Esta é a continuação deste relato: http://www.poringa.net/posts/relatos/1922436/La-carcel_-mi-ex-marido-y-mi-hijo.html
Meu ex-marido continuava preso, o que me trazia novos problemas. Ele me pressionava da cadeia, pedia dinheiro e me obrigava a ser pombo-correio das porcarias dele. Como eu me recusava a atender as ligações a cobrar e a cumprir as exigências dele, ele começou a me pressionar através do meu filho (que é maior de idade).
Meu filho me questionava todos os dias por eu não visitar o pai na cadeia, por não querer ajudá-lo, e a gente vivia brigando por causa disso. Como meu filho é o que eu mais amo na vida e a última pessoa na Terra com quem quero discutir ou me desentender, acabei aceitando que a gente voltasse a visitar meu ex na prisão.
De novo eu (a gente) tive que passar pela humilhante revista íntima, de novo aquela policial grosseira enfiou os dedos na minha buceta e no meu cu procurando sei lá o quê. De novo ela se divertiu, junto com o colega dela, ao ver que meu filho ficava excitado me vendo ser revistada daquele jeito.
Depois desse mau momento, atravessamos um corredor comprido até chegar na cela do meu ex-marido. E lá estava ele, me recebendo com um sorriso, como se nada tivesse acontecido, como se estivesse num hotel.
— Vim por causa do meu filho — deixei claro de novo, logo de cara.
— Qual é, não começa a me encher o saco.
Ele pediu para o nosso filho ficar um pouco na porta da cela para conversar a sós comigo. A gente sentou na cama, o único móvel do lugar, e então ele soltou um discurso sobre como se sentia mal por ter que me pedir as coisas, que os amigos tinham abandonado ele, que se sentia um merda, etc.
Conheço ele muito bem, sei que é um mentiroso profissional, que tem uma habilidade especial para me enganar e me convencer de qualquer coisa. Mas dessa vez eu o vi tão mal que pareceu sincero.
Lembrei ele de quanto me fez sofrer, me atrevi a dar conselhos sobre como ele devia endireitar a vida, e ele me ouviu com atenção e me prometeu se esforçar. Até choramos juntos. Era outra pessoa.
Enxugando as lágrimas, me disse:
— Preciso te pedir um favor muito especial.
— Grana não tenho pra te dar.
— Não, não é grana.
— Nem quero que me obrigue a levar ou trazer nada.
— Não, não é isso.
Ele se levantou, pegou uns cobertores e começou a pendurá-los nas grades para impedir que nos vissem do corredor e das celas vizinhas.
— O que cê tá fazendo? — perguntei, intrigada.
— Hoje é meu dia de visita higiênica.
— O quê?
— Isso, hoje você entrou com autorização pra visita higiênica. Não me diga que não sabe o que é.
— Cê tá muito enganado se acha que eu...
Ele deu dois passos largos na minha direção e me pegou pelo pescoço.
— Me escuta, tô há dois meses aqui sem botar pra dentro, o único disponível é um travesti no fundo do pavilhão e nem penso nisso, tendo você aqui.
— Mas...
— Se fizer barulho, os guardas vêm e você não vai se dar bem — ameaçou.
— Cê é o filho da puta de sempre.
Ele sorriu, me deu um empurrão, caí de costas na cama. Levantou minha saia, abriu minhas pernas e se jogou na minha buceta.
Não consigo descrever a chupada magistral que ele me deu. Sempre foi muito bom nisso. Senti que minha buceta se desmanchava em sucos na boca dele, na língua dele. Quis xingá-lo, quis recusar, mas eu também tava há muito tempo sem sexo e foi demais pra mim. Antes que eu percebesse, explodi num orgasmo.
— Deliciosa, cê continua sendo a mesma puta gostosa de sempre — ele sorriu enquanto eu ainda me sacudia, tremendo de prazer.
— Como eu te odeio... como eu te odeio... — murmurei.
Sem parar de sorrir, ele começou a tirar a roupa devagar.
— Você não precisa se despir, vou gostar de te foder com esse vestido — disse.
— Nem sonha.
— Como não? Se você também quer. Lembra quanto você gostava dessa aqui — disse ele, balançando o pau duro.
Eu abaixei a saia e tentei me levantar pra sair, mas ele me pegou pelo braço, a gente se debateu e caímos de novo na cama, dessa vez eu por cima. ele.
—Te prometo uma foda que você nunca vai esquecer na vida.
—Me larga.
—Me escuta, vamos fazer direito, não quero usar violência. A gente faz isso bem feito e depois você vai embora.
—Não quero — falei, tentando me soltar, mas ele era mais forte e me segurava pelos pulsos.
—Quantas gozadas eu meti na sua buceta? E todas você adorou. Só mais uma que tô te pedindo, nada mais. Não sou um estranho, a gente foi casado por muitos anos.
Ele deu um jeito de me manter presa em cima dele enquanto levantava minha saia e tirava minha calcinha. Minha pélvis ficou apoiada no pau duro dele.
—Vamos, pelos velhos tempos. Lembra como você gostava?
Era inútil tentar fugir. Ele me encaixou com jeito e logo senti ele deslizar inteiro dentro da minha buceta molhada. Soltei um suspiro inevitável de prazer.
—Assim… assim… muito bem…
Semicerrei os olhos, me deitei no peito dele e me entreguei às sensações que ele me causava. De todos os homens que eu tive, ele era especial, único. Sentia minha buceta se moldar no tamanho do pau dele perfeitamente, o roçar do meu clitóris na pélvis dele era imbatível. Antes que eu percebesse, era eu quem estava cavalgando ele. Como antes, nos bons e velhos tempos.
Meu ex desabotoou os botões do meu vestido, soltou meus peitos, apertou eles, beliscou meus mamilos, me fez delirar. Perdi a noção de tudo.
Ele enfiou um dedo na minha boca, chupei com vontade, como se fosse o pau dele, e quando estava bem babado, enfiou no meu cu. Dessa vez não gemei, gritei.
—Você continua bem dilatada, hein? Gosta de ficar bem aberta.
—Não, não — gemi.
—Sim, você adora — ele disse, e enfiou um segundo dedo.
—Isso aí… goza do seu jeito… que puta gostosa você é… como você ama pau…
Já estava no limite do meu segundo orgasmo, não conseguia me segurar, quando ouvi ele dizer:
—Viu como sua mãe fode bem?
A realidade voltou. Levantei a cabeça, tirei o cabelo dos olhos, e vi meu filho. Ele estava dentro da Na cela, ele tinha baixado as calças e se masturbava.
—Vai... vai embora —falei entre gemidos roucos, dando tapas no ar.
O prazer, a vergonha, o tesão, dominavam minha mente. Eu não conseguia parar de cavalgar o pau do meu ex-marido. Tava tão perto do orgasmo! Mas não queria que meu filho estivesse ali.
—Vai embora —insisti.
Meu ex-marido tinha outros planos.
Ele abriu minhas nádegas e disse:
—Vem, vem provar o cu da sua mãe. Te garanto que é o melhor que tem.
—Não! Não! —gritei com as poucas forças que me restavam.
Meu filho se aproximou, com o pau duro na mão. Tinha o olhar perdido, como se estivesse possuído.
—Não faz isso, filho... não...
—Vem, sempre quisemos dividir sua mãe. É a hora —incentivou meu ex-marido.
Meu filho se ajoelhou na cama, atrás de mim.
Meu ex voltou a incentivá-lo. Mantinha minhas nádegas bem abertas.
—Viu a bunda que ela tem? Enfia tudo. É a única coisa que essa puta quer. Quer provar o pau do próprio filho.
Então tudo aconteceu ao mesmo tempo. Eu disse “não”, meu filho enfiou o pau no meu cu sem piedade, e eu tive o orgasmo mais intenso da minha vida.
Caí sobre o peito do meu ex-marido, babando, gemendo, soluçando. Ele, claro, tava adorando.
—Pronto, já passou. Seu filho tá te comendo o cu. E você tá adorando, sua putinha.
Sem forças, tentei dar um tapa nele.
—Não se faz de santa agora. Você tá transando com seu filho, sua vadia.
Chorei, mas ao mesmo tempo senti outro orgasmo vindo. O pau do meu filho tava me bombando fundo. É maior que o do meu ex, e, tenho que admitir, mais bonito.
—Ahhh, filho... o que você tá fazendo comigo...
O que eu queria dizer é “você vai me fazer gozar, como vai me fazer gozar se você é meu filho”.
—Ai, mãe... que bunda boa você tem... ai, como eu gosto...
—Vai, vai filho, que ela vai gozar de novo. Fica louca com um pau no cu, ainda mais do próprio filho.
Eu não tinha forças pra nada. Os acontecimentos tinham me dominado completamente. E a dupla penetração, eu tinha descoberta há tempos, sou minha perdição.
Lá estava eu, naquela cela escura e suja, transformada num objeto sexual do meu filho e do meu ex-marido, o pai dele. As picas deles me preenchiam, se moviam no mesmo ritmo, só se ouviam os gemidos deles e meus gemidos quando, a cada estocada, entravam fundo.
- Isso, filho… cê gosta de foder sua mãe? Ela tem uma bunda de primeira. Vai, vai que ela também tá adorando.
- Tô louco, pai… tô louco…
- Sua mãe é uma mulher de verdade. Tá vendo a diferença das vadias que você come?
Eu ouvia tudo e ardia.
Meu ex falou no meu ouvido:
- Aperta a pica com o cu do teu jeito… ensina teu filho como se come…
Eu já tava fazendo isso. Inconscientemente ou não, tava me mexendo pra sentir ele mais e melhor, pra ele me cravar mais fundo. Apertava o pau duro dele com contrações do meu esfíncter.
Tive meu terceiro orgasmo na mesma hora que meu filho esvaziou todo o esperma dele dentro do meu intestino. Quente. Grosso. Abundante. Já tinha esquecido quanto um moleque da idade dele pode jorrar.
- Como o cara te faz gozar, hein? - meu ex zombou.
A pica do meu filho amoleceu e saiu. Mas rapidinho a pica do meu ex ocupou o lugar.
- Hoje você vai embora com a porra dos dois bem dentro. Porra de pai e filho - ele anunciou.
Me segurou pelos quadris, bombou com força e gozou no meu cu.
Depois falou no meu ouvido:
- Desde o dia que te conheci, sabia que você era a putinha certa, e que esse momento ia chegar. Fale o que falar, você adorou.
Fiquei encolhida na cama, chorando, conquistada, submissa, humilhada, afundada na perversão. Meu ex se vestiu, acendeu um cigarro, ofereceu outro pro meu filho. Ninguém falava nada.
Quando terminou de fumar, ele disse:
- Hora de ir, a visita acabou. Se arruma antes dos guardas chegarem.
Mal deu tempo de eu ajeitar minhas roupas e ele começou a tirar os cobertores que tinha usado de cortina improvisada.
Me levantei com dificuldade. Meu filho se ofereceu pra me ajudar e eu Recusei.
Meu ex sorriu.
— Não se preocupa, não vai chamar atenção não, todas as mulheres dos presos saem da visita íntima com a buceta arrombada.
Sequei minhas lágrimas e comecei a andar pelo pavilhão rumo à saída. Ainda ouvi meu ex dizer:
— Divirtam-se em casa. Quando eu sair, a gente repete.
Eu só pensava: entreguei meu corpo pra tantos… e agora, até pro meu próprio filho. Senti a carne dele dentro de mim. Não tem volta.
Assim que saí da cadeia, meu filho tentou se explicar.
— Me perdoa, mãe, não sei o que deu em mim. Perdi a cabeça, sei lá.
— É teu pai. O filho da puta perverso do teu pai.
— Não consegui me controlar, mãe, não consegui.
Passei a mão no rosto dele.
— Eu te entendo, filho. Naquela situação… eu te entendo. Você não tem culpa de nada.
Ele baixou os olhos e começou a chorar.
— O que foi, coração?
— Eu… é que… eu gostei pra caralho, mãe… me perdoa, mas gostei pra caralho.
A gente tinha chegado no carro. Antes de entrar, abracei ele.
— Filhinho… não fica mal não.
Ele continuava chorando.
— Com nenhuma mulher eu tinha sentido isso… tanto prazer… eu… tava com tanta vontade, mãe, tava com tanta vontade de fazer isso com você…
Me abraçou forte e, pra minha surpresa, me deu um beijo na boca. Ele até enfiou a língua, mas eu virei a cabeça pra trás.
— Eu te entendo, filho, mas… eu sou sua mãe, entendeu? Entre uma mãe e um filho não pode rolar essas coisas.
— Mas…
— O que aconteceu, aconteceu, já era. Mas não pode se repetir.
— Mas, mamãe, foi tão lindo… eu fiz com amor…
Segurei o rosto dele com as mãos, olhei nos olhos dele.
— Filho, pra mim também não é fácil lidar com o que eu sinto.
Entre as lágrimas, os olhos dele brilharam.
— Como assim? Que você também gostou, igual o pai fala?
— Pra mim também não é fácil lidar com isso — repeti.
Dei o assunto por encerrado.
Entramos no carro, mas antes coloquei uma toalha no meu banco. A viagem inteira pra casa, senti que tava expulsando esperma do cu.
Continua...
Meu ex-marido continuava preso, o que me trazia novos problemas. Ele me pressionava da cadeia, pedia dinheiro e me obrigava a ser pombo-correio das porcarias dele. Como eu me recusava a atender as ligações a cobrar e a cumprir as exigências dele, ele começou a me pressionar através do meu filho (que é maior de idade).
Meu filho me questionava todos os dias por eu não visitar o pai na cadeia, por não querer ajudá-lo, e a gente vivia brigando por causa disso. Como meu filho é o que eu mais amo na vida e a última pessoa na Terra com quem quero discutir ou me desentender, acabei aceitando que a gente voltasse a visitar meu ex na prisão.
De novo eu (a gente) tive que passar pela humilhante revista íntima, de novo aquela policial grosseira enfiou os dedos na minha buceta e no meu cu procurando sei lá o quê. De novo ela se divertiu, junto com o colega dela, ao ver que meu filho ficava excitado me vendo ser revistada daquele jeito.
Depois desse mau momento, atravessamos um corredor comprido até chegar na cela do meu ex-marido. E lá estava ele, me recebendo com um sorriso, como se nada tivesse acontecido, como se estivesse num hotel.
— Vim por causa do meu filho — deixei claro de novo, logo de cara.
— Qual é, não começa a me encher o saco.
Ele pediu para o nosso filho ficar um pouco na porta da cela para conversar a sós comigo. A gente sentou na cama, o único móvel do lugar, e então ele soltou um discurso sobre como se sentia mal por ter que me pedir as coisas, que os amigos tinham abandonado ele, que se sentia um merda, etc.
Conheço ele muito bem, sei que é um mentiroso profissional, que tem uma habilidade especial para me enganar e me convencer de qualquer coisa. Mas dessa vez eu o vi tão mal que pareceu sincero.
Lembrei ele de quanto me fez sofrer, me atrevi a dar conselhos sobre como ele devia endireitar a vida, e ele me ouviu com atenção e me prometeu se esforçar. Até choramos juntos. Era outra pessoa.
Enxugando as lágrimas, me disse:
— Preciso te pedir um favor muito especial.
— Grana não tenho pra te dar.
— Não, não é grana.
— Nem quero que me obrigue a levar ou trazer nada.
— Não, não é isso.
Ele se levantou, pegou uns cobertores e começou a pendurá-los nas grades para impedir que nos vissem do corredor e das celas vizinhas.
— O que cê tá fazendo? — perguntei, intrigada.
— Hoje é meu dia de visita higiênica.
— O quê?
— Isso, hoje você entrou com autorização pra visita higiênica. Não me diga que não sabe o que é.
— Cê tá muito enganado se acha que eu...
Ele deu dois passos largos na minha direção e me pegou pelo pescoço.
— Me escuta, tô há dois meses aqui sem botar pra dentro, o único disponível é um travesti no fundo do pavilhão e nem penso nisso, tendo você aqui.
— Mas...
— Se fizer barulho, os guardas vêm e você não vai se dar bem — ameaçou.
— Cê é o filho da puta de sempre.
Ele sorriu, me deu um empurrão, caí de costas na cama. Levantou minha saia, abriu minhas pernas e se jogou na minha buceta.
Não consigo descrever a chupada magistral que ele me deu. Sempre foi muito bom nisso. Senti que minha buceta se desmanchava em sucos na boca dele, na língua dele. Quis xingá-lo, quis recusar, mas eu também tava há muito tempo sem sexo e foi demais pra mim. Antes que eu percebesse, explodi num orgasmo.
— Deliciosa, cê continua sendo a mesma puta gostosa de sempre — ele sorriu enquanto eu ainda me sacudia, tremendo de prazer.
— Como eu te odeio... como eu te odeio... — murmurei.
Sem parar de sorrir, ele começou a tirar a roupa devagar.
— Você não precisa se despir, vou gostar de te foder com esse vestido — disse.
— Nem sonha.
— Como não? Se você também quer. Lembra quanto você gostava dessa aqui — disse ele, balançando o pau duro.
Eu abaixei a saia e tentei me levantar pra sair, mas ele me pegou pelo braço, a gente se debateu e caímos de novo na cama, dessa vez eu por cima. ele.
—Te prometo uma foda que você nunca vai esquecer na vida.
—Me larga.
—Me escuta, vamos fazer direito, não quero usar violência. A gente faz isso bem feito e depois você vai embora.
—Não quero — falei, tentando me soltar, mas ele era mais forte e me segurava pelos pulsos.
—Quantas gozadas eu meti na sua buceta? E todas você adorou. Só mais uma que tô te pedindo, nada mais. Não sou um estranho, a gente foi casado por muitos anos.
Ele deu um jeito de me manter presa em cima dele enquanto levantava minha saia e tirava minha calcinha. Minha pélvis ficou apoiada no pau duro dele.
—Vamos, pelos velhos tempos. Lembra como você gostava?
Era inútil tentar fugir. Ele me encaixou com jeito e logo senti ele deslizar inteiro dentro da minha buceta molhada. Soltei um suspiro inevitável de prazer.
—Assim… assim… muito bem…
Semicerrei os olhos, me deitei no peito dele e me entreguei às sensações que ele me causava. De todos os homens que eu tive, ele era especial, único. Sentia minha buceta se moldar no tamanho do pau dele perfeitamente, o roçar do meu clitóris na pélvis dele era imbatível. Antes que eu percebesse, era eu quem estava cavalgando ele. Como antes, nos bons e velhos tempos.
Meu ex desabotoou os botões do meu vestido, soltou meus peitos, apertou eles, beliscou meus mamilos, me fez delirar. Perdi a noção de tudo.
Ele enfiou um dedo na minha boca, chupei com vontade, como se fosse o pau dele, e quando estava bem babado, enfiou no meu cu. Dessa vez não gemei, gritei.
—Você continua bem dilatada, hein? Gosta de ficar bem aberta.
—Não, não — gemi.
—Sim, você adora — ele disse, e enfiou um segundo dedo.
—Isso aí… goza do seu jeito… que puta gostosa você é… como você ama pau…
Já estava no limite do meu segundo orgasmo, não conseguia me segurar, quando ouvi ele dizer:
—Viu como sua mãe fode bem?
A realidade voltou. Levantei a cabeça, tirei o cabelo dos olhos, e vi meu filho. Ele estava dentro da Na cela, ele tinha baixado as calças e se masturbava.
—Vai... vai embora —falei entre gemidos roucos, dando tapas no ar.
O prazer, a vergonha, o tesão, dominavam minha mente. Eu não conseguia parar de cavalgar o pau do meu ex-marido. Tava tão perto do orgasmo! Mas não queria que meu filho estivesse ali.
—Vai embora —insisti.
Meu ex-marido tinha outros planos.
Ele abriu minhas nádegas e disse:
—Vem, vem provar o cu da sua mãe. Te garanto que é o melhor que tem.
—Não! Não! —gritei com as poucas forças que me restavam.
Meu filho se aproximou, com o pau duro na mão. Tinha o olhar perdido, como se estivesse possuído.
—Não faz isso, filho... não...
—Vem, sempre quisemos dividir sua mãe. É a hora —incentivou meu ex-marido.
Meu filho se ajoelhou na cama, atrás de mim.
Meu ex voltou a incentivá-lo. Mantinha minhas nádegas bem abertas.
—Viu a bunda que ela tem? Enfia tudo. É a única coisa que essa puta quer. Quer provar o pau do próprio filho.
Então tudo aconteceu ao mesmo tempo. Eu disse “não”, meu filho enfiou o pau no meu cu sem piedade, e eu tive o orgasmo mais intenso da minha vida.
Caí sobre o peito do meu ex-marido, babando, gemendo, soluçando. Ele, claro, tava adorando.
—Pronto, já passou. Seu filho tá te comendo o cu. E você tá adorando, sua putinha.
Sem forças, tentei dar um tapa nele.
—Não se faz de santa agora. Você tá transando com seu filho, sua vadia.
Chorei, mas ao mesmo tempo senti outro orgasmo vindo. O pau do meu filho tava me bombando fundo. É maior que o do meu ex, e, tenho que admitir, mais bonito.
—Ahhh, filho... o que você tá fazendo comigo...
O que eu queria dizer é “você vai me fazer gozar, como vai me fazer gozar se você é meu filho”.
—Ai, mãe... que bunda boa você tem... ai, como eu gosto...
—Vai, vai filho, que ela vai gozar de novo. Fica louca com um pau no cu, ainda mais do próprio filho.
Eu não tinha forças pra nada. Os acontecimentos tinham me dominado completamente. E a dupla penetração, eu tinha descoberta há tempos, sou minha perdição.
Lá estava eu, naquela cela escura e suja, transformada num objeto sexual do meu filho e do meu ex-marido, o pai dele. As picas deles me preenchiam, se moviam no mesmo ritmo, só se ouviam os gemidos deles e meus gemidos quando, a cada estocada, entravam fundo.
- Isso, filho… cê gosta de foder sua mãe? Ela tem uma bunda de primeira. Vai, vai que ela também tá adorando.
- Tô louco, pai… tô louco…
- Sua mãe é uma mulher de verdade. Tá vendo a diferença das vadias que você come?
Eu ouvia tudo e ardia.
Meu ex falou no meu ouvido:
- Aperta a pica com o cu do teu jeito… ensina teu filho como se come…
Eu já tava fazendo isso. Inconscientemente ou não, tava me mexendo pra sentir ele mais e melhor, pra ele me cravar mais fundo. Apertava o pau duro dele com contrações do meu esfíncter.
Tive meu terceiro orgasmo na mesma hora que meu filho esvaziou todo o esperma dele dentro do meu intestino. Quente. Grosso. Abundante. Já tinha esquecido quanto um moleque da idade dele pode jorrar.
- Como o cara te faz gozar, hein? - meu ex zombou.
A pica do meu filho amoleceu e saiu. Mas rapidinho a pica do meu ex ocupou o lugar.
- Hoje você vai embora com a porra dos dois bem dentro. Porra de pai e filho - ele anunciou.
Me segurou pelos quadris, bombou com força e gozou no meu cu.
Depois falou no meu ouvido:
- Desde o dia que te conheci, sabia que você era a putinha certa, e que esse momento ia chegar. Fale o que falar, você adorou.
Fiquei encolhida na cama, chorando, conquistada, submissa, humilhada, afundada na perversão. Meu ex se vestiu, acendeu um cigarro, ofereceu outro pro meu filho. Ninguém falava nada.
Quando terminou de fumar, ele disse:
- Hora de ir, a visita acabou. Se arruma antes dos guardas chegarem.
Mal deu tempo de eu ajeitar minhas roupas e ele começou a tirar os cobertores que tinha usado de cortina improvisada.
Me levantei com dificuldade. Meu filho se ofereceu pra me ajudar e eu Recusei.
Meu ex sorriu.
— Não se preocupa, não vai chamar atenção não, todas as mulheres dos presos saem da visita íntima com a buceta arrombada.
Sequei minhas lágrimas e comecei a andar pelo pavilhão rumo à saída. Ainda ouvi meu ex dizer:
— Divirtam-se em casa. Quando eu sair, a gente repete.
Eu só pensava: entreguei meu corpo pra tantos… e agora, até pro meu próprio filho. Senti a carne dele dentro de mim. Não tem volta.
Assim que saí da cadeia, meu filho tentou se explicar.
— Me perdoa, mãe, não sei o que deu em mim. Perdi a cabeça, sei lá.
— É teu pai. O filho da puta perverso do teu pai.
— Não consegui me controlar, mãe, não consegui.
Passei a mão no rosto dele.
— Eu te entendo, filho. Naquela situação… eu te entendo. Você não tem culpa de nada.
Ele baixou os olhos e começou a chorar.
— O que foi, coração?
— Eu… é que… eu gostei pra caralho, mãe… me perdoa, mas gostei pra caralho.
A gente tinha chegado no carro. Antes de entrar, abracei ele.
— Filhinho… não fica mal não.
Ele continuava chorando.
— Com nenhuma mulher eu tinha sentido isso… tanto prazer… eu… tava com tanta vontade, mãe, tava com tanta vontade de fazer isso com você…
Me abraçou forte e, pra minha surpresa, me deu um beijo na boca. Ele até enfiou a língua, mas eu virei a cabeça pra trás.
— Eu te entendo, filho, mas… eu sou sua mãe, entendeu? Entre uma mãe e um filho não pode rolar essas coisas.
— Mas…
— O que aconteceu, aconteceu, já era. Mas não pode se repetir.
— Mas, mamãe, foi tão lindo… eu fiz com amor…
Segurei o rosto dele com as mãos, olhei nos olhos dele.
— Filho, pra mim também não é fácil lidar com o que eu sinto.
Entre as lágrimas, os olhos dele brilharam.
— Como assim? Que você também gostou, igual o pai fala?
— Pra mim também não é fácil lidar com isso — repeti.
Dei o assunto por encerrado.
Entramos no carro, mas antes coloquei uma toalha no meu banco. A viagem inteira pra casa, senti que tava expulsando esperma do cu.
Continua...
11 comentários - Cadeia, meu ex-marido, meu filho (+18) Parte II
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