Minha prima e eu - parte 2 (e que parte!)

Hoje de novo quero compartilhar com vocês outra experiência dessa semana. Acompanhei minha prima ao hospital para o check-up de rotina dela, aquele que faz a cada seis meses — acho que sobre câncer de mama. Lá no hospital era uma revolução de mulheres fazendo o check-up, e fico feliz que elas se cuidam, porque sem elas, o que seria deste mundo… meio chato e sem graça, hehehe.

Assim que ela entrou no consultório, comecei a pensar se não estava fazendo algo errado, tipo: ser o amante da minha prima. E se um dia os papéis se invertessem? Hummm, só de pensar já me deu arrepio na pele e meu corpo começou a suar devagar. Imagina se vocês fossem traídos pela esposinha amada de vocês? Seria uma desgraça, não acham? Bom, no fim das contas, justifiquei minha situação com ela, porque na real não estava fazendo nada de errado, estava fazendo o bem — vocês vão perguntar: "Que bem?" — Sim, um bem, porque minha prima não se sente satisfeita com o marido e precisa de alguém que torne os momentos de sexo mais prazerosos pra ela.

Depois de uns 30 minutos (bom, foi o tempo que eu calculei), ela saiu e esperamos os resultados. Ela me disse que primeiro passou pela avaliação e depois dariam um diagnóstico de como ela estava naquele momento — dando um sorrisinho, falei: "Bom, se você está bem gostosa, o veredito final é… você está bem". E começamos a rir — as outras pessoas devem ter pensado: "Esses dois são meio malucos" — mas não importa, seguimos na nossa, esperando os resultados.

E depois de um tempo, saiu um médico e chamou ela pra entregar os resultados — eu continuei esperando — e no fim ela me pegou pela mão e fomos pegar o ônibus que nos levaria pra casa. Já no transporte público, a conversa tomou um rumo peculiar: o que seria da nossa relação se fôssemos pegos no ato sexual? A única coisa que me veio à mente foi: "Bom, enquanto isso não Aconteceu que, o que você acha de aproveitarmos a oportunidade de realizar nossas fantasias sexuais, e ela me respondeu: “Você tem toda razão, temos que viver o momento e o que tiver que acontecer, acontecerá”.

Assim, chegamos ao centro de Tlalpan, uma área cheia de lojas de sorvete e muitas outras guloseimas. Tomamos um sorvete de casquinha e fomos para o bosque continuar conversando sobre nossas aventuras — que até então eram só duas — e dentro do bosque ela começou a me estimular de tal jeito que, ao acariciar meu pau com tanto afinco, em instantes meu pênis ficou duro, e eu comentei: “Aqui não, gata, podem nos ver”. E ela disse: “Que medo é esse?”. Não respondi que não era medo, mas sim vergonha de ser visto pelado, ao que ela respondeu: “Não é excitante fazer isso num lugar onde não é permitido?”. “Sim, é, mas e se formos pegos?”. E ela respondeu: “Vamos nos deixar levar pelo momento, como você mesmo disse há pouco”. Parei de pensar em todos os meus medos e comecei a me despir, tirando primeiro a blusa dela, acariciando seus peitos pequenos e mordendo seus lábios como se fossem uma fruta gostosa que eu nunca tivesse comido. Passei a mão pelas costas dela para levantar o sutiã, mas não o tirei, com medo de que, se alguém se aproximasse, a visse completamente nua dos peitos para cima. Lentamente, fui beijando todas as costas dela, enquanto ela acariciava os peitos e a bunda, que ela aos poucos aproximava do meu pau. A grama e as folhas secas eram testemunhas de como a coloquei de joelhos para poder morder suas bundinhas e assim beijar sua buceta com uma vontade louca, como se quisesse devorá-la. Minha língua agia sozinha, meus lábios ressecavam, mas minha língua era um mar úmido na buceta dela. Seus gemidos enchiam de pudor minha masculinidade, que se sentia meio traída pelos nervos que não me deixavam em paz por estar num lugar público.

Uns instantes depois, ela pegou meu pau e levou à boca, não parando de chupar como se fosse um caramelo, entre gemidos e vontade, eu perguntava pra ela qual era o gosto do meu pau e ela me respondeu que tinha um sabor indescritível, mas que era delicioso. Ali, esqueci todos os meus nervos e me deixei levar. Era algo que eu ainda não tinha experimentado e que, até aquele momento, faria de novo. Foi uma experiência maravilhosa, quase gozei dentro da boca dela, mas naquela hora ela parou de chupar e ficou de quatro pra eu poder meter por trás. Já no clímax total, enfiei meu pau e ela tava molhada, como se meu pau soubesse o que tava fazendo. Minhas mãos agarradas na cintura dela, metendo e tirando, tirando e metendo, uma e outra vez, até que o sabor do meu corpo se esvaziou dentro dela, concluindo nossa nova aventura. Mas, assim que terminamos, nos vestimos o mais rápido possível — eu subindo minha calça e ela o moletom — e saímos correndo de mãos dadas…

Espero que vocês gostem. E tô levando muito a sério não fazer de novo, porque tive sentimentos confusos de culpa e satisfação.

P.S.: Só tirei uma foto dela no hospital, mas não sei como postar. Se alguém me explicar, agradeço. Ah! E outra coisa: ela não deixou eu tirar foto com o moletom abaixado e os peitos de fora, só tirei uma escondida, mas com roupa…

5 comentários - Minha prima e eu - parte 2 (e que parte!)

Buen relato, esta vez si lo escribiste mas despacio y te quedo mejor 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ mañana mis 10 puntod.
Y lo de la fota, hay paginas como imageshack.us ahi te aparece como subirla, y una vez la subas, cuando crees el post, aparece un botoncito en el menu donde se crea el post que dice subir imagen, ahi pegas el link de la foto subida y ya.
Mira para que subas una foto es sencillo entras a esta web: http://subeimagenes.net/ luego le das click en examinar una vez seleccionada la foto le das click en cargar ... luego de cargar te va a salir varis codigos
y copias el que dice:
Código para colocar la imagen en un foro:
Minha prima e eu - parte 2 (e que parte!)