Esta Saga de contos é Pura Ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência...Capítulo UmIsso começou há um ano. Eu tô saindo com uma mina chamada Jasmim. Ela é bem gostosa (digo eu, e todo mundo fala), e valeu a pena todo o esforço que fiz pra conquistar ela. Sempre tive uma certa fraqueza por garotas de colégio particular, pelo uniforme, me deixa louco ver elas de saia, camisa e meia. E quando comecei a namorar a Jasmim, ela já tava no último ano do ensino médio. Ela é loira, de olhos verdes e alta, um metro e setenta. O melhor da Jasmim, e o que me fez apaixonar, é a carinha de gatinha safada, com uns lábios que já fizeram um bom trabalho com o namorado dela. Além disso, tem uns peitos que cabem perfeitamente nas minhas mãos, uma cinturinha fina e pernas bem torneadas, longas. E o atributo mais desejado por mim, a bunda redondinha, que ainda não consegui fazer ela me dar, ela nega totalmente ao sexo anal.
Já faz um ano que tô saindo com ela, e transando de todas as formas, menos o sexo anal que já falei, a Jasmim saiu do colégio e eu não tenho mais minha colegial de uniforme. Mas ela ainda veste às vezes o uniforme que já tá pequeno nela quando a gente tá sozinho pra me agradar... uma brincadeira de namorados. Mas depois de um ano de namoro, comecei a ir na casa dela cada vez mais, principalmente nesses últimos meses.
Os pais dela já confiam em mim e sabem que o meu negócio com a filha deles é um relacionamento sério. Mas nessas visitas, quando eu tava no meu papel de namorado visitando a namorada, tinha vezes que a Jasmim não tava, e eu ficava na casa dela esperando. Às vezes, a irmã mais velha da Jasmim, a Luciana, uma gata que é muito gostosa... ou mais que gostosa. É um caminhão com reboque. Meio baixinha, mas tem um corpo do caralho, com duas tetonas enormes, duas melancias, e uma bunda grande e redonda... É uma mulher muito voluptuosa... A Luciana tem namorado, um cara com quem sempre me dei super bem toda vez que vi. Resumindo, como ela e o namorado dela têm quase a minha idade, a gente ficou amigo. Outras vezes, na maioria das vezes que ficava esperando a Jasmim chegar em casa, eu ficava batendo papo ou vendo TV com a irmã mais nova dela, a Jesse… Jesse, nome em homenagem à avó americana (por isso que são todos loiros nessa família), é a princesinha da casa. É a bebê do pai, e cuidam dela como se fosse feita de porcelana fina. A Jesse é uma gatinha que herdou toda a beleza dos pais e das irmãs. Baixinha igual a irmã Luciana (a única alta era a Jasmim), com cabelo loiro ondulado até os ombros, com uns cachos naturais encantadores. Um olhar cor de céu, um sorrisinho charmoso… tem uma carinha de menina inocente e muito bonita. Além disso, o corpo dela já tá tomando forma de um jeito de tirar o fôlego, os peitinhos dela em menos de um ano incharam de uma vez, e são até um pouco maiores que os da Jasmim. Mas os pais vestem ela com roupas largas pra esconder o corpo da “princesinha”… mas eu consegui ver ela de lingerie uma vez que entrei sem bater no banheiro de casa. A Jesse tava se despindo pra tomar banho, bem na hora que eu abri a porta e vi. Um corpo perfeito, peitos não muito grandes, mas que em alguns anos vão ser, uma cinturinha fina e estreita, e uma bunda redondinha e firme… tudo numa pele branca como leite, perfeita. Desde aquela vez, umas semanas atrás, comecei a olhar pra irmãzinha da minha namorada com mais atenção.
E o grande fator que faz a menina ser devorada pelos meus olhos é que ela vai pro colégio, um colégio particular, onde anos antes as irmãs estudaram. E por isso, ela é a única da família que ainda usa uniforme escolar. Se somarmos isso com minha adição por saias curtas…
Se tô com ela, a gente vê TV, a Jesse gosta de filmes românticos, música calma, lê poesia… É tímida, não fala palavrão… adora cuidar do jardim… enfim, é uma menina amorosa, inocente e ingênua…
Adoro ver ela sorrir quando conto uma piada. Ela sorri de um jeito… Enternecedora, levando a mãozinha na boca e mordendo o dedo indicador. Além disso, ela adora quando eu falo da minha faculdade, como estudo desenho artístico na Faculdade de Belas Artes, a Jesse ficou fascinada com isso. Ela me olha fixamente quando falo dos meus estudos, analisando o sentimento das pinturas clássicas e do artista que eu sou, uma puta mentira, mas adoro bancar o boêmio pras minas.Capítulo DoisEste ano, pro Dia do Amigo, eu tinha dado pra Jesse um colar hippie que comprei na rua por menos de dois reais. Ela me abraçou forte quando eu entreguei, falando: "aii... que lindo, valeu!!". Desde aquele dia ela nunca mais tirou, vive usando ele. Jazmín me fala, brincando, que a irmãzinha dela se apaixonou por mim, e fica me zoando pra eu não aproveitar disso, ainda mais porque eu curto colegiais, mas sempre na brincadeira.
E em uns meses vendo a Jesse direto, acabei me apegando a ela, pegando bastante intimidade. Ela me contava as coisas dela, dizia que eu era o único que realmente a entendia. Que tinha poucas amigas, e que tava percebendo que os pais dela cuidavam demais dela (mais que demais talvez pra idade dela) e ela não podia fazer nada. Que as amigas dela já saíam sozinhas pra se divertir, algumas já tinham namorado... e ela sempre tinha que ficar em casa. "Você é muito pequena ainda" falavam os pais dela, sem considerar que a menina deles já tava grande.
— Nem consigo comprar a roupa que eu gosto... — Ela me disse uma vez. Eu até entendia mais ou menos os pais dela, se a Jesse começasse a sair e usar roupas mais provocantes... A casa ia virar um formigueiro de pretendentes.
— E na escola não tem ninguém que você curte? Algum namoradinho?... — Eu tinha perguntado uma vez enquanto esperava a Jazmín. Eu e a Jesse estávamos vendo MTV, entediados.
— Nãao... não gosto de ninguém da escola... — Ela disse, baixando a cabeça e se desculpando rápido. A Jesse raramente me olhava fixo nos olhos, e dessa vez, além disso, ela ficou vermelha que nem um tomate.
— Mas você deve ter um monte de apaixonados, porque você é mó gostosa... O que que esses caras de hoje têm? — Eu falava pra ela. Mas isso eu sempre dizia, achava ela uma mina muito bonita de verdade. E sempre gostei de ver ela corar quando eu só falava "que linda que você tá".
— Ai, valeu, mas não, ninguém que eu saiba... — Ela respondia, meio triste e um pouco menos vermelha.
— Qual é, você não gosta de Ninguém?... – Continuei eu, mas ela só me olhou de relance e balançou a cabeça que sim, já toda vermelha. Percebi que ela apertava as mãos e as torcia, igual faz quando está nervosa.
– Não posso te contar... – Jesse sussurrou, e eu entendi que não devia perguntar mais. Nós dois estávamos sentados num sofá de três lugares, um do lado do outro. Ela tinha chegado da escola fazia menos de uma hora e estava de uniforme: uma camiseta branca com saia e gravata xadrez. Eu olhava pra ela e, na minha mente perversa e cheia de fantasia, imaginava ela fazendo um strip-tease pra mim... Mas essa imagem eu apagava rápido da cabeça, ela era a irmãzinha da minha namorada.
– Eu... eu... – Ela começou a gaguejar depois de alguns segundos de silêncio. De repente, começou a soluçar. Eu não sabia o que fazer, meu coração se partia vendo ela daquele jeito. Ela tentava me dizer alguma coisa, e eu me senti a pior pessoa do mundo por causar aquilo.
– É ruim... eu... – Ela continuava tentando falar, enquanto os olhinhos azuis dela se enchiam de lágrimas. Passei meu braço em volta dela, puxei pra perto e abracei. Jesse se agarrou em mim com força, enfiando a cabeça no meu ombro, soluçando. Até aquele momento, eu estava todo derretido pela garota... Mas ao ter ela nos meus braços, apertando ela com uma mão nas costas e outra na cintura, comecei a ficar excitado. Tentei me afastar dela, mas só mentalmente, porque meus braços não reagiam, continuavam apertando ela.
– O que é ruim?... – Perguntei, começando a acariciar a cabeça dela, enquanto com a outra mão passava nas costas dela. Era tão gostoso... cheirava tão bem... tinha um perfume suave de flores que tava me deixando louco.
– É que... é que... – Jesse disse, e aí levantou um pouco a cabeça e me olhou nos olhos. Os olhos dela estavam cheios de lágrimas, os lábios carnudos dela estavam bem perto dos meus. Eu não conseguia me controlar, ver aquela coisinha tão gostosa nos meus braços, tão perto, tava me descontrolando.
– O quê?... – Falei, enxugando umas lágrimas das bochechas dela. Suavemente com minha mão, ela suspirava. Depois arrumei uma mecha de cabelo atrás da orelha dela... Não conseguia me controlar, tava fazendo o esquema do amigo consolador, e sabia bem onde aquilo ia dar.
— É que... você... eu gosto de você... e... — Eu não acreditava, a Jasmim me zoava com isso, mas nunca levei a sério. Nunca pensei de verdade que aconteceria se o Jesse gostasse de mim. Fantasiava, como qualquer homem faz com uma gostosa... Minha mente perversa dizia pra eu aproveitar a situação.
— É errado, porque você tá saindo com a Jasmim... — Ela continuava se abrindo. Tava tão perto de mim que, sem pensar, fui me aproximando mais do Jesse, ela de mim, até que eu beijei ela suavemente. Ela suspirou e parou de gaguejar, parecia drogada. Segurei o rosto dela com as mãos e continuei beijando. Os lábios dela eram muito macios, me enlouqueciam, a cada segundo eu beijava com mais paixão. Apertei ela mais contra meu corpo, segurando pela cintura. Os peitos dela se apertavam no meu peito. Ela suspirou e abriu a boca, eu coloquei minha língua. O Jesse começou a beijar com a língua de um jeito desajeitado. Eu morria de prazer ao sentir que ela era tão inexperiente. A língua dela girava em volta da minha, e a minha se metia em todos os cantos da boca dela. A gente não parava de se beijar.
Eu tava fora de mim... Devagar, fui deitando ela no sofá, até deixar ela deitada sem parar de beijar. Uma das minhas mãos foi até as pernas dela e começou a percorrer, esfregando as coxas. A outra acariciava a barriga dela, se metia por baixo da camisa do colégio...
— Mmmm... aahh... não... para... ahhh... — Sussurrava o Jesse quando minha boca não tava contra a dela... Mas ela falava de um jeito tão pouco convincente que me incentivava mais a continuar apalpando. Comecei a beijar o pescoço dela, minhas mãos percorriam o corpinho macio e firme dela. Minha mão chegou na buceta dela, deslizando por baixo da saia. O Jesse não resistia, só se contorcia no sofá debaixo do meu corpo. Tava tão debaixo de mim que tava totalmente à minha disposição.
— Aahhhhhhh... — Ela gemeu. quando comecei a esfregar a buceta dela por cima do pano da calcinha. Minha outra mão tinha entrado por baixo da blusa dela e massageava um dos peitos dela... Deus, eram maiores que os da minha namorada, mais durinhos, mais macios...
-Aaahh... não... para... ahh...- Ela continuava ofegante, Jesse se contorcendo, arqueando as costas por causa das minhas esfregadas na calcinha dela. Meus dedos rápidos entraram por baixo do tecido, e não tiveram problema em encontrar a vulva dela, depois o clitóris, pra começar a brincar com ele. Minha outra mão tinha desabotoado uns botões da blusa dela, puxado um peito pra fora... Eu beliscava de leve o mamilo dela, durinho como uma espinha.
-Aahhh... aahhhh... aahhh...- Jesse gemia, agarrada com as mãos no sofá. Os gemidos dela me enlouqueciam, eu não conseguia parar. Meu pau tava prestes a explodir dentro da calça. Meus dedos já estavam enfiados lá dentro da buceta dela, toda molhada, dois deles entrando e saindo. Abri mais a blusa dela e puxei o outro peito pra fora, abaixando o sutiã. Comecei a chupar eles, mamar, morder. Jesse gemia cada vez mais forte. Ela me envolvia com as pernas e apertava minha cabeça contra os peitos dela, afundando ela nas tetas dela.
-Aaah... aahhhh!!... ahhh!!...- Ela tava prestes a gozar, eu sabia. Eu tava super excitado, fervendo. Então puxei como pude meu pau pra fora da calça. Peguei a mão de Jesse e levei até meu pênis. Ela segurou sem frescura, já nem sabia mais o que tava fazendo... Comecei a mover a mão dela, pra ela me bater uma. A mãozinha dela era macia, apertava de um jeito que tava quase me fazendo gozar. Enquanto continuava chupando os peitos dela, soltei a mão dela e ela sozinha continuou me batendo uma. Eu seguia com a minha mão agora que ela tava me satisfazendo... Enfiava meus dedos na boceta dela mais rápido, fazendo ela gritar. Jesse apertava meu pau mais forte e mexia mais rápido, os movimentos atrapalhados dela me encantavam.
-Aahhh!!... aahhhh!!!... -Ela começou a tremer, a gritar, a mão que não tava me batendo uma cravou as unhas nas minhas costas. Ela tava gozando. Eu não aguentava mais, era demais o que tava rolando. A mãozinha dela Jesse apertava tanto minha pica, que comecei a gozar nela, lambuzando a mão dela toda de porra. Ficamos ofegantes, eu por cima dela, ela me abraçando. Depois comecei a beijá-la de novo. Ela correspondeu apaixonadamente, aprendeu a beijar em menos de 20 minutos, era inacreditável. Não podia acreditar que tinha feito aquilo com a irmãzinha da minha namorada, a menina da família, a bebê do meu sogro.
Jesse me olhava encantada, depois levou a mão ao rosto e olhou, estava escorrendo minha porra. Eu estava por cima dela acariciando seus seios esplêndidos e pernas com as mãos, adorava tocar seu corpinho de pele de seda.
— O que é isso? — perguntou ingenuamente. Eu sorrindo disse, sem parar de tocá-la, porque via que ela continuava gemendo e respirando forte por causa dos meus amassos.
— É minha porra, prova que vai gostar... — Olhei expectante... Jesse, sem hesitar, levou a mão ao rosto. Cheirou um pouco, e esticando a língua, passou pelos dedos.
— Humm... não é ruim... — Isso me enlouqueceu, fazendo minha pica começar a crescer de novo. Eu olhava fixamente enquanto ela começava a enfiar os dedinhos na boca... engolia toda minha porra, chupava os dedos, passava a língua pela mão até deixá-la limpa e brilhante. A menina era incrível. Eu estava louco, pensando no que poderia fazer com ela.
Sentei no sofá, com a pica pra fora e completamente dura. Jesse me imitou, sentou-se, toda despenteada e com os peitos pra fora da camisa, mas parecia não se importar. Só olhava pra mim, mas quando viu minha pica ficou encarando, com a respiração ofegante.
— Por que tá assim, tão... grande?... — perguntou ingenuamente. Eu olhava pra ela, me excitava mais ver que estava com os peitos de fora, com a gravata do colégio caindo no meio dos peitos, com a saia enrolada, mostrando todas as pernas... e era tão inocente... não entendia nada de nada. Era como se vivesse numa bolha de vidro.
— Tá assim por sua causa... — falei, e ela sorriu feito bobo.
—Nunca tinha visto um pau duro?... — Jesse, com toda a naturalidade de uma menina, balançou a cabeça que não. Eu não acreditava, ela era tão inocente que eu podia falar o que quisesse e ela ia acreditar... No fundo, não sabia de nada.
—Nunca vi... um pau assim... só numa foto de um menino... — Ela falou como quem diz algo sem importância. Eu, sorrindo e aproveitando o que tinha rolado, vendo que Jesse ainda estava excitada, falei:
—Você faria algo por mim?...
—O quê? — Ela perguntou, na expectativa.
—Chupava? Isso ia me deixar muito feliz... — Jesse me olhou confusa, com certeza não fazia ideia do que era sexo oral. Eu peguei meu pau com a mão e comecei a bater uma.
—E isso é certo? Por que você fica esfregando assim? — Ela perguntou, inocente. Deus, isso era demais pra mim.
—Tô me masturbando, nunca fez isso?... — Jesse balançou a cabeça, sorrindo. E eu expliquei, sem parar de me masturbar. Como era possível que ela não soubesse de nada?
—Senta, abre as pernas, e passa seus dedinhos onde eu toquei agora... — Ela me olhou e fez sem reclamar. Soltou uma risadinha ao sentir as sensações.
—Aaahhh... Tá fazendo cócegas!... — Disse, se tocando mais rápido. Eu não entendia como ela nunca tinha se masturbado, mas isso não importava muito. Eu batia uma vendo a menina enfiar os dedinhos na frente de mim sem problema nenhum.
—Tá gostando do que faz?...
—Sim... aah... muito... — Ela dizia, mal se segurando. Peguei a mão livre dela e levei até meu pau. Jesse segurou e, sem eu falar nada, começou a descer e subir, me masturbando enquanto ela mesma se tocava.
—Aprendeu rápido... — Falei, e ela riu, ficando vermelha. Os gemidos suaves aumentavam, ela estava se perdendo num mundo novo, antes desconhecido pra ela. E eu queria que ela me chupasse, queria isso de qualquer jeito. Devagar, peguei a cabeça dela e puxei pro meu pau. Jesse se deixou levar. Até que deixei o rosto dela a centímetros da minha rola. Ela não parava de se tocar e de me masturbar.
—Abre a boquinha e Chupa ela, Jesse...
- Ela não fez nada, mas eu forcei um pouco a cabeça dela, apertando entre os lábios dela e a cabeça da minha pica. Quando ela abriu a boca pra ofegar, enfiei minha pica na boca dela, devagar, até a metade.
- Mmmmmm... mmmmmm... - Jesse gemeu. Suspirei ao sentir a língua dela roçando minha pica, saboreando. Estiquei a mão até a bunda dela e comecei a acariciar. Com a outra mão, comecei a subir e descer a cabeça dela devagar, deslizando minha pica pela boquinha dela.
Ela chupava sem saber direito o que fazer, mas não me mordia. Sem eu falar nada, ela mamava minha pica. Minha mão se juntou com a dela na buceta dela... nossos dedos se entrelaçavam dentro da caverna dela.
- Mmmm... mmmmmm... - ela mamava espetacularmente, desajeitada e inocente, e eu amava isso. Acariciava a cabeça dela. Ia mostrando o que fazer. Ela segurava minha pica com uma mão na base, tirava da boca e passava a língua como eu mandava, me chupava as bolas, me punhetava com a mão... Engolia até onde conseguia. Fazia tudo ofegando e respirando forte, por causa da mão dela e da minha que a masturbavam rápido.
- Mmm.... aahhh!!... aahhhhhh!!!... - Ela gritou tirando minha pica da boca, num orgasmo. Depois enfiou meu pau de novo na boca e chupou mais rápido. Eu tentava enfiar um dedo na bunda dela. Salivei, friccionei o esfíncter dela, até deslizar um pouco pra dentro das entranhas. Jesse reclamou um pouco, mas aparentemente gostou, porque me deixou continuar.
- Mmmm... mmm!!... MMM!!... - Ela ofegava chupando minha pica, até eu sentir que ia gozar, então segurei a cabeça dela firme, enfiando até a garganta. Um dedo meu se mexia, entrando e saindo do cu dela. Ela se punhetava enquanto eu começava a gozar na boca dela. Jesse começou a sugar, pra não se engasgar com meu leite, aí soltei a cabeça dela e ela tirou minha pica da boca, e uns jatos espirraram na cara dela enquanto ela gritava em outro orgasmo.
- Aaahhhhhhh!!!!!!!... - Ela gemeu, e depois... Passar a mão no rostinho dela... Juntei o meu gozo que escorria ali, e levei à boca dela, comendo meu leite gulosamente, com um sorriso no rosto. Depois fiquei recuperando o fôlego deitada nas minhas pernas. Eu tirei meu dedo do cu dela e fiquei contemplando. Tinha sido o melhor sexo da minha vida, e olha que nem tinha penetrado ela.
— Foi bom assim?... — ela perguntou. Eu ri, falei que sim. Depois, enquanto ela arrumava a roupa e eu também, expliquei que ela não devia contar nada do que tinha acontecido.
— ... Mas quando a gente estiver sozinho, a gente faz de conta que é namorado como hoje, quantas vezes você quiser...
— Sério???... Mas se a Jazmín descobrir, ela vai ficar puta com você... e comigo... — ela falou meio triste e assustada. Ela, com toda a inocência que tinha, nem sabia direito o que tinha feito. — Se você não contar nada, eu também não... — E a Jesse me olhou sorrindo. Dei um beijo nos lábios dela, e ela sussurrou no meu ouvido: "tô muito feliz".
— Mal posso esperar pra gente ficar sozinho de novo... — ela disse enquanto ia pro banheiro se trocar. Eu fiquei no sofá todo suado.
Minha mente corria a mil, podia fazer o que quisesse com a Jesse. Ela tava disposta a tudo. Além disso, era ingênua e não sabia de nada, e eu podia ensinar tanta coisa pra ela... Desde aquele dia, ela virou minha coleguinha favorita. Se eu tava sozinho em casa, batia uma pensando nela, esperando ansioso por um novo encontro, mal via a hora de transar com ela... meter em todos os buracos dela. E minha mente viajava, imaginava a Jesse e a Jazmín juntas comigo, as duas irmãs me chupando o pau... ou melhor, as três, as três irmãs juntas... Desde aquele dia fiquei obcecado pela Jesse, e toda vez que transava com a Jazmín, imaginava que era a Jesse. Não tinha parado de amar a Jazmín, mas a Jesse era um sonho realizado. E o próximo encontro rolou duas semanas depois.
Eu tava explodindo de tesão pela Jesse, me deixava louco de vontade. As vezes que ia na casa da Jazmín e via ela, a gente trocava olhares cheios de insinuação. A Jazmín nem percebia nada disso. Aproveitava qualquer momento pra passar a mão nela um pouco. Se a Jazmín tava no quarto dela, eu descia pra cozinha ou ia no banheiro de propósito pra trombar com a Jesse. Se desse sorte e ninguém tivesse olhando, eu agarrava ela, apertava contra o meu corpo e dava um beijo apaixonado nela. Ela sempre se deixava fazer... Eu passava a mão na bunda e nos peitos dela, e ela suspirava. Mas eram encontros rápidos. Além disso, eu gostava de deixar ela assim, toda excitada, a Jesse, pra quando a gente tivesse tempo de sobra... Ela ia estar explodindo igual a mim.
Era um jogo pra mim. Eu amava a Jazmín, mas a irmã dela me deixava doido. Não pensava sério no que tava fazendo ou nas consequências... Não pensava porque não queria...Capítulo TrêsE num fim de semana, um sábado de manhã, eu ia passar pra buscar a Jazmín pra sair. Mas ela me ligou no celular falando que não podia até a tarde, porque tinha que fazer um trabalho da faculdade. Faltavam umas 7 horas até a tarde. Eu sabia que geralmente nos sábados os pais da Jazmín não estavam até a noite, mas às vezes a Luciana tava. Então falei pra Jazmín.
— Já tô indo praí, te espero na sua casa... — Era mentira, eu tava na minha casa.
— Beleza, me espera se não te incomodar, tão aqui o Jesse e a Luciana pra te entreter... — Ela falou rindo e meu rosto se iluminou. Eu também sabia que a Luciana provavelmente ficava com o Jesse porque os pais delas não queriam que o Jesse ficasse sozinha. Protegiam ela de um jeito incrível. E se eu fosse, talvez me deixassem o Jesse sob meus cuidados.
Fui pra casa e quem me atendeu foi a Luciana. Que puta gostosa. A Luciana parecia aquelas pornstars americanas. Pura voluptuosidade e cara de gatinha. Tava com uns jeans apertados que marcavam toda a bunda impressionante que ela tinha, os peitões dela pareciam que iam explodir na camiseta que ela usava. O namorado dela também tava lá, e a gente começou a conversar na sala os três.
Não via o Jesse, provavelmente tava no quarto dela. A Luciana e o namorado, na conversa, me falaram cúmplices: se eu ficasse na casa com o Jesse, eles podiam sair. Eu, fingindo que tava fazendo um favor, falei que tava de boa, que ficava cuidando do Jesse. Por dentro, eu pulava de alegria.
— A gente volta antes das 7, o Jesse tá no quarto dela, avisa pra ela não abrir a boca... mas ela confia em você. — A Luciana falou e me deu um beijo na bochecha... adorei ter ela perto de mim.
— Não façam sacanagem!... — Falei enquanto eles iam embora e eles riram. Finalmente tava sozinho com o Jesse, tinha a tarde toda. Sem fazer barulho, subi as escadas até o quarto dela. A porta tava fechada, mas dava pra ouvir que ela tinha colocado um CD da Norah Jones, romântica a menina. Abri a porta bem Devagar, eu a vi. Ela estava deitada na cama, lendo um livro. Uma gostosa, vestindo um shortinho azul esportivo e uma camiseta rosa soltinha, que deixava a barriguinha de fora. Ela me viu e sorriu largo. De um pulo, saiu da cama e me abraçou.
— Oiiii!... O que você tá fazendo aqui? — falou, me dando um beijo na bochecha.
— Sou seu babá. Luciana saiu com o namorado e a gente vai ficar sozinho até de tarde... — falei sorrindo. Ela riu e me abraçou forte. Subindo na ponta dos pés, me deu um beijo suave nos lábios. Depois de uns segundos, peguei ela pelas nádegas, massageando. Ela me olhou com aquele olhar diferente de quem tá apaixonado, e a gente sentou na cama pra conversar. Jesse se aninhou no meu ombro, eu abracei ela, acariciando. Dava pra ver que ela adorava ser mimada.
— O que você tava lendo? — perguntei.
— Um romance onde uma garota se apaixona por um senhor mais velho, e todo mundo é contra, mas eles se amam... — ela contou animada. Era bem romântica e melosa, acreditava em príncipe encantado e finais felizes.
A gente continuou conversando sobre essas bobagens que ela gostava, enquanto eu, com uma mão, brincava com os cachos do cabelo loiro dela e, com a outra, acariciava as pernas dela. Até que eu levei a conversa pra assuntos mais íntimos. Jesse começou a me contar o que tinha feito depois daquela tarde.
— ...Comecei a fazer o que você me ensinou... — ela disse, tímida. — ...E agora não consigo parar, faço toda noite... — Tava ficando vermelha.
— É normal, é uma coisa boa... — falei, tranquilizando ela, enquanto minhas mãos esfregavam as pernas dela, bem perto da buceta.
— Quer que eu faça agora? — sussurrei no ouvido dela. Ela deitou a cabeça no meu peito e balançou a cabeça que sim. Então, devagar, enfiei minha mão dentro do shortinho dela, dentro da calcinha de algodão, e comecei a tocar ela.
— Ahhh... sim... eu gosto... — ela gemeu, me abraçando mais forte. Enquanto eu batia uma pra ela, ela rebolava o corpo contra o meu, gemendo cada vez mais. Forte. Eu tava muito tesudo, tinha esperado por isso há semanas, então falei:
— Tira minha coisinha e faz igual da outra vez... — com a intenção de que ela me masturbasse. Jesse desabotoou o cinto do jeans e puxou meu pau pra fora, que já tava durasso. E sem mais, ela abaixou a cabeça e meteu na boca. Não esperava por isso, mas amei, deixei ela fazer o que quisesse.
— Mmmm... mmmmm... mmmm — ela soltava sons enquanto chupava. Eu baixei um pouco a calça dela e deixei a bunda dela no ar, comecei a passar a mão na bunda dela com as minhas mãos. Salivei um dedo e comecei a enfiar no cu dela.
— Mmmmm!!!... mmmm... mmmmmmmmmmm... — ela reclamou no começo, mas depois continuou como se nada. Eu tinha dois dedos meus na buceta dela, entrando e saindo, e outro no cu dela se movendo em círculos. A língua dela no meu pau fazia um bom trabalho, enfiava até onde dava, passava a língua, me punhetava... Jesse aprendia bem rápido a fazer de tudo.
— Aahhh... aahhhh... aahhhhhh... — até que ela tirou meu pau da boca e me punhetou rápido com a mão. Eu tava perto de gozar, então mexi meus dedos mais rápido dentro dela. Aproveitei e enfiei outro dedo no cu dela, e mexi com força. Jesse reagiu a isso, se contorcendo toda.
— Ahhh!!... aaaaahhhh!!!!... AAAAAAAHHH!!!... — ela começou a gozar gritando, enquanto meu pau não aguentou mais e começou a jorrar porra direto na carinha dela. Jesse percebeu e abriu a boca tentando pegar, mas a maior parte lambuzou a cara dela. Depois, ofegante e desesperada, juntava o sêmen do rosto com as mãos e chupava meu pau, comendo toda minha porra rapidinho. Aquela imagem de ver ela desesperada pra engolir tudo me excitou pra caralho, a mina era a amante perfeita, um sonho realizado.
Jesse ficou respirando forte e sorrindo, toda corada. Eu, que depois de ver como ela devorava minha porra gulosamente, ainda tava com o pau durasso.
— Vou te ensinar outra coisa... — falei, e ela me olhou animada. Me aproximei dela e, acariciando a bochecha, comecei a dizer:
–Primeiro vai doer um pouquinho, mas depois vai ser melhor que isso, tá?..– Jesse me olhou meio assustada e sem entender, mas falou “tá bom”, sem me contradizer. Então deitei ela na cama, devagar tirei a calça dela... Depois a calcinha. Ela tava nervosa por ficar pelada na minha frente, mas só me olhava esperando. Acariciei as pernas dela e ela suspirou.
–Senta em cima de mim...– Falei quando ela ficou completamente nua, só tinha umas meias brancas. O corpo dela tremia levemente de emoção e nervoso. E devagar, ela veio e se ajoelhou em cima de mim... Depois sentou e meu pau ficou batendo na barriga dela. Ela respirava ofegante e tremia um pouco mais que antes.
–E agora?...– Ela me falou me olhando. Notei o nervosismo na voz dela, que mal dava pra perceber. Peguei ela pelas nádegas e levantei um pouco, deixando a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela.
–Você vai meter aí? Não... não vai entrar...– Ela falou assustada, mas eu beijei ela e disse.
–Vai entrar sim, primeiro vai doer um pouquinho, se quiser morder meu ombro, morde... mas depois você vai adorar...– Eu dizia, ela me olhava prestando toda a atenção do mundo.
–Agora, vou te abaixando aos poucos, e quando sentir o topo, me fala quando estiver pronta, tá?..– Ela concordou com a cabeça e me abraçou forte pelo pescoço. Era a hora... Abaixei ela um pouco. Se fosse por mim, teria penetrado de uma vez, sem piedade... Mas Jesse era uma coisa tão gostosa, que eu faria do jeito mais suave possível.
–Aahh... aahhhh...– Ela gemeu quando a cabeça entrou. Era tão gostoso estar dentro dela, que tive que me segurar pra não deixar ela cair de uma vez.
–Mmhhhhhhaaa...– Ela gemeu quando abaixei mais um pouco. Tava com os olhos fechados e mordendo os lábios. Depois ela falou: “ahh, ah aí...”. Senti o hímen dela, a pelinha que fazia ela virgem. Não acreditava que ia desvirgar ela, isso era um sonho realizado. Jesse respirava forte, enchendo o peito como se Acabava de correr, tava de olho fechado e me abraçava tão forte que tava me deixando sem ar.
— Pronta?... — falei, ela respondeu “ahã” sussurrando. E de repente, deixei ela cair, enterrando toda minha pica dentro dela.
— Ahhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!... — Ela gritou e cravou as unhas nas minhas costas. Me segurei, porque depois de gritar, Jesse me mordeu o ombro com força. A buceta dela apertava minha pica, sentia as contrações, como se ajustava perfeitamente na grossura do meu pau. Tava quentinho, era uma sensação incrível, não se comparava com nenhuma outra mina. Comecei a beijar ela, ela tava com lágrimas nos olhos, mas aguentava firme como uma rainha. Depois de um tempo, comecei a levantar ela devagar, e depois descia bem devagar, penetrando ela.
— Aahhhhh!!... aahhhh!!!!... — Ela gemia forte, com um pouco de dor. Mas eu continuei, mesmo que me matasse ver ela sofrer assim. Mas minha excitação falava mais alto, então segui descendo e subindo ela. Cada vez um pouquinho mais rápido, deslizando toda minha pica por dentro dela.
— Aaahhhhh... aahhhhhh... — Os gemidos dela foram se acalmando, a dor sumiu. Ela já não me apertava tanto com os braços. E nessa altura, eu tava subindo e descendo ela rapidão. Ela tava com a cabeça encostada no meu peito, e quando percebi, tava se acabando de prazer.
— Aaahh... aahhh... aahhhh... — Deixei ela, ela mesma subia e descia, enfiando minha pica até o talo, tirava de novo, e enterrava de novo sozinha. Jesse começou a subir e descer cada vez mais rápido, ofegando mais forte, me fazendo segurar a gozada.
— Aaaahhh... siiiim... aahhh... ahh... ahh... — Ela gemia sem parar, se esfregando no meu corpo. Eu peguei e meti dois dedos babados no cuzinho dela, que entraram perfeitamente. E depois de um tempo, ela tensionou o corpo, começou a tremer e a gritar, me abraçando forte de novo.
— Aahhhhhhh!!!!!!... — Teve um orgasmo violento, e como eu não aguentava mais, e não queria gozar dentro dela, joguei ela na cama, me ajoelhei por cima dela e Enfiei meu pau na cara dela. Jesse sabia que queria, e engoliu rapidinho... comecei a gozar com jatos enormes na garganta dela. Ela engoliu tudo, sem desperdiçar nada, e continuou chupando meu pau até não sair mais porra nenhuma.
—Uau...— ela disse, ofegante e cansada, quando me deitei ao lado dela, também ofegante. Ela se aninhou do meu lado e disse:
—Foi incrível, nunca senti nada igual...—
—Viu que você ia gostar?..— falei, sorrindo.
—Adorei...— ela respondeu. Depois de descansar um pouco, já era meio-dia. Falei pra gente descer pra comer algo, e depois a gente via o que fazer, mas eu já tinha planos pra tarde. Ela foi no banheiro se lavar e trocar. Vi os lençóis manchados com um pouco de sangue, então desci pro lavabo e coloquei na máquina de lavar, pra sumir com as provas. Se alguém descobrisse que eu tinha desvirginado a gostosona da família, me matavam.
Mesmo assim, eu tava perdido num mundo de tesão, não pensava direito no que tinha feito, nem no que ia fazer, só queria viver o momento e aproveitar ao máximo. Daí a pouco voltei e Jesse saía do banheiro. Tinha tomado banho, cabelo molhado e coberta com uma toalha. Sorri largo ao ver ela.
—Vou me trocar e a gente come algo...— ela disse enquanto abria o guarda-roupa. Tava agindo super natural, aos poucos perdendo aquela timidez característica dela comigo. A lâmpada acendeu na minha cabeça, e falei:
—Jesse, por que não veste o uniforme da escola?— falei, depois do que rolou, me excitava pra caralho transar com ela de uniforme.
—Você gosta?..— ela perguntou, estranhando minha proposta.
—Adoro como fica em você, você fica linda de uniforme...—
—Ah... obrigada...— ela disse, começando a pegar o uniforme no guarda-roupa. Eu vi que tinha outros uniformes também, e perguntei curioso:
—Não tem um uniforme do ano passado?— Ela me olhou sem entender, mas depois olhou pro guarda-roupa e disse:
—Tenho, mas ficam pequenos. Galera, a mãe pode chegar a qualquer hora... - Eu sorri, e Jesse sacou na hora o que eu queria. Com um sorriso safado, pegou outro uniforme e foi pro banheiro.
- Não sai daí, que já volto... - Ela falou enquanto corria e se trancava no banheiro. Esperei ansioso, Jesse me deixava louco, minha pica começou a pulsar dentro da calça, e quando vi ela sair, foi tipo um sonho realizado.
- Cê gostou como ficou em mim?.. Tá bem pequenininho... - Ela perguntou. Eu só sorri: mal dava pra caber no corpinho dela que crescia pra caralho. A saia ficava super curta, quase na altura da bunda, e a camisa colava no corpo marcando os peitos, com a gravata caindo no meio deles. Minha pica pulsou ao ver aquela gostosa na minha frente.
Depois descemos pra cozinha. Vale dizer que quando Jesse descia as escadas, a saia levantava com o jeito dela andar e dava pra ver a bunda toda. Além disso, pude reparar como ela rebolava ao caminhar, como sempre usava roupas largas, nunca tinha visto o jeito dela andar... mas agora percebi que era uma gatinha, pelo jeito que mexia as pernas.
Fizemos uns sanduíches e comemos conversando besteira. Eu não conseguia parar de olhar as pernas dela, ela tava sentada na cadeira e mexia elas igual uma menininha, abria e fechava. Depois, não sei o que foi pegar no armário, que teve que ficar na ponta dos pés... a saia subiu toda, deixando a bunda dela na minha vista, bem na minha frente.
Não aguentei mais, levantei e fiquei atrás dela, abracei ela, encostando todo o meu volume na bunda dela. Ela parou de procurar no armário e se apoiou na pia com as mãos, se deixando apalpar. Minhas mãos percorreram o corpo dela, até ficar massageando os peitos dela. Jesse olhou pra trás, comecei a beijar ela. Ela, além disso, mexia a bunda esfregando no meu volume, me estimulando pra caralho. Uma das minhas mãos já tava apalpando ela na virilha, nossos corpos se moviam se esfregando um no outro.
No meio En meio a isso, agarrei a Jesse e a coloquei contra a mesa. Ela se deitou ali, deixando a bunda empinada e totalmente à minha disposição. Abaixei a cabeça até as pernas dela, puxei a calcinha pra baixo e comecei a lamber a racha dela, fazendo ela gemer.
— Aahhh... siiiim... — Ela ofegava com a cabeça apoiada na mesa. Enfiei uns dedos, e minha língua foi um pouco mais pra cima, até o cu dela. Comecei a lamber, tentando enfiar a língua naquele buraquinho apertado, o único que ainda não tinha estreado.
— Mmm... Aahhh... — Ela continuava, minha língua ia e vinha da buceta dela pro cu, e eu sentia as pernas dela fraquejando de tanto tesão. Tirei meu pau da calça, precisava de ação. Então me levantei, encostei na entrada dos lábios da buceta dela e deslizei pra dentro sem nenhuma dificuldade.
— Aahhhhhhhhhh... — Jesse soltou um suspiro longo quando sentiu ele dentro. Agarrei a cintura dela e comecei a bombar devagar, mas com estocadas fortes. Cada penetração era respondida com um gemido dela, cada vez mais alto.
— Aahhh!!... ahhh!... ahhhh!... aahhh!!... — A velocidade aumentava cada vez mais. Minhas mãos percorriam o corpo dela, até que lambuzei meus dedos de saliva e comecei a passar pelo cu dela, enfiando um sem muita dificuldade.
— Mmmm!!... aahhh... ahh... — Ela não reclamou muito até eu enfiar um segundo dedo. Comecei a movê-los em círculo, tentando abrir o esfíncter dela. Mas meu pau na buceta dela já tava fazendo o trabalho, e não deixava ela reclamar muito.
— Aaahh!... aahhhh!... aaaaaaahhhhhhhhhhhhhh!!!... — Jesse começou a gozar, se agarrando na mesa e arqueando a cintura. Mas eu continuei bombando sem parar nem um segundo. Consegui enfiar um terceiro dedo no cu dela, ela soltou um gemido, mas continuei abrindo o rabo dela. Até que depois de um tempo, me deitei nas costas dela, tirei meu pau da buceta, lambuzei de saliva e encostei na entrada do cu dela.
— Não vai entrar... — Ela disse, ofegante, com os cabelos grudados no rosto de tanto suor. Eu agarrei as mãos dela e imobilizei ela com o corpo. peso do meu corpo e fiz pressão com meu pau, até que a cabeça entrou.
— Aaahhh!!!... dói!!... — ela reclamou, fechando os olhos e apertando os dentes. Mas eu continuei e empurrei um pouco mais, deslizando meu pau só alguns centímetros.
— Haayyyy!!!... tira!!!... dói!!!... ahhhhh!!... — ela reclamava, tentava se mexer e sair, mas eu não deixava, segurava ela firme. Continuei fazendo pressão, meu pau ia enterrando cada vez mais. Sentia como o anelzinho dela apertava meu pau incrivelmente, era muito apertado.
— Só mais um pouco e já era... aguenta... — eu dizia no ouvido dela, vendo que ela já tinha lágrimas nos olhos, apertava os dentes e se segurava na mesa com as mãos, aguentando. Meu pau já estava quase todo dentro, o corpo da Jesse tremia, até que, depois de um tempo e muito suor, entrou completamente.
— Me... ahhhgghh... queima... aahh... — ela reclamava, mas eu deixei meu pau parado lá dentro. Pra aliviar a dor dela, comecei a masturbar ela com a mão. Ela começou a gemer numa mistura de dor e prazer. Meu pau pulsava de tesão nas entranhas dela, minha mente viajava ao saber que eu ia comer a irmãzinha da minha namorada de uniforme escolar...
— Aahhh!!... aagghh!!!... aahhh!!!!... — comecei a bombar, fazendo a Jesse gritar. Eu tirava um pouco devagar meu pau, e enterrava de novo até o talo. Ela respirava que parecia que tava num parto, tinha o rosto todo suado e os cabelos caindo na testa.
— Aaah!!... aahhhh!!... ahhhh!!... — aos poucos eu aumentava as metidas. Desabotoei a camisa dela e tirei os peitos pra fora. E enquanto continuava masturbando ela, comecei a massagear os peitos dela beijando o pescoço. Ela já gemia mais com prazer do que dor.
— Aahhh... aahhhh... ahhhh... — não demorou muito até que eu só ouvia prazer vindo dela, então me dediquei a comer ela de boa. De vez em quando eu tirava meu pau da bunda dela e enfiava de uma vez na buceta... Depois voltava pro cu dela, onde meu pau já entrava deslizando perfeitamente. Adorava sentir minha barriga batendo nas bochechas da bunda dela a cada estocada.
— Cê tá gostando agora, Jesse?... — perguntei, bombando mais forte. Ela dizia “siiiiim” quase sem conseguir falar entre os gemidos. Agarrei a cintura dela com as mãos e fui metendo cada vez mais forte, fazendo ela gritar de prazer. A bunda dela vibrava e engolia meu pau até sumir inteiro. Depois, me deitei por cima dela e agarrei os peitos dela, apertando eles, bombando mais forte enquanto sentia meu orgasmo e o dela chegando.
— Aahhh... ahhh!!... aahhh!!!... aaahhhhhhhhhhhh!!! — Ela começou a gozar num orgasmo da porra, e eu não aguentei mais. Dando umas estocadas fortes que faziam a mesa se mover de lugar, comecei a gozar com uns jorros enormes de porra dentro da bunda dela, enchendo ela toda. Era uma sensação incrível, impossível de descrever. Ficamos ali, ela embaixo e eu deitado nas costas dela por um tempo, ofegando e recuperando o fôlego, suados pra caralho. Meu pau perdeu o tamanho e saiu de dentro dela. Jesse parecia que tinha corrido uma maratona, tava toda exausta.
— Vamo pro quarto pra tu descansar... — falei, e ela sorriu. Quando vi ela andando com dificuldade, peguei ela no colo e carreguei até o quarto dela. Ela enrolou os braços no meu pescoço. Deitei ela na cama, e sem mais, Jesse dormiu, cansada do esforço danado que tinha feito. Fiquei olhando pra ela, sem acreditar que uma coisinha tão pequena podia me dar tanto prazer. Depois fui tomar um banho, tava todo suado, minha meta de desvirgar ela pelos três buracos tava cumprida.
Depois do banho, deitei com Jesse abraçado nela, de conchinha. Ela encaixou a bunda bem contra meu volume, dormindo, e ficamos assim umas horas. Quando acordei, já era umas 5 da tarde. Luciana ia chegar, pelo que imaginei, umas 7 da noite, igual a Jazmín. E os pais delas só de noite. Jesse não Tava na cama, mas ouvi o barulho da água do chuveiro no banheiro. Ela tava tomando banho, então desci pra cozinha, preparei algo pra comer e fui pra sala ver televisão.Capítulo quatro— Já tomei banho duas vezes... — me disse Jesse sentando ao meu lado. Tinha se trocado, agora usava um vestido verde que chegava até os joelhos, mas que insinuava sua figura. Prendeu o cabelo em duas marias-chiquinhas, e tinha um cheiro gostoso de rosas que adorei.
— Como você está se sentindo?... — perguntei, mas ela deu de ombros e rindo disse: “muito bem”. Entendi que não tinha acontecido nada, porque achava que podia ter machucado ela depois de ter comido ela tão selvagemente como fiz na cozinha.
Ficamos vendo TV tranquilos, enquanto eu tomava um refrigerante, ela tinha um pote de sorvete e comia de um jeito muito sensual. Ela obviamente não sabia que fazia isso. Fiquei olhando ela colocar a colherzinha na boca e apertar os lábios. Ou quando escorria um pouco, passava a língua nas mãos. Tava me excitando ver aquilo, até que ela rindo me disse:
— O quê?... — sem entender por que eu tava olhando daquele jeito.
— Gosto muito quando você come sorvete assim... — falei.
— Como, assim?... — disse ela comendo outra colherada, me encarando com seus olhões azuis. Meu pau pulsava dentro da calça, Jesse viu o volume crescendo cada vez mais.
— Coitadinho... agora tô com vontade de comer outra coisa... — disse ela abaixando o zíper da minha calça, e sem mais tirou meu pau que saiu disparado, duro e pronto pra ação.
— Mmmmmmm... Gostou assim?... — disse ela passando a língua e apertando a haste com uma mão.
— Dá uns beijinhos... isso... — Jesse beijava a cabeça do meu pau. Depois, e isso me surpreendeu muito gostosamente, pegou sorvete e lambuzou meu pau com ele. Começou a passar a língua por todo o comprimento, a sensação do sorvete frio e a língua quente dela me enlouqueciam... finalmente, engoliu ele até onde conseguia. Começou a chupar como se tivesse mamando uma mamadeira. Esfregando a língua sem mexer a cabeça. A menina aprendia muito rápido, me provocava sensações muito melhores que qualquer mulher... talvez melhor que a Jasmim.
— Mmmmm... mmm... — Depois, com uma mão peguei no cabelo dela, tirando do rosto, e enquanto ela subia e descia a cabeça, estendi a mão até a bunda dela e comecei a meter uns dedos. Ela ainda estava dilatada, entraram fácil. E o melhor é que a Jesse nem reclamou quando recebeu dois dedos.
Olhei a hora, eram seis da tarde, tínhamos tempo pra mais uma sessão de sexo. A Jesse me chupava devagar, aproveitando todo o comprimento da minha pica com a boca dela. Depois de um tempo, deitei ela no sofá de barriga pra cima, levantei o vestido, tirei a calcinha dela e enfiei a cabeça entre as pernas dela, era a vez dela.
— Aahhh... isso... gosto disso... mmmmaaahhh... — A Jesse começou a gemer, apertando minha cabeça com as pernas. Minha língua ia e vinha na rachinha dela, brincando com o clitóris, metia dedos, ela se contorcia no sofá gemendo sem parar. Até que depois de uns minutos, ela apertou minha cabeça com as pernas que quase me sufocou, tendo um orgasmo poderoso.
Coloquei as pernas dela nos meus ombros e, de uma estocada só, enfiei toda a minha pica na buceta dela.
— Aaahhhhhhhh!!... — Comecei a bombar forte, adorava ouvir ela gritar, ver as tetas dela balançando debaixo do vestido. Fiquei um tempo assim metendo nela, até que virei ela, tirei o vestido, deixando ela nua... e de quatro enfiei minha pica na bunda dela devagar, mas sem dificuldade.
— Aaahhh... devagar... — Ela falou quando comecei a bombar a bunda dela. Segurei ela pela cintura, metia e tirava minha vara da bunda dela. Ela mordia a mão e tinha os olhos fechados. A gente tava assim, transando, quando ouvi um barulho e, olhando rápido pra porta de entrada da sala, vi a Luciana e o namorado dela nos olhando. E o mais chamativo de tudo era que o namorado da Luciana tava com a pica pra fora, se masturbando... e a Luciana tinha a mão dentro da calça jeans, também se tocando.
Isso me excitou pra caralho, ter plateia. Aí comecei a bombar a Jesse mais forte.
— Aahhh!!... aahhh!!... aahhh!!!... — Ela gritava. A Luciana me Olhava com um sorriso nos lábios, segurando uma das tetonas dela e apertando, enquanto com a outra se punhetava com força. Luciana sussurrou algo no ouvido do namorado, e os dois me olharam rindo. Jesse nem percebia isso, tava muito ocupada recebendo meu pau no cu dela com força. Ela mordia os nós dos dedos e tinha a cabeça encostada no chão, de olhos fechados.
— Aaahhh... aahhh... aahhmmmmmmm... mmmm... — Jesse, que tava ofegante de boca aberta, levantou a cabeça por um momento, apoiando os cotovelos no chão... Eu me deitei nas costas dela, penetrando mais forte, e falei no ouvido dela:
— Relaxa, gata... aproveita... você vai ver como vai adorar... — Jesse tentou me afastar um pouco, mas enfiei meus dedos na boceta dela e ela se acalmou. Luciana tinha sentado no colo do namorado num sofá perto da gente. Fiquei do caralho de tesão vendo ela sem a calça jeans, o namorado amassando as tetonas enormes dela e enfiando os dedos sem parar na boceta dela. Luciana punhetava o namorado feito uma louca. Os dois olhando pra gente, como espectadores. Luciana tinha um sorriso safado na cara... vendo eu comer a irmã dela.
— Tá gostando da minha irmãzinha?... — Disse Luciana me abraçando por trás, apoiando a cabeça no meu ombro. Senti as tetonas enormes dela encostadas nas minhas costas.
— Tá gostando da minha irmãzinha? — Ela continuava falando, olhando fixo meu pau entrando e saindo do cu da Jesse. Ela tava de olhos fechados e ainda não tinha percebido nada. O corpinho branco dela tava todo suado e se contorcia toda hora... gozando em vários orgasmos.
— Mmmm!!.... mmmm... mmmm... — Ela ofegava sem parar. A situação era incrível, só faltava a Jazmín chegar e entrar na festa... uma suruba em família.
Luciana acariciava meu corpo, me abraçando por trás, até começou a me beijar com paixão, enfiando a língua até minha garganta. O namorado dela assistia tudo do sofá se masturbando. Ele ria e se surpreendia com o que a gente fazia. Parecia que excitava ele ainda mais. tô beijando a namorada dele. Comecei a chupar os peitões da Luciana. Nossa... eram enormes, tipo duas melancias. Luciana apertava minha cabeça contra ela. Começando a gemer.
-Aahhhh!!...- Gemeu forte a Jesse, ainda de olhos fechados e aguentando a foda. Era foda imaginar a cena. Tava metendo na bunda da Jesse, a princesinha da casa que todo mundo tratava como bonequinha, e ao mesmo tempo, tinha a irmã dela, a Luciana, esfregando os peitos na minha cara. E sem esquecer do namorado dela se masturbando que nem espectador de filme pornô.
-Aahhh!!!!!... aahhh!!!!!... aahhhhh!!!...- Jesse continuava gritando. Acelerei as metidas. Tava segurando Jesse pelas nádegas, cada vez bombava mais rápido, mais forte, e Jesse gritava cada vez mais.
-Aaaaaahhhh!!... aaaaaahhh!!!!... aaaaaahhhh!!!!..- Luciana olhava tudo de perto, e enfiava todos os dedos que podia se masturbando. Até que senti que ia gozar, não aguentava mais. Tirei meu pau de dentro da Jesse. Ela caiu deitada no tapete. Me ajoelhei na frente da Jesse com o pau prestes a explodir na mão, apontando direto pra carinha dela. Quando Jesse me olhou, comecei a gozar com uns jorros enormes de porra. Ela tava confusa, mas quando recebeu os primeiros jorros, abriu a boca e colocou a língua pra fora pra receber a porra que caía na cara dela.
-Aaahmmmmm...- Ela gemia enquanto engolia meu leite instintivamente. Esfreguei meu pau na cara dela. Jesse sozinha abria a boca e enfiava, chupava como se fosse a coisa mais natural do mundo. E naquele momento foi quando ela percebeu que a Luciana, a irmã mais velha dela, tava do lado se masturbando e olhando fixo pra ela.
Luciana, com aquele sorriso safado, se ajoelhou na frente da Jesse e começou a lamber a carinha da irmã, limpando com a língua a porra que escorria. Jesse só ficou lá deitada, quieta no chão. Eu já esperava qualquer coisa depois disso. Ainda mais quando a Luciana começou a beijar a irmãzinha dela... Jesse abriu os olhos. Surpresa ao sentir os lábios da irmã nos seus. Mas depois de um tempo, fechou os olhos e se deixou levar por aquele beijo.
—Incrível, cara! Incrível!— Gritava o namorado da Luciana, gozando no sofá. Comemorava o final de um filme que tinha amado.
Assim que as irmãs se separaram, Luciana pegou a roupa e foi com o namorado dizendo: “Vamos tomar banho!”, nos deixando sozinhos. Jesse acompanhou eles com o olhar, sem entender como é que os dois estavam ali. Me olhou confusa e corada, mas já respirando mais calma. Estava com o cabelo bagunçado e o corpo todo suado. Ela não entendia nada do que tinha acontecido.
—Como você tá se sentindo, Jesse?...— Perguntei, esperando levar um tapa na cara. Mas ela só me olhava. Sentou no tapete, tentando esconder o corpo nu. Tava completamente envergonhada e tímida. Abracei ela e ela enterrou a cabeça no meu peito. Depois de alguns segundos, ela disse…
—É... bem... eles nos olharam o tempo todo, né?...— Perguntou com a voz quase sumindo.
—Sim... mas não vão falar nada. Te prometo. Você gostou do que rolou agora há pouco?...— Perguntei curioso. E ela me olhou, corando, e respondeu…
—Sim... bastante...— E me deu aquele sorriso dela que derrete qualquer um.
Já faz um ano que tô saindo com ela, e transando de todas as formas, menos o sexo anal que já falei, a Jasmim saiu do colégio e eu não tenho mais minha colegial de uniforme. Mas ela ainda veste às vezes o uniforme que já tá pequeno nela quando a gente tá sozinho pra me agradar... uma brincadeira de namorados. Mas depois de um ano de namoro, comecei a ir na casa dela cada vez mais, principalmente nesses últimos meses.
Os pais dela já confiam em mim e sabem que o meu negócio com a filha deles é um relacionamento sério. Mas nessas visitas, quando eu tava no meu papel de namorado visitando a namorada, tinha vezes que a Jasmim não tava, e eu ficava na casa dela esperando. Às vezes, a irmã mais velha da Jasmim, a Luciana, uma gata que é muito gostosa... ou mais que gostosa. É um caminhão com reboque. Meio baixinha, mas tem um corpo do caralho, com duas tetonas enormes, duas melancias, e uma bunda grande e redonda... É uma mulher muito voluptuosa... A Luciana tem namorado, um cara com quem sempre me dei super bem toda vez que vi. Resumindo, como ela e o namorado dela têm quase a minha idade, a gente ficou amigo. Outras vezes, na maioria das vezes que ficava esperando a Jasmim chegar em casa, eu ficava batendo papo ou vendo TV com a irmã mais nova dela, a Jesse… Jesse, nome em homenagem à avó americana (por isso que são todos loiros nessa família), é a princesinha da casa. É a bebê do pai, e cuidam dela como se fosse feita de porcelana fina. A Jesse é uma gatinha que herdou toda a beleza dos pais e das irmãs. Baixinha igual a irmã Luciana (a única alta era a Jasmim), com cabelo loiro ondulado até os ombros, com uns cachos naturais encantadores. Um olhar cor de céu, um sorrisinho charmoso… tem uma carinha de menina inocente e muito bonita. Além disso, o corpo dela já tá tomando forma de um jeito de tirar o fôlego, os peitinhos dela em menos de um ano incharam de uma vez, e são até um pouco maiores que os da Jasmim. Mas os pais vestem ela com roupas largas pra esconder o corpo da “princesinha”… mas eu consegui ver ela de lingerie uma vez que entrei sem bater no banheiro de casa. A Jesse tava se despindo pra tomar banho, bem na hora que eu abri a porta e vi. Um corpo perfeito, peitos não muito grandes, mas que em alguns anos vão ser, uma cinturinha fina e estreita, e uma bunda redondinha e firme… tudo numa pele branca como leite, perfeita. Desde aquela vez, umas semanas atrás, comecei a olhar pra irmãzinha da minha namorada com mais atenção.
E o grande fator que faz a menina ser devorada pelos meus olhos é que ela vai pro colégio, um colégio particular, onde anos antes as irmãs estudaram. E por isso, ela é a única da família que ainda usa uniforme escolar. Se somarmos isso com minha adição por saias curtas…
Se tô com ela, a gente vê TV, a Jesse gosta de filmes românticos, música calma, lê poesia… É tímida, não fala palavrão… adora cuidar do jardim… enfim, é uma menina amorosa, inocente e ingênua…
Adoro ver ela sorrir quando conto uma piada. Ela sorri de um jeito… Enternecedora, levando a mãozinha na boca e mordendo o dedo indicador. Além disso, ela adora quando eu falo da minha faculdade, como estudo desenho artístico na Faculdade de Belas Artes, a Jesse ficou fascinada com isso. Ela me olha fixamente quando falo dos meus estudos, analisando o sentimento das pinturas clássicas e do artista que eu sou, uma puta mentira, mas adoro bancar o boêmio pras minas.Capítulo DoisEste ano, pro Dia do Amigo, eu tinha dado pra Jesse um colar hippie que comprei na rua por menos de dois reais. Ela me abraçou forte quando eu entreguei, falando: "aii... que lindo, valeu!!". Desde aquele dia ela nunca mais tirou, vive usando ele. Jazmín me fala, brincando, que a irmãzinha dela se apaixonou por mim, e fica me zoando pra eu não aproveitar disso, ainda mais porque eu curto colegiais, mas sempre na brincadeira.
E em uns meses vendo a Jesse direto, acabei me apegando a ela, pegando bastante intimidade. Ela me contava as coisas dela, dizia que eu era o único que realmente a entendia. Que tinha poucas amigas, e que tava percebendo que os pais dela cuidavam demais dela (mais que demais talvez pra idade dela) e ela não podia fazer nada. Que as amigas dela já saíam sozinhas pra se divertir, algumas já tinham namorado... e ela sempre tinha que ficar em casa. "Você é muito pequena ainda" falavam os pais dela, sem considerar que a menina deles já tava grande.
— Nem consigo comprar a roupa que eu gosto... — Ela me disse uma vez. Eu até entendia mais ou menos os pais dela, se a Jesse começasse a sair e usar roupas mais provocantes... A casa ia virar um formigueiro de pretendentes.
— E na escola não tem ninguém que você curte? Algum namoradinho?... — Eu tinha perguntado uma vez enquanto esperava a Jazmín. Eu e a Jesse estávamos vendo MTV, entediados.
— Nãao... não gosto de ninguém da escola... — Ela disse, baixando a cabeça e se desculpando rápido. A Jesse raramente me olhava fixo nos olhos, e dessa vez, além disso, ela ficou vermelha que nem um tomate.
— Mas você deve ter um monte de apaixonados, porque você é mó gostosa... O que que esses caras de hoje têm? — Eu falava pra ela. Mas isso eu sempre dizia, achava ela uma mina muito bonita de verdade. E sempre gostei de ver ela corar quando eu só falava "que linda que você tá".
— Ai, valeu, mas não, ninguém que eu saiba... — Ela respondia, meio triste e um pouco menos vermelha.
— Qual é, você não gosta de Ninguém?... – Continuei eu, mas ela só me olhou de relance e balançou a cabeça que sim, já toda vermelha. Percebi que ela apertava as mãos e as torcia, igual faz quando está nervosa.
– Não posso te contar... – Jesse sussurrou, e eu entendi que não devia perguntar mais. Nós dois estávamos sentados num sofá de três lugares, um do lado do outro. Ela tinha chegado da escola fazia menos de uma hora e estava de uniforme: uma camiseta branca com saia e gravata xadrez. Eu olhava pra ela e, na minha mente perversa e cheia de fantasia, imaginava ela fazendo um strip-tease pra mim... Mas essa imagem eu apagava rápido da cabeça, ela era a irmãzinha da minha namorada.
– Eu... eu... – Ela começou a gaguejar depois de alguns segundos de silêncio. De repente, começou a soluçar. Eu não sabia o que fazer, meu coração se partia vendo ela daquele jeito. Ela tentava me dizer alguma coisa, e eu me senti a pior pessoa do mundo por causar aquilo.
– É ruim... eu... – Ela continuava tentando falar, enquanto os olhinhos azuis dela se enchiam de lágrimas. Passei meu braço em volta dela, puxei pra perto e abracei. Jesse se agarrou em mim com força, enfiando a cabeça no meu ombro, soluçando. Até aquele momento, eu estava todo derretido pela garota... Mas ao ter ela nos meus braços, apertando ela com uma mão nas costas e outra na cintura, comecei a ficar excitado. Tentei me afastar dela, mas só mentalmente, porque meus braços não reagiam, continuavam apertando ela.
– O que é ruim?... – Perguntei, começando a acariciar a cabeça dela, enquanto com a outra mão passava nas costas dela. Era tão gostoso... cheirava tão bem... tinha um perfume suave de flores que tava me deixando louco.
– É que... é que... – Jesse disse, e aí levantou um pouco a cabeça e me olhou nos olhos. Os olhos dela estavam cheios de lágrimas, os lábios carnudos dela estavam bem perto dos meus. Eu não conseguia me controlar, ver aquela coisinha tão gostosa nos meus braços, tão perto, tava me descontrolando.
– O quê?... – Falei, enxugando umas lágrimas das bochechas dela. Suavemente com minha mão, ela suspirava. Depois arrumei uma mecha de cabelo atrás da orelha dela... Não conseguia me controlar, tava fazendo o esquema do amigo consolador, e sabia bem onde aquilo ia dar.
— É que... você... eu gosto de você... e... — Eu não acreditava, a Jasmim me zoava com isso, mas nunca levei a sério. Nunca pensei de verdade que aconteceria se o Jesse gostasse de mim. Fantasiava, como qualquer homem faz com uma gostosa... Minha mente perversa dizia pra eu aproveitar a situação.
— É errado, porque você tá saindo com a Jasmim... — Ela continuava se abrindo. Tava tão perto de mim que, sem pensar, fui me aproximando mais do Jesse, ela de mim, até que eu beijei ela suavemente. Ela suspirou e parou de gaguejar, parecia drogada. Segurei o rosto dela com as mãos e continuei beijando. Os lábios dela eram muito macios, me enlouqueciam, a cada segundo eu beijava com mais paixão. Apertei ela mais contra meu corpo, segurando pela cintura. Os peitos dela se apertavam no meu peito. Ela suspirou e abriu a boca, eu coloquei minha língua. O Jesse começou a beijar com a língua de um jeito desajeitado. Eu morria de prazer ao sentir que ela era tão inexperiente. A língua dela girava em volta da minha, e a minha se metia em todos os cantos da boca dela. A gente não parava de se beijar.
Eu tava fora de mim... Devagar, fui deitando ela no sofá, até deixar ela deitada sem parar de beijar. Uma das minhas mãos foi até as pernas dela e começou a percorrer, esfregando as coxas. A outra acariciava a barriga dela, se metia por baixo da camisa do colégio...
— Mmmm... aahh... não... para... ahhh... — Sussurrava o Jesse quando minha boca não tava contra a dela... Mas ela falava de um jeito tão pouco convincente que me incentivava mais a continuar apalpando. Comecei a beijar o pescoço dela, minhas mãos percorriam o corpinho macio e firme dela. Minha mão chegou na buceta dela, deslizando por baixo da saia. O Jesse não resistia, só se contorcia no sofá debaixo do meu corpo. Tava tão debaixo de mim que tava totalmente à minha disposição.
— Aahhhhhhh... — Ela gemeu. quando comecei a esfregar a buceta dela por cima do pano da calcinha. Minha outra mão tinha entrado por baixo da blusa dela e massageava um dos peitos dela... Deus, eram maiores que os da minha namorada, mais durinhos, mais macios...
-Aaahh... não... para... ahh...- Ela continuava ofegante, Jesse se contorcendo, arqueando as costas por causa das minhas esfregadas na calcinha dela. Meus dedos rápidos entraram por baixo do tecido, e não tiveram problema em encontrar a vulva dela, depois o clitóris, pra começar a brincar com ele. Minha outra mão tinha desabotoado uns botões da blusa dela, puxado um peito pra fora... Eu beliscava de leve o mamilo dela, durinho como uma espinha.
-Aahhh... aahhhh... aahhh...- Jesse gemia, agarrada com as mãos no sofá. Os gemidos dela me enlouqueciam, eu não conseguia parar. Meu pau tava prestes a explodir dentro da calça. Meus dedos já estavam enfiados lá dentro da buceta dela, toda molhada, dois deles entrando e saindo. Abri mais a blusa dela e puxei o outro peito pra fora, abaixando o sutiã. Comecei a chupar eles, mamar, morder. Jesse gemia cada vez mais forte. Ela me envolvia com as pernas e apertava minha cabeça contra os peitos dela, afundando ela nas tetas dela.
-Aaah... aahhhh!!... ahhh!!...- Ela tava prestes a gozar, eu sabia. Eu tava super excitado, fervendo. Então puxei como pude meu pau pra fora da calça. Peguei a mão de Jesse e levei até meu pênis. Ela segurou sem frescura, já nem sabia mais o que tava fazendo... Comecei a mover a mão dela, pra ela me bater uma. A mãozinha dela era macia, apertava de um jeito que tava quase me fazendo gozar. Enquanto continuava chupando os peitos dela, soltei a mão dela e ela sozinha continuou me batendo uma. Eu seguia com a minha mão agora que ela tava me satisfazendo... Enfiava meus dedos na boceta dela mais rápido, fazendo ela gritar. Jesse apertava meu pau mais forte e mexia mais rápido, os movimentos atrapalhados dela me encantavam.
-Aahhh!!... aahhhh!!!... -Ela começou a tremer, a gritar, a mão que não tava me batendo uma cravou as unhas nas minhas costas. Ela tava gozando. Eu não aguentava mais, era demais o que tava rolando. A mãozinha dela Jesse apertava tanto minha pica, que comecei a gozar nela, lambuzando a mão dela toda de porra. Ficamos ofegantes, eu por cima dela, ela me abraçando. Depois comecei a beijá-la de novo. Ela correspondeu apaixonadamente, aprendeu a beijar em menos de 20 minutos, era inacreditável. Não podia acreditar que tinha feito aquilo com a irmãzinha da minha namorada, a menina da família, a bebê do meu sogro.
Jesse me olhava encantada, depois levou a mão ao rosto e olhou, estava escorrendo minha porra. Eu estava por cima dela acariciando seus seios esplêndidos e pernas com as mãos, adorava tocar seu corpinho de pele de seda.
— O que é isso? — perguntou ingenuamente. Eu sorrindo disse, sem parar de tocá-la, porque via que ela continuava gemendo e respirando forte por causa dos meus amassos.
— É minha porra, prova que vai gostar... — Olhei expectante... Jesse, sem hesitar, levou a mão ao rosto. Cheirou um pouco, e esticando a língua, passou pelos dedos.
— Humm... não é ruim... — Isso me enlouqueceu, fazendo minha pica começar a crescer de novo. Eu olhava fixamente enquanto ela começava a enfiar os dedinhos na boca... engolia toda minha porra, chupava os dedos, passava a língua pela mão até deixá-la limpa e brilhante. A menina era incrível. Eu estava louco, pensando no que poderia fazer com ela.
Sentei no sofá, com a pica pra fora e completamente dura. Jesse me imitou, sentou-se, toda despenteada e com os peitos pra fora da camisa, mas parecia não se importar. Só olhava pra mim, mas quando viu minha pica ficou encarando, com a respiração ofegante.
— Por que tá assim, tão... grande?... — perguntou ingenuamente. Eu olhava pra ela, me excitava mais ver que estava com os peitos de fora, com a gravata do colégio caindo no meio dos peitos, com a saia enrolada, mostrando todas as pernas... e era tão inocente... não entendia nada de nada. Era como se vivesse numa bolha de vidro.
— Tá assim por sua causa... — falei, e ela sorriu feito bobo.
—Nunca tinha visto um pau duro?... — Jesse, com toda a naturalidade de uma menina, balançou a cabeça que não. Eu não acreditava, ela era tão inocente que eu podia falar o que quisesse e ela ia acreditar... No fundo, não sabia de nada.
—Nunca vi... um pau assim... só numa foto de um menino... — Ela falou como quem diz algo sem importância. Eu, sorrindo e aproveitando o que tinha rolado, vendo que Jesse ainda estava excitada, falei:
—Você faria algo por mim?...
—O quê? — Ela perguntou, na expectativa.
—Chupava? Isso ia me deixar muito feliz... — Jesse me olhou confusa, com certeza não fazia ideia do que era sexo oral. Eu peguei meu pau com a mão e comecei a bater uma.
—E isso é certo? Por que você fica esfregando assim? — Ela perguntou, inocente. Deus, isso era demais pra mim.
—Tô me masturbando, nunca fez isso?... — Jesse balançou a cabeça, sorrindo. E eu expliquei, sem parar de me masturbar. Como era possível que ela não soubesse de nada?
—Senta, abre as pernas, e passa seus dedinhos onde eu toquei agora... — Ela me olhou e fez sem reclamar. Soltou uma risadinha ao sentir as sensações.
—Aaahhh... Tá fazendo cócegas!... — Disse, se tocando mais rápido. Eu não entendia como ela nunca tinha se masturbado, mas isso não importava muito. Eu batia uma vendo a menina enfiar os dedinhos na frente de mim sem problema nenhum.
—Tá gostando do que faz?...
—Sim... aah... muito... — Ela dizia, mal se segurando. Peguei a mão livre dela e levei até meu pau. Jesse segurou e, sem eu falar nada, começou a descer e subir, me masturbando enquanto ela mesma se tocava.
—Aprendeu rápido... — Falei, e ela riu, ficando vermelha. Os gemidos suaves aumentavam, ela estava se perdendo num mundo novo, antes desconhecido pra ela. E eu queria que ela me chupasse, queria isso de qualquer jeito. Devagar, peguei a cabeça dela e puxei pro meu pau. Jesse se deixou levar. Até que deixei o rosto dela a centímetros da minha rola. Ela não parava de se tocar e de me masturbar.
—Abre a boquinha e Chupa ela, Jesse...
- Ela não fez nada, mas eu forcei um pouco a cabeça dela, apertando entre os lábios dela e a cabeça da minha pica. Quando ela abriu a boca pra ofegar, enfiei minha pica na boca dela, devagar, até a metade.
- Mmmmmm... mmmmmm... - Jesse gemeu. Suspirei ao sentir a língua dela roçando minha pica, saboreando. Estiquei a mão até a bunda dela e comecei a acariciar. Com a outra mão, comecei a subir e descer a cabeça dela devagar, deslizando minha pica pela boquinha dela.
Ela chupava sem saber direito o que fazer, mas não me mordia. Sem eu falar nada, ela mamava minha pica. Minha mão se juntou com a dela na buceta dela... nossos dedos se entrelaçavam dentro da caverna dela.
- Mmmm... mmmmmm... - ela mamava espetacularmente, desajeitada e inocente, e eu amava isso. Acariciava a cabeça dela. Ia mostrando o que fazer. Ela segurava minha pica com uma mão na base, tirava da boca e passava a língua como eu mandava, me chupava as bolas, me punhetava com a mão... Engolia até onde conseguia. Fazia tudo ofegando e respirando forte, por causa da mão dela e da minha que a masturbavam rápido.
- Mmm.... aahhh!!... aahhhhhh!!!... - Ela gritou tirando minha pica da boca, num orgasmo. Depois enfiou meu pau de novo na boca e chupou mais rápido. Eu tentava enfiar um dedo na bunda dela. Salivei, friccionei o esfíncter dela, até deslizar um pouco pra dentro das entranhas. Jesse reclamou um pouco, mas aparentemente gostou, porque me deixou continuar.
- Mmmm... mmm!!... MMM!!... - Ela ofegava chupando minha pica, até eu sentir que ia gozar, então segurei a cabeça dela firme, enfiando até a garganta. Um dedo meu se mexia, entrando e saindo do cu dela. Ela se punhetava enquanto eu começava a gozar na boca dela. Jesse começou a sugar, pra não se engasgar com meu leite, aí soltei a cabeça dela e ela tirou minha pica da boca, e uns jatos espirraram na cara dela enquanto ela gritava em outro orgasmo.
- Aaahhhhhhh!!!!!!!... - Ela gemeu, e depois... Passar a mão no rostinho dela... Juntei o meu gozo que escorria ali, e levei à boca dela, comendo meu leite gulosamente, com um sorriso no rosto. Depois fiquei recuperando o fôlego deitada nas minhas pernas. Eu tirei meu dedo do cu dela e fiquei contemplando. Tinha sido o melhor sexo da minha vida, e olha que nem tinha penetrado ela.
— Foi bom assim?... — ela perguntou. Eu ri, falei que sim. Depois, enquanto ela arrumava a roupa e eu também, expliquei que ela não devia contar nada do que tinha acontecido.
— ... Mas quando a gente estiver sozinho, a gente faz de conta que é namorado como hoje, quantas vezes você quiser...
— Sério???... Mas se a Jazmín descobrir, ela vai ficar puta com você... e comigo... — ela falou meio triste e assustada. Ela, com toda a inocência que tinha, nem sabia direito o que tinha feito. — Se você não contar nada, eu também não... — E a Jesse me olhou sorrindo. Dei um beijo nos lábios dela, e ela sussurrou no meu ouvido: "tô muito feliz".
— Mal posso esperar pra gente ficar sozinho de novo... — ela disse enquanto ia pro banheiro se trocar. Eu fiquei no sofá todo suado.
Minha mente corria a mil, podia fazer o que quisesse com a Jesse. Ela tava disposta a tudo. Além disso, era ingênua e não sabia de nada, e eu podia ensinar tanta coisa pra ela... Desde aquele dia, ela virou minha coleguinha favorita. Se eu tava sozinho em casa, batia uma pensando nela, esperando ansioso por um novo encontro, mal via a hora de transar com ela... meter em todos os buracos dela. E minha mente viajava, imaginava a Jesse e a Jazmín juntas comigo, as duas irmãs me chupando o pau... ou melhor, as três, as três irmãs juntas... Desde aquele dia fiquei obcecado pela Jesse, e toda vez que transava com a Jazmín, imaginava que era a Jesse. Não tinha parado de amar a Jazmín, mas a Jesse era um sonho realizado. E o próximo encontro rolou duas semanas depois.
Eu tava explodindo de tesão pela Jesse, me deixava louco de vontade. As vezes que ia na casa da Jazmín e via ela, a gente trocava olhares cheios de insinuação. A Jazmín nem percebia nada disso. Aproveitava qualquer momento pra passar a mão nela um pouco. Se a Jazmín tava no quarto dela, eu descia pra cozinha ou ia no banheiro de propósito pra trombar com a Jesse. Se desse sorte e ninguém tivesse olhando, eu agarrava ela, apertava contra o meu corpo e dava um beijo apaixonado nela. Ela sempre se deixava fazer... Eu passava a mão na bunda e nos peitos dela, e ela suspirava. Mas eram encontros rápidos. Além disso, eu gostava de deixar ela assim, toda excitada, a Jesse, pra quando a gente tivesse tempo de sobra... Ela ia estar explodindo igual a mim.
Era um jogo pra mim. Eu amava a Jazmín, mas a irmã dela me deixava doido. Não pensava sério no que tava fazendo ou nas consequências... Não pensava porque não queria...Capítulo TrêsE num fim de semana, um sábado de manhã, eu ia passar pra buscar a Jazmín pra sair. Mas ela me ligou no celular falando que não podia até a tarde, porque tinha que fazer um trabalho da faculdade. Faltavam umas 7 horas até a tarde. Eu sabia que geralmente nos sábados os pais da Jazmín não estavam até a noite, mas às vezes a Luciana tava. Então falei pra Jazmín.
— Já tô indo praí, te espero na sua casa... — Era mentira, eu tava na minha casa.
— Beleza, me espera se não te incomodar, tão aqui o Jesse e a Luciana pra te entreter... — Ela falou rindo e meu rosto se iluminou. Eu também sabia que a Luciana provavelmente ficava com o Jesse porque os pais delas não queriam que o Jesse ficasse sozinha. Protegiam ela de um jeito incrível. E se eu fosse, talvez me deixassem o Jesse sob meus cuidados.
Fui pra casa e quem me atendeu foi a Luciana. Que puta gostosa. A Luciana parecia aquelas pornstars americanas. Pura voluptuosidade e cara de gatinha. Tava com uns jeans apertados que marcavam toda a bunda impressionante que ela tinha, os peitões dela pareciam que iam explodir na camiseta que ela usava. O namorado dela também tava lá, e a gente começou a conversar na sala os três.
Não via o Jesse, provavelmente tava no quarto dela. A Luciana e o namorado, na conversa, me falaram cúmplices: se eu ficasse na casa com o Jesse, eles podiam sair. Eu, fingindo que tava fazendo um favor, falei que tava de boa, que ficava cuidando do Jesse. Por dentro, eu pulava de alegria.
— A gente volta antes das 7, o Jesse tá no quarto dela, avisa pra ela não abrir a boca... mas ela confia em você. — A Luciana falou e me deu um beijo na bochecha... adorei ter ela perto de mim.
— Não façam sacanagem!... — Falei enquanto eles iam embora e eles riram. Finalmente tava sozinho com o Jesse, tinha a tarde toda. Sem fazer barulho, subi as escadas até o quarto dela. A porta tava fechada, mas dava pra ouvir que ela tinha colocado um CD da Norah Jones, romântica a menina. Abri a porta bem Devagar, eu a vi. Ela estava deitada na cama, lendo um livro. Uma gostosa, vestindo um shortinho azul esportivo e uma camiseta rosa soltinha, que deixava a barriguinha de fora. Ela me viu e sorriu largo. De um pulo, saiu da cama e me abraçou.
— Oiiii!... O que você tá fazendo aqui? — falou, me dando um beijo na bochecha.
— Sou seu babá. Luciana saiu com o namorado e a gente vai ficar sozinho até de tarde... — falei sorrindo. Ela riu e me abraçou forte. Subindo na ponta dos pés, me deu um beijo suave nos lábios. Depois de uns segundos, peguei ela pelas nádegas, massageando. Ela me olhou com aquele olhar diferente de quem tá apaixonado, e a gente sentou na cama pra conversar. Jesse se aninhou no meu ombro, eu abracei ela, acariciando. Dava pra ver que ela adorava ser mimada.
— O que você tava lendo? — perguntei.
— Um romance onde uma garota se apaixona por um senhor mais velho, e todo mundo é contra, mas eles se amam... — ela contou animada. Era bem romântica e melosa, acreditava em príncipe encantado e finais felizes.
A gente continuou conversando sobre essas bobagens que ela gostava, enquanto eu, com uma mão, brincava com os cachos do cabelo loiro dela e, com a outra, acariciava as pernas dela. Até que eu levei a conversa pra assuntos mais íntimos. Jesse começou a me contar o que tinha feito depois daquela tarde.
— ...Comecei a fazer o que você me ensinou... — ela disse, tímida. — ...E agora não consigo parar, faço toda noite... — Tava ficando vermelha.
— É normal, é uma coisa boa... — falei, tranquilizando ela, enquanto minhas mãos esfregavam as pernas dela, bem perto da buceta.
— Quer que eu faça agora? — sussurrei no ouvido dela. Ela deitou a cabeça no meu peito e balançou a cabeça que sim. Então, devagar, enfiei minha mão dentro do shortinho dela, dentro da calcinha de algodão, e comecei a tocar ela.
— Ahhh... sim... eu gosto... — ela gemeu, me abraçando mais forte. Enquanto eu batia uma pra ela, ela rebolava o corpo contra o meu, gemendo cada vez mais. Forte. Eu tava muito tesudo, tinha esperado por isso há semanas, então falei:
— Tira minha coisinha e faz igual da outra vez... — com a intenção de que ela me masturbasse. Jesse desabotoou o cinto do jeans e puxou meu pau pra fora, que já tava durasso. E sem mais, ela abaixou a cabeça e meteu na boca. Não esperava por isso, mas amei, deixei ela fazer o que quisesse.
— Mmmm... mmmmm... mmmm — ela soltava sons enquanto chupava. Eu baixei um pouco a calça dela e deixei a bunda dela no ar, comecei a passar a mão na bunda dela com as minhas mãos. Salivei um dedo e comecei a enfiar no cu dela.
— Mmmmm!!!... mmmm... mmmmmmmmmmm... — ela reclamou no começo, mas depois continuou como se nada. Eu tinha dois dedos meus na buceta dela, entrando e saindo, e outro no cu dela se movendo em círculos. A língua dela no meu pau fazia um bom trabalho, enfiava até onde dava, passava a língua, me punhetava... Jesse aprendia bem rápido a fazer de tudo.
— Aahhh... aahhhh... aahhhhhh... — até que ela tirou meu pau da boca e me punhetou rápido com a mão. Eu tava perto de gozar, então mexi meus dedos mais rápido dentro dela. Aproveitei e enfiei outro dedo no cu dela, e mexi com força. Jesse reagiu a isso, se contorcendo toda.
— Ahhh!!... aaaaahhhh!!!!... AAAAAAAHHH!!!... — ela começou a gozar gritando, enquanto meu pau não aguentou mais e começou a jorrar porra direto na carinha dela. Jesse percebeu e abriu a boca tentando pegar, mas a maior parte lambuzou a cara dela. Depois, ofegante e desesperada, juntava o sêmen do rosto com as mãos e chupava meu pau, comendo toda minha porra rapidinho. Aquela imagem de ver ela desesperada pra engolir tudo me excitou pra caralho, a mina era a amante perfeita, um sonho realizado.
Jesse ficou respirando forte e sorrindo, toda corada. Eu, que depois de ver como ela devorava minha porra gulosamente, ainda tava com o pau durasso.
— Vou te ensinar outra coisa... — falei, e ela me olhou animada. Me aproximei dela e, acariciando a bochecha, comecei a dizer:
–Primeiro vai doer um pouquinho, mas depois vai ser melhor que isso, tá?..– Jesse me olhou meio assustada e sem entender, mas falou “tá bom”, sem me contradizer. Então deitei ela na cama, devagar tirei a calça dela... Depois a calcinha. Ela tava nervosa por ficar pelada na minha frente, mas só me olhava esperando. Acariciei as pernas dela e ela suspirou.
–Senta em cima de mim...– Falei quando ela ficou completamente nua, só tinha umas meias brancas. O corpo dela tremia levemente de emoção e nervoso. E devagar, ela veio e se ajoelhou em cima de mim... Depois sentou e meu pau ficou batendo na barriga dela. Ela respirava ofegante e tremia um pouco mais que antes.
–E agora?...– Ela me falou me olhando. Notei o nervosismo na voz dela, que mal dava pra perceber. Peguei ela pelas nádegas e levantei um pouco, deixando a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela.
–Você vai meter aí? Não... não vai entrar...– Ela falou assustada, mas eu beijei ela e disse.
–Vai entrar sim, primeiro vai doer um pouquinho, se quiser morder meu ombro, morde... mas depois você vai adorar...– Eu dizia, ela me olhava prestando toda a atenção do mundo.
–Agora, vou te abaixando aos poucos, e quando sentir o topo, me fala quando estiver pronta, tá?..– Ela concordou com a cabeça e me abraçou forte pelo pescoço. Era a hora... Abaixei ela um pouco. Se fosse por mim, teria penetrado de uma vez, sem piedade... Mas Jesse era uma coisa tão gostosa, que eu faria do jeito mais suave possível.
–Aahh... aahhhh...– Ela gemeu quando a cabeça entrou. Era tão gostoso estar dentro dela, que tive que me segurar pra não deixar ela cair de uma vez.
–Mmhhhhhhaaa...– Ela gemeu quando abaixei mais um pouco. Tava com os olhos fechados e mordendo os lábios. Depois ela falou: “ahh, ah aí...”. Senti o hímen dela, a pelinha que fazia ela virgem. Não acreditava que ia desvirgar ela, isso era um sonho realizado. Jesse respirava forte, enchendo o peito como se Acabava de correr, tava de olho fechado e me abraçava tão forte que tava me deixando sem ar.
— Pronta?... — falei, ela respondeu “ahã” sussurrando. E de repente, deixei ela cair, enterrando toda minha pica dentro dela.
— Ahhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!... — Ela gritou e cravou as unhas nas minhas costas. Me segurei, porque depois de gritar, Jesse me mordeu o ombro com força. A buceta dela apertava minha pica, sentia as contrações, como se ajustava perfeitamente na grossura do meu pau. Tava quentinho, era uma sensação incrível, não se comparava com nenhuma outra mina. Comecei a beijar ela, ela tava com lágrimas nos olhos, mas aguentava firme como uma rainha. Depois de um tempo, comecei a levantar ela devagar, e depois descia bem devagar, penetrando ela.
— Aahhhhh!!... aahhhh!!!!... — Ela gemia forte, com um pouco de dor. Mas eu continuei, mesmo que me matasse ver ela sofrer assim. Mas minha excitação falava mais alto, então segui descendo e subindo ela. Cada vez um pouquinho mais rápido, deslizando toda minha pica por dentro dela.
— Aaahhhhh... aahhhhhh... — Os gemidos dela foram se acalmando, a dor sumiu. Ela já não me apertava tanto com os braços. E nessa altura, eu tava subindo e descendo ela rapidão. Ela tava com a cabeça encostada no meu peito, e quando percebi, tava se acabando de prazer.
— Aaahh... aahhh... aahhhh... — Deixei ela, ela mesma subia e descia, enfiando minha pica até o talo, tirava de novo, e enterrava de novo sozinha. Jesse começou a subir e descer cada vez mais rápido, ofegando mais forte, me fazendo segurar a gozada.
— Aaaahhh... siiiim... aahhh... ahh... ahh... — Ela gemia sem parar, se esfregando no meu corpo. Eu peguei e meti dois dedos babados no cuzinho dela, que entraram perfeitamente. E depois de um tempo, ela tensionou o corpo, começou a tremer e a gritar, me abraçando forte de novo.
— Aahhhhhhh!!!!!!... — Teve um orgasmo violento, e como eu não aguentava mais, e não queria gozar dentro dela, joguei ela na cama, me ajoelhei por cima dela e Enfiei meu pau na cara dela. Jesse sabia que queria, e engoliu rapidinho... comecei a gozar com jatos enormes na garganta dela. Ela engoliu tudo, sem desperdiçar nada, e continuou chupando meu pau até não sair mais porra nenhuma.
—Uau...— ela disse, ofegante e cansada, quando me deitei ao lado dela, também ofegante. Ela se aninhou do meu lado e disse:
—Foi incrível, nunca senti nada igual...—
—Viu que você ia gostar?..— falei, sorrindo.
—Adorei...— ela respondeu. Depois de descansar um pouco, já era meio-dia. Falei pra gente descer pra comer algo, e depois a gente via o que fazer, mas eu já tinha planos pra tarde. Ela foi no banheiro se lavar e trocar. Vi os lençóis manchados com um pouco de sangue, então desci pro lavabo e coloquei na máquina de lavar, pra sumir com as provas. Se alguém descobrisse que eu tinha desvirginado a gostosona da família, me matavam.
Mesmo assim, eu tava perdido num mundo de tesão, não pensava direito no que tinha feito, nem no que ia fazer, só queria viver o momento e aproveitar ao máximo. Daí a pouco voltei e Jesse saía do banheiro. Tinha tomado banho, cabelo molhado e coberta com uma toalha. Sorri largo ao ver ela.
—Vou me trocar e a gente come algo...— ela disse enquanto abria o guarda-roupa. Tava agindo super natural, aos poucos perdendo aquela timidez característica dela comigo. A lâmpada acendeu na minha cabeça, e falei:
—Jesse, por que não veste o uniforme da escola?— falei, depois do que rolou, me excitava pra caralho transar com ela de uniforme.
—Você gosta?..— ela perguntou, estranhando minha proposta.
—Adoro como fica em você, você fica linda de uniforme...—
—Ah... obrigada...— ela disse, começando a pegar o uniforme no guarda-roupa. Eu vi que tinha outros uniformes também, e perguntei curioso:
—Não tem um uniforme do ano passado?— Ela me olhou sem entender, mas depois olhou pro guarda-roupa e disse:
—Tenho, mas ficam pequenos. Galera, a mãe pode chegar a qualquer hora... - Eu sorri, e Jesse sacou na hora o que eu queria. Com um sorriso safado, pegou outro uniforme e foi pro banheiro.
- Não sai daí, que já volto... - Ela falou enquanto corria e se trancava no banheiro. Esperei ansioso, Jesse me deixava louco, minha pica começou a pulsar dentro da calça, e quando vi ela sair, foi tipo um sonho realizado.
- Cê gostou como ficou em mim?.. Tá bem pequenininho... - Ela perguntou. Eu só sorri: mal dava pra caber no corpinho dela que crescia pra caralho. A saia ficava super curta, quase na altura da bunda, e a camisa colava no corpo marcando os peitos, com a gravata caindo no meio deles. Minha pica pulsou ao ver aquela gostosa na minha frente.
Depois descemos pra cozinha. Vale dizer que quando Jesse descia as escadas, a saia levantava com o jeito dela andar e dava pra ver a bunda toda. Além disso, pude reparar como ela rebolava ao caminhar, como sempre usava roupas largas, nunca tinha visto o jeito dela andar... mas agora percebi que era uma gatinha, pelo jeito que mexia as pernas.
Fizemos uns sanduíches e comemos conversando besteira. Eu não conseguia parar de olhar as pernas dela, ela tava sentada na cadeira e mexia elas igual uma menininha, abria e fechava. Depois, não sei o que foi pegar no armário, que teve que ficar na ponta dos pés... a saia subiu toda, deixando a bunda dela na minha vista, bem na minha frente.
Não aguentei mais, levantei e fiquei atrás dela, abracei ela, encostando todo o meu volume na bunda dela. Ela parou de procurar no armário e se apoiou na pia com as mãos, se deixando apalpar. Minhas mãos percorreram o corpo dela, até ficar massageando os peitos dela. Jesse olhou pra trás, comecei a beijar ela. Ela, além disso, mexia a bunda esfregando no meu volume, me estimulando pra caralho. Uma das minhas mãos já tava apalpando ela na virilha, nossos corpos se moviam se esfregando um no outro.
No meio En meio a isso, agarrei a Jesse e a coloquei contra a mesa. Ela se deitou ali, deixando a bunda empinada e totalmente à minha disposição. Abaixei a cabeça até as pernas dela, puxei a calcinha pra baixo e comecei a lamber a racha dela, fazendo ela gemer.
— Aahhh... siiiim... — Ela ofegava com a cabeça apoiada na mesa. Enfiei uns dedos, e minha língua foi um pouco mais pra cima, até o cu dela. Comecei a lamber, tentando enfiar a língua naquele buraquinho apertado, o único que ainda não tinha estreado.
— Mmm... Aahhh... — Ela continuava, minha língua ia e vinha da buceta dela pro cu, e eu sentia as pernas dela fraquejando de tanto tesão. Tirei meu pau da calça, precisava de ação. Então me levantei, encostei na entrada dos lábios da buceta dela e deslizei pra dentro sem nenhuma dificuldade.
— Aahhhhhhhhhh... — Jesse soltou um suspiro longo quando sentiu ele dentro. Agarrei a cintura dela e comecei a bombar devagar, mas com estocadas fortes. Cada penetração era respondida com um gemido dela, cada vez mais alto.
— Aahhh!!... ahhh!... ahhhh!... aahhh!!... — A velocidade aumentava cada vez mais. Minhas mãos percorriam o corpo dela, até que lambuzei meus dedos de saliva e comecei a passar pelo cu dela, enfiando um sem muita dificuldade.
— Mmmm!!... aahhh... ahh... — Ela não reclamou muito até eu enfiar um segundo dedo. Comecei a movê-los em círculo, tentando abrir o esfíncter dela. Mas meu pau na buceta dela já tava fazendo o trabalho, e não deixava ela reclamar muito.
— Aaahh!... aahhhh!... aaaaaaahhhhhhhhhhhhhh!!!... — Jesse começou a gozar, se agarrando na mesa e arqueando a cintura. Mas eu continuei bombando sem parar nem um segundo. Consegui enfiar um terceiro dedo no cu dela, ela soltou um gemido, mas continuei abrindo o rabo dela. Até que depois de um tempo, me deitei nas costas dela, tirei meu pau da buceta, lambuzei de saliva e encostei na entrada do cu dela.
— Não vai entrar... — Ela disse, ofegante, com os cabelos grudados no rosto de tanto suor. Eu agarrei as mãos dela e imobilizei ela com o corpo. peso do meu corpo e fiz pressão com meu pau, até que a cabeça entrou.
— Aaahhh!!!... dói!!... — ela reclamou, fechando os olhos e apertando os dentes. Mas eu continuei e empurrei um pouco mais, deslizando meu pau só alguns centímetros.
— Haayyyy!!!... tira!!!... dói!!!... ahhhhh!!... — ela reclamava, tentava se mexer e sair, mas eu não deixava, segurava ela firme. Continuei fazendo pressão, meu pau ia enterrando cada vez mais. Sentia como o anelzinho dela apertava meu pau incrivelmente, era muito apertado.
— Só mais um pouco e já era... aguenta... — eu dizia no ouvido dela, vendo que ela já tinha lágrimas nos olhos, apertava os dentes e se segurava na mesa com as mãos, aguentando. Meu pau já estava quase todo dentro, o corpo da Jesse tremia, até que, depois de um tempo e muito suor, entrou completamente.
— Me... ahhhgghh... queima... aahh... — ela reclamava, mas eu deixei meu pau parado lá dentro. Pra aliviar a dor dela, comecei a masturbar ela com a mão. Ela começou a gemer numa mistura de dor e prazer. Meu pau pulsava de tesão nas entranhas dela, minha mente viajava ao saber que eu ia comer a irmãzinha da minha namorada de uniforme escolar...
— Aahhh!!... aagghh!!!... aahhh!!!!... — comecei a bombar, fazendo a Jesse gritar. Eu tirava um pouco devagar meu pau, e enterrava de novo até o talo. Ela respirava que parecia que tava num parto, tinha o rosto todo suado e os cabelos caindo na testa.
— Aaah!!... aahhhh!!... ahhhh!!... — aos poucos eu aumentava as metidas. Desabotoei a camisa dela e tirei os peitos pra fora. E enquanto continuava masturbando ela, comecei a massagear os peitos dela beijando o pescoço. Ela já gemia mais com prazer do que dor.
— Aahhh... aahhhh... ahhhh... — não demorou muito até que eu só ouvia prazer vindo dela, então me dediquei a comer ela de boa. De vez em quando eu tirava meu pau da bunda dela e enfiava de uma vez na buceta... Depois voltava pro cu dela, onde meu pau já entrava deslizando perfeitamente. Adorava sentir minha barriga batendo nas bochechas da bunda dela a cada estocada.
— Cê tá gostando agora, Jesse?... — perguntei, bombando mais forte. Ela dizia “siiiiim” quase sem conseguir falar entre os gemidos. Agarrei a cintura dela com as mãos e fui metendo cada vez mais forte, fazendo ela gritar de prazer. A bunda dela vibrava e engolia meu pau até sumir inteiro. Depois, me deitei por cima dela e agarrei os peitos dela, apertando eles, bombando mais forte enquanto sentia meu orgasmo e o dela chegando.
— Aahhh... ahhh!!... aahhh!!!... aaahhhhhhhhhhhh!!! — Ela começou a gozar num orgasmo da porra, e eu não aguentei mais. Dando umas estocadas fortes que faziam a mesa se mover de lugar, comecei a gozar com uns jorros enormes de porra dentro da bunda dela, enchendo ela toda. Era uma sensação incrível, impossível de descrever. Ficamos ali, ela embaixo e eu deitado nas costas dela por um tempo, ofegando e recuperando o fôlego, suados pra caralho. Meu pau perdeu o tamanho e saiu de dentro dela. Jesse parecia que tinha corrido uma maratona, tava toda exausta.
— Vamo pro quarto pra tu descansar... — falei, e ela sorriu. Quando vi ela andando com dificuldade, peguei ela no colo e carreguei até o quarto dela. Ela enrolou os braços no meu pescoço. Deitei ela na cama, e sem mais, Jesse dormiu, cansada do esforço danado que tinha feito. Fiquei olhando pra ela, sem acreditar que uma coisinha tão pequena podia me dar tanto prazer. Depois fui tomar um banho, tava todo suado, minha meta de desvirgar ela pelos três buracos tava cumprida.
Depois do banho, deitei com Jesse abraçado nela, de conchinha. Ela encaixou a bunda bem contra meu volume, dormindo, e ficamos assim umas horas. Quando acordei, já era umas 5 da tarde. Luciana ia chegar, pelo que imaginei, umas 7 da noite, igual a Jazmín. E os pais delas só de noite. Jesse não Tava na cama, mas ouvi o barulho da água do chuveiro no banheiro. Ela tava tomando banho, então desci pra cozinha, preparei algo pra comer e fui pra sala ver televisão.Capítulo quatro— Já tomei banho duas vezes... — me disse Jesse sentando ao meu lado. Tinha se trocado, agora usava um vestido verde que chegava até os joelhos, mas que insinuava sua figura. Prendeu o cabelo em duas marias-chiquinhas, e tinha um cheiro gostoso de rosas que adorei.
— Como você está se sentindo?... — perguntei, mas ela deu de ombros e rindo disse: “muito bem”. Entendi que não tinha acontecido nada, porque achava que podia ter machucado ela depois de ter comido ela tão selvagemente como fiz na cozinha.
Ficamos vendo TV tranquilos, enquanto eu tomava um refrigerante, ela tinha um pote de sorvete e comia de um jeito muito sensual. Ela obviamente não sabia que fazia isso. Fiquei olhando ela colocar a colherzinha na boca e apertar os lábios. Ou quando escorria um pouco, passava a língua nas mãos. Tava me excitando ver aquilo, até que ela rindo me disse:
— O quê?... — sem entender por que eu tava olhando daquele jeito.
— Gosto muito quando você come sorvete assim... — falei.
— Como, assim?... — disse ela comendo outra colherada, me encarando com seus olhões azuis. Meu pau pulsava dentro da calça, Jesse viu o volume crescendo cada vez mais.
— Coitadinho... agora tô com vontade de comer outra coisa... — disse ela abaixando o zíper da minha calça, e sem mais tirou meu pau que saiu disparado, duro e pronto pra ação.
— Mmmmmmm... Gostou assim?... — disse ela passando a língua e apertando a haste com uma mão.
— Dá uns beijinhos... isso... — Jesse beijava a cabeça do meu pau. Depois, e isso me surpreendeu muito gostosamente, pegou sorvete e lambuzou meu pau com ele. Começou a passar a língua por todo o comprimento, a sensação do sorvete frio e a língua quente dela me enlouqueciam... finalmente, engoliu ele até onde conseguia. Começou a chupar como se tivesse mamando uma mamadeira. Esfregando a língua sem mexer a cabeça. A menina aprendia muito rápido, me provocava sensações muito melhores que qualquer mulher... talvez melhor que a Jasmim.
— Mmmmm... mmm... — Depois, com uma mão peguei no cabelo dela, tirando do rosto, e enquanto ela subia e descia a cabeça, estendi a mão até a bunda dela e comecei a meter uns dedos. Ela ainda estava dilatada, entraram fácil. E o melhor é que a Jesse nem reclamou quando recebeu dois dedos.
Olhei a hora, eram seis da tarde, tínhamos tempo pra mais uma sessão de sexo. A Jesse me chupava devagar, aproveitando todo o comprimento da minha pica com a boca dela. Depois de um tempo, deitei ela no sofá de barriga pra cima, levantei o vestido, tirei a calcinha dela e enfiei a cabeça entre as pernas dela, era a vez dela.
— Aahhh... isso... gosto disso... mmmmaaahhh... — A Jesse começou a gemer, apertando minha cabeça com as pernas. Minha língua ia e vinha na rachinha dela, brincando com o clitóris, metia dedos, ela se contorcia no sofá gemendo sem parar. Até que depois de uns minutos, ela apertou minha cabeça com as pernas que quase me sufocou, tendo um orgasmo poderoso.
Coloquei as pernas dela nos meus ombros e, de uma estocada só, enfiei toda a minha pica na buceta dela.
— Aaahhhhhhhh!!... — Comecei a bombar forte, adorava ouvir ela gritar, ver as tetas dela balançando debaixo do vestido. Fiquei um tempo assim metendo nela, até que virei ela, tirei o vestido, deixando ela nua... e de quatro enfiei minha pica na bunda dela devagar, mas sem dificuldade.
— Aaahhh... devagar... — Ela falou quando comecei a bombar a bunda dela. Segurei ela pela cintura, metia e tirava minha vara da bunda dela. Ela mordia a mão e tinha os olhos fechados. A gente tava assim, transando, quando ouvi um barulho e, olhando rápido pra porta de entrada da sala, vi a Luciana e o namorado dela nos olhando. E o mais chamativo de tudo era que o namorado da Luciana tava com a pica pra fora, se masturbando... e a Luciana tinha a mão dentro da calça jeans, também se tocando.
Isso me excitou pra caralho, ter plateia. Aí comecei a bombar a Jesse mais forte.
— Aahhh!!... aahhh!!... aahhh!!!... — Ela gritava. A Luciana me Olhava com um sorriso nos lábios, segurando uma das tetonas dela e apertando, enquanto com a outra se punhetava com força. Luciana sussurrou algo no ouvido do namorado, e os dois me olharam rindo. Jesse nem percebia isso, tava muito ocupada recebendo meu pau no cu dela com força. Ela mordia os nós dos dedos e tinha a cabeça encostada no chão, de olhos fechados.
— Aaahhh... aahhh... aahhmmmmmmm... mmmm... — Jesse, que tava ofegante de boca aberta, levantou a cabeça por um momento, apoiando os cotovelos no chão... Eu me deitei nas costas dela, penetrando mais forte, e falei no ouvido dela:
— Relaxa, gata... aproveita... você vai ver como vai adorar... — Jesse tentou me afastar um pouco, mas enfiei meus dedos na boceta dela e ela se acalmou. Luciana tinha sentado no colo do namorado num sofá perto da gente. Fiquei do caralho de tesão vendo ela sem a calça jeans, o namorado amassando as tetonas enormes dela e enfiando os dedos sem parar na boceta dela. Luciana punhetava o namorado feito uma louca. Os dois olhando pra gente, como espectadores. Luciana tinha um sorriso safado na cara... vendo eu comer a irmã dela.
— Tá gostando da minha irmãzinha?... — Disse Luciana me abraçando por trás, apoiando a cabeça no meu ombro. Senti as tetonas enormes dela encostadas nas minhas costas.
— Tá gostando da minha irmãzinha? — Ela continuava falando, olhando fixo meu pau entrando e saindo do cu da Jesse. Ela tava de olhos fechados e ainda não tinha percebido nada. O corpinho branco dela tava todo suado e se contorcia toda hora... gozando em vários orgasmos.
— Mmmm!!.... mmmm... mmmm... — Ela ofegava sem parar. A situação era incrível, só faltava a Jazmín chegar e entrar na festa... uma suruba em família.
Luciana acariciava meu corpo, me abraçando por trás, até começou a me beijar com paixão, enfiando a língua até minha garganta. O namorado dela assistia tudo do sofá se masturbando. Ele ria e se surpreendia com o que a gente fazia. Parecia que excitava ele ainda mais. tô beijando a namorada dele. Comecei a chupar os peitões da Luciana. Nossa... eram enormes, tipo duas melancias. Luciana apertava minha cabeça contra ela. Começando a gemer.
-Aahhhh!!...- Gemeu forte a Jesse, ainda de olhos fechados e aguentando a foda. Era foda imaginar a cena. Tava metendo na bunda da Jesse, a princesinha da casa que todo mundo tratava como bonequinha, e ao mesmo tempo, tinha a irmã dela, a Luciana, esfregando os peitos na minha cara. E sem esquecer do namorado dela se masturbando que nem espectador de filme pornô.
-Aahhh!!!!!... aahhh!!!!!... aahhhhh!!!...- Jesse continuava gritando. Acelerei as metidas. Tava segurando Jesse pelas nádegas, cada vez bombava mais rápido, mais forte, e Jesse gritava cada vez mais.
-Aaaaaahhhh!!... aaaaaahhh!!!!... aaaaaahhhh!!!!..- Luciana olhava tudo de perto, e enfiava todos os dedos que podia se masturbando. Até que senti que ia gozar, não aguentava mais. Tirei meu pau de dentro da Jesse. Ela caiu deitada no tapete. Me ajoelhei na frente da Jesse com o pau prestes a explodir na mão, apontando direto pra carinha dela. Quando Jesse me olhou, comecei a gozar com uns jorros enormes de porra. Ela tava confusa, mas quando recebeu os primeiros jorros, abriu a boca e colocou a língua pra fora pra receber a porra que caía na cara dela.
-Aaahmmmmm...- Ela gemia enquanto engolia meu leite instintivamente. Esfreguei meu pau na cara dela. Jesse sozinha abria a boca e enfiava, chupava como se fosse a coisa mais natural do mundo. E naquele momento foi quando ela percebeu que a Luciana, a irmã mais velha dela, tava do lado se masturbando e olhando fixo pra ela.
Luciana, com aquele sorriso safado, se ajoelhou na frente da Jesse e começou a lamber a carinha da irmã, limpando com a língua a porra que escorria. Jesse só ficou lá deitada, quieta no chão. Eu já esperava qualquer coisa depois disso. Ainda mais quando a Luciana começou a beijar a irmãzinha dela... Jesse abriu os olhos. Surpresa ao sentir os lábios da irmã nos seus. Mas depois de um tempo, fechou os olhos e se deixou levar por aquele beijo.
—Incrível, cara! Incrível!— Gritava o namorado da Luciana, gozando no sofá. Comemorava o final de um filme que tinha amado.
Assim que as irmãs se separaram, Luciana pegou a roupa e foi com o namorado dizendo: “Vamos tomar banho!”, nos deixando sozinhos. Jesse acompanhou eles com o olhar, sem entender como é que os dois estavam ali. Me olhou confusa e corada, mas já respirando mais calma. Estava com o cabelo bagunçado e o corpo todo suado. Ela não entendia nada do que tinha acontecido.
—Como você tá se sentindo, Jesse?...— Perguntei, esperando levar um tapa na cara. Mas ela só me olhava. Sentou no tapete, tentando esconder o corpo nu. Tava completamente envergonhada e tímida. Abracei ela e ela enterrou a cabeça no meu peito. Depois de alguns segundos, ela disse…
—É... bem... eles nos olharam o tempo todo, né?...— Perguntou com a voz quase sumindo.
—Sim... mas não vão falar nada. Te prometo. Você gostou do que rolou agora há pouco?...— Perguntei curioso. E ela me olhou, corando, e respondeu…
—Sim... bastante...— E me deu aquele sorriso dela que derrete qualquer um.
11 comentários - A Gostosa da Família (Parte 1)
+10 por reflotarla.
muy buen relato!!!!!!!!!!+5pts!!!!!!!!!!!!!!!
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