia anunciaram que ia rolar uma reunião onde Roque apresentaria a namorada dele para a família. - Uma curiosidade danada entre todo mundo esperando o momento da apresentação; naquela época, Roque tinha 26 anos, enquanto eu tinha 20 e a garota que ele apresentou tinha só 21, ou seja, praticamente a mesma idade de quem poderia vir a ser minha tia por afinidade; ela se chamava Mari, era uma mulher gostosa pra caralho, com umas tetas enormes, tamanho 100, as pernas dela eram longas e bem torneadas, enquanto a bunda dela se destacava com as calças bem justas que ela usava naquele dia; tudo ia muito bem, mas algo me dizia que Mari escondia alguma coisa, porque eu achava que ela tinha uma cara de puta apesar da beleza dela, mas eu me calei e aquilo foi só um pensamento meu. - Quando ela me conheceu, me deu um beijo bem perto dos lábios, disse que estava encantada de ter um sobrinho tão grande quanto ela e que esperava que a gente se tornasse muito amigo, eu respondi confirmando as palavras dela e naquela hora ela aproveitou e me pediu para tirá-la para dançar; claro que não precisei ouvir duas vezes, peguei ela nos braços e dançamos várias músicas, sendo as duas últimas umas lentinhas. que ela usou pra se agarrar bem em mim, fazendo eu sentir os peitos dela no meu peito enquanto eu me cuidava pra não encostar minha pica, que já tava começando a endurecer, mas eu mantive distância por respeito ao meu tio Roque. - A relação entre eles seguiu em frente e em poucos meses anunciaram o casamento; os pais do Roque, ou seja, meus avós, organizaram uma festa enorme pra agradar o caçula da família. - Quando as danças começaram, depois dos noivos dançaram todos os parentes mais próximos, mas eu não me aproximava pra dançar, até que a Mari notou minha presença e exigiu que a gente tinha que dançar; por sorte era música leve e assim a gente dançou sem problema nenhum. - Durante aquela dança, ela me disse que quando começasse o baile formal, eu tinha que ir tirar ela porque não queria que a festa terminasse sem ela ter a sorte de me ter nos braços dela, o que foi confirmando minhas suspeitas do começo de que ela tinha uma certa cara de puta. - Quando os agrados terminaram e o baile formal começou, eu me apressei em ir tirar ela porque nas festas sempre se dança primeiro música pra dançar solto e assim eu evitava problemas, mas ela me disse que não tinha problema nenhum em dançar essas músicas soltas, mas que quando começasse a música suave, se eu não fosse buscar ela, ela viria me buscar. - Dançamos essas músicas e eu me retirei e fui dançar com minha namorada Ester, com quem eu tava namorando há vários meses e, claro, já fazia um tempão que a gente transava, então eu me considerava satisfeito sexualmente, já que a Ester era uma garota linda e muito fogosa, adorava comer e ser comida. - Continuei conversando e dançando com a Ester e quando a música romântica começou, eu fingi que não tinha ouvido o que a Mari tinha me dito e continuei dançando com a Ester; mas na segunda música, a Mari veio e pediu permissão pra Ester pra dançar com o sobrinho dela, e não teve jeito, tive que aceitar; eu Peguei ela pela cintura e começamos a dançar.
Mari foi se apertando cada vez mais até que não consegui disfarçar minha ereção e encostei ela na barriguinha dela; ela então, com um sorriso de triunfo, continuou dançando com meu volume encostado nela; depois de várias músicas, me soltou porque não podia continuar mostrando tanta afinidade comigo.
Assim os acontecimentos foram se desenrolando;
Roque tinha na época 27 anos, enquanto Mari e eu tínhamos por volta dos 23: ela costumava me chamar na casa dela pra pedir algum favor, que eu prontamente atendia; arrumar uma estante, uma tomada do ferro de passar ou qualquer outra bobagem, como se Roque fosse um completo inútil; claro que cada chamada dessas vinha acompanhada de insinuações da parte dela, que eu sempre tentava evitar, sempre como disse antes por respeito ao tio Roque.
Às vezes ela me chamava e quando eu chegava, estava só de roupão, que ela abria de propósito mostrando os peitos, e eu tinha que fazer um esforço danado pra não cair na armadilha que ela estava montando; outras vezes mostrava as pernas lindas dela e eu sempre escapava: pra isso, toda vez que Mari me chamava, eu me encontrava com a Ester e dava umas boas gozadas, o que me deixava mais tranquilo pra encarar ela.
Até que um dia meu tio Roque me chama, dizendo que queria falar comigo; com meu tio a gente sempre teve uma relação perfeita, sempre com o respeito que um tio merece, mas essa chamada dele me deixou muito intrigado porque ele nunca tinha me chamado pra conversar; mesmo assim, naquela tarde fui pra casa dele quando sabia que ele tinha chegado e, ao me ver, ele disse pra irmos ao bar da esquina porque a conversa tinha que ser só entre nós dois, já que ninguém mais podia saber; fiquei ainda mais intrigado e quando chegamos no bar pergunto qual é o assunto tão importante que ele tinha que me contar e ele diz que precisava me pedir um favor, mas que tinha muita vergonha; lembro ele que comigo pode falar o que for. precisei que sempre ia ter meu respeito
fosse o que fosse que me contasse; então se decidiu e me disse
que tinha que me pedir por favor que eu comesse a senhora, porque ela tá
desesperada pra transar comigo e que prefere que seja eu quem tire
os desejos da Mari e não um desconhecido qualquer.
Espantado, pergunto a que se deve essa
decisão e ele me conta que várias vezes durante os sonhos dela, Mari
pronuncia meu nome; durante o dia ele pergunta por que e ela
responde que tá muito afim de mim, que quando me nomeia tá
sonhando que eu tô comendo ela; também pede desculpas porque é
algo maior que ela, já que isso acontece nos sonhos e que
gostaria muito de realizar; Roque diz que vai falar
comigo, mas a esposa dele se opõe, já que quer que, se isso rolar, seja por
vontade minha e não forçado pelas circunstâncias. Pergunto se ele tem
certeza do que tá me pedindo e ele insiste de novo, dizendo que
prefere que os chifres dele sejam feitos por mim e não por um
qualquer. Digo que não garanto, mas que vou tentar fazer o
melhor pra que a felicidade conjugal deles continue completa.
Uns dias depois, Mari me chama de novo pra
dizer que eu passe na casa porque tem uma notícia bombástica pra me dar;
intrigado de novo, vou pra casa e Mari me recebe com uma saia
linda e uma blusa bem decotada, me dando um beijo na boca, me
faz sentar enquanto ela faz umas coisas na cozinha; num dado
momento, ela se abaixa pra pegar algo de um armário, mas não dobra os
joelhos, então a saia sobe e me mostra a bunda linda dela, já que
não tinha colocado calcinha; daí, assim, ela me pergunta se eu gosto do que
vejo, e eu, já com o pau bem duro e com vontade de entrar em
ação, digo que é lindo. Ela se levanta de vez e me diz que me
chamou pra dar a notícia de que, finalmente, Roque tinha engravidado ela e
que ela gostaria que eu conhecesse deixando o filho dela na barriga;
a putaria do momento e o que meu tio Roque falou me fazem afrouxar e
falo pra irmos pro quarto dela pra foder. – Ela me diz que falta pouco
pra chegar o Roque, mas se eu quiser a gente vai pra um hotel já que podemos
ir com o carro dela e deixar um bilhete pro Roque, que não teria
problema. – Eu já tava muito tarado e aceito tudo,
então ela me pede pra esperar uns minutos que já já a gente
vai. – Fico muito nervoso esperando e quando vejo ela aparecer
quase tenho um infarto; com a cabeleira preta, ela se vestiu
completamente de vermelho fazendo um contraste com a cor do cabelo
sinceramente lindo. –
Depois de me dar um beijo, pega um papel e nele
escreve com letras bem visíveis: MEU AMOR, SÃO SETE DA NOITE,
CALCULO QUE EM POUCO MAIS DE DUAS HORAS VOLTO, TE AMO MUITO, e deixa
em cima da mesa da cozinha pro Roque ver quando chegar em casa. –
Vamos até onde tá o carro dela, me faz subir e
atrás de mim sobe ela, sem se cuidar nada pra ao subir me
mostrar as pernas e também posso ver a calcinha dela, enquanto dirige começa
a subir a minissaia e o espetáculo que me deixa ver é cada
vez mais gostoso; começo a acariciar as pernas dela e logo ela solta
um suspiro de satisfação, me dizendo que finalmente tinha conseguido
que minhas mãos a acariciassem; assim chegamos no hotel onde ela pelo
telefone já tinha feito a reserva. – Entramos no
quarto, ela joga os braços no meu pescoço e a gente se enrosca num lindo beijo
apaixonado onde se misturam nossas línguas e nossas salivas,
enquanto meu pau não aguenta mais e se remexe dentro da
calça, já me causando desconforto; Mari tira a minissaia e a blusa
ficando agora com meia, calcinha e sutiã tudo vermelho
fogo; assim ela se deita na cama e fecha os olhos, me pedindo
pra olhar pra ela e dizer o que acho dela; A primeira coisa que me vem seria dizer que aquela senhora é bem puta, mas me seguro e digo que ela está linda e muito melhor do que eu imaginava.
Ela sorri, lisonjeada pelas minhas palavras, então eu me desnudo completamente e começo a tirar a calcinha dela, deixando a pussy dela no ar, e logo percebo que ela raspou os poucos pelos que a enfeitam, da mesma cor do cabelo dela, criando um contraste magnífico.
Ela abre os olhos, me vê pelado e se derrete em elogios ao meu pau, dizendo que finalmente vai ter ele dentro dela, que há muito tempo está desejando isso. Sem me abalar, continuo meu trabalho, tirando agora o sutiã dela, liberando aquelas duas belezas magníficas que são os peitos dela; digo que vou colocar uma camisinha, mas ela logo me diz que o filho que carrega no ventre quer me conhecer sem nada me cobrindo e que, por isso, deseja que eu coma ela sem camisinha; ela abre as pernas e me convida a penetrá-la, mas antes faço uma parada nos peitos dela e começo a chupá-los com vontade, até que os mamões dela ficam duros como pedra. Quando consigo isso, me posiciono em cima dela e, sem muita cerimônia, faço meu pau se introduzir nesse cofre magnífico, e ela consegue dizer que é um pau lindo e que está preenchendo ela completamente; lisonjeado pelo comentário, começo a me mexer com gosto dentro dela, entrando e saindo, e ela me acompanhava nos movimentos: muito rápido percebi que ela mudava os movimentos e, agradecendo, me avisou que já estava tendo o primeiro orgasmo dela, mas que eu não tirasse de dentro; continuei bombando por mais um tempo até sentir que gozava e avisei ela, ela disse para gozar dentro e ficar sem sair daquele lugar tão prazeroso; eu fiquei paradinho dentro e meu pau não chegou a murchar, tomando forma de novo; quando percebi que já estava pronto de novo, mandei ela colocar os pés nos meus ombros e assim a bunda dela ficou à minha disposição; sem mais. preâmbulo, enfiei no cu dela enquanto ela recebia com um sorriso lindo; ela se sentiu bem penetrada e começou a se mexer de um jeito enlouquecedor, mas mostrando ser multi-orgásmica, teve outro orgasmo, dessa vez com meu pau bem enfiado no cu dela; depois de um tempo de mete-saca, eu também gozei, dessa vez dentro do cu dela, enchendo ela de porra de novo; fiquei mais um pouco dentro dela, até que ela começou a descer, aí tirei e dos dois buracos dela começou a jorrar meu sêmen, escorrendo pelas pernas dela e molhando também os lençóis.-
Com o sorriso estampado na cara, fomos tomar banho juntos, comentando os detalhes da nossa trepada; ela dizia que achava que nunca conseguiria, e eu falei que tinha ficado por respeito ao meu tio Roque; ela disse que achava que eu não tinha faltado com respeito, mas sim ajudado na felicidade dele.-
Terminamos de tomar banho e ainda tínhamos tempo pra mais uma brincadeira; deitamos um pouco, e já na confiança, perguntei se ela não queria chupar meu pau; ela disse que estava morrendo de vontade de eu pedir, porque ela adora chupar pica, mas o Roque não gostava de sexo oral de jeito nenhum; vendo como a coisa tava, sugeri um 69 e ela aceitou feliz que nem criança com brinquedo novo; assim, nos enroscamos num 69 magnífico; a Mari engolia meu pau inteiro enquanto eu chupava a buceta dela e enfiava a língua o mais fundo que podia; dessa vez gozamos os dois quase juntos; a Mari engoliu toda a porra que ainda tinha nas minhas bolas, enquanto minha boca se encheu dos fluidos gostosos dela; ficamos realmente cansados porque tínhamos gozado três vezes cada um em duas horas, e apesar da nossa juventude, esse esforço pesa.-
Tomamos banho de novo, nos vestimos e ela me deixou de carro em casa, prometendo me ligar em breve; eu achei que ela tinha ficado satisfeita, mas não foi assim e na semana Depois disso, ela me ligou de novo.
Eu, por minha vez, fui visitar o tio Roque no trabalho
e contei tudo o que tinha acontecido: ele me disse que já tinha
percebido que algo tinha rolado, porque a Mari tinha mudado muito o jeito
dela e agora estava mais carinhosa com ele; perguntei como devia
me comportar daqui pra frente e o Roque me disse pra fazer o favor
de sempre atender a Mari quando ela me ligasse e de comer ela
todas as vezes que ela pedisse, e que não tivesse problema se ela quisesse
fazer na minha casa, porque ele já estaria avisado.
Quando chegou nos três meses de gravidez, a
Mari já começava a mostrar a barriguinha e o ultrassom mostrou que
era um menino, pra quem eles já escolheram o nome na hora;
ia se chamar Raúl, igual a mim, ou seja, eu seria Raúl e o neném seria
Raulito.
Muitas vezes a Mari me ligava e quando eu chegava na
casa dela, ela dizia que o Raulito estava com saudades de mim, dito isso,
eu dava umas boas gozadas nela; enquanto isso, às vezes eu dizia que o Raulito queria
ficar de costas; aí eu comia ela pelo cu, os dois gozando
como dois apaixonados; quando o Raulito não tava a fim de conhecer o
primo, aí a gente fazia uns 69 de cinema, porque os dois adoravam.
Mas as situações estranhas não dá pra disfarçar por muito tempo,
até que descobriram que o Roque sabia dos nossos encontros com a Mari;
ela ficou muito preocupada porque tinha medo que o Roque ficasse bravo, mas
depois que ele entendeu mais ou menos as coisas, tudo foi se normalizando até
que a gente formou um trisal amoroso, aproveitando a puta
que a Mari tinha se mostrado ser; a gente se acertou com o Roque e um dia que eu
tava na casa dele, claro, comendo a Mari, o Roque
apareceu e nos encontrou os dois pelados, então não deu
pra inventar desculpa nenhuma; em vez de ficar bravo, ele perguntou se não podia
entrar na festa; eu já esperava por isso, mas a Mari, completamente
surpresa e já com barriga de seis meses, começou a pedir desculpa,
enquanto ele sorria ao ver sua senhora tão preocupada, disse que não
havia problema nenhum e que nós dois podíamos continuar transando que
ele ficaria olhando para não perder aquele espetáculo lindo; eu continuei
comendo ela tranquilamente, naquele momento ela montava em mim, então
fiz ela continuar na mesma posição; abracei ela contra mim, com isso
a barriga dela ficou colada na minha, enquanto a bunda dela ficava empinada
à disposição do Roque, o marido dela, que logo se colocou atrás dela e
ao ver aquela bunda gostosa, enfiou com tudo, deixando a Mari completamente
empalada entre nós dois; no começo ela resistiu um pouco porque não
esperava aquele ataque por trás, mas quando percebeu que quem estava
curtindo a buceta dela era o Roque, pegou o ritmo e entre nós três
começamos uma puta trepada que vai ficar na nossa lembrança. – A Mari,
por causa da barriguinha já crescida, tinha dificuldade de se mexer tão
bem como antes, mas pegando o ritmo, ficou excitada de novo e foi a
primeira dos três a gozar dessa vez; mas não quis que nenhum de nós dois
saisse da posição, e foi assim que, por acaso, tanto o Roque quanto eu
gozamos ao mesmo tempo, enchendo a buceta e o cu dela com nossos
néctares, e depois disso ela deu um beijo de língua enorme em nós dois,
nos fazendo prometer que continuaríamos transando por muito tempo. –
Passaram-se os meses, nasceu o Raulito, que recebemos
com todas as honras, e depois do tempo de nos cuidarmos,
continuamos transando os três sem ciúmes de ninguém, e a Mari é uma
feliz puta que aproveita os dois machos dela sempre que precisa.
Mari foi se apertando cada vez mais até que não consegui disfarçar minha ereção e encostei ela na barriguinha dela; ela então, com um sorriso de triunfo, continuou dançando com meu volume encostado nela; depois de várias músicas, me soltou porque não podia continuar mostrando tanta afinidade comigo.
Assim os acontecimentos foram se desenrolando;
Roque tinha na época 27 anos, enquanto Mari e eu tínhamos por volta dos 23: ela costumava me chamar na casa dela pra pedir algum favor, que eu prontamente atendia; arrumar uma estante, uma tomada do ferro de passar ou qualquer outra bobagem, como se Roque fosse um completo inútil; claro que cada chamada dessas vinha acompanhada de insinuações da parte dela, que eu sempre tentava evitar, sempre como disse antes por respeito ao tio Roque.
Às vezes ela me chamava e quando eu chegava, estava só de roupão, que ela abria de propósito mostrando os peitos, e eu tinha que fazer um esforço danado pra não cair na armadilha que ela estava montando; outras vezes mostrava as pernas lindas dela e eu sempre escapava: pra isso, toda vez que Mari me chamava, eu me encontrava com a Ester e dava umas boas gozadas, o que me deixava mais tranquilo pra encarar ela.
Até que um dia meu tio Roque me chama, dizendo que queria falar comigo; com meu tio a gente sempre teve uma relação perfeita, sempre com o respeito que um tio merece, mas essa chamada dele me deixou muito intrigado porque ele nunca tinha me chamado pra conversar; mesmo assim, naquela tarde fui pra casa dele quando sabia que ele tinha chegado e, ao me ver, ele disse pra irmos ao bar da esquina porque a conversa tinha que ser só entre nós dois, já que ninguém mais podia saber; fiquei ainda mais intrigado e quando chegamos no bar pergunto qual é o assunto tão importante que ele tinha que me contar e ele diz que precisava me pedir um favor, mas que tinha muita vergonha; lembro ele que comigo pode falar o que for. precisei que sempre ia ter meu respeito
fosse o que fosse que me contasse; então se decidiu e me disse
que tinha que me pedir por favor que eu comesse a senhora, porque ela tá
desesperada pra transar comigo e que prefere que seja eu quem tire
os desejos da Mari e não um desconhecido qualquer.
Espantado, pergunto a que se deve essa
decisão e ele me conta que várias vezes durante os sonhos dela, Mari
pronuncia meu nome; durante o dia ele pergunta por que e ela
responde que tá muito afim de mim, que quando me nomeia tá
sonhando que eu tô comendo ela; também pede desculpas porque é
algo maior que ela, já que isso acontece nos sonhos e que
gostaria muito de realizar; Roque diz que vai falar
comigo, mas a esposa dele se opõe, já que quer que, se isso rolar, seja por
vontade minha e não forçado pelas circunstâncias. Pergunto se ele tem
certeza do que tá me pedindo e ele insiste de novo, dizendo que
prefere que os chifres dele sejam feitos por mim e não por um
qualquer. Digo que não garanto, mas que vou tentar fazer o
melhor pra que a felicidade conjugal deles continue completa.
Uns dias depois, Mari me chama de novo pra
dizer que eu passe na casa porque tem uma notícia bombástica pra me dar;
intrigado de novo, vou pra casa e Mari me recebe com uma saia
linda e uma blusa bem decotada, me dando um beijo na boca, me
faz sentar enquanto ela faz umas coisas na cozinha; num dado
momento, ela se abaixa pra pegar algo de um armário, mas não dobra os
joelhos, então a saia sobe e me mostra a bunda linda dela, já que
não tinha colocado calcinha; daí, assim, ela me pergunta se eu gosto do que
vejo, e eu, já com o pau bem duro e com vontade de entrar em
ação, digo que é lindo. Ela se levanta de vez e me diz que me
chamou pra dar a notícia de que, finalmente, Roque tinha engravidado ela e
que ela gostaria que eu conhecesse deixando o filho dela na barriga;
a putaria do momento e o que meu tio Roque falou me fazem afrouxar e
falo pra irmos pro quarto dela pra foder. – Ela me diz que falta pouco
pra chegar o Roque, mas se eu quiser a gente vai pra um hotel já que podemos
ir com o carro dela e deixar um bilhete pro Roque, que não teria
problema. – Eu já tava muito tarado e aceito tudo,
então ela me pede pra esperar uns minutos que já já a gente
vai. – Fico muito nervoso esperando e quando vejo ela aparecer
quase tenho um infarto; com a cabeleira preta, ela se vestiu
completamente de vermelho fazendo um contraste com a cor do cabelo
sinceramente lindo. –
Depois de me dar um beijo, pega um papel e nele
escreve com letras bem visíveis: MEU AMOR, SÃO SETE DA NOITE,
CALCULO QUE EM POUCO MAIS DE DUAS HORAS VOLTO, TE AMO MUITO, e deixa
em cima da mesa da cozinha pro Roque ver quando chegar em casa. –
Vamos até onde tá o carro dela, me faz subir e
atrás de mim sobe ela, sem se cuidar nada pra ao subir me
mostrar as pernas e também posso ver a calcinha dela, enquanto dirige começa
a subir a minissaia e o espetáculo que me deixa ver é cada
vez mais gostoso; começo a acariciar as pernas dela e logo ela solta
um suspiro de satisfação, me dizendo que finalmente tinha conseguido
que minhas mãos a acariciassem; assim chegamos no hotel onde ela pelo
telefone já tinha feito a reserva. – Entramos no
quarto, ela joga os braços no meu pescoço e a gente se enrosca num lindo beijo
apaixonado onde se misturam nossas línguas e nossas salivas,
enquanto meu pau não aguenta mais e se remexe dentro da
calça, já me causando desconforto; Mari tira a minissaia e a blusa
ficando agora com meia, calcinha e sutiã tudo vermelho
fogo; assim ela se deita na cama e fecha os olhos, me pedindo
pra olhar pra ela e dizer o que acho dela; A primeira coisa que me vem seria dizer que aquela senhora é bem puta, mas me seguro e digo que ela está linda e muito melhor do que eu imaginava.
Ela sorri, lisonjeada pelas minhas palavras, então eu me desnudo completamente e começo a tirar a calcinha dela, deixando a pussy dela no ar, e logo percebo que ela raspou os poucos pelos que a enfeitam, da mesma cor do cabelo dela, criando um contraste magnífico.
Ela abre os olhos, me vê pelado e se derrete em elogios ao meu pau, dizendo que finalmente vai ter ele dentro dela, que há muito tempo está desejando isso. Sem me abalar, continuo meu trabalho, tirando agora o sutiã dela, liberando aquelas duas belezas magníficas que são os peitos dela; digo que vou colocar uma camisinha, mas ela logo me diz que o filho que carrega no ventre quer me conhecer sem nada me cobrindo e que, por isso, deseja que eu coma ela sem camisinha; ela abre as pernas e me convida a penetrá-la, mas antes faço uma parada nos peitos dela e começo a chupá-los com vontade, até que os mamões dela ficam duros como pedra. Quando consigo isso, me posiciono em cima dela e, sem muita cerimônia, faço meu pau se introduzir nesse cofre magnífico, e ela consegue dizer que é um pau lindo e que está preenchendo ela completamente; lisonjeado pelo comentário, começo a me mexer com gosto dentro dela, entrando e saindo, e ela me acompanhava nos movimentos: muito rápido percebi que ela mudava os movimentos e, agradecendo, me avisou que já estava tendo o primeiro orgasmo dela, mas que eu não tirasse de dentro; continuei bombando por mais um tempo até sentir que gozava e avisei ela, ela disse para gozar dentro e ficar sem sair daquele lugar tão prazeroso; eu fiquei paradinho dentro e meu pau não chegou a murchar, tomando forma de novo; quando percebi que já estava pronto de novo, mandei ela colocar os pés nos meus ombros e assim a bunda dela ficou à minha disposição; sem mais. preâmbulo, enfiei no cu dela enquanto ela recebia com um sorriso lindo; ela se sentiu bem penetrada e começou a se mexer de um jeito enlouquecedor, mas mostrando ser multi-orgásmica, teve outro orgasmo, dessa vez com meu pau bem enfiado no cu dela; depois de um tempo de mete-saca, eu também gozei, dessa vez dentro do cu dela, enchendo ela de porra de novo; fiquei mais um pouco dentro dela, até que ela começou a descer, aí tirei e dos dois buracos dela começou a jorrar meu sêmen, escorrendo pelas pernas dela e molhando também os lençóis.-
Com o sorriso estampado na cara, fomos tomar banho juntos, comentando os detalhes da nossa trepada; ela dizia que achava que nunca conseguiria, e eu falei que tinha ficado por respeito ao meu tio Roque; ela disse que achava que eu não tinha faltado com respeito, mas sim ajudado na felicidade dele.-
Terminamos de tomar banho e ainda tínhamos tempo pra mais uma brincadeira; deitamos um pouco, e já na confiança, perguntei se ela não queria chupar meu pau; ela disse que estava morrendo de vontade de eu pedir, porque ela adora chupar pica, mas o Roque não gostava de sexo oral de jeito nenhum; vendo como a coisa tava, sugeri um 69 e ela aceitou feliz que nem criança com brinquedo novo; assim, nos enroscamos num 69 magnífico; a Mari engolia meu pau inteiro enquanto eu chupava a buceta dela e enfiava a língua o mais fundo que podia; dessa vez gozamos os dois quase juntos; a Mari engoliu toda a porra que ainda tinha nas minhas bolas, enquanto minha boca se encheu dos fluidos gostosos dela; ficamos realmente cansados porque tínhamos gozado três vezes cada um em duas horas, e apesar da nossa juventude, esse esforço pesa.-
Tomamos banho de novo, nos vestimos e ela me deixou de carro em casa, prometendo me ligar em breve; eu achei que ela tinha ficado satisfeita, mas não foi assim e na semana Depois disso, ela me ligou de novo.
Eu, por minha vez, fui visitar o tio Roque no trabalho
e contei tudo o que tinha acontecido: ele me disse que já tinha
percebido que algo tinha rolado, porque a Mari tinha mudado muito o jeito
dela e agora estava mais carinhosa com ele; perguntei como devia
me comportar daqui pra frente e o Roque me disse pra fazer o favor
de sempre atender a Mari quando ela me ligasse e de comer ela
todas as vezes que ela pedisse, e que não tivesse problema se ela quisesse
fazer na minha casa, porque ele já estaria avisado.
Quando chegou nos três meses de gravidez, a
Mari já começava a mostrar a barriguinha e o ultrassom mostrou que
era um menino, pra quem eles já escolheram o nome na hora;
ia se chamar Raúl, igual a mim, ou seja, eu seria Raúl e o neném seria
Raulito.
Muitas vezes a Mari me ligava e quando eu chegava na
casa dela, ela dizia que o Raulito estava com saudades de mim, dito isso,
eu dava umas boas gozadas nela; enquanto isso, às vezes eu dizia que o Raulito queria
ficar de costas; aí eu comia ela pelo cu, os dois gozando
como dois apaixonados; quando o Raulito não tava a fim de conhecer o
primo, aí a gente fazia uns 69 de cinema, porque os dois adoravam.
Mas as situações estranhas não dá pra disfarçar por muito tempo,
até que descobriram que o Roque sabia dos nossos encontros com a Mari;
ela ficou muito preocupada porque tinha medo que o Roque ficasse bravo, mas
depois que ele entendeu mais ou menos as coisas, tudo foi se normalizando até
que a gente formou um trisal amoroso, aproveitando a puta
que a Mari tinha se mostrado ser; a gente se acertou com o Roque e um dia que eu
tava na casa dele, claro, comendo a Mari, o Roque
apareceu e nos encontrou os dois pelados, então não deu
pra inventar desculpa nenhuma; em vez de ficar bravo, ele perguntou se não podia
entrar na festa; eu já esperava por isso, mas a Mari, completamente
surpresa e já com barriga de seis meses, começou a pedir desculpa,
enquanto ele sorria ao ver sua senhora tão preocupada, disse que não
havia problema nenhum e que nós dois podíamos continuar transando que
ele ficaria olhando para não perder aquele espetáculo lindo; eu continuei
comendo ela tranquilamente, naquele momento ela montava em mim, então
fiz ela continuar na mesma posição; abracei ela contra mim, com isso
a barriga dela ficou colada na minha, enquanto a bunda dela ficava empinada
à disposição do Roque, o marido dela, que logo se colocou atrás dela e
ao ver aquela bunda gostosa, enfiou com tudo, deixando a Mari completamente
empalada entre nós dois; no começo ela resistiu um pouco porque não
esperava aquele ataque por trás, mas quando percebeu que quem estava
curtindo a buceta dela era o Roque, pegou o ritmo e entre nós três
começamos uma puta trepada que vai ficar na nossa lembrança. – A Mari,
por causa da barriguinha já crescida, tinha dificuldade de se mexer tão
bem como antes, mas pegando o ritmo, ficou excitada de novo e foi a
primeira dos três a gozar dessa vez; mas não quis que nenhum de nós dois
saisse da posição, e foi assim que, por acaso, tanto o Roque quanto eu
gozamos ao mesmo tempo, enchendo a buceta e o cu dela com nossos
néctares, e depois disso ela deu um beijo de língua enorme em nós dois,
nos fazendo prometer que continuaríamos transando por muito tempo. –
Passaram-se os meses, nasceu o Raulito, que recebemos
com todas as honras, e depois do tempo de nos cuidarmos,
continuamos transando os três sem ciúmes de ninguém, e a Mari é uma
feliz puta que aproveita os dois machos dela sempre que precisa.
6 comentários - Minha Tia Flor, a Gostosa