Quando minha mãe, que era filha única até então, meus avós organizaram uma grande festa em sua homenagem e também para anunciar a todos os parentes que, depois de muitos anos, minha avó tinha engravidado novamente, o que causou grande comoção entre todos os presentes, porque ninguém esperava por uma notícia dessas. Foi assim que nasceu meu tio Roque, quando minha mãe já tinha quinze anos de idade; considerando que minha mãe se casou aos vinte anos e eu nasci um ano depois, meu tio tinha apenas cinco ou seis anos a mais que eu.
Roque... foi criado cercado de mimos e tratado com muito carinho, mas minha avó o direcionou completamente para a igreja, a ponto de muitos acharem que, quando adulto, ele se tornaria padre. Por isso, foi outro choque para a família quando, um dia, anunciaram que haveria uma reunião onde Roque apresentaria sua namorada à família.
Havia grande curiosidade entre todos, ansiosos pelo momento da apresentação; naquela época, Roque tinha 26 anos, enquanto eu tinha 20, e a garota que ele apresentou tinha apenas 21 anos, ou seja, praticamente a mesma idade que minha futura tia poderia ter. Ela se chamava Mari, era uma mulher linda, com uns peitos generosos, tamanho em torno de 100, suas pernas eram longas e bem torneadas, enquanto sua bunda se destacava com a calça justa que ela usava naquele dia. Tudo estava indo muito bem, mas algo me dizia que Mari escondia alguma coisa, porque eu achava que ela tinha uma carinha de safada, apesar de sua beleza, mas fiquei quieto e isso foi só um pensamento meu.
Quando ela me conheceu, me deu um beijo bem perto dos lábios, disse que estava encantada em ter um sobrinho tão grande quanto ela e que esperava que nos tornássemos muito bons amigos. Eu concordei com suas palavras e, naquele momento, ela aproveitou e me pediu para dançar. Claro que não precisei que ela repetisse o pedido, a peguei em meus braços e dançamos várias músicas, sendo as duas últimas lentas. que ela usou para se abraçar bem em mim, fazendo eu sentir os peitos dela no meu peito enquanto eu tomava cuidado para não encostar meu pau, que já estava ficando duro, mas mantive a distância por respeito ao meu tio Roque. A relação entre eles seguiu em frente e em poucos meses anunciaram o casamento; os pais de Roque, ou seja, meus avós, organizaram uma grande festa para agradar o benjamim da família. Quando começaram as danças, depois dos noivos dançaram todos os parentes mais próximos, mas eu não me aproximava para dançar, até que Mari notou minha presença e exigiu que tínhamos que dançar; por sorte era música leve e dessa forma pudemos dançar sem nenhum problema. Durante essa dança ela me disse que quando começasse o baile formal, eu tinha que ir tirá-la para dançar porque não queria que a festa terminasse sem ela ter a felicidade de estar nos meus braços, o que ia confirmando minhas suspeitas do começo de que ela tinha uma cara de puta. Quando terminaram as homenagens e começou o baile formal me apressei em ir tirá-la porque sempre nas festas o primeiro que se dança é música solta e desse modo eu evitava problemas, mas ela me disse que não tinha nenhum inconveniente em dançar essas músicas soltas, mas que quando começasse a música suave, se eu não fosse buscá-la, ela viria me buscar. Dançamos essas músicas e eu me retirei e comecei a dançar com minha namorada Ester, com quem fazia vários meses que estávamos namorando e, claro, há muito tempo a gente transava, com o que eu me considerava satisfeito sexualmente, já que Ester era uma garota linda e além disso muito fogosa, gostando de foder e ser fodida. Continuei conversando e dançando com Ester e quando começou a música romântica fingi que não lembrava do que Mari tinha me dito e continuei dançando com Ester; mas na segunda música veio Mari e pediu permissão a Ester para dançar com seu sobrino, o que não teve jeito de recusar; eu A agarrei pela cintura e começamos a dançar. Mari foi se apertando cada vez mais até que não consegui mais disfarçar minha ereção e apoiei ela na barriguinha dela. Ela então, com um sorriso de triunfo, continuou dançando com meu volume apoiado nela. Depois de várias músicas, ela me soltou porque não podia continuar demonstrando tanta afinidade comigo.
Foi assim que as coisas foram se desenvolvendo. Roque tinha naquela época 27 anos, enquanto Mari e eu tínhamos por volta de 23. Ela costumava me ligar em casa para pedir algum favor, que eu imediatamente atendia: arrumar uma estante, um plugue do ferro de passar ou qualquer outra bobagem, como se o Roque fosse um completo inútil. Claro que cada ligação dessas vinha seguida de insinuações da parte dela, que eu sempre tentava evitar, sempre, como disse antes, por respeito ao tio Roque.
Às vezes ela me ligava e quando eu chegava, ela estava apenas com um roupão que abria de propósito, mostrando os peitos, e eu tinha que fazer um esforço enorme para não cair na armadilha que ela estava armando. Outras vezes, ela mostrava suas lindas pernas e eu sempre a despistava. Para isso, toda vez que a Mari me chamava, eu me encontrava com a Ester e dávamos uma boa gozada, o que me permitia ficar mais tranquilo para encarar ela.
Até que um dia meu tio Roque me ligou dizendo que queria falar comigo. Com meu tio mantínhamos uma relação perfeita, sempre com o respeito que um tio merece, mas essa ligação dele me deixou muito intrigado, porque ele nunca tinha me chamado para conversarmos. Apesar disso, naquela tarde fui para a casa dele quando sabia que ele tinha chegado, e ao me ver, ele disse para irmos ao bar da esquina porque tinha que ser uma conversa entre nós dois, já que ninguém mais podia ficar sabendo. Fiquei ainda mais intrigado e quando chegamos ao bar, perguntei qual era a coisa tão importante que ele tinha para me dizer. Ele me disse que precisava me pedir um favor, mas que estava com muita vergonha. Lembrei a ele que comigo ele podia falar o que... Precisava que eu sempre tivesse o respeito dela, não importava o que ela me contasse; então ela se decidiu e me disse que precisava me pedir por favor para comer a senhora, porque ela está desesperada para transar comigo e prefere que seja eu quem satisfaça os desejos da Mari, e não um desconhecido qualquer.
Surpreso, pergunto a que se deve essa decisão, e ele me conta que várias vezes durante os sonhos dela, Mari pronuncia meu nome; durante o dia, ele pergunta o motivo e ela responde que está com muito tesão em mim, que quando me chama está sonhando que eu estou comendo ela; também pede desculpas porque é algo maior que ela, já que acontece nos sonhos, e que adoraria tornar isso realidade; Roque diz que vai conversar comigo, mas a esposa se opõe, pois quer que, se acontecer, seja por minha vontade e não forçado pelas circunstâncias.
Pergunto se ele tem certeza do que está me pedindo, e ele insiste novamente, dizendo que prefere que os chifres sejam feitos por mim e não por qualquer um. Digo que não posso prometer, mas que tentarei fazer o melhor para que a felicidade conjugal deles continue completa.
Poucos dias depois, Mari me liga novamente para dizer que passe na casa porque tem uma notícia bombástica para me dar; intrigado de novo, vou até a casa e Mari me recebe com uma minissaia linda e uma blusa bem decotada, me dando um beijo nos lábios, me faz sentar enquanto ela faz algumas coisas na cozinha. Em um certo momento, ela se abaixa para pegar algo de um móvel, mas não dobra os joelhos, então a saia sobe e me mostra sua bunda linda, já que não estava usando calcinha; daí, naquela posição, ela pergunta se gosto do que vejo, e eu, já com o pau bem duro e com vontade de entrar em ação, digo que é lindo.
Ela se levanta completamente e me diz que me chamou para dar a notícia de que, finalmente, Roque a tinha engravidado, e que ela gostaria que eu conhecesse... de caralho, seu filho ainda na barriga; a tesão do momento e o que meu tio Roque falou me fazem ceder e eu digo pra irmos pro quarto dela pra transar. Ela me diz que falta pouco pro Roque chegar, então se eu quiser, vamos pra um hotel, já que podemos ir com o carro dela e deixar um bilhete pro Roque, assim não teria problema. Eu já estava com muita vontade e digo que sim pra tudo, então ela me pede pra esperar alguns minutos, que logo a gente vai. Fico muito nervoso esperando e quando a vejo aparecer, por pouco não tenho um infarto; com sua cabeleira negra, ela tinha se vestido completamente de vermelho, fazendo um contraste com a cor do cabelo sinceramente lindo.
Depois de me dar um beijo, ela pega um papel e escreve com letras bem visíveis: MEU AMOR, SÃO SETE DA NOITE, ACHO QUE EM POUCO MAIS DE DUAS HORAS EU VOLTO, TE AMO MUITO, e deixa em cima da mesa da cozinha pro Roque ver quando chegar em casa. Vamos até onde está o carro dela, ela me faz entrar e sobe atrás de mim, sem se importar nem um pouco, e ao subir me mostra as pernas e também consigo ver sua calcinha. Enquanto dirige, a minissaia começa a subir e o espetáculo que ela me deixa ver é cada vez mais delicioso; começo a acariciar suas pernas e logo ela solta um suspiro de satisfação, dizendo que finalmente tinha conseguido que minhas mãos a acariciassem; assim chegamos ao hotel onde ela já tinha feito a reserva por telefone.
Entramos no quarto, ela joga os braços no meu pescoço e nos envolvemos num beijo apaixonado e gostoso, nossas línguas e saliva se misturam, enquanto meu pau não aguenta mais e se revira dentro da calça, já me incomodando; Mari tira a minissaia e a blusa, ficando agora com meia-calça, calcinha e sutiã, todos vermelho fogo; assim deitada na cama, ela fecha os olhos e me pede pra olhar pra ela e dizer o que acho. A primeira coisa que me vem à cabeça seria... seria dizer que aquela senhora é muito puta, mas me seguro e digo que ela está linda e muito melhor do que eu imaginava.
Ela sorri, toda lisonjeada com minhas palavras, então eu me desnudo completamente e começo tirando sua calcinha, deixando sua linda buceta à mostra, que logo noto ter os poucos pelos que a adornam da mesma cor do seu cabelo, conseguindo um magnífico contraste.
Ela abre os olhos, me vê pelado e se desfaz em elogios ao meu pau, dizendo que finalmente vai tê-lo dentro de si, que há muito tempo está desejando isso. Sem me abalar, continuo meu trabalho, tirando agora seu sutiã, libertando aquelas duas magníficas belezas que são seus peitos; digo que vou colocar uma camisinha, mas ela logo me diz que o filho que carrega em suas entranhas quer me conhecer sem nada me cobrindo e que, portanto, deseja que eu a coma sem camisinha; ela abre as pernas e me convida a penetrá-la, mas antes faço uma escala em seus peitos e começo a chupá-los com vontade, até que seus mamilos ficam duros como pedras. Quando consigo isso, me coloco em cima dela e, sem muita cerimônia, faço meu pau entrar em tão magnífico cofre, e ela consegue dizer que é um pau lindo e que está a preenchendo completamente.
Lisonjeado por esse comentário, começo a me mover com vontade dentro dela, entrando e saindo, e ela acompanhava meus movimentos. Muito rápido notei que ela mudava seus movimentos e, agradecendo-me, me avisou que já estava tendo seu primeiro orgasmo, mas que não o tirasse de dentro; continuei bombando mais um pouco até sentir que ia gozar e a avisei. Ela disse para eu gozar dentro e ficar sem sair daquele lugar tão prazeroso; fiquei paradinho dentro e meu pau não chegou a amolecer, tomando forma novamente.
Quando percebi que já estava novamente em condições, fiz ela colocar os pés sobre meus ombros e, desse modo, sua bunda ficou à minha disposição; sem mais. preâmbulo, enfiei no cu dela enquanto ela recebia com um belo sorriso; ela se sentiu bem penetrada e começou a se mover de um jeito enlouquecedor, mas mostrando ser multi orgásmica, teve um orgasmo de novo, dessa vez com meu pau bem enfiado na sua bunda; depois de um momento de vai e vem, eu também gozei, dessa vez dentro do seu cu, enchendo ela de porra de novo; fiquei mais um pouco dentro dela, até que começou a baixar, então tirei e dos dois buracos dela começou a jorrar meu sêmen, enchendo as pernas dela e molhando também os lençóis.
Com o sorriso estampado nos nossos rostos, fomos tomar banho juntos, comentando os detalhes da nossa transa, ela me dizia que achava que nunca conseguiria e eu disse que tinha ficado por respeito ao meu tio Roque; ela me disse que considerava que não tinha desrespeitado, mas sim ajudado na felicidade dele.
Terminamos de tomar banho e ainda tínhamos tempo para mais uma brincadeirinha; deitamos um momento e, já à vontade, perguntei se ela não gostaria de chupar meu pau; ela disse que estava doida para eu pedir, porque ela adora chupar pica, mas o Roque não gostava de sexo oral de jeito nenhum; vendo como a coisa tava, propus fazer um 69 e ela aceitou feliz como criança com brinquedo novo; assim, nos envolvemos num magnífico 69; Mari engolia meu pau inteiro enquanto eu chupava sua buceta e enfiava a língua o mais fundo que podia; dessa vez, nós dois gozamos quase juntos; Mari engoliu toda a porra que ainda tinha nas minhas bolas, enquanto minha boca se enchia dos seus deliciosos fluidos; ficamos realmente cansados, porque tínhamos gozado três vezes cada um no espaço de duas horas e, apesar da nossa juventude, esse esforço dá uma canseira.
Tomamos banho de novo, nos vestimos e ela me levou de carro até minha casa, prometendo me ligar logo; eu achei que ela tinha ficado satisfeita, mas não foi assim e na semana Depois, ela me chamou de novo.
Eu, por minha parte, fui visitar o tio Roque no trabalho e contei tudo o que tinha acontecido. Ele me disse que tinha percebido que algo tinha acontecido, porque a Mari tinha mudado muito o jeito de ser e agora estava mais carinhosa com ele. Perguntei como eu devia me comportar no futuro, e o Roque me disse para fazer o favor de atender a Mari sempre que ela me chamasse, e que eu a comesse todas as vezes que ela pedisse, e que não tivesse problema se ela pedisse para fazer na minha casa, porque ele estaria avisado.
Quando completaram três meses de gravidez, a barriguinha da Mari já estava começando a aparecer, e o ultrassom mostrou que era um menino. Eles logo decidiram o nome: seria Raúl, igual a mim, ou seja, eu seria o Raúl e o nenê seria o Raulito.
Muitas vezes a Mari me chamava, e quando eu chegava na casa dela, ela dizia que o Raulito estava com saudades. Dito isso, eu dava umas boas gozadas nela. Enquanto isso, às vezes eu dizia que o Raulito queria ficar de costas, e então eu a comia pelo cu, e os dois gozávamos como dois apaixonados. Quando o Raulito não estava com vontade de conhecer o primo, aí fazíamos uns 69 de novela, porque nós dois adorávamos.
Mas situações estranhas não podem ser disfarçadas com o tempo, até que descobrimos que o Roque sabia dos nossos encontros com a Mari. Ela ficou muito preocupada, porque temia que o Roque ficasse bravo, mas, entendendo mais ou menos as coisas, tudo foi se normalizando até que formamos um trio amoroso, aproveitando como a Mari tinha se mostrado uma putinha. Combinamos com o Roque, e um dia, quando eu estava na casa dela – claro, comendo a Mari –, o Roque apareceu e nos encontrou os dois pelados, então não deu para inventar nenhuma desculpa. Em vez de ficar bravo, ele perguntou se não podia entrar na festa. Eu já esperava algo assim, mas a Mari, completamente surpresa e já com a barriga de seis meses, começou a pedir… desculpe,
enquanto ele sorria ao ver sua esposa tão preocupada; ele disse que não havia problema algum e que nós dois podíamos continuar transando, que ele ficaria assistindo para não perder esse espetáculo maravilhoso; eu continuei comendo ela tranquilamente, naquele momento ela estava cavalgando em mim, então a fiz continuar na mesma posição; a abracei contra mim, fazendo com que sua barriga ficasse colada na minha, enquanto sua bunda ficava empinada à disposição de Roque, seu marido, que logo se posicionou atrás dela e, ao ver aquela bunda tão linda, enfiou nela, deixando Mari completamente espetada entre nós dois; no início, ela resistiu um pouco porque não esperava aquele ataque por trás, mas quando percebeu que quem estava aproveitando sua bunda era Roque, ela pegou o ritmo e, entre nós três, começamos uma bela foda que ficará em nossa memória.
Para Mari, devido à sua barriga já crescida, era difícil se mover tão eficazmente como antes, mas, pegando o ritmo, ela voltou a ficar excitada e foi a primeira dos três a gozar dessa vez; mas ela não quis que nenhum de nós saísse de sua posição, e foi assim que, por acaso, tanto Roque quanto eu gozamos ao mesmo tempo, enchendo sua buceta e seu cu com nossos néctares, depois do que ela nos deu um beijo de língua intenso, fazendo-nos prometer que continuaríamos transando por muito tempo.
Os meses passaram, nasceu Raulito, que recebemos com todas as honras, e, depois do período de cuidados, continuamos transando nós três, sem ciúmes de nenhum lado, e Mari é uma prostituta feliz que desfruta de seus dois machos sempre que precisa.
Roque... foi criado cercado de mimos e tratado com muito carinho, mas minha avó o direcionou completamente para a igreja, a ponto de muitos acharem que, quando adulto, ele se tornaria padre. Por isso, foi outro choque para a família quando, um dia, anunciaram que haveria uma reunião onde Roque apresentaria sua namorada à família.
Havia grande curiosidade entre todos, ansiosos pelo momento da apresentação; naquela época, Roque tinha 26 anos, enquanto eu tinha 20, e a garota que ele apresentou tinha apenas 21 anos, ou seja, praticamente a mesma idade que minha futura tia poderia ter. Ela se chamava Mari, era uma mulher linda, com uns peitos generosos, tamanho em torno de 100, suas pernas eram longas e bem torneadas, enquanto sua bunda se destacava com a calça justa que ela usava naquele dia. Tudo estava indo muito bem, mas algo me dizia que Mari escondia alguma coisa, porque eu achava que ela tinha uma carinha de safada, apesar de sua beleza, mas fiquei quieto e isso foi só um pensamento meu.
Quando ela me conheceu, me deu um beijo bem perto dos lábios, disse que estava encantada em ter um sobrinho tão grande quanto ela e que esperava que nos tornássemos muito bons amigos. Eu concordei com suas palavras e, naquele momento, ela aproveitou e me pediu para dançar. Claro que não precisei que ela repetisse o pedido, a peguei em meus braços e dançamos várias músicas, sendo as duas últimas lentas. que ela usou para se abraçar bem em mim, fazendo eu sentir os peitos dela no meu peito enquanto eu tomava cuidado para não encostar meu pau, que já estava ficando duro, mas mantive a distância por respeito ao meu tio Roque. A relação entre eles seguiu em frente e em poucos meses anunciaram o casamento; os pais de Roque, ou seja, meus avós, organizaram uma grande festa para agradar o benjamim da família. Quando começaram as danças, depois dos noivos dançaram todos os parentes mais próximos, mas eu não me aproximava para dançar, até que Mari notou minha presença e exigiu que tínhamos que dançar; por sorte era música leve e dessa forma pudemos dançar sem nenhum problema. Durante essa dança ela me disse que quando começasse o baile formal, eu tinha que ir tirá-la para dançar porque não queria que a festa terminasse sem ela ter a felicidade de estar nos meus braços, o que ia confirmando minhas suspeitas do começo de que ela tinha uma cara de puta. Quando terminaram as homenagens e começou o baile formal me apressei em ir tirá-la porque sempre nas festas o primeiro que se dança é música solta e desse modo eu evitava problemas, mas ela me disse que não tinha nenhum inconveniente em dançar essas músicas soltas, mas que quando começasse a música suave, se eu não fosse buscá-la, ela viria me buscar. Dançamos essas músicas e eu me retirei e comecei a dançar com minha namorada Ester, com quem fazia vários meses que estávamos namorando e, claro, há muito tempo a gente transava, com o que eu me considerava satisfeito sexualmente, já que Ester era uma garota linda e além disso muito fogosa, gostando de foder e ser fodida. Continuei conversando e dançando com Ester e quando começou a música romântica fingi que não lembrava do que Mari tinha me dito e continuei dançando com Ester; mas na segunda música veio Mari e pediu permissão a Ester para dançar com seu sobrino, o que não teve jeito de recusar; eu A agarrei pela cintura e começamos a dançar. Mari foi se apertando cada vez mais até que não consegui mais disfarçar minha ereção e apoiei ela na barriguinha dela. Ela então, com um sorriso de triunfo, continuou dançando com meu volume apoiado nela. Depois de várias músicas, ela me soltou porque não podia continuar demonstrando tanta afinidade comigo.
Foi assim que as coisas foram se desenvolvendo. Roque tinha naquela época 27 anos, enquanto Mari e eu tínhamos por volta de 23. Ela costumava me ligar em casa para pedir algum favor, que eu imediatamente atendia: arrumar uma estante, um plugue do ferro de passar ou qualquer outra bobagem, como se o Roque fosse um completo inútil. Claro que cada ligação dessas vinha seguida de insinuações da parte dela, que eu sempre tentava evitar, sempre, como disse antes, por respeito ao tio Roque.
Às vezes ela me ligava e quando eu chegava, ela estava apenas com um roupão que abria de propósito, mostrando os peitos, e eu tinha que fazer um esforço enorme para não cair na armadilha que ela estava armando. Outras vezes, ela mostrava suas lindas pernas e eu sempre a despistava. Para isso, toda vez que a Mari me chamava, eu me encontrava com a Ester e dávamos uma boa gozada, o que me permitia ficar mais tranquilo para encarar ela.
Até que um dia meu tio Roque me ligou dizendo que queria falar comigo. Com meu tio mantínhamos uma relação perfeita, sempre com o respeito que um tio merece, mas essa ligação dele me deixou muito intrigado, porque ele nunca tinha me chamado para conversarmos. Apesar disso, naquela tarde fui para a casa dele quando sabia que ele tinha chegado, e ao me ver, ele disse para irmos ao bar da esquina porque tinha que ser uma conversa entre nós dois, já que ninguém mais podia ficar sabendo. Fiquei ainda mais intrigado e quando chegamos ao bar, perguntei qual era a coisa tão importante que ele tinha para me dizer. Ele me disse que precisava me pedir um favor, mas que estava com muita vergonha. Lembrei a ele que comigo ele podia falar o que... Precisava que eu sempre tivesse o respeito dela, não importava o que ela me contasse; então ela se decidiu e me disse que precisava me pedir por favor para comer a senhora, porque ela está desesperada para transar comigo e prefere que seja eu quem satisfaça os desejos da Mari, e não um desconhecido qualquer.
Surpreso, pergunto a que se deve essa decisão, e ele me conta que várias vezes durante os sonhos dela, Mari pronuncia meu nome; durante o dia, ele pergunta o motivo e ela responde que está com muito tesão em mim, que quando me chama está sonhando que eu estou comendo ela; também pede desculpas porque é algo maior que ela, já que acontece nos sonhos, e que adoraria tornar isso realidade; Roque diz que vai conversar comigo, mas a esposa se opõe, pois quer que, se acontecer, seja por minha vontade e não forçado pelas circunstâncias.
Pergunto se ele tem certeza do que está me pedindo, e ele insiste novamente, dizendo que prefere que os chifres sejam feitos por mim e não por qualquer um. Digo que não posso prometer, mas que tentarei fazer o melhor para que a felicidade conjugal deles continue completa.
Poucos dias depois, Mari me liga novamente para dizer que passe na casa porque tem uma notícia bombástica para me dar; intrigado de novo, vou até a casa e Mari me recebe com uma minissaia linda e uma blusa bem decotada, me dando um beijo nos lábios, me faz sentar enquanto ela faz algumas coisas na cozinha. Em um certo momento, ela se abaixa para pegar algo de um móvel, mas não dobra os joelhos, então a saia sobe e me mostra sua bunda linda, já que não estava usando calcinha; daí, naquela posição, ela pergunta se gosto do que vejo, e eu, já com o pau bem duro e com vontade de entrar em ação, digo que é lindo.
Ela se levanta completamente e me diz que me chamou para dar a notícia de que, finalmente, Roque a tinha engravidado, e que ela gostaria que eu conhecesse... de caralho, seu filho ainda na barriga; a tesão do momento e o que meu tio Roque falou me fazem ceder e eu digo pra irmos pro quarto dela pra transar. Ela me diz que falta pouco pro Roque chegar, então se eu quiser, vamos pra um hotel, já que podemos ir com o carro dela e deixar um bilhete pro Roque, assim não teria problema. Eu já estava com muita vontade e digo que sim pra tudo, então ela me pede pra esperar alguns minutos, que logo a gente vai. Fico muito nervoso esperando e quando a vejo aparecer, por pouco não tenho um infarto; com sua cabeleira negra, ela tinha se vestido completamente de vermelho, fazendo um contraste com a cor do cabelo sinceramente lindo.
Depois de me dar um beijo, ela pega um papel e escreve com letras bem visíveis: MEU AMOR, SÃO SETE DA NOITE, ACHO QUE EM POUCO MAIS DE DUAS HORAS EU VOLTO, TE AMO MUITO, e deixa em cima da mesa da cozinha pro Roque ver quando chegar em casa. Vamos até onde está o carro dela, ela me faz entrar e sobe atrás de mim, sem se importar nem um pouco, e ao subir me mostra as pernas e também consigo ver sua calcinha. Enquanto dirige, a minissaia começa a subir e o espetáculo que ela me deixa ver é cada vez mais delicioso; começo a acariciar suas pernas e logo ela solta um suspiro de satisfação, dizendo que finalmente tinha conseguido que minhas mãos a acariciassem; assim chegamos ao hotel onde ela já tinha feito a reserva por telefone.
Entramos no quarto, ela joga os braços no meu pescoço e nos envolvemos num beijo apaixonado e gostoso, nossas línguas e saliva se misturam, enquanto meu pau não aguenta mais e se revira dentro da calça, já me incomodando; Mari tira a minissaia e a blusa, ficando agora com meia-calça, calcinha e sutiã, todos vermelho fogo; assim deitada na cama, ela fecha os olhos e me pede pra olhar pra ela e dizer o que acho. A primeira coisa que me vem à cabeça seria... seria dizer que aquela senhora é muito puta, mas me seguro e digo que ela está linda e muito melhor do que eu imaginava.
Ela sorri, toda lisonjeada com minhas palavras, então eu me desnudo completamente e começo tirando sua calcinha, deixando sua linda buceta à mostra, que logo noto ter os poucos pelos que a adornam da mesma cor do seu cabelo, conseguindo um magnífico contraste.
Ela abre os olhos, me vê pelado e se desfaz em elogios ao meu pau, dizendo que finalmente vai tê-lo dentro de si, que há muito tempo está desejando isso. Sem me abalar, continuo meu trabalho, tirando agora seu sutiã, libertando aquelas duas magníficas belezas que são seus peitos; digo que vou colocar uma camisinha, mas ela logo me diz que o filho que carrega em suas entranhas quer me conhecer sem nada me cobrindo e que, portanto, deseja que eu a coma sem camisinha; ela abre as pernas e me convida a penetrá-la, mas antes faço uma escala em seus peitos e começo a chupá-los com vontade, até que seus mamilos ficam duros como pedras. Quando consigo isso, me coloco em cima dela e, sem muita cerimônia, faço meu pau entrar em tão magnífico cofre, e ela consegue dizer que é um pau lindo e que está a preenchendo completamente.
Lisonjeado por esse comentário, começo a me mover com vontade dentro dela, entrando e saindo, e ela acompanhava meus movimentos. Muito rápido notei que ela mudava seus movimentos e, agradecendo-me, me avisou que já estava tendo seu primeiro orgasmo, mas que não o tirasse de dentro; continuei bombando mais um pouco até sentir que ia gozar e a avisei. Ela disse para eu gozar dentro e ficar sem sair daquele lugar tão prazeroso; fiquei paradinho dentro e meu pau não chegou a amolecer, tomando forma novamente.
Quando percebi que já estava novamente em condições, fiz ela colocar os pés sobre meus ombros e, desse modo, sua bunda ficou à minha disposição; sem mais. preâmbulo, enfiei no cu dela enquanto ela recebia com um belo sorriso; ela se sentiu bem penetrada e começou a se mover de um jeito enlouquecedor, mas mostrando ser multi orgásmica, teve um orgasmo de novo, dessa vez com meu pau bem enfiado na sua bunda; depois de um momento de vai e vem, eu também gozei, dessa vez dentro do seu cu, enchendo ela de porra de novo; fiquei mais um pouco dentro dela, até que começou a baixar, então tirei e dos dois buracos dela começou a jorrar meu sêmen, enchendo as pernas dela e molhando também os lençóis.
Com o sorriso estampado nos nossos rostos, fomos tomar banho juntos, comentando os detalhes da nossa transa, ela me dizia que achava que nunca conseguiria e eu disse que tinha ficado por respeito ao meu tio Roque; ela me disse que considerava que não tinha desrespeitado, mas sim ajudado na felicidade dele.
Terminamos de tomar banho e ainda tínhamos tempo para mais uma brincadeirinha; deitamos um momento e, já à vontade, perguntei se ela não gostaria de chupar meu pau; ela disse que estava doida para eu pedir, porque ela adora chupar pica, mas o Roque não gostava de sexo oral de jeito nenhum; vendo como a coisa tava, propus fazer um 69 e ela aceitou feliz como criança com brinquedo novo; assim, nos envolvemos num magnífico 69; Mari engolia meu pau inteiro enquanto eu chupava sua buceta e enfiava a língua o mais fundo que podia; dessa vez, nós dois gozamos quase juntos; Mari engoliu toda a porra que ainda tinha nas minhas bolas, enquanto minha boca se enchia dos seus deliciosos fluidos; ficamos realmente cansados, porque tínhamos gozado três vezes cada um no espaço de duas horas e, apesar da nossa juventude, esse esforço dá uma canseira.
Tomamos banho de novo, nos vestimos e ela me levou de carro até minha casa, prometendo me ligar logo; eu achei que ela tinha ficado satisfeita, mas não foi assim e na semana Depois, ela me chamou de novo.
Eu, por minha parte, fui visitar o tio Roque no trabalho e contei tudo o que tinha acontecido. Ele me disse que tinha percebido que algo tinha acontecido, porque a Mari tinha mudado muito o jeito de ser e agora estava mais carinhosa com ele. Perguntei como eu devia me comportar no futuro, e o Roque me disse para fazer o favor de atender a Mari sempre que ela me chamasse, e que eu a comesse todas as vezes que ela pedisse, e que não tivesse problema se ela pedisse para fazer na minha casa, porque ele estaria avisado.
Quando completaram três meses de gravidez, a barriguinha da Mari já estava começando a aparecer, e o ultrassom mostrou que era um menino. Eles logo decidiram o nome: seria Raúl, igual a mim, ou seja, eu seria o Raúl e o nenê seria o Raulito.
Muitas vezes a Mari me chamava, e quando eu chegava na casa dela, ela dizia que o Raulito estava com saudades. Dito isso, eu dava umas boas gozadas nela. Enquanto isso, às vezes eu dizia que o Raulito queria ficar de costas, e então eu a comia pelo cu, e os dois gozávamos como dois apaixonados. Quando o Raulito não estava com vontade de conhecer o primo, aí fazíamos uns 69 de novela, porque nós dois adorávamos.
Mas situações estranhas não podem ser disfarçadas com o tempo, até que descobrimos que o Roque sabia dos nossos encontros com a Mari. Ela ficou muito preocupada, porque temia que o Roque ficasse bravo, mas, entendendo mais ou menos as coisas, tudo foi se normalizando até que formamos um trio amoroso, aproveitando como a Mari tinha se mostrado uma putinha. Combinamos com o Roque, e um dia, quando eu estava na casa dela – claro, comendo a Mari –, o Roque apareceu e nos encontrou os dois pelados, então não deu para inventar nenhuma desculpa. Em vez de ficar bravo, ele perguntou se não podia entrar na festa. Eu já esperava algo assim, mas a Mari, completamente surpresa e já com a barriga de seis meses, começou a pedir… desculpe,
enquanto ele sorria ao ver sua esposa tão preocupada; ele disse que não havia problema algum e que nós dois podíamos continuar transando, que ele ficaria assistindo para não perder esse espetáculo maravilhoso; eu continuei comendo ela tranquilamente, naquele momento ela estava cavalgando em mim, então a fiz continuar na mesma posição; a abracei contra mim, fazendo com que sua barriga ficasse colada na minha, enquanto sua bunda ficava empinada à disposição de Roque, seu marido, que logo se posicionou atrás dela e, ao ver aquela bunda tão linda, enfiou nela, deixando Mari completamente espetada entre nós dois; no início, ela resistiu um pouco porque não esperava aquele ataque por trás, mas quando percebeu que quem estava aproveitando sua bunda era Roque, ela pegou o ritmo e, entre nós três, começamos uma bela foda que ficará em nossa memória.
Para Mari, devido à sua barriga já crescida, era difícil se mover tão eficazmente como antes, mas, pegando o ritmo, ela voltou a ficar excitada e foi a primeira dos três a gozar dessa vez; mas ela não quis que nenhum de nós saísse de sua posição, e foi assim que, por acaso, tanto Roque quanto eu gozamos ao mesmo tempo, enchendo sua buceta e seu cu com nossos néctares, depois do que ela nos deu um beijo de língua intenso, fazendo-nos prometer que continuaríamos transando por muito tempo.
Os meses passaram, nasceu Raulito, que recebemos com todas as honras, e, depois do período de cuidados, continuamos transando nós três, sem ciúmes de nenhum lado, e Mari é uma prostituta feliz que desfruta de seus dois machos sempre que precisa.
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