Bisex: Minha História

Fala aí, pessoal! O que vou contar agora já faz muitos anos, entre 1992 e 1998. Foi nessa época que rolou uma pausa sexual nos meus encontros com caras, sempre preferindo os de aparência mais jovem (que parecessem ter menos idade que eu). Naqueles dias, eu tinha 14 anos e já tava criando uma bela pica, fina mas comprida, e aí surgiram as primeiras experiências com punheta — primeiro sozinho, depois já foi em dupla (com meu primo, um ano mais novo que eu). Bota eu com 14 e ele com 13. No começo, eram só punhetas a dois, e como a gente era muito moleque... não tínhamos nenhuma putaria na cabeça, até que a gente pensou num jeito melhor de tirar proveito disso. Primeiro, um batia punheta pro outro, mas mudou quando surgiu a ideia: "você me chupa e eu chupo você depois". Foi um puta tesão, só que tinha que esperar a vez. Depois apareceram aqueles 69 do caralho, onde a gente tinha um ou dois por dia. Além disso, meu tio tinha revistas pornô escondidas na oficina — era a hora da bronha com aquelas revistas de papel plastificado de tanta qualidade. Quantas punhetas, pelo amor de Deus!! Quanto leite!! Que momentos! O problema agora era achar um novo lugar secreto, a gente sempre procurava onde fazer!! Depois, logo em seguida, veio o melhor: além da punheta e das chupadas... 69... sim, foder e deixar foder. Era essa a lógica: vai e volta... senão, nada. Então, com bastante saliva, chegou o prazer de foder e de ser fodido. Minha pica era mais comprida e não tão grossa, a dele um pouco mais grossa e mais curta. Então, foram 3 anos de idas e vindas... em muitos lugares diferentes. Muito sexo, muita punheta. A gente já tinha os dias de encontro e tudo, mas o mais importante é que sempre fomos bons parceiros, eu e meu primo. E hoje em dia, pelo menos eu, lembro com muito carinho.

Ao mesmo tempo que isso ia diminuindo com meu primo, eu já tinha uns 16 e comecei a conhecer e fazer coisas com um amigo de 14 anos, mais novo que eu, que também não vou dizer o nome, mas fazer o quê, isso é o que menos importa. O importante é que o cara curtia a mesma parada que eu e com ele não teve revista nem nada, já de cara ele adorava chupar minha pica, a minha mais grossa e comprida, e a dele mais comprida mas um pouco mais fina. Foram muitos boquetes de ida e volta, isso sim, sempre perdoei o cu dele, e raramente deixei ele me comer. Não me chamou mais a atenção, o principal era boquete, boquete, gozar e curtir. Foram mais dois anos e pouco assim, os melhores, eu acho.

Mais pra frente, depois dos anos 2000, tive um descanso, que recomeçou em La Plata, lugar onde tava morando (de passagem), sempre entrando em chats, encontros na rua, coisas rápidas... até que fui morar sozinho, tiveram várias aventuras soltas, mas beleza... só me falta um dia entrar numa sala de cinema gay e ver qual é, dizem que é bom, sei lá, mas fazer o quê...

Hoje em dia tô bem... tenho namorada, abandonei isso por enquanto... posso dizer que sou feliz. Me sinto muito bem.

Espero que tenham gostado dessa história, é real, é minha mesmo. Brindo com uma Quilmes bem gelada por essa história entre meu primo e meu amigo, em momentos diferentes, claro!

Saúde pra todo mundo!!! Com certeza tem muita gente que compartilha histórias parecidas em todo o país (isso aconteceu num interior de Buenos Aires).

Abraços pra todos!

6 comentários - Bisex: Minha História

Muy buen relato ¿pasaste por los míos? Van puntos
muy bueno...!! si te largas de nuevo...no lo dejás más....solamente, el tiempo dirá, o hasta que encuentres un buen pijudo, que te saque.....