As pessoas que vêm me seguindo já devem imaginar que a parte mais difícil de tudo foi chegar em casa pra conversar sobre o assunto. Ainda bem que, assim que chegamos, nossos sogros que moravam na frente nos convidaram pra jantar, então a conversa inicial rolou na cama, sem dizer palavras, começamos a nos pegar, enquanto eu colocava nela, o diálogo foi mais ou menos assim:
— Como você comeu meu amigo, gostosa? Gostou?
— Acho que você também curtiu, e acho que foi ideia sua.
— Sim, mas você gostou, porque ontem você chupou ele todinho, além de gozar.
— A verdade é que no sábado na festa, eu tava meio dormindo, no começo nem percebi que não era sua mão, mas quando ele começou a me acariciar, quis pular fora, mas também senti uma coisa estranha, comecei a ficar com tesão, pensei: “não pode ser, esse não é o Marcelo, sinto você roncando”. Quando ele começou a baixar minha calcinha, já não era mais eu, você me conhece.
— E agora, o que a gente vai fazer?
— Agora me come que eu tô com tesão em você.
Nós gozamos duas vezes espetaculares e dormimos. Claro que durante a semana, só se falou desse assunto e de como continuaria.
Em mim, havia um sentimento ambivalente: por um lado, queria continuar, por outro, queria matar os dois. Muitos leitores vão me entender com certeza. Na quinta, Carlos me liga, comenta que não para de pensar no que aconteceu no sábado e até teve que bater uma punheta. Ele se sentia dono dos dois, não só tinha me comido na nossa juventude, mas agora tinha comido minha esposa, e pelo jeito que falava, pretendia continuar fazendo isso, mesmo que eu me opusesse. A não ser que a Laura não quisesse. Inventei qualquer desculpa de reunião de família pra não ir na casa dele naquele fim de semana, e combinamos de nos ver qualquer dia, sem especificar. Queria organizar minhas ideias e também ver o que a Laura diria depois de uma semana. Nossa vida sexual tinha mudado, a gente transava todo dia, as gozadas eram intensas, mas as cenas do sábado sempre estavam presentes.
Ela não perguntou nada. Nossos amigos tinham falado comigo, eu não mencionei nada, e naquele sábado fomos sozinhos ao cinema. No jantar, ele só comentou: "Que estranho a Mabel não ter ligado". Eu, me fazendo de desentendido, falei: "Deviam ter algum compromisso". Me irritou ele ter puxado esse assunto.
No domingo, eu estava tirando um cochilo e, entre sonhos, ouvi uma voz estranha. Levantei e lá estava meu amigo Carlos, que de passagem estava com o carro do patrão dele, e veio tomar uns mates e de quebra cumprimentar meus sogros. Haha, não acreditei em nada.
— Oi, o que faz por aqui?
— Fui buscar o carro do meu chefe, que amanhã tenho que trabalhar com ele, e como tava perto...
— Que estranho você não ter vindo com a Mabel.
— Ela foi na casa da mãe e agora vou buscá-la — ele disse.
Não acreditei em nada, mas lá estava ela, Laura fazendo mate. Claro que, por sorte, minha sogra também estava com a gente, mas não demorou muito pra ela ir pra frente, e ficamos nós três sozinhos. Carlos se atirou em cima da Lau, ela o afastou, com medo de fazer algo ali. Minha sogra estava a 20 metros, éramos casados e, se ela sentasse no meu colo, a velha já fazia cara feia, então imaginem o medo da Laura com os pais dela. E esse sem-vergonha tentava beijá-la. Eu, atônito, a única coisa que fiz foi levantar e ficar atrás das cortinas de plástico que a gente tinha, que davam pro quintal, caso alguém viesse. Ela insistiu que não faria nada ali, mas as carícias e a vontade que eles tinham foram mais fortes. Em dois minutos de luta, já estavam se pegando como dois amantes, eu de sentinela. Laura estava com um shortinho curto e bem apertado, que ficava espetacular nela. Depois de um tempo se amassando, ele tirou a calcinha dela, jogou no chão, eu, apressado, peguei e escondi. Eles estavam se acabando. Ele a virou, apoiou na mesa, baixou o short e começou a chupar a bunda dela. O rosto dele sumia entre as nádegas da Laura, ele chupava a bunda e a buceta dela, sem dúvida era um expert no assunto. Nunca vou esquecer a cara da minha esposa, com os olhinhos virados. mordendo o braço pra não gritar, baixou a calça até o tornozelo e meteu nela, transavam igual bicho, desesperados, ela virava a cabeça e chupava ele, naquele momento, pela primeira vez na minha vida, gozei seco, sim, gozei sem nem tocar na minha, era um tesão do caralho que nós três tava sentindo, eles gozaram juntos e não aguentaram gritar, até acho que dava pra ouvir na rua.
A Laura com a buceta escorrendo nas pernas lindas dela saiu correndo pro banheiro e o Carlos limpou a pica com um pano de prato que tava na mesa, só comentou: tua mulher me deixa louco... ela é gostosa, comeria ela o dia inteiro.
Ela saiu do banheiro, fui pro meu quarto pegar uma cueca, fui eu pro banheiro me limpar e trocar, quando saí encontrei eles de novo se beijando igual dois namorados, atrás das cortinas de plástico, caso viesse alguém.....................
— Como você comeu meu amigo, gostosa? Gostou?
— Acho que você também curtiu, e acho que foi ideia sua.
— Sim, mas você gostou, porque ontem você chupou ele todinho, além de gozar.
— A verdade é que no sábado na festa, eu tava meio dormindo, no começo nem percebi que não era sua mão, mas quando ele começou a me acariciar, quis pular fora, mas também senti uma coisa estranha, comecei a ficar com tesão, pensei: “não pode ser, esse não é o Marcelo, sinto você roncando”. Quando ele começou a baixar minha calcinha, já não era mais eu, você me conhece.
— E agora, o que a gente vai fazer?
— Agora me come que eu tô com tesão em você.
Nós gozamos duas vezes espetaculares e dormimos. Claro que durante a semana, só se falou desse assunto e de como continuaria.
Em mim, havia um sentimento ambivalente: por um lado, queria continuar, por outro, queria matar os dois. Muitos leitores vão me entender com certeza. Na quinta, Carlos me liga, comenta que não para de pensar no que aconteceu no sábado e até teve que bater uma punheta. Ele se sentia dono dos dois, não só tinha me comido na nossa juventude, mas agora tinha comido minha esposa, e pelo jeito que falava, pretendia continuar fazendo isso, mesmo que eu me opusesse. A não ser que a Laura não quisesse. Inventei qualquer desculpa de reunião de família pra não ir na casa dele naquele fim de semana, e combinamos de nos ver qualquer dia, sem especificar. Queria organizar minhas ideias e também ver o que a Laura diria depois de uma semana. Nossa vida sexual tinha mudado, a gente transava todo dia, as gozadas eram intensas, mas as cenas do sábado sempre estavam presentes.
Ela não perguntou nada. Nossos amigos tinham falado comigo, eu não mencionei nada, e naquele sábado fomos sozinhos ao cinema. No jantar, ele só comentou: "Que estranho a Mabel não ter ligado". Eu, me fazendo de desentendido, falei: "Deviam ter algum compromisso". Me irritou ele ter puxado esse assunto.
No domingo, eu estava tirando um cochilo e, entre sonhos, ouvi uma voz estranha. Levantei e lá estava meu amigo Carlos, que de passagem estava com o carro do patrão dele, e veio tomar uns mates e de quebra cumprimentar meus sogros. Haha, não acreditei em nada.
— Oi, o que faz por aqui?
— Fui buscar o carro do meu chefe, que amanhã tenho que trabalhar com ele, e como tava perto...
— Que estranho você não ter vindo com a Mabel.
— Ela foi na casa da mãe e agora vou buscá-la — ele disse.
Não acreditei em nada, mas lá estava ela, Laura fazendo mate. Claro que, por sorte, minha sogra também estava com a gente, mas não demorou muito pra ela ir pra frente, e ficamos nós três sozinhos. Carlos se atirou em cima da Lau, ela o afastou, com medo de fazer algo ali. Minha sogra estava a 20 metros, éramos casados e, se ela sentasse no meu colo, a velha já fazia cara feia, então imaginem o medo da Laura com os pais dela. E esse sem-vergonha tentava beijá-la. Eu, atônito, a única coisa que fiz foi levantar e ficar atrás das cortinas de plástico que a gente tinha, que davam pro quintal, caso alguém viesse. Ela insistiu que não faria nada ali, mas as carícias e a vontade que eles tinham foram mais fortes. Em dois minutos de luta, já estavam se pegando como dois amantes, eu de sentinela. Laura estava com um shortinho curto e bem apertado, que ficava espetacular nela. Depois de um tempo se amassando, ele tirou a calcinha dela, jogou no chão, eu, apressado, peguei e escondi. Eles estavam se acabando. Ele a virou, apoiou na mesa, baixou o short e começou a chupar a bunda dela. O rosto dele sumia entre as nádegas da Laura, ele chupava a bunda e a buceta dela, sem dúvida era um expert no assunto. Nunca vou esquecer a cara da minha esposa, com os olhinhos virados. mordendo o braço pra não gritar, baixou a calça até o tornozelo e meteu nela, transavam igual bicho, desesperados, ela virava a cabeça e chupava ele, naquele momento, pela primeira vez na minha vida, gozei seco, sim, gozei sem nem tocar na minha, era um tesão do caralho que nós três tava sentindo, eles gozaram juntos e não aguentaram gritar, até acho que dava pra ouvir na rua.
A Laura com a buceta escorrendo nas pernas lindas dela saiu correndo pro banheiro e o Carlos limpou a pica com um pano de prato que tava na mesa, só comentou: tua mulher me deixa louco... ela é gostosa, comeria ela o dia inteiro.
Ela saiu do banheiro, fui pro meu quarto pegar uma cueca, fui eu pro banheiro me limpar e trocar, quando saí encontrei eles de novo se beijando igual dois namorados, atrás das cortinas de plástico, caso viesse alguém.....................
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