Nosso primeiro menage

Fala, porongueiros/as! Tô deixando aqui esse relato que na real aconteceu faz tempo, mas resolvi escrever agora. Espero que curtam 🙂

Nicolás tinha acabado de terminar com a mina dele depois de vários anos de namoro, algo que a gente já tava acostumado a ver, porque eles brigavam, faziam as pazes, brigavam, faziam as pazes… mas dessa vez, ele garantiu que era pra sempre.

A gente chamou ele pra comer no apê. O vinho preferido dele era o Benjamín, então eu e minha mina decidimos mimar ele pra deixar ele mais à vontade. Claro que eu tava curioso pra saber como tava o sexo, e aí ele confessou que o pior da relação era a abstinência que ele tava passando.

- Já tentou um ménage, Nico?
- Já.
- Já tentou um traveco?
- Já.
- SÉRIO QUE JÁ TENTOU UM TRAVECO?
- Já!
- Kkkk
- Kkkk o quê??
- Nada… deixa… já tentou com brinquedinhos?
- Já.

Ok, Nico tinha tentado de tudo pra salvar o sexo no relacionamento.

Nico confirmou que tava há mais de 2 meses sem transar.

- Quero confessar uma parada pra vocês. Preciso desabafar. Preciso soltar a gravata. O que vocês achariam se eu pedisse uma ajuda?
- Pode contar comigo, e com a minha mina também, claro. O que cê precisa?
- Você se ofenderia se eu pedisse uma punheta pra sua mulher?
- O quê??
- É só uma masturbação, nada mais.

Eu e ela ficamos chocados, sem saber o que falar. Não dissemos uma palavra, então Nico completou:

- Vamos fazer o seguinte: vou dar um tempo pra vocês pensarem. Vou lá no corredor fumar um cigarro. Se em 10 minutos vocês não me chamarem, vou pra casa e esquecemos tudo. Se me chamarem, é porque aceitaram.

- Beleza, então – foi a única coisa que consegui falar. Ele levantou e foi embora.

Eu e ela ficamos sozinhos.

- O que cê acha? – ela perguntou.

- Não sei se a gente tá preparado pra isso, amor, ele é meu melhor amigo… Mas, ao mesmo tempo, por causa disso, me mata ver ele nessa situação e queria dar uma força. Até eu mesmo faria a punheta pra ele. Por outro lado, uma punheta não é nada, tipo, não é uma foda. O que cê acha?

- Olha, amor, Eu não curto o Nico, mas o que me excita de verdade é a ideia de bater uma pra ele na sua frente. Eu sei que isso te esquenta, você já me falou isso mil vezes. Acho que nós três estamos meio bêbados e é uma boa desculpa. Ele não vai querer me tocar, é só uma punheta. Acho que por pena ele topa. Mas ó, só se você concordar, ele é SEU amigo.

- Sim, é só uma punheta, não vai mudar nada. Adoro ver quando um homem te domina e te obriga, e tal. Isso é algo leve, vem cá, me dá um beijo.

Ela se aproximou, me beijou e passou a mão por cima da minha calça. Sentiu meu pau duríssimo… e claro, toda essa fantasia louca me deixava a mil.

- Amor, me promete que não vai ficar apaixonada pelo Nico? Olha que eu não aguentaria…

- Te prometo!! E você me promete que não vai ficar com ciúme à toa? Eu te amo, amor, e te respeito, isso é só sexo, não significa nada!

- Ok, sim, só sexo. Uff, tô imaginando quando você pegar no pau dele e ele tiver durasso e gozar de prazer!

- Te excita pensar nisso?

- Me deixa louco.

- Eu também.

- Fica de joelhos e me chupa. AGORA.

Ela se ajoelhou, tirou meu pau da calça, colocou na boca e chupou bem devagar. Ela estava com os lábios pintados de vermelho, e eu fiquei muito excitado vendo meu pau rodeado por aqueles lábios que pareciam um chouriço partido ao meio. Grossos, carnudos, sensuais. Gozei rapidinho na boca dela e ela engoliu.

- Te amo muito, amor, vou ligar pra ele.

Fui pro corredor. O Nico estava super surpreso…

- Nico, as coisas claras como sempre. Você não toca nela, tira e mete o pau pra fora da calça, não pede nada além disso e NEM FALA COM ELA.

- Fechado!, onde eu fico?

- Aqui, gritou ela, no sofá.

O Nico foi até o sofá e sentou. Minha mulher me deu um beijo, piscou o olho e sentou do lado dele. Eu estava no sofá da frente. Ali mesmo.

- Tira ele - ela disse.

O Nico se levantou, desabotoou a calça jeans, abaixou o zíper. desceu junto com a cueca, de modo que a rola e as bolas pularam igual palhaço surpresa dentro de caixinha de presente. Ficou imóvel pra mulher poder ver bem. Ela olhou pra rola e depois olhou pra mim. Não era tão grande, mas era um tamanho mais que aceitável. Os ovos não estavam ruins.

Nico sentou no sofá, abrindo bem as pernas, pra minha mulher conseguir chegar até a rola. Ela esticou a mão direita e pegou nela. Começou a mexer um pouco com a mão toda, esfregar bastante pra ele ficar bem duro de vez. Conseguiu em 2 minutos. Depois com o dedão e o magrinho (indicador e polegar soava muito a anatomia), começou a subir e descer. Nenhum dos três parava de olhar o plano rola-MÃO.

Nico de vez em quando soltava uns gemidinhos. Acho que não fazia forte pra não "faltar com respeito". Minha mulher já passava a bater punheta pra ele com 3 dedos.

De vez em quando me dava uma olhadinha cúmplice e eu dava um sorrisinho de que "tava tudo bem". Nico não parava de olhar a rola dele e a mão. A masturbação era bem lenta, movimentos amplos e lentos. Nico acabou deixando a cabeça cair pra trás, fechando os olhos e deixando minha mulher encher ele de prazer.

Da minha poltrona, dava pra ver como as veias da rola dele estavam inchando cada vez mais. Minha mulher batia punheta cada vez mais forte. O ritmo da mão dela aumentava.

Nisso eu já não aguentava mais, minha rola transbordava a calça jeans. De repente, minha mulher, sem soltar a rola dele, se ajoelha na frente dele e começa a beijar e chupar. Nico e eu ficamos duros, mas nem ele, obviamente, ia falar nada, nem eu conseguia reagir naquele momento. O incrível foi que a gente se olhou bem na hora em que ela enfiou a rola na boca.

Aquela chupada não tava no roteiro, e Nico acaba jogando a cabeça pra trás de novo e aproveitando esse bônus inesperado.

Eu imaginava o que Nico tava sentindo, já que 10 minutos antes, era minha rola que tava naquela boca. boca quente, macia, com dentinhos que roçam sem parar e uma língua que não para de brincar na ponta enquanto com uma mão vai batendo uma pra você e com a outra massageando os ovos.

Ele gemia que nem um filho da puta nessa hora, e eu sabia que ele tava perto de gozar. Minha mina também devia ter percebido, talvez porque a pica já tava começando a vazar um pouco de porra, aí ela tirou da boca e começou a chupar os ovos dele pra dar uma segurada na excitação.

Tava na cara que ela queria chupar mais um pouco. Não queria que o Nico gozasse tão rápido, já que ela só tinha chupado ele por uns minutos.

As surpresas não iam parar por aí…

- Amor, por que você não me come por trás enquanto isso?

Levantei, tirei a calça e a cueca. Cheguei perto já com a pica no ar, levantei a saquinha dela e vi que ela tava de tanguinha bem cavada. Puxei pra baixo e me enfiei entre as nádegas dela enquanto ela continuava chupando os ovos dele. Sim, falei nádegas.

Com a língua, acariciei o clitóris dela e consegui fazê-la gemer. Não aguentei mais e enfiei. Tava ensopada, e não tive problema nenhum em meter a pica até o fundo.

O Nico já tinha segurado um pouco a gozada, e minha mina enfiou a pica dele de novo na boca, recomeçando a chupada mortal. Agora nós dois távamos curtindo ela, e ela curtindo a gente. Ela deslizava a boca bem devagar na pica do Nico, e eu comecei a comer ela num ritmo bem lento, fazendo ela aproveitar cada centímetro de pica. Devagar e fundo, até quase encostar os ovos nos lábios da buceta dela.

O silêncio era foda, só dava pra ouvir os barulhos da boca da minha mina chupando a pica do Nico, e os que eu fazia metendo e tirando a pica. Sons de sexo.

Tentei ajustar o ritmo da metida com o da chupada, fazendo minha pica ficar dentro quando a do Nico tava na boca dela. Uma besteira, mas funciona.

Me inclinei pra frente e desabotoei a blusa dela. Depois tirei. O sutiã voou e ela ficou de peitos de fora. pendurada, balançando com os movimentos que eu fazia ao foder ela. Tentei chupar os peitos dela enquanto a comia, uma tarefa difícil. Os gemidos da minha namorada começavam a se destacar sobre os nossos. Faltava pouco pra ela gozar.

Aumentei meu ritmo pra fazer ela gozar o mais rápido possível. Ela gozou como uma filha da puta, tirou a rola da boca pra poder gritar de prazer.

Quando terminou, continuou chupando, mas bem pouco, porque o Nico já tava no limite, e embora desse pra ver que queria aguentar mais, não dava. Os gemidos dele eram bem claros. Ele agarrou a cabeça da minha mina e marcou o ritmo, obrigando ela a chupar do jeito que ele queria, mas ela não quis de jeito nenhum que ele gozasse na boca dela. Ela tirou e começou a bater uma pra ele de novo.

A gozada foi algo impressionante, puta merda, dava pra ver que fazia 2 meses que ele não transava. Saiu uma quantidade de porra IMPRESSIONANTE.

Minha mulher se afastou pra não ser respingada, rindo, mas mesmo assim, levou nos braços e no peito, tipo paintball. Eu continuei fodendo, muito excitado com tudo que tinha visto. Acelerei buscando o final, e depois de umas 20 estocadas, consegui me esvaziar fazendo ela gozar junto comigo. O Nico tinha ficado olhando a gente enquanto limpava a rola, manchada de porra e de batom da minha mulher por todo lado. Parecia que tava sangrando de tão vermelha que tava.

Tirei a rola de dentro da minha mulher, e ela se limpou com uns lenços. Ninguém falava nada. Minha rola continuava dura, e a do Nico também. Nós três nos olhamos e no final foi ela quem tomou a decisão de pegar nós dois pelo braço e nos levar pro quarto.

"Agora ao contrário" — ela disse.

O Nico se jogou na cama enquanto ela procurava as camisinhas. Eu fui lavar bem a rola. Quando voltei, vi ela montada na cama, rebolando devagar no Nico pra deixar ele bem duro de novo. Ela colocou a camisinha, subiu em cima dele, pegou a rola e levou pra dentro da buceta. Eu fiquei olhando enquanto eles começavam a Porra. Comecei a me masturbar devagar.

Não conseguia parar de pensar no que tava rolando, já era impossível segurar a situação toda. Lá estava minha mulher, com a pica do meu melhor amigo entre as pernas, dando pra ele na minha frente sem o menor pudor, feito uma puta qualquer, se acabando na pica de outro.

Naquela hora, vi ela enfiar a pica toda pra dentro, e ele agarrava os peitos dela com as mãos. Minha mina começou a subir e descer, deixando a pica entrar completamente naquela buceta já dilatada pela trepada que a gente tinha dado antes.

Ela deitou em cima dele, fazendo a pica entrar num ângulo bem fechado, enquanto se beijavam de boca torta, e o Nico colocava as mãos na bunda dela, acariciando e agradecendo pela foda que tava levando.

Minha mulher, vale dizer, tem uma bunda gostosa, e era lindo ver ela enquanto dava pra outro. Redonda, grande, perfeita, apetitosa. Nico começou a chupar o pescoço dela, enquanto eu continuava batendo uma vendo tudo, com ciúme e com um tesão do caralho, torcendo pra não gozar pra continuar vendo aquele espetáculo. Minha mulher falou pra mim:

- VEM.

Quando cheguei perto, ela esticou o braço, pegou minha pica e enfiou na boca enquanto cavalgava meu amigo. Eu tava com a pica prestes a explodir, e ela sabia, mas chupou de um jeito que consegui segurar e aproveitar.

Ela não tinha problema nenhum em dar e chupar ao mesmo tempo, parecia uma atriz pornô, não perdia o ritmo nem com o Nico, que tava chupando os peitos dela, nem comigo, massageando minhas bolas enquanto me chupava.

- Que tal você tentar meter no meu cu?

Não acreditei no que tava ouvindo. Essa filha da puta não curtia muito isso, e a gente fazia bem de vez em quando! Mas naquele momento de loucura, depois de ter chupado a pica do meu amigo enquanto eu comia ela, e estando em cima dele enquanto me chupava, parecia que ela tava decidida a experimentar todas aquelas coisas que a gente tinha visto em Jizzonline.com.

Queria uma dupla penetração! Fui no banheiro passar um pouco de gel, voltei, fiquei atrás dela que já estava com a bunda na posição de me receber, inclinada sobre o Nico, me oferecendo tudo. Passei gel na tiny ass dela, a poucos centímetros da cock dele. Enfiei um dedo pra dilatar, devagar, bem devagar, depois dois, também super devagar. Ela quase tinha parado de se mexer no Nico e estava esperando eu meter.

Achei que ela tava pronta, me agachei apontando minha cock. Apoiei e empurrei um pouco. Entrou a ponta, ela gemeu e meti mais um pouco. Ela reclamou. Parei pra ela se acostumar a me ter dentro e empurrei de novo até ter meia cock lá dentro. Quando tava suficientemente dilatada, comecei a me mover devagar pra não machucar ela. Dava pra sentir a cock do Nico enfiada na pussy, separada da minha por uma camada de carne, imóvel, esperando ela passar o pior da foda pra finalmente se mexer nele. Ela começou a se sentir à vontade com as duas picas dentro e começou a se mover bem devagar, pra não se machucar.

Eu comecei a me mexer e tentar coordenar a putaria com os movimentos pra cock não escapar. Ela tava curtindo, mas era impossível gozar assim. Não dava pra se mover o suficiente pra chegar lá. O Nico também não. Decidi gozar primeiro, então acelerei o ritmo enquanto ela ficava paradinha em cima dele, que aguentava sem a cock murchar. Tava tão excitado de pensar que tava comendo minha mulher enquanto outro tava pegando ela, que gozei na hora. Enchi o cu dela de porra e saí. Os dois continuaram trepando, mas bem pouco, porque minha mulher tava quase gozando. Não gozaram juntos, porque o Nico não conseguiu chegar lá, então quando ela terminou, ele colocou ela de costas na cama, abriu as pernas dela e meteu a cock inteira. Comeu ela rápido até gozar, se esvaziando na pussy da minha mulher e gemendo igual um cachorro. Terminou e tirou.

Ficamos um Ficamos os três sentados na cama. Ela me beijou e ficou agarrada em mim. O Nico começou a se vestir, catando as roupas dele pela casa toda. Quando ficou pronto, falou pra gente:

- Vocês me deixaram doidão.

- Amanhã a gente se vê, Nico - falei.

- Falou - ele disse, e foi embora.

- A foda da minha vida, hein!

Valeu por passar!

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7 comentários - Nosso primeiro menage

Me gustó muchísimo tu relato! saludo. +10
Muy buen relato. Lamento no tener puntos para enviarte. Pero si a favoritos. Creeme que eh vivido experiencias parecidas y son increibles. pasate. Saludos.