Fala, galera: Aqui vai o segundo capítulo da história. Espero que curtam.Uns dez minutos depois de ficar procurando o resto do grupo, andando entre as bichas do bar, uma mãozona me agarrou pelo ombro e me fez virar. Era o Roland, aquele colombiano gostoso, que tava com o Borja e o Manga.
— Cadê vocês? — ele perguntou.
— Fomos no banheiro, pedimos uma dose e vocês não estavam — respondi no ouvido dele, gritando — a gente tava procurando vocês! E o Jose, o Carlos e o Isaac?
— O casalzinho já vazou, mano, e o Isaac tá lá fora falando no telefone — ele disse — por que você não sai e procura ele? — Ele fez uma cara meio estranha, parecia que tava insinuando alguma coisa — assim vocês se conhecem melhor!
— Por que você tá falando com esse tom? — perguntei.
— O que você acha?
— Você acha?
— Ele mesmo acha — ele disse, se referindo ao Isaac.
Nós dois rachamos de rir com o trocadilho.
— Não demoro, beleza? — falei.
— Quanto mais demorar, melhor.
A gente riu de novo, aí ele apertou meu ombro com a mão e, sorrindo, piscou um olho.
— Parte pra cima! — ele gritou.
Porra, mano, que sorte que eu tava tendo até agora. De tarde, a Carol me contou que era sapatão, então não ia ter problema com minha condição sexual com minha colega de apê. Chego em Chueca e encontro uns caras irados. A cena no banheiro com o Robert e o Agu tinha sido foda. E pra completar, o Roland me conta que o Isaac tava a fim de mim, o cara que mais me chamou atenção de todos. A noite tava perfeita, e mesmo me sentindo meio promíscuo… meu corpo tinha curtido. (Mas se quiser mais detalhes, tem que ler o Capítulo 1)
Saí do bar e procurei o Isaac com o olhar. Acendi um cigarro e fui na direção dele. Encontrei ele falando no telefone, sentado na beira de uma entrada de prédio, meio escondido, sem perceber que eu tinha chegado. — Já te falei que não quero mais conversar — dizia com uma careta de irritação — Sim… Claro. Sim. Sim. Não, não esqueci… — continuava — então… até amanhã. Tchau.
Sua expressão mostrava um gesto de resignação, irritação e até cansaço.
— Tudo bem, moleque? — perguntei.
Saindo do transe, virou a cabeça e me viu. Ficou muito surpreso e fez uma cara de circunstância.
— Oi — me cumprimentou.
— Fica tranquilo, não estou aqui há muito tempo.
— Não, Manu, não é por você ter ouvido a conversa, mas… é que me surpreendi ao te ver — me disse.
— Por quê?
— Não esperava você — deixou meio seco.
Por alguns instantes, nos olhamos sem dizer nada.
— Você não me respondeu — falei para quebrar aquele momento.
— Então não… não está tudo bem.
— Quer falar sobre isso comigo? — perguntei.
— Sinceramente, Manu? Não — o cara me deixou sem reação… — porque é sobre meu ex. Faz um mês e meio que terminei com ele e ele não me deixa em paz. Então não quero falar sobre isso.
— Tá bom — realmente me desconcertou.
— Preferia falar com você sobre outro assunto — me disse, mudando a expressão do rosto; às vezes sou meio "abobado" e penso coisas que não são.
— Ah… é? — falei, sentando ao lado dele e estendendo um cigarro.
— Sim… Por que você veio morar em Madri? — me perguntou.
— Bom… é uma longa história, cara… — respondi.
— Então… me conta — disse, acendendo o cigarro dele.
— Melhor te contar amanhã, se aceitar que eu te convide para jantar — propus.
— Ha ha, tá bom — aceitou.
— Podemos falar de outro assunto agora, né? — falei.
— Claro! Que horas são? — perguntou, pegando minha mão e olhando meu relógio de pulso.
Pô… que mão macia que ele tinha.
— 4 horas! Que tarde já é…
— É. Embora eu não trabalhe. até as 4 da tarde.
—Em que você trabalha?...
Continuamos conversando até quase 5 e meia da manhã, lado a lado e com as cabeças bem juntas. Dava pra sentir o cheiro da colônia dele o tempo todo. Até que, umas duas vezes, na brincadeira, nossas mãos se tocaram. Cada vez que a gente se olhava nos olhos, acabava olhando pros lábios um do outro com uma cara clara de desejo, e quando não era um que quebrava aquele momento, era o outro, ou então qualquer barulho bastava pra romper aquele instante e assim prolongar a magia do primeiro beijo.
Lá pelas 5 e meia da manhã, os outros caras saíram da balada. Todos, menos o Agu. Chegaram perto da gente e perguntaram se a gente já ia pra casa ou não.
—E o Agu? — perguntou o Isaac.
—Tá comendo um no banheiro, certeza — respondeu o Borja com cara de nojo — Sempre... a putinha.
Todo mundo riu, enquanto o Robert me lançava um olhar cúmplice. Eu devolvi. Depois de combinar como a gente ia embora, decidimos que o Robert ficava pra esperar o Agu e ir junto. O Borja morava em Atocha, então ia andando, ouvindo música no IPED dele. O Isaac morava em Móstoles, então ia pra Príncipe Pío pegar o bus. E o Roland, que era o único com carro, ia dar uma carona pro Manga e pra mim, porque ficava no caminho dele.
A gente se despediu.
Quando chegamos no carro do Roland, entramos, colocamos música no talo e assim fomos embora de Chueca naquela noite. Foi uma noite mágica.
Claro, todos os caras me deram os números deles e eu também dei o meu. Eles propuseram a gente se encontrar no sábado de novo pra sair pra balada, e me convidaram pra sair com eles como mais um do grupo.
A gente tava conversando no carro sobre a sorte que eu tive de chegar em Madrid, por causa do trampo que apareceu, a Carol e a homossexualidade dela... quando chegamos em Ventas e o Manga desceu lá. Combinamos de nos encontrar no domingo à tarde no Retiro, onde eu levaria uma mochila com HQs do Hulk, Wolverine, etc. Tão nerd quanto eu! Kkkk. Eu amava mangá.
Passei pro banco do carona do lado do Roland e fomos pra San Blas, meu bairro. Ele morava em Fuencarral, então seria o último a chegar em casa. Pelo menos, ele estava de folga no dia seguinte e podia dormir à vontade.
Fui dando as direções pelas ruas o melhor que pude, mas acabamos nos perdendo num labirinto de ruas, já que nem ele nem eu conhecíamos aquela área. Então, como eram 6 da manhã, decidimos tomar café com churros em algum bar pra passar o tempo até o metrô abrir, já que eu conhecia o caminho a pé da estação mais próxima da minha casa. Estacionamos o carro e começamos a andar até uma estação de metrô, quando, ao virar numa rua, dei de cara com o prédio onde eu morava por acaso.
Caímos na risada.
— Kkkk, que loucura, mano — falei.
— Kkkk, pois é… Se a gente tentasse fazer de propósito, não conseguia melhor — ele disse.
— Mano, já que estamos aqui… vamos comprar os churros e subir lá em casa pra tomar café e comer?
— Valeu!
Foi assim, galera.
Compramos os churros e subimos pra minha casa, onde o Boris, o cachorrinho da Carol, fez a maior festa quando entramos, pulando e saltando em cima da gente. Mais pelo cheiro dos churros do que por nós, então dei meio churro pra ele e ele saiu correndo pra cozinha pra devorar. A Carol ainda tinha umas duas horas de sono pela frente, então pedi pro Roland fazermos silêncio. Fechei a porta do corredor e fomos pra cozinha, onde preparei o café. Depois fomos pra sala, fechei a porta e começamos a comer.
Conheço vocês… Aposto que já estão pensando besteira. Não convidei o Roland com a intenção de trepar com ele. Já falei que achava isso impossível, porque, mesmo eu sendo um cara À primeira vista, o Roland era muito gostoso e eu achava impossível. O Roland tinha traços latinos como um bom colombiano, com um corpo impressionante. Cheirava perfeitamente, e ainda por cima o cara falava de tudo de um jeito correto. Além disso, acho que ele estava tão à vontade porque não se sentia intimidado por mim de jeito nenhum. Pelo contrário, cara… Na verdade, a gente tinha conversado a noite toda com confiança, como se já se conhecesse. Ele até me incentivou a pegar o amigo dele, Isaac, dizendo que eu gostava dele. Então, galera… não pensem mal de mim, pussy! Depois de tomar café, acendemos um cigarro cada um.
— Você se divertiu, véi? — ele me perguntou.
— Porra, cara… Imagina minha sorte — comecei a dizer — Saí ontem com a intenção de tomar algo em Chueca e fode… — olhei pra ele, por que não ser sincero? — …foder algum cara… e conheci vocês… me diverti pra caralho, Roland.
Ele não se surpreendeu, muito pelo contrário.
— Normal — ele começou a dizer — Imagino que você não tinha fodido desde que chegou em Madri, né?
— Exato… Acho que não tava fazendo nada de errado — falei.
— Não, véi… pelo contrário. E sim, além de foder — ele me olhou com cara de safado — você conheceu gente, matou dois coelhos com uma cajadada só, né?
Oi? Isso… ele sabia da parada no banheiro com o Robert e o Agu? Eles deviam ter contado… não, caras? Que loucura! Será que eles só abriram a boca pro Roland? Ou algum desses dois filhos da puta (Agu ou Robert) contou pra todo mundo? Porra… Porra!
Fiquei uns instantes pensativo…
— O que foi? — o Roland me perguntou.
— Nada, não! Você sabe algo que eu acho que você não sabe? — perguntei.
— Sei o que você acha que eu não sei — ele respondeu.
— Porra, cara — falei rindo — A gente passou a noite toda falando igual trava-língua! Haha.
— Sim! Haha, mas não se preocupa, foi o Agu que me contou, e já falei pra ele não contar pra mais ninguém.
Que gato que era o Roland, galera! E que sorriso lindo. Naquele momento, eu realmente tive vontade de beijar ele, sem saber por quê. Tinha passado a noite toda Noite sem pensar em foder com ele. Mas… que gostoso ele era, puta merda! E que corpo perfeito. Ele também tava me olhando, e jurei que vi ele desviar o olhar dos meus olhos pra focar no meu peito, meus braços e depois na minha buceta… mas não podia ser… não.
— Bom, véi… vou indo embora, né? — ele falou.
— Beleza, te acompanho até o carro.
A gente levantou, ele pediu pra ir no banheiro e eu mostrei onde era. Ouvi ele mijando, abrindo a torneira, e demorou um pouco pra sair. Fomos até a porta de saída, abrindo as portas da sala e do corredor. Saímos no patamar e apertamos o botão do elevador.
— Não precisa me acompanhar, véi — ele disse —, sei onde o carro tá.
— Fala sério, porra. Não é longe.
Quando o elevador chegou no nosso andar, entramos e apertei o botão pra descer. A gente começou a se olhar no espelho que tinha numa das paredes e percebi que o Roland tava me encarando pelo espelho.
— O que cê tá olhando? Cê acha que eu não tô vendo… — perguntei.
— Cê acha que eu tô te vendo… mas não tô te vendo, tô te olhando — ele respondeu.
— Não é a mesma coisa, ver e olhar?
— Olhar é diferente, véi, porque eu vejo mais coisas do que só te ver.
— Hahaha. A gente nunca vai ter uma conversa normal, é? — perguntei enquanto fingia dar um soco no bíceps dele (que bíceps enorme, o filho da puta).
— Ei! Véi… — ele falou, fazendo cara de bravo de brincadeira.
— Toma! — Aí foi ele quem me beliscou de brincadeira no peito, perto do mamilo.
Enquanto isso, a gente tinha chegado no térreo, e a porta do elevador abriu.
— Ah! Filho da puta! — e eu bati um pouco mais forte, mas sem machucar, um soco na barriga dele.
— Ah! — ele reclamou, fazendo cara de dor.
— Para com isso… — falei — Vai doer o quê? Se você tem um tanquinho ali… Olha! — levantei um pouco a camiseta dele pra ele ver os próprios abdominais… Puta merda! Que tanquinho, e que oblíquos! — Tá vendo?
Com o dedo indicador da minha mão, comecei a acariciar as As ranhuras da barriga chapada dele, como que mostrando o caminho pra alguém que se perdeu… O elevador tava parado, com a porta aberta e a gente lá dentro, sem sair ainda.
— Já é, véi… — o tom dele ficou meloso — Mas… mesmo que tão duros, acabei de tomar café e se você me der… — aí ele me pegou de surpresa e fez um movimento de bater na minha barriga, sem encostar. Eu, do susto, me encolhi.
— Filho da puta! — xinguei ele, rindo.
— Aaaah! Dá pra sentir, véi. Mas você… — ele chegou perto de mim e começou a desabotoar minha camisa, deixando meu peito e barriga à mostra — também não tem a barriga mole, né? — falou, passando a mão na minha barriga e me olhando nos olhos. Subiu a mão pelo peito e beliscou meu mamilo.
— Não faz isso no meu mamilo, Roland… eles são muito sensíveis — sussurrei com cara de tesão e fechando os olhos.
Ele me beijou, não acreditei, mas me beijou. Beijava com um carinho foda, bem molhado, sem parar de beliscar meu mamilo. Apertou de novo o botão do elevador pra subir e as portas fecharam. Minhas mãos foram parar na cintura dele e comecei a apertar a bunda dele. Sem parar de me beijar, ele também começou a massagear minha bunda e me empurrou contra a parede de espelho. Soltei um gemidinho de prazer e comecei a enfiar a língua na orelha dele.
— Mmm — ele gemeu.
Chegamos lá em cima e as portas do elevador abriram. Saímos em direção à porta da minha casa. Abri e fiz ele entrar. O Boris veio nos receber de novo, pulando, mas mandei ele embora.
Levei o Roland pro meu quarto, fechei a porta e fui direto pra boca dele, pra chupar aquela boca.
Meu quarto era grande, e mesmo os móveis sendo meio antigos pro meu gosto, a cama era nova e tinha 1,05m de largura. Abri a janela de vidro e pedi pro Roland deitar na cama.
Imagina, mano! Tava alucinando por ter um cara daqueles na minha cama, e mesmo já tendo comido uns caras tão gostosos antes, era sempre um prazer ter isso. Roland tirou os sapatos e as meias. Eu fiz o mesmo e me deitei sobre ele com as pernas abertas. Minha bunda na altura da pica dele. Me inclinei e começamos a nos beijar. Ele tirou minha camisa, que ainda estava sem os botões desde o elevador.
— Você tem um torso muito gostoso, Manu — ele disse.
— Valeu — agradeci o elogio — mas quero ver o seu — e tirei a camiseta dele.
Impressionante! O cara estava incrível. Tudo aquilo tinha surgido do nada, sem eu esperar. Sei que expliquei que não era minha intenção comer o Roland a princípio, mas estava claro que eu ia aproveitar bem aquela foda, com força total!
Comecei pelo pescoço dele, que parecia o de um touro. A pele ainda tinha gosto de colônia, e enquanto eu beijava e lambia, minhas mãos acariciavam o torso dele. Os peitorais, os abdominais, os mamilos… Ele gemia a cada lambida, sempre com as mãos na minha bunda. Supus que ele era ativo, porque os movimentos pélvicos mostravam que ele tava doido pra meter a pica dentro de mim. (Ainda sentia meu cu queimando pela surra que o Robert me deu no banheiro da balada, então torci pra que a pica dele não fosse muito grande.) Não esperei muito tempo, queria ver ela, e me preparar pra dor que eu ia sentir com aquela pica dentro de mim. Deslizei meu corpo mais pra baixo. Minhas mãos desabotoaram a calça dele. Ele gemia de prazer enquanto colocava as mãos na minha cabeça. Me levantei um pouco e tirei a jeans com a ajuda dele, deixei cair no chão. Ele tava de cueca bem justinha, branca com elástico preto. Super gostosa. Uma boa pica aparecia por cima do elástico, do tamanho da minha. Porra! Pensei… Eu amava paus assim… mas ia me arrebentar… Deus! Não sabia se ia aguentar. Comecei a lamber as coxas dele, enquanto acariciava a pica por cima da cueca — Caralho! Que homem na minha cama! Fui subindo pela virilha até a pica, e comecei a lamber com a ponta da língua a cabeça, completamente Cheio de pré-gozo. Mmmm, tinha um gosto bom, não salgado. Ele colocou as mãos na minha cabeça e pediu pra eu colocar na boca. Quase implorando. Eu puxei a calcinha dele pra baixo e vi pela primeira vez os ovos dele. Grandes... sem nenhum pelo. Totalmente depilados, do jeito que eu gosto. Com a língua, brinquei com eles, colocando na boca com cuidado, chupando devagar, enquanto batia uma bem suave pra ele.
— Chupa, mano... — ele implorou — por favor... ah!
Fiz ele se desesperar, ansiar pela minha boca no pau dele pra dar mais prazer quando eu subisse com a língua. Me recusei a ser comido por aquele pau depois da surra que o Robert me deu, então apostei tudo numa carta. Sem ainda ter enfiado o pau todo dele na boca, levantei as pernas dele sem tirar minha língua da virilha, e fui em direção àquele buraco totalmente depilado. Passei a língua bem devagar na junção das nádegas dele.
— Aaah! — ele gemeu de prazer —
Comecei como um bicho a enfiar minha língua o máximo que podia no cu dele. Também abria a boca o máximo pra pegar mais e chupar o esfíncter inteiro...
— Ah... filho da puta! — ele sussurrava.
Tava com muita vontade de engolir aquele pau. Fazia vários dias sem nenhum na minha garganta. Batia uma bem suave pra ele com uma mão, enquanto fazia a melhor comida de cu da vida dele. Tinha um gosto de suor... mas aquele cheiro me enlouquecia e eu comia com ainda mais vontade. Percebi que aos poucos ele ia se abrindo pra minha língua, então não hesitei, lambi dois dedos e enfiei naquele cu esplêndido sem nenhuma delicadeza, até o fundo.
— Ah... — aquele gemido não foi de prazer.
— Tiro? — perguntei olhando direto nos olhos dele.
— Não... — ele respondeu depois de uns segundos de dúvida.
Comi ele com os dois dedos que tinha dentro, agressivamente. Queria que ele sentisse. Que sentisse bem. Parei de bater uma pra ele pra me dedicar só a dedar. Parei de repente. Tinha que mostrar quem mandava naquele momento. Levantei e me Despi, e coloquei meu pau na boca dele. Dominado pelo prazer, Roland não hesitou e abriu a boca com vontade, enfiou meu pau inteiro de uma vez, me fazendo tocar o céu. Com a língua, ele pressionava a glande e eu vi que ela estava toda molhada de tesão. Que puta trepada que eu tava dando naquele cara! E ainda faltava o melhor, queria fazer ele meu, mas antes precisava fazer algo que não podia deixar de fazer… chupar ele. Me deitei na cama, de cabeça pra baixo em relação a ele, e peguei o pau dele com a mão. Engoli ele com desespero. Com a outra mão, segurei a cabeça dele e comecei a foder a boca dele. Que prazer! Soltei a mão do pau dele e comecei a engolir ele inteiro, enquanto com a mão que ficou livre, voltei a desejar ele. Às vezes, Roland engasgava, mas parecia que não ligava, na verdade eu forçava ele com minhas estocadas a engolir na hora, e ele engolia ainda mais, abrindo mais a garganta.
— Me fode… me fode, Manu… — ele implorava.
Eu continuava enfiando o dedo nele e engolindo o pau dele inteiro. Enfiei, com um pouco de esforço, um terceiro dedo bruscamente pra ele sentir bem.
— Aaaah… Manu, ah! Me fode — ele pedia sem parar — Por favor, véi…
Poucas vezes me pediram daquele jeito pra meter o pau em caras… Ninguém, na real. Eu tava no limite, ele até mexia a bunda no ritmo dos meus três dedos.
— Por favor… — ele continuou implorando.
— Vou… — eu disse.
Tirei meus dedos de dentro dele. Me levantei e pedi pra ele ficar de bruços. Então abri bem as nádegas dele e cuspi saliva no esfíncter dele. Aí aproximei meu pau e enfiei ele inteiro. De um movimento só, entrou tudo. Quente, bem molhado, e com o esfíncter apertando a base do meu pau.
— Ah… — ele gemeu — que gostoso, véi.
Comecei a meter sem parar, tirando o pau inteiro do cu dele e enfiando de novo lá dentro, deixando meu corpo cair completamente sobre o dele a cada estocada. Fodi ele assim por um bom tempo, e graças a ter bastante resistência, consegui não gozar, até que Ele me disse pra parar.
– Senão vou gozar, mano, ele falou, mas eu não parei, pelo contrário, acelerei – para… ah!... Manu para! Ah… que vou gozar, cara…
Uns segundos depois, as palmas das mãos do Roland se fecharam sobre os lençóis. Senti o esfíncter dele apertando a base da minha rola mais que o normal e ele gozou.
– Ah… porra… Manu….ah! – ele gemeu, sem se importar mais com o volume da voz… eu tava nem aí se a Carol ouvisse a gente.
Uns segundos depois, eu tirei ela e gozei pra caralho batendo uma punheta, sujando a bunda toda dele com minha porra… Aí, com meus dedos, espalhei ela pelo cu dele, sentindo ele completamente aberto e bem molhado, lubrificado.
– E aí, como foi com o Isaac? – ele me perguntou do nada.
– Bem, por quê? – fiquei super intrigado.
– Porque ele é meu amigo, mano, e não quero que machuquem ele – ele disparou, enquanto se virava e deitava de frente pra mim, olhando nos meus olhos.
– Você fodeu como eu te fodi e agora vem com essa do Isaac? – perguntei meio puto.
– Não, Manu, não leva a mal. Adorei foder com você, sério, fazia dois anos que não deixava ninguém me comer, e você me comeu pra caralho. Eu curti.
– Mas o que o Isaac tem a ver com isso, cara? – perguntei de novo.
– Então, o Isaac acabou de terminar com um cara com quem ficou 4 anos, ele é meu amigo e não quero que ele se apaixone por alguém que me comeu e na mesma noite também pegou outros dois amigos dele. Sacou?
– Sim, mas eu não tenho nada com ele e posso fazer o que quiser com meu corpo, não? – tava começando a me irritar.
– Manu, você tá me entendendo errado, mano…
– Nem mano nem nada, cara… me explica – pedi.
– Olha… eu sempre gostei do Isaac, tá? – ele começou – mas com o tempo a gente virou amigo porque ele tinha namorado. Agora você aparece, e eu gosto pra caralho de você. Entendo que você é novo em Madrid, e que agora pode viver ou experimentar coisas que não fez antes… Mas, mano… se você pretende ficar com ele do mesmo jeito que ficou comigo, e me — Quer dizer que você pode me chamar de "fácil"... Isaac não é nada disso, entendeu? Com ele você não vai transar e pronto, igual comigo, ou com o Robert ou o Agu... a gente é diferente, sexo não é importante pra gente. É só sexo e acabou. Enquanto pra Isaac... sexo... digamos que é coisa de casal... só isso...
— Você ainda gosta do Isaac? — perguntei.
— Não, véi... não é amor, é carinho já. Mas amizade, por isso não quero que machuquem ele. Você é foda, Manu, mas não sei se te curto pro Isaac... — eu tava alucinando.
— Porra, Roland, dei uma putaria. Mas é que eu precisava.
— Uma putaria? Manu... o Robert te comeu, o Agu te fez um boquete. E agora você me comeu... muito bem, por sinal. E tudo numa noite só, véi!
— Mas você também curtiu ou não? — perguntei.
— Sim, claro. Mas não sei se o Isaac vai querer um cara assim...
— Bom, para de agir como irmão mais velho do Isaac, ele já é grandinho — expliquei — Você vai contar pra ele?
— Já me sinto muito mal por ter transado com você, véi. Não, não vou contar.
— Ok, eu também não vou contar. Não sou igual ao Robert ou ao Agu.
— Cuidado com esses dois, véi, não são caras legais.
— Ok.
…………………………………………………………………………………
— Bom, véi, vou indo — ele disse.
— É, mano, preciso dormir um pouco e já são quase 9.
A gente se beijou de novo, mas dessa vez foi um beijo de cumplicidade mais do que qualquer outra coisa. Depois nos vestimos e eu acompanhei ele até a porta de casa.
— Foi um prazer, véi!
— Igualmente — respondi.
— Vai sair pra festa amanhã? — ele perguntou.
— Acho que sim. E você?
— A princípio sim, então a gente se vê.
— Valeu.
A gente foi se dar dois beijos e acabou dando um selinho.
— Até amanhã.
— Até amanhã... tchau!
Fechei a porta de casa quando ele saiu. Fui pro banheiro e tomei um banho rápido. Quando saí, trombei de cara com a Carol. Ela ainda tava com cara de sono e o cabelo todo bagunçado de dormir... até uma remelinha aparecia.
— Oiiiiiii — ela me cumprimentou, ainda meio dormindo.
— Oi. Bom dia — respondi. — São bons pra você, né, seu vadia?
— Haha. Melhor te contar amanhã… vou dormir…
— Sim, sim! Melhor amanhã… seu gigolô! Kkkkk…
Entrei no meu quarto, caras… fiz um balanço. Tinha passado meus primeiros 10 dias em Madrid sem sexo…
Saí pra night em Chueca e, na mesma noite, fiz um menage num banheiro público e terminei comendo em casa o amigo do cara que eu tô afim… Que puta me sentia… Mas, caras… só posso dizer o que passava pela minha cabeça antes de cair no sono…
Me sentia um cara de sorte.
Fonte: http://www.todorelatos.com/relato/81170/
1 comentários - Relato: Sortudo Pt. 2