Capítulo Catorze- Vai, ninguém tá vendo a gente… mmmm… viu? Já tô com a pica dura, seu bobinho
- Bom…
- Faz uma semana que não te via, bobinho, tava se escondendo de mim? Será que não gosta desse corpinho?
- Olha que você é uma puta com todas as letras, hein, não tem jeito… – falei para a Luciana. Ela estava ajoelhada na minha frente, segurando minha pica com a mão e me encarando. A gente tava no estacionamento de uma balada que fui com uns amigos. Ela me viu lá, do nada, me pegou pela mão e me arrastou. E não tem muito o que dizer… antes que eu pudesse fazer algo, ela já tava entre minhas pernas puxando minha pica…
- Adoro quando você fica com ela dura assim, bobinho… – ela gemia, a putinha. Chupava com força, rápido. Eu tava encostado numa parede, os dois escondidos no escuro entre os carros. O que eu podia fazer? Ver ela na balada, com uma minissaia tão curta e transparente que mal escondia a bunda enorme e linda dela. Uma blusinha com um decaimento enorme que fazia os peitões dela explodirem, umas botas de cano alto, maquiagem de atriz pornô… não dava pra evitar, só de olhar fiquei duro…
- Você quem pediu – falei, já todo tesudo. Peguei ela pela cintura e virei ela de costas pra parede, sem jeito nenhum. Abaixei a calcinha dela e, sem nenhuma ternura, passei meus dedos na buceta dela. Já tava toda molhada. Mas não ia ser tão fácil assim. Molhei meus dedos nos fluidos dela e passei no cu dela. Encostei a ponta da minha pica enquanto pressionava com o corpo, deixando ela presa. Ela só ria. Enfiei a pica de uma vez só até o talo.
- Aaaahhhyyy sim, seu filho da puta! Mete no meu cu! – ela gritou. Tava com vontade de gritar? Comecei a bombar, esfregando nos peitos dela. Tirei eles pra fora da blusa pelo decote. Não tinha jeito, peitão era minha obsessão, e a Luciana tinha um dos maiores que já vi na vida. Apertei eles enquanto minha pica entrava e saía do cu dela.
- Assim, putinha… Assiiim… mais forte, não consegue mais forte, seu filho da puta? Mais forte!! – ela ofegava, fora de si. Deus… a Tava comendo ela com toda a raiva e ela pedia mais. Metia violento, esmagando ela contra a parede, não tinha pena nenhuma… e a Luciana tava curtindo como nunca. Gozei dentro do cu dela sem aguentar mais. Jorrei porra dentro do reto dela sem parar. Apertei os peitos dela com força. A Luciana soltou um grito que ecoou no estacionamento.
— Huuufff caralho… mmmmm… me fez gozar três vezes, seu bobinho — ela falou, arrumando o cabelo loiro. Eu tava ofegante, sem falar nada.
— Depois a gente conversa, foi gostoso, beijinhos — ela disse e saiu andando como se nada tivesse acontecido.
Vazei da balada sem mais. Mesmo ainda com vontade de meter mais umas gozadas na Luciana, era melhor cair fora. Ela tava certa, eu tava evitando ela. Fazia uma semana que eu evitava qualquer encontro com a Luciana ou a Jazmín, até com a Jesse. Desde o aniversário dela, tava com um medo do caralho de que a Jazmín descobrisse as fotos.
Deixei passar uns dias na dúvida, dando desculpa de trabalho e estudo. Mas a Jazmín também não tinha dado sinal de que sabia. Me ligou duas vezes na semana e também falou que tava cheia de estudo.
“Tô com saudade…” era mensagem assim que a Jesse me mandava no celular. Essas mensagens me enchiam de vida. Não sei como aguentei não ir na escola dela. Mas falei que na segunda ia dar o presente de aniversário. A Jazmín não tinha falado nada, então achei que não sabia das fotos. Mas acho que era só uma desculpa que eu usava pra ver a Jesse.
Por sorte, naquele domingo não tive notícia de ninguém até a noite. Passei o dia todo colocando o trabalho em dia e tal. Essa relação com as três irmãs tava me consumindo por dentro.
“Não aguento até amanhã, jiji” — a Jesse me mandou uma mensagem umas 22h. Adorava o “jijiji” no final das mensagens dela, era muito fofo. Sem falta, toda noite ela me mandava “vou dormir, tbm… beijinhos”. Era um amor… eu imaginava ela assim, tão linda dormindo com o pijama que destacava Todo nela é demais... Deus... não conseguia parar de pensar nela! E finalmente chegou aquela segunda-feira.
Me senti um moleque de 15 anos enquanto caminhava até o colégio da Jesse. Sentia um frio na barriga e um nervoso danado. Esperei a umas quadras dali por 20 minutos que pareceram dias inteiros. Até que vi a Jesse virar a esquina. Fiquei olhando pra ela, besta. Se tinha uma coisa que me obcecava mais do que peitões, eram os uniformes de colegial. E se tinha algo que me obcecava ainda mais do que isso, era a Jesse... que preenchia tudo. Meu anjinho estava um pouco mais alta (embora ainda fosse baixinha), mas o corpo dela estava mais atlético. A cinturinha tinha afinado e as pernas já tinham um formato incrível, perfeito. Mesmo que ela ainda tentasse esconder o corpanzil debaixo de roupas um número maior, não eram tão largas como antes. Ver as pernas dela se mexendo debaixo da saia era algo que deixava qualquer um besta... e nem preciso falar de olhar pro peito dela e ver como os peitões enormes se avantajavam debaixo da camisa, com a gravatinha caindo entre eles.
A Jesse me viu e sorriu. Isso me deixou ainda mais bobo. Soube que jamais perderia aqueles traços do rosto dela. Uma carinha doce e meiga, com olhos azuis enormes. Ela estava com o cabelo em duas trancinhas caindo sobre os ombros e uma franja na testa. Um corte novo que caía super bem nela. Quando chegou até mim, levantei do banco e ela, sem mais, me abraçou. Enfiou a cabeça no meu peito e se agarrou em mim com força.
— Senti sua falta... — disse ela. Levantou a cabeça e encontrei o olhar dela, daqueles olhares que fazem os homens fazerem qualquer coisa por aquela garota. Não me importei se nos vissem, beijei ela com doçura. Senti eletricidade ao tocar os lábios dela. A Jesse levantou um pezinho ao me beijar. Foi um beijo perfeito.
Caminhamos lado a lado em silêncio por algumas quadras. Eu estava com as mãos nos bolsos e a Jesse, num momento, pegou meu braço e se grudou em mim. Éramos um casal de apaixonados passeando. Caminhamos pelo centro até chegar no complexo. Quase sem falar. O estranho e ao mesmo tempo muito reconfortante era que eu não me sentia nem um pouco desconfortável em ficar em silêncio com ela.
— E que filme a princesa quer ver? — Jesse já não ficava mais (tanto) vermelha quando eu a elogiava. Ela só me olhava com um sorrisão. Colocava o dedo na boca e olhava o cartaz do cinema, pensando em qual escolher. Eu poderia passar horas só olhando ela fazer aquilo.
— Esse, dizem que é bonitinho — ela falou, apontando para o filme "Love e Preconceito". Comprei os ingressos e um balde de pipoca e refrigerante. Jesse não parava de sorrir, se fosse menos tímida, estaria pulando pra todo lado com certeza. Eu não tirava os olhos dela, quase não conseguia parar de olhar. Era minha colegial e eu queria que ela nunca crescesse, que ficasse assim pra sempre.
Quando entramos na sala, notei que estava vazia. Só entrou um casal que sentou no meio da sala e um senhor de uns 60 anos duas fileiras abaixo da gente, mas longe, num canto. Levei Jesse pra última fileira, no meio. Ter Jesse sentada do meu lado de novo me fazia sentir os pés flutuando. Ela se aninhou no assento, se encostando no meu ombro. E comia pipoca de uma em uma, bem devagar. Eu olhava e olhava pra ela.
— Ai… por que você fica me olhando tanto? — ela perguntou rindo.
— Porque você é a coisa mais linda que já vi na vida, eu ficaria te olhando assim pra sempre — falei, e ela ficou me encarando, soltando um suspiro profundo. Me aproximei e beijei ela suavemente. Me enlouquecia sentir aqueles lábios carnudos e macios. Jesse tinha gosto de caramelo. Comecei a sentir calor… muito calor. Beijar Jesse me enlouquecia. Mas não queria ser sempre o tarado sexual que acabava comendo ela em qualquer lugar. Esse era um encontro romântico que eu tinha prometido a ela. E também tinha prometido a mim mesmo ser um cavalheiro com ela.
— O filme vai começar — falei quando as luzes se apagaram. Jesse se ajeitou e eu a envolvi com meus braços. Tinha que me controlar. Mas o filme, apesar de ser bom, tédio. Então, quando meus olhos se acostumaram com a escuridão, comecei a olhar pra Jesse de novo. Ela tava vidrada no filme. Olhei as pernas dela… cada dia que passava, Jesse tava mais definida, mais atlética. Olhei os peitos dela, era inacreditável, mas estavam maiores. Aqueles dois montes enormes que se formavam debaixo da camisa tavam cada vez mais evidentes… fiquei louco vendo os peitos dela… fazia dias que não tocava neles… minha pica começou a pulsar dentro da calça. Tirei o olhar dos peitos dela… observei o rosto dela, Jesse tava bebendo refrigerante no canudinho. Era excitante ver ela… parecia que tava chupando minha… puta merda, não conseguia parar de ficar tesudo olhando pra ela. Olhasse pra onde olhasse, tudo nela me fazia ferver, minha pica endurecia… minha mente se perdia… meu braço que tava em volta do ombro dela se mexeu um pouco… devagar, desci minha mão até o peito dela e comecei a acariciar.
— Ah, para… — Jesse sussurrou, rindo baixinho. Ela gostava, e isso me deixava ainda mais louco de tesão. Era uma brincadeira pra ela.
— Só um pouquinho… — sussurrei no ouvido dela e apertei o peito dela com a mão. Jesse deu um pulinho. Comecei a fazer círculos com o dedo onde tava o mamilo dela… ele endureceu e dava pra ver através do tecido.
— Ah, vão nos ver… — ela disse, rindo e olhando pra mim. Quando virou a carinha dela na minha direção, os lábios dela encontraram os meus. Não foi mais um beijo suave, eu beijei ela com paixão, puxei ela pra perto e comecei a beijar ela, mexendo nossas línguas. Jesse se perdia… sabia que isso deixava ela louca… segurei a cintura dela com uma mão enquanto com a outra massageava os peitos dela por cima da camisa. Comecei a beijar o pescoço dela, Jesse respirava mais forte.
— Podem nos ver… — ela falava com a vozinha trêmula…
— Tamos no escuro, ninguém nos vê… — eu garantia, sem parar de beijar ela. Jesse ia falar alguma coisa, mas minha mão enfiou entre as pernas dela, apertando. Ela enterrou a cabeça no meu peito, suspirando forte. Levantei o apoio de braço que tava atrapalhando. Peguei as pernas dela Jesse e eu subi em cima das minhas. Ela, tímida, me abraçava. Minha mão fuçava entre as pernas dela e se metia por baixo da saia. Minha língua brincava com a dela. Corri para o lado a calcinha de algodão dela e comecei a esfregar o clitóris. Jesse apoiou a cabeça no meu peito e se agarrou na minha camiseta com as mãos. Meus dedos se moviam rápido na buceta dela. Jesse mordia minha camiseta e mexia os quadris instintivamente.
— Mmmmmmmm… — Dava pra sentir ela gemer abafado. Enquanto um dos meus dedos esfregava o clitóris dela, outro entrava e saía. Jesse já tava perdida, super excitada, fora de si. Acariciei os cabelos dela ao sentir que tremia. Que cravava as unhas em mim. Que mordia meu peito. Tava gozando na minha mão.
— Huummmmmmmm…. — Ela gemeu longo e ficou quieta. Respirava forte, ofegante. Me olhou e tava toda vermelha. Beijei ela de novo e ela me beijou… Enquanto isso, abaixei o zíper da minha calça e direcionei uma das mãos dela pra lá. Jesse ficou nervosa. Mas tinha aquele sorrisinho safado que eu amava. Olhou pra todos os lados.
— Ninguém tá vendo a gente, princesa… — Sussurrei no ouvido dela. Senti a mãozinha dela entrar na minha calça e pegar no meu pau. Me sentia no paraíso. Jesse aprendia… e não demorou muito pra tirar meu pau pra fora. Ela ria sozinha de boca fechada olhando pro meu pau. Apertava ele com a mão e olhava em volta pra ver se alguém via a gente. Eu beijava o pescoço dela e isso a acendia… a mãozinha dela começou a se mover de cima pra baixo me masturbando. Era uma delícia… me recostei pra ficar confortável e curtir a punheta. Mas Jesse se separou de mim, olhou de novo pra todos os lados, e depois, rindo, se ajoelhou no chão e, sem mais, deu uma lambida no meu pau. Deus, minha colegial sabia aprender mesmo! Aquela lambida me deu um choque elétrico. Lambeu várias vezes me fazendo gozar de um jeito que só Jesse conseguia. Depois foi enfiando ele na boca… sentia o calor dos lábios dela envolvendo meu pau e a língua se mexendo… Deixei ela fazer o que quisesse…. Me chupava devagar, saboreando. como se faz tempo que não sentia o gosto desse doce.
Enquanto ela continuava nessa, notei que o velho de 60 anos que estava longe da gente olhava pra nós. Sabia disso pelo reflexo dos óculos que ele usava. E tão pouco me importava tudo que o velho se levantou e caminhou até nós. Sentou a uns 4 assentos da gente e ficou nos encarando... olhava a Jesse chupando meu pau. Me excitava pra caralho ter aquele velho que nem nos sonhos dele poderia ter uma mina como Jesse mamando o pau dele. Me sentia poderoso. Antes que a Jesse percebesse, tirei ele da boca dela e puxei ela pra mim, beijando. Fui sentando ela em cima de mim, ficando de frente. Puxei a calcinha dela pro lado e coloquei meu pau na entrada da buceta dela. Jesse me encarava e não parou de fazer isso quando fui descendo ela até enfiar todo o meu pau nela.
-Huuufff…mmmm…- Ela bufava, segurando todo gemido. Me abraçava forte. Peguei ela pelas nádegas e levantei um pouco... pra depois deixar ela cair. Cada vez mais rápido, fazia ela subir quase até tirar todo o meu pau e enfiava de novo. Jesse tinha a cabeça apoiada no meu peito e não percebia o velho. Esse, quando olhei, tinha o pau pra fora da calça e se masturbava. O velhote tava durasso! Tinha o olhar fixo na penetração. Se eu fosse o velho e visse aquela colegial gostosa enfiando um pau no meio do cinema, também estaria assim de pau duro.
-Mmmm!..mmm!!!!!!!...- Comecei a levantar a Jesse e descer ela tão rápido que ela começou a cravar as unhas de novo nas minhas costas. Ela tinha os joelhos em volta de mim, praticamente pulava no meu pau. Tremeu de novo em outro orgasmo... e enquanto isso, aproveitei pra virar ela, Jesse se deixava levar como eu quisesse... Coloquei ela de costas pra mim e sentei de novo.
-Por aí n...- tentou dizer quando sentiu que encaixei meu pau na entrada do cu dela. Mas meu pau tava lubrificado com os fluidos dela e com um pouco de força foi entrando. Ela se recostou em mim e aproveitei para abraçar ela. Com uma mão, peguei nos peitos dela e apertei com força. A outra tava na virilha dela e esfregava a buceta dela. A Jesse já não tinha mais nada pra morder. Então ela apertava os dentes pra não fazer barulho.
O velho olhava de boca aberta e se punhetava forte. E respirava de um jeito que parecia que ia ter um ataque cardíaco. Eu mexia meus quadris debaixo da Jesse e enfiava no cuzinho dela sem piedade. Ela se contorcia em cima de mim sem saber onde se segurar. Eu apertava os peitos dela e enfiava dois dedos na buceta dela.
— Mmmmmmmm… — gemia a minha colegial. Mas num instante ela virou a cabeça pro lado e viu o velho. A Jesse não falou nada, só ficou olhando pra ele. Meu pau continuava entrando e saindo do cu dela. Ela respirava pesado. Os peitos dela pareciam que iam explodir debaixo da camisa. O corpinho dela se contorcia, começava a tremer num terceiro orgasmo. Em nenhum momento ela parava de olhar pro velho, de olhar como ele se masturbava olhando pra ela.
— Huummmghhhhhhhh — gemia apertando os dentes, gozando de novo. Mas eu ainda não tinha gozado e ia dar pro velho o show da vida dele. Botei a Jesse pra baixo de mim e ela, como se lesse meu pensamento, se ajoelhou no chão. Tava meio tonta. Ela mesma pegou meu pau com a mão e começou a me punhetar. Eu já quase não aguentava mais a situação, tava prestes a gozar. E quando a Jesse deu uma lambida, não aguentei mais e comecei a gozar jorrando na cara dela. A Jesse abria a boca e deixava meu gozo lambuzar ela toda. O velho segurou o peito e também gozou. Mal soltou uns jorros. Ficou olhando pra gente, quase super agitado, enquanto a Jesse lambia meu pau. Minha mina passou os dedos no rosto e comeu meu gozo… era incrível o quanto ela tava doida. Mas depois que terminou, ela olhou pra mim, olhou pro velho e ficou totalmente vermelha. E rapidamente sentou do meu lado, se escondendo do velho.
— Já acabou o show — falei pro velho. Mas ele chegou mais perto, algumas cadeiras, e ofegante disse:
— Pago o que for pra ficar com ela. Tanto faz, só fala o número, grana não é problema…" — Jesse se escondia atrás de mim, com medo.
— Tenho que dizer que não… — falei rindo.
— Beleza, sei quando tão me dando um fora… mas vou deixar meu cartão mesmo assim, qualquer coisa por ela… — ele disse e me entregou o cartão. Depois se levantou meio cambaleando e saiu da sala. Ela olhou pra ele, escondendo a carinha de anjo no meu braço. Mas não falava nada.
O casal que tava no cinema nem percebeu o que rolou. Quando saí com Jesse da sala, ela se escondia no meu braço, assustada e envergonhada. Eu olhava pra ela e ria. Ela me olhava e ria, toda sem graça. Tava vermelha e com o cabelo todo bagunçado.
— Ai, que vergonha… aquele senhor… — Jesse falou com a vozinha dela. Eu ri.
— Aquele senhor é meu… professor de história… — A notícia caiu como um balde de água fria. Por isso que Jesse tava tão envergonhada. Pra acalmar ela, falei:
— Não faz drama, princesa, vai me dizer que não se divertiu? — perguntei. Jesse só me olhou e sorriu.
Saímos na rua e caminhamos um pouco de mãos dadas. Jesse, como se nada tivesse acontecido, começou a me contar coisas da escola, que tirava notas boas em educação física e desenho, e que uns caras chegavam nela pra conversar. Isso me deu um pouco de ciúme, ao mesmo tempo que fiquei preocupado com o que ia rolar com aquele professor que nos viu no cinema…
— Mas nunca dou bola pra eles… São tão imaturos… — ela disse. Era verdade, se tinha uma coisa que eu tinha com Jesse era a confiança de deixar ela fazer o que quisesse, sabendo que sempre ia me deixar satisfeito.
— Se aquele professor tentar fazer alguma coisa com você, corre, grita e chama alguém, ou me liga, certo? — falei, já sem me segurar. Tinha ficado preocupado. E dessa vez foi Jesse quem me acalmou.
— Tá bem, mas acho que ele não vai fazer nada…
A gente tava conversando assim quando, ao virar uma esquina, ouvimos uma voz.
— Oi, lindos — Olhei pra trás e, saindo de um bar, estava a Luciana. Ela nos olhou de cima a baixo com um sorriso perverso. — Tá se divertindo no cinema, pombinhos? — disse ela, olhando pro celular.
— A saída no cinema que prometi pra Jesse — respondi meio seco.
— Mmmm… bom, lamento estragar a noite de vocês, mas preciso bater um papo com minha irmãzinha. E agora é o momento ideal. — Disse Luciana, pegando Jesse pela mão e puxando ela pra longe de mim. Jesse me olhou e baixou a cabeça. Eu ia pegar Jesse pela mão e trazer ela de volta, mas Luciana balançou a cabeça, me negando. Entendi que ela tinha poder sobre mim e que eu tinha que ceder às loucuras dela.
— Bom, vou deixar você se despedir do seu namorado… Ah, desculpa se não é seu namorado! — Dizia Luciana rindo. — Vai lá, dá um beijão gostoso nele, vai — e empurrou Jesse na minha direção. Olhando pra Luciana, Jesse, que também tava submissa às ordens da irmã, se esticou na ponta dos pés e me beijou.
— Assim que eu gosto! Que lindos que vocês são! — continuava rindo Luciana. — Agora vamos, irmãzinha, temos um monte de coisa pra fazer! — Disse e levou Jesse pela mão. Porra, o que será que Luciana tramava com a Jesse? Não podia fazer nada, Luciana sabia de tudo e eu tinha medo dela contar pra Jazmín. Me senti impotente… com a Jesse não… mas não dava pra fazer nada. Então, arrastando os pés, fui pra minha casa.Capítulo QuinzeJá fazia um tempão que eu não via a Jazmín… todos os sinais indicavam que ela tinha visto as fotos, não tinha outra opção. E desde aquele dia, a Jesse também tava meio estranha. Não me mandava mensagem no celular como sempre fazia. Alguma coisa tava rolando e eu não sabia o quê.
…”Tô disposta a fazer tudo por amor”… era a última frase de um e-mail que a Jesse tinha me mandado. A frase ficava martelando na minha cabeça. E se eu fugisse com ela pra nunca mais voltar? Que nem nos filmes. No fundo, eu só queria estar com ela… mas também tava namorando a irmã dela, e ainda tava com a outra… sou um lixo.
Olhei as fotos que a Luciana tinha tirado da gente naquela vez. Meu Deus, se a Jazmín viu isso, não tem desculpa que preste. Eram as fotos mais pornográficas que eu já vi na vida. E a Jesse, mmmm, porra, fiquei com tesão só de olhar. Não dava pra evitar. Olhando as fotos, bati uma punheta incrível… mas enquanto fazia isso, passavam pela minha cabeça as imagens da Jazmín, da Jazmín com a Jesse… as duas comigo… a Luciana, a Jesse e a Jazmín… as três… tava obcecado! Nem a Luciana aparecia naqueles dias…
Uma vez por dia eu mandava uma mensagem pra Jesse, mas ela sempre respondia a mesma coisa. “Tô bem, beijos”… era muito estranho. Perguntei se tinha algo com as irmãs dela, ou se o velho professor do cinema tinha feito alguma merda, mas a Jesse respondia a mesma coisa. “Não tem nada, tô bem, beijos”. Essas não eram as palavras da minha colegial, alguma merda feia tava por vir. E pra piorar, meus horários também tinham complicado e eu não conseguia passar na saída da escola da Jesse, aquela teria sido uma boa chance de falar com ela.
Quando eu já não entendia mais nada, meu telefone tocou… era a Jazmín.
-Oi, Javier…- A voz dela tava estranha. Me tratava bem, mas não como sempre. Mas se ela tivesse visto as fotos, devia estar puta ou algo assim.
-Desculpa pela falta de tempo, vem aqui em casa um pouco pra gente se ver…- falou a Jazmín. Tava estranha, mas cheguei à conclusão de que não tinha visto as fotos. Ela agiria de outro jeito, as fotos Eram escandalosas!. Então, sem mais delongas, naquele dia fui na casa da minha namorada. Por via das dúvidas, já me preparava pro pior, algo me dizia que as coisas não iam bem.
-E aí, moreno- Me disse Luciana quando abriu a porta. A filha da puta tava usando só um topzinho e um short jeans que mal cobria as partes íntimas dela. Mas não, olhei nos olhos dela e cumprimentei normal, tinha que ir com cuidado.
-Oi, Javier- Me cumprimentou Jazmín, me dando um selinho.
-Tô cozinhando, já volto- Falou e entrou na cozinha. Tava linda, uma calça social preta e uma camisa clarinha. O cabelo preso num coque. Mas o avental dava um toque sexy. Respirei fundo, não tinha visto as fotos.
-Espero que a gente se divirta essa noite- Me disse Luciana passando por mim, sem antes encostar no meu volume. Que filha da puta, Jazmín tava de costas pra ela, mas Luciana, pelo que eu conhecia, não teria problema em fazer isso com a Jazmín olhando. Sentei na cozinha pra observar a Jazmín. Luciana ficou na sala vendo TV.
-E como tão as coisas na facul?- Perguntei pra Jazmín, que tava preparando um molho.
-Bem, tão dando muito trabalho- Falou sem se virar. Eu olhava pra porta, esperando ver o terceiro anjo, a princesinha. Mas a Jesse não aparecia.
-Tá bom o molho assim?- Disse Jazmín me dando uma colherada pra provar. Tava uma delícia. Jazmín me olhou e deu um sorrisinho. Algo tava rolando, ela tava estranha. E se não eram as fotos, o que podia ser? Cheguei perto dela e abracei por trás.
-Tá bem, Jazmín?- Perguntei carinhoso. Ela ficou em silêncio por uns segundos.
-Tô, só tive muita dor de cabeça esses dias, já vai passar…- Falou e continuou com a comida. Jazmín era mais enérgica, mais ativa. Tinha algo que ela não tava me contando. Mas eu sabia bem que não podia pressionar, ela contava as coisas quando queria.
-Ai… oi, Javi… er…- Escutei aquela vozinha que tanto me fascinava. Me virei e lá estava ela. Jesse. Ela me olhou e desviou o olhar, envergonhada. Notei que Jasmim nos observava de canto de olho.
—Oi, Jesse — falei sem me aproximar dela. Ela estava incrivelmente gostosa. De roupa caseira, uma calça de moletom, umas pantufas e uma camiseta rosa… queria ir lá, abraçar ela e comer ela, mas tinha que me segurar.
— Cada dia você tá mais crescidinha, irmãzinha! — Luciana também apareceu na cozinha e abraçou a Jesse por trás. Agarrou os peitos da Jesse e apertou, rindo. Jesse só baixou o olhar, toda corada. Jasmim, que via tudo, desviou o olhar e continuou com a comida.
— Ajuda a Jesse com a mesa, Javi, que meus pais já vão chegar — disse Jasmim, e Jesse se soltou da Luciana. Agora eu sentia o olhar das duas irmãs na minha nuca. Luciana tinha se sentado pra cortar pão, Jasmim na cozinha. E eu e Jesse arrumando os pratos. Ela me olhava um pouco, mas baixava o olhar tímida. Eu olhava pra ela e sorria. A situação era tensa com as outras duas irmãs olhando.
Mas por sorte, foi só isso que rolou no jantar. Dez minutos depois, os pais chegaram e a tensão quebrou. Embora Jasmim não parasse de olhar o que Jesse e Luciana faziam. Jesse não falou comigo, só me olhava, e Luciana só ria vendo tudo. A mãe falando sobre quando eu ia me comprometer com a Jasmim, e o pai fazendo comentários sobre como a menina da casa, a Jesse, tava crescendo.
— A menina tem duas coisas que crescem mais rápido que ela — comentou Luciana. Jesse quase cuspiu o suco que tava tomando e ficou totalmente vermelha. O pai dela riu pra caramba.
— Minha menina tá crescendo! — só disse, rindo. Eu olhei pra Jesse, verdade que ela tava crescendo. Apesar da baixa estatura… tinha crescido pra caralho desde que tudo começou. Ela era da mesma altura que a Luciana. Luciana já era uma anã, na idade dela media 1,62, igual a Jesse. Mas Jesse cresceria mais. A menina da família era a mais linda das três, sem dúvida. E tava destinada a virar uma deusa de verdade. A ginástica tava fazendo o corpo dela corpo mais atlético, cintura mais fina… uma bunda ainda mais redonda… os peitos dela crescendo sem controle… ia ficar igual ou maior que os da Luciana… tive que parar de pensar nisso porque tava ficando duro pra caralho.
– Já é tarde… vou indo pra casa – falei já eram umas 11 da noite. Os pais já tavam dormindo. No fim, tirando esses detalhes, tudo tinha corrido normal. Jesse tinha ido pro quarto dela e Luciana pro dela. Jasmim me acompanhou até a porta.
– Se eu tiver tempo esse fim de semana, a gente sai, beleza? – ela disse me dando um beijo. Que estranho, o jeito dela. Fui andando devagar pra minha casa. Jasmim não tinha visto as fotos, mas depois eu ia entender o que tava rolando, com certeza era algo da faculdade. Jesse… Luciana tinha feito alguma coisa com a Jesse, disso eu tinha certeza. A princesinha tava muito estranha e isso me preocupava.
Sentei num banco pra esperar o ônibus. Enquanto tava lá, ficava pensando na Jesse, o que fazia ela agir daquele jeito, tão distante. Não sei quanto tempo fiquei sentado ali, mas quando percebi, o ônibus já tinha passado e eu deixei ele ir. E sem nem pensar direito, comecei a andar de volta pra casa das três irmãs.
Já era quase uma da manhã. Quando cheguei, a casa tava escura. Deviam estar todos dormindo. A casa era de dois andares, bem grande. Não tinha grade, então fui andando ao redor. Já tinha feito isso antes, quando conhecia a Jasmim. Eu entrava de noite no quarto dela sem ninguém perceber. Olhei a janela da Jasmim… e se eu entrasse no quarto dela? Ia dar uma surpresa boa, talvez uma visita resolvesse tudo com ela. Mas será que eu queria resolver tudo com ela? Uns metros pro lado tava a janela da Jesse… era ali que eu queria entrar… mas se me pegassem, aí sim que ia dar merda. Não sei se foi uma desculpa esfarrapada, mas prometi pra mim mesmo que da próxima vez subiria pro quarto da Jasmim. Queria ver a Jesse, tinha que ver ela.
Subi devagar, sem fazer o menor barulho, pela trepadeira na parede até chegar na janela dela. Por sorte, Não estava trancada. Abri e, com cuidado, entrei no quarto. Só o perfume que tomava conta de tudo já tirou todo o medo e tensão que eu podia ter. Fiquei parado um tempo, esperando meus olhos se acostumarem com a escuridão. Só dava pra ouvir a respiração da Jesse. Ela estava encolhida na cama dela, debaixo das cobertas. Só dava pra ver a cabeça dela, com os cabelos loiros.
Devagar, fui na direção dela. Sentia a adrenalina da situação me invadir. Sabia que não estava agindo direito. Tirei meus sapatos devagar, olhando pra ela. Sentei do lado dela na cama e acariciei os cabelos dela. Jesse continuava dormindo. Não se ouvia nenhum barulho na casa. Isso me deixava mais tranquilo, me fazia sentir que nada nem ninguém podia atrapalhar esse momento. Deslizei pra debaixo das cobertas. O calor humano que a Jesse soltava me enlouquecia. Passei minhas mãos pela cintura dela devagar pra não acordar ela ainda. Encostei meu corpo no dela, ficamos de conchinha. Sentir ela tão perto de mim, deitado com ela... Beijei o pescoço dela devagar. Jesse suspirou. Minhas mãos deslizaram pelo corpo dela. Acariciei os peitos dela por cima do pijama. Deus... como era bom... Apertei um pouco... deslizei a outra mão mais pra baixo... passei pela barriguinha dela e enfiei por baixo da roupa. Meus dedos entraram entre as pernas dela. Passei o dedo na rachinha dela por cima da calcinha. Jesse suspirou mais forte. Se ajeitou dormindo e encostou a bunda dela no meu volume... meu pau tava duríssimo, tudo isso me deixava excitado.
Desabotoei minha calça jeans e coloquei meu pau pra fora... com toda a paciência do mundo, abaixei um pouco a calça do pijama dela. A bunda redonda e firme dela ficou na minha frente. Abaixei a calcinha dela... mmmmm... queria meter nela já, mas tinha que esperar...
Encolhendo ela contra mim, comecei a acariciar o corpo todo dela. Jesse não acordava, respirava mais forte. Meus dedos deslizaram por baixo da calcinha dela e acariciaram o clitóris dela. Jesse suspirou fundo. Meus lábios beijavam o pescoço dela e a outra mão enfiava por baixo do pijama dela e se agarrava nos peitões dela. Peitos. Sem que eu guiasse meu pau nem nada, ela sozinha foi se enfiando entre as bochechas da bunda da minha pequena. Eu tava perdido num mundo de prazer. Meus quadris empurravam, sentia minha cabeça abrindo caminho pelo buraquinho traseiro dela. Jesse começou a gemer cada vez mais forte, acordando. Meu pau entrava devagar na bunda dela sem piedade. Não sei se Jesse tava acordada ou não, só vi ela agarrar os lençóis e morder o travesseiro.
- De novo... Lu... - Jesse sussurrou, mas eu não liguei. Meu pau agora começava a sair, depois enfiava de novo. Jesse se deixava levar, comecei a beijar a orelha dela. Jesse virou o rosto pra trás e me viu.
- Cê é... hummm... Javi... cê é... - Beijei ela com paixão, começando a meter mais forte. Jesse me beijava com tesão. Depois de um bom tempo assim, de conchinha comendo ela, virei ela de frente. Os olhinhos de Jesse brilhavam no escuro. Não dizia nada. Mas dava pra ver que tava sorrindo. Peguei as pernas dela e abri. Jesse não falava nada, e as pernas não resistiam. Fiquei besta olhando pra ela quando percebi que as pernas de Jesse tavam completamente abertas, formando um T ao contrário. Caralho! Não sabia que ela tinha tanta flexibilidade! Jesse, vendo minha cara de espanto, riu safada.
- Desde quando cê é contorcionista de circo? - Sussurrei beijando ela.
- Te falei que era boa na ginástica... - Ela respondeu rindo.
Ajeitei as pernas dela juntas e coloquei nos meus ombros. Brinquei com meu pau passando na buceta dela ou no cuzinho. Jesse gemia, se divertindo, mas dava pra ver que tava doida pra eu meter. Deitando em cima dela, peguei os peitos dela com as mãos. A imagem era incrível, os peitões enormes dela tampavam a parte de baixo do rosto.
- Onde cê gosta mais? Aqui? - Falei passando meu pau na rachinha dela.
- Ou aqui? - Passando meu pau no cuzinho dela. Jesse balançou a cabeça dizendo que sim no cuzinho. Essa mina ia me deixar louco. Comecei a enfiar meu pau de novo no cu dela. Jesse, sentindo, fechou os olhos e apertou os dentes. Comecei a bombar ela com força, tirando devagar e metendo de uma vez.
— Bom… eu tinha algo planejado pra essa noite… mas isso é melhor — Nós dois olhamos pro lado da cama. Lá parada estava Lucina, completamente nua. Nem percebemos quando ela entrou no quarto.
— Continuem no que tão fazendo — Ela disse, subindo na cama. Luciana se colocou atrás de mim. Senti os peitões enormes dela se esmagarem nas minhas costas.
— Mete com raiva… arrebenta toda essa bunda gostosa da filhinha do papai — Luciana falava no meu ouvido, passando a língua. Eu ficava louco, isso me enlouquecia. De repente, Luciana puxou e me tirou de dentro da Jesse. Ela se deitou em cima da irmãzinha e beijou ela com paixão. Fiquei besta olhando a cena. E mais ainda quando vi que Jesse não resistia, pelo contrário, beijava ela com a mesma paixão que a Luciana.
— O que cê tá fazendo aí, enfia no cu dela agora! — Luciana ordenou, apertando os peitos da irmãzinha. Jesse olhou pra mim, sem sorrir nem nada. Só me encarava. Penetrei a Luciana com força, sem lubrificar nem nada.
— Isso! — Ela gemeu, se segurando. Comecei a foder ela com força. Jesse ficava esmagada debaixo dos nossos corpos. Luciana beijava a irmã e chupava os peitos dela. Jesse começou a gemer, Luciana enfiava os dedos na bucetinha dela enquanto eu comia ela sem piedade. Tava com as duas irmãs ao mesmo tempo. Olhava pra elas bestificado, se alguém entrasse agora, ia dar a maior merda do século. Olhei pra porta, olhei pras duas irmãs. Olhei como meu pau entrava e saía daquele cu enorme. Não aguentava mais. Comecei a encher o cu da Luciana sem conseguir me segurar.
— Seu namoradinho tá enchendo meu cu de porra… — Luciana dizia pra Jesse. Eu fiquei ofegante. Luciana olhou pra mim e falou:
— Agora cê vaza — Fiquei olhando pra ela como se tivesse falando em outro idioma.
— Pega sua roupa e sai por onde entrou, tenho que fazer umas coisinhas com minha irmãzinha, a mais puta da região… — Jesse só me olhou neutra.
— Mas… — Protestei.
— Vaza ou sabe o que pode acontecer — Luciana disse com um sorriso. Perversa. Ela ainda estava em cima da Jesse. Me vesti rápido e saí pela janela. A última imagem que vi foi a Luciana em cima da Jesse, prestes a beijá-la. Me senti um lixo quando senti meu pau endurecer de novo.
Passaram-se alguns dias sem novidades. Minha única desculpa pra ir na casa das 3 irmãs era visitar a Jasmim. Mas quando liguei pra ela, disse que tava muito ocupada, que não podia. Jesse não respondia minhas mensagens. Só mandava de volta "tô bem, beijo" e mais nada. Tava ficando louco sabendo que a Luciana tramava alguma coisa com a menina.
Uns dias depois, liguei pro celular da Jesse, mas ela não atendeu. Liguei de novo, nada. Era muito estranho. Só recebia as mesmas mensagens "tô bem, beijos" e mais nada. Fui cuidar das minhas coisas. A Jasmim tava ocupada, e a Jesse com certeza não falava comigo por causa de alguma coisa que a Luciana disse. As coisas tavam ficando muito estranhas.
"Amanhã passa me buscar na escola, mas vai uma hora mais tarde"
Uns dias depois de não receber notícia nenhuma, a Jesse me mandou essa mensagem. Finalmente ia poder ver ela! Mas por que uma hora mais tarde? Também não importava muito, ia ver minha colegial favorita. Mesmo tendo coisas pra fazer, cancelei tudo pra ficar disponível.
Saí de casa naquele dia bem tranquilo. Passei na banca e comprei uns chocolates pra Jesse. Jesse saía às 13h da escola, então tinha que estar lá às 14h. Quando cheguei, não tinha ninguém. A escola tava vazia. Me perguntei o que a Jesse faria na escola depois que todo mundo já tinha ido embora. Já tava no portão, mas não tinha sinal da Jesse. Olhei pra um lado e pro outro. Nada. Me encostei no muro pra esperar. Cinco minutos depois, vejo a Jesse saindo das instalações e vindo em direção ao portão de entrada, onde eu tava. Fiquei olhando pra ela que nem um idiota. Ela tava com o cabelo preso num rabo de cavalo e a saia balançava enquanto andava. Os peitos dela balançavam um pouco a cada passo. Quando me viu, me deu um sorriso.
— Oi, Princesa… — falei.
— Oi… — ela respondeu, meio estranha. Abriu o portão do colégio.
—Pode entrar… —Ela disse e começou a andar de volta para as instalações. Tava estranha, não tinha me dado um beijo, nem um abraço.
—Pra onde a gente vai, Jesse? —Ela me olhou, meio corada, e falou.
—É… uma surpresa… —E continuou andando. Eu segui ela sem questionar. Nunca tinha entrado no colégio da Jesse. Era um colégio enorme. Jesse me levava pelos corredores sem falar nada. Andava uns passos na minha frente, a saia dela balançava ao caminhar. Era um movimento hipnótico.
—Bom, é aqui… —Jesse falou. A gente tava na porta da sala de história. Jesse tirou uma venda do bolso e me entregou.
—Você… você tem… que vendar os olhos… —Ela disse, completamente corada e desviando o olhar. Eu confiava nela de olhos fechados. E sabia que, se ela já tava com vergonha de me dar aquela venda, perguntar ia deixar ela ainda mais sem graça. Amarrei a venda nos olhos e fiquei no escuro.
—Pronto… —Falei pra Jesse. Ela pegou na minha mão, sentir a mãozinha quentinha dela arrepiou minha pele. Ouvi a porta abrir. Jesse me guiou pra dentro da sala. Escutei uma risadinha que não era da Jesse. Uma risada inconfundível.
—Luciana —Falei em voz alta.
—Fala, cunhadinho pegador —Ela disse. —Vai sentar aqui, que a gente tem uma surpresinha pra você. As mãos da Luciana me empurraram e eu caí sentado num dos bancos.
—Agora fica quietinho —Luciana falou. Pegou minhas mãos, levou pra trás e amarrou com um pano.
—O que você quer, Luciana? —Perguntei, mas também não resisti. Agora ela tava amarrando meus pés nas pernas da cadeira. Fiquei completamente imobilizado.
—É uma surpresa, se eu contar deixa de ser surpresa —Ela disse, bem divertida.Capítulo Dezesseis- Olá, cunhado quebra-corações - ela me disse. - Você vai sentar aqui, temos uma surpresinha pra você. As mãos da Luciana me empurraram e eu caí sentado num dos bancos.
- Agora fica quietinho - disse Luciana. Ela pegou minhas mãos, levou elas pra trás e amarrou com um pano.
- O que você quer, Luciana? - falei, mas também não resisti. Agora ela tava amarrando meus pés nas pernas da cadeira. Fiquei completamente imobilizado.
- É uma surpresa, se eu contar deixa de ser surpresa - ela disse, bem divertida.
- Você já sabe o que tem que fazer, irmãzinha querida - Luciana falou pra Jesse. Eu não conseguia ver o que tava rolando. O que elas estavam tramando? Achei que Jesse viria até mim, mas não foi assim.
- Mas… - ouvi a Jesse dizer.
- Vai logo ou você sabe… - Luciana ordenou. Meus ouvidos foram se acostumando. Eu ouvia a respiração da Jesse. Será que ela tava se masturbando? Mas… ouvi outra respiração… A respiração de um homem. Alguém tava com a minha Jesse! Dava pra ouvir um som característico, um "mmmsshp". Mas eu tava ficando louco tentando não pensar no que era.
- Vou deixar você ver um pouquinho… - disse Luciana e levantou a venda dos meus olhos. Foi uma fração de segundo. Ela levantou e baixou de novo. Mas deu e sobrou pra ver a cena. Meu Deus! Jesse tava ajoelhada no chão, e um velho, o velho do cinema, o professor de história sentado num banco. Jesse entre as pernas dele. Uma das mãozinhas dela segurava a pica do velho. Vi na hora ela passando a língua na pica dele de baixo pra cima. Minha mente completava o resto. Era como se eu pudesse ver através do pano. A cabeça da Jesse subindo e descendo na pica daquele velho. Aquela boquinha linda e aqueles lábios carnudos chupando a pica daquele velho.
- No que você tá pensando, cunhado? - Luciana me disse e senti a mão dela agarrar minha virilha. Ela abaixou o zíper da minha calça, pegou e puxou minha pica pra fora. Eu não conseguia evitar, ficar imaginando a Jesse chupando a pica do professor dela me deixou duro.
- Mmm, tá durinho, hein? gosta de ver a novinha chupando a pica do professor dela? - Disse Luciana apertando a mão na minha pica. Depois começou a me masturbar, descendo e subindo a mão rapidamente.
- Encosta na mesa, irmãzinha, o professor já tá afim de outra coisa - Disse Luciana.
- O que... O que vocês vão fazer? - Falei desesperado e agitado.
- Mas... - Protestou Jesse.
- Mas nada, além disso seu namoradinho gosta, olha como ela tá dura... - Luciana arrancou as vendas de uma vez. Luciana não parava de me punhetar. Agora eu podia ver. Jesse estava me olhando, não na minha cara, mas na minha pica. Ela tava inclinada na mesa. Os peitos dela se espremiam contra a madeira e a bunda perfeita dela ficava empinada pra cima. Essa imagem me excitou pra caralho. O velho Professor estava atrás dela, com a pica na mão, prestes a penetrar ela.
- Me desculpa... - Me disse Jesse me olhando com vergonha. Mas não terminou a frase e o velho enfiou a pica dele na bucetinha dela. Jesse fechou os olhos e gemeu alto. O velho agarrou ela pela cintura e começou a bombar. Era um velho de 60 anos comendo uma colegial! As bochechas da bunda de Jesse vibravam a cada estocada. Ela encostava a cabeça na madeira. Se segurava com as mãozinhas na mesa aguentando as estocadas do professor.
- Viu como ela gosta? É mais puta que eu... - Me dizia Luciana no ouvido sem parar de me punhetar. Jesse me olhava com vergonha, não conseguia evitar ofegar. Ela tava gozando, dava pra ver nos olhos dela. Minha pica tava dura feito ferro. Queria tirar aquele velho dali e eu mesmo enfiar minha pica em Jesse e partir ela no meio.
- Olha o que vou fazer, depois não fala que sou ruim com você - Me disse Luciana e foi até Jesse e o velho. Não sei o que disse pro professor, não consegui ouvir. Mas Jesse veio até mim. Tava toda corada. Eu tava sentado ali só olhando pra ela com a pica dura como pedra.
- Monta no cavalinho, irmãzinha, do jeito que você sabe fazer - Ordenou Luciana. Jesse passou as pernas em volta de mim. Ela tava tão perto. Me olhava nos olhos sem dizer nada. A mãozinha dela agarrou meu pau e tava apontando pra buceta dela.
—Assim não, ao contrário, quero que os dois olhem… — Disse Luciana pra Jesse.
—Você é terrível — falou o velho todo agitado — Luciana caiu na risada. Jesse virou de costas pra mim.
—Pelo lugar que você mais gosta, irmãzinha — ordenou Luciana. Jesse pegou meu pau e apontou pro cu dela. Devagarzinho, foi sentando e enfiando meu pau duro no cu dela. Luciana tava de joelhos na frente do velho e chupava o pau dele. Os dois olhavam pra gente.
—Jesse! — Gritou Luciana, e Jesse se deixou cair, enfiando meu pau até o talo no cu dela.
—Ahhhhhhhhhhhggg… — Ofeguei. Jesse deitou o corpo em cima de mim, aguentando meu pau enfiado no cu dela. Luciana se encostou na mesa e ofereceu a bunda pro velho professor.
—Como nos velhos tempos, não é, profe? — Dizia Luciana enquanto o velho metia no cu dela. Jesse, já mais recuperada, começou a subir e descer devagar no meu pau. Meu Deus! Como era gostoso. Jesse subia e descia sozinha. Não queria admitir, mas a situação me excitava pra caralho. Jesse também olhava pra irmã sendo comida pelo professor.
—Mais forte, profe, mais forte! — Pedia Luciana com voz de menininha. O velho tava todo suado e comia ela com mais força, ou o mais forte que conseguia. Jesse subia e descia devagar no meu pau. Era um prazer indescritível. Lutei contra o que me prendia pra agarrar ela. Queria pegar Jesse e tomar o controle. Mas não consegui me soltar.
—Huuu… tô gozando! — Gritou o velho, e Luciana tirou o pau do cu dela rapidinho. Agarrou o pau do professor e começou a chupar com paixão. O velho começou a gozar na boca dela. Jesse e eu vimos Luciana engolir toda a porra do velho. Jesse começou a tremer e respirar mais rápido. Tava gozando! Ficou parada com o pau no cu dela enquanto o corpo dela tremia. Luciana lambia o pau do velho, que continuava durasso como se nada tivesse acontecido.
—O Viagra é incrível, você tá durão — Dizia Luciana lambendo o pau do velho. Ele ria todo ofegante. Só respirando. Jesse tava em cima de mim, com minha roça enterrada na bunda dela. Tava relaxada, curtindo o orgasmo dela.
—Tem um buraquinho livre aqui… — Falou Luciana pro velho. Ele chegou perto da gente com a roça na mão. Jesse olhou pra ele e não disse nada. Mas dava pra ver que tava assustada.
—Não… os dois… não… — Sussurrou quando o velho se colocou entre as pernas dela e apontou a roça pra buceta da Jesse. Mas não teve "mas" que valesse. O velho enterrou a roça na rachadinha da Jesse. Senti a pressão da roça do velho quando entrou. Jesse respirava rápido e apertava os dentes. Luciana tava sentada na mesa com uma mão na buceta. Se masturbava vendo a cena.
—Partam ela no meio… Vamos! — Dizia Luciana fora de si. O velho bombava a Jesse. Com esse movimento, Jesse se mexia e se enfiava mais na minha roça, tirava um pouco e se enfiava de novo.
—Ai Deus... aaahhmmm… aaaaaayyyy.. ohhhmmm… — Gemeu Jesse forte. Tinha duas roças entrando e saindo dela. O velho bombava ela cada vez mais rápido. A testa dele tava molhada de suor. Mas não sei de onde ele tirava tanta força pra continuar bombando.
—Aaahhhh.. aahhhhh!!!... — Jesse gemia mais forte. Senti o corpinho dela tremer de novo em outro orgasmo. Eu também não ia aguentar muito, sentia meu orgasmo chegando. Luciana enfiava três dedos freneticamente e segurava os peitões com a outra mão, apertando os bicos. O velho bufava e parecia que ia ter um troço.
—Deus.. deeeusss… — Dizia Jesse fora de si. Não aguentei mais. Comecei a encher a bunda dela de porra a jato. O velho deu duas estocadas e, deixando enterrada, começou a gozar também. Acho que foi demais pra Jesse, que começou a tremer de novo, gemendo, tendo um orgasmo monstruoso, mais forte que os anteriores.
Nós três ficamos ofegantes. O velho foi sentar numa cadeira, segurando o peito. Mas a roça dele ainda tava dura. Jesse ficou deitada em cima de mim, ronronando.
—Solta a sua Amorzinho…" – Luciana disse pro Jesse. Enquanto me soltava, Luciana se aproximou do professor.
"Vamos reviver os velhos tempos…"
"Tô acabado, gata…" – o velho falava sem forças.
"Vamos ver se você tá acabado mesmo… Vocês dois podem ir, tchau" – Luciana falou pra gente. Jesse me olhou sem dizer nada. Peguei ela pela mão e saímos do colégio o mais rápido que a gente conseguiu.
"Como você tá?" – falei passando meus braços no ombro dela.
"Cansada… quero dormir…" – Jesse respondeu. Caminhamos em silêncio. Acompanhei ela até duas quadras antes de chegar na casa dela. Não perguntei nada, já tinha passado coisa demais.
"Bom… tenho que ir pra casa" – ela falou meio sem graça.
"Sabe que cada dia eu te amo mais…" – falei, e Jesse me olhou com os olhos brilhando. E sorriu de um jeito que me derreteu. Não podíamos nos beijar nem nos abraçar, alguém podia ver.
"Acho que eu te amo mais…" – ela falou e saiu correndo pra casa dela. Eu fiquei ali olhando ela ir embora. Tava completamente apaixonado por ela. Enquanto voltava pra minha casa, recebi uma mensagem. Era da Jesse.
"foi bom hoje, né? hehe"
Ela era um anjo, mas tinha alma de diabinha a minha gata, disso eu tinha certeza.Capítulo DezesseteFiquei dois dias sem ver as minas. Embora agora a comunicação com a Jesse tivesse voltado e eu conversasse com ela no telefone bem direto. A gente tinha que fazer isso em horários específicos e escondido, escondido da Jazmín e da Luciana. Num ponto, eu achava que era mais preocupante a Luciana descobrir e forçar a Jesse a fazer alguma das loucuras dela.
Já era sexta-feira e minha mente perversa, porque sim, eu tinha a mente podre pra fazer o que fazia, ficava pensando no que fazer. Meus pais tinham saído de velhinhos por 3 dias e eu tinha a casa só pra mim. E a única coisa que eu pensava era como fazer pra Jesse vir na minha casa… Deitado na cama pensando, uma coisa levava à outra, me perguntava como isso tudo ia acabar… não dava pra ficar pra sempre assim… sentia uma coisa dentro de mim que dizia que o fim tava perto, que a situação tava ficando insustentável. Não sei se foi coisa do destino, mas enquanto pensava nessas coisas, o telefone tocou. Era a Jazmín.
-Vem pra cá hoje à noite, a gente janta, beleza?- ela disse e eu não podia dizer não. Além disso, dava pra aproveitar e ver a Jesse. Talvez eu tivesse que aproveitar e trazer a Jazmín pra minha casa e dar uma ajeitada nas coisas. Uma voz dentro de mim dizia “Você só tá tapando merda com mais merda”.
Naquela noite, o jantar passou sem muitas novidades. A Luciana tava muito calma e isso me alarmava. Ela só soltou umas piadinhas na janta e nada mais. Nada de assédio, nada de ameaças, nada de agarramentos. Muito estranho. A Jazmín tava quieta, só respondia se perguntassem algo. E a Jesse… a Jesse continuava sendo a anjinha de sempre. Me olhava de canto e sorria tímida.
-… E a minha princesa é a primeira no atletismo da escola…- Comentava o pai orgulhoso. A Jesse, sem muito esforço, tinha as melhores notas em quase todas as matérias, até nas de educação física. Por si só, o corpo dela (minha mente viajou um bom tempo lembrando do corpo dela) era perfeito… e com todo esse exercício, só aperfeiçoava ainda mais. O pai continuava com o papo. elogios pra sua menina. O que você faria comigo se soubesse de tudo que eu fazia com a sua menina, a menina da casa, a menina do papai?
- Em que você tá pensando? - Perguntou Jasmim, me tirando dos meus pensamentos.
- Hãã… nada, em coisas que tenho que fazer pro trabalho… - Menti rápido. Luciana tava de olho fixo em nós dois. Mas não falou nada. Alguma coisa tava rolando e eu não tava sabendo.
- Vocês vão sair hoje à noite, galera? - A mãe perguntou pra gente.
- Sim, né Javier? Vamos tomar um drink e talvez dançar… - Respondeu Jasmim na hora. Mesmo sem saber que eu queria sair, falei que sim, não dava pra fazer outra coisa. Me senti meio culpado pela Jesse quando ela me olhou meio triste.
Depois do jantar, saí com Jasmim pra um bar da região. Era estranho. Fazia um tempo que eu não saía com ela sozinho. A gente não tava de mãos dadas, nem conversando. O cheiro tava muito ruim.
- A noite tá linda, né? - Comentou Jasmim, olhando pro céu estrelado. Parecia que não tava falando comigo. Fiquei olhando pra ela por uns instantes. Ela era bonita, era muito gostosa. Como é que tudo tinha acabado assim com ela? Jasmim era linda, os olhos de gata brilhavam no escuro, sempre com aquele porte elegante e a silhueta de modelo de revista. Eu tinha sido louco de amor por ela… O que eu sentia agora?
- Não tem ninguém na sua casa agora, né? - Jasmim me tirou dos meus pensamentos.
- Meus pais tão viajando, quer ir pra casa? - Perguntei. Jasmim me encarou por uns segundos e eu senti que ela me atravessava com o olhar.
- Bora… - Foi toda a resposta dela e a gente foi pra minha casa. Não se falou mais nada até a gente chegar. Jasmim conhecia minha casa e foi direto pro banheiro. Eu não sabia muito bem o que fazer. Jasmim tava estranha, muito quieta. E eu não sabia como reagir a isso. A coisa tava séria.
- Sabe… - Ela disse quando saiu do banheiro. - …fazia muito tempo que a gente não ficava sozinho, né?
- É verdade… - Respondi. Jasmim tava de costas pra mim, fazendo um café.
- Você sentiu minha falta nesse tempo todo? - Continuou perguntando sem se virar.
- Sabe que sim… - Jasmim Ela sentou na minha frente. Me serviu uma xícara de café. Tava muito séria. E me encarava de um jeito que me sentia nu, como se soubesse o que eu tava pensando.
— O que foi que aconteceu com a gente? — Ela não parava de me olhar. Eu não sabia o que dizer.
— Não sei… — mal consegui falar.
— Você ainda me quer, Javier? — O olhar dela me atravessava como uma espada fria e afiada.
— Sabe que sim… — Demorei muito pra responder. Jasmim semicerrô os olhos. Bebeu um gole de café.
— O que minhas irmãs têm que eu não tenho, Javier? — Me engasguei com o café e quase cuspi tudo.
— Não é… — Mas Jasmim não me deixou falar.
— Não. Não, Javier. Sabe que eu sei de tudo, né? Você nunca foi bom em mentir pra mim. Achei que te dei tudo. Mas não, não fui suficiente pra você, pelo visto… — Ela falava isso de um jeito tão frio, não parecia brava nem triste… era como um robô sem sentimentos.
— Foram meus peitos? Não tenho uns enormes como a Luciana, não são duas coisas que crescem sem controle como os da Jesse. Ou foi o sexo anal? O que você precisa pra satisfazer todas as suas perversões, Javier?
— Eu… — Mas Jasmim continuou falando.
— Por acaso eu tinha que ser mais puta? Só precisava pedir, Javier. Não sair por aí transando com minhas irmãs. Até com minha irmã mais nova. A Luciana é uma puta, todo mundo sabe disso. Mas a Jesse? O que a Jesse pode te oferecer que eu não posso? Peitão? Carinha de boneca? Uniforme de escola? O que você tava procurando, Javier? Se queria um ménage, era só ter proposto. Por acaso eu não te ofereci tudo?
Não sabia o que dizer pra ela. Não esperava por essa reação. Não teve gritos. Não teve choro. Jasmim tava fria como um iceberg falando todas aquelas coisas. Olhei pra ela, mas nada saía da minha boca. O que eu podia dizer? Jasmim se levantou, pegou a bolsa e foi em direção à porta. Eu tinha que fazer alguma coisa.
— Jasmim — falei, correndo atrás dela. Jasmim se virou e me olhou. Acho que nunca vou esquecer aquele olhar fixo e penetrante. Senti medo. Ela tirou um CD da bolsa e me entregou.
— Espero que se divirta — ela disse e abriu a porta. porta.
—Esqueci de uma coisa… —disse ela, e veio na minha direção. Eu estava ali parado, sem saber o que fazer com aquele CD na mão. A mão da Jazmín cortou o ar numa velocidade incrível e estampou na minha cara. O som do tapa ecoou por todo o quarto. Ela me olhou com ódio e, dando meia-volta, saiu pela porta, me deixando plantado ali. A marca da mão dela ficou na minha cara por um bom tempo.
Fiquei atordoado com o que aconteceu com a Jazmín. Não queria pensar nas consequências nem em tudo que significava ela saber de tudo. Na verdade, nunca tinha pensado seriamente no dia em que ela descobriria tudo. E aquele dia tinha chegado.
Me joguei na cama sem tentar pensar demais. Joguei o CD junto com meus outros discos. No final, ela tinha visto as fotos. E se eu nunca tivesse visto aquelas fotos? Ela teria descoberto de outro jeito. A Jazmín tinha toda razão em uma coisa… eu não era bom em mentir pra ela. Não sei quanto tempo fiquei na cama até cair no sono.
Acordei com a campainha. Já era dia. Duas da tarde. Tinha dormido pra caralho. Será que foi um sonho? A campainha não parava de tocar. Não, o que aconteceu com a Jazmín foi muito real. Será que era ela na porta, talvez o Jesse, ou o pai dela furioso, pronto pra me matar? Me levantei preguiçoso, disposto a pagar pelos meus pecados.
- Bom…
- Faz uma semana que não te via, bobinho, tava se escondendo de mim? Será que não gosta desse corpinho?
- Olha que você é uma puta com todas as letras, hein, não tem jeito… – falei para a Luciana. Ela estava ajoelhada na minha frente, segurando minha pica com a mão e me encarando. A gente tava no estacionamento de uma balada que fui com uns amigos. Ela me viu lá, do nada, me pegou pela mão e me arrastou. E não tem muito o que dizer… antes que eu pudesse fazer algo, ela já tava entre minhas pernas puxando minha pica…
- Adoro quando você fica com ela dura assim, bobinho… – ela gemia, a putinha. Chupava com força, rápido. Eu tava encostado numa parede, os dois escondidos no escuro entre os carros. O que eu podia fazer? Ver ela na balada, com uma minissaia tão curta e transparente que mal escondia a bunda enorme e linda dela. Uma blusinha com um decaimento enorme que fazia os peitões dela explodirem, umas botas de cano alto, maquiagem de atriz pornô… não dava pra evitar, só de olhar fiquei duro…
- Você quem pediu – falei, já todo tesudo. Peguei ela pela cintura e virei ela de costas pra parede, sem jeito nenhum. Abaixei a calcinha dela e, sem nenhuma ternura, passei meus dedos na buceta dela. Já tava toda molhada. Mas não ia ser tão fácil assim. Molhei meus dedos nos fluidos dela e passei no cu dela. Encostei a ponta da minha pica enquanto pressionava com o corpo, deixando ela presa. Ela só ria. Enfiei a pica de uma vez só até o talo.
- Aaaahhhyyy sim, seu filho da puta! Mete no meu cu! – ela gritou. Tava com vontade de gritar? Comecei a bombar, esfregando nos peitos dela. Tirei eles pra fora da blusa pelo decote. Não tinha jeito, peitão era minha obsessão, e a Luciana tinha um dos maiores que já vi na vida. Apertei eles enquanto minha pica entrava e saía do cu dela.
- Assim, putinha… Assiiim… mais forte, não consegue mais forte, seu filho da puta? Mais forte!! – ela ofegava, fora de si. Deus… a Tava comendo ela com toda a raiva e ela pedia mais. Metia violento, esmagando ela contra a parede, não tinha pena nenhuma… e a Luciana tava curtindo como nunca. Gozei dentro do cu dela sem aguentar mais. Jorrei porra dentro do reto dela sem parar. Apertei os peitos dela com força. A Luciana soltou um grito que ecoou no estacionamento.
— Huuufff caralho… mmmmm… me fez gozar três vezes, seu bobinho — ela falou, arrumando o cabelo loiro. Eu tava ofegante, sem falar nada.
— Depois a gente conversa, foi gostoso, beijinhos — ela disse e saiu andando como se nada tivesse acontecido.
Vazei da balada sem mais. Mesmo ainda com vontade de meter mais umas gozadas na Luciana, era melhor cair fora. Ela tava certa, eu tava evitando ela. Fazia uma semana que eu evitava qualquer encontro com a Luciana ou a Jazmín, até com a Jesse. Desde o aniversário dela, tava com um medo do caralho de que a Jazmín descobrisse as fotos.
Deixei passar uns dias na dúvida, dando desculpa de trabalho e estudo. Mas a Jazmín também não tinha dado sinal de que sabia. Me ligou duas vezes na semana e também falou que tava cheia de estudo.
“Tô com saudade…” era mensagem assim que a Jesse me mandava no celular. Essas mensagens me enchiam de vida. Não sei como aguentei não ir na escola dela. Mas falei que na segunda ia dar o presente de aniversário. A Jazmín não tinha falado nada, então achei que não sabia das fotos. Mas acho que era só uma desculpa que eu usava pra ver a Jesse.
Por sorte, naquele domingo não tive notícia de ninguém até a noite. Passei o dia todo colocando o trabalho em dia e tal. Essa relação com as três irmãs tava me consumindo por dentro.
“Não aguento até amanhã, jiji” — a Jesse me mandou uma mensagem umas 22h. Adorava o “jijiji” no final das mensagens dela, era muito fofo. Sem falta, toda noite ela me mandava “vou dormir, tbm… beijinhos”. Era um amor… eu imaginava ela assim, tão linda dormindo com o pijama que destacava Todo nela é demais... Deus... não conseguia parar de pensar nela! E finalmente chegou aquela segunda-feira.
Me senti um moleque de 15 anos enquanto caminhava até o colégio da Jesse. Sentia um frio na barriga e um nervoso danado. Esperei a umas quadras dali por 20 minutos que pareceram dias inteiros. Até que vi a Jesse virar a esquina. Fiquei olhando pra ela, besta. Se tinha uma coisa que me obcecava mais do que peitões, eram os uniformes de colegial. E se tinha algo que me obcecava ainda mais do que isso, era a Jesse... que preenchia tudo. Meu anjinho estava um pouco mais alta (embora ainda fosse baixinha), mas o corpo dela estava mais atlético. A cinturinha tinha afinado e as pernas já tinham um formato incrível, perfeito. Mesmo que ela ainda tentasse esconder o corpanzil debaixo de roupas um número maior, não eram tão largas como antes. Ver as pernas dela se mexendo debaixo da saia era algo que deixava qualquer um besta... e nem preciso falar de olhar pro peito dela e ver como os peitões enormes se avantajavam debaixo da camisa, com a gravatinha caindo entre eles.
A Jesse me viu e sorriu. Isso me deixou ainda mais bobo. Soube que jamais perderia aqueles traços do rosto dela. Uma carinha doce e meiga, com olhos azuis enormes. Ela estava com o cabelo em duas trancinhas caindo sobre os ombros e uma franja na testa. Um corte novo que caía super bem nela. Quando chegou até mim, levantei do banco e ela, sem mais, me abraçou. Enfiou a cabeça no meu peito e se agarrou em mim com força.
— Senti sua falta... — disse ela. Levantou a cabeça e encontrei o olhar dela, daqueles olhares que fazem os homens fazerem qualquer coisa por aquela garota. Não me importei se nos vissem, beijei ela com doçura. Senti eletricidade ao tocar os lábios dela. A Jesse levantou um pezinho ao me beijar. Foi um beijo perfeito.
Caminhamos lado a lado em silêncio por algumas quadras. Eu estava com as mãos nos bolsos e a Jesse, num momento, pegou meu braço e se grudou em mim. Éramos um casal de apaixonados passeando. Caminhamos pelo centro até chegar no complexo. Quase sem falar. O estranho e ao mesmo tempo muito reconfortante era que eu não me sentia nem um pouco desconfortável em ficar em silêncio com ela.
— E que filme a princesa quer ver? — Jesse já não ficava mais (tanto) vermelha quando eu a elogiava. Ela só me olhava com um sorrisão. Colocava o dedo na boca e olhava o cartaz do cinema, pensando em qual escolher. Eu poderia passar horas só olhando ela fazer aquilo.
— Esse, dizem que é bonitinho — ela falou, apontando para o filme "Love e Preconceito". Comprei os ingressos e um balde de pipoca e refrigerante. Jesse não parava de sorrir, se fosse menos tímida, estaria pulando pra todo lado com certeza. Eu não tirava os olhos dela, quase não conseguia parar de olhar. Era minha colegial e eu queria que ela nunca crescesse, que ficasse assim pra sempre.
Quando entramos na sala, notei que estava vazia. Só entrou um casal que sentou no meio da sala e um senhor de uns 60 anos duas fileiras abaixo da gente, mas longe, num canto. Levei Jesse pra última fileira, no meio. Ter Jesse sentada do meu lado de novo me fazia sentir os pés flutuando. Ela se aninhou no assento, se encostando no meu ombro. E comia pipoca de uma em uma, bem devagar. Eu olhava e olhava pra ela.
— Ai… por que você fica me olhando tanto? — ela perguntou rindo.
— Porque você é a coisa mais linda que já vi na vida, eu ficaria te olhando assim pra sempre — falei, e ela ficou me encarando, soltando um suspiro profundo. Me aproximei e beijei ela suavemente. Me enlouquecia sentir aqueles lábios carnudos e macios. Jesse tinha gosto de caramelo. Comecei a sentir calor… muito calor. Beijar Jesse me enlouquecia. Mas não queria ser sempre o tarado sexual que acabava comendo ela em qualquer lugar. Esse era um encontro romântico que eu tinha prometido a ela. E também tinha prometido a mim mesmo ser um cavalheiro com ela.
— O filme vai começar — falei quando as luzes se apagaram. Jesse se ajeitou e eu a envolvi com meus braços. Tinha que me controlar. Mas o filme, apesar de ser bom, tédio. Então, quando meus olhos se acostumaram com a escuridão, comecei a olhar pra Jesse de novo. Ela tava vidrada no filme. Olhei as pernas dela… cada dia que passava, Jesse tava mais definida, mais atlética. Olhei os peitos dela, era inacreditável, mas estavam maiores. Aqueles dois montes enormes que se formavam debaixo da camisa tavam cada vez mais evidentes… fiquei louco vendo os peitos dela… fazia dias que não tocava neles… minha pica começou a pulsar dentro da calça. Tirei o olhar dos peitos dela… observei o rosto dela, Jesse tava bebendo refrigerante no canudinho. Era excitante ver ela… parecia que tava chupando minha… puta merda, não conseguia parar de ficar tesudo olhando pra ela. Olhasse pra onde olhasse, tudo nela me fazia ferver, minha pica endurecia… minha mente se perdia… meu braço que tava em volta do ombro dela se mexeu um pouco… devagar, desci minha mão até o peito dela e comecei a acariciar.
— Ah, para… — Jesse sussurrou, rindo baixinho. Ela gostava, e isso me deixava ainda mais louco de tesão. Era uma brincadeira pra ela.
— Só um pouquinho… — sussurrei no ouvido dela e apertei o peito dela com a mão. Jesse deu um pulinho. Comecei a fazer círculos com o dedo onde tava o mamilo dela… ele endureceu e dava pra ver através do tecido.
— Ah, vão nos ver… — ela disse, rindo e olhando pra mim. Quando virou a carinha dela na minha direção, os lábios dela encontraram os meus. Não foi mais um beijo suave, eu beijei ela com paixão, puxei ela pra perto e comecei a beijar ela, mexendo nossas línguas. Jesse se perdia… sabia que isso deixava ela louca… segurei a cintura dela com uma mão enquanto com a outra massageava os peitos dela por cima da camisa. Comecei a beijar o pescoço dela, Jesse respirava mais forte.
— Podem nos ver… — ela falava com a vozinha trêmula…
— Tamos no escuro, ninguém nos vê… — eu garantia, sem parar de beijar ela. Jesse ia falar alguma coisa, mas minha mão enfiou entre as pernas dela, apertando. Ela enterrou a cabeça no meu peito, suspirando forte. Levantei o apoio de braço que tava atrapalhando. Peguei as pernas dela Jesse e eu subi em cima das minhas. Ela, tímida, me abraçava. Minha mão fuçava entre as pernas dela e se metia por baixo da saia. Minha língua brincava com a dela. Corri para o lado a calcinha de algodão dela e comecei a esfregar o clitóris. Jesse apoiou a cabeça no meu peito e se agarrou na minha camiseta com as mãos. Meus dedos se moviam rápido na buceta dela. Jesse mordia minha camiseta e mexia os quadris instintivamente.
— Mmmmmmmm… — Dava pra sentir ela gemer abafado. Enquanto um dos meus dedos esfregava o clitóris dela, outro entrava e saía. Jesse já tava perdida, super excitada, fora de si. Acariciei os cabelos dela ao sentir que tremia. Que cravava as unhas em mim. Que mordia meu peito. Tava gozando na minha mão.
— Huummmmmmmm…. — Ela gemeu longo e ficou quieta. Respirava forte, ofegante. Me olhou e tava toda vermelha. Beijei ela de novo e ela me beijou… Enquanto isso, abaixei o zíper da minha calça e direcionei uma das mãos dela pra lá. Jesse ficou nervosa. Mas tinha aquele sorrisinho safado que eu amava. Olhou pra todos os lados.
— Ninguém tá vendo a gente, princesa… — Sussurrei no ouvido dela. Senti a mãozinha dela entrar na minha calça e pegar no meu pau. Me sentia no paraíso. Jesse aprendia… e não demorou muito pra tirar meu pau pra fora. Ela ria sozinha de boca fechada olhando pro meu pau. Apertava ele com a mão e olhava em volta pra ver se alguém via a gente. Eu beijava o pescoço dela e isso a acendia… a mãozinha dela começou a se mover de cima pra baixo me masturbando. Era uma delícia… me recostei pra ficar confortável e curtir a punheta. Mas Jesse se separou de mim, olhou de novo pra todos os lados, e depois, rindo, se ajoelhou no chão e, sem mais, deu uma lambida no meu pau. Deus, minha colegial sabia aprender mesmo! Aquela lambida me deu um choque elétrico. Lambeu várias vezes me fazendo gozar de um jeito que só Jesse conseguia. Depois foi enfiando ele na boca… sentia o calor dos lábios dela envolvendo meu pau e a língua se mexendo… Deixei ela fazer o que quisesse…. Me chupava devagar, saboreando. como se faz tempo que não sentia o gosto desse doce.
Enquanto ela continuava nessa, notei que o velho de 60 anos que estava longe da gente olhava pra nós. Sabia disso pelo reflexo dos óculos que ele usava. E tão pouco me importava tudo que o velho se levantou e caminhou até nós. Sentou a uns 4 assentos da gente e ficou nos encarando... olhava a Jesse chupando meu pau. Me excitava pra caralho ter aquele velho que nem nos sonhos dele poderia ter uma mina como Jesse mamando o pau dele. Me sentia poderoso. Antes que a Jesse percebesse, tirei ele da boca dela e puxei ela pra mim, beijando. Fui sentando ela em cima de mim, ficando de frente. Puxei a calcinha dela pro lado e coloquei meu pau na entrada da buceta dela. Jesse me encarava e não parou de fazer isso quando fui descendo ela até enfiar todo o meu pau nela.
-Huuufff…mmmm…- Ela bufava, segurando todo gemido. Me abraçava forte. Peguei ela pelas nádegas e levantei um pouco... pra depois deixar ela cair. Cada vez mais rápido, fazia ela subir quase até tirar todo o meu pau e enfiava de novo. Jesse tinha a cabeça apoiada no meu peito e não percebia o velho. Esse, quando olhei, tinha o pau pra fora da calça e se masturbava. O velhote tava durasso! Tinha o olhar fixo na penetração. Se eu fosse o velho e visse aquela colegial gostosa enfiando um pau no meio do cinema, também estaria assim de pau duro.
-Mmmm!..mmm!!!!!!!...- Comecei a levantar a Jesse e descer ela tão rápido que ela começou a cravar as unhas de novo nas minhas costas. Ela tinha os joelhos em volta de mim, praticamente pulava no meu pau. Tremeu de novo em outro orgasmo... e enquanto isso, aproveitei pra virar ela, Jesse se deixava levar como eu quisesse... Coloquei ela de costas pra mim e sentei de novo.
-Por aí n...- tentou dizer quando sentiu que encaixei meu pau na entrada do cu dela. Mas meu pau tava lubrificado com os fluidos dela e com um pouco de força foi entrando. Ela se recostou em mim e aproveitei para abraçar ela. Com uma mão, peguei nos peitos dela e apertei com força. A outra tava na virilha dela e esfregava a buceta dela. A Jesse já não tinha mais nada pra morder. Então ela apertava os dentes pra não fazer barulho.
O velho olhava de boca aberta e se punhetava forte. E respirava de um jeito que parecia que ia ter um ataque cardíaco. Eu mexia meus quadris debaixo da Jesse e enfiava no cuzinho dela sem piedade. Ela se contorcia em cima de mim sem saber onde se segurar. Eu apertava os peitos dela e enfiava dois dedos na buceta dela.
— Mmmmmmmm… — gemia a minha colegial. Mas num instante ela virou a cabeça pro lado e viu o velho. A Jesse não falou nada, só ficou olhando pra ele. Meu pau continuava entrando e saindo do cu dela. Ela respirava pesado. Os peitos dela pareciam que iam explodir debaixo da camisa. O corpinho dela se contorcia, começava a tremer num terceiro orgasmo. Em nenhum momento ela parava de olhar pro velho, de olhar como ele se masturbava olhando pra ela.
— Huummmghhhhhhhh — gemia apertando os dentes, gozando de novo. Mas eu ainda não tinha gozado e ia dar pro velho o show da vida dele. Botei a Jesse pra baixo de mim e ela, como se lesse meu pensamento, se ajoelhou no chão. Tava meio tonta. Ela mesma pegou meu pau com a mão e começou a me punhetar. Eu já quase não aguentava mais a situação, tava prestes a gozar. E quando a Jesse deu uma lambida, não aguentei mais e comecei a gozar jorrando na cara dela. A Jesse abria a boca e deixava meu gozo lambuzar ela toda. O velho segurou o peito e também gozou. Mal soltou uns jorros. Ficou olhando pra gente, quase super agitado, enquanto a Jesse lambia meu pau. Minha mina passou os dedos no rosto e comeu meu gozo… era incrível o quanto ela tava doida. Mas depois que terminou, ela olhou pra mim, olhou pro velho e ficou totalmente vermelha. E rapidamente sentou do meu lado, se escondendo do velho.
— Já acabou o show — falei pro velho. Mas ele chegou mais perto, algumas cadeiras, e ofegante disse:
— Pago o que for pra ficar com ela. Tanto faz, só fala o número, grana não é problema…" — Jesse se escondia atrás de mim, com medo.
— Tenho que dizer que não… — falei rindo.
— Beleza, sei quando tão me dando um fora… mas vou deixar meu cartão mesmo assim, qualquer coisa por ela… — ele disse e me entregou o cartão. Depois se levantou meio cambaleando e saiu da sala. Ela olhou pra ele, escondendo a carinha de anjo no meu braço. Mas não falava nada.
O casal que tava no cinema nem percebeu o que rolou. Quando saí com Jesse da sala, ela se escondia no meu braço, assustada e envergonhada. Eu olhava pra ela e ria. Ela me olhava e ria, toda sem graça. Tava vermelha e com o cabelo todo bagunçado.
— Ai, que vergonha… aquele senhor… — Jesse falou com a vozinha dela. Eu ri.
— Aquele senhor é meu… professor de história… — A notícia caiu como um balde de água fria. Por isso que Jesse tava tão envergonhada. Pra acalmar ela, falei:
— Não faz drama, princesa, vai me dizer que não se divertiu? — perguntei. Jesse só me olhou e sorriu.
Saímos na rua e caminhamos um pouco de mãos dadas. Jesse, como se nada tivesse acontecido, começou a me contar coisas da escola, que tirava notas boas em educação física e desenho, e que uns caras chegavam nela pra conversar. Isso me deu um pouco de ciúme, ao mesmo tempo que fiquei preocupado com o que ia rolar com aquele professor que nos viu no cinema…
— Mas nunca dou bola pra eles… São tão imaturos… — ela disse. Era verdade, se tinha uma coisa que eu tinha com Jesse era a confiança de deixar ela fazer o que quisesse, sabendo que sempre ia me deixar satisfeito.
— Se aquele professor tentar fazer alguma coisa com você, corre, grita e chama alguém, ou me liga, certo? — falei, já sem me segurar. Tinha ficado preocupado. E dessa vez foi Jesse quem me acalmou.
— Tá bem, mas acho que ele não vai fazer nada…
A gente tava conversando assim quando, ao virar uma esquina, ouvimos uma voz.
— Oi, lindos — Olhei pra trás e, saindo de um bar, estava a Luciana. Ela nos olhou de cima a baixo com um sorriso perverso. — Tá se divertindo no cinema, pombinhos? — disse ela, olhando pro celular.
— A saída no cinema que prometi pra Jesse — respondi meio seco.
— Mmmm… bom, lamento estragar a noite de vocês, mas preciso bater um papo com minha irmãzinha. E agora é o momento ideal. — Disse Luciana, pegando Jesse pela mão e puxando ela pra longe de mim. Jesse me olhou e baixou a cabeça. Eu ia pegar Jesse pela mão e trazer ela de volta, mas Luciana balançou a cabeça, me negando. Entendi que ela tinha poder sobre mim e que eu tinha que ceder às loucuras dela.
— Bom, vou deixar você se despedir do seu namorado… Ah, desculpa se não é seu namorado! — Dizia Luciana rindo. — Vai lá, dá um beijão gostoso nele, vai — e empurrou Jesse na minha direção. Olhando pra Luciana, Jesse, que também tava submissa às ordens da irmã, se esticou na ponta dos pés e me beijou.
— Assim que eu gosto! Que lindos que vocês são! — continuava rindo Luciana. — Agora vamos, irmãzinha, temos um monte de coisa pra fazer! — Disse e levou Jesse pela mão. Porra, o que será que Luciana tramava com a Jesse? Não podia fazer nada, Luciana sabia de tudo e eu tinha medo dela contar pra Jazmín. Me senti impotente… com a Jesse não… mas não dava pra fazer nada. Então, arrastando os pés, fui pra minha casa.Capítulo QuinzeJá fazia um tempão que eu não via a Jazmín… todos os sinais indicavam que ela tinha visto as fotos, não tinha outra opção. E desde aquele dia, a Jesse também tava meio estranha. Não me mandava mensagem no celular como sempre fazia. Alguma coisa tava rolando e eu não sabia o quê.
…”Tô disposta a fazer tudo por amor”… era a última frase de um e-mail que a Jesse tinha me mandado. A frase ficava martelando na minha cabeça. E se eu fugisse com ela pra nunca mais voltar? Que nem nos filmes. No fundo, eu só queria estar com ela… mas também tava namorando a irmã dela, e ainda tava com a outra… sou um lixo.
Olhei as fotos que a Luciana tinha tirado da gente naquela vez. Meu Deus, se a Jazmín viu isso, não tem desculpa que preste. Eram as fotos mais pornográficas que eu já vi na vida. E a Jesse, mmmm, porra, fiquei com tesão só de olhar. Não dava pra evitar. Olhando as fotos, bati uma punheta incrível… mas enquanto fazia isso, passavam pela minha cabeça as imagens da Jazmín, da Jazmín com a Jesse… as duas comigo… a Luciana, a Jesse e a Jazmín… as três… tava obcecado! Nem a Luciana aparecia naqueles dias…
Uma vez por dia eu mandava uma mensagem pra Jesse, mas ela sempre respondia a mesma coisa. “Tô bem, beijos”… era muito estranho. Perguntei se tinha algo com as irmãs dela, ou se o velho professor do cinema tinha feito alguma merda, mas a Jesse respondia a mesma coisa. “Não tem nada, tô bem, beijos”. Essas não eram as palavras da minha colegial, alguma merda feia tava por vir. E pra piorar, meus horários também tinham complicado e eu não conseguia passar na saída da escola da Jesse, aquela teria sido uma boa chance de falar com ela.
Quando eu já não entendia mais nada, meu telefone tocou… era a Jazmín.
-Oi, Javier…- A voz dela tava estranha. Me tratava bem, mas não como sempre. Mas se ela tivesse visto as fotos, devia estar puta ou algo assim.
-Desculpa pela falta de tempo, vem aqui em casa um pouco pra gente se ver…- falou a Jazmín. Tava estranha, mas cheguei à conclusão de que não tinha visto as fotos. Ela agiria de outro jeito, as fotos Eram escandalosas!. Então, sem mais delongas, naquele dia fui na casa da minha namorada. Por via das dúvidas, já me preparava pro pior, algo me dizia que as coisas não iam bem.
-E aí, moreno- Me disse Luciana quando abriu a porta. A filha da puta tava usando só um topzinho e um short jeans que mal cobria as partes íntimas dela. Mas não, olhei nos olhos dela e cumprimentei normal, tinha que ir com cuidado.
-Oi, Javier- Me cumprimentou Jazmín, me dando um selinho.
-Tô cozinhando, já volto- Falou e entrou na cozinha. Tava linda, uma calça social preta e uma camisa clarinha. O cabelo preso num coque. Mas o avental dava um toque sexy. Respirei fundo, não tinha visto as fotos.
-Espero que a gente se divirta essa noite- Me disse Luciana passando por mim, sem antes encostar no meu volume. Que filha da puta, Jazmín tava de costas pra ela, mas Luciana, pelo que eu conhecia, não teria problema em fazer isso com a Jazmín olhando. Sentei na cozinha pra observar a Jazmín. Luciana ficou na sala vendo TV.
-E como tão as coisas na facul?- Perguntei pra Jazmín, que tava preparando um molho.
-Bem, tão dando muito trabalho- Falou sem se virar. Eu olhava pra porta, esperando ver o terceiro anjo, a princesinha. Mas a Jesse não aparecia.
-Tá bom o molho assim?- Disse Jazmín me dando uma colherada pra provar. Tava uma delícia. Jazmín me olhou e deu um sorrisinho. Algo tava rolando, ela tava estranha. E se não eram as fotos, o que podia ser? Cheguei perto dela e abracei por trás.
-Tá bem, Jazmín?- Perguntei carinhoso. Ela ficou em silêncio por uns segundos.
-Tô, só tive muita dor de cabeça esses dias, já vai passar…- Falou e continuou com a comida. Jazmín era mais enérgica, mais ativa. Tinha algo que ela não tava me contando. Mas eu sabia bem que não podia pressionar, ela contava as coisas quando queria.
-Ai… oi, Javi… er…- Escutei aquela vozinha que tanto me fascinava. Me virei e lá estava ela. Jesse. Ela me olhou e desviou o olhar, envergonhada. Notei que Jasmim nos observava de canto de olho.
—Oi, Jesse — falei sem me aproximar dela. Ela estava incrivelmente gostosa. De roupa caseira, uma calça de moletom, umas pantufas e uma camiseta rosa… queria ir lá, abraçar ela e comer ela, mas tinha que me segurar.
— Cada dia você tá mais crescidinha, irmãzinha! — Luciana também apareceu na cozinha e abraçou a Jesse por trás. Agarrou os peitos da Jesse e apertou, rindo. Jesse só baixou o olhar, toda corada. Jasmim, que via tudo, desviou o olhar e continuou com a comida.
— Ajuda a Jesse com a mesa, Javi, que meus pais já vão chegar — disse Jasmim, e Jesse se soltou da Luciana. Agora eu sentia o olhar das duas irmãs na minha nuca. Luciana tinha se sentado pra cortar pão, Jasmim na cozinha. E eu e Jesse arrumando os pratos. Ela me olhava um pouco, mas baixava o olhar tímida. Eu olhava pra ela e sorria. A situação era tensa com as outras duas irmãs olhando.
Mas por sorte, foi só isso que rolou no jantar. Dez minutos depois, os pais chegaram e a tensão quebrou. Embora Jasmim não parasse de olhar o que Jesse e Luciana faziam. Jesse não falou comigo, só me olhava, e Luciana só ria vendo tudo. A mãe falando sobre quando eu ia me comprometer com a Jasmim, e o pai fazendo comentários sobre como a menina da casa, a Jesse, tava crescendo.
— A menina tem duas coisas que crescem mais rápido que ela — comentou Luciana. Jesse quase cuspiu o suco que tava tomando e ficou totalmente vermelha. O pai dela riu pra caramba.
— Minha menina tá crescendo! — só disse, rindo. Eu olhei pra Jesse, verdade que ela tava crescendo. Apesar da baixa estatura… tinha crescido pra caralho desde que tudo começou. Ela era da mesma altura que a Luciana. Luciana já era uma anã, na idade dela media 1,62, igual a Jesse. Mas Jesse cresceria mais. A menina da família era a mais linda das três, sem dúvida. E tava destinada a virar uma deusa de verdade. A ginástica tava fazendo o corpo dela corpo mais atlético, cintura mais fina… uma bunda ainda mais redonda… os peitos dela crescendo sem controle… ia ficar igual ou maior que os da Luciana… tive que parar de pensar nisso porque tava ficando duro pra caralho.
– Já é tarde… vou indo pra casa – falei já eram umas 11 da noite. Os pais já tavam dormindo. No fim, tirando esses detalhes, tudo tinha corrido normal. Jesse tinha ido pro quarto dela e Luciana pro dela. Jasmim me acompanhou até a porta.
– Se eu tiver tempo esse fim de semana, a gente sai, beleza? – ela disse me dando um beijo. Que estranho, o jeito dela. Fui andando devagar pra minha casa. Jasmim não tinha visto as fotos, mas depois eu ia entender o que tava rolando, com certeza era algo da faculdade. Jesse… Luciana tinha feito alguma coisa com a Jesse, disso eu tinha certeza. A princesinha tava muito estranha e isso me preocupava.
Sentei num banco pra esperar o ônibus. Enquanto tava lá, ficava pensando na Jesse, o que fazia ela agir daquele jeito, tão distante. Não sei quanto tempo fiquei sentado ali, mas quando percebi, o ônibus já tinha passado e eu deixei ele ir. E sem nem pensar direito, comecei a andar de volta pra casa das três irmãs.
Já era quase uma da manhã. Quando cheguei, a casa tava escura. Deviam estar todos dormindo. A casa era de dois andares, bem grande. Não tinha grade, então fui andando ao redor. Já tinha feito isso antes, quando conhecia a Jasmim. Eu entrava de noite no quarto dela sem ninguém perceber. Olhei a janela da Jasmim… e se eu entrasse no quarto dela? Ia dar uma surpresa boa, talvez uma visita resolvesse tudo com ela. Mas será que eu queria resolver tudo com ela? Uns metros pro lado tava a janela da Jesse… era ali que eu queria entrar… mas se me pegassem, aí sim que ia dar merda. Não sei se foi uma desculpa esfarrapada, mas prometi pra mim mesmo que da próxima vez subiria pro quarto da Jasmim. Queria ver a Jesse, tinha que ver ela.
Subi devagar, sem fazer o menor barulho, pela trepadeira na parede até chegar na janela dela. Por sorte, Não estava trancada. Abri e, com cuidado, entrei no quarto. Só o perfume que tomava conta de tudo já tirou todo o medo e tensão que eu podia ter. Fiquei parado um tempo, esperando meus olhos se acostumarem com a escuridão. Só dava pra ouvir a respiração da Jesse. Ela estava encolhida na cama dela, debaixo das cobertas. Só dava pra ver a cabeça dela, com os cabelos loiros.
Devagar, fui na direção dela. Sentia a adrenalina da situação me invadir. Sabia que não estava agindo direito. Tirei meus sapatos devagar, olhando pra ela. Sentei do lado dela na cama e acariciei os cabelos dela. Jesse continuava dormindo. Não se ouvia nenhum barulho na casa. Isso me deixava mais tranquilo, me fazia sentir que nada nem ninguém podia atrapalhar esse momento. Deslizei pra debaixo das cobertas. O calor humano que a Jesse soltava me enlouquecia. Passei minhas mãos pela cintura dela devagar pra não acordar ela ainda. Encostei meu corpo no dela, ficamos de conchinha. Sentir ela tão perto de mim, deitado com ela... Beijei o pescoço dela devagar. Jesse suspirou. Minhas mãos deslizaram pelo corpo dela. Acariciei os peitos dela por cima do pijama. Deus... como era bom... Apertei um pouco... deslizei a outra mão mais pra baixo... passei pela barriguinha dela e enfiei por baixo da roupa. Meus dedos entraram entre as pernas dela. Passei o dedo na rachinha dela por cima da calcinha. Jesse suspirou mais forte. Se ajeitou dormindo e encostou a bunda dela no meu volume... meu pau tava duríssimo, tudo isso me deixava excitado.
Desabotoei minha calça jeans e coloquei meu pau pra fora... com toda a paciência do mundo, abaixei um pouco a calça do pijama dela. A bunda redonda e firme dela ficou na minha frente. Abaixei a calcinha dela... mmmmm... queria meter nela já, mas tinha que esperar...
Encolhendo ela contra mim, comecei a acariciar o corpo todo dela. Jesse não acordava, respirava mais forte. Meus dedos deslizaram por baixo da calcinha dela e acariciaram o clitóris dela. Jesse suspirou fundo. Meus lábios beijavam o pescoço dela e a outra mão enfiava por baixo do pijama dela e se agarrava nos peitões dela. Peitos. Sem que eu guiasse meu pau nem nada, ela sozinha foi se enfiando entre as bochechas da bunda da minha pequena. Eu tava perdido num mundo de prazer. Meus quadris empurravam, sentia minha cabeça abrindo caminho pelo buraquinho traseiro dela. Jesse começou a gemer cada vez mais forte, acordando. Meu pau entrava devagar na bunda dela sem piedade. Não sei se Jesse tava acordada ou não, só vi ela agarrar os lençóis e morder o travesseiro.
- De novo... Lu... - Jesse sussurrou, mas eu não liguei. Meu pau agora começava a sair, depois enfiava de novo. Jesse se deixava levar, comecei a beijar a orelha dela. Jesse virou o rosto pra trás e me viu.
- Cê é... hummm... Javi... cê é... - Beijei ela com paixão, começando a meter mais forte. Jesse me beijava com tesão. Depois de um bom tempo assim, de conchinha comendo ela, virei ela de frente. Os olhinhos de Jesse brilhavam no escuro. Não dizia nada. Mas dava pra ver que tava sorrindo. Peguei as pernas dela e abri. Jesse não falava nada, e as pernas não resistiam. Fiquei besta olhando pra ela quando percebi que as pernas de Jesse tavam completamente abertas, formando um T ao contrário. Caralho! Não sabia que ela tinha tanta flexibilidade! Jesse, vendo minha cara de espanto, riu safada.
- Desde quando cê é contorcionista de circo? - Sussurrei beijando ela.
- Te falei que era boa na ginástica... - Ela respondeu rindo.
Ajeitei as pernas dela juntas e coloquei nos meus ombros. Brinquei com meu pau passando na buceta dela ou no cuzinho. Jesse gemia, se divertindo, mas dava pra ver que tava doida pra eu meter. Deitando em cima dela, peguei os peitos dela com as mãos. A imagem era incrível, os peitões enormes dela tampavam a parte de baixo do rosto.
- Onde cê gosta mais? Aqui? - Falei passando meu pau na rachinha dela.
- Ou aqui? - Passando meu pau no cuzinho dela. Jesse balançou a cabeça dizendo que sim no cuzinho. Essa mina ia me deixar louco. Comecei a enfiar meu pau de novo no cu dela. Jesse, sentindo, fechou os olhos e apertou os dentes. Comecei a bombar ela com força, tirando devagar e metendo de uma vez.
— Bom… eu tinha algo planejado pra essa noite… mas isso é melhor — Nós dois olhamos pro lado da cama. Lá parada estava Lucina, completamente nua. Nem percebemos quando ela entrou no quarto.
— Continuem no que tão fazendo — Ela disse, subindo na cama. Luciana se colocou atrás de mim. Senti os peitões enormes dela se esmagarem nas minhas costas.
— Mete com raiva… arrebenta toda essa bunda gostosa da filhinha do papai — Luciana falava no meu ouvido, passando a língua. Eu ficava louco, isso me enlouquecia. De repente, Luciana puxou e me tirou de dentro da Jesse. Ela se deitou em cima da irmãzinha e beijou ela com paixão. Fiquei besta olhando a cena. E mais ainda quando vi que Jesse não resistia, pelo contrário, beijava ela com a mesma paixão que a Luciana.
— O que cê tá fazendo aí, enfia no cu dela agora! — Luciana ordenou, apertando os peitos da irmãzinha. Jesse olhou pra mim, sem sorrir nem nada. Só me encarava. Penetrei a Luciana com força, sem lubrificar nem nada.
— Isso! — Ela gemeu, se segurando. Comecei a foder ela com força. Jesse ficava esmagada debaixo dos nossos corpos. Luciana beijava a irmã e chupava os peitos dela. Jesse começou a gemer, Luciana enfiava os dedos na bucetinha dela enquanto eu comia ela sem piedade. Tava com as duas irmãs ao mesmo tempo. Olhava pra elas bestificado, se alguém entrasse agora, ia dar a maior merda do século. Olhei pra porta, olhei pras duas irmãs. Olhei como meu pau entrava e saía daquele cu enorme. Não aguentava mais. Comecei a encher o cu da Luciana sem conseguir me segurar.
— Seu namoradinho tá enchendo meu cu de porra… — Luciana dizia pra Jesse. Eu fiquei ofegante. Luciana olhou pra mim e falou:
— Agora cê vaza — Fiquei olhando pra ela como se tivesse falando em outro idioma.
— Pega sua roupa e sai por onde entrou, tenho que fazer umas coisinhas com minha irmãzinha, a mais puta da região… — Jesse só me olhou neutra.
— Mas… — Protestei.
— Vaza ou sabe o que pode acontecer — Luciana disse com um sorriso. Perversa. Ela ainda estava em cima da Jesse. Me vesti rápido e saí pela janela. A última imagem que vi foi a Luciana em cima da Jesse, prestes a beijá-la. Me senti um lixo quando senti meu pau endurecer de novo.
Passaram-se alguns dias sem novidades. Minha única desculpa pra ir na casa das 3 irmãs era visitar a Jasmim. Mas quando liguei pra ela, disse que tava muito ocupada, que não podia. Jesse não respondia minhas mensagens. Só mandava de volta "tô bem, beijo" e mais nada. Tava ficando louco sabendo que a Luciana tramava alguma coisa com a menina.
Uns dias depois, liguei pro celular da Jesse, mas ela não atendeu. Liguei de novo, nada. Era muito estranho. Só recebia as mesmas mensagens "tô bem, beijos" e mais nada. Fui cuidar das minhas coisas. A Jasmim tava ocupada, e a Jesse com certeza não falava comigo por causa de alguma coisa que a Luciana disse. As coisas tavam ficando muito estranhas.
"Amanhã passa me buscar na escola, mas vai uma hora mais tarde"
Uns dias depois de não receber notícia nenhuma, a Jesse me mandou essa mensagem. Finalmente ia poder ver ela! Mas por que uma hora mais tarde? Também não importava muito, ia ver minha colegial favorita. Mesmo tendo coisas pra fazer, cancelei tudo pra ficar disponível.
Saí de casa naquele dia bem tranquilo. Passei na banca e comprei uns chocolates pra Jesse. Jesse saía às 13h da escola, então tinha que estar lá às 14h. Quando cheguei, não tinha ninguém. A escola tava vazia. Me perguntei o que a Jesse faria na escola depois que todo mundo já tinha ido embora. Já tava no portão, mas não tinha sinal da Jesse. Olhei pra um lado e pro outro. Nada. Me encostei no muro pra esperar. Cinco minutos depois, vejo a Jesse saindo das instalações e vindo em direção ao portão de entrada, onde eu tava. Fiquei olhando pra ela que nem um idiota. Ela tava com o cabelo preso num rabo de cavalo e a saia balançava enquanto andava. Os peitos dela balançavam um pouco a cada passo. Quando me viu, me deu um sorriso.
— Oi, Princesa… — falei.
— Oi… — ela respondeu, meio estranha. Abriu o portão do colégio.
—Pode entrar… —Ela disse e começou a andar de volta para as instalações. Tava estranha, não tinha me dado um beijo, nem um abraço.
—Pra onde a gente vai, Jesse? —Ela me olhou, meio corada, e falou.
—É… uma surpresa… —E continuou andando. Eu segui ela sem questionar. Nunca tinha entrado no colégio da Jesse. Era um colégio enorme. Jesse me levava pelos corredores sem falar nada. Andava uns passos na minha frente, a saia dela balançava ao caminhar. Era um movimento hipnótico.
—Bom, é aqui… —Jesse falou. A gente tava na porta da sala de história. Jesse tirou uma venda do bolso e me entregou.
—Você… você tem… que vendar os olhos… —Ela disse, completamente corada e desviando o olhar. Eu confiava nela de olhos fechados. E sabia que, se ela já tava com vergonha de me dar aquela venda, perguntar ia deixar ela ainda mais sem graça. Amarrei a venda nos olhos e fiquei no escuro.
—Pronto… —Falei pra Jesse. Ela pegou na minha mão, sentir a mãozinha quentinha dela arrepiou minha pele. Ouvi a porta abrir. Jesse me guiou pra dentro da sala. Escutei uma risadinha que não era da Jesse. Uma risada inconfundível.
—Luciana —Falei em voz alta.
—Fala, cunhadinho pegador —Ela disse. —Vai sentar aqui, que a gente tem uma surpresinha pra você. As mãos da Luciana me empurraram e eu caí sentado num dos bancos.
—Agora fica quietinho —Luciana falou. Pegou minhas mãos, levou pra trás e amarrou com um pano.
—O que você quer, Luciana? —Perguntei, mas também não resisti. Agora ela tava amarrando meus pés nas pernas da cadeira. Fiquei completamente imobilizado.
—É uma surpresa, se eu contar deixa de ser surpresa —Ela disse, bem divertida.Capítulo Dezesseis- Olá, cunhado quebra-corações - ela me disse. - Você vai sentar aqui, temos uma surpresinha pra você. As mãos da Luciana me empurraram e eu caí sentado num dos bancos.
- Agora fica quietinho - disse Luciana. Ela pegou minhas mãos, levou elas pra trás e amarrou com um pano.
- O que você quer, Luciana? - falei, mas também não resisti. Agora ela tava amarrando meus pés nas pernas da cadeira. Fiquei completamente imobilizado.
- É uma surpresa, se eu contar deixa de ser surpresa - ela disse, bem divertida.
- Você já sabe o que tem que fazer, irmãzinha querida - Luciana falou pra Jesse. Eu não conseguia ver o que tava rolando. O que elas estavam tramando? Achei que Jesse viria até mim, mas não foi assim.
- Mas… - ouvi a Jesse dizer.
- Vai logo ou você sabe… - Luciana ordenou. Meus ouvidos foram se acostumando. Eu ouvia a respiração da Jesse. Será que ela tava se masturbando? Mas… ouvi outra respiração… A respiração de um homem. Alguém tava com a minha Jesse! Dava pra ouvir um som característico, um "mmmsshp". Mas eu tava ficando louco tentando não pensar no que era.
- Vou deixar você ver um pouquinho… - disse Luciana e levantou a venda dos meus olhos. Foi uma fração de segundo. Ela levantou e baixou de novo. Mas deu e sobrou pra ver a cena. Meu Deus! Jesse tava ajoelhada no chão, e um velho, o velho do cinema, o professor de história sentado num banco. Jesse entre as pernas dele. Uma das mãozinhas dela segurava a pica do velho. Vi na hora ela passando a língua na pica dele de baixo pra cima. Minha mente completava o resto. Era como se eu pudesse ver através do pano. A cabeça da Jesse subindo e descendo na pica daquele velho. Aquela boquinha linda e aqueles lábios carnudos chupando a pica daquele velho.
- No que você tá pensando, cunhado? - Luciana me disse e senti a mão dela agarrar minha virilha. Ela abaixou o zíper da minha calça, pegou e puxou minha pica pra fora. Eu não conseguia evitar, ficar imaginando a Jesse chupando a pica do professor dela me deixou duro.
- Mmm, tá durinho, hein? gosta de ver a novinha chupando a pica do professor dela? - Disse Luciana apertando a mão na minha pica. Depois começou a me masturbar, descendo e subindo a mão rapidamente.
- Encosta na mesa, irmãzinha, o professor já tá afim de outra coisa - Disse Luciana.
- O que... O que vocês vão fazer? - Falei desesperado e agitado.
- Mas... - Protestou Jesse.
- Mas nada, além disso seu namoradinho gosta, olha como ela tá dura... - Luciana arrancou as vendas de uma vez. Luciana não parava de me punhetar. Agora eu podia ver. Jesse estava me olhando, não na minha cara, mas na minha pica. Ela tava inclinada na mesa. Os peitos dela se espremiam contra a madeira e a bunda perfeita dela ficava empinada pra cima. Essa imagem me excitou pra caralho. O velho Professor estava atrás dela, com a pica na mão, prestes a penetrar ela.
- Me desculpa... - Me disse Jesse me olhando com vergonha. Mas não terminou a frase e o velho enfiou a pica dele na bucetinha dela. Jesse fechou os olhos e gemeu alto. O velho agarrou ela pela cintura e começou a bombar. Era um velho de 60 anos comendo uma colegial! As bochechas da bunda de Jesse vibravam a cada estocada. Ela encostava a cabeça na madeira. Se segurava com as mãozinhas na mesa aguentando as estocadas do professor.
- Viu como ela gosta? É mais puta que eu... - Me dizia Luciana no ouvido sem parar de me punhetar. Jesse me olhava com vergonha, não conseguia evitar ofegar. Ela tava gozando, dava pra ver nos olhos dela. Minha pica tava dura feito ferro. Queria tirar aquele velho dali e eu mesmo enfiar minha pica em Jesse e partir ela no meio.
- Olha o que vou fazer, depois não fala que sou ruim com você - Me disse Luciana e foi até Jesse e o velho. Não sei o que disse pro professor, não consegui ouvir. Mas Jesse veio até mim. Tava toda corada. Eu tava sentado ali só olhando pra ela com a pica dura como pedra.
- Monta no cavalinho, irmãzinha, do jeito que você sabe fazer - Ordenou Luciana. Jesse passou as pernas em volta de mim. Ela tava tão perto. Me olhava nos olhos sem dizer nada. A mãozinha dela agarrou meu pau e tava apontando pra buceta dela.
—Assim não, ao contrário, quero que os dois olhem… — Disse Luciana pra Jesse.
—Você é terrível — falou o velho todo agitado — Luciana caiu na risada. Jesse virou de costas pra mim.
—Pelo lugar que você mais gosta, irmãzinha — ordenou Luciana. Jesse pegou meu pau e apontou pro cu dela. Devagarzinho, foi sentando e enfiando meu pau duro no cu dela. Luciana tava de joelhos na frente do velho e chupava o pau dele. Os dois olhavam pra gente.
—Jesse! — Gritou Luciana, e Jesse se deixou cair, enfiando meu pau até o talo no cu dela.
—Ahhhhhhhhhhhggg… — Ofeguei. Jesse deitou o corpo em cima de mim, aguentando meu pau enfiado no cu dela. Luciana se encostou na mesa e ofereceu a bunda pro velho professor.
—Como nos velhos tempos, não é, profe? — Dizia Luciana enquanto o velho metia no cu dela. Jesse, já mais recuperada, começou a subir e descer devagar no meu pau. Meu Deus! Como era gostoso. Jesse subia e descia sozinha. Não queria admitir, mas a situação me excitava pra caralho. Jesse também olhava pra irmã sendo comida pelo professor.
—Mais forte, profe, mais forte! — Pedia Luciana com voz de menininha. O velho tava todo suado e comia ela com mais força, ou o mais forte que conseguia. Jesse subia e descia devagar no meu pau. Era um prazer indescritível. Lutei contra o que me prendia pra agarrar ela. Queria pegar Jesse e tomar o controle. Mas não consegui me soltar.
—Huuu… tô gozando! — Gritou o velho, e Luciana tirou o pau do cu dela rapidinho. Agarrou o pau do professor e começou a chupar com paixão. O velho começou a gozar na boca dela. Jesse e eu vimos Luciana engolir toda a porra do velho. Jesse começou a tremer e respirar mais rápido. Tava gozando! Ficou parada com o pau no cu dela enquanto o corpo dela tremia. Luciana lambia o pau do velho, que continuava durasso como se nada tivesse acontecido.
—O Viagra é incrível, você tá durão — Dizia Luciana lambendo o pau do velho. Ele ria todo ofegante. Só respirando. Jesse tava em cima de mim, com minha roça enterrada na bunda dela. Tava relaxada, curtindo o orgasmo dela.
—Tem um buraquinho livre aqui… — Falou Luciana pro velho. Ele chegou perto da gente com a roça na mão. Jesse olhou pra ele e não disse nada. Mas dava pra ver que tava assustada.
—Não… os dois… não… — Sussurrou quando o velho se colocou entre as pernas dela e apontou a roça pra buceta da Jesse. Mas não teve "mas" que valesse. O velho enterrou a roça na rachadinha da Jesse. Senti a pressão da roça do velho quando entrou. Jesse respirava rápido e apertava os dentes. Luciana tava sentada na mesa com uma mão na buceta. Se masturbava vendo a cena.
—Partam ela no meio… Vamos! — Dizia Luciana fora de si. O velho bombava a Jesse. Com esse movimento, Jesse se mexia e se enfiava mais na minha roça, tirava um pouco e se enfiava de novo.
—Ai Deus... aaahhmmm… aaaaaayyyy.. ohhhmmm… — Gemeu Jesse forte. Tinha duas roças entrando e saindo dela. O velho bombava ela cada vez mais rápido. A testa dele tava molhada de suor. Mas não sei de onde ele tirava tanta força pra continuar bombando.
—Aaahhhh.. aahhhhh!!!... — Jesse gemia mais forte. Senti o corpinho dela tremer de novo em outro orgasmo. Eu também não ia aguentar muito, sentia meu orgasmo chegando. Luciana enfiava três dedos freneticamente e segurava os peitões com a outra mão, apertando os bicos. O velho bufava e parecia que ia ter um troço.
—Deus.. deeeusss… — Dizia Jesse fora de si. Não aguentei mais. Comecei a encher a bunda dela de porra a jato. O velho deu duas estocadas e, deixando enterrada, começou a gozar também. Acho que foi demais pra Jesse, que começou a tremer de novo, gemendo, tendo um orgasmo monstruoso, mais forte que os anteriores.
Nós três ficamos ofegantes. O velho foi sentar numa cadeira, segurando o peito. Mas a roça dele ainda tava dura. Jesse ficou deitada em cima de mim, ronronando.
—Solta a sua Amorzinho…" – Luciana disse pro Jesse. Enquanto me soltava, Luciana se aproximou do professor.
"Vamos reviver os velhos tempos…"
"Tô acabado, gata…" – o velho falava sem forças.
"Vamos ver se você tá acabado mesmo… Vocês dois podem ir, tchau" – Luciana falou pra gente. Jesse me olhou sem dizer nada. Peguei ela pela mão e saímos do colégio o mais rápido que a gente conseguiu.
"Como você tá?" – falei passando meus braços no ombro dela.
"Cansada… quero dormir…" – Jesse respondeu. Caminhamos em silêncio. Acompanhei ela até duas quadras antes de chegar na casa dela. Não perguntei nada, já tinha passado coisa demais.
"Bom… tenho que ir pra casa" – ela falou meio sem graça.
"Sabe que cada dia eu te amo mais…" – falei, e Jesse me olhou com os olhos brilhando. E sorriu de um jeito que me derreteu. Não podíamos nos beijar nem nos abraçar, alguém podia ver.
"Acho que eu te amo mais…" – ela falou e saiu correndo pra casa dela. Eu fiquei ali olhando ela ir embora. Tava completamente apaixonado por ela. Enquanto voltava pra minha casa, recebi uma mensagem. Era da Jesse.
"foi bom hoje, né? hehe"
Ela era um anjo, mas tinha alma de diabinha a minha gata, disso eu tinha certeza.Capítulo DezesseteFiquei dois dias sem ver as minas. Embora agora a comunicação com a Jesse tivesse voltado e eu conversasse com ela no telefone bem direto. A gente tinha que fazer isso em horários específicos e escondido, escondido da Jazmín e da Luciana. Num ponto, eu achava que era mais preocupante a Luciana descobrir e forçar a Jesse a fazer alguma das loucuras dela.
Já era sexta-feira e minha mente perversa, porque sim, eu tinha a mente podre pra fazer o que fazia, ficava pensando no que fazer. Meus pais tinham saído de velhinhos por 3 dias e eu tinha a casa só pra mim. E a única coisa que eu pensava era como fazer pra Jesse vir na minha casa… Deitado na cama pensando, uma coisa levava à outra, me perguntava como isso tudo ia acabar… não dava pra ficar pra sempre assim… sentia uma coisa dentro de mim que dizia que o fim tava perto, que a situação tava ficando insustentável. Não sei se foi coisa do destino, mas enquanto pensava nessas coisas, o telefone tocou. Era a Jazmín.
-Vem pra cá hoje à noite, a gente janta, beleza?- ela disse e eu não podia dizer não. Além disso, dava pra aproveitar e ver a Jesse. Talvez eu tivesse que aproveitar e trazer a Jazmín pra minha casa e dar uma ajeitada nas coisas. Uma voz dentro de mim dizia “Você só tá tapando merda com mais merda”.
Naquela noite, o jantar passou sem muitas novidades. A Luciana tava muito calma e isso me alarmava. Ela só soltou umas piadinhas na janta e nada mais. Nada de assédio, nada de ameaças, nada de agarramentos. Muito estranho. A Jazmín tava quieta, só respondia se perguntassem algo. E a Jesse… a Jesse continuava sendo a anjinha de sempre. Me olhava de canto e sorria tímida.
-… E a minha princesa é a primeira no atletismo da escola…- Comentava o pai orgulhoso. A Jesse, sem muito esforço, tinha as melhores notas em quase todas as matérias, até nas de educação física. Por si só, o corpo dela (minha mente viajou um bom tempo lembrando do corpo dela) era perfeito… e com todo esse exercício, só aperfeiçoava ainda mais. O pai continuava com o papo. elogios pra sua menina. O que você faria comigo se soubesse de tudo que eu fazia com a sua menina, a menina da casa, a menina do papai?
- Em que você tá pensando? - Perguntou Jasmim, me tirando dos meus pensamentos.
- Hãã… nada, em coisas que tenho que fazer pro trabalho… - Menti rápido. Luciana tava de olho fixo em nós dois. Mas não falou nada. Alguma coisa tava rolando e eu não tava sabendo.
- Vocês vão sair hoje à noite, galera? - A mãe perguntou pra gente.
- Sim, né Javier? Vamos tomar um drink e talvez dançar… - Respondeu Jasmim na hora. Mesmo sem saber que eu queria sair, falei que sim, não dava pra fazer outra coisa. Me senti meio culpado pela Jesse quando ela me olhou meio triste.
Depois do jantar, saí com Jasmim pra um bar da região. Era estranho. Fazia um tempo que eu não saía com ela sozinho. A gente não tava de mãos dadas, nem conversando. O cheiro tava muito ruim.
- A noite tá linda, né? - Comentou Jasmim, olhando pro céu estrelado. Parecia que não tava falando comigo. Fiquei olhando pra ela por uns instantes. Ela era bonita, era muito gostosa. Como é que tudo tinha acabado assim com ela? Jasmim era linda, os olhos de gata brilhavam no escuro, sempre com aquele porte elegante e a silhueta de modelo de revista. Eu tinha sido louco de amor por ela… O que eu sentia agora?
- Não tem ninguém na sua casa agora, né? - Jasmim me tirou dos meus pensamentos.
- Meus pais tão viajando, quer ir pra casa? - Perguntei. Jasmim me encarou por uns segundos e eu senti que ela me atravessava com o olhar.
- Bora… - Foi toda a resposta dela e a gente foi pra minha casa. Não se falou mais nada até a gente chegar. Jasmim conhecia minha casa e foi direto pro banheiro. Eu não sabia muito bem o que fazer. Jasmim tava estranha, muito quieta. E eu não sabia como reagir a isso. A coisa tava séria.
- Sabe… - Ela disse quando saiu do banheiro. - …fazia muito tempo que a gente não ficava sozinho, né?
- É verdade… - Respondi. Jasmim tava de costas pra mim, fazendo um café.
- Você sentiu minha falta nesse tempo todo? - Continuou perguntando sem se virar.
- Sabe que sim… - Jasmim Ela sentou na minha frente. Me serviu uma xícara de café. Tava muito séria. E me encarava de um jeito que me sentia nu, como se soubesse o que eu tava pensando.
— O que foi que aconteceu com a gente? — Ela não parava de me olhar. Eu não sabia o que dizer.
— Não sei… — mal consegui falar.
— Você ainda me quer, Javier? — O olhar dela me atravessava como uma espada fria e afiada.
— Sabe que sim… — Demorei muito pra responder. Jasmim semicerrô os olhos. Bebeu um gole de café.
— O que minhas irmãs têm que eu não tenho, Javier? — Me engasguei com o café e quase cuspi tudo.
— Não é… — Mas Jasmim não me deixou falar.
— Não. Não, Javier. Sabe que eu sei de tudo, né? Você nunca foi bom em mentir pra mim. Achei que te dei tudo. Mas não, não fui suficiente pra você, pelo visto… — Ela falava isso de um jeito tão frio, não parecia brava nem triste… era como um robô sem sentimentos.
— Foram meus peitos? Não tenho uns enormes como a Luciana, não são duas coisas que crescem sem controle como os da Jesse. Ou foi o sexo anal? O que você precisa pra satisfazer todas as suas perversões, Javier?
— Eu… — Mas Jasmim continuou falando.
— Por acaso eu tinha que ser mais puta? Só precisava pedir, Javier. Não sair por aí transando com minhas irmãs. Até com minha irmã mais nova. A Luciana é uma puta, todo mundo sabe disso. Mas a Jesse? O que a Jesse pode te oferecer que eu não posso? Peitão? Carinha de boneca? Uniforme de escola? O que você tava procurando, Javier? Se queria um ménage, era só ter proposto. Por acaso eu não te ofereci tudo?
Não sabia o que dizer pra ela. Não esperava por essa reação. Não teve gritos. Não teve choro. Jasmim tava fria como um iceberg falando todas aquelas coisas. Olhei pra ela, mas nada saía da minha boca. O que eu podia dizer? Jasmim se levantou, pegou a bolsa e foi em direção à porta. Eu tinha que fazer alguma coisa.
— Jasmim — falei, correndo atrás dela. Jasmim se virou e me olhou. Acho que nunca vou esquecer aquele olhar fixo e penetrante. Senti medo. Ela tirou um CD da bolsa e me entregou.
— Espero que se divirta — ela disse e abriu a porta. porta.
—Esqueci de uma coisa… —disse ela, e veio na minha direção. Eu estava ali parado, sem saber o que fazer com aquele CD na mão. A mão da Jazmín cortou o ar numa velocidade incrível e estampou na minha cara. O som do tapa ecoou por todo o quarto. Ela me olhou com ódio e, dando meia-volta, saiu pela porta, me deixando plantado ali. A marca da mão dela ficou na minha cara por um bom tempo.
Fiquei atordoado com o que aconteceu com a Jazmín. Não queria pensar nas consequências nem em tudo que significava ela saber de tudo. Na verdade, nunca tinha pensado seriamente no dia em que ela descobriria tudo. E aquele dia tinha chegado.
Me joguei na cama sem tentar pensar demais. Joguei o CD junto com meus outros discos. No final, ela tinha visto as fotos. E se eu nunca tivesse visto aquelas fotos? Ela teria descoberto de outro jeito. A Jazmín tinha toda razão em uma coisa… eu não era bom em mentir pra ela. Não sei quanto tempo fiquei na cama até cair no sono.
Acordei com a campainha. Já era dia. Duas da tarde. Tinha dormido pra caralho. Será que foi um sonho? A campainha não parava de tocar. Não, o que aconteceu com a Jazmín foi muito real. Será que era ela na porta, talvez o Jesse, ou o pai dela furioso, pronto pra me matar? Me levantei preguiçoso, disposto a pagar pelos meus pecados.
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