Dessa vez vou contar sobre minha segunda vez, que diferente da primeira, foi muito mais gostosa e mais foda.
Bom, tudo começou num dia normal como qualquer outro, onde acordo, tomo um banho e me preparo pra escola. Umas meias brancas que combinam perfeitamente com minha calcinha fio dental da mesma cor, uma calça jeans apertada e uma camisa branca — essa é minha roupa pra ter um dia incrível, mesmo sem saber ainda. Pego o ônibus pro centro e sinto como minha bunda atrai o olhar de vários caras que tão indo pro trabalho bem cedo. Devo confessar que é a parte do meu corpo que mais chama atenção dos homens, e é uma honra carregar essa raba com orgulho, do jeito que eu faço.
Chego na escola, que por sinal só fico 2 horas por dia porque sempre mato aula. É uma aula normal, sem graça, só um professor meio bonito, mas não totalmente, porque ele é meio grisalho e isso faz ele parecer mais velho do que é. Toca o sinal tão esperado, todo mundo sai pro recreio, quando ouço alguém dizer:
— Ana, espera um momento.
Sei que vem problema, porque nas minhas últimas provas não fui muito bem. Volto pra mesa do professor e noto nele um olhar mais safado que o normal. Ele me fala que nas minhas últimas 2 provas eu tirei uma média de 5,4 e que, já que esse é meu resultado final, eu teria que repetir o curso, que dura uns 6 meses. Aí eu só falo: "E não dá pra fazer nada, professor?" Ele me olha de novo e eu vejo o volume dele começando a crescer. Só penso comigo: "tudo pra evitar uma bronca". Ele responde que talvez desse pra fazer um curso particular ou um trabalho pra entregar e ganhar pontos extras. Aí eu escolho a segunda opção.
Ele pergunta sobre o que eu gostaria de apresentar, e eu respondo que não sei, que o que ele indicar tá bom. Ele fica pensando um pouco e responde: "Que tal sexo?" A verdade é que me surpreendeu, porque o curso que eu tava fazendo não exigia nenhuma matéria de biologia ou algo relacionado a sexo. Aí eu respondi: "Tá bom, vou fazer isso."
Eu já ia saindo quando o professor me segura e comenta que, se eu quiser, ele pode me ensinar como fazer meu resumo. É verdade, estranhei tudo isso porque já era muito óbvio o que ele queria pra me passar. Então me virei, pensei por alguns segundos e, respirando fundo, voltei pra posição de frente e falei:
"O que você quer em troca de me passar e ninguém na minha casa ficar sabendo?" Só isso bastou pra ele me puxar num beijo profundo e longo. Senti a língua dele percorrendo toda a minha boca, como se procurasse algo. A verdade é que isso me excitou pra caralho e, bom, se eu queria passar e evitar uma daquelas broncas, teria que fazer. Beijei ele apaixonadamente. Ele me separou e disse: "Espera, deixa eu fechar a porta." E fechou.
Como sabia que teríamos pouco tempo, no caminho da porta até a escrivaninha onde eu esperava, ele já tirou a camisa e abriu a calça. Chegou em mim, me beijou enquanto as mãos dele brincavam e procuravam meus peitões grandes e um mamilo rosadinho que os homens adoram. Tirou minha regata, deixando só o sutiã. Abriu minha calça enquanto saíam frases da boca dele tipo:
"Agora sim, minha Anita, você vai ver o que é um homem de verdade."
"Vou te meter tanta pica até você não aguentar mais."
Essas palavras me excitaram pra um caralho e eu me joguei no meio das pernas dele, beijando tudo que estava entre o meu tesão e a minha boca. Ele disse: "Assim, desce até meu pau e chupa ele todinho, assim, mamãe." Quando cheguei na calça já aberta, puxei pra baixo, deixando ele só de cueca e com uma ereção do caralho. De uma só vez, meti ele na minha boca. Não demorou muito pra ele me pegar pelos cabelos e fazer eu engolir quase até tocar a garganta. Senti que ia me afogar, mas ele não aceita um "não" como resposta. Ficou nessa por um bom tempo até gozar na minha boca. Engoli cada gota que saiu daquele pau quente e molhado.
Depois disso, achei que minha experiência com meu professor tinha acabado, porque já tinham passado mais de 30 minutos e eu já deveria estar indo pra casa. Comentei se a gente podia continuar depois, e ele respondeu: "Não, garota. Aqui você vai ser minha e aguenta tudo isso." Enquanto falava, puxou minha calça e minha calcinha fio dental num movimento rápido. Preciso me ajeitar. Vira de costas, quero te penetrar por trás. Eu aceitei, sem mais explicações. Ele enfiou um dedo na minha buceta umas duas ou três vezes. Depois disso, eram dois e três dedos consecutivos dentro de mim. Ele pediu pra eu me segurar firme na escrivaninha dele, porque ia receber o pau inteiro. Apontou na entrada da minha buceta e, sem aviso, cravou tudo. Senti como se estivesse me partindo ao meio. Aos poucos, as estocadas arrancavam gemidos de dor dos meus lábios: aaaahhhhh, dói, é enorme, ooohhh, já não aguento mais, por favor, professor. Ele só responde: cala a boca, gostosa, isso é ser mulher de verdade. Aaaahhhhhhh, ooooohhhhhhhhhh, mais enfiadas na minha buceta não muito lubrificada. É uma dor feroz, mas tenho que satisfazer ele em tudo que pedir, senão ia me dar mal em casa. Depois terminamos e voltei pra minha casa.
Bom, tudo começou num dia normal como qualquer outro, onde acordo, tomo um banho e me preparo pra escola. Umas meias brancas que combinam perfeitamente com minha calcinha fio dental da mesma cor, uma calça jeans apertada e uma camisa branca — essa é minha roupa pra ter um dia incrível, mesmo sem saber ainda. Pego o ônibus pro centro e sinto como minha bunda atrai o olhar de vários caras que tão indo pro trabalho bem cedo. Devo confessar que é a parte do meu corpo que mais chama atenção dos homens, e é uma honra carregar essa raba com orgulho, do jeito que eu faço.
Chego na escola, que por sinal só fico 2 horas por dia porque sempre mato aula. É uma aula normal, sem graça, só um professor meio bonito, mas não totalmente, porque ele é meio grisalho e isso faz ele parecer mais velho do que é. Toca o sinal tão esperado, todo mundo sai pro recreio, quando ouço alguém dizer:
— Ana, espera um momento.
Sei que vem problema, porque nas minhas últimas provas não fui muito bem. Volto pra mesa do professor e noto nele um olhar mais safado que o normal. Ele me fala que nas minhas últimas 2 provas eu tirei uma média de 5,4 e que, já que esse é meu resultado final, eu teria que repetir o curso, que dura uns 6 meses. Aí eu só falo: "E não dá pra fazer nada, professor?" Ele me olha de novo e eu vejo o volume dele começando a crescer. Só penso comigo: "tudo pra evitar uma bronca". Ele responde que talvez desse pra fazer um curso particular ou um trabalho pra entregar e ganhar pontos extras. Aí eu escolho a segunda opção.
Ele pergunta sobre o que eu gostaria de apresentar, e eu respondo que não sei, que o que ele indicar tá bom. Ele fica pensando um pouco e responde: "Que tal sexo?" A verdade é que me surpreendeu, porque o curso que eu tava fazendo não exigia nenhuma matéria de biologia ou algo relacionado a sexo. Aí eu respondi: "Tá bom, vou fazer isso."
Eu já ia saindo quando o professor me segura e comenta que, se eu quiser, ele pode me ensinar como fazer meu resumo. É verdade, estranhei tudo isso porque já era muito óbvio o que ele queria pra me passar. Então me virei, pensei por alguns segundos e, respirando fundo, voltei pra posição de frente e falei:
"O que você quer em troca de me passar e ninguém na minha casa ficar sabendo?" Só isso bastou pra ele me puxar num beijo profundo e longo. Senti a língua dele percorrendo toda a minha boca, como se procurasse algo. A verdade é que isso me excitou pra caralho e, bom, se eu queria passar e evitar uma daquelas broncas, teria que fazer. Beijei ele apaixonadamente. Ele me separou e disse: "Espera, deixa eu fechar a porta." E fechou.
Como sabia que teríamos pouco tempo, no caminho da porta até a escrivaninha onde eu esperava, ele já tirou a camisa e abriu a calça. Chegou em mim, me beijou enquanto as mãos dele brincavam e procuravam meus peitões grandes e um mamilo rosadinho que os homens adoram. Tirou minha regata, deixando só o sutiã. Abriu minha calça enquanto saíam frases da boca dele tipo:
"Agora sim, minha Anita, você vai ver o que é um homem de verdade."
"Vou te meter tanta pica até você não aguentar mais."
Essas palavras me excitaram pra um caralho e eu me joguei no meio das pernas dele, beijando tudo que estava entre o meu tesão e a minha boca. Ele disse: "Assim, desce até meu pau e chupa ele todinho, assim, mamãe." Quando cheguei na calça já aberta, puxei pra baixo, deixando ele só de cueca e com uma ereção do caralho. De uma só vez, meti ele na minha boca. Não demorou muito pra ele me pegar pelos cabelos e fazer eu engolir quase até tocar a garganta. Senti que ia me afogar, mas ele não aceita um "não" como resposta. Ficou nessa por um bom tempo até gozar na minha boca. Engoli cada gota que saiu daquele pau quente e molhado.
Depois disso, achei que minha experiência com meu professor tinha acabado, porque já tinham passado mais de 30 minutos e eu já deveria estar indo pra casa. Comentei se a gente podia continuar depois, e ele respondeu: "Não, garota. Aqui você vai ser minha e aguenta tudo isso." Enquanto falava, puxou minha calça e minha calcinha fio dental num movimento rápido. Preciso me ajeitar. Vira de costas, quero te penetrar por trás. Eu aceitei, sem mais explicações. Ele enfiou um dedo na minha buceta umas duas ou três vezes. Depois disso, eram dois e três dedos consecutivos dentro de mim. Ele pediu pra eu me segurar firme na escrivaninha dele, porque ia receber o pau inteiro. Apontou na entrada da minha buceta e, sem aviso, cravou tudo. Senti como se estivesse me partindo ao meio. Aos poucos, as estocadas arrancavam gemidos de dor dos meus lábios: aaaahhhhh, dói, é enorme, ooohhh, já não aguento mais, por favor, professor. Ele só responde: cala a boca, gostosa, isso é ser mulher de verdade. Aaaahhhhhhh, ooooohhhhhhhhhh, mais enfiadas na minha buceta não muito lubrificada. É uma dor feroz, mas tenho que satisfazer ele em tudo que pedir, senão ia me dar mal em casa. Depois terminamos e voltei pra minha casa.
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