1
Sou uma puta, disso não tenho dúvida, e como dizem por aí: "e minha buceta adora". Pra quê negar, nunca gostei muito de estudar, cheguei na universidade e precisava de grana, porque a mesada que meus pais me davam não dava pra minhas farras, então entrei nesse mundo através de uma amiga que já praticava.
Como em tudo, os começos foram difíceis, mas não posso reclamar, comecei fazendo com velhos, empresários com uns carrões impressionantes, mas velhos no fim das contas, gordos, peludos e feios. Embora depois vieram alguns que eram mais bonitos e mais atraentes, mas enfim, eu levava como um trabalho e assim alcancei um nível financeiro nunca antes sonhado por mim. Nem preciso dizer que eu era cara, caríssima, tipo o que se chama de puta de luxo, meu corpo jovem e esbelto, de carnes firmes e curvas perfeitas, e assim merecia, a julgar por como ia bem no negócio.
Me mudei pra um bairro residencial à altura do meu novo status e me instalei num apartamento pequeno, mas com todo o conforto que queria, pra quê mais espaço.
Trabalhava durante as noites, principalmente nos fins de semana, embora durante a semana nunca faltassem clientes ávidos por sexo e experiências fortes com uma novinha como eu. Aprendi bem o ofício e os deixava loucos com minhas insinuações, minha língua safada e minhas ousadias. Às vezes me convidavam pra jantar nos melhores restaurantes e num certo momento da ceia jogava o guardanapo no chão pra que meu acompanhante o pegasse galantemente, então eu abria as pernas e mostrava minha bucetinha nua, livre de calcinha. Isso sempre funcionava, o cliente agradecido se levantava com um sorriso esplêndido nos lábios, que eu, safadinha, sabia retribuir com outro meu.
Mas como nem tudo na vida é perfeito, um dia chegou minha vez e um desses ricos nojentos me deu uma surra violenta... o cara ficou obcecado por mim, me seguia pra todo lado e se Ele ficava super ciumento quando eu transava com outros. Uma noite, quando voltei do trabalho, ele me esperou na porta do prédio e começou a bater no meu corpo precioso. Me encontraram caída no patamar da escada, fiquei semanas no hospital, e quando saí, decidi mudar de cidade.
Nem preciso dizer que a polícia não o encontrou, eu não consegui dar informações porque praticamente só tinha um número de celular que era pré-pago.
Para não chamar atenção, arrumei um apartamento mais discreto e comecei de novo. Mas agora eu era mais discreta e selecionava melhor meus clientes. O que aconteceu me fez repensar, e nada foi como antes, até pensei em parar, mas quando você se acostuma com dinheiro fácil, é quase impossível largar, é como uma droga.
Numa manhã de primavera, quando saía do meu apartamento, estava andando na calçada perto e senti cheiro de grama recém-cortada, o cheiro me embriagou. Amo esse cheiro. Tinha um rapaz com o cortador de grama, de boné, tirando a grama do saco quando me viu passar. Ao me ver, ele sorriu.
— Bom dia, moça — disse ele, galante.
— Bom dia, rapaz — respondi, devolvendo o melhor dos meus sorrisos.
Olhando ele de perto, percebi que o garoto tinha a síndrome de Down, e automaticamente não consegui evitar sentir uma certa pena dele. O fato é que ele me pareceu simpático, então parei e decidi bater um papo com ele.
— Você está cortando a grama? — perguntei meio ingenuamente, já que era óbvio o que ele fazia.
— Sim, moça, gosto de cortar grama — respondeu ele, todo simpático.
— Eu adoro o cheiro de grama recém-cortada.
— Eu também. Qual é o seu nome? — perguntou o garoto.
— Me chamo... — pensei em dar o nome de guerra, mas depois achei melhor dizer o nome verdadeiro — Lúcia, me chamo Lúcia, e você?
— Eu me chamo Francisco, mas meus amigos me chamam de Fran.
— Ah, prazer em te conhecer Fran! —exclamou Lúcia, sorrindo para ele.
O garoto só sorriu de volta, inocente. A verdade é que ele despertava muita ternura com aquele olhar ingênuo e o sorriso. Lúcia gostou especialmente disso, sentindo uma afinidade imediata com o menino.
— Então, Fran, você trabalha por aqui todo dia? — perguntou, tentando puxar conversa.
— Sim, a gente fica nesse parque, eu e meus colegas — respondeu, apontando para outro grupo espalhado pelo gramado.
Enquanto conversavam, um homem jovem se aproximou e, ao chegar perto, perguntou a Fran sobre a nova amiga.
— Pô, Fran, que amiga gostosa você arrumou! Não vai me apresentar? — disse o cara, chegando mais perto e colocando o braço no ombro do garoto.
— Claro, ela chama Lúcia. Esse é o Antônio, nosso monitor... — explicou Fran, finalmente.
— Prazer, Antônio. Tava aqui batendo um papo com o Fran sobre o gramado. Ele parece muito simpático. Vocês tão fazendo um curso com uns caras como ele por aqui, né?
— Sim, é um projeto social patrocinado por uma caixa econômica. Assim eles aprendem um ofício e ficam ativos.
— Ah, que legal! Pra eles é tipo um trabalho, né?
— Isso, e eles recebem como jardineiros mesmo.
— Muito bom! O Fran é uma graça! — exclamou ela, com aquele sorriso maravilhoso.
— Ela é gostosa, né, Antônio? — perguntou Fran, do nada, pro monitor.
— Ah, com certeza, Fran! Ela é uma delícia! — respondeu o monitor, todo galanteador.
— Nossa, obrigada! Ele é de comer com os olhos! — brincou Lúcia, dando um tapinha no ombro do garoto.
Ela se aproximou do menino e deu dois beijinhos na bochecha dele, o que fez o garoto sorrir ainda mais e até ficar vermelho.
— Pô, Fran, que sorte a sua ter conhecido uma amiga dessas! — continuou o monitor, dando um tapinha nas costas dele.
— Bom, preciso ir. Espero que a gente continue se vendo por aqui, galera!
E foi assim que ela conheceu o garoto. Mais tarde, lembraria desse momento com carinho. O cara tinha achado ela bem simpática.
Quando voltou pra casa na hora do almoço, pra sua surpresa, viu que Fran estava sentado na entrada do prédio. Então se cumprimentaram de novo.
— Oi Fran, como você tá! Já terminou o trabalho?
— Sim, tô esperando minha mãe — respondeu o garoto.
— Você mora aqui?
— Sim, no 2ºA — ele conseguiu dizer.
— Poxa, eu moro bem em cima de vocês, no 3ºA. Não fazia ideia que éramos vizinhos.
O garoto sorriu com aquele sorriso inocente de sempre. Na mesma hora, Lúcia viu uma mulher de uns cinquenta anos se aproximando da entrada do prédio. O garoto virou a cabeça pra ver quem era e, quando olhou, o rosto dele se iluminou. Sem dúvida era a mãe dele.
— Como tá meu menino? — ela perguntou, dando dois beijos nele.
— Tô bem, mãe, já terminei o trabalho. Olha, ela é a Lúcia, a vizinha.
As duas mulheres se apresentaram. A mãe dele se chamava Ángeles e vinha carregada com sacolas de compras. Depois de uma conversa informal, Lúcia se ofereceu pra ajudar com as sacolas e subiram juntas no elevador. Ela disse que era estudante e que morava exatamente no andar de cima do apartamento deles, mantendo a história de sempre de ser uma garota universitária.
No segundo andar, se despediram e ela subiu pro apartamento dela, preparou um almoço rápido e tirou uma soneca.
2
Naquela noite, ela encontrou um cliente. Ele tinha ligado pra uma agência de modelos que se anunciava na internet e nos principais jornais com o slogan "garotas de companhia", onde Lúcia oferecia seus serviços pra isso. Com as reservas de sempre, marcou um encontro num restaurante da cidade. Claro que o jantar era por conta dele e depois viria a transa, que podia durar no máximo uma hora, e então ela cobraria o preço habitual nesses casos.
Quando chegou perto do restaurante, sentou no balcão e pediu um coquetel. Dez minutos depois, o cliente chegou, vestindo terno preto e gravata. Ele parecia nervoso. Quando ele perguntou ao garçom sobre a reserva, mal conseguiu se explicar. Finalmente, o garçom confirmou que a mesa estava pronta e o levou até ela.
Lucía passou alguns minutos estudando ele da sua posição estratégica no balcão do bar ao lado do salão onde ficavam as mesas. Ela estava impecável, também usava um vestido preto justo, com um casaco da mesma cor e uma echarpe de pele de raposa, colar de pérolas brancas com diamantes combinando e relógio de ouro.
O homem não parava de olhar de um lado para o outro, procurando a acompanhante daquela noite. Lucía se divertiu observando ele e prolongou a espera por mais alguns minutos enquanto terminava seu coquetel. Finalmente, como uma estrela de cinema, desceu do banco e foi caminhando devagar até onde estava o garçom que recebia os clientes, deu o nome do seu cliente e ele a levou até a mesa.
Ao se aproximar, viu como o pobre coitado engolia seco. Quando chegou na frente da mesa, ele se levantou nervoso. Ela tirou o casaco, que foi recolhido pelo garçom, e se aproximou dele, dando dois beijinhos com seus lábios vermelhos.
— Oi, gato! — disse num tom familiar.
— Oi — gaguejou o cliente.
Finalmente, ela se sentou na cadeira que tinham afastado da mesa para ela. Sem dúvida, toda uma dama. O cavalheiro fez o mesmo e sentou na frente dela, cruzando as mãos sobre a mesa. Outro garçom se aproximou na hora e perguntou o que queriam beber. Naquele momento, Lucía se adiantou e pediu uma garrafa de vinho.
Como sempre no começo, a situação era tensa, e ela percebeu na hora que o cliente não era lá muito experiente nesses assuntos, quase não falava, então ela teve que soltar a língua e falar pelos dois, tentando criar um clima relaxado e tranquilo, sorrindo o tempo todo.
A conversa foi meio boba no início, mas já durante a comida o homem começou a falar da vida dele e confessou que estava em... Os trâmites de divórcio da mulher dele e que já fazia um bom tempo que não mantinha nenhum tipo de relação com a sua quase ex. Finalmente, o cliente foi se acalmando à medida que o vinho e a comida rolavam, e a noite se tornou, até certo ponto, agradável. Aliás, o homem disse se chamar Juan.
Finalmente, Lúcia propôs irem embora e, já na porta, subiram no BMW X5 dele que estava esperando, trazido pelo manobrista do restaurante bem na hora. Entraram no veículo e foram embora. Lúcia era louca por esses carros, com estofamento de couro branco, acabamentos cromados e em madeira polida, sem dúvida aquele cara tinha grana e podia bancar a companhia dela a noite toda, se precisasse.
O homem foi direto para o hotel cinco estrelas onde já tinha reservado um quarto, entrou no estacionamento e, ao estacionar, para surpresa dele, Lúcia se aproximou e, passando a mão no pacote dele, descobriu que ele não estava nem um pouco excitado.
— Ah, querido, quer começar aqui antes de subir pro quarto? — disse ela enquanto apalpava o membro flácido dele por cima da calça.
— Não, espera, aqui não! Melhor subirmos pro quarto! — exclamou nervoso o acompanhante, se livrando das carícias dela e saindo do veículo.
— Tá bem, calma! A gente faz o que você quiser... — respondeu Lúcia, saindo também do carro.
Entraram no elevador e, para surpresa dela, viu ele apertar direto o quinto andar, isso significava que o safado já tinha pegado a chave do quarto antes do jantar, assim evitava a situação chata de pedir com ela do lado naquela hora da noite.
O hotel era um cinco estrelas de verdade, estava super bem. Ao entrar no quarto, Lúcia descobriu com prazer que era uma suíte completa, com uma cama enorme, uma mesa central cheia de frutas e uma garrafa de champanhe francês ao lado. Sem dúvida, pensavam em tudo.
Se acomodaram, Lúcia foi primeiro ao banheiro e aliviou a bexiga, depois lavou a buceta dela. No bidê, deixando ele pronto pra ação. Se secou e vestiu de novo uma calcinha fio dental transparente rosa com pedrinhas brilhantes nos quadris. Se despiu e saiu só com a tal calcinha, o que dava um visual nada menos que impactante. O parceiro desavisado estava servindo champanhe quando a viu e imediatamente começou a molhar a mesa com o líquido espumante e dourado. Ela, vendo a atrapalhação dele, não pôde deixar de sorrir.
— Calma, querido, não fica nervoso. Em vez de derrubar na mesa, podia jogar em mim pelo corpo — disse ela, se aproximando com o corpo esplendorosamente semidesnudo.
Lúcia se aproximou como uma gata no cio e esfregou o corpo nu todo no terno caro de executivo que o cara usava. O perfume dela o embriagou, e ele não resistiu e passou a mão na bunda dela, lisa e sedosa, enquanto saboreava o pescoço dela com os lábios, abraçando a garota linda que tão docemente se oferecia.
Ela se grudou de propósito na virilha dele, colando a xota bem onde dormia o monstro do amiguinho dele — monstro ou melhor, monstrinho, mas o caso é que o dorminhoco acordou. Aí ela passou a mão nele e continuou acordando o bicho. Depois do tesão inicial, ele interrompeu.
— Preciso ir ao banheiro.
— Vai em frente, querido, faz o que tiver que fazer, mas se lava bem no final, tá? Quero que você esteja bem limpinho pra eu te dar um presentinho — avisou ela, apontando pro monstrinho que tinha nascido na virilha dele.
Esperou um tempinho e, quando ouviu a água do bidê correndo, decidiu entrar pra ver como o acompanhante estava. Ele se assustou de novo ao vê-la.
— Calma — disse ela de novo —, só queria ajudar na lavagem.
Depois disso, se ajoelhou ao lado do cara, que já estava completamente pelado e sentado no bidê, e começou a lavar a pica dele, ensaboando primeiro e aproveitando pra dar uma massagem gostosa com sabão, e depois enxaguando com água abundante. tíbia, até que o monstrinho ficou brilhando. Então ela o fez levantar e, de cócoras, começou a chupá-lo, secando as gotas de água que ainda o envolviam com sua boca ardente, dando brilho na glande com a língua que se enrolava uma e outra vez na ponta dele.
O homem ficou absorto e revirou os olhos antes de fechar as pálpebras e olhar para o céu, como se lembrasse que esses prazeres da natureza ainda existiam para ele. Depois de alguns segundos, Lúcia pegou uma camisinha que tinha escondido na mão e, sem que ele percebesse, colocou na boca e vestiu o monstrinho com ela, num truque já bem aprendido para enfiar os paus sem que o cliente reclamasse daquilo.
— O boquete a seco é um mimo da casa na primeira vez. Se quiser continuar, tem que me mostrar que é um cara limpo — disse ela, encerrando a mamada.
Em seguida, foram para a cama. Ela o deitou de costas e subiu no corpo dele como uma tigresa, de um salto. Esfregando a buceta antes de enfiar, abriu os lábios dela e, aos poucos, meteu ele dentro de si.
— Que gostosa você é! — exclamou Juan no momento em que o pau dele entrava no interior ardente da buceta dela, seguido de um "gooohhh" soltado com o maior dos prazeres.
— Tô te agradando, sou gostosa mesmo, né? Pois esta noite você vai descobrir as coisinhas que sei fazer também.
— Vai devagar — pediu ele.
— Tá bem, amor, vamos fazer do seu jeito — respondeu Lúcia enquanto colocava suavemente o pau dele debaixo da rachinha dela e esfregava devagar.
A ponta do pau desapareceu lá dentro e ela começou a subir e descer suavemente, fazendo com que ele entrasse até o fundo aos poucos. Quando já estava bem dentro, apertou um pouco mais com a bunda em cima do cliente, e ele soltou um gemido de prazer.
— Caralho, que delícia! — exclamou o cliente submisso debaixo daquela gatinha no cio.
— Ah, sim! Tá gostando, hein? Mas se a gente só começou... A perfeição. Ela se deitou sobre o peito do cara e, com movimentos rítmicos da cintura fina, foi sentando nele, devagar, como ele tinha pedido. Enquanto isso, o homem curtia os peitos doces dela na boca dele, então não resistiu e começou a chupá-los de leve, enquanto apertava a bunda durinha e redonda com as duas mãos. Sem dúvida, todos os sentidos dele estavam focados naquela gostosa que estava montando nele com a arte de quem sabe fazer o seu trabalho.
A essa altura, Lúcia já conseguia se desligar enquanto fodava aqueles caras. Na maioria das vezes, ela não gostava muito deles, por isso apelava para a imaginação, seja para mudar a aparência deles, seja para se ver numa praia caribenha de areia branca e fina, deitada numa rede, tomando um coquetel geladinho e delicioso.
Dessa vez era diferente, porque era o primeiro cliente dela depois de um bom tempo, desde o incidente, e a verdade é que, até certo ponto, ela sentia falta do sexo, de sentir uma pica dentro dela, de sentir o poder dela por cima de um homem, com aquele corpinho pequeno e musculoso que tanto agradava eles.
Por isso, ela se surpreendeu quando, depois de só alguns minutos, o cara começou a gemer com raiva, apertando os dentes, as mãos dele na bunda dela e tensionando o corpo todo, levantando ela junto com ele.
— Já, amor? — perguntou ela, estranhando.
— Ah, sim! Não consegui evitar! — confessou o cliente entre os dentes.
Bom, não tinha o que fazer. Ela só se deitou sobre o corpo dele e fez carinho no ouvido dele enquanto ele aproveitava os últimos espasmos da gozada. Quando terminou, ela desmontou e se deitou ao lado dele.
— Eu queria ver você se masturbando — sugeriu o cliente.
Já que a penetração tinha durado tão pouco, Lúcia não achou ruim continuar brincando. Afinal, era o primeiro cliente desde que ela tinha parado, e ela queria fidelizar ele. Então, ela saiu da cama e se acomodou numa poltrona que tinha aos pés dela. Levantando um joelho por cima do apoio de braço, apoiou... O calcanhar dela em cima dele, deixando a buceta dela exageradamente exposta. Depois lambeu com gosto os dedos e começou a passá-los sobre a flor depilada dela, se deliciando com carícias sensuais e ousadas.
Mete os dedos, quero ver como você faz - pediu ele, quase exigindo.
Lúcia obedeceu e enfiou dois e até três dedos. Brincava com a boceta dela como uma expert e, sabendo o que deixava os homens loucos, se deliciava esticando as dobras da buceta, mostrando ela aberta, aquele buraco escuro de desejo por onde os dedos sumiam sem piedade. A verdade é que ela estava sem prática e também meio largada consigo mesma, porque percebeu o tesão que tava ficando e até deu vontade de gozar, essa ideia sozinha já excitou ela ainda mais.
Você teria coragem de me foder de novo? - propôs ela, safada como não se lembrava de ser com nenhum cliente.
Podemos tentar, mas não prometo nada - respondeu o cliente, sincero.
Bom, tentar não custa nada - concordou Lúcia, levantando e se aproximando da cama.
Feito uma gata no cio, ela se arrastou pelos lençóis até o homem, que tava sentado, com as costas apoiadas na cabeceira. Pegou outro preservativo da mesinha de cabeceira sem chamar atenção e tirou da embalagem do mesmo jeito discreto.
O pau do cliente tava realmente uma pena, pequeno e murcho, então ela começou a massagear enquanto dava beijos sensuais na base e nos arredores. Mas não adiantava, então ela resolveu chupar. Ainda tinha gosto de porra, por causa da gozada recente, misturado com lubrificante da camisinha; passou pela cabeça dela o medo da AIDS, mas o que ia fazer? O cara não parecia muito experiente com putas, então ela confiou que ele fosse saudável. Teve essa impressão desde o começo e arriscou.
Esse gesto agradou muito o cliente, que gemeu e segurou a cabeça dela com cuidado, afastando o cabelo loiro comprido e cacheado. O truque deu o efeito desejado e, assim que sentiu ele começar a Ela colocou a camisinha com a boca na ereção dele sem que ele percebesse.
Feito uma possessa, ela se levantou e enfiou o pau na ereção que começava a aparecer. O cara ficou mudo ao ver o corpão escultural da puta e afundou a cara entre os peitos dela, chupando os mamilos e cada centímetro da pele que aparecia na frente. O pau, já dentro daquela bucetinha preciosa, não demorou a recomeçar com os movimentos suaves e compassados da sua cavalgadora experiente.
Lucía queria ser comida por trás, então pediu, e o homem não hesitou em satisfazê-la. De pé ao lado da cama, ela ofereceu a bunda, ajoelhada nela, e o cara acertou de primeira naquela buceta quente e molhada. Ela gritou para ele meter com vontade; o cara pareceu hesitar por uns segundos, mas logo sentiu ele se agarrar com força na bunda dela e meter com tudo. Lucía adorava essa posição e que fizessem com gosto, então curtiu a foda como nos bons tempos e, aproveitando a situação, se acariciou o clitóris com uma mão debaixo dos lençóis até gozar, se agarrando na cama com força com a mão que a apoiava.
Que delícia, porra! — pensou consigo mesma.
Quando estava aproveitando os últimos espasmos de prazer, o homem gozou de novo, surpreendendo-a mais uma vez e provocando novos espasmos de prazer na buceta já cansada depois da gozada.
Finalmente, ela se desencaixou e foi para o banheiro, deixando o homem se acomodar na cama para descansar depois da sessão de sexo sem limites.
Lucía fechou a porta e buscou um pouco de privacidade; sentou no vaso e o xixi caiu com seu jato característico. Respirou fundo e relaxou por uns instantes. Na mente, se sentiu liberada; voltava ao trabalho e essa noite tiraria uma boa grana. Lavou a ppk no bidê e depois lavou o rosto.
Enquanto se secava com a toalha, ficou se olhando no espelho, vendo o corpo nu, sem dúvida Ela era narcisista e adorava se ver refletida em todo seu esplendor e nudez.
Ao sair, surpreendeu o homem dormindo, ele se assustou um pouco e ela se desculpou. Disse que precisava ir e pediu seus honorários profissionais. Ele pagou direitinho, ela terminou de se vestir, pegou o dinheiro e saiu do quarto enquanto o homem ainda estava pelado, de pé ao lado da cama.
— Vou te ligar de novo, foi incrível — disse o homem antes que ela saísse pela porta.
— Quando quiser, tô à sua disposição, gostosão — respondeu ela, virando-se e dando o melhor dos seus sorrisos enquanto mandava um beijinho no ar.
Ela se achou um pouco brega, mas sabia que aquele cara tinha se divertido pra caralho e que, sem dúvida, cairia na rede dela de novo. Seu primeiro cliente fiel.
Esta história não é minha. Se quiser mais, visite o blog zorro-blanco2003.blogspot.com, lá você vai descobrir mais coisas sobre ele...
Sou uma puta, disso não tenho dúvida, e como dizem por aí: "e minha buceta adora". Pra quê negar, nunca gostei muito de estudar, cheguei na universidade e precisava de grana, porque a mesada que meus pais me davam não dava pra minhas farras, então entrei nesse mundo através de uma amiga que já praticava.
Como em tudo, os começos foram difíceis, mas não posso reclamar, comecei fazendo com velhos, empresários com uns carrões impressionantes, mas velhos no fim das contas, gordos, peludos e feios. Embora depois vieram alguns que eram mais bonitos e mais atraentes, mas enfim, eu levava como um trabalho e assim alcancei um nível financeiro nunca antes sonhado por mim. Nem preciso dizer que eu era cara, caríssima, tipo o que se chama de puta de luxo, meu corpo jovem e esbelto, de carnes firmes e curvas perfeitas, e assim merecia, a julgar por como ia bem no negócio.
Me mudei pra um bairro residencial à altura do meu novo status e me instalei num apartamento pequeno, mas com todo o conforto que queria, pra quê mais espaço.
Trabalhava durante as noites, principalmente nos fins de semana, embora durante a semana nunca faltassem clientes ávidos por sexo e experiências fortes com uma novinha como eu. Aprendi bem o ofício e os deixava loucos com minhas insinuações, minha língua safada e minhas ousadias. Às vezes me convidavam pra jantar nos melhores restaurantes e num certo momento da ceia jogava o guardanapo no chão pra que meu acompanhante o pegasse galantemente, então eu abria as pernas e mostrava minha bucetinha nua, livre de calcinha. Isso sempre funcionava, o cliente agradecido se levantava com um sorriso esplêndido nos lábios, que eu, safadinha, sabia retribuir com outro meu.
Mas como nem tudo na vida é perfeito, um dia chegou minha vez e um desses ricos nojentos me deu uma surra violenta... o cara ficou obcecado por mim, me seguia pra todo lado e se Ele ficava super ciumento quando eu transava com outros. Uma noite, quando voltei do trabalho, ele me esperou na porta do prédio e começou a bater no meu corpo precioso. Me encontraram caída no patamar da escada, fiquei semanas no hospital, e quando saí, decidi mudar de cidade.
Nem preciso dizer que a polícia não o encontrou, eu não consegui dar informações porque praticamente só tinha um número de celular que era pré-pago.
Para não chamar atenção, arrumei um apartamento mais discreto e comecei de novo. Mas agora eu era mais discreta e selecionava melhor meus clientes. O que aconteceu me fez repensar, e nada foi como antes, até pensei em parar, mas quando você se acostuma com dinheiro fácil, é quase impossível largar, é como uma droga.
Numa manhã de primavera, quando saía do meu apartamento, estava andando na calçada perto e senti cheiro de grama recém-cortada, o cheiro me embriagou. Amo esse cheiro. Tinha um rapaz com o cortador de grama, de boné, tirando a grama do saco quando me viu passar. Ao me ver, ele sorriu.
— Bom dia, moça — disse ele, galante.
— Bom dia, rapaz — respondi, devolvendo o melhor dos meus sorrisos.
Olhando ele de perto, percebi que o garoto tinha a síndrome de Down, e automaticamente não consegui evitar sentir uma certa pena dele. O fato é que ele me pareceu simpático, então parei e decidi bater um papo com ele.
— Você está cortando a grama? — perguntei meio ingenuamente, já que era óbvio o que ele fazia.
— Sim, moça, gosto de cortar grama — respondeu ele, todo simpático.
— Eu adoro o cheiro de grama recém-cortada.
— Eu também. Qual é o seu nome? — perguntou o garoto.
— Me chamo... — pensei em dar o nome de guerra, mas depois achei melhor dizer o nome verdadeiro — Lúcia, me chamo Lúcia, e você?
— Eu me chamo Francisco, mas meus amigos me chamam de Fran.
— Ah, prazer em te conhecer Fran! —exclamou Lúcia, sorrindo para ele.
O garoto só sorriu de volta, inocente. A verdade é que ele despertava muita ternura com aquele olhar ingênuo e o sorriso. Lúcia gostou especialmente disso, sentindo uma afinidade imediata com o menino.
— Então, Fran, você trabalha por aqui todo dia? — perguntou, tentando puxar conversa.
— Sim, a gente fica nesse parque, eu e meus colegas — respondeu, apontando para outro grupo espalhado pelo gramado.
Enquanto conversavam, um homem jovem se aproximou e, ao chegar perto, perguntou a Fran sobre a nova amiga.
— Pô, Fran, que amiga gostosa você arrumou! Não vai me apresentar? — disse o cara, chegando mais perto e colocando o braço no ombro do garoto.
— Claro, ela chama Lúcia. Esse é o Antônio, nosso monitor... — explicou Fran, finalmente.
— Prazer, Antônio. Tava aqui batendo um papo com o Fran sobre o gramado. Ele parece muito simpático. Vocês tão fazendo um curso com uns caras como ele por aqui, né?
— Sim, é um projeto social patrocinado por uma caixa econômica. Assim eles aprendem um ofício e ficam ativos.
— Ah, que legal! Pra eles é tipo um trabalho, né?
— Isso, e eles recebem como jardineiros mesmo.
— Muito bom! O Fran é uma graça! — exclamou ela, com aquele sorriso maravilhoso.
— Ela é gostosa, né, Antônio? — perguntou Fran, do nada, pro monitor.
— Ah, com certeza, Fran! Ela é uma delícia! — respondeu o monitor, todo galanteador.
— Nossa, obrigada! Ele é de comer com os olhos! — brincou Lúcia, dando um tapinha no ombro do garoto.
Ela se aproximou do menino e deu dois beijinhos na bochecha dele, o que fez o garoto sorrir ainda mais e até ficar vermelho.
— Pô, Fran, que sorte a sua ter conhecido uma amiga dessas! — continuou o monitor, dando um tapinha nas costas dele.
— Bom, preciso ir. Espero que a gente continue se vendo por aqui, galera!
E foi assim que ela conheceu o garoto. Mais tarde, lembraria desse momento com carinho. O cara tinha achado ela bem simpática.
Quando voltou pra casa na hora do almoço, pra sua surpresa, viu que Fran estava sentado na entrada do prédio. Então se cumprimentaram de novo.
— Oi Fran, como você tá! Já terminou o trabalho?
— Sim, tô esperando minha mãe — respondeu o garoto.
— Você mora aqui?
— Sim, no 2ºA — ele conseguiu dizer.
— Poxa, eu moro bem em cima de vocês, no 3ºA. Não fazia ideia que éramos vizinhos.
O garoto sorriu com aquele sorriso inocente de sempre. Na mesma hora, Lúcia viu uma mulher de uns cinquenta anos se aproximando da entrada do prédio. O garoto virou a cabeça pra ver quem era e, quando olhou, o rosto dele se iluminou. Sem dúvida era a mãe dele.
— Como tá meu menino? — ela perguntou, dando dois beijos nele.
— Tô bem, mãe, já terminei o trabalho. Olha, ela é a Lúcia, a vizinha.
As duas mulheres se apresentaram. A mãe dele se chamava Ángeles e vinha carregada com sacolas de compras. Depois de uma conversa informal, Lúcia se ofereceu pra ajudar com as sacolas e subiram juntas no elevador. Ela disse que era estudante e que morava exatamente no andar de cima do apartamento deles, mantendo a história de sempre de ser uma garota universitária.
No segundo andar, se despediram e ela subiu pro apartamento dela, preparou um almoço rápido e tirou uma soneca.
2
Naquela noite, ela encontrou um cliente. Ele tinha ligado pra uma agência de modelos que se anunciava na internet e nos principais jornais com o slogan "garotas de companhia", onde Lúcia oferecia seus serviços pra isso. Com as reservas de sempre, marcou um encontro num restaurante da cidade. Claro que o jantar era por conta dele e depois viria a transa, que podia durar no máximo uma hora, e então ela cobraria o preço habitual nesses casos.
Quando chegou perto do restaurante, sentou no balcão e pediu um coquetel. Dez minutos depois, o cliente chegou, vestindo terno preto e gravata. Ele parecia nervoso. Quando ele perguntou ao garçom sobre a reserva, mal conseguiu se explicar. Finalmente, o garçom confirmou que a mesa estava pronta e o levou até ela.
Lucía passou alguns minutos estudando ele da sua posição estratégica no balcão do bar ao lado do salão onde ficavam as mesas. Ela estava impecável, também usava um vestido preto justo, com um casaco da mesma cor e uma echarpe de pele de raposa, colar de pérolas brancas com diamantes combinando e relógio de ouro.
O homem não parava de olhar de um lado para o outro, procurando a acompanhante daquela noite. Lucía se divertiu observando ele e prolongou a espera por mais alguns minutos enquanto terminava seu coquetel. Finalmente, como uma estrela de cinema, desceu do banco e foi caminhando devagar até onde estava o garçom que recebia os clientes, deu o nome do seu cliente e ele a levou até a mesa.
Ao se aproximar, viu como o pobre coitado engolia seco. Quando chegou na frente da mesa, ele se levantou nervoso. Ela tirou o casaco, que foi recolhido pelo garçom, e se aproximou dele, dando dois beijinhos com seus lábios vermelhos.
— Oi, gato! — disse num tom familiar.
— Oi — gaguejou o cliente.
Finalmente, ela se sentou na cadeira que tinham afastado da mesa para ela. Sem dúvida, toda uma dama. O cavalheiro fez o mesmo e sentou na frente dela, cruzando as mãos sobre a mesa. Outro garçom se aproximou na hora e perguntou o que queriam beber. Naquele momento, Lucía se adiantou e pediu uma garrafa de vinho.
Como sempre no começo, a situação era tensa, e ela percebeu na hora que o cliente não era lá muito experiente nesses assuntos, quase não falava, então ela teve que soltar a língua e falar pelos dois, tentando criar um clima relaxado e tranquilo, sorrindo o tempo todo.
A conversa foi meio boba no início, mas já durante a comida o homem começou a falar da vida dele e confessou que estava em... Os trâmites de divórcio da mulher dele e que já fazia um bom tempo que não mantinha nenhum tipo de relação com a sua quase ex. Finalmente, o cliente foi se acalmando à medida que o vinho e a comida rolavam, e a noite se tornou, até certo ponto, agradável. Aliás, o homem disse se chamar Juan.
Finalmente, Lúcia propôs irem embora e, já na porta, subiram no BMW X5 dele que estava esperando, trazido pelo manobrista do restaurante bem na hora. Entraram no veículo e foram embora. Lúcia era louca por esses carros, com estofamento de couro branco, acabamentos cromados e em madeira polida, sem dúvida aquele cara tinha grana e podia bancar a companhia dela a noite toda, se precisasse.
O homem foi direto para o hotel cinco estrelas onde já tinha reservado um quarto, entrou no estacionamento e, ao estacionar, para surpresa dele, Lúcia se aproximou e, passando a mão no pacote dele, descobriu que ele não estava nem um pouco excitado.
— Ah, querido, quer começar aqui antes de subir pro quarto? — disse ela enquanto apalpava o membro flácido dele por cima da calça.
— Não, espera, aqui não! Melhor subirmos pro quarto! — exclamou nervoso o acompanhante, se livrando das carícias dela e saindo do veículo.
— Tá bem, calma! A gente faz o que você quiser... — respondeu Lúcia, saindo também do carro.
Entraram no elevador e, para surpresa dela, viu ele apertar direto o quinto andar, isso significava que o safado já tinha pegado a chave do quarto antes do jantar, assim evitava a situação chata de pedir com ela do lado naquela hora da noite.
O hotel era um cinco estrelas de verdade, estava super bem. Ao entrar no quarto, Lúcia descobriu com prazer que era uma suíte completa, com uma cama enorme, uma mesa central cheia de frutas e uma garrafa de champanhe francês ao lado. Sem dúvida, pensavam em tudo.
Se acomodaram, Lúcia foi primeiro ao banheiro e aliviou a bexiga, depois lavou a buceta dela. No bidê, deixando ele pronto pra ação. Se secou e vestiu de novo uma calcinha fio dental transparente rosa com pedrinhas brilhantes nos quadris. Se despiu e saiu só com a tal calcinha, o que dava um visual nada menos que impactante. O parceiro desavisado estava servindo champanhe quando a viu e imediatamente começou a molhar a mesa com o líquido espumante e dourado. Ela, vendo a atrapalhação dele, não pôde deixar de sorrir.
— Calma, querido, não fica nervoso. Em vez de derrubar na mesa, podia jogar em mim pelo corpo — disse ela, se aproximando com o corpo esplendorosamente semidesnudo.
Lúcia se aproximou como uma gata no cio e esfregou o corpo nu todo no terno caro de executivo que o cara usava. O perfume dela o embriagou, e ele não resistiu e passou a mão na bunda dela, lisa e sedosa, enquanto saboreava o pescoço dela com os lábios, abraçando a garota linda que tão docemente se oferecia.
Ela se grudou de propósito na virilha dele, colando a xota bem onde dormia o monstro do amiguinho dele — monstro ou melhor, monstrinho, mas o caso é que o dorminhoco acordou. Aí ela passou a mão nele e continuou acordando o bicho. Depois do tesão inicial, ele interrompeu.
— Preciso ir ao banheiro.
— Vai em frente, querido, faz o que tiver que fazer, mas se lava bem no final, tá? Quero que você esteja bem limpinho pra eu te dar um presentinho — avisou ela, apontando pro monstrinho que tinha nascido na virilha dele.
Esperou um tempinho e, quando ouviu a água do bidê correndo, decidiu entrar pra ver como o acompanhante estava. Ele se assustou de novo ao vê-la.
— Calma — disse ela de novo —, só queria ajudar na lavagem.
Depois disso, se ajoelhou ao lado do cara, que já estava completamente pelado e sentado no bidê, e começou a lavar a pica dele, ensaboando primeiro e aproveitando pra dar uma massagem gostosa com sabão, e depois enxaguando com água abundante. tíbia, até que o monstrinho ficou brilhando. Então ela o fez levantar e, de cócoras, começou a chupá-lo, secando as gotas de água que ainda o envolviam com sua boca ardente, dando brilho na glande com a língua que se enrolava uma e outra vez na ponta dele.
O homem ficou absorto e revirou os olhos antes de fechar as pálpebras e olhar para o céu, como se lembrasse que esses prazeres da natureza ainda existiam para ele. Depois de alguns segundos, Lúcia pegou uma camisinha que tinha escondido na mão e, sem que ele percebesse, colocou na boca e vestiu o monstrinho com ela, num truque já bem aprendido para enfiar os paus sem que o cliente reclamasse daquilo.
— O boquete a seco é um mimo da casa na primeira vez. Se quiser continuar, tem que me mostrar que é um cara limpo — disse ela, encerrando a mamada.
Em seguida, foram para a cama. Ela o deitou de costas e subiu no corpo dele como uma tigresa, de um salto. Esfregando a buceta antes de enfiar, abriu os lábios dela e, aos poucos, meteu ele dentro de si.
— Que gostosa você é! — exclamou Juan no momento em que o pau dele entrava no interior ardente da buceta dela, seguido de um "gooohhh" soltado com o maior dos prazeres.
— Tô te agradando, sou gostosa mesmo, né? Pois esta noite você vai descobrir as coisinhas que sei fazer também.
— Vai devagar — pediu ele.
— Tá bem, amor, vamos fazer do seu jeito — respondeu Lúcia enquanto colocava suavemente o pau dele debaixo da rachinha dela e esfregava devagar.
A ponta do pau desapareceu lá dentro e ela começou a subir e descer suavemente, fazendo com que ele entrasse até o fundo aos poucos. Quando já estava bem dentro, apertou um pouco mais com a bunda em cima do cliente, e ele soltou um gemido de prazer.
— Caralho, que delícia! — exclamou o cliente submisso debaixo daquela gatinha no cio.
— Ah, sim! Tá gostando, hein? Mas se a gente só começou... A perfeição. Ela se deitou sobre o peito do cara e, com movimentos rítmicos da cintura fina, foi sentando nele, devagar, como ele tinha pedido. Enquanto isso, o homem curtia os peitos doces dela na boca dele, então não resistiu e começou a chupá-los de leve, enquanto apertava a bunda durinha e redonda com as duas mãos. Sem dúvida, todos os sentidos dele estavam focados naquela gostosa que estava montando nele com a arte de quem sabe fazer o seu trabalho.
A essa altura, Lúcia já conseguia se desligar enquanto fodava aqueles caras. Na maioria das vezes, ela não gostava muito deles, por isso apelava para a imaginação, seja para mudar a aparência deles, seja para se ver numa praia caribenha de areia branca e fina, deitada numa rede, tomando um coquetel geladinho e delicioso.
Dessa vez era diferente, porque era o primeiro cliente dela depois de um bom tempo, desde o incidente, e a verdade é que, até certo ponto, ela sentia falta do sexo, de sentir uma pica dentro dela, de sentir o poder dela por cima de um homem, com aquele corpinho pequeno e musculoso que tanto agradava eles.
Por isso, ela se surpreendeu quando, depois de só alguns minutos, o cara começou a gemer com raiva, apertando os dentes, as mãos dele na bunda dela e tensionando o corpo todo, levantando ela junto com ele.
— Já, amor? — perguntou ela, estranhando.
— Ah, sim! Não consegui evitar! — confessou o cliente entre os dentes.
Bom, não tinha o que fazer. Ela só se deitou sobre o corpo dele e fez carinho no ouvido dele enquanto ele aproveitava os últimos espasmos da gozada. Quando terminou, ela desmontou e se deitou ao lado dele.
— Eu queria ver você se masturbando — sugeriu o cliente.
Já que a penetração tinha durado tão pouco, Lúcia não achou ruim continuar brincando. Afinal, era o primeiro cliente desde que ela tinha parado, e ela queria fidelizar ele. Então, ela saiu da cama e se acomodou numa poltrona que tinha aos pés dela. Levantando um joelho por cima do apoio de braço, apoiou... O calcanhar dela em cima dele, deixando a buceta dela exageradamente exposta. Depois lambeu com gosto os dedos e começou a passá-los sobre a flor depilada dela, se deliciando com carícias sensuais e ousadas.
Mete os dedos, quero ver como você faz - pediu ele, quase exigindo.
Lúcia obedeceu e enfiou dois e até três dedos. Brincava com a boceta dela como uma expert e, sabendo o que deixava os homens loucos, se deliciava esticando as dobras da buceta, mostrando ela aberta, aquele buraco escuro de desejo por onde os dedos sumiam sem piedade. A verdade é que ela estava sem prática e também meio largada consigo mesma, porque percebeu o tesão que tava ficando e até deu vontade de gozar, essa ideia sozinha já excitou ela ainda mais.
Você teria coragem de me foder de novo? - propôs ela, safada como não se lembrava de ser com nenhum cliente.
Podemos tentar, mas não prometo nada - respondeu o cliente, sincero.
Bom, tentar não custa nada - concordou Lúcia, levantando e se aproximando da cama.
Feito uma gata no cio, ela se arrastou pelos lençóis até o homem, que tava sentado, com as costas apoiadas na cabeceira. Pegou outro preservativo da mesinha de cabeceira sem chamar atenção e tirou da embalagem do mesmo jeito discreto.
O pau do cliente tava realmente uma pena, pequeno e murcho, então ela começou a massagear enquanto dava beijos sensuais na base e nos arredores. Mas não adiantava, então ela resolveu chupar. Ainda tinha gosto de porra, por causa da gozada recente, misturado com lubrificante da camisinha; passou pela cabeça dela o medo da AIDS, mas o que ia fazer? O cara não parecia muito experiente com putas, então ela confiou que ele fosse saudável. Teve essa impressão desde o começo e arriscou.
Esse gesto agradou muito o cliente, que gemeu e segurou a cabeça dela com cuidado, afastando o cabelo loiro comprido e cacheado. O truque deu o efeito desejado e, assim que sentiu ele começar a Ela colocou a camisinha com a boca na ereção dele sem que ele percebesse.
Feito uma possessa, ela se levantou e enfiou o pau na ereção que começava a aparecer. O cara ficou mudo ao ver o corpão escultural da puta e afundou a cara entre os peitos dela, chupando os mamilos e cada centímetro da pele que aparecia na frente. O pau, já dentro daquela bucetinha preciosa, não demorou a recomeçar com os movimentos suaves e compassados da sua cavalgadora experiente.
Lucía queria ser comida por trás, então pediu, e o homem não hesitou em satisfazê-la. De pé ao lado da cama, ela ofereceu a bunda, ajoelhada nela, e o cara acertou de primeira naquela buceta quente e molhada. Ela gritou para ele meter com vontade; o cara pareceu hesitar por uns segundos, mas logo sentiu ele se agarrar com força na bunda dela e meter com tudo. Lucía adorava essa posição e que fizessem com gosto, então curtiu a foda como nos bons tempos e, aproveitando a situação, se acariciou o clitóris com uma mão debaixo dos lençóis até gozar, se agarrando na cama com força com a mão que a apoiava.
Que delícia, porra! — pensou consigo mesma.
Quando estava aproveitando os últimos espasmos de prazer, o homem gozou de novo, surpreendendo-a mais uma vez e provocando novos espasmos de prazer na buceta já cansada depois da gozada.
Finalmente, ela se desencaixou e foi para o banheiro, deixando o homem se acomodar na cama para descansar depois da sessão de sexo sem limites.
Lucía fechou a porta e buscou um pouco de privacidade; sentou no vaso e o xixi caiu com seu jato característico. Respirou fundo e relaxou por uns instantes. Na mente, se sentiu liberada; voltava ao trabalho e essa noite tiraria uma boa grana. Lavou a ppk no bidê e depois lavou o rosto.
Enquanto se secava com a toalha, ficou se olhando no espelho, vendo o corpo nu, sem dúvida Ela era narcisista e adorava se ver refletida em todo seu esplendor e nudez.
Ao sair, surpreendeu o homem dormindo, ele se assustou um pouco e ela se desculpou. Disse que precisava ir e pediu seus honorários profissionais. Ele pagou direitinho, ela terminou de se vestir, pegou o dinheiro e saiu do quarto enquanto o homem ainda estava pelado, de pé ao lado da cama.
— Vou te ligar de novo, foi incrível — disse o homem antes que ela saísse pela porta.
— Quando quiser, tô à sua disposição, gostosão — respondeu ela, virando-se e dando o melhor dos seus sorrisos enquanto mandava um beijinho no ar.
Ela se achou um pouco brega, mas sabia que aquele cara tinha se divertido pra caralho e que, sem dúvida, cairia na rede dela de novo. Seu primeiro cliente fiel.
Esta história não é minha. Se quiser mais, visite o blog zorro-blanco2003.blogspot.com, lá você vai descobrir mais coisas sobre ele...
2 comentários - Sou putinha (1,2)