memorias exitantes V

Aquela noite de domingo foi terrível. Quando o Carlos foi embora, eu tive um ataque de ciúmes, falei de tudo pra ela, quase levantei a mão, ameacei sair de casa, etc etc. Pra me acalmar, fui pra praça e fiquei horas pensando. Não queria voltar. Imagina só aquele barraco com meus sogros morando na frente, quase sentindo tudo, achando que era uma briga de recém-casados sem importância. Voltei, mas dormimos quase com um metro de distância na mesma cama. No outro dia, levantamos sem trocar uma palavra e fomos trabalhar. No meu trabalho, não conseguia me concentrar, estava muito alterado. Aquela noite, mal trocamos palavra. A Laura estava muito mal, e eu já estava me arrependendo de tudo, da confusão que eu tinha armado, já que afinal de contas, eu que tinha começado tudo. Na terça, senti um remorso terrível. Liguei pra ela no trabalho, pedi perdão, fui buscá-la na saída com um raminho de flores. Nos abraçamos e já estava tudo bem. Voltamos pra casa andando as 20 quadras que separavam o trabalho da Laura. Primeiro, me desculpei e, além disso, queria continuar com a história, porque isso me deixava com muito tesão e eu gostava mais disso do que da dor que toda a situação podia me causar. Ela me disse que era melhor não, que não devíamos repetir porque não estávamos preparados pra tudo aquilo, que mesmo que ela gostasse e tivesse curtido muito, não queria estragar nossa relação e achava horrível o que estávamos fazendo pelas costas da Mabel. Mil razões pra não continuar, mas o tesão podia mais. Aquela noite, enquanto fazíamos o pó da reconciliação, eu pedi pra ela, por favor, continuar transando com o Carlos, porque isso me dava muito tesão e eu via ela realmente gozar como nunca, blá blá blá. No meio do pó, ela disse que sim, que queria, mas não muito convencida. Nesse momento, ela me conta que na segunda-feira o Carlos tinha ligado pra ela no trabalho, pra perguntar, por nada, quase cortou. Não disse que estávamos brigados, mas sim, que mesmo tendo gostado de tudo que fizemos e tendo curtido... barbaro, por Mabel não queria voltar a fazer nada, pedi por favor que não voltasse pra casa sozinha, por nós, se nos queria como amigos, que não voltasse, acho que entendeu.
Me deu uma puta tesão e uma curiosidade, conta aí o que ele te disse, nada de putaria, já te falei que tive que cortar, mas que putaria, besteiras você sabe, que queria me chupar toda, que queria que eu desse o cu, que eu tinha o melhor cu que ele já viu, etc etc. sabe como é o Carlos, um degenerado, eu voava enquanto ele contava, fiquei que nem um leão.
Na quarta eu liguei pro Carlos, botamos o papo em dia, ele me conta da conversa com a Laura, e também me conta das tretas que tá tendo com a Mabel, eram como a gente, recém-casados e quase não comia ela, deixo claro que o casamento do Carlos durou só dois anos e separou.
Aquele fim de semana nos convidaram de novo pra sair e claro que ficamos na casa deles, com a Laura tínhamos combinado não seguir com isso por tudo que havíamos falado da Mabel. etc. etc. então eu disse, quando forem deitar tenta ficar do lado da janela, e eu vou tentar dormir colado na cama. ficou assim, quando chegamos do baile, cansados fomos pro quarto, primeiro como sempre foram as meninas, e depois nós, ele foi com toda a intenção de seguir com isso, então nem me perguntou e se jogou do lado da cama, como estava tudo escuro, pensei que a Laura estava do outro lado como havíamos combinado, então não fiquei com tesão, estávamos mortos e sem nenhuma expectativa de nada, eu dormi que nem uma pedra, tipo 6 da manhã acordo porque entravam as primeiras luzes do dia bem fracas mas davam uma visão no quarto, Carlos não estava do meu lado, foi no banheiro pensei, levanto a cabeça, lembrem que dormíamos no chão, e oh surpresa, Mabel dormindo do lado da janela e Laura também não estava na cama, não podia ser, esses caras comendo de novo, podia ser tanto tesão assim, esses fdps, rápido me levantei e fui direto pra terraza, subi devagar para não fazer barulho, e lá estavam eles se matando, mas dessa vez Laura estava quase de quatro e Carlos estava metendo no cu dela, ele tava enfiado no cuzinho dela, pra mim ele nunca quis dar, a filha da puta, não conseguia acreditar no que via, pensei seriamente que meu casamento tinha acabado.
Eles estavam fodendo como cachorros, ficaram uns trinta minutos serrando até que ele gozou no cu dela, enquanto se beijavam pra caralho, eu realmente não conhecia minha esposa, pensei na hora, ela era uma puta total, se transformava, era outra pessoa. quando transava com meu amigo.
Desci, dessa vez não parei o pau, tava com vontade de acordar a Mabel e que tudo se explodisse, não fiz, por compaixão por ela, ela não tinha culpa da nossa tesão, quando desceram ela percebeu que eu estava acordado, me deu um beijo e disse, obrigada meu amor.
No outro dia em casa, antes que eu dissesse algo, ela me disse, o que eu esperava, ontem foi a última vez, a tesão me pegou, mas fiquei pensando e ontem acabou, vamos tentar nos ver o mínimo possível e nunca mais dormimos lá, isso me tranquilizou e certamente nem lembro mais por que motivos começamos a nos distanciar de Carlos e Mabel.
Algumas noites depois enquanto transávamos ela me contou tudo como foi na última noite de sábado, me disse que deitou do lado da janela pra isso foi primeiro ao banheiro, mas quando a Mabel chegou, ela fez ela mudar porque me disse que não conseguia dormir do outro lado, pensei que você tinha dito que ia deitar colada na cama, e na meia hora que fiquei dormindo sinto a mão do Carlos na minha buceta e bem o resto você já sabe, ele chupou tanto minha buceta e o cu que quando ele meteu na varanda quase nem senti, estava totalmente dilatada. e gozei, não posso mentir, sabe como eu sou, acho que mais puta que as galinhas, nem eu acredito como fico, sou outra pessoa, enquanto ela me contava, eu gozei igual um cavalo.
Laura era uma gostosinha de 24 anos recém cumprimentos, com toda a energia sexual à flor da pele, ela precisava muito, e eu só podia dar um pouco... isso sim ficou claro pra mim, eu sabia e nunca mais conseguiria satisfazê-la sozinho.

0 comentários - memorias exitantes V