A gostosa da irmã da minha namorada

Me chamo Sergio e tenho 33 anos. No momento, tô com uma bolsa de pesquisa em Barcelona, o que me permite viver sem luxo, mas também sem preocupações. Não quero me achar, mas fisicamente tenho que admitir que sou atraente: cabelo castanho, olhos pretos, definido graças aos treinos matinais e um rosto que poderia ser esculpido em pedra como uma estátua grega. E na cama, sempre me elogiaram por ser atencioso com o prazer feminino. Nunca tive problemas com mulheres e, atualmente, minha namorada se encaixava na minha lista de sempre há alguns anos: mina na casa dos trinta que se acha mais madura que você, mas que você manipula do jeito que quer. Loira, olhos castanhos, peito 95 e uma bunda que faz os caras terem torcicolo quando a gente passeia. Como de costume, ela chegou em mim pelo que as amigas que transei contaram: um "gato" que é foda na cama, mas meio doido. Todas iguais: puxa papo um tempo bancando o otário e depois mete forte enquanto elas imploram por pica gritando seu nome. Tava na casa da minha namorada como tantas noites, vendo TV como prelúdio pra uma boa noite de sexo. Porque, além de tudo que já falei, minha namorada ainda é uma puta. Mora com a irmã, Lúcia, uma guria de 18 anos idêntica a ela: loira, olhos castanhos, um par de peitos redondos feito laranja e uma bunda incrível. Tinha também uma expressão linda, digna da idade dela, com uma carinha de menina que contrastava com uns lábios carnudos. Era mais baixinha, claro, mas não vou mentir dizendo que quando volta do colégio particular com a saia xadrez eu não olho. Agora que é verão, ela não usa mais as meias longas, e aquela camisa branca tá mais desperdiçada do que nunca. O rabo de cavalo não ajuda a não ser uma porra de uma bomba pra libido masculina. E quando sai com as amigas, não se veste como outras minas da idade dela, com minissaias e decotes loucos. Ela Ela usa saias normais de tecido e blusas bem comuns. Talvez seja isso que mais me atraia nela. Já fantasiei algumas vezes em tirar a roupa dela de forma selvagem e confirmar de uma vez se o corpo dela é igualzinho ao da irmã e se ela vai gemer do mesmo jeito. Enquanto penso nisso tudo, não consigo evitar ficar excitado, o que me ajuda a entrar no clima com a irmã mais velha. A gente sempre vê TV os três juntos antes da menina ir dormir e começarmos a nos pegar de verdade. Porque antes dela ir, minha namorada sempre mostra o quão promíscua ela é. Como se não percebesse, com a irmã dela no sofá ao lado, ela começa a me apalpar: bagunça meu cabelo, mete a mão dentro da minha camisa, roça sem querer no meu pau... Parece que ela curte fazer essas coisas na frente da irmãzinha. E eu também, pra que mentir, tocando nela de um jeito menos descarado mas deixando claro meu desejo. Felizmente a menina não é boba e quando a pegação começa a ficar sem vergonha, ela arruma qualquer desculpa besta e vai pra cama pra nos deixar à vontade. Nunca vi ela sorrir ou fingir surpresa. A gente tava como numa noite qualquer vendo TV com minha namorada aninhada em mim e a Lúcia no outro sofá, já vestida com a roupa de dormir. Como já tava muito calor, ela tava de ciclista e uma regata que tava me deixando louco. Tava passando um filme bem chato e como minha namorada tava quietinha por enquanto, decido puxar conversa com a Lúcia, assim de quebra tinha desculpa pra olhar diretamente pra ela. — O que você tá achando do filme, Lúcia? — Não tá ruim... ela dormiu? — falando da minha namorada. — Parece que deu uma apagada... vamos acordar ela de um jeito especial? — Pode fazer aquela coisa de sempre que ativa ela pra caralho. — ela falou sem desviar o olhar do meu, completamente séria. Esse comentário me deixou travado. Que porra ela queria dizer com isso? Tava falando das carícias? Eu tava ficando vermelho pra caralho, puta que pariu, a menina. Percebi que alguns segundos tinham passado, então resolvi tentar fingir indiferença. — Hahaha, melhor não, com certeza ela chegou cansada do trabalho. — Mais motivo então, assim ela vai relaxar. Mas que porra? Já não sabia mais se era coisa da minha cabeça ou se a garota realmente estava falando daquilo. Resolvi dar corda, podia ser algo interessante e, se ela estivesse tentando me zoar, eu deixaria bem claro. — Não pense assim, sua irmã quando acorda não tem quem pare. — Disso eu tenho certeza, vocês estão sempre vendo televisão até tarde a noite toda. — É que sua irmã adora essas coisas, você vai aprender a gostar com o tempo. — Hahaha — finalmente ela parou de ficar séria — isso é porque ela assiste com um cara como você. — Com certeza uma garota como você conhece um monte de caras como eu... da sua idade, claro, hahaha! — Isso já estava me excitando, precisava ver até onde a gente podia ir. — Não pense assim, os caras da minha idade me entediam. Preferia mil vezes ficar com alguém experiente e que sabe o que quer, sem frescura. Confesso, fiquei de boca quase aberta sem saber o que dizer, com um sorrisinho idiota no rosto. Ela estava me pedindo pra gente transar! Ou ser amigos especiais, ou sei lá o quê. Porra, Elena, Eleninha, a que ia pra cama assim que via o bicho pegando. A cara de bobo que eu fiz deve ter animado ela mais. — Bom, vou deixar você, Sergio, para... vocês relaxarem, minha irmã e você. — Dito isso, ela foi embora me dando um sorriso safado. E foi embora, me deixando com uma ereção de cavalo que dava pra ver de longe. Nem tinha percebido por causa do ritmo da conversa. Quando ouvi a porta dela fechar, comecei a tocar na minha namorada, sem hesitar ou sugerir. Apertava os peitos dela enquanto me afundava neles. Não demorou nada pra ela acordar, claro: — Mas... Sergio... espera, e a Elena? — Ela foi dormir — enquanto falava isso, já estava baixando minha calça e colocando meu pau na altura do rosto dela — Amor, vai, por favor... — É... tá bom. Ela mesma. terminou de baixar minha cueca e colocou meu pau na boca dela. Deus, eu tava tão excitado que sentia que ia explodir a qualquer momento. Imaginava a foxy da Elenita fazendo exatamente aquilo, daquele jeito tão selvagem. Nem olhava pra minha namorada, tava tão tarado que não demorei muito pra gozar de olhos fechados enquanto abafava um grito. Não avisei ela de propósito, queria me deliciar com meu próprio prazer. Fiquei descarregando na boca dela, curtindo o momento. — Uau, Sérgio, cê tava mesmo precisando. — Cê não faz ideia… — abri os olhos e lá estava ela, a Elena, espiando escondida, se é que dá pra chamar de escondido alguém com meio corpo pra fora olhando descaradamente. Fiquei totalmente paralisado. Minha namorada começou a revirar a bolsa, provavelmente atrás de uma camisinha, sem perceber que a irmã dela estava ali parada. A gente se olhava fixamente nos olhos e aí aconteceu o milagre: ela me deu um sorriso tímido. Não precisei de mais nada. Impedi minha namorada de se mexer, peguei a camisinha da mão dela e enquanto colocava, mandei ela tirar a calça e a calcinha. Assim que terminou, abri as pernas dela e meti enquanto olhava pra Elena, que continuava parada, mas já se deixava ver um pouco mais. — Cê tá gostando, né? — comecei a falar alto. — Sim, Deus, sim! Tá melhor do que nunca, o que aconteceu hoje? — Cala a boca e aproveita, deixa comigo que eu vou te mostrar o que é prazer. Minha namorada sorriu e começou a gemer de olhos fechados. Eu aproveitei pra olhar descaradamente pra Elena, que alternava o olhar entre meus olhos e a penetração. De vez em quando eu tirava meu pau pra ela ver, momentos em que ela fixava o olhar. Sentia que ia gozar de novo, mas queria aguentar. Deus! Malditas vadias, as duas, da minha namorada eu já sabia, mas da Elenita é que não esperava. Dava vontade de pular nela, derrubar e possuir ali mesmo. Enquanto pensava nisso, gozei junto com minha namorada, que dessa vez gritou sem se segurar. Com certeza no dia seguinte ela ia me dizer como tava preocupada. o que será por ter gritado daquele jeito com a pobrezinha da irmã dela em casa. Tirei meu pau, tirei a camisinha e esfreguei no corpo dela, passando nos peitos dela pra limpar. As duas me olhavam com tesão, não sei se a burra da minha namorada percebeu que ela tava olhando muito pra cima, mas eu tava tão tarado que já nem ligava mais. Elena me deu um sorrisão e se mandou pro quarto dela sem fazer barulho. Já tava decidido, ia comer ela de qualquer jeito, mesmo ela tendo 18 anos e sendo irmã da minha namorada. Apaguei igual um bebê no sofá, abraçado com a minha namorada, sabendo com certeza que ia dormir tranquilo, como não fazia há muito tempo. Mas quando acordei, a realidade me bateu como só ela sabe fazer. Eu, sim, eu, não um conhecido, um amigo ou pelo menos um parente, tinha transado na frente da irmã da minha namorada. Lá estava eu, deitado meio pelado em cima da minha mina, na casa dela onde mora com a irmãzinha. Meu Deus, o que eu ia fazer? Levantei como pude e sem nem ir ao banheiro — podia dar de cara com ela! — nem comer nada, me vesti de qualquer jeito e vazei sem falar nada. Enquanto meu corpo fazia os movimentos pra descer as escadas, minha mente tava em outro lugar, um onde uma guria de 18 anos contava pra irmã que viu a gente transando e que o namorado sabia e nem se importou, se exibindo pra ela. Não sei como seriam as coisas nesse outro lugar, mas aqui não costuma cair bem receber uma notícia desse peso. Com sorte, até levava uma bela de uma denúncia, não sei bem alegando o quê (será que no código penal tem "transar na frente da irmã da sua namorada"?), mas não ia ser nada bom. E se descobrissem na faculdade... perder a bolsa seria o de menos. Enquanto chegava no carro e abria a porta, passavam na minha frente os rostos da minha namorada, da minha mãe, dos meus professores, dos meus amigos, todos colocando a mão na cabeça e falando "mas, Sergio...". E foi só sentar e começar a rir. Não só a rindo, até comecei a ficar excitado lembrando do que aconteceu ontem à noite. A Elena tinha me visto foder! Ela ficou parada olhando pro meu pau e não parava de sorrir. Deuses, diabos, Buda e quem quer que esteja me ouvindo, aquela garota não tinha se tocado nem um pouco desde que sentamos os três pra ver TV. E por quê? Bem, não sei, mas com certeza não acho que seja pra me denunciar ou acabar com meu relacionamento com a irmã dela. Não, com certeza não, aquela menina queria mais do que ver TV e ter conversas picantes. Liguei o carro sem parar de rir. Tava tão nervoso pela excitação de lembrar de tudo de uma vez que quase causei um acidente. Precisava chegar em casa o mais rápido possível, tomar um banho tranquilo e sentar pra pensar enquanto metia um belo café da manhã. Conforme chegava no meu bairro, minhas emoções se acalmaram, chegando a um equilíbrio entre minhas duas cabeças: a de cima, que me lembrava das consequências que pensei no começo, e a de baixo, que me lembrava... bem, o que mais ia me lembrar, senão a cara de safada da Elena me olhando ontem. Me olhando enquanto eu fodía com a irmã dela, não vamos esquecer. Quando saí do banho e preparei umas torradas, já tinha tomado uma decisão: ia foder a Elenita. Não sabia bem como, e claro que o sensato seria fugir como ratos de um navio prestes a afundar, mas o desejo era grande demais. Já comentei como a Elena se parece com a irmã, e considerando que tenho quase o dobro da idade dela, talvez fosse ela quem me ensinasse coisas com seus trejeitos juvenis e suas brincadeiras e dúvidas sexuais. Já tava me perdendo na luxúria de novo, mal, Sergio, mal! Já teria tempo de gozar e se deliciar, agora tinha que fazer as coisas direito, estabelecer um plano. Primeiro, hora de ligar pra namorada. Que história é essa de o namorado sumir sem falar nada? Que falta de respeito. Dito e feito, peguei o telefone e liguei despreocupado pro celular dela. Tinha decidido comentar que recebi uma mensagem urgente no celular pra ir pra universidade por causa de um assunto de trabalho. Infalível: — Ah, oi Sérgio, minha irmã tá no banho, por que você não tá aqui? A gente ficou surpresa… — Eh… — Sim, era a Elena que tava no telefone; quem tinha ficado branco e sem palavras era eu. — Aconteceu alguma coisa? — Falou Elena baixando um pouco o tom de voz. — N… não! nada, você disse que ela tá no banho, né? — Olha, se você tá preocupado com o que rolou ontem… — O que você tá dizendo? — tinha que cortar isso logo — Bom, fala pra ela me ligar assim que sair do banho, que é importante. Um beijo. E desliguei sem esperar resposta. Porra! Não podia tomar banho em outro momento, não, tinha que ser bem na hora que eu liguei. Beleza, calma, acima de tudo calma. Ela atendeu, ponto final. Ela tocou no assunto, ponto final. Ponto final! Ainda tava tudo sob controle. Se a irmã dela tivesse descoberto, o celular ia explodir de ligações. Ou não. Bom, não adianta ficar pensando nisso, como eu disse, é hora de fazer as coisas direito. Assim que terminei de tomar café, peguei as chaves do carro de novo e, decidido, saí voando pra casa da minha namorada. Se eu sumisse, a Elena ia ter tempo de pensar, e não tem nada pior que uma mina que acabou de sair da adolescência parar pra pensar numa situação que ia permitir ela te manipular como um boneco. Tinha que pegar o touro pelos chifres e deixar tudo claro. O que rolou ontem aconteceu porque eu decidi que ia rolar, e se eu quisesse que rolasse de novo, ia rolar. Ficar de santinho não era opção, e cair numa possível chantagem era ridículo. Mas não custava nada estabelecer uns limites, caso a menina resolvesse entrar em negociação… Estacionei no mesmo lugar de antes (com essa palhaçada, não tinha passado nem uma hora) e subi pra casa. Tava tranquilo, relaxado, como se o mundo fosse meu e eu decidisse o que fazer com ele a cada momento. Toquei a campainha sem preocupação e a Elena abriu. — Oi… — ela conseguiu dizer enquanto se encolhia um pouco. -Oi, Elena! - Entrei quase empurrando ela e dei dois beijos sonoros - E sua irmã? - Tô aqui, Sergio, onde diabos você se meteu? A Elena me falou um negócio da faculdade ou sei lá que porra é essa... - Ah, no final foi uma besteira, o imbecil do reitor tinha bloqueado o computador dele por entrar na internet, adivinha com o quê? Com pornô! Dá pra acreditar? Comecei a rir pra caralho enquanto as duas irmãs me olhavam sem se mexer, com a boca meio aberta. Eu tava perdendo o controle da situação e o pior é que tava passando vergonha. Sentei no sofá, pigarreei um pouco e continuei falando: -É, como eu tava dizendo, tive que arrumar o computador do reitor. Minha bolsa depende desse cara e se precisar se foder - aqui não consegui olhar feito um idiota pra Elena. Não percebi nenhuma mudança na expressão dela - pois se fode, como todo mundo. Você já tomou café, amor? Tô morrendo de fome. - Pega o que quiser com a Elena, eu tenho que vazar correndo pro trabalho. Não tinha reparado que ela já tava vestida com o uniforme. Embora minha namorada objetivamente seja gostosa, ela precisa trabalhar pra comer e como pra ser modelo não chamam essas minas bonitas mas que não brilham, ela teve que se virar no mundo empolgante das caixas de supermercado. Enquanto abria a porta, ela se virou: -E como é que você não ficou lá? Já tá no horário de trabalho, mesmo que tivesse ido antes... - Bom... - fiquei parado. - Olha, deixa pra lá - ela virou pra olhar pra Elena - Prepara um café que o otário continua dormindo. Dito isso, foi embora. Nem eu nem Elena nos mexemos por uns segundos. Quando comecei a virar a cabeça na direção dela, ela disparou pra cozinha, onde não demorou pra ouvir barulho de copos e colheres batendo. Beleza, aí estávamos, nós dois sozinhos. Em poucos minutos, a Elena veio com uma bandeja que tinha dois cafés e umas torradas num pratinho. Então, hora de comer torrada de novo. -Tão com boa cara - falei fingindo despreocupação - as Já fez isso outras vezes? — Olha, Sérgio, não sei o que você tá pensando sobre o que rolou ontem. Eu queria ser direta. Beleza, então a gente pode jogar esse jogo nós dois. — Eu tô muito claro sobre o que aconteceu ontem, e você, tá clara? — Como é? — Quero dizer — o olhar de surpresa e nojo da Elena pedia pra eu recuar um pouco — que ontem aconteceu algo que não deixa muita dúvida. — É… você tem razão. — Sei que você tá confusa, é uma situação meio estranha. Bom, é muito estranha, mas acho que a gente pode levar isso como dois adultos que somos. — Você é mais adulto que eu — ela disse com um sorrisinho safado. Maldita foxinha. — É, isso é verdade hahaha. Mas maturidade não se mede só pela idade. — Com certeza… Começamos a tomar café da manhã em silêncio. Minha última frase tinha sido digna de moldura e a garota tinha ficado meio encolhida. Eu tava aparentando calma, mas por dentro tava realmente excitado, e não só pela carga emocional da situação. Nós dois sozinhos a manhã inteira, ela com aquele pijaminha que me deixava louco e aquela expressão submissa. Tinha que tentar fazer alguma coisa assim que terminasse o café. Quando eu tava acabando a torrada, ela começou a falar de novo: — Você gostou que eu olhasse ontem? — Como… como assim? — Não finja, sei que no fundo você tá cagado de medo de eu contar a história pra minha irmã. Se a coitada descobrisse como você gozava enquanto me olhava… Essa é Promíscua! Ela tinha brincado comigo, se fazendo de confusa. E eu pensando numa trepada dos sonhos, tava claro que ia me chantagear do jeito mais escroto possível. Deus do céu, como eu pude ser tão idiota: — Elena… por favor… — O quê? — A expressão dela deixava claro que tava adorando tudo aquilo. — Sua irmã e eu estamos juntos há muito tempo. O que rolou ontem foi uma loucura, algo que me envergonha pra caralho. Não sei o que você quer, mas por favor, pensa em tudo que pode acontecer. — Posso te fazer uma pergunta? — Claro… — ela tinha ignorado tudo que eu disse. — Enquanto você tava metendo nela ontem Irmã, você imaginava que era eu? Boom. Ali estava o que chamam nas entrevistas de emprego de pergunta fatal, aquela que te pega de surpresa e se você não responder direito, todo o processo vai pro saco. Minha parte racional dizia pra eu me levantar indignado e sair correndo pra contar minha versão dos fatos pra minha namorada. Mas a gente já sabe que o raciocínio não funciona justamente quando a gente mais precisa. — S... sim. Ela caiu na risada, ficando toda vermelha. Meu Deus, onde eu estava me metendo. A situação tinha saído do controle e eu não conseguia nem me mexer. Ela falou de novo depois de parar de rir: — Tira ela. — O que você disse? — Tira ela. Quero ver como ela tá agora. Decidi parar de pensar, não sabia aonde isso ia dar, mas já era tarde pra voltar atrás. Afastei a torrada, desabotoei a calça e fiquei só de cueca, mostrando uma ereção de cavalo. Ela ficou vidrada olhando pra ela enquanto ria baixinho, tapando a boca. — Vai, tira a cueca, deve estar até te machucando. E você me dizendo que a gente levasse isso como adultos... Em completo silêncio, tirei a cueca e deixei meu pau aparecer em todo o seu esplendor. Tava brilhando, totalmente duro e esperando carinho. A safada tava brincando comigo, mas isso já tinha me deixado a mil desde o começo. — Posso? — disse ela, apontando com o olhar. Não respondi com palavras, só balancei a cabeça. Ela esticou a mão e pousou no meu pau. Meu Deus! Que mão macia. Começou a esfregar devagar, com alguns dedos passando ao longo do tronco. Comecei a respirar ofegante, tava tão excitado que até aqueles roços iam me fazer gozar. — Kkkk que fofo, não é à toa que minha irmã gosta tanto de você. Relaxa e aproveita, faz tempo que eu queria isso. Agarrou meu pau com força e começou a me fazer uma punheta gloriosa. Joguei a cabeça um pouco pra trás enquanto olhava pra ela, vidrado. Ela tava brilhando, sem desviar o olhar. o que ela estava fazendo comigo, com um sorrisão na boca. — Quer que eu chupe o seu pau? — E… Elena… — eu mal conseguia formar palavras. Ela se abaixou e começou a chupar. O prazer que eu sentia era indescritível, ela chupava como só alguém já experiente no assunto sabe fazer. Descia devagar pelo tronco enquanto a língua não dava trégua. Tinham passado alguns segundos e eu já sentia que ia gozar como um adolescente. — Vou… vou gozar… — consegui dizer. Elena se afastou de mim e começou a bater uma mais rápido. Não demorei a gozar, enchendo a mão dela de porra. A cena era espetacular, meu pau ainda estava jorrando enquanto ela continuava o movimento. — Vamos, isso não foi nada. Espero que você ainda tenha fôlego, porque quero que você me faça gritar aqui mesmo, igual fazia minha irmã ontem. Ela se levantou, limpando a mão cheia da minha porra na própria camiseta enquanto me olhava sorrindo. Isso não só me manteve excitado, como minha ereção aumentou ainda mais, algo que eu achava impossível. Ela começou a se despir e eu fiquei de boca aberta, feito um idiota. Simplesmente era perfeita. Uns peitos pequenos, nem grandes nem pequenos, mas no lugar certo, empinados e com uns mamilos rosados que davam vontade de lamber até acabar com as papilas gustativas. Uma cinturinha de pilão que se contorcia como uma dançarina, complementada por umas pernas infinitas. A pele dela era branca, sem nenhuma imperfeição, e com aquele tom avermelhado que a excitação do momento dava. Quando ela tirou a calcinha fio dental, foi o auge: depilada, com uma linha de pelos perfeitamente feita e uns lábios carnudos que faziam você perder a visão. Essa deusa estava diante de mim há anos, enquanto eu comia a irmã inferior dela. Ela se deitou exatamente na posição em que eu tinha colocado minha namorada e disse as palavras mágicas: — Vamos, Sergio, me faz gritar. Eu me levantei, arranquei quase rasgando a camiseta que vestia e abri as pernas dela. Não consegui evitar abaixar a cabeça até a virilha dela e lamber como um louco. Estava delicioso, totalmente molhado e com uma cor linda. -Ahhhh sim assiii sim Ahhhh …- ela gemia. Eu estava ficando louco, subi as mãos até os peitos dela e comecei a amassar um após o outro enquanto não parava de lamber. Queria ela toda para mim, comer cada centímetro da pele dela. Estava curtindo aquilo como um menino até que vi ela se contorcendo num orgasmo que a fez gritar. Aiiiiiiiiii aiiiiiiiiiiii ahhhhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhh Enquanto ela relaxava um pouco, me pediu o que eu já queria: -ahhhhhh simmm Bem… me penetra agora… por favor… Não se preocupa com camisinha, tomo pílula há um tempão. Dito e feito, me levantei montado nela e sem nem mirar direito, enfiei. Entrava como se a buceta dela tivesse nascido com uma adaptação perfeita pro meu pau. A sensação era indescritível, estava apertado mas sem atrapalhar a penetração, sentia o calor de sempre mas era mágico, envolvia todo o meu ser. Perdi a noção do tempo, só metia e tirava, devagar, aproveitando cada segundo enquanto olhava pra cara dela, aquela carinha doce de novinha de 18 anos corada. -Elena… vou gozar já… - falei entre gemidos. –aiiiiiiiiiii aiiiiiiiiiiii aiiiiiiiiiiii aiiiiiiiiiiii Goza dentro de mim por favor, vamos. Mal terminou de falar isso, gozei como nunca tinha gozado. Totalmente paralisado, senti que enchia ela completamente, não parava de sair. Quando finalmente acabei, me deixei cair com cuidado em cima do peito dela, enfiando a cabeça entre as duas tetas perfeitas. Ela começou a acariciar meu cabelo. -Foi fantástico, Sergio… -A gente pode…? - falei meio nervoso - Bem, ainda sou o namorado da sua irmã… Ela se ergueu um pouco e me olhou com um meio sorriso: -E quem disse que isso precisa mudar? E não mudou. Minha namorada e eu continuamos nosso relacionamento, o que incluía as noites de TV os três juntos pra depois transar em casal. Embora tenha tido um troca, parei de ir muitas manhãs na faculdade

8 comentários - A gostosa da irmã da minha namorada

ikkki
wow!!! estuvo genial... buen post
tienes uno entre chicos y chicas de mas jovenes? me gustaria leerlo A gostosa da irmã da minha namorada
no se puede por las politicas de poringa
que post mas bueno segun dicen lastima que no lei un carajo


pone imagenes o videos es mas divertido 🆒