Olá amigos poringuer@s
Encontrei este relato e me chamou a atenção, já que nunca tinha publicado no Poringa, me atrevi a fazer isso... espero que gostem.
Diário da Ana
Que tarefa tão difícil, não sei por onde começar... pois é, se não for pelo começo...
Na verdade, achava que não ia ter uma experiência sexual com outro homem, mas quanto mais perto chegava a data do meu casamento, mais curiosidade sentia de ter essa experiência. Só que me dava muito medo, porque pensava no depois, em me envolver sentimentalmente com alguém, ou que essa pessoa, por viver essa experiência, me custasse um relacionamento de 7 anos.
Por circunstâncias da vida, há mais de 2 anos conheci o Francisco, que, longe de mim, pensei que seria a pessoa com quem poderia viver essa experiência. Mas depois de compartilhar uma manhã agradável conversando com ele pelo chat, nossas conversas ficaram divertidas e com confiança, a ponto de, quando começamos a falar de sexo, acabei contando minha vida sentimental. Depois, comecei a perguntar sobre a vida dele e, veja só que surpresa: ele tinha namorada há anos! Mmm, dentro de mim, pensava que era a pessoa certa, já que ele estava sentimentalmente envolvido com outra pessoa e que meu desejo podia se realizar.
Os dias passaram e as conversas ficaram mais interessantes. Às vezes, ele fazia insinuações muito diretas que me deixavam com vergonha, mas ao mesmo tempo me faziam desejá-lo.
Um dia, combinamos de nos encontrar... na noite anterior, não consegui dormir pensando em como seria esse encontro, porque nem um beijo a gente tinha trocado e me dava uma vergonha danada de vê-lo depois de tudo que a gente tinha conversado. No fim das contas, ele já era meu confidente... conhecia muito sobre mim e eu sobre ele. Quando nos encontramos, ele me perguntou o que eu queria fazer e lembro que disse que o que ele quisesse estava bom. Lembro também que recebi uma ligação naquele momento e continuamos andando, quando, de repente... Ele parou e apontou pra um motel que eu tava de bobeira, me perguntou se eu queria entrar, eu falei que sim sem pensar duas vezes e a gente entrou…
Subindo as escadas pra chegar no quarto que tinham indicado, eu sentia que o coração ia sair pela boca, as mãos e as pernas tremiam, e um calorão no rosto, um nervoso danado, pensei que ia ter um treco.
Quando a gente entrou no quarto… finalmente sozinhos… eu sentei numa ponta da cama e ele sentou na cabeceira, me pediu pra fechar a porta com o trinco, lembro que respondi “eu?!” e ele falou… “é, você tá mais perto da porta…” tecnicamente ele tava certo, mas eu não queria me mexer, sentia que meu corpo não obedecia, mas no fim levantei e tranquei. Depois ele ligou a TV e acho que tava passando um programa de culinária ou algo assim, acho que ele tava procurando porno e ficou com vergonha, então começou a falar comigo, dizendo que sabia cozinhar e que fazia pratos muito gostosos, mas que não gostava de cozinhar sempre. Eu sabia que ele tava puxando outros assuntos porque naquele momento o clima entre a gente tava muito tenso pra mim, dava pra sentir, e não sei que expressão ele viu no meu rosto, mas ele falou… “se não quiser, tudo bem, a gente vai embora, eu te entendo e sei que é difícil…” e olha, a verdade é que eu queria sair correndo dali, mas também sabia e sentia que se não fosse naquele momento, nunca mais ia rolar, e falei que não queria ir embora ou algo assim.
Depois daquele momento de tensão, ele chegou perto e me deu um selinho e disse… “ok…” O nervoso aumentou ainda mais e eu percebi que ele também tava nervoso, bom, pelo menos rolou um beijinho super gostoso entre a gente. Ele me perguntou se apagava as luzes, eu falei que sim, e ele apagou tudo, até a TV. Ele se aproximou devagar, começou a me beijar, lembro que não queria tocar nele porque sentia que minhas mãos estavam suando e falei pra ele, e ele pegou minhas mãos com cuidado e disse… “o que acontece é que elas estão muito frias…” e continuou me beijando, o jeito que ele mexia A linguinha dele dentro da minha boca começou a provocar em mim uma excitação que eu nunca tinha sentido, mas a gente tinha um problema delicado: eu tinha que me despir. Eu sentia muita, mas muita vergonha de ele ou qualquer outro homem me ver nua. Só meu futuro marido tinha feito isso e, sinceramente, eu sentia que não estava preparada para me mostrar nua pra outra pessoa. Mas já era tarde, os beijos apaixonados dele não me deixaram reagir, e cada vez mais eu só queria estar com ele. Ele começou a tirar meu casaco e afrouxou meu jeans, mas quando foi tirar uma blusinha de alças que eu usava por baixo do casaco, minha insegurança, nervosismo e vergonha — muita vergonha — me fizeram dizer que não queria tirar. Ele, como sempre, todo fofo, não insistiu. Tirou meu jeans, me deitou na cama e começou a me beijar. A cabecinha dele começou a descer devagar pelo meu corpo, levantou um pouco minha blusa e deu um beijinho na minha barriga. Depois chegou na minha buceta e começou a beijar ela.
Nãããão! Que horror! Eu estava super molhada, nunca tinha lubrificado daquele jeito, que vergonha. Mas que jeito de beijar minha buceta, não sei como descrever. Eu sentia que ele estava tomando todos os meus líquidos que eu estava soltando, e também sentia que ele gostava. Decidi relaxar e deixar a vergonha de lado, porque era deliciosamente gostoso o que ele estava fazendo. Depois ele se despiu. Sinceramente, não consegui ajudar porque a vergonha voltou, e ele se despiu sozinho. A gente se ajeitou melhor na cama, debaixo das cobertas, e eu comecei a beijá-lo. Agora era minha vez. Comecei a beijar o peito dele, e ele me perguntou se eu não queria beijar o pinto lindo dele — que não tinha problema se eu não quisesse. Mas eu queria, sim. Então dei uns beijinhos e só. Depois ele se posicionou por cima de mim e abriu minhas perninhas, porque eu me tensionei de novo. Fechei os olhos e comecei a sentir ele procurando um jeito de me penetrar. Senti uma dorzinha, não sei se era porque eu estava há mais de três meses sem transar, não sei se era a tensão que eu estava sentindo ou se ele era realmente grande. O pau dele, dentro de mim, doeu um pouquinho, mas ao mesmo tempo eu sentia prazer, umas cócegas na barriga, sentia muito gostoso... Já dentro de mim, ele começou a se mover devagar, o jeito que ele se mexia era muito excitante, me fazendo gozar super rápido. Eu tava super molhada, muito molhada, terrivelmente molhada. Cada vez que ele me penetrava, me deixava mais excitada, me excitava porque ele fazia com força, mas também com delicadeza. Depois ele gozou dentro de mim, me deixou cheia dos sucos gostosos dele.
Depois daquele momento em que, digamos, eu tinha conseguido aquela "experiência" que em algum momento achei que nunca fosse rolar, e que tinha se tornado realidade, a gente conversou um pouco.
Depois ele tomou banho, eu tomei banho e, quando eu ia colocar minha calcinha, ele virou de costas pra mim e começou a tocar minha bucetinha, e eu comecei a ficar molhada de novo. Ele me penetrou de novo, dessa vez em pé, de novo super gostoso. Depois que terminou, ele me sentou na cama e deu um beijinho na minha bucetinha. Eu me troquei — claro, nunca tirei minha blusinha — ele também se trocou e a gente saiu daquele motel.
Continuei conversando com ele pelo chat depois do que aconteceu, mas tinha certeza absoluta de que nunca mais ficaria com ele. Afinal, eu ia casar e a experiência já tinha se tornado real. Quando casei, pensei e sabia que ele tinha que sair da minha vida, que tinha sido super especial, que ele tinha se tornado alguém que eu nunca esqueceria, mas que era só aquilo, uma vez e pronto. Só que não. Já vai fazer um ano desde a primeira vez, e eu estive com ele mais quatro vezes, e cada uma foi um momento muito especial, especial demais. Aprendi coisas importantes com Francisco, e não só sobre sexualidade — ele me ensinou a me conhecer um pouco mais e mudou meu jeito de ser e de ver as coisas da vida. Eu gosto muito dele e sei que, se não rolar uma sexta vez, vai ser a história mais linda e a que nunca será esquecida. E sobre meu medo inicial dessa história, posso dizer que não me apaixonei por ele, porque ele soube... lidar muito bem com as coisas pra que esse sentimento não crescesse, porque no fundo eu sabia que isso só podia ser uma experiência e nada mais.
Com carinho, ANA.
Encontrei este relato e me chamou a atenção, já que nunca tinha publicado no Poringa, me atrevi a fazer isso... espero que gostem.
Diário da Ana
Que tarefa tão difícil, não sei por onde começar... pois é, se não for pelo começo...
Na verdade, achava que não ia ter uma experiência sexual com outro homem, mas quanto mais perto chegava a data do meu casamento, mais curiosidade sentia de ter essa experiência. Só que me dava muito medo, porque pensava no depois, em me envolver sentimentalmente com alguém, ou que essa pessoa, por viver essa experiência, me custasse um relacionamento de 7 anos.
Por circunstâncias da vida, há mais de 2 anos conheci o Francisco, que, longe de mim, pensei que seria a pessoa com quem poderia viver essa experiência. Mas depois de compartilhar uma manhã agradável conversando com ele pelo chat, nossas conversas ficaram divertidas e com confiança, a ponto de, quando começamos a falar de sexo, acabei contando minha vida sentimental. Depois, comecei a perguntar sobre a vida dele e, veja só que surpresa: ele tinha namorada há anos! Mmm, dentro de mim, pensava que era a pessoa certa, já que ele estava sentimentalmente envolvido com outra pessoa e que meu desejo podia se realizar.
Os dias passaram e as conversas ficaram mais interessantes. Às vezes, ele fazia insinuações muito diretas que me deixavam com vergonha, mas ao mesmo tempo me faziam desejá-lo.
Um dia, combinamos de nos encontrar... na noite anterior, não consegui dormir pensando em como seria esse encontro, porque nem um beijo a gente tinha trocado e me dava uma vergonha danada de vê-lo depois de tudo que a gente tinha conversado. No fim das contas, ele já era meu confidente... conhecia muito sobre mim e eu sobre ele. Quando nos encontramos, ele me perguntou o que eu queria fazer e lembro que disse que o que ele quisesse estava bom. Lembro também que recebi uma ligação naquele momento e continuamos andando, quando, de repente... Ele parou e apontou pra um motel que eu tava de bobeira, me perguntou se eu queria entrar, eu falei que sim sem pensar duas vezes e a gente entrou…
Subindo as escadas pra chegar no quarto que tinham indicado, eu sentia que o coração ia sair pela boca, as mãos e as pernas tremiam, e um calorão no rosto, um nervoso danado, pensei que ia ter um treco.
Quando a gente entrou no quarto… finalmente sozinhos… eu sentei numa ponta da cama e ele sentou na cabeceira, me pediu pra fechar a porta com o trinco, lembro que respondi “eu?!” e ele falou… “é, você tá mais perto da porta…” tecnicamente ele tava certo, mas eu não queria me mexer, sentia que meu corpo não obedecia, mas no fim levantei e tranquei. Depois ele ligou a TV e acho que tava passando um programa de culinária ou algo assim, acho que ele tava procurando porno e ficou com vergonha, então começou a falar comigo, dizendo que sabia cozinhar e que fazia pratos muito gostosos, mas que não gostava de cozinhar sempre. Eu sabia que ele tava puxando outros assuntos porque naquele momento o clima entre a gente tava muito tenso pra mim, dava pra sentir, e não sei que expressão ele viu no meu rosto, mas ele falou… “se não quiser, tudo bem, a gente vai embora, eu te entendo e sei que é difícil…” e olha, a verdade é que eu queria sair correndo dali, mas também sabia e sentia que se não fosse naquele momento, nunca mais ia rolar, e falei que não queria ir embora ou algo assim.
Depois daquele momento de tensão, ele chegou perto e me deu um selinho e disse… “ok…” O nervoso aumentou ainda mais e eu percebi que ele também tava nervoso, bom, pelo menos rolou um beijinho super gostoso entre a gente. Ele me perguntou se apagava as luzes, eu falei que sim, e ele apagou tudo, até a TV. Ele se aproximou devagar, começou a me beijar, lembro que não queria tocar nele porque sentia que minhas mãos estavam suando e falei pra ele, e ele pegou minhas mãos com cuidado e disse… “o que acontece é que elas estão muito frias…” e continuou me beijando, o jeito que ele mexia A linguinha dele dentro da minha boca começou a provocar em mim uma excitação que eu nunca tinha sentido, mas a gente tinha um problema delicado: eu tinha que me despir. Eu sentia muita, mas muita vergonha de ele ou qualquer outro homem me ver nua. Só meu futuro marido tinha feito isso e, sinceramente, eu sentia que não estava preparada para me mostrar nua pra outra pessoa. Mas já era tarde, os beijos apaixonados dele não me deixaram reagir, e cada vez mais eu só queria estar com ele. Ele começou a tirar meu casaco e afrouxou meu jeans, mas quando foi tirar uma blusinha de alças que eu usava por baixo do casaco, minha insegurança, nervosismo e vergonha — muita vergonha — me fizeram dizer que não queria tirar. Ele, como sempre, todo fofo, não insistiu. Tirou meu jeans, me deitou na cama e começou a me beijar. A cabecinha dele começou a descer devagar pelo meu corpo, levantou um pouco minha blusa e deu um beijinho na minha barriga. Depois chegou na minha buceta e começou a beijar ela.
Nãããão! Que horror! Eu estava super molhada, nunca tinha lubrificado daquele jeito, que vergonha. Mas que jeito de beijar minha buceta, não sei como descrever. Eu sentia que ele estava tomando todos os meus líquidos que eu estava soltando, e também sentia que ele gostava. Decidi relaxar e deixar a vergonha de lado, porque era deliciosamente gostoso o que ele estava fazendo. Depois ele se despiu. Sinceramente, não consegui ajudar porque a vergonha voltou, e ele se despiu sozinho. A gente se ajeitou melhor na cama, debaixo das cobertas, e eu comecei a beijá-lo. Agora era minha vez. Comecei a beijar o peito dele, e ele me perguntou se eu não queria beijar o pinto lindo dele — que não tinha problema se eu não quisesse. Mas eu queria, sim. Então dei uns beijinhos e só. Depois ele se posicionou por cima de mim e abriu minhas perninhas, porque eu me tensionei de novo. Fechei os olhos e comecei a sentir ele procurando um jeito de me penetrar. Senti uma dorzinha, não sei se era porque eu estava há mais de três meses sem transar, não sei se era a tensão que eu estava sentindo ou se ele era realmente grande. O pau dele, dentro de mim, doeu um pouquinho, mas ao mesmo tempo eu sentia prazer, umas cócegas na barriga, sentia muito gostoso... Já dentro de mim, ele começou a se mover devagar, o jeito que ele se mexia era muito excitante, me fazendo gozar super rápido. Eu tava super molhada, muito molhada, terrivelmente molhada. Cada vez que ele me penetrava, me deixava mais excitada, me excitava porque ele fazia com força, mas também com delicadeza. Depois ele gozou dentro de mim, me deixou cheia dos sucos gostosos dele.
Depois daquele momento em que, digamos, eu tinha conseguido aquela "experiência" que em algum momento achei que nunca fosse rolar, e que tinha se tornado realidade, a gente conversou um pouco.
Depois ele tomou banho, eu tomei banho e, quando eu ia colocar minha calcinha, ele virou de costas pra mim e começou a tocar minha bucetinha, e eu comecei a ficar molhada de novo. Ele me penetrou de novo, dessa vez em pé, de novo super gostoso. Depois que terminou, ele me sentou na cama e deu um beijinho na minha bucetinha. Eu me troquei — claro, nunca tirei minha blusinha — ele também se trocou e a gente saiu daquele motel.
Continuei conversando com ele pelo chat depois do que aconteceu, mas tinha certeza absoluta de que nunca mais ficaria com ele. Afinal, eu ia casar e a experiência já tinha se tornado real. Quando casei, pensei e sabia que ele tinha que sair da minha vida, que tinha sido super especial, que ele tinha se tornado alguém que eu nunca esqueceria, mas que era só aquilo, uma vez e pronto. Só que não. Já vai fazer um ano desde a primeira vez, e eu estive com ele mais quatro vezes, e cada uma foi um momento muito especial, especial demais. Aprendi coisas importantes com Francisco, e não só sobre sexualidade — ele me ensinou a me conhecer um pouco mais e mudou meu jeito de ser e de ver as coisas da vida. Eu gosto muito dele e sei que, se não rolar uma sexta vez, vai ser a história mais linda e a que nunca será esquecida. E sobre meu medo inicial dessa história, posso dizer que não me apaixonei por ele, porque ele soube... lidar muito bem com as coisas pra que esse sentimento não crescesse, porque no fundo eu sabia que isso só podia ser uma experiência e nada mais.
Com carinho, ANA.
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